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Dimensions of Terminology Work

Abstract

TERMINOLOGIJOS DARBO ASPEKTAI    Straipsnyje aptariami įvairūs terminologijos darbo aspektai. Nagrinėjama terminologijos literatūra, ieškant aiškių ir numanomų dichotomijų ir trichotomijų, susijusių su tiksline grupe, poreikio tenkinimo skuba, įvairiais poreikiais, tikslu, ekspertize, bendradarbiavimu, tęstinumu, produktu, kalba, medžiaga, priemone, orientacija ir sistemiškumu. Kaip tyrimo rezultatas pateikta daugiaaspektė terminologijos darbo tipologija (sąvokų sistema), kurios kategorijos gali būti įvairiai derinamos. Pavyzdžiui, terminologijos darbas gali būti savarankiška vienkartinė ar pasikartojanti veikla, kurios produktas – spausdintas, el. knygos ar pdf formatu parengtas, tinklalapyje pateiktas ar kaip terminų straipsnių rinkinys terminų banke įdėtas terminų žodynas. Be to, terminologijos darbas gali būti organizuota, bendradarbiavimu paremta veikla, kurios imasi projekto grupė, organizacijos padalinys ar profesionalus terminologas, jis gali būti vertėjo ar spe­cia­liųjų tekstų rengėjo darbo dalis, atliekama nuolat ar pagal poreikį. Šiuolaikinis terminologijos darbas labai įvairus. Jam reikia tokių metodų ir principų, žinynų ir vadovėlių, kurie galėtų aprėpti įvairius poreikius ir suteiktų tinkamą pagrindą skirtingų tipų terminologijos darbui: terminologijos planavimui, greitai atliktinam terminologijos darbui, įvairioms tikslinėms grupėms numatytai veiklai, įskaitant kompiuterijos sprendimus, projektus, tęstinę terminologijos tvarkybą ir kt.

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Dimensions of Terminology Work

Author: Anita Nuopponen
Year: 2018
Source: https://journals.lki.lt/terminologija/article/download/103/93
6Ani a Nuopponen | Dimensões do abalho e minológico
Dimensões do abalho de e minologia
Ani A nuopponen
Uni e si y o Vaasa
Pala as-cha e: abalho e minológico, abalho e minológico no ma i o, abalho
e minológico desc i i o, dico omias, abalho e minológico o ien ado pa a a adução,
e minog a ia, ges ão e minológica, no malização, o ien ação concei ual, o ien ação e minológica
1.InT oDucTIon no ma i o/desc ip i o, sis emá ico/ad hoc,
mono-/bi-/mul ilingue, o ien ado pa a concei os/ e mos são algumas das
dico omias ou ico omias na li e a u a sob e a i idades e minológicas. Em
seu a igo Dicho omies: impossí el e indispensá el? Johan Myking (2007: 265)
discu e em p o undidade as di-/ ico omias mais comuns ela i as à base
eó ica do campo da e minologia. Ele os conside a como "ca ac e ís icas
impo an es do me adiscu so des a disciplina", a gumen ando que es udá-los
pode ia "con ibui pa a uma melho comp eensão do es ado da a e no campo
da e minologia, bem como das ensões a uais e endências de
desen ol imen o". Essas dico omias são equen emen e omadas ambém
como pon os de pa ida ao mo i a no as abo dagens eó icas ( e mais, po
exemplo, em Myking 2001, 2007; Budin 2001; An ia 2001; cab é 1999, 2003; Temme man
2000). Nes e a igo, as dico omias e
icho omies ela ed o p ac ical e minology wo k a e aken as exp essions
o dimensions o e minology wo k.
