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Skuodo apylinkių žemaičių kalbinės nuostatos

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Skuodo apylinkių žemaičių kalbinės nuostatos

Author: Simona Vyniautaitė
Year: 2016
Source: https://journals.lki.lt/actalinguisticalithuanica/article/download/848/939
176 Ac a Linguis ica Li huanica LXXV
SIMONA VYNIAUTAITĖ
Ins i u o das línguas Lie u ių
Mokslinių pesquisas di eções: geoling is ica,
dialek ologija, socioling is ica.
SKUODO APYLINKI
ŽEMAIČI KALBINS
NUTSTATOS
Language A i udes o Samogi ians
in Skuodas Dis ic
ANOTACIA
O a igo nes e analisado Skuõdo a edinhas e as de lingubinas disposições na i idade da
a mia e a miakalbių pessoas a aliação. Análise é aplicado desc end ido ina is modelis,
e elando di e en es plo mes de a aliação a mės idealo, não e i amidade, limi um.
Mos am-se in e missões possí eis de a aliações e concepções da língua na i a,
peculia idade psicológica.
ESMINIAI VOODŽIAI: šiau ės žemaičiai elšiškiai, kalbinės nuos a os, a mė, bend inė
kalba, sa imonė.
ANNOTATION
The a icle analyzes he language a i udes o Samogi ians in Skuodas dis ic , namely he
na i e dialec s and he e alua ion o people speaking a dialec . The b oad-b ush inomial
model is applied in he analysis which helps o un eil di e en dimensions o dialec
e alua ion, such as ideal, ine i abili y, limi a ion. The analysis p esen s he concep ions o
dialec e alua ion and na i e language as well as he possible connec ions o psychological
dis inc ion.
KEYWORDS: No he n Samogi ians o Telšiai, language a i udes, dialec ,
s anda d language, sel -awa eness.
A igos A icles / 177
Skuodo apylinkių žemaičių kalbinės nuos a os
1. ĮVADAS
Signi icado de Te minos no mundo a ual, sociedade pode se pe cebida mui o a iilmen e. A
a i mação de que a mė é iquezas, alo es, uma ez po uma, pa ece (a odė) de si p óp io
comp eensí el e di icilmen e nuginčy ina coisa, po ém ou a ez, não semp e e não pa a odos.
XXI a., como cons an emen e cu ančiame mode nnių ecnologias, globalização epme ia, al ybių
e abo dagens di e si o ê, suas mudanças o nam nebes ebinancim enominiu. Isso em
in luência an o a o es ex e nos, an o ce os da sociedade psicologias, mudanças de
compo amen o. O a o de que kin a e ala odas suas a mainas. Ta mių paki imai (į ykę bei
yks an ys) ne e ai a o a miniai da iniai (geolek ai, egiolek ai), neg yna, ne ik a a minė
do blogybė – i didesnė negu bend inės kalbos ki imas, o yškėjan ys naujieji
kalba o bend inės kalbos pokyčių laikimas p ocesso na u alu, ou abiejų p ocesų ideologijos,
šios blogybės pada inys. Ta mės pokyčių e inimas kaip ėjimas mi ies link,
pe spec i a escolha. A e ê-se que a pe spec i a geoling is ís ica é op imis ina e į aimina a
p ipažinimas neiš engiamais, be ne pabaigą žyminčiais eiškiniais, susijęs su
ideologia do desen ol imen o (Aliūkai ė, Mikulėnienė 2014b: 36). Ideologijas c uzi oje
signi ica i o pe manece ( i p o a elmen e e ainda signi ican e) ques ão, quan o impo an e
a mė pa a consumido es o diná ios, ou em ge al ela impo an e acon ecendo ki imui. Po es a
azão, pesquisando a mes cada ez mais eqüen emen e conside a-se no aspec o das
disposições linguís icas (plg. Vaicekauskienė, Saus e de 2012; Kliukienė 2010; Ramonienė 2013), pois
a pe spec i a dos consumido es da língua, a a aliação é um a o signi ica i o e a é mesmo
essencial (plg. Mikulėnienė 2015: 103), bas an e bem e le indo a si uação a ual e isso, como es a
si uação pode cede no u u o. A impo ância das disposições linguís icas islumb a-se e
alando sob e o po encial de sob e i ência elas são um dos a o es, ga an indo a i i imidade,
con is inumão das a mian (Aliūkai ė, Bakšienė, Ja osla ienė e k . 2014: 130). Nes e caso
disposições en endem não só como um ce o psicológico, mas ambém como uncioncinis
eiškinys. Ti i escolhido Skuõdo k aš as, que é uma das Žemai ija locais, pe encen es egiono
b anduoliu (plačiau ž . Pe ulis 2005: 168). De ido a es a azão os habi an es se ca ac e iza bene
o alíssima zemai iškąja sa imone, glaudžiais sai ais en e iden idade e na i idade luga .
Impo an e e o que o k aš as não pa ibio com aukš aičių a me sanki oje, po causa da qual
a mę de e ia a a -se já como pe einamąją. Ao con á io, Skuõdo a edinkes, nas quais
esboçėja cos ei o e asaiços e os chamados elšiškių one icos, g ama icais
ca ac e ís icos c uzamen osis (Gi denis 2012: 13), conside adas umas das mais
ep esen a i as linguís ico codo1 sa ininkių e asaičių a mės á ea (Aliūkai ė, Mikulėnienė
2014a: 262). Skuõdo, como 1 Podima designa Skuõdo geolek ą smulkesnį a minį da inio, i io-lhe
s ip ių adicinių šnek ų pag indu (Aliūkai ė, Mikulėnienė 2014a: 260).
SIMONA VYNIAUTAITĖ
178 Ac a Linguis ica Li huanica LXXV mui o bem man enikusio a minę lingua a
cidade, s a us, con i ma e ou os dados de pesquisas2 178 Ac a Linguis ica
Li huanica LXXV Conside a, que a sólida undação la minis des e país e
pe encimen o ao b anduoli da egião Žemai ija em in luência não só na p óp ia
população mundialêziu ai ou manei ae, mas e lingubinėms disposições.
1 PAV. Pon os
Obje i o, a e as, mé odos, ma e ial. O obje i o des e a igo escapiaišžmones. U iliza-se do p oje o do
kin i, kaip Skuõdo apylinkių žemaičiai e ina gim ąją a mę i a miakalbius
Ins i u o da Língua Li uânica 20102013 m. execu ado Šiuolaikiniai geoling is ikos y imai Lie u oje:
op imização de ede de pon os e in e ac i ioji a minės in o macijos sklaida (plačiau ž . www. a mes.l )
dados (pa eik audio anke ės, 579), que são conside ados do ins i u o da Língua Li uânica ui Ke Lie u ių Viñja
(je Skliaūs ės, 13), Sėdėku, Šá kės (30), Yūkės (je Pãluknės, 38), Mokios (40) (pa . 1). Residen es. Im į cons i ui
a chy e. Apklaus i Lie u ių kalbos a laso punk ų, p iklausančių Skuõdo k aš-
senio es (41; 72 pe cen ), médiu inas (10; 17,5 pe cen ) e De aco do com disposições do p oje o jaunesniąja
ge ação conside am pessoas a é 30 m., mediu ine 3149 m., sênija 50 m. e sêni. A educação dos p oponen es é
bas an e a iada: inicial (16; 27%), ele ada (14; 25%), sem comple a in e mediá io (10; 18%), supe io (7; 12%),
jaunesniosios (6; 10,5 p oc.) ka ų esponden ai, iš ku ių 45 mo e ys i 12 y ų.
p o issional (6; 11%), in e mediá io (4; 7%). Uma ez que se u iliza odo o ma e ial cole ado de pon os, o
núme o de ag adecedo es em e mos de idade, sexo, educação não é uni o me. Em alguns casos conside a-se
des es 2 P oje os Kalbų a ojimas i au inė apa ybė Lie u os mies uose e Socioling is inis Lie u os
žemėlapis: mies ai i mies eliai (ž . Mies ai i kalbos 2. Socioling is inis Lie u os žemėlapis), e nologo Pe o
socioling is inių kin amųjų į akos galimybė. Espe a-se que sob di e en es imi ações, e os esul ados possam
se di e en es. Siekian išanaliza a mės a aliações e discu i possí eis in e ligações com mo osios
linguagem concep a, u iliza-se desc i omuoju analí ico e in e p e ação mé odosis, emiamasi e nologijos,
e nopsichologijos dados de pesquisas.
