5Te minologia | 2017 | 24
P agma ics o de eloping
um glossá io e minológico: UNESCO […]s
Glossá io de Go e nança da In e ne
BLANCA STELLA GIRALDO PEREZ
INFOTERM (Cen o In e nacional de In o mação em Te minologia) PALAVAS-CHAPEL:
glossá io e minológico, comunicação especializada, di isão digi al, me odologia do
Glossá io de Go e nança da In e ne (IGG), p incípios e mé odos e minológicos, con eúdo
1. An eceden es da In e ne
O ápido desen ol imen o das ecnologias da in o mação e da comunicação
(TIC), as c escen es sociedades do conhecimen o e o objec i o polí ico de
eduzi as di isões digi ais de odos os ipos são ques ões impo an es na
agenda dos deciso es da indús ia, da adminis ação pública e do mundo
académico. Pa a melho a a e iciência e a e icácia da comunicação
especializada e da pa ilha de conhecimen os, é necessá ia a a ualização dos
mé odos e concei os exis en es pa a no os mé odos e aplicação de
e amen as. Exis em á ias p opos as pa a o desen ol imen o de
e amen as de conhecimen o que con ibuam pa a a c iação de con eúdos
adequados que possam se eu ilizados, eap o ei ados e en iquecidos,
omen ando ao mesmo empo a in e ope abilidade e a sus en abilidade. Os
glossá ios de idamen e desen ol idos são e amen as básicas pa a
ala anca a e iciência e a e icácia da comunicação especializada e da pa ilha de conhecimen os.
Pa a en ende a elação de um glossá io e seu alo pa a a di isão digi al, é
necessá io sabe sob e a di isão digi al e as ques ões que ela comp eende.
No seu signi icado ge al, a "di isão digi al" e e e-se ao osso en e a
demog a ia e as egiões que êm acesso às TIC mode nas. Andy Ca in (2000)
a i mou: "A di isão digi al é uma das ques ões mais impo an es de di ei os
ci is que en en am a nossa mode na economia da in o mação". No
en an o, o acesso à In e ne , à In o mação e às TIC não se e elou se
su icien o educe he digi al di ide, which as Ca in highligh ed, is
ambém sob e con eúdo, al abe ização, pedagogia e comunidade. Hoje em
dia, ai a é além des as dimensões. A exclusão digi al az pa e de uma
di isão mais ampla que con ibui pa a a exclusão social e económica das pessoas. Múl iplos
6 0 Blanca S ella Gi aldo Pe ez P agmá ica pa a o desen ol imen o de uma e minologia
glossa y: UNESCO’s In e ne Go e nance
Aspec os de glossá io: económicos, geog á icos, linguís icos, de géne o, e c.
[…] (Pa u, em 2008). Como uma ques ão social, a di isão digi al es á se
mani es ando em á ias o mas di e en es, que di e en es pa es
in e essadas e o ganizações públicas ou p i adas en am supe a . No
en an o, "o echamen o da di isão digi al não se á su icien e pa a echa a
di isão do conhecimen o pa a o acesso a conhecimen os ú eis e cul u almen e
ele an es é mais do que uma ques ão de acesso à ecnologia". (ibidem)
[…]O ganizações in e go e namen ais, como a UNESCO, e o ganizações globais,
como a Co po ação da In e ne pa a Nomes e Núme os Assignados (ICANN),
além de o ganizações egionais, o ganizações não go e namen ais (ONGs) e
ou as, es ão des acando o papel indispensá el das línguas na cons ução de
sociedades do conhecimen o inclusi as. Cada língua o e ece um es emunho
único do gênio cul u al da sua ci ilização e con ibui pa a o pa imónio mundial,
pa a não menciona o seu papel c ucial na cons ução do diálogo in e cul u al,
da econciliação e da paz. (UNESCO em 2017)
A mensagem da UNESCO aqui: "Num mundo globalizado com sociedades
in e conec adas, o diálogo in e cul u al é i al se quise mos i e jun os
econhecendo a nossa di e sidade. Num mundo ince o, o u u o das nações
depende não apenas do seu capi al económico ou dos seus ecu sos na u ais,
mas ambém da sua capacidade colec i a de comp eende e an ecipa as
mudanças no ambien e - a a és da educação, da in es igação cien í ica e da
pa ilha de conhecimen os. (Wikip og ess knowledgebase n.d.) Po an o, a
concepção de es a égias que con ibuam pa a eduzi a di isão digi al, bem
como a de inição de p incípios que a e am a sociedade da in o mação,
semp e o am ópicos p incipais dos p og amas e a i idades da UNESCO.
