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Terminology in the Era of Globalisation

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Terminology in the Era of Globalisation

Author: Sergiusz Griniewicz
Year: 2006
Source: https://journals.lki.lt/terminologija/article/download/612/703
Te minologia na e a da
globalização
Se gius
G inewi z (em inglês)
A impo ância da e minologia na e a da globalização deco e do
ac o de, hoje em dia, o ápido c escimen o do conhecimen o
cien í ico e ecnológico se p a icamen e impossí el sem p es a
comp eendem mais de 90 po cen o das no as pala as nas
lang ages mode nas. O c escimen o do ocabulá io cien í ico e
a enção ao es ado da e minologia. Unidades léxicas especiais
écnico é mui o mais ápido do que o do discu so co idiano, de modo
que, a ualmen e, o núme o de e mos em algumas ciências, química
(pa a e, ample ou biologia) excede o núme o de pala as comuns.
Podemos compa a os seguin es núme os: a e são comple a e não
ab e iada do dicioná io Webs e con ém ce ca de 700.000
Pala as em
dicioná io
usso de 17
inglês; O maio
olumes, com
es á lá.
ce ca de 120
(embo a já con enha ce ca de 100 pala as); Ao mesmo empo, a
mil pala as,
e minologia de cons ução ussa em mais de 150 mil pala as, a
200,000
e minologia biológica mode na em mais de um milhão de nomes pa a
a iedades de se es i os, na química conhecemos mais de 1,5 milhão de
subs âncias. No momen o em que...
Na indús ia, já a pa i
dos anos 80, o am
milhões de ipos de
ab icados mais de 20
p odu os di e sos, alguns
cada um
deles com o seu p óp io
nome especial.
O ocabulá io especial não só já comp eende a maio pa e de
qualque língua nacional a ançada, mas ambém é o es a o mais
dinâmico da linguagem.
O chamado
"explosão da in o mação" - ou seja, o c escimen o
ex emamen e ápido dos luxos de in o mação cien í ica e
ecnológica - causou a e upção e minológica.
- é um eno me c escimen o do núme o de no os
e mos.
Po exemplo, de aco do com os nossos cálculos, no início do século I,
seu núme o aumen ou pa a 30-35 mil, enquan o na ac ualidade pode
exis iam ce ca de 10 mil e mos de cons ução; No início do século XX, o
chega a 250 mil. Po que a cada 25 anos
Acon ece que o núme o de ciências c esce e cada e
disciplinas cien í icas duas ezes, a no a ciência
su ge imedia amen e em conexão com a
globalização, e que pode se cla amen e obse ado,
p ecisa de e minologia p óp ia. Se conside a mos
é que emos de encon a alguns meios linguís icos
o ac o de que um dos p incipais p oblemas que
e icazes de comunicação in e nacional, do pon o de
is a linguís ico, exis em ês soluções possí eis
pa a o p oblema da comunicação em no as
condições, a sabe :
10 Se giusz G iniewicz I Te minologia na li a da globalização
à Enciclopédia
B i annica no século XX, an o quan o
no as ciências e disciplinas cien í icas
2,500
su gi am, en ão o p oblema da
e minologia no século XXI oma sua
o ma ap op iada".
De emos ambém p es a a enção ao papel que as e minologias de
á ios amos da ciência es ão a desempenha na o mação do nosso
conhecimen o do mundo que nos odeia e de nós mesmos, embo a is o
seja ge almen e subes imado e negligenciado pelos go e nos.
(G ine , 1999).
