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Pragmatics for developing a terminological glossary: UNESCO’s Internet Governance Glossary

Blanca Stella Giraldo Perez

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5Te minologia | 2017 | 24 P agma ics o de eloping um glossá io e minológico: UNESCO […]s Glossá io de Go e nança da In e ne BLANCA STELLA GIRALDO PEREZ INFOTERM (Cen o In e nacional de In o mação em Te minologia) PALAVAS-CHAPEL: glossá io e minológico, comunicação especializada, di isão digi al, me odologia do Glossá io de Go e nança da In e ne (IGG), p incípios e mé odos e minológicos, con eúdo 1. An eceden es da In e ne O ápido desen ol imen o das ecnologias da in o mação e da comunicação (TIC), as c escen es sociedades do conhecimen o e o objec i o polí ico de eduzi as di isões digi ais de odos os ipos são ques ões impo an es na agenda dos deciso es da indús ia, da adminis ação pública e do mundo académico. Pa a melho a a e iciência e a e icácia da comunicação especializada e da pa ilha de conhecimen os, é necessá ia a a ualização dos mé odos e concei os exis en es pa a no os mé odos e aplicação de e amen as. Exis em á ias p opos as pa a o desen ol imen o de e amen as de conhecimen o que con ibuam pa a a c iação de con eúdos adequados que possam se eu ilizados, eap o ei ados e en iquecidos, omen ando ao mesmo empo a in e ope abilidade e a sus en abilidade. Os glossá ios de idamen e desen ol idos são e amen as básicas pa a ala anca a e iciência e a e icácia da comunicação especializada e da pa ilha de conhecimen os. Pa a en ende a elação de um glossá io e seu alo pa a a di isão digi al, é necessá io sabe sob e a di isão digi al e as ques ões que ela comp eende. No seu signi icado ge al, a "di isão digi al" e e e-se ao osso en e a demog a ia e as egiões que êm acesso às TIC mode nas. Andy Ca in (2000) a i mou: "A di isão digi al é uma das ques ões mais impo an es de di ei os ci is que en en am a nossa mode na economia da in o mação". No en an o, o acesso à In e ne , à In o mação e às TIC não se e elou se su icien o educe he digi al di ide, which as Ca in highligh ed, is ambém sob e con eúdo, al abe ização, pedagogia e comunidade. Hoje em dia, ai a é além des as dimensões. A exclusão digi al az pa e de uma di isão mais ampla que con ibui pa a a exclusão social e económica das pessoas. Múl iplos 6 0 Blanca S ella Gi aldo Pe ez P agmá ica pa a o desen ol imen o de uma e minologia glossa y: UNESCO’s In e ne Go e nance Aspec os de glossá io: económicos, geog á icos, linguís icos, de géne o, e c. […] (Pa u, em 2008). Como uma ques ão social, a di isão digi al es á se mani es ando em á ias o mas di e en es, que di e en es pa es in e essadas e o ganizações públicas ou p i adas en am supe a . No en an o, "o echamen o da di isão digi al não se á su icien e pa a echa a di isão do conhecimen o pa a o acesso a conhecimen os ú eis e cul u almen e ele an es é mais do que uma ques ão de acesso à ecnologia". (ibidem) […]O ganizações in e go e namen ais, como a UNESCO, e o ganizações globais, como a Co po ação da In e ne pa a Nomes e Núme os Assignados (ICANN), além de o ganizações egionais, o ganizações não go e namen ais (ONGs) e ou as, es ão des acando o papel indispensá el das línguas na cons ução de sociedades do conhecimen o inclusi as. Cada língua o e ece um es emunho único do gênio cul u al da sua ci ilização e con ibui pa a o pa imónio mundial, pa a não menciona o seu papel c ucial na cons ução do diálogo in e cul u al, da econciliação e da paz. (UNESCO em 2017) A mensagem da UNESCO aqui: "Num mundo globalizado com sociedades in e conec adas, o diálogo in e cul u al é i al se quise mos i e jun os econhecendo a nossa di e sidade. Num mundo ince o, o u u o das nações depende não apenas do seu capi al económico ou dos seus ecu sos na u ais, mas ambém da sua capacidade colec i a de comp eende e an ecipa as mudanças no ambien e - a a és da educação, da in es igação cien í ica e da pa ilha de conhecimen os. (Wikip og ess knowledgebase n.d.) Po an o, a concepção de es a égias que con ibuam pa a eduzi a di isão digi al, bem