scieee Science in your language
[lt] (orig) [en] [de] [fr] [it] [es] [pt]

Kalba poezijoje: filologija vs. biofilija

Read accessible full text
Machine-translated document

This is a machine-generated translation of the original document and may contain errors, omissions, or changes in meaning. Do not rely on this translation for quotations, citations, or authoritative references. Please consult and cite the original document.

Kalba poezijoje: filologija vs. biofilija

Author: Giedrius Alkauskas
Year: 2019
DOI: 10.35321/all81-11
Source: https://journals.lki.lt/actalinguisticalithuanica/article/download/402/487
Įž algos / Insigh s 235
GIEDRIUS ALKAUSKAS
Vilniaus uni e si e as
Di eções de pesquisas cien í icas: o mas modula es, eo ia
de núme os, ėkmės, geome ia di e encial; gam amoksliniai
aspec os da musicologia, a di asis danų, b i ų e usų muzikinis
oman ism.
DOI: h ps://doi.o g/10.35321/all81-11
A pala a não po li os epousa, mas nas
bocno das pessoas a mių a eliais co e e,
sendo i a, pamažėl dyla e changeos.
An anas Ba anauskas
LEGRA EM POESIÃO:
FILOLOGIA VS. BIOFILIJA
Como esc e endo poesia a esiden e, como sob e i ida poesia ansc ip ojas
ap esen o algumas pensa i as sob e ly ikos kalbą. Es as ideias não são só minhas.
Elas comuns, con ínuamen e sus encionadas de g a idade de almas pa iningas. O
mesmo, pelo menos no seu espí i o, insc i o e nos diá ios de Sigi o Gedos. Nesse
ex o Poe ą mui o ci a o, ad pa a dês e nenu odau. Sob e a i a língua
semelhan e dizem e ou os poe as, e o na-se mais anquilo, que maniškis
sa ada bis kompasėlis įmagne izado igualmen e assim, como o ien a os g andes
poe iniai es elas-lápia. G a i ação, ele omagné ica, apnoji, s ip ioji sąweikos
qua o undamen ais o çação na na u eza. Mas já no p imei o pa ág a o as
emexi, como se osse um alquimis a não conhecedo de química. E ainda assim não en em em química.
Apa a iando diach oniškumo da linguagem poe ís ica, e guem-se só duas ques ões:
1. A p omessa é eci ada?
2. A pala a aco da?
Ambas as espos as sim! A p imei a pe gun a como e ób ia. Juk se ala sob e
pe spec i a. Mykimas, a škėjimas, onoma opėjos, bu nos, os o aumenyno e
ne os ape eiçoamen o udo ijosi beskomplikuojançada humanoidos cen ina
ne os sis ema, pelo menos a CRT logina pa e. Não digo que ijosi e emocional, pode
GIEDRIUS ALKAUSKAS
236 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXI cijos já ou o ema. Aišku só uma: poe a ao
ne p iešingai. Be koks būna i koks gali bū i balansas a p e udicijos i in ui-
menos um des es dėmenos de em gaus i como a pas on ui ap oximėjan . Sem
pe naco! Idealiu caso ambos a pai skalambija jun os. Não necessa iamen e
ha monicamen e, mas um ao ou o cao iicamen e ampliando. Qualque
comunicação, domés ica linguagem, ex osi, indoan es de pessoais pa i ças, é
essencialmen e a in odução de pala a1. Pe spek y a. A maio pa e da poesia
a ual, pa ece se assim.