- es abelece uma
linguagem
a i icial
uni e salmen e
as
acei a como meio
de comunicação;
- esolução bem sucedida do p oblema da
adução au omá ica;
o
- escolhe uma das línguas exis en es
as
uma língua uni e salmen e
in e nacional ou limi a d as icamen e o
núme o de línguas in e nacionais"
A his ó ia das en a i as de in en a línguas a i iciais é bas an e
imp essionan e, lis ando á ios p oje os de c iação de línguas "ideais",
embo a nenhum deles enha se o nado gene alizado. Bas a dize que a
língua in e nacional a i icial mais u ilizada
- O espe an o, independen emen e do a o de sua exis ência
cen ená ia, não conseguiu ealmen e jus i ica as g andes
expec a i as de se o na a língua in e nacional uni e salmen e
conhecida e p edominan e no uso.
Pode se explicado pelas des an agens essenciais de sua c iação -
ino ações léxicas discu í eis, al a de es ima i a p elimina dos
possí eis p oblemas oné icos e g ama icais pa a as pessoas com á ios
an eceden es iu. gnug", e c. Mas en ão, mesmo algumas línguas
a i iciais mais e icien es, como
as
Ociden al
- que oi p opos o po
alguns linguis as
bas an e compe en es
e hábeis, e em mui os
mé i os, a sabe , é ácil
de en ende , mesmo sem
ex ensos
conhecimen os e
habilidades linguís icas,
ácil de ap ende ,
g aças a cons uções
menos a i iciais pa a
memo iza
- não podia
o na -se
su icien emen e popula .
Mas es a opção es á al ez o a do âmbi o da ciência da e minologia,
embo a alguns p incípios de cons ução de no as pala as sejam
basicamen e os mesmos, enquan o os dois seguin es es ão di e amen e
ligados a p oblemas e minológicos. A p óxima solução é a adução de
nachine O p incipal obs áculo no caminho pa a uma adução
au omá ica e icaz eside no a o de que nos dicioná ios se encon am
inúme os equi alen es do e mo soll ce. Como oi mencionado em
algumas publicações
we
Te minologia
12006
| 13 11
(G ine , 1999), quando o dicioná io dá apenas um equi alen e pa a o e mo
on e, a a e a do adu o é bas an e ácil, embo a ele ainda enha que
se ce i ica de que o equi alen e suge ido em os mesmos signi icados
que o e mo on e. A si uação o na-se di ícil se hou e duas a ian es de
adução do e mo- on e. To na-se mais complicado com o c escimen o
mesmo do núme o de a ian es p o á eis de adução. Mui as ezes, ais
di e en es lado a lado, emba açando comple amen e o usuá io do
lis as de equi alen es incluem sinônimos, a ian es e e mos bas an e
dicioná io. Mesmo ao aduzi pa a a língua na i a e conhecendo
pe ei amen e bem a di e ença en e as a ian es p opos as, o adu o
não sabe necessa iamen e qual dos sinônimos é pad onizado e, po an o,
p e e í el.
Nos casos de adução da língua na i a, o adu o em de esol e um
p oblema mui o di ícil de disc imina en e os equi alen es absolu os,
a ian es, equi alen es pa ciais e condicionais ou e mos bas an e di e en es
que mui as ezes são dados em um dicioná io em uma o dem alea ó ia. Em
mui os casos, os e mos ocasionalmen e u ilizados são cuidadosamen e, mas
sem a aliação c í ica, egis ados pelo au o do dicioná io e minológico e
ap esen ados a ian es de adução, o que eu ge almen e me e i o como
as
"emba as de iquezas". Faz com que o abalho de adu o seja mui o
di ícil. No caso da adução au omá ica, o na-se ainda mais complicado,
po que en ão a escolha do equi alen e é bas an e o mal - ge almen e o
p imei o é o necido. A compa ação sis emá ica das e minologias nacionais
no p ocesso de c iação de um dicioná io o na-o mais ácil e com esul ados
mais iá eis. Dá a opo unidade de ob e uma imagem cla a das elações
o
sinônimas e quase sinônimas exis en es en e os e mos nas e minologias
nacionais, de escolhe os e mos mais p e e í eis do g upo de sinônimos e de
es abelece equi alen es iá eis a se em u ilizados na adução do g upo de
sinônimos co esponden e e de ga an i a e e sibilidade. Mas o mais
impo an e, ap esen a a opo unidade de minimiza o núme o de equi alen es
do e mo on e, em mui os casos deixando apenas um equi alen e.