Es e a igo é uma con ibuição pa a a in es igação sob e o es ado da a e do
abalho e minológico. É delineada uma ipologia (sis ema de concei os)
p o isó ia e mul idimensional do abalho e minológico, cob indo eze
c i é ios de di isão, ou "dimensões", que são ag upados em aqueles elacionados
ao g upo-al o, p opósi o, compilado , p odu o ou mé odo. Além de algumas
di-/ ico omias es abelecidas na li e a u a, ambém p ocu ei algumas no as
que possam se de ec adas ao examina di e en es manei as de abalha com
e minologias. Eles e elam c i é ios de di isão pa a di e en es ipos de
abalho e minológico e on ei as en e o que pode ia se conside ado como
abalho e minológico e o que pe ence, po exemplo, à lexicog a ia. Além disso,
algumas dico omias es abelecidas o am eo ganizadas.
7Te minologia | 2018 | 25
As on es incluem li e a u a sob e a eo ia e a p á ica do campo da
e minologia: e is as, ela ó ios de con e ências, esumos de campo, manuais
(p. ex., W igh & Budin 1997a, b; S eu s & Kockae 2014; Felbe 1984), li os
didá icos (p. ex., cab é 1999; Pich & D askau 1985; Sage 1990), di e izes e
pad ões (ISO 1087; ISO 704). A segui , discu e-se o concei o de abalho
e minológico e as designações u ilizadas pa a ele, e es abelece-se um quad o
pa a a análise das á ias dimensões e ca ac e ís icas do abalho
e minológico. Depois disso, cada um deles é explo ado mais a undo.
2. T abalho de e minologia
A no ma ISO 1087-1 (2000) de ine o abalho e minológico como " abalho
elacionado com a ecolha sis emá ica, desc ição, p ocessamen o e
ap esen ação de concei os e suas designações". A ISO 704 (2009: ) inclui
as seguin es ac i idades como p incipais ac i idades de abalho
e minológico: Iden i icação de concei os e elações concei uais; análise
e modelagem de sis emas concei uais com base em concei os e elações
concei uais iden i icados; […] es abelecimen o de ep esen ações de
sis emas concei uais a a és de diag amas concei uais;
de inição de concei os;
a ibuição de designações (p edominan emen e e mos) a cada
concei o numa ou mais línguas;
[…] egis o e ap esen ação de dados e minológicos, p incipalmen e
em meios imp essos e ele ónicos ( e minog a ia);[…]
Em ge al, subsc e o a de inição da ISO 1087 (2000) pa a o abalho de e minologia,
mas pa a os e ei os des e es udo p e e i ia es endê-la a é ce o pon o, a im de
pode abo da , en e ou as coisas, ambém o abalho elacionado com a
e minologia "não sis emá ica" e explo a p á icas mais a iadas. Na li e a u a
do campo, encon amos pelo menos as seguin es designações al e na i as pa a o
abalho de e minologia: e minog a ia, ges ão de e minologia, p ocessamen o
de e minologia e e minologia. O úl imo ( e minologia) apa ece equen emen e
na li e a u a. Po exemplo, Vesna Lušicky e Tanja Wissik (2015: 8) de inem a
a i idade da seguin e o ma: "O obje i o da e minologia é egis a e o ganiza
o signi icado e o uso de e mos especializados e disponibilizá-los em á ios
ecu sos e minológicos, como bases de e mos (online), dicioná ios, glossá ios e
pad ões de e minologia, a im de usá-los em ex os, aduções e discu sos
especializados".
8Ani a Nuopponen | Dimensões do abalho e minológico No en an o, p e i o
e i a es e uso polissêmico do e mo e minologia, uma ez que nem semp e é
cla o a pa i do con ex o de que " e minologia" os au o es es ão a ala
(campo de in es igação, disciplina, abalho e minológico, conjun o de e mos,
glossá io de e mos, e c.). O e mo e minog a ia, cunhado em analogia com a
lexicog a ia, oi suge ido po Alain ey pa a " e minologia desc i i a aplicada"
nos anos se en a ( ey 1995: 23, 129). A e minologia encon ou seu caminho no uso
in e nacional do inglês ao lado do abalho de e minologia. Apa ece, po exemplo,
na ISO 704 (2009) como is o acima e na ISo 1087 (2000), mas e e indo-se a uma
"pa e do abalho e minológico elacionado com o egis o e a ap esen ação de
dados e minológicos", que "pode se ap esen ado sob a o ma de bancos de
e mos, glossá ios, esau os ou ou as publicações". Em ez de abalho de
e minologia ou e minog a ia, Sue ellen W igh e ge ha d Budin (1997a) usam o
e mo ge enciamen o de e minologia com a mo i ação de que se encaixa ia
melho no uso da língua inglesa e se ia análogo ao "ge enciamen o de
in o mação" (ibid. 1997a: 2). De aco do com eles, a ges ão da e minologia consis e
na "es u u ação, a mazenamen o, in e câmbio, disseminação e u ilização de
in o mações e minológicas pa a a p odução de ex os (incluindo dicioná ios,
e c.)". Também pa a eles, a e minog a ia é a a i idade de egis a
in o mações e minológicas, e não a a i idade mais ampla. O Klaus...