Kalniaus es udo (2012: 331332).
A igos 179 A icle /
Skuodo apylinkių žemaičių kalbinės nuos a os
2.TM S VALIAÇÃO
Posiū is em a mę um signi ica i o aspec o. Sublinha-se que muda não só a almia,
mas ambém a abo dagem em alminį discu są (Aliūkai ė 2011: 11). Po isso os
e minos pode se pe cebido di e en e negu an e io men e (pa y Misalnya,
so ie mečiu). Uma das a ian es, quando ap esen ado es di e amen e a alia am
a mę exp essando sua opinião ou no a am, accen a o, o que ge almen e pensam
ou os, qual opinião se o mou. Ou a possibilidade decidi , qual a abo dagem à
a mia, é não a p óp ia a mia di e a a aliação, mas opinião sob e a miamen e
alan e homem. Ac edi a-se que i aybingidade do código linguino, a azão de
sob e i ência mais con iimamen e pode e ela associações com ele us ojanços
alado es do que p óp io código a aliações (Ramonienė 2013: 7), em ou a pala a,
signi ica i as nesąmoningosios disposições. No en an o, como a gumen a Dai a
Aliūkai ė, ainda mais bem sucedido modelo é, quando são in es igadas e consciousingosas, e nonąmoningosios disposições (2013b: 224).
Anke os3 o am o necidos algumas possí eis desc ições de homem
a mi icamen e alan e: kaimie is, menkai educ inês, mais elho idade, espebian e
io iškai nusi eikęs. Pa eikėjai aip pa nu odė i ki okius a ian us, apibūdinan-
čius a miškai kalban įjį. Kai ku ie esponden ai išsakė po kelis apibūdinimus,
na mąją a mę, pa odėl o necidos espos as, e não núme o esponden ų. Dado
que pa icipan es (como e em ge al da população em pon os analisados) não há
mui os, o núme o de espos as é pequeno. Pon osê se que a ms não sida o menos,
se ela i aybinga em um, e não, po exemplo, seixos (čia escolhe condiginiai skaičiai)
pon os. Geoling is inė e ė, ski čių eikšmė pe manece a mesma (Aliūkai ė,
Ja osla ienė i k . 2014: 182). Galima eig i, jog požiū io aip pa nepasida o
Bakšienė, menos, se di e encia o núme o de pessoas e espos as que o decla am. As
p incipais e possí eis endências em essencial e le imos. Ta miamen e alan e
humano Desc ições e seus núme o o necidos 1 abela. Nu ody a, quan o há
espos as de mais elhas (V ), medu inas (Vd), jaunesniosas (J) ezes pa eikėjų. 3
Pa yzdį e h p://www. a mes.l /index_meniu.php?id=5
SIMONA VYNIAUTAITĖ
180 Ac a Linguis ica Li huanica LXXV
Des as desc ições sob essaem ês p incipais igu a i os da la mia,
cons i uindo di e en es plo mes: Idealas
Iiše igamidade
Ribo umas
Apibūdinimen os a ibuição plo mėms não é neginčy inas, ele mais condicional,
dependen e do in e p e ação. Es e é um ipo esumid inado ina is modelis4, ao
qual se pode basea analisando a comp eensão e alo da ala dos consumido es da
língua. 1 LENTEL. Poquê is em admialmen e alando homem de
Apagúdinho
Ge bian is na ó ia
Taip
Pa io icamen e
acos a ês
Kaimie is
Taip c escês
Vy esnio amžiaus
Tipo zemai is Taip p igimês
Žemai is
nosi iokês Besiliikan e de adições
a mę G ynak aujis žemai is
Ou ossim não
pode se Ou ossim não pode ala
Menkai educado
In eligingas homem
Reikia espb i sua a mę
Reikia puoselė i sua língua
C iau-se em al ambien e
Homem, amando sua a mú
Núme o
de Respos as
13 9 8 7 6 4 1 1 - 1 1 - 1 - 1 1 - 1 Vd 4
2 2 2 1 - 1 1 - - 1 - - - - 1 - J2 2 2 1 1 -
- - - - - 1 - - - - - -
Iš
iso 19 13 12 10 853221111111111
Pe cen ai 23 15 14 12 10 642211111111
2.1. Ta mė ideal Šią plo mę cons i ui de espei o, pa io ismo e adição. Ta mės, a miškai
alan e humano iden i icação com ais es imenimis lemia ou pode 4 Jį se ia possí el ece com
uni e sália es u u a simbolís ica Modelo de Á o e do Mundo, comp eminanciu Mundo da ną,
o dem (plčiau see Čepienė 2014: 57). De essência e aqui exis indo as pa es cons i uem, pode-se
dize , da ha monia das linguís icas disposições, pois e le e odos ês (sąlygiškas) plo mes:
posi i a (idealo), neu alią (neiš engiamybės) e nega i a (limo umo). O que nãoexis e em odas as
á eas de consumo, ainda não signi ica a mės (des)desiccimen o ou ex emamen e p adas
ien ik idealo plo mė, . y. šiuo a eju nė a ik eigiamo požiū io į a mę i šim ap ocen inio jos
si uações.

S aipsniai / A icles 181
Skuodo apylinkių žemaičių kalbinės nuos a os
dem i a impo ância da a mynha ao seu consumido , i ybingidade,
con íns inumá. Em ce o sen ido a s o a imas plo mei é e as p óp ias pessoas
uma escolha conscien e. Po es as azões dėmenis pode se pe cebido como
cons i uindo bas an e pe ei o ou p óximo ao idealmen e modelį.
Rese ba. A maio ia das ezes (19) ap esen ado es a mialmen e alan e homem
ca ac e izou como espebian e a mę. Respei o p óp ia a me, a au o idade a me é
essencialmen e conside ada p es ijíškumu (Kliukienė 2014: 7). Assim, embo a di e amen e
não diga, po ém, salien a-se que a mė é conside ada mui o p es ijíška5. Es a desc ição
ge almen e mencionado ainda e de ou os ep esen an es de pon os dos e as do no e
(plg. Pab ėža 2013: 5). Respei a é conside ada impo an e al ybe, ge almen e espei am-se
mui o signi ica i os assun os. Pode-se a i ma que mesmo e manando a mú p esen e não
isu a ap op iada usa , es e ine sen ido nelabai belžią, ją há de alo iza , p ejin i, plg.: (1)
žėnā, a lie u iu kalba a já uoki eik kāpin , uo, žėnā, a žemai iu kalba dėdlē š aka ī , mas
nós ana ge a ė ė īik [K. M., m., 79 m., V6.] Embo a nes e caso empenha-se gene inês
linguagem como p es ijískíssimo código linguino no concei o, ainda assim a mė é
conside ada psicologicamen e mais p óximo, melho u código linguíno. Homem, alando
a micialmen e, ambém o na-se digno de espei o e, ao con á io, em galinços ala
a micialmen e, mas nekalbančius ou užmi šusius a mę pessoas olha ima bas an e
nega i amen e: (2) Tuoks kap izpoikėms a uoda. Pa ažiou a žemai is kuoks s udėn s ėš
Vėlniaus, Kauna, já so sa ėškēs já começa šnekie ė a li e a ū ėška kalba ė , žėnuok, mon
nedėdėlē pa ink, kažkāp, aha, uoks ėšdėdoms a uoda d elk ėš anuo. [L. Š., m., 52 m., Y.] (3) Ka
ēp pasėklausā žmuogos, ka o žėnā, ka ons gal žemai ėškā šnekie ė ė nešnek, a no mon
ēp biški keis ā a uoda ėš ėk ūju, po que jego ėšema ži iu esam, a galem ė šnekie ė
žemai ėškā. [G. P., m., 24 anos, M.]