Mui o mais di ícil es á com e ospek i a, com despe in as e despe inanças
pala as. Pažadin omas o madas g ama icas, mo ologiniais da iniais,
a mybėmis, his o ine ašyba, bū ies kon eks u. To pe íodo de pessoas
plikbajo io, jesui a, liaudies giesminyko, a ojo, a sisky ėlio, kal io, a klia agio
sąmone. Assim, se quise u iliza a linguagem e ospec i amen e, semp e en o
encon a uma semen e i alizá el, ge minizá el. Po o ela zassaugi i. Ou pelo
menos supús i, que isy ųsi, que i ências hou a, só ela neišsaugo a: ida passou
em pi mykš į, bac e iinį, lygmenį. Nesino i o nece línguas, como se língua osse
djio in os di e sascoló ias bo bole os coleção. Ou ais molėdos a yjami
gumulėlis. Lyg ao luga ainda i endo do humano se ia ap esen ados bažny iniai
me ikai. O que comple amen e não em possibilidades de eanimação (po exemplo,
alando de pelėdas, isso de a o é e dadei o, isso a es a á qualque o ni ólogo
pelėdininkas; uas a yjamuas u uliukuas semp e asis e peliukų kaukolių,
šonkaulių, kažkokių akmenukų, neaiškaus ou ookio ne i škinamo balas o.
Smulkioji miško nau osaka, mon ada a em al compilação! Pelėdos é o bosque ma ai slančiauskai).
No es i al de 2019-ųjų Poe inis D uskininkų uduo meu eilė aš is, esc i o (pelo concu so
equisi os) es animu nome, ganhou a p imei a posição. O ex o assinado, ob iamen e, S. G.
inicialais. Só a odos kažkodėl a odė (Šiau ės A ėnai, 2019-10-11, No. 19 (1323), p. 15), que puikiai Gedos
bep o ybę su aidinau! O quê since amen e e dolo osamen e pik inausi (não pessoal ao píccio)
aqueles jo ens poe as, aos quais ėzos, daukan ai e b e kūnai igual quais balanos, ú eis só
baliniams, juodnagiam ponaiciais de pabalios. E ao poe a con empo âneo só balas a. Kam a balana,
se espaças ismanusis janelis nuš iečia. Não impo a, que balaną embo a e em Veliekos plėšimą
empkis (há al du pynas en e Skuodo e Maužsime ks segunda jo nada de jigio, po dunha
gai alinga liū ies. Šalia Va nių esan ys Debesnų pelkynai, žinia, įelek in i, ainda e como, o isai
žeikių, ku numes as elnio plūgas; en y a a ai į p aga ą). O išmanioji akis
g e a Lūks o eže as 1 Ka delis Naglis 2017: Leng i lie u ių kalbos spa nai. ALL LXXVI. Como
lindamen e o au o mos a, quan o di e e linguagem comunicação e linguagem comunija! Minhisco
ex o po quê sob e o mesmo? Só poe o pa i imi pe siū as.
Kalba poezijoje: ilologija s. bio ilija
Įž algos Insigh s 237 e gin a ą elec on me a (mas aqui já ilologija). Só
aoelec icimen o pad ão não a ualizado desde Ne ime o empos de e com
ismaniuoju langeliu nãoode inado. Du an e es e PDR p emiado
(ex ao dina iamen e aleg o-me, nãolêpsiu!) o poema esc i o as p imei as duas
linhas são es as:
Benka ai! Pe o das e o nadas po as
de Sião Ka os ku es não zzku as, mas dob as!
Ve dade, de ido à susiplanada poesia de imagens sono as (p imasis des e ex o
oxsimo onas; deles se á mais ês!) de início quisėjosi esc e e não benka ai, e
nuoka os. Em sinonimos pala a é nãousėlis2. Desa o unadamen e,
comple amen e não sen ii nem des e pala a ca egio, nem emocionais gaídos e
encadaídos (už-gaídos), do pe íodo, geog a ias e linguino egis o. Bandžiau
aš ijoje p ocu a . E encon ei, po acaso! Bedėliodamas segunda da sua poesia
li o capí ulo de, p ecisamen e aquela, des inada à L. Rėzai (publicá el nes e ALL
nume yje), numinėjau di e sosi iausios elacionados com Gediminu e seu nome
ex os. E es e a3: Kunigaikš is […]Ka ijo as, Gedimino sūnus> […] Ži ilei […] a é:
Nuoka a és, não duk ė minha, u sua nedo ybe ap ocas e a casa de seu pai, shalin
de meu, e e ua k opėją aus gil inė. E con udo nãoi yžau benka us subs i ui
po nuoka as. A pala a Daukan o g aças já a idū ė em passi ia da pala a. Mas
qual a sua o ça, qual o ní el de o ensa, se a pala a dia iškas, se knygiškas,
nejaučiu. Tal ez algumakiek, mas não an o que a očiau poesia. Quando aso em
qualquem sakmês ou canção, en ão já ce amen e exci a ei e sob e i e ei.