Di k Schmi z (2009): po sua ez, p e e e o uso da ISO 704 do abalho
e minológico, mas que usa o e mo ge enciamen o de e minologia em ez
de e minog a ia ( e ambém lušicky & Wissik 8). Juan Sage (1990) usa o e mo
p ocessamen o e minológico, que, no en an o, não se espalhou an o quan o
os ou os. Nes e a igo, o e mo abalho de e minologia se á u ilizado pa a a
a i idade mais ampla elacionada com e minologias, enquan o o ge enciamen o
de e minologia é, como K.-D. Schmi z (2009) ê, a pa e do abalho de
e minologia elacionada ao egis o e ap esen ação de dados e minológicos.
Na li e a u a e minológica, á ios ipos de abalhos e minológicos são
desc i os de o ma bas an e di e en e. Exis em mui os e mos sinônimos e
casos de polisemia. Nes e es udo, no en an o, in e esso-me mais pelos seus
elemen os de di e en es ipos de abalho e minológico e concen o-me
p incipalmen e nas suas ca ac e ís icas. Vá ios ipos de abalhos
e minológicos que são desc i os na li e a u a são conside ados aqui como
complemen a es uns dos ou os. (Figu a 1). O oco nas ca ac e ís icas do
abalho e minológico é ambém um es o ço eó ico em di eção a uma eo ia
mul i ace ada e mul idimensional da e minologia que g. Budin (2001: 20)
menciona. A classi icação é p o isó ia e es á abe a a discussões e desen ol imen os adicionais. A segui ,
9Te minologia | 2018 | 25 Vá ias ca ac e ís icas das di e en es abo dagens
se ão sepa adas e examinadas mais ou menos como elemen os que pode iam
se eunidos de mui as manei as di e en es. En e á ias al e na i as pa a
ag upa os di e en es c i é ios de di isão, escolhi cinco g upos p incipais
guiados pelas pe gun as básicas: a quem, po quê, po quem, qual p odu o e
como? (Ve Figu a 1). Figu a 1. Dimensões do abalho e minológico
1 0 Ani a Nuopponen | Dimensões do abalho
e minológico 3. A e minologia unciona pa a quem?
G upo-al o. O abalho de e minologia em á ios g upos-al o que êm
necessidades um pouco di e en es. Além disso, as pe gun as "a quem" e "po
quem" es ão en elaçadas e nem semp e podem se sepa adas umas das
ou as. O abalho e minológico no ma i o e a no malização e minológica
o am in oduzidos pa a esol e os obs áculos à comunicação en e os
pe i os do domínio e pa a sa is aze as suas necessidades e minológicas.
Ou o g ande g upo de u ilizado es de e minologia são os adu o es, e em
sido equen emen e salien ado que as suas necessidades di e em das dos
especialis as em ma é ia ( e W igh & W igh 1997: 148). Além disso, eles
ambém abalham a si mesmos com a e minologia (mais no capí ulo 5). De
ac o, oi p es ada especial a enção à o ma de in eg a o abalho
e minológico como pa e do abalho de adução ( e minologia o ien ada pa a
a adução; po exemplo, Hohnhold 1990; W igh & W igh 1997). Além desses dois
g upos, o abalho de e minologia pode se di ecionado, po exemplo, pa a
usuá ios in e nos (po exemplo, esc i o es écnicos) ou ex e nos em
o ganizações ou emp esas (po exemplo, clien es), es udan es, leigos e público
em ge al. Além disso, nem odos os usuá ios são humanos, mas o abalho de
e minologia ambém é ei o pa a adução au omá ica, on ologias legí eis po máquina e pa a as necessidades de á ios ipos de sis emas de in o mação.
