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Reno a
Requisi os ge ais de
elabo ação de diccioná ios de e minos
ALVYDAS UMBRASAS
Ins i u o das línguas Lie u ių
Apagou-se da República da Li uânia da língua es a al de consumo e
mo 19962005 m. p og ama, mudanças de diccioná ios ju ídicos de p epa ação
ugdy inanciamen o disposições incen i ou es a al Li uânia da língua Comissão
eno a Os equisi os comuns de diccioná ios de e mos, con i mados 1999 m. 9
de dezemb o. Es ado da língua li uana Comissão (en ão ainda à Seimo da
República da Li uânia) de sessão p o ocolá io nu a im. 2007 m. d. oi ado ada
ecomendação No. R-4 da Comissão Es adual de Lí u os sob e os equisi os
ge ais da elabo ação de Dic ioná ios de Te minos (In . p an., 2007, No. 100), que
ecomenda segui os equisi os ge ais da elabo ação de Dic ioná ios de
Te minos ap o ados pela nu a ia p o ocolá ia da sessão do mesmo dia (bem da
base legisla i a do Seimo, eles podem se encon ados ambém no si e da
Comissão Es adual de Li uânia. h p:
www. lkk.l /p og amazod eikynu-ala imai.h ml). Compa ado com anks esnias,
os no os Reikala imai são mais de alhes, mais es u u izui i eles cons i uem 35
a igos, ag upados em 8 ski snios. Reckū us independência oi expulsa bas an e
mui o mui os de á ias á eas e čiamųjų e minų žodynų, po ém mui o sen ida
a al a de aiškinamųjų žodynų, po an o Vals ybinė lie u ių kalbos komisija
ago a es imula a p epa a aiškinamuosius e čiamuosius e minų žodynus, cujo
p imei o língua são lie u ių. Requisimai p epa a i u in isso em men e. O
a igonyje e is e-se de elhos Reikala imen os e omadas e no o o muladas
disposições, ap esen am-se seus comen á ios, dando-se exemplos de
de iciências de pala as. Disposições ge ais (I). Te minos ecomenda-se guia -se
po equisi os comuns da elabo ação de diccioná ios de e minos a odos os
e minos diccioná ios, mas, no en an o, Requi a imai mais o ien a -se a
diccioná ios encomendados da Comissão Es adual da Lí u ianidade, p epa ados
de aco do com a Resolução do Go e no da República da Li uânia de 2004 d. 15 de
se emb o No. 1177 ap o ada P og ama de no mização, consumo, ugdymo e
sclaidos2006-2015 (Žin., 2004, 140-51 e imo) p epa ados de aco do com a a aliação de
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Te minologija | 2008 | 15 217 syk les, ap o ado pela Comissão Es adual da língua
li uânica em 3 de junho de 2004 n. n. N-8 (97) Sob e a ap o ação das eg as de
a aliação dos Te minos lexynos (Žin., 2004, 92-3395).
diccioná ios gŽodyno (II). Espe a-se que pa a o g upo de elabo ação de
diccioná io, sem sujei o s i as specialis as, osse incluído e lbinis a
e minologo ou ou o e minologias p incípios conhecendo conhecendo
especialis as da língua Li uânia. O dicioná io pode p epa a e uma única pessoa
adequadamen e não só sujei amen e, mas e linguis icamen e p epa ada.
Disposições de o mação de g upo de p epa ino de dicioná io em subs ância não
mudičia, se necessá io em ela o e ece-se inclui e especialis as de línguas
es angei as. P e e u íssima expe iência de abalho de e minologia dos
o ganizado es. Ela ausen e, colabo a k ies ini pessoas mais expe imen adas. A
p á ica mos a que mui as ezes a qualidade de e mos de diccioná ios so ecia de ido ao insu icien e e minologia e e minog a ia p incípios de conhecimen o.
Te minų kū imas i no minimas (III). Compa i com anks esniais Reikala imais,
ski snis ge okai de alesnis. Os mais impo an es e mos c iam-se e no minam-se
guiando comuns p incipais e minologias e no minamen o c i é iosis: eg asidade,
p ecisão, sis emicidade, cons ância, da ab icação con o o, pu eza, b e idade,
es ilis ino neu alidade e k . Os c iado es de diccioná ios de e mos são
pa icula men e impo an es pe cebe em que eles não só in en o izam e mos,
mas ambém con ibuem pa a a sua no mminhação e sis ema ização. Isso eque
pelo menos um mínimo de p epa ação eó ica (p a aduzi ia, po exemplo, K.