(4) Mon e en dabā pėk oms, ī i pas mūsa, ko , sakīsio, ī mesmo žemai is kaima
ėdu ie banda changeis ė. <…>. Ta ī ėi as, ko o em kė ēp okou ėis, ko o em bėnd au-
ėis, be jego aš kaimė sosė ėksio – mon nesop on amā, mon ėš ėk ūju nesop on amā.
[D. Č., m., 45 an., K.]
(5) Ta o que ėn kė čious ai sažiuosiu, isso eu...? Joukas ėš kė s kė a paskiau. No ka ēp ī .
[J. J., de 83 anos, V.]
5
Vis o ia de gen es mos ou que e asaiças a mė Skuodè é conside ada p es ižiškiausia
(Kliukienė 2014: 7). A e ė-se que ab ias p es ižas é necessá ia, pa a que bend inė língua
(s anda iniai a ian ai) osse conside ada símbolo da nacionalidade odo (ž . Aue 2011: 486).
Nes e caso a mės p es ižas lemia ou pode de e mina sua man imen o da nacionalidade pa e,
. i. zemaičių, simboliu. No en an o, P. Kalniaus a i ma que, em ge al maio ia de odos Žemai ijos
p es ižinę, nes bend inė kalba suku a aukš aičių a mės pag indu (2012: 322).
localidades de žemaičių mano sua a mę esan ne6 Lauž iniuose skliaus os indica pa eikėjų
žius, ie o ė (Y. – Ylakiai , K. – Ke iai, L. – Lùknės, M. – Mósėdis, S. – Skuõdas, Š. – Šá kė,
inicialalas, ly is (m. mo e is, . muž), amV. Vižañčiai).
SIMONA VYNIAUTAITĖ
182 Ac a Linguis ica Li huanica LXXV
(6) Jug ī aqui uokiū panieliu, ka uos ėšsėgal uo ė começ šnekie ė bėnd ėnė kalbo
gī endami Žemai ijuo a joukas ėsė. <…>. Tėi meno , ka ėšgė s , a ėk ā ka joukas.
[G. L., m., 19 a., Y.]
(7) Jug ka p adie umi dabā ne ėš nes e ne ėš uo p adie umi aukš ai ėškā okou ėis, ėsė
aplinkou sakī om, que aqui kap bal a a na a sė ada kažkuoki. [J. M., 72 m., V.] Mon
a uoda, no joukingā ėik me u p agī enės kuokiuo Žemai ijuo a ko nuo s ė o
nebemuokie ė sa a gim uosės kalbuos, no i gi ēp... <...>. (8) Não acho, que pode zammy š ê
sua n uosês albuos pa alguns us mienesius ou anos, ės ėik a minsi. [B. P., m., 18 a., K.]
Não ala ização a micialmen e pe cebido como a ogância, pasipū imo, queis umo
apa aška. Esse compo amen o p o oca ai a ou iso. Pab ėž ina, que pa a
ep esen an es de odas as ge ações isso não é acei á el. Fundamen al código
linguís ico é conside ada p ecisamen e a mė, e sua não ojima memb o da comunidade
como se isolasse, ele esco e do habi ual adicional communi y sis ema, i. i. o na-se lyg
não seu ou pelo menos ou o (es e concei o uni e salioje sa ass e imas oposição ocupa
o luga in e pinę (Unuko ičius 2014: 192193). Signi icância da língua p ocu ando
(sa i)iden i icação, (ne)bu ação seu es yškėjo e a pa i de 1999 m. ykusios pesquisa,
po que zemaičių kalbos nemokėjimas žmogų eliminia iš žemaičių a po (Pakalniškis 2001:
207). A linguagem se ia possí el p e e i a i kš inės (em alguns casos e sa ano iškos)
iniciação dėmeniu man i exis indo kalbinę an iiniciację. Is o con i ma iam e P. Kalniaus
desc i o si uação, quando jo em žemai ė a i mou nãoan i žemai ė, po que já
nãoekalban i žemai iškai (nekalbė i p adėjo s udijuodama Klaipėdoje) (2012: 310). O
kalbinis isensão nes e caso condiciona e apa ybinio. Exis e e ou a opinião, quando
mės ne a ojimas sie inas su įp a imu a o i bend inę kalbą. Tokiu a eju sun-
a ku ol a ala a miškai, plg.: (9) Žmuogos ės ėik ou ons, kė ė nu ī a a é aka a
šnek so sa a bėnd amuokslēs ė ip on , sa ai ė, mienesi, me us gī en ė ėskas [V. B.,
m., 44 m., Y.]. Pode-se a i ma que es a opinião exclusi a, po que ge almen e olha-se
c i icamen e em a mės não ojimen o no seu ambien e. Impo an e ambém é o que a
abo dagem não é comple amen e adicais em elação à língua comun inês em ce os
luga es, em si uações ela é conside ada acei á el, a o ina (ž . 2 abelę).
Com espei o de e ia sie i e samp a á, que a mė é alo idade, e não igno a iki ų
mo, šaipymosi a ki ų neigiamų eiškinių objek as. A si anda pas ebėjimų apie
(nežemaičių) pašaipas, zemaičių a mės não alo ação, например.: (10) Lie u iu kalba ein pu
ėsa Lie o a, uo žemai ėškā anėi ėn nemiegs dėdlē žemai iu, anėi īčiuojės ėšema
žemui iu. <…>. Juge ie bo a ėn ėskuo: ė dzūku, ė aukš ai iu, ė žemai iu ėš ėsuos
Lie u uos bo a. So ėsās lie o ėškā lioubam šnekie ė, ik ā že ī ė, pode zemai ėšká
mai ē sa a a pė, jau ka susi inksem, ēp lėng iau palėks, kad neb ēk lėižo ė belunks-
apa ece okou ė. Mas já ik á sua en ee, uo ēp já, uo ka não ujau p adies žemai is
kuku is ujau mesmo p adies īčiuo ėis não podiaiejé. Ei, aqueles uokės, puok īpē uokėi
A igos A icles 183 /
Skuodo apylinkių žemaičių kalbinės nuos a os
ī , uokės madas, que ēk auk ė pa dun i, ė auk kė s kė a. ė us dzūkus auk pa
dun i, ė us žemai ius auk pa dun i p iekabiu a ond ėsėms, kas nuo . [V. G., ., 85 a., L.]
(11) Ē, zemai iu nieks nei e ėn, p adiek šnekie ė... Vuo aukš ai ems nãoink, que somos
zemai ē. <…>. Mas, digo, aukš ai ē zemai iu nekėn , Jesus Ma ėjė, īpač Kauns ma ėjė. Ēk
o, digo, ma ėjė ocês. Žemai ėškā lioubam pa em ė, ėi s a ībininkā o que sakė e? Jo,
nós dissemos, mas, digo, ocês en ende ão. Žemai ē, Jesus Ma ėjė! [M. R., ., 51 m., Sh.] (12)
Žėnā, mas ėš a ės ėšsėjouks ėsė, ka o ėn [Klaipėdoje] okousīs ēp žemai ėškā.
[K. M., de 79 anos, V.]