4.Po que a e minologia abalha?
Há uma mi íade de azões pelas quais o abalho de e minologia é necessá io.
No en an o, abo da ei apenas duas dico omias básicas que es ão po ás do
abalho e minológico. O p imei o é o imedia o às necessidades do u ilizado :
o abalho e minológico an ecipa as necessidades do u ilizado ou é ealizado
a pedido. O segundo em a e com o p opósi o do abalho: o abalho de
e minologia em como obje i o in luencia ou desc e e o uso de e mos e
concei os em um campo.
Imedia ez. Do pon o de is a da imedia a espos a às necessidades dos
u ilizado es, o abalho e minológico pode se p oac i o e jus -in- ime
(o ien ações lISe 2013: 21[…]23), ou algo in e mediá io. Pa a V. lušicky e T. Wissik
(2015: 9), que se concen am no abalho e minológico o ien ado pa a a
adução, o abalho e minológico p oa i o é o abalho e minológico
baseado em ex o que se p eocupa com a cole a, desc ição, p ocissão e
ap esen ação de concei os e suas designações an es do p ocesso de
adução. No en an o, as o ien ações lISe (2013) usam o e mo pa a uma
a i idade mais ampla que ab ange odos os ipos de abalho e minológico que são ealizados a a és da a aliação de p o á eis

1Te minologija | 2018 | 25 necessidades u u as ela i as a domínios a
discu i , ex os a aduzi , já p esen es no ecu so e minológico de
legisla ion o be passed, e c. Te minologis s y o an icipa e u u e needs
by wo king on en i e domains and ex -speci ic e minology ha is no
e e ência. (di e izes lISe 2013: 23)
Nes e sen ido, o abalho e minológico p oa i o ab ange as a i idades
exigidas pelo planeamen o e minológico, como a a aliação das necessidades
p esen es e u u as da o ganização, da emp esa, do domínio, da língua, do
país, e c. Po exemplo, a UE elabo ou es a égias de planeamen o
e minológico de longo alcance que de inem o abalho e minológico a ealiza
( e , po exemplo, Fische 2010). Além disso, a pad onização da e minologia é
p oa i a, assim como o abalho de e minologia nas emp esas. Ka a
Wa bu on (1997: 677) en a iza que as emp esas p ecisam "iden i ica suas
necessidades e minológicas e planeja um cu so de ação pa a a ende a essas
necessidades no início, a im de eduzi o abalho no u u o". Enquan o o
abalho p oa i o de e minologia an ecipa as necessidades com mui a
an ecedência, no ou o ex emo do con inuum encon a-se o abalho de
e minologia que é ei o no momen o da necessidade. É mui as ezes chamado
de e minologia ad-hoc ( abalho), mas ambém os e mos jus -in- ime, on
2013). The e m ad-hoc e minology (wo k) is u ilized by di e en au ho s
o di e en concep s, o example, as opposi e o “sys ema ic e min ology
demand, exp ess ou e minologia ocasional ( abalho) pode iam desc e e bem seu ca á e ( e , po exemplo, ghallchobhai 2008; lISe epo wo k […] que eu ol a ei mais a de.