Gai enio monog a ia Lie u ių e minologija: eo ias e manejo de es e as (Vilnius,
2002)). Ao ola o diccioná io ambém é mui o impo an e usa on es con iá eis,
especialmen e conside a-se nos diccioná ios de e mos a aliados pela Es adoybinė
lie u ių kalbos komisija (nemaža naujausių žodynų skelbiama Lie u os Respublikos
e minų banke h p:// e minai. lkk.l ). Na u almen e, isso não signi ica que
an e io men e saí am e mos de diccioná ios não podem se mudados, mas é
impo an e e i a e minos não undamen ados kai aliojimo. Rendição de
explica i os dicioná ios, o mulando de inições de e mos, pode explica -se, que
alguns dicioná ios aduzimos su gidos e mos nãoexacslamen e į a dija concei o.
Co slindo e mos ainda assim é p eciso não esquece , que impo an e é e a
cons ância dos e mos. De aco do Requisi os ambém é impo an e obse a das p e e imen os e ecomendações da Es adobbná Comissão Li uãs
(p.g., po consumo de nomes pessoais, di ó cios, e c.). Na escolha de equi alen es
de línguas es angei as con iá eis de em se as on es publicadas nos
espec i os idiomas no es angei o. P ak ika, deja, indica que na Li uânia
saídos diccioná ios às ezes apascen a a i icialmen e de aco do lie u iškų ou
ou os idiomas e minos analogiją suku ų a i ikmenų. Isso não de e se .
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Ou as línguas co espondem à c iação pode se jus i icada exce o no caso,
quando é p eciso in oduzi pecía as concei os usados na Li uânia (p.j.,
legislações). Em ge al os equi alen es não se aduzem li e almen eji ou pan. Às
a i ikmens, negu ku i e minus nebu ėlius. Vals ybinės lie u ių kalbos
ezes melho não submi idos nenhum de ou as línguas a comissão especialis as
ge almen e a aliam apenas lie u iškus dicynų e minus, po an o
esponsabilidade po ou as línguas con o midades con iabilidade é deixada
pa a desen ol edo es e edi o es. Como a i ude nea sagino a ou os idiomas
co esponmenis exemplo pode se mencionado Kaunas uni e sidade de
ecnologia au o es de cole i o (líde e cien í ico edi o us P. Š enčianas)
expos os a Aiškinamąjį šiluminės i b anduolinės echnikos e minų žodyną
(Kaunas: Technologija, 2004), no qual gausu co esponmenų, especialmen e
okiečių, kalba klaidų. Requisi os sucus ais dizemomi e de inções sinais. A
desc ição de e se lu ua uma linguagem egula quan o possí el glausčiau, mas
p ecisamen e p esc i a a essência do concei o e indica dis inguimé ios seus
sinais. Não diccioná ios de ipo enciclopedís ico é p eciso e i a neesminių
coisas. Uma base a ibuídos de inições de concei os de e ia se do mesmo
modelo. Apib ėžian e minus não p ecisa ia mui o guia -se comunicaisiais
ocodynais (p z., Daba inės lie u ių kalbos žodynu), pois nelas ap esen a-se
leksinės eikšmės aiškinimas e necessa iamen e indicam-se odos
e minologicamen e impo an es a ibu os. Planejamen o de Ve odyne (IV). O
Woodynas de e se p epa ado não cao iicamen e, e de aco do de de an emão
susc i ada planą, numačius e apas de p epa ação. É impo an e de an emão
ci cunsc e e , qual se á a so a de ocabulá io, p e e c i é ios de seleção de
e mos (não só o que escolhe , mas ambém o que não escolhe ), não pe dendo de
olhos e es a égia de no minização (juk escolhendo e mos neabejo inai se á
encon e ne aisyklingų ou nãoikslių e minų, sinonimų). Tudo isso depende á e do
ocódino des inação de an emão é p eciso e omenyje ende ea á. Pa a que não
hou esse blaškymosi e odos os memb os do g upo de abalho abalhassem
uni o memen e, necessá io de an emão p e e o e mo a igo sanda ą (čia não
an o impo an e a disposição das pa es, quan o sua escolha, especialmen e se
se az uma base de dadosé), que depende á do ipo de diccioná io. P a a u se ia
de an emão aze p elimina ų sodyno sanda os ap ašą. Cole a de ma e ial,
esc i a do ex o do dicioná io (V). Nesse e an e io (IV) capi ulo (jos não exis iam
nos elhos Reikala imen os) p opõe-se modelo de abalho, i. e. ecomendam-se ce os p epa amícios abalhos de esc i a de dicioná io e pos e io es e apas (xinoma, dependendo da si uação eles podem combina de aco do com necessidades).