Esqui insiu do passy iosios es adosa. Ou o exemplo. No ou o poemaesc i ó io
esc e i4:
Vendo o que i á
Vi enção Pa a os céus
das und as do no e
Įsižeminu.
2 Lybe is An anas 1980: Sinonimų žodynas. Vilnius: Mokslas.
3 Daukan as Simonas 1995: Is o ija žemai iška [I]. Vilnius: Vaga, 526.
4 No e A ênai 13(1317), 8.
GIEDRIUS ALKAUSKAS
238 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXI
Mui o quisėjosi pabu ido excu ido de li os alin os e apon a į žiaud ų und as
dangų. Ou i a que nuoka os, ao li uano pelo menos algumas pala a de žiaud us
a šešėliai como e cla oūs. De ido oné ica, a adikação, ins inc i amen e
nucauciadas mo ologias. E oda ia a pala a encon ada diodê. E que es anho
pa ece à minha a ual se pen e i a aiška! Bom, que muda ia pa a mais simples.
Pode-se, cla o, como a algum xamã de Ganos sussimes i pala as, como p o ê ios
ossos, em maišą, ba škin i acima da cabeça e g ožė is es ei, ejam, que ida, que
p obū o ės gai alas! (Po exemplo, no u ebol po co žybos baig į en e Ganos e
Senegalo selecionamen os, locais em c ença, lemia ne physis mai yksmaiiošal, a
spi i uiniai chamãs klyksmai s adionė kii išgalia, o ka iauna e pe galė.) Mas d êbk
aqueles ossos e aėn. Se nexoks de kaukolės se p a ė, como que Oleg Vis egiu
nu iko5, an o aquela ida e ema ysi. Gy a ė gy a os p o ação. O que beliega? J. R.
R. Tolkieno Žiedų aldo e é al ped a Palan í as. A a és dele é possí el comunica
di e amen e com o co ação do eino escu o Mo do , com Ba ad-d o o e. C is alas
a y um nukelia lá, onde a ua só a chajiškiausi ins in os de au o-segu o, onde
akiplo is susiau ėjęs a é unelinio ma ymo. se nãoiksi igual ke u gubos dose de
ad enaline suž ė in o c ia u a, o as Sheloba imoj ischiulps i ybinos co po sy us,
e Nazglai, da kieji knigh s, e sielos. Mas na e dade Palan í as isso só mágica ilusão.
Sukelia isões, não dis inguien es do escu iosa Mo do ealidade, esse e dade. Mas
aí já anquilamen e se sen a com a bu ininką Gendal ą, e se alguém ameaça
sud ums i amybę ( apo d umschiasi e c is al, pe dosê ligação com Sau on, in adido
deus), isso só es i iniai eje e kai. Eles são imp essionan es! Mas só isso. By he
way, J. R. R. Tolkienas, ilologia p o esso , i in adequado au o ius esc e e sob e
gy ąją poeziją. Da pe spec i a mi ológica, jungis ina, sielos gaudesio paga ų aquela
J. R. R. Tolkieneno socons uídas línguas el os (e quan o deles, sinch oniamen e
i diach oniškai6), Mo do o, en ų, Vidu žemio pap as oji, jų aš ai (p z., sa a i
abėcėlė) é não menos in e essan e do que Volapükas, Espe an o ou alguma ocul inė
Enocho lingua7.