Os ela ó ios es a ís icos ge almen e indicam um aumen o dos usuá ios da
In e ne e da pene ação do me cado ecnológico. As Es a ís icas Mundiais
da In e ne o necem in o mações es a ís icas ú eis sob e os usuá ios da
In e ne no mundo. O Global Digi al Snapsho o nece indicado es
es a ís icos-cha e pa a os usuá ios mundiais de In e ne , ecnologia mó el e
mídia. A maio ia des es núme os mos a endências c escen es e p e ê
mudanças su p eenden emen e ápidas nos p óximos anos. A mudança
acele ada não oco e uni o memen e em odos os sec o es, como de e ia
se . A pa i dos núme os ap esen ados pelo es udo da Unidade de
P ospecção Cien í ica (STOA) sob e a "igualdade linguís ica na e a digi al"
sob e o ní el de apoio à adução au omá ica (TM) po língua, apenas poucas
línguas se bene iciam de so wa e e ecu sos de boa qualidade em ce as
á eas de aplicação, enquan o o es o das línguas não em so wa e ou ecu sos pa a supo e a TM. Mesmo a maio ia das línguas u ilizadas na União Eu opeia não goza de igualdade de
1Te minologia | 2017 | 24 opo unidades no que diz espei o à in o mação,
comunicação e pa ilha de conhecimen os que é necessá ia no nosso mundo
globalizado. Embo a o mul ilinguismo seja um dos maio es a i os da Eu opa, é
ambém um dos desa ios mais subs anciais pa a a c iação de uma UE
e dadei amen e in eg ada. Ap oximadamen e 80 línguas são usadas na UE, e as
ba ei as linguís icas êm um e ei o p o undo, não apenas no es abelecimen o de
uma iden idade eu opeia comum, mas ambém no es udo publicado pela STOA em
wo ke mobili y and c oss-bo de e-comme ce, ade and public se ices. This
ma ço de 2017, que aça o su gimen o de no os a anços ecnológicos, baseados
no aumen o do pode compu acional e no acesso a big da a, a a és dos quais as
ecnologias de linguagem humana (HLT) es ão se o nando uma solução eal pa a
supe a as ba ei as linguís icas. No en an o, a maio pa e do p og esso
écnico a é ago a em sido com apenas uma língua, o inglês. (Pa aki, Dawood
2017)
Não só a MT, mas ambém odas as á eas que cob em a in o mação e a
comunicação es ão sujei as ao ápido c escimen o da In e ne e das TICs que
azem no as opções pa a acessa , p ese a , c ia e compa ilha in o mações
e conhecimen os. Compa ilha implica disponibilidade pa a pessoas com a
possibilidade de e impac o global. Consequen emen e, a in o mação e o
conhecimen o de em es a igualmen e disponí eis pa a as comunidades com
línguas especializadas al amen e desen ol idas, bem como pa a as comunidades
com línguas e e minologias especializadas menos desen ol idas. No seu
desen ol imen o inicial, a In e ne e a equen emen e a aliada de uma
pe spec i a ecnológica. No en an o, du an e a úl ima década, ou as ques ões,
mui as ezes quali icadas como "sua es", su gi am com oco em ópicos como
di ei os humanos, democ acia, p i acidade, equidade social, inclusão, c iação de
con eúdo local, in e dependência e ou os aspec os cul u ais, educacionais,
econômicos e polí icos do uso da In e ne . Essas discussões êm sido em cu so
desde a c iação do Fó um de Go e nança da In e ne (IGF), que esul ou das duas
Cimei as Mundiais sob e a Sociedade da In o mação (WSIS em Geneb a, 2003 e
Tunis, 2005) e do P ocesso de Re isão da WSIS+10 e dos esul ados. Nes e con ex o,
a "linguagem" é cada ez mais econhecida como uma ques ão, uma ez que a
u ilização da língua hoje é al amen e apoiada pelas TIC e pela In e ne . Po an o, a al a de e minologia ele an e a e a indi e amen e as di isões digi ais e de conhecimen o.