Começo do abalho obje i a aze aze ocodyno s i ies e minos on es de
li uânicos e es angei as línguas lis a. É mui o impo an e os e mos
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Te minologia | 2008 | 15 219 čiau saídos diccioná ios ou bases de dados de e mos
acessí eis à in e ne (às ezes disso abusua-se e são pe mi idos quase nada
de no o e minog a ia nãouodan es diccioná ios), mas pa icula men e mui a
a enção de e se a ibuída a mais ecen es e ac uais publicações de eo ia e
p á ica daquela á ea, guiêli, e c., po que nelas neabejo inai ha e
e minog a ías ne ixuadas. É impo an e não esquece š i e s i ies e minos
pad ões. Pa a que os e mos das on es sejam ecolhidos o mais comple o e
sis emá ico (pelo escopo p e is o), ecomenda-se a á ea subdi idi em
pos iços e e mos ecolhe em g upos emá icos (os memb os do g upo de
abalho de e iam pa ilha não abėcėlės aides, e p ecisamen e pos iços).
Assim cole ou ma e ialá melho e possí eis elacionados e minos aiškos
desiguodumai, mais con o á el esc e e de um concei o de sis ema e minos
de inições. Siūlomi possí eis e apas de abalho: a) compõem-se de cada
sub écio p imá ias lis as de e mos Li u iços (paisoma sis ema e
mik osis emos); b) de inições das e mos o muladas; c) ecolhem
co espondências de e mos em ou as línguas; d) e mos de a igos
p een em ou os elemen os p e is os, azem-se e e ências. P ecisa-se de
alguns es ágios os abalhos podem se ealizados simul aneamen e. Es ágio
inal, decidiendo e minog a iné qualidade, p epa eng i sepa ų pos ičių
e minų s aipsniai jun a am-se em odo, ikiuojami, ik inami, ienodinami,
edaguojami, e ec uama e e odų pa ik a, azem-se odyklės e ou os p epa amo imp udi i abalhos.
escolhe em não só da anksŽodyno composição (VI). A pala a […] é não só abėcėlės
ou de ou a o dem ap esen ada lis a de e mos (žodyno eks as). Sem ele,
p incipalmen e ainda de e se p a a mė e (ou) in odução (muznai esc e e-se só
p a a mė, na qual au o esí disjun u a b e emen e ap esen ado diccioná io,
seu p opósi o, his ó ia de oco ência, esc i a empo empa en a am
di iculdumas, alcança e não alcança obje i os, o ganizado es e pessoas
con ibuídas à p epa ação, p incipais on es usadas, esc i as e k . ; quando
necessá io, especialmen e nos diccioná ios capi alís icos, g e a pode se
o necida in odução mais ampla, na qual analisa-se e minos da á ea e his ó ia
da e minog a ia, discu e-se á ios p oblemas de e mos, e c.).
Pa icula men e impo an e pa e dicodyno sanda os desc ição (ž . VII ski snį).
Se o ex o o usado, são o necidas ab e sho ões e (ou) abb e iunões,
explicações de sinais e símbolos, de em se indicadas e usa on es. Em
diccioná ios aduzidos p e e idau inos odyklės (mais equen emen e elas
são abėcėlinės ou abėcėlinės lizdinės, mas g e a pode se e sis emicas). Embo a
elas e expandi em o ocodyno abs ac ( ai descon o á el), mas ge okai
alaginam o uso-se ocínio, aze-lo uni e salesnije. Ve dade, odyklėmis às ezes nos dicioná ios chamam simplesmen e a i kš iniai dicynėliai (dos odyklės ocupam menos espaço indicam apenas os núme os de páginas ou a igos).