In elizmen e, es e p oblema es á longe de se esol ido e as endências a uais
na c iação de dicioná ios dão mo i o de ce icismo.
A úl ima solução é a escolha de uma das línguas exis en es. A globalização da
indús ia, da economia, da cul u a, a é mesmo da ida co idiana esul a na
o mação de no as condições de exis ência e in e ação das línguas
nacionais.
Uma delas é a
dominação de algumas
línguas, escolhidas
o
72 Se giusz G inicwicz I Te minologia na e a da globalização
como meios de
nossos empos de
comunicação
de um dos.
dominação. Há his ó ia
in e nacionais em
línguas de p es ígio: na
Idade Média, o la im e a
uma língua uni e sal de
al abe ização, papel que o
O ien e; nos séculos I e
á abe desempenha a no
XIX, de pessoas educadas
O ancês e a a
língua de odo o mundo.
A Eu opa. Ago a, desde a segunda
me ade do século XX, o inglês es á se
o nando g aciosamen e a língua
Simul aneamen e, o . 'e pode e
dominan e em odo o mundo.
línguas em diminuição. De aco do com
u ilizadas, os cálculos das Nações
Unidas indicam que, du an e o
o núme o de línguas a i amen e
p esen e século, ap oximadamen e 3
2,500
000 das línguas ac ualmen e em
uncionamen o desapa ece ão do uso
ac i o. O Yo pode não conco da
comigo, mas alguns êm poucas
hipó eses de sob e i e . Em mui os
casos, as en a i as eb is de
p a icamen e quase inexis en es
e i e e sus en a as línguas
es ão a alimen a ca alos nacionais
mo os na ealidade.
Na ealidade, no en an o, apenas as
lang ages es ão condenadas a
desapa ece , que já são línguas de uma
aldeia).
êm um uso
( ais casos só
bas an e
limi ado, uma ez que em mui os
signi ica iam
desapa ecimen o
uma mudança
de es a u o
- de diale o da língua, como, em
pa a
odas as apa ições, acon eceu
ecen emen e p oclamado um
com o molda o que oi
diale o do omeno. podemos
obse a bas an e empo
Ao mesmo
empo, o
p ocesso opos o
- alguns diale os, como, po exemplo, o ca alão e o galego na Espanha, o
p o ençal na F ança, ganha am o es a u o de línguas o iciais. Pode
ha e duas causas pa a o desapa ecimen o das línguas nacionais
- o mais na u al é o es ei amen o da es e a de aplicação de uma língua
nacional ans o mando-a em um diale o local e o p óximo é a in luência de
uma língua in imamen e elacionada com o espec o adicionalmen e
amplo de uncionamen o his o icamen e de e minado (como o caso das
línguas uc aniana e bielo ussa que, no inal dos anos 80, es a am sendo
quase comple amen e subs i uídas pelo usso). Segue-se que as línguas
sob e i en es ala ga ão o seu domínio uncional e um núme o de alan es
aumen a á o a dos seus países de o igem.
Os b i ânicos e os ussos
alan es nacionais na i os das
cons i uem mino ias en e os
espec i as línguas.
aplicação nacional de algumas das línguas exis en es, encon amos o
p oblema do seu uso e icaz. E aqui su ge a ques ão da polí ica
linguís ica nacional.
A ualmen e, podemos obse a que algumas das decisões polí icas ela i as
aos no os es ados linguís icos, em azão de azões polí icas apenas
desen ol imen o da língua e, po an o, não podem se omadas a sé io.
momen âneas, êm uma comple a igno ância das endências na u ais do
análise dos p ocessos na u ais de e olução e, em pa icula , da in e ação
Po an o, a elabo ação de ecomendações sólidas e impa ciais baseadas na
in e nacional das línguas o na-se uma necessidade.