Hoje, a comunidade in e nacional em á ios mecanismos de múl iplas pa es
in e essadas pa a o diálogo e a implemen ação de soluções pa a ques ões de
go e nança da In e ne . Os e en os da WSIS e do IGF pe encem a alguns dos
p incipais. Pa a pa icipa em p ocessos in e nacionais de múl iplas pa es
in e essadas, os países e os seus ep esen an es nacionais ambém p ecisam
de es a equipados com e amen as linguís icas que acili em a comp eensão,
a coope ação e a coo denação. Um dos úl imos são os mecanismos de pa ce ia
mul ipa idá ia em ápido c escimen o elacionados à go e nança da In e ne . (In o e m, Unesco, ICANN 2017: 12)
6 Blanca S ella Gi aldo Pe ez P agmá ica pa a o desen ol imen o de uma e minologia
glossa y: UNESCO’s In e ne Go e nance
Glossá io
Em ge al, quando são desen ol idas e amen as linguís icas pa a
di e en es comunidades, as TIC assumem a lide ança e o desen ol imen o dos
aspec os ecnológicos em p io idade. Mas, no que diz espei o às
e amen as linguís icas, o desen ol imen o de con eúdos e os ecu sos
es ão na angua da. Exemplos de ecu sos linguís icos são: co po a esc i os
e alados, léxicos compu acionais, bancos de dados de e minologia, cole a e
p ocessamen o de dados de ala, e c. As e amen as de so wa e básicas
ambém são impo an es pa a a aquisição, p epa ação, ecolha, ges ão,
pe sonalização e u ilização des es ecu sos linguís icos e de ou os ipos de
con eúdos. No en an o, como a u ilização da linguagem hoje é al amen e
apoiada pelas ecnologias da in o mação e comunicação (TIC) e pela In e ne , a
al a de e minologia ele an e, indi e amen e, mas ine i a elmen e,
es abelece di isões digi ais e de conhecimen o, que podem se mani es a de
ogy planning, ins i u ional capaci y building and e ec i e coo dina ion
manei as di e en es. Há, po an o, necessidade de mecanismos e minais
con ínuos a ní el egional e nacional. (Ve : In o e m, Unesco, ICANN 2017)
Assim, o desen ol imen o de e minologias que con ibuam pa a o
in e câmbio de in o mações, conhecimen os e pa a a pa icipação a i a em
discussões comuni á ias especializadas cons i ui não só uma g ande
opo unidade pa a os u ilizado es de línguas menos desen ol idas, mas
ambém pa a o desen ol imen o de con eúdos es u u ados com is a à
in e ope abilidade e à sus en abilidade. Exis em á ios p odu os com
e mos que ep esen am concei os como esau os, dicioná ios, bases de
dados, glossá ios. Um glossá io é um ipo de ecu so e minológico cujo alo depende do obje i o e da o ma como é desen ol ido.
Em e mos ge ais, um glossá io, ambém conhecido como ocabulá io ou cla is, é
uma lis a al abé ica de e mos em um de e minado domínio de conhecimen o com
as de inições desses e mos. Um glossá io básico é um glossá io simples ou
dicioná io de de inição que pe mi e a de inição de ou os concei os, especialmen e
pa a ecém-chegados a uma língua ou campo de es udo. Con ém um pequeno
ocabulá io de abalho e de inições pa a concei os impo an es ou
equen emen e encon ados, ge almen e incluindo exp essões idiomá icas ou
me á o as ú eis em uma cul u a. (Wikipedia)
Exis em di e en es ipos de glossá ios: monolingual, bilíngue (ge almen e
uma lis a de pala as com equi alen es e explicações em ou a língua) e
mul ilíngue. Alguns deles podem inclui imagens ou símbolos pa a
ep esen a concei os. Exis em ambém glossá ios na o ma de um
ocabulá io, incluindo de inições dos concei os.
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Tais glossá ios são ecu sos aliosos pa a en ende a e minologia de um
domínio ou assun o especí ico. Se o em o ganizados de aco do com esse
conhecimen o de domínio ou assun o, podem se mais ú eis pa a os
u ilizado es ap eende em os concei os. O seu alo o na-se mais
p oeminen e nos no os domínios especializados, cujo ápido desen ol imen o
exige soluções p á icas que possam se pos e io men e pa ilhadas,
ac ualizadas, eplicadas ou melho adas de aco do com as necessidades dos seus u ilizado es.
[…] uma língua que es á a asada na sua e minologia pa a um de e minado
domínio ou em mui os domínios, co e o isco de pe de a capacidade de se
comunica em di e en es domínios emá icos dessa língua ao longo do empo.