5 Pushkinas Aleksand as 1822: Canina sob e P anašingąjį Olegą. Raš ai I, aduz E. Mieželai is.
Vilnius: Vals ybinė g ožinės li e a ū os leidykla, 1954, 108. (Вещий может лучше is egis?)
Recomenda ei ou i a imp essionan e N. A. Rimskio-Ko sako o can a a segundo es e ex o (op. 58,
1899 m.). Zinia, aquela de kaukolė escapouusi í a ė e expôs aiškia egio ( olch o) p o e ismo Olegą
p a assassé seu amadoíssimo ca alo.
6Acesa in e ne : h ps://en.wikipedia.o g/wiki/El ish_languages_(Middle-ea h). 7 Angeliška kalba,
ap eikš a XVI a. J. Dee e E. Kelley, mas cuja ling is inė analiza į odo didžiulius sin aksės i
seman icos similumus com anglų kalba. Como bebū ų, die iškų, ou os sucons uídos idiomas
enomenas (caip a eas não como mokslas!) é encan us.
Kalba poezijoje: ilologija s. bio ilija
Įž algos Insigh s 239 /
Assim o pa sepa ado (não con ap iešą, não, mas alguma coisa não nomeijamo,
só nesup iešinančio) ejo en e eanimuojamas e, desg aça, mumi ikuo os
linguagem poesia. Sigi o Gedos uma ez pe gun ou po que alguns de seus ex os
liai? Š ai daug ka ų skai y os poemos Nak ies žiedai eilu ės8:
K aujuo i kala ijai nebesminga
são como bo anikos ado ėį smilgos eidą, gema dideli e ylūs pala as <...>
Não sei se comp eendo a au o iaus men į (e e pa a quem analisa eilė aš į?), mas,
sabendo lo es nomeiões e imologias (gladijolė ka delis; g azdikas L. Rėzos
negelka ė inelė, maža inis; kala ijas ilko dalgis I is, ai o š ės dei ė), a linha ainda
se complica, pois oda es a s o oska é kažk bo aniekina e jun amen e pasigilina.
Com al magni ican e id o na mão, mesmo a me á o a não lemb a dalgis em smilgą.
É nem seque poesia, mas abalhos de e ão! Mas Poe as espondeu: esc e endo
nunca nãousou nem conhecynas, nem enciklopedijas. Juk aki aizdu plan a em de
conhece espa ėlaikyje, sua bo aniką desde gem ie a é mo e, e melho assim,
como bū um só do seu único, sal acedo ho, seu se gančiai mamužei buscajęs. Tipo
aquela lo ezinha de ped a9.
Juk ealmen e: i ia algu es na Li uânia homem, que, al us pakilainei ( oks
cin želis pe balnelį ienoms pakel i), não inha como heino em u gų nue ei i e o
ende , não inha po o que mil os nuspega . Bada a homem, a é pakilainei su i kê.
ele já es azia es ômago e cheio co ação sen iu, o que isso po pala a. O a ašen,
Anykščių poe a, ao qual o ai negadina da colhei a, que semen es namie não deixa e
po isso luaul dieno a kės não dedêlioia nem dia, nem noi e (nak ies dieno a kė
nak o a kė? An asis oksimo onas!), que senokai e ajias nas mãos be u ėjęs
(be ažnyčiojau; mas po isso gelžgalio nas nas uose e ežimą com akmenimis
iš e čiau nepe spė senio nieji, que a klyskau inęs dėl o gelžgėjo), imalio
suga aio de pakilainė žodyno e su osi su su su su su su su aine o žodiniu. Xa i
li oginê ilologija, mas nemais inga, se sob e o pão ep is eik ų. Depois,
digamos, a mais assisia speigai zaiu. Tempia ou o a gdienėlis luoką ( oks kūjis
pescims p i enk i pe iceą) e algu nos hemisnynhos p adangina. O al ez ko á
nulauzia. Fo i ica ago a aquela ko á, quando mesmo kumš inėse dedos i os
sus i em. Luokas não necessá io peia apspangin i, mas klampok ago a, eškok
en e snieg a ų ped es. 8 Geda Sigi as 1977: Mėnulio žiedai. Vilnius: Vaga, 26. 9 S. S.
