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Kalba poezijoje: filologija vs. biofilija

Giedrius Alkauskas

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Įž algos / Insigh s 235 GIEDRIUS ALKAUSKAS Vilniaus uni e si e as Di eções de pesquisas cien í icas: o mas modula es, eo ia de núme os, ėkmės, geome ia di e encial; gam amoksliniai aspec os da musicologia, a di asis danų, b i ų e usų muzikinis oman ism. DOI: h ps://doi.o g/10.35321/all81-11 A pala a não po li os epousa, mas nas bocno das pessoas a mių a eliais co e e, sendo i a, pamažėl dyla e changeos. An anas Ba anauskas LEGRA EM POESIÃO: FILOLOGIA VS. BIOFILIJA Como esc e endo poesia a esiden e, como sob e i ida poesia ansc ip ojas ap esen o algumas pensa i as sob e ly ikos kalbą. Es as ideias não são só minhas. Elas comuns, con ínuamen e sus encionadas de g a idade de almas pa iningas. O mesmo, pelo menos no seu espí i o, insc i o e nos diá ios de Sigi o Gedos. Nesse ex o Poe ą mui o ci a o, ad pa a dês e nenu odau. Sob e a i a língua semelhan e dizem e ou os poe as, e o na-se mais anquilo, que maniškis sa ada bis kompasėlis įmagne izado igualmen e assim, como o ien a os g andes poe iniai es elas-lápia. G a i ação, ele omagné ica, apnoji, s ip ioji sąweikos qua o undamen ais o çação na na u eza. Mas já no p imei o pa ág a o as emexi, como se osse um alquimis a não conhecedo de química. E ainda assim não en em em química. Apa a iando diach oniškumo da linguagem poe ís ica, e guem-se só duas ques ões: 1. A p omessa é eci ada? 2. A pala a aco da? Ambas as espos as sim! A p imei a pe gun a como e ób ia. Juk se ala sob e pe spec i a. Mykimas, a škėjimas, onoma opėjos, bu nos, os o aumenyno e ne os ape eiçoamen o udo ijosi beskomplikuojançada humanoidos cen ina ne os sis ema, pelo menos a CRT logina pa e. Não digo que ijosi e emocional, pode GIEDRIUS ALKAUSKAS 236 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXI cijos já ou o ema. Aišku só uma: poe a ao ne p iešingai. Be koks būna i koks gali bū i balansas a p e udicijos i in ui- menos um des es dėmenos de em gaus i como a pas on ui ap oximėjan . Sem pe naco! Idealiu caso ambos a pai skalambija jun os. Não necessa iamen e ha monicamen e, mas um ao ou o cao iicamen e ampliando. Qualque comunicação, domés ica linguagem, ex osi, indoan es de pessoais pa i ças, é essencialmen e a in odução de pala a1. Pe spek y a. A maio pa e da poesia a ual, pa ece se assim. Mui o mais di ícil es á com e ospek i a, com despe in as e despe inanças pala as. Pažadin omas o madas g ama icas, mo ologiniais da iniais, a mybėmis, his o ine ašyba, bū ies kon eks u. To pe íodo de pessoas plikbajo io, jesui a, liaudies giesminyko, a ojo, a sisky ėlio, kal io, a klia agio sąmone. Assim, se quise u iliza a linguagem e ospec i amen e, semp e en o encon a uma semen e i alizá el, ge minizá el. Po o ela zassaugi i. Ou pelo menos supús i, que isy ųsi, que i ências hou a, só ela neišsaugo a: ida passou em pi mykš į, bac e iinį, lygmenį. Nesino i o nece línguas, como se língua osse djio in os di e sascoló ias bo bole os coleção. Ou ais molėdos a yjami gumulėlis. Lyg ao luga ainda i endo do humano se ia ap esen ados bažny iniai me ikai. O que comple amen e não em possibilidades de eanimação (po exemplo, alando de pelėdas, isso de a o é e dadei o, isso a es a á qualque o ni ólogo pelėdininkas; uas a yjamuas u uliukuas semp e asis e peliukų kaukolių, šonkaulių, kažkokių