Uma comunidade linguís ica cuja língua não desen ol eu e minologias
cien í icas e écnicas é ine i a elmen e o çada a usa alguma ou a língua
es angei a mais desen ol ida pa a comunicação em domínio emá ico. (UNESCO
2017) Depois de e esboçado algumas das ques ões elacionadas com a di isão
digi al e o papel de um glossá io, es e a igo p e ende esumi os p incipais
aspec os sob e a me odologia pa a o desen ol imen o do Glossá io de
Go e nança da In e ne (IGG) e des ina-se a aumen a a conscien ização sob e as
di e en es possibilidades ao planea e desen ol e es e ipo de ecu so
linguís ico, bem como o uso po encial que pode e pa a "planejamen o
e minológico con ínuo, cons ução de capacidades ins i ucionais e mecanismos
de coo denação e icazes a ní el egional e nacional". Também p e ende pa ilha
a expe iência do IGG, que pode se ampliada ou eplicada po ou as comunidades
que não gozam das possibilidades de pessoas com línguas especializadas
al amen e desen ol idas. Ao mesmo empo, pode se um exemplo pa a mui as
comunidades que não pa icipam em p ocessos mul ipa idá ios de ido à al a de
e minologia em no os domínios ou en e no os domínios. Nes e aspec o, os
países e comunidades de língua á abe êm a ualmen e opo unidades limi adas
pa a se en ol e plenamen e em diálogos cons u i os e ações conjun as em
p ocessos mul i-pa idá ios de ido ao uso inadequado de e amen as
linguís icas de apoio. Po an o, são necessá ias soluções pa a o alece a
e minologia écnica na língua á abe pa a acili a o diálogo sob e o uso do á abe
na In e ne , de o ma e icaz, e icien e e coo denada. Os pa cei os en ol idos no
p oje o IGG conco dam comumen e que a In e ne de e se i a odas as
pessoas em odo o mundo. (In o e m, UNESCO, ICANN 2017: 12) Finalmen e, es e
a igo é uma opo unidade pa a alcança um público mais amplo e mos a as
ações que g andes o ganizações como a UNESCO e a ICANN, aqui em coope ação
com a In o e m, es ão emp eendendo pa a cump i suas missões sociais.
6 Blanca S ella Gi aldo Pe ez P agma ics pa a o desen ol imen o de uma e minologia
glossa y: UNESCO’s In e ne Go e nance
Glossá io
2. Resumo da me odologia
The In e ne Go e nance Glossa y Me hodology desc ibes “a amewo k
Es abelece um glossá io á abe de e mos de go e nança da In e ne pa a
apoia o en ol imen o em p ocessos de go e nança e de inição de polí icas
da In e ne po pa e de á ias pa es in e essadas po comunidades de
língua á abe em á ias pla a o mas, incluindo a Cimei a Mundial sob e a
Sociedade da In o mação (WSIS) e o Fó um de Go e nança da In e ne (IGF).
(In o e m, UNESCO, ICANN 2017: 7) Desde o início, o p oje o IGG oi
desen ol ido com o obje i o de o nece aos países e comunidades de língua
á abe um glossá io sob e go e nança da In e ne (IG) jun amen e com uma
me odologia gené ica pa a a c iação ou ha monização de e minologia
baseada em pad ões in e nacionais. No en an o, o e dadei o desa io oi
es a à al u a das expec a i as decla adas de que […][...] os países de língua
á abe usa ão o glossá io de e mos de go e nança da In e ne desen ol ido de o ma colabo a i a, p ecisa e mul i-pa idá ia;
• Ajuda a o mula agendas conjun as, con ibui pa a os p ocessos de
omada de decisões, comunica -se de o ma mais e icaz e enco aja o seu
en ol imen o em mecanismos de IG de múl iplas pa es in e essadas;
• Pa icipa em odos os ipos de p ocessos com múl iplas pa es in e essadas;
• Cons ui capacidades ins i ucionais e mecanismos de coo denação en e
as o ganizações egionais e nacionais que abalham em ques ões
linguís icas, com is a a con ibui pa a a p omoção e o acesso à língua á abe
na In e ne . (In o e m, UNESCO, ICANN 2017: 13) No que diz espei o ao p óp io
glossá io, o am concebidas cinco ases p incipais pa a alcança os
esul ados espe ados:
•[…] Examina […]documen os-cha e[…] pa a […]iden i ica […]concei os-cha e[…]
no […]campo[…] da go e nança da In e ne (IG).
