Kalba poezijoje: filologija vs. biofilija
Full text
Įž algos / Insigh s 235
GIEDRIUS ALKAUSKAS
Vilniaus uni e si e as
Di eções de pesquisas cien í icas: o mas modula es, eo ia
de núme os, ėkmės, geome ia di e encial; gam amoksliniai
aspec os da musicologia, a di asis danų, b i ų e usų muzikinis
oman ism.
DOI: h ps://doi.o g/10.35321/all81-11
A pala a não po li os epousa, mas nas
bocno das pessoas a mių a eliais co e e,
sendo i a, pamažėl dyla e changeos.
An anas Ba anauskas
LEGRA EM POESIÃO:
FILOLOGIA VS. BIOFILIJA
Como esc e endo poesia a esiden e, como sob e i ida poesia ansc ip ojas
ap esen o algumas pensa i as sob e ly ikos kalbą. Es as ideias não são só minhas.
Elas comuns, con ínuamen e sus encionadas de g a idade de almas pa iningas. O
mesmo, pelo menos no seu espí i o, insc i o e nos diá ios de Sigi o Gedos. Nesse
ex o Poe ą mui o ci a o, ad pa a dês e nenu odau. Sob e a i a língua
semelhan e dizem e ou os poe as, e o na-se mais anquilo, que maniškis
sa ada bis kompasėlis įmagne izado igualmen e assim, como o ien a os g andes
poe iniai es elas-lápia. G a i ação, ele omagné ica, apnoji, s ip ioji sąweikos
qua o undamen ais o çação na na u eza. Mas já no p imei o pa ág a o as
emexi, como se osse um alquimis a não conhecedo de química. E ainda assim não en em em química.
Apa a iando diach oniškumo da linguagem poe ís ica, e guem-se só duas ques ões:
1. A p omessa é eci ada?
2. A pala a aco da?
Ambas as espos as sim! A p imei a pe gun a como e ób ia. Juk se ala sob e
pe spec i a. Mykimas, a škėjimas, onoma opėjos, bu nos, os o aumenyno e
ne os ape eiçoamen o udo ijosi beskomplikuojançada humanoidos cen ina
ne os sis ema, pelo menos a CRT logina pa e. Não digo que ijosi e emocional, pode
GIEDRIUS ALKAUSKAS
236 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXI cijos já ou o ema. Aišku só uma: poe a ao
ne p iešingai. Be koks būna i koks gali bū i balansas a p e udicijos i in ui-
menos um des es dėmenos de em gaus i como a pas on ui ap oximėjan . Sem
pe naco! Idealiu caso ambos a pai skalambija jun os. Não necessa iamen e
ha monicamen e, mas um ao ou o cao iicamen e ampliando. Qualque
comunicação, domés ica linguagem, ex osi, indoan es de pessoais pa i ças, é
essencialmen e a in odução de pala a1. Pe spek y a. A maio pa e da poesia
a ual, pa ece se assim.
Mui o mais di ícil es á com e ospek i a, com despe in as e despe inanças
pala as. Pažadin omas o madas g ama icas, mo ologiniais da iniais,
a mybėmis, his o ine ašyba, bū ies kon eks u. To pe íodo de pessoas
plikbajo io, jesui a, liaudies giesminyko, a ojo, a sisky ėlio, kal io, a klia agio
sąmone. Assim, se quise u iliza a linguagem e ospec i amen e, semp e en o
encon a uma semen e i alizá el, ge minizá el. Po o ela zassaugi i. Ou pelo
menos supús i, que isy ųsi, que i ências hou a, só ela neišsaugo a: ida passou
em pi mykš į, bac e iinį, lygmenį. Nesino i o nece línguas, como se língua osse
djio in os di e sascoló ias bo bole os coleção. Ou ais molėdos a yjami
gumulėlis. Lyg ao luga ainda i endo do humano se ia ap esen ados bažny iniai
me ikai. O que comple amen e não em possibilidades de eanimação (po exemplo,
alando de pelėdas, isso de a o é e dadei o, isso a es a á qualque o ni ólogo
pelėdininkas; uas a yjamuas u uliukuas semp e asis e peliukų kaukolių,
šonkaulių, kažkokių akmenukų, neaiškaus ou ookio ne i škinamo balas o.
Smulkioji miško nau osaka, mon ada a em al compilação! Pelėdos é o bosque ma ai slančiauskai).