O abalho e minológico ad hoc ou jus -in- ime é ealizado pelo u ilizado
( abalho e minológico DIY) ou po á ios ipos de se iços e cen os
e minológicos, ou po e minólogos in e nos ( e minologia a pedido). claudia
Dob ina (2010: 82) desc e e o úl imo caso como "a sala de eme gência
e minológica", que "eme giu pa a sa is aze necessidades e minológicas
u gen es e não mui o as as". É necessá io quando um único ou um conjun o de
p oblemas e minológicos de em se esol idos em cu o p azo (o ien ações
lISe 2013: 23; cab é 1999: 152). Necessidades. Além disso, pode-se aze uma
dis inção en e o abalho de e minologia o ien ado pa a o domínio e o
o ien ado pa a o ex o (po exemplo, Schmi z 2009). A necessidade do p imei o
em do campo, e o seu conhecimen o é omado como pon o de pa ida. ma e ial
ab angen e é ecolhido, incluindo á ios ipos de documen os ele an es, bem
como pe i os do campo en e is ados e consul ados (W igh & W igh 1997: 148).
Um exemplo de abalho e minológico o ien ado pa a o ex o é o abalho
p epa a ó io que os adu o es azem ao esol e p oblemas e minológicos encon ados em ex os que aduzem. Fazem-no a a és de con-
1 Ani a Nuopponen | Dimensões da e minologia T abalho de análise de ou os
ex os pa a equi alen es de adução e ou os dados e minológicos an es da
adução do ex o. Em ez de um es udo de campo sis emá ico do assun o, os
adu o es c iam seus p óp ios ecu sos e minológicos […] ap esen ados
com ex a os alea ó ios de um domínio[…] (W igh & W igh 1997: 148). O
abalho de e minologia sis emá ica (ges ão) oi ambém desc i o como
"di igido pelo campo do assun o", enquan o a e minologia ad-hoc o ien ada
pa a o adu o oi desc i a como "di igida pelo ex o" (W igh & W igh 1997:
147; Fabe 1999: 98). P opósi o. O p incipal objec i o e a e a do abalho
e minológico desde o início em sido acili a a comp eensão mú ua den o
dos domínios especializados e além das on ei as linguís icas e ou as. Pa a o
e ei o, podem se adop adas duas abo dagens: o abalho e minológico
desc i i o ou no ma i o (p esc ip i o). O abalho de e minologia desc i i a
esul a ia idealmen e em p odu os e minológicos ( ocabulá ios, bases de
e mos, e c.) que cob am oda a a iação e minológica e concei ual do campo
de des ino e comen am as elações en e as a ian es, deixando ao u ilizado a
selecção da mais adequada. O obje i o do abalho de e minologia no ma i a ou
p esc i i a é aze com que "o público-al o ado e o e mo p e e ido e e i e os
ejei ados" (Ka sch 2014: 294), como a e minologia ela i a a um p odu o ou
se iço de uma emp esa, sis ema ju ídico, e c. Os mesmos mé odos podem se
u ilizados pa a a maio ia dos p ocessos de abalho, uma ez que o abalho
desc i i o cons i ui a p imei a pa e do p ocesso de abalho no ma i o.
( e cab é 1999: 132).
Além desses dois ipos de abalho e minológico, Helmu Felbe (1984: 189)
nos lemb a que ambém há o ipo de e minologia […]usado pelas
comunidades cien í icas que se baseia na ideia de que os concei os
cien í icos es ão em cons an e luxo. Pa a eles, a e minologia cien í ica
só pode se ecomendada, mas não p esc i a.
5. Po quem?
Especialização. Aqueles que abalham com e minologias de uma o ma ou de
ou a, pode iam se di ididos em ês ca ego ias sob epos as: "c iado es",
"compilado es e mediado es" e "usuá ios". Os p imei os são especialis as em
domínio (specialis as em assun o, especialis as em assun o, PME) que c iam e
usam concei os e e mos de seu campo em p imei o luga (Sage 1990: 197;
cab é 1999: 121). Eles c iam sis emas de concei os, de inem concei os e
conco dam em e minologia compa ilhada ou p omo em a sua p óp ia. Os
esul ados des e ipo de abalho e minológico são documen ados explíci a ou implici amen e em documen os independen es.