Es a a i ude pode se en endida como excessi amen e sens ião eação, um pouco exage ada
čiojimosi, neapykan os e inimą. Kalbos ski ingumas, a si andan is nesup a-
y imas p o oca ma a ilba ou iso e al ez não necessa iamen e pik ą (plg. impo ância da
mediancação es e eo ipando, quando ou os a ibuídos a ibu os são en endidos como
menosp ezo (Go lieb 2006: 3). No en an o al sensibilidade dos žemaiços7 indica seu a mės
p eganização, pašaipų ne ole a imą, po que a mė pe cebe-se como mui o impo an e assun o,
na i a língua. Embo a, segundo P. Kalniaus, pode se que zombymasis enha undamen o: <...> um
ce o p essão zemaičių a mei con inua pe manecendo ela mais ėmė ole a só in eligência
Li uânia. A eação dos lingu is inos alç aiços (especialmen e submissnias classes da sociedade)
pode-se dize , é pouco al e ada zemai iškam kalbėjimui eles con inuam a pe manece não i in
ole an iški (2012: 321). Espe a-se que a eação nega i a e li a e an e io não pa icula men e
posi i a abo dagem em a mes, ou, pa eikėjo pala as dizendo, isso é simplesmen e p iekabių
ieškojimas. Em ge al não a as ezes acon ece, que em žemaičius olha -se como em quan o
mui o e nocen iškus pessoas au ológicas, kūl ū ines, his o icas, kalbines sa as ies
pe manen es yškin ojus. Enquan opuis baixosaiços al c í ica pa ece bas an e o gauli,
inspeja-se des alo ação, zombymasis. Isso pode se in e p e ado como uma ce a
con aposição, ensão zauomazgą, mas pode pe cebe -se e como umas ou os nepik ybinį
nesup a imą, di e enças cul u ais e egozija -se que eles exis ia XX a. e XXI a. início. Pa ecidos
zemaiços obse ações sob e eles e sua a mės não alo ação za ixada expedição Skuõdo, Šiaulių
e Pãne ėžio dis i os. A i ma-se que con ap ieça en e zemaiças e al oš aičių, de inízian e
zemaii išką apa umą, é con ap iemas em ou as Li uo ês localidades, eno mes cidades.
Žemaičiai, sua a mė pe cebida já não como pašaipų obje o, mas pasidžiaugiama, posi i amen e
šos a p lenkų i lie u ių iesioginė analogija (plačiau ž . Čepai ienė 2001: 91).
Esama i p iešingos nuomonės, kad y a didelis Žemai ijos i žemaičių palaiky-
udo isso é a aliado: (13) nuo s ākā, ka ėš ažia a i Vėlnio muoki ėis, a diz, ka pasakiau ėš 7
Psichologinis y imas pa odė, že žemaičiai apsk i ai y a jau esni negu aukš aičiai (Bliumas
2000: 59).
SIMONA VYNIAUTAITĖ
184 Ac a Linguis ica Li huanica LXXV Žemai ėjės ėk ā uos ne Die as esi. No, a
uoks Žemai ėjės palaikīms ī ū uokiū, kažkāp ēp a paga bē [L. P., m., 44 m., M.].
Não se pode ejei a p essupos os de que mui o o depende não só da concepção, o
que é įžeidu, pašaipu, mas ambém de di e en es pessoas pa i ças, sob e i en ų
si uações ou em ge al polinkio įž elg i
eigiamus a neigiamus dalykus.
Das ag adcedo es espos as em ykkėjo e upu ėlį ou o aspec o de espei o.
Pab ėžiamas p óp io homem nosse ção, po que ele não sóim moka, pode ala
a miškai, mas isso az de espei o. Uma ez mencionado mui o pa ecidos desc ição é
p eciso espei a seu a mę. Apibúdinase não an o o consumido da a mė, mas
di e amen e diga-se, con i ma-se que a mė é digna de espei o, é cuidadoimas coisa.
Embo a a mi icamen e alan e do homem, p óp ia a miga a associação com
espei oba é a mais equen e de odas desc iúções, ainda assim posi i a e
con a iamen e: (14) eu não acho, que língua ēkkāp kažb ė ipa ingā. Nē. Kalba ī
skė a exp essš ė, ne anā paga buos ēk, ne... Aiškē, ū keiksmažuodžiu a ėk ā ī ,
ninguem nie ga bie anū a uo ė, mas okou ėis a mėškā, que aš ge bio kalba, kažkāp
eidmainėškā skomb, nemanau [G. J., m., 38 m., Y.]. Pode-se aze p essupos o que a
língua ( a mė), seu uso nes e caso deidealizuojamo, en endamo-nos como pu amen e
p á ico ca ac e is endo eiškinys. Paga ba mais sie ina com a cul u a da língua, po
exemplo, keiksmažodžių ne a ojimu. Com alo esidades es ei amen e elacionada
mais uma desc ição homem, amando sua a mú. Meilė, como e espei oba, é ambém uma
das maio es aldybių, po an o suas obse ando o homem pe cebe-se ex emamen e
posi i amen e. Toks alė ojas alo izan e e p eziinan e a mę.
Pa io ismo. An as dėmen o, cons i uindo idealiąją plo mę, é pa io iškas noi eikimas. No
o al há 12 dessas espos as. Falbamen o e mialmen e pe cebido como pa e do pa io ismo.
Va o i a mę signi ica jun o ama ė i, e e b i seu k aš ą, se esolyžusiam po ele (i
gim osios kalbos) mui o aze , sac io is. Tal abo dagem sie ina com au ine sa imone, pois 39
(68%) pa eikėjai indica esą žemaičiai (o icioji au ybė lie u ių), ambém a maio ia (43; 75%)
gim ąja kalba laiko i žemaičių a mę. Gim oji língua ag adado es conscien ieza asocijuja-se
com pa io izmo, po an o isso a ima samp a ai, que a língua uma das mais impo an es
pa es da nação. Aig ina que, essencialmen e, a língua cons i ui comunidade (Ga e ,
Coupland, Williams 2003: 12), é um essencial sinal de iden idade (Račiūnai ė-Vyčinienė 2014:
iiden i icação e sepa ação de nežemaičiai o indicado mais impo an e não habi á el
223). Šį eiginį pa i ina i žemaičių si uacija: „daba iniams žemaičiams sa-
e i ó io, não menama his ó ica Žemai ija, mas ou a língua (dialec as) (Kalnius 2012: 405). Em
ambos os casos p ecisamen e língua en endida como p incipal indicado de iden idade. T upu į
ou as opiniões man ém-se em mais um es udo língua pe cebida caso zemaiços como no
segundo luga es ando e iden idade ma can e a o , e mais impo an e conside ada local de
nascimen o (Čepai ienė 2001: 190). Isso, que a língua o na-se um impo an e a o pe cebe
nação, al in e ace é possí el e código amplamen e u ilizado. Tokį passamen o ao consumo
a mia pode a a e com a idade, quando paūgėję c ianças ims ala a miškai. P igimimas. Duas
A igos A icles 191 /
Skuodo apylinkių žemaičių kalbinės nuos a os
ezes mencionado p enúncio. Ta mę usando homem nes e caso pe cokiam já nascendo
adqui idíssimo a minį alamen o. Em ou as pala as, se es ás nascido a mialmen e
šnekancejan e em amília ou e ambien e, ine i a elmen e ele mesmo alėsi ambém a miškai
/. Tal ez desde o nascimen o o homem já a si ob igado ala a micialmen e, lhe assim
des inada. Isso muda é quase impossí el, pois o uso da a mė é igual ao não e i iamybe a mė
é conside ada a ališku eiškiniu. Assim com o nascimen o adqui ido eškinho pe cebe-se como
nãoecin an e (pela mesma o ma como s a iškosios ambien e caso). Po es a azão, o não
e min ojamen o pa ece comple amen e incomp eensí el e não jus i icado, susci ando
apasionamen o (plg. 28, 19 ci ação). Es a opinião sie ųsi com após ez menê as desc ições de
ou a o ma não pode se e de ou a o ma não pode ala . Segundo dizendo, mais
suconc e inama, indica-se con e sação. Uma ez po uma, a abo dagem pode ia apa ece
bas an e adicalus, pois en a izado só a única a ian e do ala a mė, e bend inė ala a si
nep i ecognizada, nãosuokiama como possí el e de ama. Se uma pessoa sabe a miamen e, ele
assim e ob iga ala , nes e caso žemai is em šnekė i žemai iškai (plg. 16 ci a ą). Po ou o
lado, isso não de e ia liga com adicalismo. Tais pensamen os indicam a habi ualidade da
a mia (a i ma já mencionada ac a sob e isso), sua pe cepção como línguas na i as.