P oko je o bale a Pasaka sob e a ped eninha gėlelę (op. 118, 1948 m.).

GIEDRIUS ALKAUSKAS
240 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXI
Dėl o luoko ienam ki am i pabadau i eko. Tada jau ik ai sup an i, ką eiškia
subcampo10:
Isso seu
diedukai jo
lažą, Mamu ą
aikė, Luokino peix is.
Que o p óp io įnagis já há mui o empo ninguém aco da de ome, p o ou e
Vik o ija Daujo y ė na mesma p imei a página do li o sob e Poe ą11. Um poe a
Li uãos uma ez su ima a Pales ina com Pales ina. Pales ina cidade na I ália,
mas, ób io, se ala de do inal do Renascimen o composi o ių Gio anni Pie luigi
(15251594). Ao le aquela s o á, pensa pa a si se o au o ealmen e sen ia a
di e ença en e Venícia, Flo enção e Roma cul u as musicais? Flamandų, b i ų,
okiečių, eng ų Renascimen o? Keisčiausių muzikinių spekuliacijų (musica
ese a a, A chicembalo), mode nizmų (C. Gesualdo)? E es a ins umen al Música
Renascença odo o uni e so! Respos a, se sen ičia, não sei, mas do ex o
ealmen e não é ób io. Aš jokiu gy u (βίος) não gos a ia desse imo. E o que
e pia desse pala as (λόγος), isso aqui já e piančiojo escolha. Ai, c iado
nep i alo daqueles homens a gus a ka o i, oda lino mūką passei i. A cada bédji
uma c uz dos pés nãop esa ysi. Como aqui não apaci ua Giesmės sob e
nascen á ia pi kią12:
Sim, e eu aqui, šešėlių cal a ijas andando, Nema au, que há mui o já en elhecido,
apžlibęs e molinas G įž a pai, a él, aikaičius bal uosius p akeikdamas: Va gas
aqueles, que de manęs a si olino! Pa a e é li e a u a, empa ija e a che ipines
expe iências, que pasąmonė kalbė ų. Įsisąmonin a pasąmonė ( e ciá io
oxsimo onas, jun o e au ologia). Juk conco demos13:
10 Geda Sigi as 1966: Pėdos. Vilnius: Vaga, 24. 11 Daujo y ė Vik o ija 2010:
T agiškasis meilės laukas. Vilnius: LRS edi o a. 13 Geda Sigi as 1984: Va nėnas
12 Geda Sigi as 1991: Sep ynių asa ų giesmės. Vilnius: Vaga, 96.
po mėnuliu ( ex as em aplanko). Vilnius: Vaga.
Kalba poezijoje: ilologija s. bio ilija
Įž algos Insigh s 241 /
O que é que que o dize ? Que udo condicional? É isso, que e dadei as e su as
de em se alinhadas com inspi ação, sup ano es indo nossa sabedo ia e gabumes?
Ta ai oi conhecida e há milha es de anos.
Essas a iações de idéia jogam de mui as poe as na cabeça. Me pa ece, isso
ób io. E oca não como ilologinė monodija, e como a che ipinių pa i čių poli onija.