No es i al de 2019-ųjų Poe inis D uskininkų uduo meu eilė aš is, esc i o (pelo concu so
equisi os) es animu nome, ganhou a p imei a posição. O ex o assinado, ob iamen e, S. G.
inicialais. Só a odos kažkodėl a odė (Šiau ės A ėnai, 2019-10-11, No. 19 (1323), p. 15), que puikiai Gedos
bep o ybę su aidinau! O quê since amen e e dolo osamen e pik inausi (não pessoal ao píccio)
aqueles jo ens poe as, aos quais ėzos, daukan ai e b e kūnai igual quais balanos, ú eis só
baliniams, juodnagiam ponaiciais de pabalios. E ao poe a con empo âneo só balas a. Kam a balana,
se espaças ismanusis janelis nuš iečia. Não impo a, que balaną embo a e em Veliekos plėšimą
empkis (há al du pynas en e Skuodo e Maužsime ks segunda jo nada de jigio, po dunha
gai alinga liū ies. Šalia Va nių esan ys Debesnų pelkynai, žinia, įelek in i, ainda e como, o isai
žeikių, ku numes as elnio plūgas; en y a a ai į p aga ą). O išmanioji akis
g e a Lūks o eže as 1 Ka delis Naglis 2017: Leng i lie u ių kalbos spa nai. ALL LXXVI. Como
lindamen e o au o mos a, quan o di e e linguagem comunicação e linguagem comunija! Minhisco
ex o po quê sob e o mesmo? Só poe o pa i imi pe siū as.
Kalba poezijoje: ilologija s. bio ilija
Įž algos Insigh s 237 e gin a ą elec on me a (mas aqui já ilologija). Só
aoelec icimen o pad ão não a ualizado desde Ne ime o empos de e com
ismaniuoju langeliu nãoode inado. Du an e es e PDR p emiado
(ex ao dina iamen e aleg o-me, nãolêpsiu!) o poema esc i o as p imei as duas
linhas são es as:
Benka ai! Pe o das e o nadas po as
de Sião Ka os ku es não zzku as, mas dob as!
Ve dade, de ido à susiplanada poesia de imagens sono as (p imasis des e ex o
oxsimo onas; deles se á mais ês!) de início quisėjosi esc e e não benka ai, e
nuoka os. Em sinonimos pala a é nãousėlis2. Desa o unadamen e,
comple amen e não sen ii nem des e pala a ca egio, nem emocionais gaídos e
encadaídos (už-gaídos), do pe íodo, geog a ias e linguino egis o. Bandžiau
aš ijoje p ocu a . E encon ei, po acaso! Bedėliodamas segunda da sua poesia
li o capí ulo de, p ecisamen e aquela, des inada à L. Rėzai (publicá el nes e ALL
nume yje), numinėjau di e sosi iausios elacionados com Gediminu e seu nome
ex os. E es e a3: Kunigaikš is […]Ka ijo as, Gedimino sūnus> […] Ži ilei […] a é:
Nuoka a és, não duk ė minha, u sua nedo ybe ap ocas e a casa de seu pai, shalin
de meu, e e ua k opėją aus gil inė. E con udo nãoi yžau benka us subs i ui
po nuoka as. A pala a Daukan o g aças já a idū ė em passi ia da pala a. Mas
qual a sua o ça, qual o ní el de o ensa, se a pala a dia iškas, se knygiškas,
nejaučiu. Tal ez algumakiek, mas não an o que a očiau poesia. Quando aso em
qualquem sakmês ou canção, en ão já ce amen e exci a ei e sob e i e ei.
Esqui insiu do passy iosios es adosa. Ou o exemplo. No ou o poemaesc i ó io
esc e i4:
Vendo o que i á
Vi enção Pa a os céus
das und as do no e
Įsižeminu.
2 Lybe is An anas 1980: Sinonimų žodynas. Vilnius: Mokslas.
3 Daukan as Simonas 1995: Is o ija žemai iška [I]. Vilnius: Vaga, 526.
4 No e A ênai 13(1317), 8.
GIEDRIUS ALKAUSKAS
238 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXI
Mui o quisėjosi pabu ido excu ido de li os alin os e apon a į žiaud ų und as
dangų. Ou i a que nuoka os, ao li uano pelo menos algumas pala a de žiaud us
a šešėliai como e cla oūs. De ido oné ica, a adikação, ins inc i amen e
nucauciadas mo ologias. E oda ia a pala a encon ada diodê. E que es anho
pa ece à minha a ual se pen e i a aiška! Bom, que muda ia pa a mais simples.