como a de inição de p incípios que a e am a sociedade da in o mação, semp e o am ópicos p incipais dos p og amas e a i idades da UNESCO. Os ela ó ios es a ís icos ge almen e indicam um aumen o dos usuá ios da In e ne e da pene ação do me cado ecnológico. As Es a ís icas Mundiais da In e ne o necem in o mações es a ís icas ú eis sob e os usuá ios da In e ne no mundo. O Global Digi al Snapsho o nece indicado es es a ís icos-cha e pa a os usuá ios mundiais de In e ne , ecnologia mó el e mídia. A maio ia des es núme os mos a endências c escen es e p e ê mudanças su p eenden emen e ápidas nos p óximos anos. A mudança acele ada não oco e uni o memen e em odos os sec o es, como de e ia se . A pa i dos núme os ap esen ados pelo es udo da Unidade de P ospecção Cien í ica (STOA) sob e a "igualdade linguís ica na e a digi al" sob e o ní el de apoio à adução au omá ica (TM) po língua, apenas poucas línguas se bene iciam de so wa e e ecu sos de boa qualidade em ce as á eas de aplicação, enquan o o es o das línguas não em so wa e ou ecu sos pa a supo e a TM. Mesmo a maio ia das línguas u ilizadas na União Eu opeia não goza de igualdade de 1Te minologia | 2017 | 24 opo unidades no que diz espei o à in o mação, comunicação e pa ilha de conhecimen os que é necessá ia no nosso mundo globalizado. Embo a o mul ilinguismo seja um dos maio es a i os da Eu opa, é ambém um dos desa ios mais subs anciais pa a a c iação de uma UE e dadei amen e in eg ada. Ap oximadamen e 80 línguas são usadas na UE, e as ba ei as linguís icas êm um e ei o p o undo, não apenas no es abelecimen o de uma iden idade eu opeia comum, mas ambém no es udo publicado pela STOA em wo ke mobili y and c oss-bo de e-comme ce, ade and public se ices. This ma ço de 2017, que aça o su gimen o de no os a anços ecnológicos, baseados no aumen o do pode compu acional e no acesso a big da a, a a és dos quais as ecnologias de linguagem humana (HLT) es ão se o nando uma solução eal pa a supe a as ba ei as linguís icas. No en an o, a maio pa e do p og esso écnico a é ago a em sido com apenas uma língua, o inglês. (Pa aki, Dawood 2017) Não só a MT, mas ambém odas as á eas que cob em a in o mação e a comunicação es ão sujei as ao ápido c escimen o da In e ne e das TICs que azem no as opções pa a acessa , p ese a , c ia e compa ilha in o mações e conhecimen os. Compa ilha implica disponibilidade pa a pessoas com a possibilidade de e impac o global. Consequen emen e, a in o mação e o conhecimen o de em es a igualmen e disponí eis pa a as comunidades com línguas especializadas al amen e desen ol idas, bem como pa a as comunidades com línguas e e minologias especializadas menos desen ol idas. No seu desen ol imen o inicial, a In e ne e a equen emen e a aliada de uma pe spec i a ecnológica. No en an o, du an e a úl ima década, ou as ques ões, mui as ezes quali icadas como "sua es", su gi am com oco em ópicos como di ei os humanos, democ acia, p i acidade, equidade social, inclusão, c iação de con eúdo local, in e dependência e ou os aspec os cul u ais, educacionais, econômicos e polí icos do uso da In e ne . Essas discussões êm sido em cu so desde a c iação do Fó um de Go e nança da In e ne (IGF), que esul ou das duas Cimei as Mundiais sob e a Sociedade da In o mação (WSIS em Geneb a, 2003 e Tunis, 2005) e do P ocesso de Re isão da WSIS+10 e dos esul ados. Nes e con ex o, a "linguagem" é cada ez mais econhecida como uma ques ão, uma ez que a u ilização da língua hoje é al amen e apoiada pelas TIC e pela In e ne . Po an o, a al a de e minologia ele an e a e a indi e amen e as di isões digi ais e de conhecimen o. Hoje, a comunidade in e nacional em á ios mecanismos de múl iplas pa es in e essadas pa a o diálogo e a implemen ação de soluções pa a ques ões de go e nança da In e ne . Os e en os da WSIS e do IGF pe encem a alguns dos p incipais. Pa a pa icipa em p ocessos in e nacionais de múl iplas pa es in e essadas, os países e os seus ep esen an es nacionais ambém p ecisam de es a equipados com e amen as linguís icas que acili em a comp eensão, a coope ação e a coo denação. Um dos úl imos são os mecanismos de