Galima, óšku, encos a Užga ėnių kaukę, aidin i balagano pe sonažą, kažką de
Pequino ope os ou Commedia della e. Mas e dadei o kū ėjui kaukės isso não só
jungis iniai a que ipai de pessoa14 (ego, pe sona, šešėlis, animus anima, sel ), mas
e mui asybė imp essões de klaidžiojimen os, habi ações e pe gy enimen os,
galidades pe scai y as li os, nusėdusių em zap o į. Es a é p ecisamen e aquela
expe iência, cuja ao homem (chemiicamen e e ha monicamen e dióquiam do que
mulhe ) pe mi e pa- sen i a do de Paskenduolê, e à mulhe ( ísicamen e e
eologicamen e dióxias do que homem) Liudo Vasa io c ises. Tipo que másca es icam15:
Bu au apisme ęs kunigu, ken au u, S azdu, Jėzum K is um, maio poe a
Li uano, odas as pessoas e paukščiais. Cha onu, demiu gu, jogžiančiu
k iauklėmis Bal ijoj. Ve dadei a cole y inė pasąmonė! O p as esniais, mas não
ca ekismo, pala as em dize , skauda, se ou o, há mui o i usiam, skaudėjo. E
i usio jújsmão p a êsi, se al bú a. E pois exis pode só aleg iamo se , mas
exis . Mesmo se não ha ia isan es olhos, e isso de um algum ek ū êliu po olis.
Kalbinês inc us ações, ins alações, eje e kai engagu! Em elas há idas, mas
oji em do obse ado . Pačios ins alações a aços não deixjam. Elas são
adqui idas só a a és de ligação com um se humano i en e ( au ologija,
conco do). Da úl ima ez ci ando Poe ą16:
Tudo mo e, mas Deus não mo e, Eu
ui na sua den e dos g iežes.
14 Gudai ė G ažina 1997: in odução à psicologia analí ica. Vilnius: Vilniaus uni e si á ia
edi o a. 15 Geda Sigi as 1985: Mamu ų ė ynė. Vilnius: Vaga, 42. 16 Geda Sigi as 1991: Sep ynių
asa ų giesmės. Vilnius: Vaga, 63.
GIEDRIUS ALKAUSKAS
Ac a Linguis ica Li huanica LXXXI 242
Ai, cla o, al hipos azê g ande cančia, des inada, in elizmen e, a gênios. Ano Rim ydo
S anke ičiaus17:
K i ai po ês, po ês kėleisi, po ês cen im ų holę
(kaip sykis p iglaus i akiai) anapusybėn
Kaip iešpa ies ynuogyne – – –
T is e e da ê.
Me é mais ácil ožiakojui asce e,
Capucinhu nusmauk až ilgsniui
Eu só po mim.
Que i ida po es na u alines de ognies pessoas dalia. M. P. Muso gskio, N. V.
Gogolio, E. A. Poe, G. Be esne ičiaus. O nós, não na u ais ognies pessoas, podemos
só in ensi amen e dumplia , kibi kš į es ougin i e i e só po uma, mas po uma
chena. Du an e o dia depois do dia. E isso bas a! Quando ha ia de en ziemie
(zodynas diz que é o lado do no e; mas é pode se como įsaulis, como in e nos
įka š is; qua o oksimo onas!) i pa a os a edinkes de Senasalio e pakū en i
amchiulio obos k osnį, que po edos adia o iai nesp g ų, bênima acimada o,
quando naquele co po apenas acima dos ze o g aus besila a em oboje (Žemėdo do
abaixo, embo a laukanes i ap ie iquemen nelįskį be e , nei p ęsęs nei kumš is) no
segundo dia em sua ida en šilda a a é 12 g aus. E a, algumakokia nelabai es e iška
o ma de ida s aiga su Lokado ke ėje. Kažkokie musėnai. Issi isa a lá, onde
udenį ou os musėnų oi p ipêdui a. Aqui não há beleza de ogos de a i ício,
p au ão que gauma! Embo a e um dia i ei, mas aquelają, p omedė ąją,
paci amen e man uk ąją. En ão nós, que só po si mesmos i emos, não
p ecisamos se nos den es dos deuses. Bas a ica po pe o que e musêno nos
pés. O ex e mina u aquela gêmea, que as us. Só em ão mãos, como moladamas-se,
como nelabuosius baidando, palubinha mossio.