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U ilizimu-se pala a em acili a e ados as us ojamų linguas abėcėlės. Exis e
edleis a de diccioná ios, nos quais não só que al a uma ou ou a pa e (p.ex.,
não há lis a de on es), mas e desses, nos quais, sem ex o de dicioná io, mais
em ge al não há quaisque pa es (p.ex., R. Rakuce ičiaus Lie u ių okiečių
eisės e minųžodynas (Vilnius, 2001)). Tai didelis e minog a ijos p incipų
kalbų e slo i pažeidimas e ais casos não de e ia se .
Se o diccioná io p epa ado de aco do com a P og ama de no minamen o,
consumo, ugdymo e sclaidos da Es a ubine da língua 20062015 m. e (o ) é a aliado
pela Es a ubine das línguas li uanias comissão, Reikala imuose es ão
p e is as ce as s anda diniai egis os. A aca-se a a enção, que
sepa adamen e de e se indicado ling inis a e minologas e ecensen es.
Sanda a Ve dyno (VII). Es a é a maio e bem a mais impo an e seção
Requisi os, onde se discu em os assun os de composição do ex o do
diccioná io (eles de em se explicados na ap aça sanda os do diccioná io).
Ve odyne e mos ap esen am-se a igos, que podem se ag upados niddas. A igos ou lisdas ge almen e
ikiuam abėcėlės o dem (lizdo iduje ūšiniai e po ūšiniai e mos podem se ikiuados ainda e de aco do a
hie a chiją; ikiuojando compu ado em é impo an e es abelece os adequados pa âme os da linguagem).
Te minog a ia, susiklos é adição lizdą cons i ui não segundo o sis ema de ipos concei os (no s de o mui o
nenu ols ama), e segundo o malius odiklius lizdo sub i lei o é g ama icamen e em p incipal lizdą incluídos
conjun os de pala a1 (daik a a dis). Ou as pala as das pa es da língua (p.j., a ibu os) lizdų i ulação
pala as ge almen e são le an adas em comunsões aduzidoosios dicioná ios, e e minų dicioná ios isso não
ca ac e ina e é neska in ina (de pa e pode jus i ica -se neben nos didomuosios dicioná ios de e mos),
embo a ais casos haja (p.j., assim se az no V. Bi inai ės Mokoma English Language Te ms Dic iona y (Vilnius,
1997) a aliado pela Comissão de Di ei os da Lí u ia. Também pa a uma lizdă não auk ini giminês e ūšies
elações nesusiję e mininai i aš inis daik a a dis lizde não de e ia se conjuninio pe enomasis dėmen o
(caim é o necida, po exemplo, A. Žiu lio compiladoame Teisinių e minų žodyne (Vilnius, 1954)). Rečiau p epa ados
sis emá icos diccioná ios e minos o dem po lemia i es sis ema ica ou o dem es abelecido 1 Są oków
sis ema e ela-se sis emá icos diccioná ios (ka ais e encyclopediniuose). Se sua paisi amos e lizdiniuose
diccioná ios, em lizdą às ezes ek ų inclui ipos concei os į a dijančius, mas di e en esis daik a a džiais
eiškiamus e minus. Isso causel as e minos paeškos keblumos. 2 Mediado e bem complemen ado diccioná io
eaplicadamen e oi edi ado em 2002 e 2008 anos, po ém essas pe missões não o nece conside a s y i à
Es adoybinei lie u ių kalbos komisijai, embo a ap oba a, nesude inus su komisija, g a ada em eles odos.