IJ e n inologia
[…] 2006 […]
l3
o
Essa ecomendação de e, em p imei o luga , e a e com a
e minologia, po que, em p imei o luga , es a pa e do
ocabulá io pode se mais acilmen e egulada (o léxico
especial é p o a elmen e a única pa e da linguagem que
pode se conscien emen e manipulada e con olada) e, em
segundo luga , po que con ola o ocabulá io especial pode
aumen a mui o o p og esso da ciência e da ecnologia.
Quando alamos de línguas meno es
- e, de aco do com a opinião do p o esso
Pusz ay, exp essa na Con e ência
In e nacional de Ou ub o "Te- minologia
das Línguas Nacionais e Globalização"
(Vilnius, 2006), mesmo línguas com 10
milhões de alan es. na i os de em se
conside ados como al, pelo menos dois
ac o es, na nossa opinião, de em se
conside ados. Em p imei o luga , o núme o
de pessoas que alam línguas es a ais de
es ados meno es, como os bál icos, pode
se subs ancialmen e aumen ado pelas
pessoas de ou as nacionalidades que
adqui em essas línguas.
Em segundo luga , um dos meios mais e icazes pa a e i a o
desapa ecimen o de línguas meno es elacionadas é o seu
desen ol imen o con e gen e, aumen ando as hipó eses de sua
sob e i ência. É in e essan e que as decisões pu amen e polí icas dos
anos in e do século an e io , p oclamando línguas nacionais, o que e am
en ão diale os da mesma língua, o na am di ícil, mas não pude am
o
impedi a possibilidade de comunicação en e os po os do Cen o-Oes e.
Países da Ásia. Mas o que as condições des a o á eis, os desas es
na u ais ou as decisões polí icas desas osas não podem aze , pode iam
se ei os pelo p óp io po o.
- o emp és imo imp uden e e
descoo dinado de línguas
di e en es
- Á abe, usso, inglês,
alemão, pe sa le a a
aumen a as di e enças
o
dos an igos diale os e,
consequen emen e, a
comp eensão mú ua.
A polí ica de con e gência implica que os p incípios já exis en es,
o
emp es ando:
- a ansli e ação é p e e í el
à ansc ição, uma ez que,
hoje em dia, a maio ia dos
emp és imos é e ec uada po
esc i o;
- ao emp es a , p es a a enção à o ma e não ao
signi icado, po que o signi icado (com o
desen ol imen o es á mudando ou mudando o
concei o co esponden e) é mui o mais ácil do que a
o ma;
- pa a ga an i a mais ácil
assimilação dos emp és imos, é
admissí el simpli ica as suas
o mas, e i ando o ag upamen o de
consoan es e os hia os de ogais que
| 4 Se giusz (] iniewicz I Te minologia
na
E a da G[< balisa ion

pode causa p oblemas de p onúncia; adap ação das e minações de modo
a con o ma em-se com os pa adigmas g ama icais acei os; - com os no os
e mos, de em se p e e idas as o mas in e nacionais já exis en es;
- em mui os casos, mo emas g egos e la inos an igos amplamen e
conhecidos pode iam se u ilizados na o mação de no os e mos
nacionais
(G ine , i987); e De em se econhecidos dois
no os p incípios de polí ica linguís ica
coo denada, a sabe :
- de em exis i as mesmas
línguas- on e pa a o emp és imo
em línguas elacionadas;
- as o mas dos emp és imos, se não idên icas, de em se
o mais semelhan es possí eis e, no caso de su ixos
nacionais di e en es, de e ha e uma co espondência
es i a en e as no as pala as e esses su ixos. Os
p oblemas das línguas nacionais dos no os Es ados
independen es o am discu idos de o ma mais
ap o undada no início dos anos no en a nas
con e ências ealizadas na Uc ânia (790, 1991; 1992 Kie ),
onde o
(Che no sy possibilidades de desen ol imen o con e gen e de línguas
elacionadas e mé odos e p incípios e icazes pa a ga an i a coo denação
no desen ol imen o de línguas elacionadas o am analisados e odos
es a am bas an e en usiasmados. In elizmen e, mais a de eles não o am
implemen ados na Uc ânia, o que le ou à si uação a ual de e minologias,
baseadas em alguns casos em á ios p incípios nacionais, mas di e en es
das o mas em ou as línguas esla as, são suge idas pa a a cons e nação
dos especialis as.