akmenukų, neaiškaus ou ookio ne i škinamo balas o. Smulkioji miško nau osaka, mon ada a em al compilação! Pelėdos é o bosque ma ai slančiauskai). No es i al de 2019-ųjų Poe inis D uskininkų uduo meu eilė aš is, esc i o (pelo concu so equisi os) es animu nome, ganhou a p imei a posição. O ex o assinado, ob iamen e, S. G. inicialais. Só a odos kažkodėl a odė (Šiau ės A ėnai, 2019-10-11, No. 19 (1323), p. 15), que puikiai Gedos bep o ybę su aidinau! O quê since amen e e dolo osamen e pik inausi (não pessoal ao píccio) aqueles jo ens poe as, aos quais ėzos, daukan ai e b e kūnai igual quais balanos, ú eis só baliniams, juodnagiam ponaiciais de pabalios. E ao poe a con empo âneo só balas a. Kam a balana, se espaças ismanusis janelis nuš iečia. Não impo a, que balaną embo a e em Veliekos plėšimą empkis (há al du pynas en e Skuodo e Maužsime ks segunda jo nada de jigio, po dunha gai alinga liū ies. Šalia Va nių esan ys Debesnų pelkynai, žinia, įelek in i, ainda e como, o isai žeikių, ku numes as elnio plūgas; en y a a ai į p aga ą). O išmanioji akis g e a Lūks o eže as 1 Ka delis Naglis 2017: Leng i lie u ių kalbos spa nai. ALL LXXVI. Como lindamen e o au o mos a, quan o di e e linguagem comunicação e linguagem comunija! Minhisco ex o po quê sob e o mesmo? Só poe o pa i imi pe siū as. Kalba poezijoje: ilologija s. bio ilija Įž algos Insigh s 237 e gin a ą elec on me a (mas aqui já ilologija). Só aoelec icimen o pad ão não a ualizado desde Ne ime o empos de e com ismaniuoju langeliu nãoode inado. Du an e es e PDR p emiado (ex ao dina iamen e aleg o-me, nãolêpsiu!) o poema esc i o as p imei as duas linhas são es as: Benka ai! Pe o das e o nadas po as de Sião Ka os ku es não zzku as, mas dob as! Ve dade, de ido à susiplanada poesia de imagens sono as (p imasis des e ex o oxsimo onas; deles se á mais ês!) de início quisėjosi esc e e não benka ai, e nuoka os. Em sinonimos pala a é nãousėlis2. Desa o unadamen e, comple amen e não sen ii nem des e pala a ca egio, nem emocionais gaídos e encadaídos (už-gaídos), do pe íodo, geog a ias e linguino egis o. Bandžiau aš ijoje p ocu a . E encon ei, po acaso! Bedėliodamas segunda da sua poesia li o capí ulo de, p ecisamen e aquela, des inada à L. Rėzai (publicá el nes e ALL nume yje), numinėjau di e sosi iausios elacionados com Gediminu e seu nome ex os. E es e a3: Kunigaikš is […]Ka ijo as, Gedimino sūnus> […] Ži ilei […] a é: Nuoka a és, não duk ė minha, u sua nedo ybe ap ocas e a casa de seu pai, shalin de meu, e e ua k opėją aus gil inė. E con udo nãoi yžau benka us subs i ui po nuoka as. A pala a Daukan o g aças já a idū ė em passi ia da pala a. Mas qual a sua o ça, qual o ní el de o ensa, se a pala a dia iškas, se knygiškas, nejaučiu. Tal ez algumakiek, mas não an o que a očiau poesia. Quando aso em qualquem sakmês ou canção, en ão já ce amen e exci a ei e sob e i e ei. Esqui insiu do passy iosios es adosa. Ou o exemplo. No ou o poemaesc i ó io esc e i4: Vendo o que i á Vi enção Pa a os céus das und as do no e Įsižeminu. 2 Lybe is An anas 1980: Sinonimų žodynas. Vilnius: Mokslas. 3 Daukan as Simonas 1995: Is o ija žemai iška [I]. Vilnius: Vaga, 526. 