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Te minologia | 2008 | 15 221 p óp ios o ganizado es. Em odo o diccioná io, é
ob iga ó io segui um sis ema de ap esen ação de a igos de e mos e suas
pa es (excepcionais des iações des a eg a de em se cla amen e mo i adas
na sanda os desc ição). Impo an esíssimas pa es de e mo que azem
a igo são o p óp io e mo, sua de inição e co espondências em ou as
línguas. Reque imen os lis ados mais equen emen e em dicioná ios
oco en es e mos de a igos pa es, eles o ganizado es podem escol i de
aco do necessidades, dicionno ipą e pan. É impo an e que no ex o do
dicioná io os a igos de e mos e suas pa es sejam ap esen ados cla amen e,
de modo que não seja possí el a sua con usão (p. ex., de e ia sepa a
ab e ia u a e símbolos; se cla o de e o limi e das pa es do a igo do e mo
nege ai, quando não se pode en ende , onde es á o e mo, e onde as suas
explicação pala as, juoba que as úl imas diccioná ios às ezes sem
necessidade suki cia am, po exemplo, V. As ausko e k . p epa ados Medicinos
e minos dicodyne (Vilnius 1980, às ezes di ícil sepa i i a e min, sua
sinonímia e explicação). Disposição das pa es do a igo, ca ac e es dis in i os
do ipo de le a de em se explicados sanda os de diccioná io ap axe.
O ganizado es de e mos de diccioná ios às ezes coloca nebliscumos sinónimos
ap esen ação, suas seleção. À Comissão Es adual das Línguas Li uãs ecensua
ap esen am-se diccioná ios e , que às ezes pe sis engiama e sem aiškios
sis ema su ašoma gausybė sinonimų, incluíam a é mo onologiniai ou g a ybos
a ian es, acon ece, que sinônimos esc e em a é dis in as de inições. Woodyne
uma concep oca de e e uma de inição . Se o concei o a osenoja
in oduzida em á ios sinónimos e minos, o de e do eda o do dicioná io é
guiando os p incipais e minologías iselec a (ka a as enka e c ia ) o
ap op iamíssimo e mo e dicioná io lhe o nece p imemência. Toda a
in o mação sob e o concei o e ela in a iando o e mo p incipal (ap e ėž is,
co espondmenys e k .) ap esen a-se num único a igo. Os sinônimos
ap esen am-se em sepa ados a igos de e e ência, i. e. azem-se e e ências
ao a igo p incipal ou a um dos e mos signi ica i os p esen es no a igo
p incipal (quando dize ines sinonimą em signi icado, a e e ência pode se
pa e do a igo). Sinonimos di e enciam-se: se o sinônimo não é conside ado
e o, enc eipiando usada e e ência c ., se o sinônimo é co igido es i amen e,
bū i a ojama ik kaip no minamoji, . y. nuk eip i į eik inesnį sinonimą.
ele é ma cado como não des inado e após o sinal de igualdade indicado a o ino
e mo (n k. =). A aca-se a a enção que a e e ência ê. em Em Zodynas,
especialmen e enciclopedís icos, a e e ência ê. às ezes é usada não uma
signi icação encameiama não só em sinónimos dominan ę, mas ambém em a igo
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ou lizdą, no qual é possí el encon a in o mações mais amplas, onde o e mo
explici ado ou e c. (dažnai assim é ei o quando, quando p amaišiu e mos são
ap esen ados lizdais e abėcėlės o dem, po exemplo, assim é. A Sme onos
Ka ybos žodyne (Vilnius, 1995)). Tal p á ica šalin ina e e ências de e se
umaa eicšmės, sendo o caso, como e e ência em ais ocasiões pode se usada
odyklėlė () ou k . Em ge al é melho não aze mui as e e ência de signi icado di e en e (a menos que isso osse necessá io). Todas as e e ências e seu sis ema de consumo de em se explicadas na desc ição sanda os do ocabulá io.
No a igo p incipal sinónimos ecomenda-se inclui g e a i ulação e mo
(ski i kableliu) ou, se sinónimo em signi icado do e mo, po signi icado
aiškinimo (su pažyma sin.) Ne eik ini sinónimos no a igo p incipal ne ašomi.
De ou os sinônimos no a igo p incipal ambém endem a não mencioná-los
odos, e o nece só os melho es, empadčiausius (likę ap esen ados
e e odiniais a igos).