pa ce ia mul ipa idá ia em ápido c escimen o elacionados à go e nança da In e ne . (In o e m, Unesco, ICANN 2017: 12) 6 Blanca S ella Gi aldo Pe ez P agmá ica pa a o desen ol imen o de uma e minologia glossa y: UNESCO’s In e ne Go e nance Glossá io Em ge al, quando são desen ol idas e amen as linguís icas pa a di e en es comunidades, as TIC assumem a lide ança e o desen ol imen o dos aspec os ecnológicos em p io idade. Mas, no que diz espei o às e amen as linguís icas, o desen ol imen o de con eúdos e os ecu sos es ão na angua da. Exemplos de ecu sos linguís icos são: co po a esc i os e alados, léxicos compu acionais, bancos de dados de e minologia, cole a e p ocessamen o de dados de ala, e c. As e amen as de so wa e básicas ambém são impo an es pa a a aquisição, p epa ação, ecolha, ges ão, pe sonalização e u ilização des es ecu sos linguís icos e de ou os ipos de con eúdos. No en an o, como a u ilização da linguagem hoje é al amen e apoiada pelas ecnologias da in o mação e comunicação (TIC) e pela In e ne , a al a de e minologia ele an e, indi e amen e, mas ine i a elmen e, es abelece di isões digi ais e de conhecimen o, que podem se mani es a de ogy planning, ins i u ional capaci y building and e ec i e coo dina ion manei as di e en es. Há, po an o, necessidade de mecanismos e minais con ínuos a ní el egional e nacional. (Ve : In o e m, Unesco, ICANN 2017) Assim, o desen ol imen o de e minologias que con ibuam pa a o in e câmbio de in o mações, conhecimen os e pa a a pa icipação a i a em discussões comuni á ias especializadas cons i ui não só uma g ande opo unidade pa a os u ilizado es de línguas menos desen ol idas, mas ambém pa a o desen ol imen o de con eúdos es u u ados com is a à in e ope abilidade e à sus en abilidade. Exis em á ios p odu os com e mos que ep esen am concei os como esau os, dicioná ios, bases de dados, glossá ios. Um glossá io é um ipo de ecu so e minológico cujo alo depende do obje i o e da o ma como é desen ol ido. Em e mos ge ais, um glossá io, ambém conhecido como ocabulá io ou cla is, é uma lis a al abé ica de e mos em um de e minado domínio de conhecimen o com as de inições desses e mos. Um glossá io básico é um glossá io simples ou dicioná io de de inição que pe mi e a de inição de ou os concei os, especialmen e pa a ecém-chegados a uma língua ou campo de es udo. Con ém um pequeno ocabulá io de abalho e de inições pa a concei os impo an es ou equen emen e encon ados, ge almen e incluindo exp essões idiomá icas ou me á o as ú eis em uma cul u a. (Wikipedia) Exis em di e en es ipos de glossá ios: monolingual, bilíngue (ge almen e uma lis a de pala as com equi alen es e explicações em ou a língua) e mul ilíngue. Alguns deles podem inclui imagens ou símbolos pa a ep esen a concei os. Exis em ambém glossá ios na o ma de um ocabulá io, incluindo de inições dos concei os. 3Te minologia | 2017 | 24 Tais glossá ios são ecu sos aliosos pa a en ende a e minologia de um domínio ou assun o especí ico. Se o em o ganizados de aco do com esse conhecimen o de domínio ou assun o, podem se mais ú eis pa a os u ilizado es ap eende em os concei os. O seu alo o na-se mais p oeminen e nos no os domínios especializados, cujo ápido desen ol imen o exige soluções p á icas que possam se pos e io men e pa ilhadas, ac ualizadas, eplicadas ou melho adas de aco do com as necessidades dos seus u ilizado es. […] uma língua que es á a asada na sua e minologia pa a um de e minado domínio ou em mui os domínios, co e o isco de pe de a capacidade de se comunica em di e en es domínios emá icos dessa língua ao longo do empo. Uma comunidade linguís ica cuja língua não desen ol eu e minologias cien í icas e écnicas é ine i a elmen e o çada a usa alguma ou a língua es angei a mais desen ol ida pa a comunicação em domínio emá ico. (UNESCO 2017) Depois de e esboçado algumas das ques ões elacionadas com a di isão digi al e o papel de um glossá io, es e a igo p e ende esumi os p incipais aspec os sob e a me odologia pa a o desen ol imen o do Glossá io de Go e nança da In e ne (IGG) e des ina-se a aumen a a conscien ização sob e as di e en es possibilidades