1Te minologia | 2018 | 25 a igos, manuais, a igos, li os didá icos, documen os
écnicos, e c. Os mé odos e minológicos, as no mas e os guias da ISO o am
des inados a es e g upo. O abalho desses "c iado es" de e minologia pode
se a ado como "p imá io" em oposição ao que os e minólogos e ou os
en ol idos azem ao cole a e analisa dados e minológicos e p oduzi e
dissemina p odu os e minológicos ( "secundá ios"). O e cei o g upo,
"usuá ios", são aqueles que p ecisam de e mos e concei os no seu abalho,
como adu o es, esc i o es écnicos, p o esso es, especialis as em
in o mação e documen ação, leigos e es udan es, bem como aqueles que
abalham no campo. O abalho elacionado à e minologia que os "usuá ios"
azem consis e, po exemplo, na busca de e mos, concei os, de inições e
equi alen es ele an es ( e ciá io). Pode-se dize que a di e ença en e os
g upos que ealizam abalhos elacionados com a e minologia eside na sua
elação com o objec o do abalho de e minologia e no seu g au de
especialização na ma é ia. Em uma ex emidade do con inuum, há os
especialis as de domínio que "possuem" a e minologia, ou seja, conhecem a
e minologia de seu campo e êm opinião sob e quais e mos seleciona e como
de ini concei os. Eles desempenham um papel decisi o nos g upos de p oje o
de e minologia e os e minólogos p ecisam consul á-los ( e , po exemplo,
Pich & D askau 1985: 167; cab é 1999: 121) e os documen os esc i os po eles.
No ou o ex emo do con inuum, há aqueles que azem abalho de
e minologia ou pesquisam e minologia sem se especialis as no campo.
En e es as duas ex emidades es á o ipo de abalho e minológico que é
ei o como coope ação en e e minólogos e especialis as em domínio ( e
abaixo). De e no a -se que um especialis a é ambém um "usuá io" e, po
exemplo, um e minólogo ou adu o pode se ambém um especialis a e um
"c iado " (mais sob e expe iência, po exemplo, em Ka sch 2014: 295 […] 296).
Colabo ação. No que diz espei o à o ganização do abalho, pode íamos
iden i ica uma di e ença en e o abalho e minológico de aco do com o
g au de colabo ação, seja ele indi idual, in a- ou in e o ganizacional. Além
disso, a dimensão da coope ação nacional e in e nacional es e e p esen e
desde o início. Na melho das hipó eses, o abalho de e minologia é um
es o ço colabo a i o, e di e en es ipos de modelos colabo a i os o am
suge idos na li e a u a (Felbe 1984: 29; Pich & D askau 1985; Ka sch 2014), o
modelo básico eque endo colabo ação pelo menos en e um e minólogo e um
especialis a em domínio. He ibe Pich e Jenni e D askau (1985: 167) a é
apon am que os " e minologis as [] que imaginam que o seu abalho pode e
sucesso sem o conselho de pe i os [] êm mal comp eendido alguns dos
1 Ani a Nuopponen | Dimensões da e minologia T abalho p incípios básicos da
sua p o issão. Os úl imos desen ol imen os são os es o ços de c owdsou cing
possibili ados po pla a o mas baseadas na web e se iços em nu em (Ka sch
2014).
Con inuidade. O abalho de e minologia pode se um es o ço único ou
eco en e, ou pode se uma p á ica con ínua in eg ada nos p ocessos de
uma o ganização ou, po exemplo, no abalho de um adu o . Alguns
p ojec os são ealizados apenas uma ez, mas po ezes os p ojec os são
epe idos, como é ei o, po exemplo, na no malização. Isso oco e po que os
campos de assun os não são es á icos, mas oco em mudanças, que ambém
in luenciam concei os, sis emas de concei os e e mos. Os p ojec os de
e minologia podem i de emp eendimen os ex ensi os a mais es i os,
começando com a c iação de um g upo de p ojec o, o planeamen o e a
elabo ação do o çamen o, e c., e e minando, po exemplo, com um p odu o
acabado sob a o ma de um ocabulá io ou de um conjun o de en adas numa
base de dados e minológica. A li e a u a e minológica desc e e
equen emen e o abalho e minológico como um p oje o, mesmo que nem
semp e seja possí el ou mesmo necessá io i a al pon o. Em mui os casos, um
abalho de e minologia em pequena escala a ia, como pa a abalho ad hoc,
espos a a consul as ou manu enção de banco de dados de e minologia, a im
de pesquisa en adas al an es, equi alen es ou e minologias de subcampo.