Nepainio inos e mos de signi icâncias e homoniminiai e mos. Reikšmes
e minog a ijā é habi ual nume a e ap esen a num único a igo, homonimus
em a igos sepa ados. Não é ecomendado o nece kablia aškiu ou de ou a
o ma sepa ados po eikšmių. Cada signi icado e mo de inida ina como
sa a ankiškas unidade sua de inição de e se aiški omada sepa adamen e dos
ou os signi icamen os. Nem bem, quando, po exemplo, a segunda signi icação
o mulada usando subs i ucinius į a džius, i. i. esc e em assim, como se osse na
p imei a signi icação pasaky ų coisas con inuação ( okių aiškinimų esama, po
exemplo, R. Čiuko e k . pa eng ame Teks ilės e minų žodyne3 (Kaunas, 2001)). Kuo
sa a ankiškiau de ini cada signi icado es imula dicynas compu ado izando,
dação em bases de dados de e mos. A im de indica mais con enien emen e os
concei os ligados e os elemen os dos a igos de e mos que os nomeiam, os
signi icados nas bases de dados ends ama a ap esen a em a igos sepa ados
( ais az-se, po exemplo, na mais an iga base de e mos do Ins i u o de
Ma emá ica e In o má ica h pwww. e minynas.l e Banco de Te mos da
República da Li uânia), po an o, as de inições dos e mos êm de se sepa adas
uma da ou a, es u u adas e le an adas na base de dados. Quando as
co espondências dos signi icados de e mo em línguas es angei as não
coincidem, eles ambém p ecisam se sepa ados ap esen a a cada signi icado
sepa adamen e. Se as co espondências de signi icados coincidi em, podem se
ap esen adas num só luga (comum pa a odo o a igo). A a ual p á ica de
esc i a de diccioná ios mos a que à co espondemão da di isão po signi icados
a enção é dada demais pouco incoma eikšmių e minų co espondemens em diccioná ios às ezes são ap esen adas jun as, po an o diccioná io lei o as podem se enganadas.
3 P z.: pneuma ico anspo eas 1. ma e iais anspo im amzdynais a s o e. 2. al equipamen o de
anspo e; uščia idu is pluoš as 1. amzdelio o mas gija ou laukelis. 2. desses pelukelos aibé.
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Te minologia | 2008 | 15 223
Se a pala a singula iskai a e plu aliskai a são e mos sepa ados,
Reikala imen os eles são o e ecidos ap esen a em a igos sepa ados, e
lizdiniame joodyne e sepa ados lizdais. Nos ou os casos, quando os e mos de
espécie êm o ma unisci a e plu ali a, eles são ap esen ados num só lizde4.
Sabe-se que sinônimos co esponden es de uma língua ikiam po
impo ância p imei o esc e e-se aquele a quem é dada p io idade (não é
ecomendada delas o nece mui o mui o). P óximo às con o midadeas pode
se adicionado a osena di e enças mos an es ma cações. Como e
an e io es Reikala imen os, giminês e co espondências de línguas que
possuem ca ego ia de núme o ecomenda-se o nece com g ama ológicas
giminês (m, , n), caso necessá io e com plu alissai os (pl), ma cas. Requisi os
ambém isa sujuinida conhecimen os de linguagem de co espondências de
ocynas. Jas ecomenda-se usa d i aides de aco do Li uânia ado ado
in e nacional pad ão LST ISO 639-1: 2003 Calbų pa adinimų códei. Pa e 1.
D i aidžiai códigos: de ( okiečių k.), en (anglų k.), ( acūzų k.), u ( usų k.) e k .
Acon ece que nos dicioná ios abusa-se de skliaus os, neles é o necida á ias
in o mações, às ezes em um a igo a as am-se di e en es concei os
adian ando e mos, subspliauciam-se sinonímia ou acul a i us e minos
dėmenys (não só Li u iškų e minų, mas e a i ikmenų). Tais con usões não
de em se . Deseja-se que skliaus ų, se eles o em necessá ios, o uso osse
uni eicšmis e explicado sanda os do ocodyne ap axe. Não de em se
escliaus os ap esen ados aqueles assun os pa a os quais nas Requisimensas
ecomenda-se ou a o dem de ap esen ação (p.g., sinônimos). Se o
necessá io, usam-se lauž iniai skliaus ai [ ] nelas ab e iadamen e pode se
indicada a on e (p.g., de ini ions). Di e en emen e do que em aduziaosios,
expliciaomiosios diccioná ios g e a o e mo skliaus os não de e se de
explica i os pois pa a isso há de inição ( es es casos exis e, po exemplo, N.