4 No e A ênai 13(1317), 8. GIEDRIUS ALKAUSKAS 238 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXI Mui o quisėjosi pabu ido excu ido de li os alin os e apon a į žiaud ų und as dangų. Ou i a que nuoka os, ao li uano pelo menos algumas pala a de žiaud us a šešėliai como e cla oūs. De ido oné ica, a adikação, ins inc i amen e nucauciadas mo ologias. E oda ia a pala a encon ada diodê. E que es anho pa ece à minha a ual se pen e i a aiška! Bom, que muda ia pa a mais simples. Pode-se, cla o, como a algum xamã de Ganos sussimes i pala as, como p o ê ios ossos, em maišą, ba škin i acima da cabeça e g ožė is es ei, ejam, que ida, que p obū o ės gai alas! (Po exemplo, no u ebol po co žybos baig į en e Ganos e Senegalo selecionamen os, locais em c ença, lemia ne physis mai yksmaiiošal, a spi i uiniai chamãs klyksmai s adionė kii išgalia, o ka iauna e pe galė.) Mas d êbk aqueles ossos e aėn. Se nexoks de kaukolės se p a ė, como que Oleg Vis egiu nu iko5, an o aquela ida e ema ysi. Gy a ė gy a os p o ação. O que beliega? J. R. R. Tolkieno Žiedų aldo e é al ped a Palan í as. A a és dele é possí el comunica di e amen e com o co ação do eino escu o Mo do , com Ba ad-d o o e. C is alas a y um nukelia lá, onde a ua só a chajiškiausi ins in os de au o-segu o, onde akiplo is susiau ėjęs a é unelinio ma ymo. se nãoiksi igual ke u gubos dose de ad enaline suž ė in o c ia u a, o as Sheloba imoj ischiulps i ybinos co po sy us, e Nazglai, da kieji knigh s, e sielos. Mas na e dade Palan í as isso só mágica ilusão. Sukelia isões, não dis inguien es do escu iosa Mo do ealidade, esse e dade. Mas aí já anquilamen e se sen a com a bu ininką Gendal ą, e se alguém ameaça sud ums i amybę ( apo d umschiasi e c is al, pe dosê ligação com Sau on, in adido deus), isso só es i iniai eje e kai. Eles são imp essionan es! Mas só isso. By he way, J. R. R. Tolkienas, ilologia p o esso , i in adequado au o ius esc e e sob e gy ąją poeziją. Da pe spec i a mi ológica, jungis ina, sielos gaudesio paga ų aquela J. R. R. Tolkieneno socons uídas línguas el os (e quan o deles, sinch oniamen e i diach oniškai6), Mo do o, en ų, Vidu žemio pap as oji, jų aš ai (p z., sa a i abėcėlė) é não menos in e essan e do que Volapükas, Espe an o ou alguma ocul inė Enocho lingua7. 5 Pushkinas Aleksand as 1822: Canina sob e P anašingąjį Olegą. Raš ai I, aduz E. Mieželai is. Vilnius: Vals ybinė g ožinės li e a ū os leidykla, 1954, 108. (Вещий может лучше is egis?) Recomenda ei ou i a imp essionan e N. A. Rimskio-Ko sako o can a a segundo es e ex o (op. 58, 1899 m.). Zinia, aquela de kaukolė escapouusi í a ė e expôs aiškia egio ( olch o) p o e ismo Olegą p a assassé seu amadoíssimo ca alo. 6Acesa in e ne : h ps://en.wikipedia.o g/wiki/El ish_languages_(Middle-ea h). 7 Angeliška kalba, ap eikš a XVI a. J. Dee e E. Kelley, mas cuja ling is inė analiza į odo didžiulius sin aksės i seman icos similumus com anglų kalba. Como bebū ų, die iškų, ou os sucons uídos idiomas enomenas (caip a eas não como mokslas!) é encan us. Kalba poezijoje: ilologija s. bio ilija Įž algos Insigh s 239 / Assim o pa sepa ado (não con ap iešą, não, mas alguma coisa não nomeijamo, só nesup iešinančio) ejo en e eanimuojamas e, desg aça, mumi ikuo os linguagem poesia. Sigi o Gedos uma ez pe gun ou po que alguns de seus ex os liai? Š ai daug ka ų skai y os poemos Nak ies žiedai eilu ės8: K aujuo i kala ijai nebesminga são como bo anikos ado ėį smilgos eidą, gema dideli e ylūs pala as <...