Como mencionado acima, o abalho de e minologia ambém é ei o como um
p ocesso con ínuo, po exemplo, em uma emp esa ou uma o ganização. Es e
ipo de abalho de e minologia é algo pa a o qual o e mo ge enciamen o de
e minologia se ia adequado, especialmen e quando um sis ema de
ge enciamen o de e minologia é u ilizado. Po exemplo, c is ina Valen ini (2016:
35) desc e e a ges ão de e minologia da Pa en coope a ion T ea y Te mbase
(PcT) da seguin e o ma: […]concei os e e mos são con ibuídos dia iamen e
po e minólogos, adu o es e es agiá ios de e minologia de cu o p azo da PcT. As con ibuições podem en ol e a c iação de no os egis os pa a concei os não exis en es na base de e mos PcT ou a conclusão de egis os exis en es a a és da adição de línguas ausen es.
6.Qual é o p odu o?
P odu o. Dependendo do p odu o, os p ocessos de abalho e minológico
di e em uns dos ou os, pelo menos nas e apas inais, quando os esul ados
são compilados e ap esen ados. uma ex emidade do "con inuum do p odu o"
consis e num único e mo, de inição ou equi alen es, po exemplo, ao
p ocessa consul as e minológicas ou ao adiciona en adas a um banco de
e mos. No ou o ex emo encon a-se um ex enso ocabulá io
e minológico sob a o ma de, po exemplo, imp essão, li o ele ónico, pd , páginas web, um conjun o de en adas num banco de p azos ou num banco de p azos in ei o. Ou o .
2Te minologia | 2018 | 25
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2 Ani a Nuopponen | Dimensões do abalho e minológico
Te minoLoGIJos dA Bo AsPeKTAI
S aipsnyje ap a iami į ai ūs e minologijos da bo aspek ai. Nag inėjama e minolo-
gijos li e a ū a, ieškan aiškių i numanomų dicho omijų i icho omijų, susijusių su
g upo, po eikio enkinimo skuba, į ai iais po eikiais, ikslu, ekspe ize, bend ada bia imu,
ęs inumu, p oduk u, kalba, medžiaga, p iemone, o ien acija i sis emiškumu. Kaip
ezul a as pa eik a daugiaaspek ė e minologijos da bo y imo ipologija (są okų
sis ema), ku ios ka ego ijos gali bū i į ai iai de inamos. Po exemplo, o abalho
e minológico pode se sa a ankiška ienka inė a pasika ojan i eikla, ku ios p oduk as
spausdin as, el. knygos a pd pa eng as o ma u, inklalapyje pa eik as a kaip e minų
s aipsnių inkinys e minų banke įdė as e minų žodynas. Be o, e minologijos da bas gali
bū i o ganizuo a, bend ada bia imu pa em a eikla, ku ios imasi p ojek o g upė,
o ganizacijos padalinys a p o esionalus e minologas, jis gali bū i e ėjo a spe cia liųjų
eks ų engėjo da bo dalis, a liekama nuola a pagal po eikį. Šiuolaikinis e minologijos
da bas labai į ai us. P eciso de ais mé odos e p incípios, de conhecimen os e de guias, que
possam ap êp i á ias necessidades e su eik ų inkamą pag indą ski ingų ipų
e minologijos da bui: e minologijos plana imui, g ei ai a lik inam e minologijos da bui,
į ai ioms ikslinėms g upėms eik ai, įskai an kompiu e ijos p ojek us, ęs inę
e minologijos a kybą i k .
Gau a, em 2018-07-03
Ani a nuopponen
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