Nãoalização di e en e ala ainda é possí el en ende e como di iculdade usa bend iné língua,
po que signi ica i amen e simple ei, mais ácil, na u almen e ala gim ąja a me. Não só
mais ácil, mas e since chjiau, po que p ecisamen e since hidade, simplismo (ou al a dessas
qualidades) no eb pa eikėjai, например.: (28) Jau pa em ī pap as iau okou ėis, o nuošė diau
okoujīs, pap as iau. O que já és de immuokês língua, já kažkāp ės ėik ėi žuodē ligu não ėi
žuodē, ligu a língua não a língua, ligu al ks kažkuo. [Ž. V., ., 23 m., S.] (29) Aqui muokīkluo,
pa izdžiou, so ākās, a aqui ka dė bo so ākās, no segundo pedagogiką de e ia ala
egula men e lie u iškai. No be cink ė ėskas, ė ākā pa is. kė ēp começa bėnd au ė, ka
žemai ėškā, po que anėi en e suaes a žemai ėškā okoujės. p adedi bėnd au ė, kė ēp ė
so anās sosė a ė gali, neb ēk ba ėis, nebie ū pīk iu. Jego ka as nuo s ėn p adiejė
sios ė ėn, pasakē kū nuo s upūžė žaliuoji, ka au subinie dun is išdīg om a dā kas, no aš čia
a p ki ko, ēp nesakau, no, mas no kažkū uokė pasakā žemai ėškā, ė as ožākska ons
kap sa s žmuogos ī . [V. M., ., 31 m., S.] (30) Tēp maluonē, maluonē, que isgi s i a kū nuo in ās
ėi seimūnā, ka ās ėn ko ėns kė s ėn žemai ėškā kū pasaka. Tēp ge ā on šė dėis uods
já o zemai is esi. Ou ėš ū a is u žėnā, ka o žemai is, ēp mon ge ā on šė dėis. A is á,
mais kas nuo in ás, ėsė, no a, žemai is ašī uos, a ėš Žemai ėjės, aqui mūsa žmuogos, mūsa
žmuogos so uokio džiaugsmo. [D. Č., m., 84 m., V.] (31) Žemai ėškā, já puonėškā ne okoujemuos.
[A. L., m., 87 anos, L.]

SIMONA VYNIAUTAITĖ
192 Ac a Linguis ica Li huanica LXXV
(32) Kėik só ākš iuojo Muosiedie pu seniūnėjė, kė o nie ėn li e a ū ėškā, bėnd ėnė kalbo
nie okou ėis kāpok nemu eikin . Be eik nieks nemuok kāp eikin okou ėis, ik ās s ėngas
okou ėis, ė joukingā ka ās a uoda. Ta melho okou omės zemai ėškā ė nebū o
joukingā. Mas kou pada īsi, žmuogos nuo se é puonėšks. [A. Z., ., 59 m., M.] Não só pačiam é
boa ala a miškai, mas pasidžiaugiama e ou os língua, especialmen e zemaiços, i en es
não Žemai ijoje, ou em ge al zinomų žmonių. Te minio alamen o an ep ieša nes e caso
bend inė kalba į a dijama como ca ac e inga, p i inkan i ponams poniška. As aízes des e
concei o de e iam se p ocu adas no passado, pois po algum empo a bend inha língua
conside ada poniška, miesčioniška, mas ao mesmo empo en a izada, que essa opinião en e
zemaičių exis e e hoje (Kalnius 2012: 321), e, segundo A. Čepai ienės, al palbinį poniškumą
de e ia se ligado com es e eó ipais his o icamen e i ujãos sob e os li uanos escu os e
polkų ponus (2001: 191). Assim bend inê da língua associação com ponais o na-se bas an e
jus i icada. A conside ação da língua bend inha poni icação sinal con i mados desc iúmen
mužikiška (33) zemai iu kalba ī aděnama neg aži kalba já aqui ī nu sena mužėkėška, g ubi,
dėdlē g ubi [J. M. U., m., 71 m., Y.]), a ibuído a uma e a de baixos, que, na opinião dos
ag adecedo es, é ca ac e ís ica dos simples, dos de co ação. Neiš engiamybės plo mės
dėmenys no amen e indicam ce os essenciais enominos: acos umimas → gim osios kalbos
samp a a os pag įs umas, aplinka → į ai ias e is a mės a ojimas, p iginimas →
nekin amumas.
2.3. Ta mė limi o umas Es e plo mė sie ina com ais dėmenims, que a mę e sua
u ilização sup essimilham, iboja, įsp audžia em ce os ėmos. Nes e caso isso
é kaimie iškumas, amžius, educa imen o. Dėmenys pode de e min i e a mės
não a alumá, sua nãope spe i idade.
Kaimie iškumas. Ta miamen e alando homem 8 ezes sie as com a aldeia. Šį que
dėmenį galima sup as i kaip konk ečią geog a inę a ba socialinę ka ego iją. Tai,
a miškai šneka mo ado es u ais, uma po um lado, lógica, po que di e e campo e
cidade espaços, manei a de ida das pessoas. A i ma-se que o espaço u es ões,
ambém e lingubinê, mais ápido e mais b ilhan emen e mude, ela é cons an emen e
econs uída, in luenciada po ações sociais, poli icas, econômicas, cul u ais e
co idianas p á icas comunica i as (Ramonienė 2010: 279). De ido a al incons an ez,
da cons an e mudança, peculia às cidades, a mės associação com a aldeia o na
bas an e con incen e. Os p óp ios pa eikei no ou di e ingumą da a mės em aldeias
e cidades: (34) Mies a žmuoniū kė uoki a kalba, kaimie iu ī uoki g obesnė. [B. B., m., 82 anos, V.]
A igos A icles 193 /
Skuodo apylinkių žemaičių kalbinės nuos a os
(35) ad, digo, so kaima žmuonims pasėšneki, ambém nós já aqui, miesčiuonis, somos biški
a sėlėkė. [A. R. Š., m., 70 m., S.]
(36) Jug senėjē žmuonis a, dabā biškilieli a língua kei as, o kaimūs, ko uolėi gī en, anėi
dā ėš ėk ūju ė ebkalb ou, eb okoujės ėksliau ēk sakī ė, ou ėk ėnė kalbo. [B. L.,
m., 61 m., M.]
A língua dos po os u ais pe cebe-se como au en iškesnė, ik esnė, menos
expe imen ada das línguas bend inês ou de ou as línguas, ambém e šiu kš esnė.
Ka a as a mės ne a ojimas na cidade sie inas com neno u se dis ingui de ou os,
chama a si a enção, plg.: (37) no ažiouk i Vėlnio šnek ėsė aukš ai ėškā, pasak kūīk
nuo s žemai ėškā ėsė i a i a sisok, a uoda kap ėsėškā k kalba [B. P., m., 18 m., K.].
Pombėžiamas di e ingum do código linguino ( an o do ou os a mių, an o bend inês
línguas), que não a as ezes o na-se idioma de manu enção10 p ižas imi. A i ma-se
que bend a imo unkcijas nesėkmė não-comp ehensão, nãousikalbėjimas e é a mais
ce a p o a do alo cul u al da a mia (Visos a mės g ažiausios 2013: 10). A
incomp eensão pode se a aliá el não só de um aspec o cul u al, mas ambém como um
indicado de pa ilha de lenguas e linguagem, po ém múipusis (G o es 2007: 9). Nes e caso
nãoen endimen o desempenha a unção dis in i a. Isso, que ou os, não alando
zemai iamen e, não en ende a des e código linguino, indica am mui os pa eikėjų11, po
exemplo: (38) Mui os que nesop on aqueles zemai iu albuos cidade. [G. L., m., 19 m., Y.]