> Não sei se comp eendo a au o iaus men į (e e pa a quem analisa eilė aš į?), mas, sabendo lo es nomeiões e imologias (gladijolė ka delis; g azdikas L. Rėzos negelka ė inelė, maža inis; kala ijas ilko dalgis I is, ai o š ės dei ė), a linha ainda se complica, pois oda es a s o oska é kažk bo aniekina e jun amen e pasigilina. Com al magni ican e id o na mão, mesmo a me á o a não lemb a dalgis em smilgą. É nem seque poesia, mas abalhos de e ão! Mas Poe as espondeu: esc e endo nunca nãousou nem conhecynas, nem enciklopedijas. Juk aki aizdu plan a em de conhece espa ėlaikyje, sua bo aniką desde gem ie a é mo e, e melho assim, como bū um só do seu único, sal acedo ho, seu se gančiai mamužei buscajęs. Tipo aquela lo ezinha de ped a9. Juk ealmen e: i ia algu es na Li uânia homem, que, al us pakilainei ( oks cin želis pe balnelį ienoms pakel i), não inha como heino em u gų nue ei i e o ende , não inha po o que mil os nuspega . Bada a homem, a é pakilainei su i kê. ele já es azia es ômago e cheio co ação sen iu, o que isso po pala a. O a ašen, Anykščių poe a, ao qual o ai negadina da colhei a, que semen es namie não deixa e po isso luaul dieno a kės não dedêlioia nem dia, nem noi e (nak ies dieno a kė nak o a kė? An asis oksimo onas!), que senokai e ajias nas mãos be u ėjęs (be ažnyčiojau; mas po isso gelžgalio nas nas uose e ežimą com akmenimis iš e čiau nepe spė senio nieji, que a klyskau inęs dėl o gelžgėjo), imalio suga aio de pakilainė žodyno e su osi su su su su su su su aine o žodiniu. Xa i li oginê ilologija, mas nemais inga, se sob e o pão ep is eik ų. Depois, digamos, a mais assisia speigai zaiu. Tempia ou o a gdienėlis luoką ( oks kūjis pescims p i enk i pe iceą) e algu nos hemisnynhos p adangina. O al ez ko á nulauzia. Fo i ica ago a aquela ko á, quando mesmo kumš inėse dedos i os sus i em. Luokas não necessá io peia apspangin i, mas klampok ago a, eškok en e snieg a ų ped es. 8 Geda Sigi as 1977: Mėnulio žiedai. Vilnius: Vaga, 26. 9 S. S. P oko je o bale a Pasaka sob e a ped eninha gėlelę (op. 118, 1948 m.). GIEDRIUS ALKAUSKAS 240 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXI Dėl o luoko ienam ki am i pabadau i eko. Tada jau ik ai sup an i, ką eiškia subcampo10: Isso seu diedukai jo lažą, Mamu ą aikė, Luokino peix is. Que o p óp io įnagis já há mui o empo ninguém aco da de ome, p o ou e Vik o ija Daujo y ė na mesma p imei a página do li o sob e Poe ą11. Um poe a Li uãos uma ez su ima a Pales ina com Pales ina. Pales ina cidade na I ália, mas, ób io, se ala de do inal do Renascimen o composi o ių Gio anni Pie luigi (15251594). Ao le aquela s o á, pensa pa a si se o au o ealmen e sen ia a di e ença en e Venícia, Flo enção e Roma cul u as musicais? Flamandų, b i ų, okiečių, eng ų Renascimen o? Keisčiausių muzikinių spekuliacijų (musica ese a a, A chicembalo), mode nizmų (C. Gesualdo)? E es a ins umen al Música Renascença odo o uni e so! Respos a, se sen ičia, não sei, mas do ex o ealmen e não é ób io. Aš jokiu gy u (βίος) não gos a ia desse imo. E o que e pia desse pala as (λόγος), isso aqui já e piančiojo escolha. Ai, c iado nep i alo daqueles homens a gus a ka o i, oda lino mūką passei i. A cada bédji uma c uz dos pés nãop esa ysi. Como aqui não apaci ua Giesmės sob e nascen á ia pi kią12: Sim, e eu aqui, šešėlių cal a ijas andando, Nema au, que há mui o já en elhecido, apžlibęs e molinas G įž a pai, a él, aikaičius bal uosius p akeikdamas: Va gas aqueles, que de manęs a si olino! Pa a e é li e a u a, empa ija e a che ipines expe iências, que pasąmonė kalbė ų. Įsisąmonin a pasąmonė ( e ciá io oxsimo onas, jun o e au ologia). Juk conco demos13: 10 Geda Sigi as 1966: Pėdos. Vilnius: Vaga, 24. 