As pe spec i as de in es igação e minológica e de ac i idades p á icas
pa a o p óximo século podem se bas an e p omisso as, nas
ci cuns âncias bené icas pa a a elabo ação e aplicação do conjun o de
especí icas.
eg as que conduzem ao con olo do desen ol imen o de línguas
Sob as condições ad e sas, o im do século es emunha á as
in e miná eis discussões sob e os p oblemas meno es da ciência
e minológica, enquan o a opo unidade de con ola a e olução da
e minologia mais u ilizada se á i emedia elmen e pe dida.
Unlanguages elizmen e a expe iência ge al do compo amen o humano
pe mi e con a mais com a a ian e pessimis a da p e isão.
C O NC LUS IONS
Um dos p oblemas linguís icos a uais da
linguís icas. Há ês soluções possí eis.
globalização é a supe ação das ba ei as
- acei a uma língua a i icial como meio de comunicação in e nacional,
adução au omá ica ou do a uma das línguas exis en es de unções
in e nacionais sup emas. Ou a ques ão de ac ualidade é a p ese ação
l5
Te minologia
| 2006
| 13
das pequenas línguas nacionais, que pode se e e i amen e alcançada
pelo desen ol imen o con e gen e de línguas elacionadas. Em qualque
caso, a si uação ac ual exige um es ado bem ponde ado
Polí ica
de linguagem.
RT TREN(E5)
G ine
S.V. […]987:
[…]c ninologi[…]al
emp és imos. Não! Oi en a e oi o, in a e se e e dezesse e.
Ci inc' S.V. 1999: Sob e os
p incípios de melho ia da anslu i g
O dicioná io de Ta minok gical. Sl pskic eu
não sou de aça lu anis czn '. L8a. (em inglês) O Slupsk. 95 105.
TTRMINOTOGIJA (em inglês)
O GIOBAI. IZA(IJOS)
EROJE (em inglês)
S aipsnyje g ildcnami u ini l kalbq e minologi os klausin ai daba ini'mis
globalizacijos sillygomis. Nag ine ami ys poZiu iai!kalbos ba ic q Salinimo p oblemos
sp endimE - op i nalios di b ines a p au ines kalbos suku imas, maiininis c imas i
ienos ii daZniausiai a ojamq kalbq pasi inkimas a p au ine. Analizamos adinamqjq
maZqiq au iniq kalbq iSsaugojimo p oblemos. Ypa ingas demcsys ski ia nas giminingq
kalbq c minijos kon e gencines ple os koo dina imo poli ikos galim bcn. s.
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(Mal b x) Haq 4oHanbHb x
"I3bIKoB. (em inglês) Oco6oe BH . MaHlle yAel e c Bo3Mo)KHoc qM KoopA] H . ponanuoi
oII . K 4 KOHRep e THo o pa3BuT 4 I TepMnHono .{u poncTRe H ,lx :J ,KoB.
Gau a 24 de Ou ub o de 2006
Se giusz , po a o .
G iniewicz (em inglês)
Uni e sidade de Bialys ok
Waska
4, m. 2O, Bialys ok, E-n ail:
15-481, Polónia
[e-mail p o egido]
I6 Se giusz G inieu'icz (em inglês)
I' e minolog na e a da globalização