(39) Kad i Vėlnio bo au ėš ažia usi, <...> a ėš ėsuos Lie u uos su ažia a ėsuokiū ū
a miū. Vėės li e a ū ėškā mais šnekiejė. O mon bo a di ícilos pa sėlaužėms,
di ícilos. Pa iuo p adiuo zemai ėškā diejau, o, Jėzau, kė ė só eiz, klausuos nesop on .
[L. Š., m., 52 a., Y.]
(40) No ī ī , ka nesop on aqueles mūsa kalbuos. [Z. A., m., 69 a., Š.] (41) No nesop on , no
nesop on anėi [nezemaičiai]. O nós somos asablī a nação, nós sop on am êsas
a mės, êsas a mės sop on am. [S. J., m., 71 m., S.] (42) Žėnā, anėi [aukš aičiai] mūsa
nesop on . anū ės ėik Aš šėik ėik sop on o. [E. M., m., 87 anos, L.]
(43) Vuo ėn [Bi š one] ėsė uokėi nesop on žemai ėškā. Be žemai is ėsēp okou jės:
ė osėškā, ė la ėškā, ė žīdėškā <...>. Žemai is ėsas alabas okoujės. [K. R., m.,
80 anos, K.]
10 Embo a se en e es abelece c i é ios, dis inguindo as línguas (pa y ať, Wa dhaugh 2006: 33),
cons a a-se que o p oblema de línguas e dialec o lingu is ikoje (e não só) em ge al é não esol ida
(Aliūkai ė 2013a: 4). Po an o mui as ezes mui o que depende de pe spec i a ou in e p e ação. 11
A a i mação sob e incomp eendamismo con i ma e os esul ados de pesquisa de habi an es de
á ias cidades, pois zemaičių a mė é conside ada incomp eendamiausia (plg. Ba anauskienė, K upickai ė 2012: 4).
SIMONA VYNIAUTAITĖ
Ac a Linguis ica 194 Li huanica LXXV
Em alguns casos a cidade en a izada como e as de e ais de não en endimen o, al ez e
ne a ojimo espaço. Em ge al, mui as ezes a cidade conside a-se modelo de ambien e
nona minês lingubinês (plg. Vaicekauskienė 2014: 13). Assim con i ma-se que baixosaiços é
kaimo, kaip geog a inės aplinkos, ka ego ija. Įdomūs pas ebėjimai, kai eigiama,
mais ácil en ende ou os a mes do que ou os pa a mios ep esen an es žemai iškai,
ou mais ácil ap ende em ge al ou os idiomas. Isso pode ece com a mių e comun inês
g au de di e imen o da língua. Po que bend inês de língua de língua e baixoaiços a mės
pag indas y a aka ų aukš aičių kauniškių pa a mė, ski umai a p bend inės
bas an e g ande. Bend inha linguagem essencialmen e p ecisa ap ende como ou as
linguinês sis emas, po an o aos g a icedo es pa ece que e ou os a mes mui o que mais
ácil en ende , se és um usuá io de um codinho linguino bem se di e enciando. Pa eikei
conscien emen e ou insąconscien emen e sepa a a mę e bend iná língua como dois
opos os linguines sis emas, po exemplo.: (44) Ka p adiejau su uok ė, kāpė a sakon , que
ēk muoki ėis lie u iu bėnd ėnė kalba, nes kė ēp muokluo a ėi nesīk, kāpīs sakon ,
pa ašīs au ėšk an u ik ā d ēje us, no a ė iseksiejė p is nedikī ė, nieko nedingsi.
Reikiejė ismuok ė on ojė ala, kāp eu digo [apie eg asingo bend inę kalbą]. <…>. Dėdėlē ī
sunkē, žemai iou be gala. No, ou dėdėlē lėng ā, ou dėdėlē sunkē. daqu o já, kāp pasakī ė,
jego já exmuoks i, já se á dėdėlē sunkē. [Ž. V., ., 23 m., S.] (45) Ve iejaujo ėš žemai iu
o žėnā, kāp ēk, jau ume jau dėdlē lėng ā, be jego o a nepagausi, ėskas būs a ėi,
kalbuos i lie u iu. Ka ās ī Mūsa žuodie, pa izdžiou, ī Vaka ū Lie u a, as ī p īds, ėn
ėi puslapelē ī , kam nuo s pa uodā o dā kāp nuo s, nesop on žmuonis. No ė paimi ė
ėš e i i lie u iu língua. [A. R. Š., m., 70 m., S.] (46) Tou dėdlē skai au nege a dalīka, dėdlē
nege s dalīks, que diz, nu pė muos klasės muoki ė žemai ėškā. Tas já dėdlē nege s dalīks,
uoks já nege s dalīks. <…>. Jego ou āka ismuoki umi nu pė muos classeses zemai ėškā
skai ī ė, ons ėsėškā nepaskai ī om [lie u iškai], anou sogadini, ons lie o ėška kninga
in alides bepaskai ī ė. <…>. Ons palêx kap es anėm au is. [V. N., ., 80 m., L.] Pempėžiama
es o ços adap a i os e sudė ingumas, quando é p eciso ap ende uma língua bend inesa.
Ela é conside ada al linguís ico código, que p ecisa se ap endido simplesmen e como
es anho. Bend inė língua pe cebiama e como aquele código lingubinis, que é usado pa a que
ou os (nezemaičiai) en as os. Não há dú ida de que bend inė língua se á en as a, e
zemaiços a mė não semp e (plg. (47) eu jau ous amiausē ė saugiausē okoudamuos
bėnd ėnė, quan o boa, ēp [G. J., m., 38 a., Y.]. De ido a es a azão nãoen endimen o ( al ez às
ezes e imaginado) mui as ezes o na-se esmine não alamen o a miškai, de inimosi à
pašneko o código linguino p ížas imi. Pombėjan ando di e ingum da a mia e bend inê da
linguagem, a i ma-se que em ce os casos necessi a aduzi de um código linguino em
ou o. LKŽe (2008) eiksmažodis aduzi em signi icado ʻ ienos kalbos eks ą išdės y i
ki a kalbaʼ (DLKŽe 2011 analogiška
S aipsniai / A icles 195
Skuodo apylinkių žemaičių kalbinės nuos a os
11 signi icado). Pa eikėja a odama al eiksmazodį p o a elmen e e em em
men e dois sepa ados linguines sis emas. Pa icula men e g ande dispa i
p oeminha em 46 exemplody. Embo a di e amen e não diga-se que e aiços a mė é
língua, po ém min is, que ensinando c ianças žemai iškai, eles nebemokės bend inės
kalbos p ecisamen e lei a (apie a con e sa nãožsimenama. Já que an e io men e
liau – i o eikia moky is la inan įgūdžius, skai ymas sup an amas kaip a
ap ends ama ala , e le ės i is, onde pode se ei a nepa aisoma žala. Kažkiek
in luência al opinão p o a elmen e em e o que, esc e endo žemai iškai, di e e
alguns esc i os12) e idencia oda a linguís ica códigos ski ingidade. Pa eikėjo
pasąmone a ambos os códigos lingubinhos pe cebidos como dois sepa ados
lingubinés sis emas. Kyla associação com es animum, po que al homem en endido
mokėjimas šiuo a eju jau eda į kul ū ų ski umus, au inę di e enciaciją. Tai
já como ep esen an e de ou a nação. Língua nep óxinga a ian e, quando não
a mės não ojim, mas suas o mas de consumo es endiam sepa a um homem dos
seus (plg. a mės ne a ojimą bend uomenėje). O campo, mais como ca ego ias
sociais, e não de espaços geog á icos, concepção ambém é possí el. P. Kalniaus
alega, ligei amen e di e e o ipo men al, sua b iskude en e zemaiços, i en es na
aldeia e na cidade (2007: 108). No en an o, é p o á el que ag adecedo es não
escolhe am es a desc ição p ecisamen e po causa da ligação com socialumu po
causa daik a a džių kaimie is, kaimas associações com um ce o mencinim.