Pode-se, cla o, como a algum xamã de Ganos sussimes i pala as, como p o ê ios
ossos, em maišą, ba škin i acima da cabeça e g ožė is es ei, ejam, que ida, que
p obū o ės gai alas! (Po exemplo, no u ebol po co žybos baig į en e Ganos e
Senegalo selecionamen os, locais em c ença, lemia ne physis mai yksmaiiošal, a
spi i uiniai chamãs klyksmai s adionė kii išgalia, o ka iauna e pe galė.) Mas d êbk
aqueles ossos e aėn. Se nexoks de kaukolės se p a ė, como que Oleg Vis egiu
nu iko5, an o aquela ida e ema ysi. Gy a ė gy a os p o ação. O que beliega? J. R.
R. Tolkieno Žiedų aldo e é al ped a Palan í as. A a és dele é possí el comunica
di e amen e com o co ação do eino escu o Mo do , com Ba ad-d o o e. C is alas
a y um nukelia lá, onde a ua só a chajiškiausi ins in os de au o-segu o, onde
akiplo is susiau ėjęs a é unelinio ma ymo. se nãoiksi igual ke u gubos dose de
ad enaline suž ė in o c ia u a, o as Sheloba imoj ischiulps i ybinos co po sy us,
e Nazglai, da kieji knigh s, e sielos. Mas na e dade Palan í as isso só mágica ilusão.
Sukelia isões, não dis inguien es do escu iosa Mo do ealidade, esse e dade. Mas
aí já anquilamen e se sen a com a bu ininką Gendal ą, e se alguém ameaça
sud ums i amybę ( apo d umschiasi e c is al, pe dosê ligação com Sau on, in adido
deus), isso só es i iniai eje e kai. Eles são imp essionan es! Mas só isso. By he
way, J. R. R. Tolkienas, ilologia p o esso , i in adequado au o ius esc e e sob e
gy ąją poeziją. Da pe spec i a mi ológica, jungis ina, sielos gaudesio paga ų aquela
J. R. R. Tolkieneno socons uídas línguas el os (e quan o deles, sinch oniamen e
i diach oniškai6), Mo do o, en ų, Vidu žemio pap as oji, jų aš ai (p z., sa a i
abėcėlė) é não menos in e essan e do que Volapükas, Espe an o ou alguma ocul inė
Enocho lingua7.
5 Pushkinas Aleksand as 1822: Canina sob e P anašingąjį Olegą. Raš ai I, aduz E. Mieželai is.
Vilnius: Vals ybinė g ožinės li e a ū os leidykla, 1954, 108. (Вещий может лучше is egis?)
Recomenda ei ou i a imp essionan e N. A. Rimskio-Ko sako o can a a segundo es e ex o (op. 58,
1899 m.). Zinia, aquela de kaukolė escapouusi í a ė e expôs aiškia egio ( olch o) p o e ismo Olegą
p a assassé seu amadoíssimo ca alo.
6Acesa in e ne : h ps://en.wikipedia.o g/wiki/El ish_languages_(Middle-ea h). 7 Angeliška kalba,
ap eikš a XVI a. J. Dee e E. Kelley, mas cuja ling is inė analiza į odo didžiulius sin aksės i
seman icos similumus com anglų kalba. Como bebū ų, die iškų, ou os sucons uídos idiomas
enomenas (caip a eas não como mokslas!) é encan us.
Kalba poezijoje: ilologija s. bio ilija
Įž algos Insigh s 239 /
Assim o pa sepa ado (não con ap iešą, não, mas alguma coisa não nomeijamo,
só nesup iešinančio) ejo en e eanimuojamas e, desg aça, mumi ikuo os
linguagem poesia. Sigi o Gedos uma ez pe gun ou po que alguns de seus ex os
liai? Š ai daug ka ų skai y os poemos Nak ies žiedai eilu ės8:
K aujuo i kala ijai nebesminga
são como bo anikos ado ėį smilgos eidą, gema dideli e ylūs pala as <...>
Não sei se comp eendo a au o iaus men į (e e pa a quem analisa eilė aš į?), mas,
sabendo lo es nomeiões e imologias (gladijolė ka delis; g azdikas L. Rėzos
negelka ė inelė, maža inis; kala ijas ilko dalgis I is, ai o š ės dei ė), a linha ainda
se complica, pois oda es a s o oska é kažk bo aniekina e jun amen e pasigilina.
Com al magni ican e id o na mão, mesmo a me á o a não lemb a dalgis em smilgą.