Payaigai um ( i o, e mesmo mui o!) poe a ap endeu nãoebedi a es a à noi e em cemi é ios só
depois de quando despegou a é a é a au o a (nãoebu a pois i onde!) Ša nelėje apsicabinęs V.
Mače nio kapą. O que aqui uma c í ica, con idada ecen emen e pa a o mesmo V. Mače nio
monumen al menção em Telšiuose, skai ymų nesalaukė Telšių ho elis apa eceu pe p as as.
Na, mas isso não u opediu o p imei o, kapą nak į 17 S anke ičius Rim ydas 2018: Ap ymasis
calcula . T ys. Sigi ui Gedai. Valhala. Vilnius: Li uânia Esc i o es União publicação, 99.
Kalba poezijoje: ilologija s. bio ilija
Įž algos Insigh s 243 apsikabinusį, susi eikšminusiu e pe sid asinusiu nomeini.
Bem, e leio aquela
pe sid asinusį (Seman iniai yšiai):
Bedu ch ai smilium em céus
Ge ios pleiš as suy a.
Sune iu plaš akas
Vėl unejia.
C i ikei, bem ilologei, minia, isso é só li e a u a. Pa abolinė hipe bolė, me a o inė
alego ija, me oniminė onoma opėja, e lib inė pe soni ikacija, ezės i
an i ezės sin ezė. Quem só que .
O me, po poesia iškančiam é e de ida, pa ece que assim e é, como esc i o.
Ka a as. Assim de e se . Ben às ezes. De ealo!
SKYRIUS IŠ POEMOS
WAYKITOIA WIESZPATIA
1810 m.
Lie u ių and p ūsų die a is pamils a luu e onų
pas o ių Liud iką Ma yną, ba eš ija ele Jedeminu e
o nece en uziazmo cole a lie u ninkų caninas
Blasildai Blažienei, po po ela oco usí a
ligação di e a e com Poe ais, que já
e e nina ėje, com c užei ias e seus
c onicimas, com P. Ruigiu, J. B e kūnu, F.
Ku šaičiu e com oda įk epiančia, gaudžiančia,
nunca mais nebenu ilsiančia P ūsa!
§ 1
1.1.
Fo a longe do Ven ês ago, Rasy ês pa a, es a a a ilha
Pe kūnkal ės. J. Basana ičius, Iš gy enimo ėlių i elnių, 1898
GIEDRIUS ALKAUSKAS
250 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXI
P ūsų gen ys e li a ios kalbuža ė nuliūdima de ido ao g ande skaudulio li u iais
nãopediu espasios e linguagem i mãos pa a du an e Didįjį p ūsų sukilimą. Fon
Š i landas š i ijie is; de Š i ija. Po exemplo, Mindaugo co ūna im (1253 m.)
cuida a do ca alei o And ius on Š i landas. P ecen o ius pa apijinas ig eja
p o es an e da escola dos ilhos mes e. Aquele que nas ce imônias can a an es
ou os, expandecia o espaço, que de odos can a amen o ilp os (la .
p æcan o ).
Kleinli a , Majoji Lie u a e minos, bene p imei a ez pa imen ado Simono
G unau (G ūna o) P ūsų žemės k onikoje 15171526 m. 1 guldenas 15 g ašių
okią kainą mini L. Rėza imesi (pa ašy ame 1817 Liud ikas k eip 1965: Lie u ių
12-23) į lie u ių li e a ū os bičiulius už Donelaičio Me ų p enume a ą (Rė-
liaudies dainos II, pa uošė A. Jo aišas. Vilnius, 334; Sp indis Adol as 1951:
Li e a ū a i menas, ugpjū, 5). Ende eço: D . L. Rėza, Ka aliaučius, Mone ų g.
6.
Į eik a 2019 m. ou ub o 18 d.
GIEDRIUS ALKAUSKAS
Vilniaus uni e si e as
Ins i u o de In o má ica
Nauga duko g. 24, LT-03225 Vilnius, Li uânia
gied ius.alkausk[email p o ec ed]u.l