Daik a a dis kaimas en as inas como ʻp asčiokas, neišmanėlis, k ailys, mulkis,
ne isp o is, bukap o is, ne ikėlis, ne ykėlis, žioplysʼ (Lie u ių ža gono bazė.
Pag indiniai duomenys 2010: 88), embo a nem No he n aka ų žemaičių žodyne
(Vanagienė 2014: 247), nem nou os diccioná ios (KDLŽe; LKŽe) não nãou odamas nenhuma cono ação nega i a.
Em ge al maio ia dos ag adecedo es não linkę a minês de ligação com social ou
geog á ico kaimie iškumu (impo an e, que de escolhosições es a desc ição é
apenas po uma médiu ína e jaunei íssima ge ação ep esen an e, aigi jaunei
age in o man s al in e ação bas an e inacei á el), o que signi ica que a minį
con e sação esponden es en endiam como comple amen e possí el, a é
habi ual e nas cidades. Es a é uma abo dagem bas an e no a, não adicional, que
mos a a i i idade da a mia, e não isolamen o nas aldeias: (48) Mas p i quem aqui
esse kaimie is? Kaimie is pode se ė ė Aukš ai ijuo [V. B., m., 44 m., Y.]. Nes e caso
desc ição ainda g e inamo com conc e o ( esponden ei gen uoju) egião
Žemai ija, po an o causa uma eação nega i a. A i ma-se que ag adei os
a mės não ligam com menkumu ou ou os nega i os sujei os. Amžius. Só ês
sykius a mialmen e alan e homem iden i icado com sênio aguium. Es e é um do
adicional pa eikėjo concepção dėmenų de aco do NORMo c i é ios (Aliūkai ė,
Mikulėnienė 2014b: 32). E ago a mui as ezes p e alece a endência a liga alminį
con e sação com os en elhecidos se es humanos. A maio p obabilidade de que 12 Mais amplamen e c . Gi denis, Pab ėža 1998.
SIMONA VYNIAUTAITĖ
196 Ac a Linguis ica Li huanica LXXV p ecisamen e a ge ação sênio bem domina a a mú,
man endousa mais suas ca ac e ís icas. No en an o, es a desc ição escolhida
a amen e (indicoujį po uma de odos os empos ep esen an esų), o que indica a maio ia
dos ag adecedo es sąsiėje endo ou ookią samp a ą. Po exemplo: (49) Tėisē š ėisē
pasakīsio en e seu jo ens okoujės žemai ėškā. [V. M., ., 31 m., S.] (50) Vākā ī dėdesnė
žemai ē negu ie ā, negu, pa izdžiou, aš so žmuono. [D. V., ., 51 a., Š.]
(51) Vėsė okoujės poikiausē: ė uokėi, ė meno , ė dėdesnė. [Ž. V., ., 23 m., S.] pessoas
Ta mės a ojimas apa inamas su į ai ių ka ų a s o ais, ski ingo amžiaus
comp eendidos como po en es ala e alan es in e micialmen e. Ao mesmo empo isso
comp o a a i ali idade da a mia. Samp a ą ambém con i ma iam do uso da língua em
á ias s e as, quando só em algumas ocasiões é possí el conside a s y i ezes in luência a
se escolhendo kalbinį kodą, analizė. Reikšminga e o a o de que maio ia dos pa eikėjų são
anciano de idade, po ém não acha, jog a mės pagamen o, consumo sie inas com ancião de
idade. Eles não endem a sepa a mui o ezes e gene end ina qualque qualque g upo de
idade do consumo da a mia, só pa ece que às ezes isso no ábi. Exis e de isão, quando a
ge ação mais jo em é conside ada melho a mes moko e negu idu inė (plg. 50 ci a ą). Em
ou as ocasiões, quando em jaunesnę ez olha-se c i icamen e ou no ado sua neno a ala
a miškai, pami šimas, simul aneamen e ê-se e é posi i a a mudança, oco endo adqui indo
pa i ies, indo ao longo do empo: (52) Labē lamen a, que pa aža ė ākā mūsa ėšiaus
mies elėmu nebokie ė sa a ie ū a mies, uo p aded šnekie ė li e a ū ėnė kalbo. š
ėk ūju as bėn muni dėdėlē e zėn. nemaluonē ėš ėk ūju klausī ėis, no īpač pu pė ma,
on a ku sa, paskou iel a ė s ligu i žemai ius, já começa sop as ė, que nieks ėš anū
nejouksės amė mies ė, que anėi nemuoku ėis li e a ū ėnė oko kalbo. [V. Ž., m., 55 m., Y.] (53)
Dabā já kažkāp ī , ma ī , uoks omžios o kas, ma ī ėis, que ēk b ungin ė sa a kalba, mon
a uoda, que ė omžios da a sa a, que ēk b ungin ė sa a kalba. [A. T., de 75 anos, Y.]
Um caso susi ocada, sug įž ama na žemai iškąją iden idade e língua, e ou o es a iden idade
įgyjama. Pode-se discu i sob e o jo em homem como em busca, não disce nição de aldos, como
besi o mando-se pe sonalidade, quando o uso e signi icado da e mia pode ossia da pame imo,
g įžimo ou a adimo de no o (plg. sužemai ėjimo caso, 27 ci a a). Assim se ia possí el ala apenas
sob e a empo á ia kalbinę e ou apa ybina an iiniciação. Em ge al mais elhos a idade ainda é
en endida como empo de pe cepção de e dadei os alo es nes e caso na i idade . 13 Plg. e. les e e
sudes e ilniškių ka ų di e en es ep esen an es de a o abilidade às a mėms, ab i ąjį p es ižą,
quando o demons a a ju en ude, e não medu inė e especialmen e a ge ação mais elha
(U bana ičienė 2014: 72).

S aipsniai / A icles 197
Skuodo apylinkių žemaičių kalbinės nuos a os
Educação. Uma só ez homem, alando a miosamen e, desc i o como menkai educa ês.
Nes e caso, a in luência de baixo ensino ao uso da in e média pode se explicada
d ejopai: 1) o usuá io da in e média não sabe ala bem numa língua comum, po an o
ala in e micialmen e; 2) o u ilizado da a mia bem conhece gene inha língua, po ém
de ido a um ce o culú men o, in eligência al os ala a miškai. Em alguns casos, meno
e udição é conside adain ambém signi ican e uma a iá el socioling is inha negu
ambien e (aldeia cidade) (ž . Al onze i 2015: 26). Deba eo ina se ealmen e a educação14
em in luência na abo dagem. Po uma pa e, bas an e comum acha que um homem de
mais baixa educação melho doma á a mę, po ém a abo dagem a ela, em a miškai
alan ejį não semp e se á p es ižiškas. Is o o am con i mados e do p oje o
cien í ico Kalbų a ojimas i au inė apa ybė Lie u os mies uose15, quando pessoas
de menkesne educaçâo mui o nesu eikšmino seus šaknų, a mės, kalbos (Kliukienė 2010:
97). Po ou o lado, é p o á el que uma pessoa mais educada ap ecie ex emamen e bem
a a miná língua16, embo a e com mais equência usando bend iná, al ez já menos
man i endo ca ac e ís icas ca ac e ís icas à a me (plg. no s didokues em cidades
populações e nié es u u a e mis i, nelas o uso de a mies ambém é apoiado, ligando
isso com mais al a educacão da população (Ba anauskienė, K upickai ė 2012: 22). No
en an o não há uma única b iskias endência, po isso e menkese educacão pode se
ligado com uma mui o posi i a pe spec i a em a mę, e maio só com bend ines língua
man endo p es ižiška. Uma ez ė a um al espos a ( êne os ge ação ep esen an e),
quase odos ag adcedo es a mė não asocijuia com o edula ó io. Isso signi ica que
an o bemolclis homem, quan o possuindo excelen es educações igualmen e podem
paga e ala a miškai (plg.: (54) Aplink mumis a aqui amė k aš ė ī mui o žemai iu ė
gal bū ė, em onse ė ėsus ėšsėla ėnėmus pa ius aukš ia, bū ė pasiekė sa a p o esinie
s i ie aukš umū ė ons oko galu ėis ik žemai ė [G. J., m., 38 m., Y.].].] Como con ap iešą
nãošsila iniTa mės consumo associado com in eligen e, sábio compo amen o. É ipo a
mui iš dalies bū ų galima sup as i da ieną apibūdinimą – ai p o ingas žmogus.
melho escolha, conscien iamen e pe cebido do p óp io humano. Tal ez suponha-se que
ao usa a bend iná linguagem eja-se já não ão in elemen e ou comple amen e k ailai.