É nem seque poesia, mas abalhos de e ão! Mas Poe as espondeu: esc e endo
nunca nãousou nem conhecynas, nem enciklopedijas. Juk aki aizdu plan a em de
conhece espa ėlaikyje, sua bo aniką desde gem ie a é mo e, e melho assim,
como bū um só do seu único, sal acedo ho, seu se gančiai mamužei buscajęs. Tipo
aquela lo ezinha de ped a9.
Juk ealmen e: i ia algu es na Li uânia homem, que, al us pakilainei ( oks
cin želis pe balnelį ienoms pakel i), não inha como heino em u gų nue ei i e o
ende , não inha po o que mil os nuspega . Bada a homem, a é pakilainei su i kê.
ele já es azia es ômago e cheio co ação sen iu, o que isso po pala a. O a ašen,
Anykščių poe a, ao qual o ai negadina da colhei a, que semen es namie não deixa e
po isso luaul dieno a kės não dedêlioia nem dia, nem noi e (nak ies dieno a kė
nak o a kė? An asis oksimo onas!), que senokai e ajias nas mãos be u ėjęs
(be ažnyčiojau; mas po isso gelžgalio nas nas uose e ežimą com akmenimis
iš e čiau nepe spė senio nieji, que a klyskau inęs dėl o gelžgėjo), imalio
suga aio de pakilainė žodyno e su osi su su su su su su su aine o žodiniu. Xa i
li oginê ilologija, mas nemais inga, se sob e o pão ep is eik ų. Depois,
digamos, a mais assisia speigai zaiu. Tempia ou o a gdienėlis luoką ( oks kūjis
pescims p i enk i pe iceą) e algu nos hemisnynhos p adangina. O al ez ko á
nulauzia. Fo i ica ago a aquela ko á, quando mesmo kumš inėse dedos i os
sus i em. Luokas não necessá io peia apspangin i, mas klampok ago a, eškok
en e snieg a ų ped es. 8 Geda Sigi as 1977: Mėnulio žiedai. Vilnius: Vaga, 26. 9 S. S.
P oko je o bale a Pasaka sob e a ped eninha gėlelę (op. 118, 1948 m.).
GIEDRIUS ALKAUSKAS
240 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXI
Dėl o luoko ienam ki am i pabadau i eko. Tada jau ik ai sup an i, ką eiškia
subcampo10:
Isso seu
diedukai jo
lažą, Mamu ą
aikė, Luokino peix is.
Que o p óp io įnagis já há mui o empo ninguém aco da de ome, p o ou e
Vik o ija Daujo y ė na mesma p imei a página do li o sob e Poe ą11. Um poe a
Li uãos uma ez su ima a Pales ina com Pales ina. Pales ina cidade na I ália,
mas, ób io, se ala de do inal do Renascimen o composi o ių Gio anni Pie luigi
(15251594). Ao le aquela s o á, pensa pa a si se o au o ealmen e sen ia a
di e ença en e Venícia, Flo enção e Roma cul u as musicais? Flamandų, b i ų,
okiečių, eng ų Renascimen o? Keisčiausių muzikinių spekuliacijų (musica
ese a a, A chicembalo), mode nizmų (C. Gesualdo)? E es a ins umen al Música
Renascença odo o uni e so! Respos a, se sen ičia, não sei, mas do ex o
ealmen e não é ób io. Aš jokiu gy u (βίος) não gos a ia desse imo. E o que
e pia desse pala as (λόγος), isso aqui já e piančiojo escolha. Ai, c iado
nep i alo daqueles homens a gus a ka o i, oda lino mūką passei i. A cada bédji
uma c uz dos pés nãop esa ysi. Como aqui não apaci ua Giesmės sob e
nascen á ia pi kią12:
Sim, e eu aqui, šešėlių cal a ijas andando, Nema au, que há mui o já en elhecido,
apžlibęs e molinas G įž a pai, a él, aikaičius bal uosius p akeikdamas: Va gas
aqueles, que de manęs a si olino! Pa a e é li e a u a, empa ija e a che ipines
expe iências, que pasąmonė kalbė ų. Įsisąmonin a pasąmonė ( e ciá io
oxsimo onas, jun o e au ologia). Juk conco demos13:
10 Geda Sigi as 1966: Pėdos. Vilnius: Vaga, 24. 11 Daujo y ė Vik o ija 2010:
T agiškasis meilės laukas. Vilnius: LRS edi o a. 13 Geda Sigi as 1984: Va nėnas
12 Geda Sigi as 1991: Sep ynių asa ų giesmės. Vilnius: Vaga, 96.
po mėnuliu ( ex as em aplanko). Vilnius: Vaga.