ao planea e desen ol e es e ipo de ecu so linguís ico, bem como o uso po encial que pode e pa a "planejamen o e minológico con ínuo, cons ução de capacidades ins i ucionais e mecanismos de coo denação e icazes a ní el egional e nacional". Também p e ende pa ilha a expe iência do IGG, que pode se ampliada ou eplicada po ou as comunidades que não gozam das possibilidades de pessoas com línguas especializadas al amen e desen ol idas. Ao mesmo empo, pode se um exemplo pa a mui as comunidades que não pa icipam em p ocessos mul ipa idá ios de ido à al a de e minologia em no os domínios ou en e no os domínios. Nes e aspec o, os países e comunidades de língua á abe êm a ualmen e opo unidades limi adas pa a se en ol e plenamen e em diálogos cons u i os e ações conjun as em p ocessos mul i-pa idá ios de ido ao uso inadequado de e amen as linguís icas de apoio. Po an o, são necessá ias soluções pa a o alece a e minologia écnica na língua á abe pa a acili a o diálogo sob e o uso do á abe na In e ne , de o ma e icaz, e icien e e coo denada. Os pa cei os en ol idos no p oje o IGG conco dam comumen e que a In e ne de e se i a odas as pessoas em odo o mundo. (In o e m, UNESCO, ICANN 2017: 12) Finalmen e, es e a igo é uma opo unidade pa a alcança um público mais amplo e mos a as ações que g andes o ganizações como a UNESCO e a ICANN, aqui em coope ação com a In o e m, es ão emp eendendo pa a cump i suas missões sociais. 6 Blanca S ella Gi aldo Pe ez P agma ics pa a o desen ol imen o de uma e minologia glossa y: UNESCO’s In e ne Go e nance Glossá io 2. Resumo da me odologia The In e ne Go e nance Glossa y Me hodology desc ibes “a amewo k Es abelece um glossá io á abe de e mos de go e nança da In e ne pa a apoia o en ol imen o em p ocessos de go e nança e de inição de polí icas da In e ne po pa e de á ias pa es in e essadas po comunidades de língua á abe em á ias pla a o mas, incluindo a Cimei a Mundial sob e a Sociedade da In o mação (WSIS) e o Fó um de Go e nança da In e ne (IGF). (In o e m, UNESCO, ICANN 2017: 7) Desde o início, o p oje o IGG oi desen ol ido com o obje i o de o nece aos países e comunidades de língua á abe um glossá io sob e go e nança da In e ne (IG) jun amen e com uma me odologia gené ica pa a a c iação ou ha monização de e minologia baseada em pad ões in e nacionais. No en an o, o e dadei o desa io oi es a à al u a das expec a i as decla adas de que […][...] os países de língua á abe usa ão o glossá io de e mos de go e nança da In e ne desen ol ido de o ma colabo a i a, p ecisa e mul i-pa idá ia; • Ajuda a o mula agendas conjun as, con ibui pa a os p ocessos de omada de decisões, comunica -se de o ma mais e icaz e enco aja o seu en ol imen o em mecanismos de IG de múl iplas pa es in e essadas; • Pa icipa em odos os ipos de p ocessos com múl iplas pa es in e essadas; • Cons ui capacidades ins i ucionais e mecanismos de coo denação en e as o ganizações egionais e nacionais que abalham em ques ões linguís icas, com is a a con ibui pa a a p omoção e o acesso à língua á abe na In e ne . (In o e m, UNESCO, ICANN 2017: 13) No que diz espei o ao p óp io glossá io, o am concebidas cinco ases p incipais pa a alcança os esul ados espe ados: •[…] Examina […]documen os-cha e[…] pa a […]iden i ica […]concei os-cha e[…] no […]campo[…] da go e nança da In e ne (IG). • P epa a iono ad a glossa yo IG e msinEnglish. •Consul as públicas. • Localização do glossá io de e mos de IG em á abe e p ocesso de alidação subsequen e. • Dis ibuição. Pa allelly, in ela ion o he me hodology, i was necessa y o ou line as conside ações p elimina es em qua o g andes ca ego ias: • T abalho e minológico do pon o de is a me odológico: conside ando o domínio emá ico, o público-al o e o objec i o do IGG; • Tipos de concepção e planeamen o do luxo de abalho: adap ação das p incipais ases (de aco do com a ISO 15188: 2001), eg as das p incipais no mas in e nacionais 5Te minologia | 2017 | 24 No mas da ISO/TC 37 "Língua e e minologia" e exemplos de boas p á icas; • Documen os a se em consul ados pa a a p epa ação do IGG, além de documen os de pe i os e de polí icas o