Juškai ės, S . Keinio, K. Sakalausko Aiškinamajame geležinkelių anspo o
e minų žodyje (Vilnius, 2006)).
Como já é habi ual, nos diccioná ios lie u iški e mos de em se suki čiuo i. Ki čiuo i não p ecisa só ne eik inos e
indicomiais e e odínios a igos e minos, bem como e minos dėmenimis einan es se iços de pala as. Rodyklių
ki čiuo i dis inguem, po an o K. Daukšo, J. Ba kausko, V. Daukšo e k . Os e mos de química no diccioná io de
4 P z., cuk us, kaip įp as inis sacha ozės pa adinimas, i cuk ūs, kaip bend as sacha idų pa adinimas, y a
explicação (V., 2003) são ap esen ados sepa adamen e, e os e mos de espécies que se dis inguem po núme o com
dėmenimis banga e ondas V. Palenskio, V. Valiukėno, V. Žalkausko e P. J. Žilinsko no diccioná io de e mos ísicos:
línguas li uanas, inglesas, p ancūzas, okiečių e usas (V., 2007) são ap esen ados num mesmo lizde. Pa eikimas
pô ido, po que na p imei a edição do dicódio de e mos de Fisicos ( y . ed. P. B azdžiūnas, V., 1979) e am azidos
sepa ados lizdas.
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não é necessá io. En e ou as on es, ki chiuojando guiama
ecomendações da Es a ubina Comissão das línguas li uãs (aí é dada
p io idade) e Daba inės lie u ių kalbos žodynu (no a edição!). Se possí eis
á ios a ian es de ki čiação, é usado o p imei o. Casos ambiguiskús ou
dispu í inos podem se suge idos conside a em da Comissão Es adual de
Lí u ios da língua Ta ies e ki čia imo subcomisei.
Como e na linguagem da ciência, Requisamimen os ecomenda-se
p e e ência p es a a o iginais e minos dėmenims co endocias
o mas de e dadei os nomes (excep uando casos adicionais). Os
e mos com o mas adap adas ap esen am-se e e odiniais a igos de
aco do ge al e mos de ikiação.
Assim, sanda os ocabulá io ap axe de e se explicado: e minos ikiação e
(o ) g upa imas; conjuna a e mo a igo, seus elemen os de ma cação,
g a icos de di isão e dis in ó ios aços de on e; ap esen ação de
signi icados e homónimos; ap esen ação de sinónimos; sis ema de
e e odas; e minos com nomes e i iciais pa eikimas e k .
Kompiu e inė a kyba (VIII). Dado que as possibilidades de ges ão de dados
de ocabulá io de e mos em ichei os de ex o são limi adas,
ecomenda-se u iliza bases de dados compu ado izadas ou pelo menos
abelas elec ónicas. Assim man idos dados con enien emen e ikia ,
ag upa ou il a de á ios aspec os, mais ácil de encon a e emi i
dispa odumas. Como e nas Requisi ões an e io es, a ende-se que odos os
sinais usados no dicioná io enham o co e o código ele ônico (isso é
pa icula men e impo an e quando os dados de di e en es dicioná ios
são pos os em uma única base ele ônica). De ido a possí eis mais
con enien es ocas de dados ecomenda-se usa Palemono š i ą.
Têm se obse omasi p e is os š i os. Não pode se imo i uadai em uma
pala a usados di e en es š i ų sinais, ambém nãopainio inas
isualmen e su ampanças la yniškos e ci ilicos le a, po que elas em
di e en es códigos.
Reco da-se que no ex o de e se usado egula es sinais de o og a ia e
des iliação (deja, kabučių, b ūkšnio e b ūkšnelio esc i a alguns ainda pa a
alguns causa di iculdades).
An es o necendo diccioná io a alia aos especialis as da Comissão
Es a ubina das línguas li uanas e conside a s y i Subcomise da
Te minologia, p epa a publybinio make ą ne ikslinga, pois, pa isius
diccioná io de aco do ecebido ano ações, make ą pode ek i eda y i.
Al ydas Umb asas | A naujin iTe minųžodynų engimo...