Kalba poezijoje: ilologija s. bio ilija
Įž algos Insigh s 241 /
O que é que que o dize ? Que udo condicional? É isso, que e dadei as e su as
de em se alinhadas com inspi ação, sup ano es indo nossa sabedo ia e gabumes?
Ta ai oi conhecida e há milha es de anos.
Essas a iações de idéia jogam de mui as poe as na cabeça. Me pa ece, isso
ób io. E oca não como ilologinė monodija, e como a che ipinių pa i čių poli onija.
Galima, óšku, encos a Užga ėnių kaukę, aidin i balagano pe sonažą, kažką de
Pequino ope os ou Commedia della e. Mas e dadei o kū ėjui kaukės isso não só
jungis iniai a que ipai de pessoa14 (ego, pe sona, šešėlis, animus anima, sel ), mas
e mui asybė imp essões de klaidžiojimen os, habi ações e pe gy enimen os,
galidades pe scai y as li os, nusėdusių em zap o į. Es a é p ecisamen e aquela
expe iência, cuja ao homem (chemiicamen e e ha monicamen e dióquiam do que
mulhe ) pe mi e pa- sen i a do de Paskenduolê, e à mulhe ( ísicamen e e
eologicamen e dióxias do que homem) Liudo Vasa io c ises. Tipo que másca es icam15:
Bu au apisme ęs kunigu, ken au u, S azdu, Jėzum K is um, maio poe a
Li uano, odas as pessoas e paukščiais. Cha onu, demiu gu, jogžiančiu
k iauklėmis Bal ijoj. Ve dadei a cole y inė pasąmonė! O p as esniais, mas não
ca ekismo, pala as em dize , skauda, se ou o, há mui o i usiam, skaudėjo. E
i usio jújsmão p a êsi, se al bú a. E pois exis pode só aleg iamo se , mas
exis . Mesmo se não ha ia isan es olhos, e isso de um algum ek ū êliu po olis.
Kalbinês inc us ações, ins alações, eje e kai engagu! Em elas há idas, mas
oji em do obse ado . Pačios ins alações a aços não deixjam. Elas são
adqui idas só a a és de ligação com um se humano i en e ( au ologija,
conco do). Da úl ima ez ci ando Poe ą16:
Tudo mo e, mas Deus não mo e, Eu
ui na sua den e dos g iežes.
14 Gudai ė G ažina 1997: in odução à psicologia analí ica. Vilnius: Vilniaus uni e si á ia
edi o a. 15 Geda Sigi as 1985: Mamu ų ė ynė. Vilnius: Vaga, 42. 16 Geda Sigi as 1991: Sep ynių
asa ų giesmės. Vilnius: Vaga, 63.
GIEDRIUS ALKAUSKAS
Ac a Linguis ica Li huanica LXXXI 242
Ai, cla o, al hipos azê g ande cančia, des inada, in elizmen e, a gênios. Ano Rim ydo
S anke ičiaus17:
K i ai po ês, po ês kėleisi, po ês cen im ų holę
(kaip sykis p iglaus i akiai) anapusybėn
Kaip iešpa ies ynuogyne – – –
T is e e da ê.
Me é mais ácil ožiakojui asce e,
Capucinhu nusmauk až ilgsniui
Eu só po mim.
Que i ida po es na u alines de ognies pessoas dalia. M. P. Muso gskio, N. V.
Gogolio, E. A. Poe, G. Be esne ičiaus. O nós, não na u ais ognies pessoas, podemos
só in ensi amen e dumplia , kibi kš į es ougin i e i e só po uma, mas po uma
chena. Du an e o dia depois do dia. E isso bas a! Quando ha ia de en ziemie
(zodynas diz que é o lado do no e; mas é pode se como įsaulis, como in e nos
įka š is; qua o oksimo onas!) i pa a os a edinkes de Senasalio e pakū en i
amchiulio obos k osnį, que po edos adia o iai nesp g ų, bênima acimada o,
quando naquele co po apenas acima dos ze o g aus besila a em oboje (Žemėdo do
abaixo, embo a laukanes i ap ie iquemen nelįskį be e , nei p ęsęs nei kumš is) no
segundo dia em sua ida en šilda a a é 12 g aus. E a, algumakokia nelabai es e iška
o ma de ida s aiga su Lokado ke ėje. Kažkokie musėnai. Issi isa a lá, onde
udenį ou os musėnų oi p ipêdui a. Aqui não há beleza de ogos de a i ício,
p au ão que gauma! Embo a e um dia i ei, mas aquelają, p omedė ąją,
paci amen e man uk ąją. En ão nós, que só po si mesmos i emos, não
p ecisamos se nos den es dos deuses. Bas a ica po pe o que e musêno nos
pés. O ex e mina u aquela gêmea, que as us. Só em ão mãos, como moladamas-se,
como nelabuosius baidando, palubinha mossio.