11 Daujo y ė Vik o ija 2010: T agiškasis meilės laukas. Vilnius: LRS edi o a. 13 Geda Sigi as 1984: Va nėnas 12 Geda Sigi as 1991: Sep ynių asa ų giesmės. Vilnius: Vaga, 96. po mėnuliu ( ex as em aplanko). Vilnius: Vaga. Kalba poezijoje: ilologija s. bio ilija Įž algos Insigh s 241 / O que é que que o dize ? Que udo condicional? É isso, que e dadei as e su as de em se alinhadas com inspi ação, sup ano es indo nossa sabedo ia e gabumes? Ta ai oi conhecida e há milha es de anos. Essas a iações de idéia jogam de mui as poe as na cabeça. Me pa ece, isso ób io. E oca não como ilologinė monodija, e como a che ipinių pa i čių poli onija. Galima, óšku, encos a Užga ėnių kaukę, aidin i balagano pe sonažą, kažką de Pequino ope os ou Commedia della e. Mas e dadei o kū ėjui kaukės isso não só jungis iniai a que ipai de pessoa14 (ego, pe sona, šešėlis, animus anima, sel ), mas e mui asybė imp essões de klaidžiojimen os, habi ações e pe gy enimen os, galidades pe scai y as li os, nusėdusių em zap o į. Es a é p ecisamen e aquela expe iência, cuja ao homem (chemiicamen e e ha monicamen e dióquiam do que mulhe ) pe mi e pa- sen i a do de Paskenduolê, e à mulhe ( ísicamen e e eologicamen e dióxias do que homem) Liudo Vasa io c ises. Tipo que másca es icam15: Bu au apisme ęs kunigu, ken au u, S azdu, Jėzum K is um, maio poe a Li uano, odas as pessoas e paukščiais. Cha onu, demiu gu, jogžiančiu k iauklėmis Bal ijoj. Ve dadei a cole y inė pasąmonė! O p as esniais, mas não ca ekismo, pala as em dize , skauda, se ou o, há mui o i usiam, skaudėjo. E i usio jújsmão p a êsi, se al bú a. E pois exis pode só aleg iamo se , mas exis . Mesmo se não ha ia isan es olhos, e isso de um algum ek ū êliu po olis. Kalbinês inc us ações, ins alações, eje e kai engagu! Em elas há idas, mas oji em do obse ado . Pačios ins alações a aços não deixjam. Elas são adqui idas só a a és de ligação com um se humano i en e ( au ologija, conco do). Da úl ima ez ci ando Poe ą16: Tudo mo e, mas Deus não mo e, Eu ui na sua den e dos g iežes. 14 Gudai ė G ažina 1997: in odução à psicologia analí ica. Vilnius: Vilniaus uni e si á ia edi o a. 15 Geda Sigi as 1985: Mamu ų ė ynė. Vilnius: Vaga, 42. 16 Geda Sigi as 1991: Sep ynių asa ų giesmės. Vilnius: Vaga, 63. GIEDRIUS ALKAUSKAS Ac a Linguis ica Li huanica LXXXI 242 Ai, cla o, al hipos azê g ande cančia, des inada, in elizmen e, a gênios. Ano Rim ydo S anke ičiaus17: K i ai po ês, po ês kėleisi, po ês cen im ų holę (kaip sykis p iglaus i akiai) anapusybėn Kaip iešpa ies ynuogyne – – – T is e e da ê. Me é mais ácil ožiakojui asce e, Capucinhu nusmauk až ilgsniui Eu só po mim. Que i ida po es na u alines de ognies pessoas dalia. M. P. Muso gskio, N. V. Gogolio, E. A. Poe, G. Be esne ičiaus. O nós, não na u ais ognies pessoas, podemos só in ensi amen e dumplia , kibi kš į es ougin i e i e só po uma, mas po uma chena. Du an e o dia depois do dia. E isso bas a! Quando ha ia de en ziemie (zodynas diz que é o lado do no e; mas é pode se como įsaulis, como in e nos įka š is; qua o oksimo onas!) i pa a os a edinkes de Senasalio e pakū en i amchiulio obos k osnį, que po edos adia o iai nesp g ų, bênima acimada o, quando naquele co po apenas acima dos ze o g aus besila a em oboje (Žemėdo do abaixo, embo a laukanes i ap ie iquemen nelįskį be e , nei p ęsęs nei kumš is) no