P o ingumas semp e mui o alo izado humano aožas, aspi aamidade, a se in eligam,
mos a , que al és, nes e caso é possí el alando a miškai. Assim a minis
alecimen o en endido não como a ença, k ailumo sinal, mas, ao con á io, sabedo ia.
14 Sob e a educação dos p óp ios ag adecedo es eja in odução. 15 Ti a
apenas nas g andes cidades li uanas: Vlniuje, Kaunè, Klapėdoje supe io ao
16 Ypač eigiamas a mės e inimas būdingas šiau ės žemaičiams k e ingiškiams, u in iems
ou supe io ao educa imen o (Lubienė, Pakalniškienė 2015: 108).
SIMONA VYNIAUTAITĖ
198 Ac a Linguis ica Li huanica LXXV
Apibend inan galima saky i, kad kaimie iškumas labiausiai sie inas su išsis-
ky imu de ou os (social, que mui as ezes em um ma iz nega i o, ou geog á ico,
acen uando a di e ença da cidade). Amžius conside ai ino pouco in luência
endoço elemen o ou, ao con á io, ce os mudanças (ge almen e posi i os)
ac o niu. Ní el de esli ação e a mės in e ace c ia bom moko bados moko ,
in eligen e k ails, cul u ing nekul ü ing con ap iešas / /.
3. IŠVADOS
Skuõdo apylinkių žemaičių kalbinės nuos a os apibend in inas ina io modelio
imagemdiniais, o ma ančiais idealo, neiš engiamybės, limi om plo mes. Ta mės,
a miškai albanço humano iden i icação com idealo plo mės dėmenimis (paga ba,
pa io izmu, adição) lemb a a mės impo ância a seu consumido , gy ybingumą,
ęs inumą. Rep esen o ização plo mei é e das p óp ias pessoas uma escolha
conscien e. Ta mês ligajamen o com espei oba, escolhida p incipalmen e ezes,
sie inas com p es ižu. Pa a in e micialmen e ala capazes, mas não alan es
pessoas olha-se bas an e nega i amen e. Ak ualizada sa ass e ima con ap ieša,
po que a mies, conside adas p incipal código linguís ico, não ojimas memb o da
comunidade sepa ia do habi ual adicional comunidade sis ema, e, ao con á io,
con e sação a miškai indica pe encimen o à comunidade. Bend oomeninho
ínculo undamen zia e a mės uniãoia com pa io ismo, quando a mė en endida
como žemai iškumo, žemai iškosios sa imonės доказание. Tal abo dagem sie ina
com a noção da língua na i a, au ine sa imone, pois 39 (68%) pa eikėjai indica esą
žemaičiai (o icialoji au ybė lie u ių). Te cei o dėmen o adição, cons i uindo uma
união en e passado, p esen e e u u os, di e en es ezes, é e iden e a
e e ência de con ínuidade. Falbamen o a micialmen e conside y ina
adicionaline egsena, que signi ica ó ia po mode nnybę (nes e caso bend inês linguagem consumimen o). Obse a T adição signi ica pe encimen o
sa iems, o jos sulaužymas sup an amas kaip neigiamas dalykas.
Neiš engiamidade plo mės es imenys (įp a imas, aplinka, p igimimas) e le e
neu as, neidealizuo ą a mės a aliação isualį. A escolha do Indi ido em menos (ou
nenhuma em) in luência, opos o do que ideala es e a, ela cons i uindo dėmenis.
Impo biu é conside ado acos umado, po que a a mė en endida como y aujan i,
pag indinė kalba. Is o con i ma e samp ha a da língua na i a maio ia pa eikėjų (43; 75
p oc.) gim ąja língua empo e žemaičių a mę. Ta mialmen e alando homem
associado com in ância, b endimo pe íodo, c escendo įskiepy a sios espaços, mas e
kalba. Iš yškėja ne ik šeimos (su jos na iais bend aujama a miškai), p i ačio-
pública espaços in luência, geog a is eiksnys. A spindima eal kalbinė si uação
pon os, pois p e alece di e sasas e is a minis comunic a ão, po ém bend inė ala
em alguns luga es, si uações ambém conside ada acei á el, a o ina. Po an o em
A igos A icles 199 /
Skuodo apylinkių žemaičių kalbinės nuos a os
ge al ambien e conside y ina a o ankia a miniam con e sėjimui e pe. Ta mês
sąsaja com p iginimo exp essa a ališkumą e inconi amidade. Impossibilidade de
al e a código a minio mui as ezes en endido e como simplismo, since idade, e
pakei imas – šiuo a eju bend inės kalbos a ojimas – „poniškumo“ ženklas.
Ribo umo plo mė sie ina com ais dėmenimis (kaimie iškumu, amžiumi, išsila inimu),
que a mę e sua u ilização sup imen ina, iboja, pode de e min i e a mės
nepa auklumą, sua nãope spek i idade. Kaimie iškumo dėmenį pode se en endido
como uma especí ica geog a ia ou social ca ego ia. Em alguns casos a cidade
en a izada como a mės desen endimen o, não ojimo espaço, po an o
desen endimen o ( al ez às ezes e imaginado) mui as ezes o na esmine
nãoalbamen o a miškai, de inimosi à pašneko o código linguino p ízas imi. Não
dujojama, que bend inê língua se á en as a, e zemaiços a mė não semp e.
Pa eikei conscien emen e ou insąconscien emen e sepa a a mę e comun iné a
língua como dois opos os linguines sis emas. Kaimo, mais como ca ego ias sociais, e
e d ės, samp a a aip pa y a galima. Šiuo a eju a mė bū ų sie ina su am i-
não geog a icas k u menninimu. In e ação de Ta mês com o social ou geog á ico
kaimie iškumu mais inacei á el a in o man es de idade mais jo em, o que signi ica
que a minįėjimą ala esponden es en endem como comple amen e possí el,
habi ual a á ias geo iná ias e socializadas espa ês. Ta mês consumo iden i ica-se
com ep esen an es de á ias ezes, di e en e idade pessoas a aliadas como
galin ys ala e alan es a miškai. Em um caso mais elho amžius é pe cebido como
e dadei ois a psnis de comp eensão do alo de consumo da a mės, ou o iunio
ka a é conside ada ge esne a mės moko e. Reikšminga, que a maio ia
ag adcedo es são senio es de idade, po ém não acha, que a mė sie ina com senio
e gium. Nelinks ama mui o sepa i i ezes e apibend in i qualque no s g upo de
idade a mės do consumo. Agžius é conside ado de mudanças posi i as, oco en es
adqui indo pa i ies, a um ce o in e alo de empo, ac o nio, quando pami š a,
pames a a mė, seu consumo e alo pode g įž i ou se a as a de no o. Ta mês
ee i com educa iom, especialmen e menku, nãolinks ama. Não há uma cla a
endência, po an o e menkese educacão pode se associado com uma mui o
posi i a pe spec i a pa a a mę, e mais ele ado só com a man imen o de língua bend inesa p es ižiška ou a i kščiai.
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