• P epa a iono ad a glossa yo IG e msinEnglish.
•Consul as públicas.
• Localização do glossá io de e mos de IG em á abe e p ocesso de alidação
subsequen e.
• Dis ibuição.
Pa allelly, in ela ion o he me hodology, i was necessa y o ou line
as conside ações p elimina es em qua o g andes ca ego ias: • T abalho
e minológico do pon o de is a me odológico: conside ando o domínio emá ico,
o público-al o e o objec i o do IGG; • Tipos de concepção e planeamen o do luxo
de abalho: adap ação das p incipais ases (de aco do com a ISO 15188: 2001),
eg as das p incipais no mas in e nacionais
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No mas da ISO/TC 37 "Língua e e minologia" e exemplos de
boas p á icas;
• Documen os a se em consul ados pa a a p epa ação do IGG, além de documen os
de pe i os e de polí icas o necidos pela UNESCO: glossá ios exis en es, on es
adicionais, de inição de c i é ios pa a a alia os documen os; • Candida os a
e mos e seus con ex os nos documen os: endo em con a o ipo de in o mação
o necida pelas on es dos candida os a e mos. Fo am iden i icados ês casos:
sem de inição de con ex o, casos de con ex o insu icien e e e mos u ilizados de
o ma inconsis en e em di e en es ex os.
A abo dagem da go e nança da In e ne como um assun o especí ico
ajudou a iden i ica dimensões e concei os básicos ep esen a i os sob
a seguin e pe spec i a:
[…]A ques ão de como a In e ne é go e nada é c í ica. Como ge enciamos es e
p ecioso ecu so global em um impac o di e o em nossas opo unidades
econômicas e sociais no u u o.
O Desa io
A go e nança da In e ne e e e-se aos p ocessos que a e am a o ma como a
In e ne é ge ida.
À medida que os deciso es polí icos e os especialis as écnicos abalham pa a
conec a os dois e ços es an es das nações do mundo, a o ma como a
In e ne é go e nada p o a elmen e e á um impac o na o ma como a usamos e
como ela e olui. [...] A necessidade de c ia manei as cla as e simples pa a que
odos - independen emen e de o igem - en endam e açam pa e de como a
In e ne é adminis ada é c í ica. [...] No mundo das polí icas, a a-se de uma
"abo dagem mul i-pa idá ia". Basicamen e, isso signi ica que odos os que êm
uma pa icipação no u u o da In e ne p ecisam e uma oz em como ela é
adminis ada. (In e ne Socie y) Em esumo, pode-se dize que um campo dinâmico
como o IG so e um ápido desen ol imen o écnico e concei ual. Poli icamen e, é
um domínio al amen e sensí el com mui os e mos con o e sos que implicam
impo ância es a égica pa a a indús ia, a sociedade e as
polí icas/adminis ação pública. Além disso, a dimensão cul u al da In e ne em
um g ande impac o na p ese ação do pa imónio cul u al. Uma ez que o IG é
essencial pa a odos os países e odos os cidadãos, o IGG con ibui pa a
escla ece os e mos undamen ais e acili a uma melho comp eensão pa a odas as pa es in e essadas.
A me odologia de p epa ação do IGG, seguindo as no mas in e nacionais, e e
de se adap ada pa a lida com as ca ac e ís icas acima mencionadas. Com
base no es ado da a e da li e a u a no domínio, oi es u u ado
6 Blanca S ella Gi aldo Pe ez P agmá ica pa a o desen ol imen o de uma e minologia
glossa y: UNESCO’s In e ne Go e nance
Glossá io di idido em se e dimensões: go e nança ge al da In e ne ;
in aes u u a e no malização; dimensão económica; dimensão ju ídica;
dimensão de desen ol imen o e socio-cul u al; Pa es in e essadas e
o ganizações, ó uns, edes, g upos, con e ências, egulamen os e
ins umen os ju ídicos. As o mulações o am elabo adas da o ma mais
neu a possí el do pon o de is a dos g upos de in e esse. Ao mesmo empo,
as en adas do IGG o am o muladas o mais ácil de usa possí el, di igindo-se
a lei o es bem educados. Em ou as pala as, as necessidades dos u ilizado es
médios i e am de se de idamen e conside adas. A go e nança da In e ne
ado ou a abo dagem de múl iplas pa es in e essadas cuja lexibilidade
pe mi e que "indi íduos e o ganizações de di e en es domínios pa icipem
jun os pa a compa ilha ideias ou desen ol e polí icas de consenso".