segundo dia em sua ida en šilda a a é 12 g aus. E a, algumakokia nelabai es e iška o ma de ida s aiga su Lokado ke ėje. Kažkokie musėnai. Issi isa a lá, onde udenį ou os musėnų oi p ipêdui a. Aqui não há beleza de ogos de a i ício, p au ão que gauma! Embo a e um dia i ei, mas aquelają, p omedė ąją, paci amen e man uk ąją. En ão nós, que só po si mesmos i emos, não p ecisamos se nos den es dos deuses. Bas a ica po pe o que e musêno nos pés. O ex e mina u aquela gêmea, que as us. Só em ão mãos, como moladamas-se, como nelabuosius baidando, palubinha mossio. Payaigai um ( i o, e mesmo mui o!) poe a ap endeu nãoebedi a es a à noi e em cemi é ios só depois de quando despegou a é a é a au o a (nãoebu a pois i onde!) Ša nelėje apsicabinęs V. Mače nio kapą. O que aqui uma c í ica, con idada ecen emen e pa a o mesmo V. Mače nio monumen al menção em Telšiuose, skai ymų nesalaukė Telšių ho elis apa eceu pe p as as. Na, mas isso não u opediu o p imei o, kapą nak į 17 S anke ičius Rim ydas 2018: Ap ymasis calcula . T ys. Sigi ui Gedai. Valhala. Vilnius: Li uânia Esc i o es União publicação, 99. Kalba poezijoje: ilologija s. bio ilija Įž algos Insigh s 243 apsikabinusį, susi eikšminusiu e pe sid asinusiu nomeini. Bem, e leio aquela pe sid asinusį (Seman iniai yšiai): Bedu ch ai smilium em céus Ge ios pleiš as suy a. Sune iu plaš akas Vėl unejia. C i ikei, bem ilologei, minia, isso é só li e a u a. Pa abolinė hipe bolė, me a o inė alego ija, me oniminė onoma opėja, e lib inė pe soni ikacija, ezės i an i ezės sin ezė. Quem só que . O me, po poesia iškančiam é e de ida, pa ece que assim e é, como esc i o. Ka a as. Assim de e se . Ben às ezes. De ealo! SKYRIUS IŠ POEMOS WAYKITOIA WIESZPATIA 1810 m. Lie u ių and p ūsų die a is pamils a luu e onų pas o ių Liud iką Ma yną, ba eš ija ele Jedeminu e o nece en uziazmo cole a lie u ninkų caninas Blasildai Blažienei, po po ela oco usí a ligação di e a e com Poe ais, que já e e nina ėje, com c užei ias e seus c onicimas, com P. Ruigiu, J. B e kūnu, F. Ku šaičiu e com oda įk epiančia, gaudžiančia, nunca mais nebenu ilsiančia P ūsa! § 1 1.1. Fo a longe do Ven ês ago, Rasy ês pa a, es a a a ilha Pe kūnkal ės. J. Basana ičius, Iš gy enimo ėlių i elnių, 1898 GIEDRIUS ALKAUSKAS 250 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXI P ūsų gen ys e li a ios kalbuža ė nuliūdima de ido ao g ande skaudulio li u iais nãopediu espasios e linguagem i mãos pa a du an e Didįjį p ūsų sukilimą. Fon Š i landas š i ijie is; de Š i ija. Po exemplo, Mindaugo co ūna im (1253 m.) cuida a do ca alei o And ius on Š i landas. P ecen o ius pa apijinas ig eja p o es an e da escola dos ilhos mes e. Aquele que nas ce imônias can a an es ou os, expandecia o espaço, que de odos can a amen o ilp os (la . p æcan o ). Kleinli a , Majoji Lie u a e minos, bene p imei a ez pa imen ado Simono G unau (G ūna o) P ūsų žemės k onikoje 15171526 m. 1 guldenas 15 g ašių okią kainą mini L. Rėza imesi (pa ašy ame 1817 Liud ikas k eip 1965: Lie u ių 12-23) į lie u ių li e a ū os bičiulius už Donelaičio Me ų p enume a ą (Rė- liaudies dainos II, pa uošė A. Jo aišas. Vilnius, 334; Sp indis Adol as 1951: Li e a ū a i menas, ugpjū, 5). Ende eço: D . L. Rėza, Ka aliaučius, Mone ų g. 6. Į eik a 2019 m. ou ub o 18 d. GIEDRIUS ALKAUSKAS Vilniaus uni e si e as Ins i u o de In o má ica Nauga duko g. 24, LT-03225 Vilnius, Li uânia gied ius.alkausk[email p o ec ed]u.l