Payaigai um ( i o, e mesmo mui o!) poe a ap endeu nãoebedi a es a à noi e em cemi é ios só
depois de quando despegou a é a é a au o a (nãoebu a pois i onde!) Ša nelėje apsicabinęs V.
Mače nio kapą. O que aqui uma c í ica, con idada ecen emen e pa a o mesmo V. Mače nio
monumen al menção em Telšiuose, skai ymų nesalaukė Telšių ho elis apa eceu pe p as as.
Na, mas isso não u opediu o p imei o, kapą nak į 17 S anke ičius Rim ydas 2018: Ap ymasis
calcula . T ys. Sigi ui Gedai. Valhala. Vilnius: Li uânia Esc i o es União publicação, 99.
Kalba poezijoje: ilologija s. bio ilija
Įž algos Insigh s 243 apsikabinusį, susi eikšminusiu e pe sid asinusiu nomeini.
Bem, e leio aquela
pe sid asinusį (Seman iniai yšiai):
Bedu ch ai smilium em céus
Ge ios pleiš as suy a.
Sune iu plaš akas
Vėl unejia.
C i ikei, bem ilologei, minia, isso é só li e a u a. Pa abolinė hipe bolė, me a o inė
alego ija, me oniminė onoma opėja, e lib inė pe soni ikacija, ezės i
an i ezės sin ezė. Quem só que .
O me, po poesia iškančiam é e de ida, pa ece que assim e é, como esc i o.
Ka a as. Assim de e se . Ben às ezes. De ealo!
SKYRIUS IŠ POEMOS
WAYKITOIA WIESZPATIA
1810 m.
Lie u ių and p ūsų die a is pamils a luu e onų
pas o ių Liud iką Ma yną, ba eš ija ele Jedeminu e
o nece en uziazmo cole a lie u ninkų caninas
Blasildai Blažienei, po po ela oco usí a
ligação di e a e com Poe ais, que já
e e nina ėje, com c užei ias e seus
c onicimas, com P. Ruigiu, J. B e kūnu, F.
Ku šaičiu e com oda įk epiančia, gaudžiančia,
nunca mais nebenu ilsiančia P ūsa!
§ 1
1.1.
Fo a longe do Ven ês ago, Rasy ês pa a, es a a a ilha
Pe kūnkal ės. J. Basana ičius, Iš gy enimo ėlių i elnių, 1898
GIEDRIUS ALKAUSKAS
250 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXI
P ūsų gen ys e li a ios kalbuža ė nuliūdima de ido ao g ande skaudulio li u iais
nãopediu espasios e linguagem i mãos pa a du an e Didįjį p ūsų sukilimą. Fon
Š i landas š i ijie is; de Š i ija. Po exemplo, Mindaugo co ūna im (1253 m.)
cuida a do ca alei o And ius on Š i landas. P ecen o ius pa apijinas ig eja
p o es an e da escola dos ilhos mes e. Aquele que nas ce imônias can a an es
ou os, expandecia o espaço, que de odos can a amen o ilp os (la .
p æcan o ).
Kleinli a , Majoji Lie u a e minos, bene p imei a ez pa imen ado Simono
G unau (G ūna o) P ūsų žemės k onikoje 15171526 m. 1 guldenas 15 g ašių
okią kainą mini L. Rėza imesi (pa ašy ame 1817 Liud ikas k eip 1965: Lie u ių
12-23) į lie u ių li e a ū os bičiulius už Donelaičio Me ų p enume a ą (Rė-
liaudies dainos II, pa uošė A. Jo aišas. Vilnius, 334; Sp indis Adol as 1951:
Li e a ū a i menas, ugpjū, 5). Ende eço: D . L. Rėza, Ka aliaučius, Mone ų g.
6.
Į eik a 2019 m. ou ub o 18 d.
GIEDRIUS ALKAUSKAS
Vilniaus uni e si e as
Ins i u o de In o má ica
Nauga duko g. 24, LT-03225 Vilnius, Li uânia
gied ius.alkausk[email p o ec ed]u.l