(In e ne Socie y 2016) Do pon o de is a dos pe i os, es a abo dagem
p e ende basea -se numa sé ie de e amen as ou p á icas, em ez de numa
única solução. Po conseguin e, as ques ões c í icas das pa es in e essadas
i e am de se cuidadosamen e abo dadas, uma ez que não são as mesmas
pa a cada pa e in e essada. Tendo em men e a necessidade de adução, e a
ou o equisi o a se seguido. Isso esul ou em um índice al abé ico como um
buscado ápido p á ico pa a p ocu a os e mos do IGG. Com base nas no mas
in e nacionais e nas melho es p á icas, oi concebida uma me odologia
gené ica ela i a às seguin es ace as: • A aliação e selecção de on es. •
Es u u a odo o campo da go e nação da In e ne em dimensões.
•[…] Abo dagem sis emá ica[…]conce nen e[…]o
[…]desenho[…] da es u u a do glossá io
(mac os u u a), […] das en adas indi iduais do
glossá io (mic os u u a), […] in o mações
elacionadas com os e mos, […] in o mações
elacionadas com a desc ição, […] in o mações adicionais.
• […] Layou ge al […] da […]publicação […]IGG[…]. Po azões p agmá icas, oi
escolhida uma combinação de abo dagens desc i i as e p esc i i as na
sequência da eo ia da e minologia e do abalho e minológico. Es a
abo dagem e e em con a as abo dagens lexicog á icas especializadas que se
concen am na e minologia que oco e na comunicação especializada de um
domínio. Na p á ica eal do abalho de e minologia, dependendo da inalidade,
and he esou ces (in e ms o human esou ces and echnology) a ailable,
cada p oje o eque um luxo de abalho adap ado. As melho es p á icas
ilus am como os in es igado es adap a am de idamen e as eg as das
p incipais No mas In e nacionais da ISO/TC 37 […]Língua e e minologia[…].
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O diag ama a segui mos a o modelo de luxo de abalho do IGG
p oje ado pa a as suas ases de desen ol imen o.
Figu a 1: Modelo de luxo de abalho do IGG
[…][Enquan o] a o mulação das desc ições, oi omado especial cuidado pa a
o nece e e ências c uzadas a en adas concei ualmen e elacionadas. Isso e a
ha monização do es ilo, layou e c. de odas as en adas exigi am uma adap ação
me iculosa das o mulações. (In o e m, UNESCO, ICANN 2017: 24) De a o, um
p ocesso inal pa a conco da com odas as modi icações do Glossá io e pa a
inaliza a desc ição da me odologia oco eu após a e apa 26.
7 Blanca S ella Gi aldo Pe ez P agma ics pa a o desen ol imen o de uma e minologia
glossa y: UNESCO’s In e ne Go e nance
Glossá io
Um ecu so como o IGG "pode se is o como uma inicia i a pa a sa is aze a
necessidade de um planeamen o e minológico con ínuo, cons ução de
capacidades ins i ucionais e mecanismos de coo denação e icazes a ní el
egional e nacional". (UNESCO 2017) O IGG ou ipos semelhan es de ecu sos
e minológicos podem bene icia mui o o en ol imen o e a pa icipação nos
p ocessos de comunicação de países e comunidades com línguas e
e minologias especializadas menos desen ol idas.
A es e espei o, é p eciso dize que a demanda po qualidade de con eúdo
e cu ado ia de con eúdo es á se o nando um equisi o c í ico no âmbi o
dos desen ol imen os da In e ne das Coisas (IoT). Em qualque caso, se
o necessá io ga an i uma al a qualidade do con eúdo, de em se
seguidos p ocessos e minológicos de melho p á ica baseados em no mas pe inen es.
SOURCES
Home » Wha We Do » Issues » In e ne Go e nance. – In e ne Socie y.[Online] [Ci ed: Augus 30, 2016.]
h p://www.in e ne socie y.o g/wha -we-do/in e ne -issues/in e ne -go e nance.
We a e social & Hoo sui e. 2017. We a e social Special Repo s Digi al in 2017: Global O e iew. – We a e
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7 5Te minologija | 2017 | 24
TERMINŲ ŽODYNO RENGIMO PRAGMATIKA: UNESCO INTERNETO VALDYMO ŽODYNAS
Spa iin o maciniųi komunikacinių echnologijųplė a,didėjan isžinių isuome-
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Gau a em 2017-09-05
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