necidos pela UNESCO: glossá ios exis en es, on es adicionais, de inição de c i é ios pa a a alia os documen os; • Candida os a e mos e seus con ex os nos documen os: endo em con a o ipo de in o mação o necida pelas on es dos candida os a e mos. Fo am iden i icados ês casos: sem de inição de con ex o, casos de con ex o insu icien e e e mos u ilizados de o ma inconsis en e em di e en es ex os. A abo dagem da go e nança da In e ne como um assun o especí ico ajudou a iden i ica dimensões e concei os básicos ep esen a i os sob a seguin e pe spec i a: […]A ques ão de como a In e ne é go e nada é c í ica. Como ge enciamos es e p ecioso ecu so global em um impac o di e o em nossas opo unidades econômicas e sociais no u u o. O Desa io A go e nança da In e ne e e e-se aos p ocessos que a e am a o ma como a In e ne é ge ida. À medida que os deciso es polí icos e os especialis as écnicos abalham pa a conec a os dois e ços es an es das nações do mundo, a o ma como a In e ne é go e nada p o a elmen e e á um impac o na o ma como a usamos e como ela e olui. [...] A necessidade de c ia manei as cla as e simples pa a que odos - independen emen e de o igem - en endam e açam pa e de como a In e ne é adminis ada é c í ica. [...] No mundo das polí icas, a a-se de uma "abo dagem mul i-pa idá ia". Basicamen e, isso signi ica que odos os que êm uma pa icipação no u u o da In e ne p ecisam e uma oz em como ela é adminis ada. (In e ne Socie y) Em esumo, pode-se dize que um campo dinâmico como o IG so e um ápido desen ol imen o écnico e concei ual. Poli icamen e, é um domínio al amen e sensí el com mui os e mos con o e sos que implicam impo ância es a égica pa a a indús ia, a sociedade e as polí icas/adminis ação pública. Além disso, a dimensão cul u al da In e ne em um g ande impac o na p ese ação do pa imónio cul u al. Uma ez que o IG é essencial pa a odos os países e odos os cidadãos, o IGG con ibui pa a escla ece os e mos undamen ais e acili a uma melho comp eensão pa a odas as pa es in e essadas. A me odologia de p epa ação do IGG, seguindo as no mas in e nacionais, e e de se adap ada pa a lida com as ca ac e ís icas acima mencionadas. Com base no es ado da a e da li e a u a no domínio, oi es u u ado 6 Blanca S ella Gi aldo Pe ez P agmá ica pa a o desen ol imen o de uma e minologia glossa y: UNESCO’s In e ne Go e nance Glossá io di idido em se e dimensões: go e nança ge al da In e ne ; in aes u u a e no malização; dimensão económica; dimensão ju ídica; dimensão de desen ol imen o e socio-cul u al; Pa es in e essadas e o ganizações, ó uns, edes, g upos, con e ências, egulamen os e ins umen os ju ídicos. As o mulações o am elabo adas da o ma mais neu a possí el do pon o de is a dos g upos de in e esse. Ao mesmo empo, as en adas do IGG o am o muladas o mais ácil de usa possí el, di igindo-se a lei o es bem educados. Em ou as pala as, as necessidades dos u ilizado es médios i e am de se de idamen e conside adas. A go e nança da In e ne ado ou a abo dagem de múl iplas pa es in e essadas cuja lexibilidade pe mi e que "indi íduos e o ganizações de di e en es domínios pa icipem jun os pa a compa ilha ideias ou desen ol e polí icas de consenso". (In e ne Socie y 2016) Do pon o de is a dos pe i os, es a abo dagem p e ende basea -se numa sé ie de e amen as ou p á icas, em ez de numa única solução. Po conseguin e, as ques ões c í icas das pa es in e essadas i e am de se cuidadosamen e abo dadas, uma ez que não são as mesmas pa a cada pa e in e essada. Tendo em men e a necessidade de adução, e a ou o equisi o a se seguido. Isso esul ou em um índice al abé ico como um buscado ápido p á ico pa a p ocu a os e mos do IGG. Com base nas no mas in e nacionais e nas melho es p á icas, oi concebida uma me odologia gené ica ela i a às seguin es ace as: • A aliação e selecção de on es. • Es u u a odo o campo da go e nação da In e ne em dimensões. •[…] Abo dagem sis emá ica[…]conce nen e[…]o […]desenho[…] da es u u a do glossá io (mac os u u a), […] das en adas indi iduais do glossá io (mic os u u a), […] in o mações elacionadas com os e mos, […] in o mações elacionadas com a desc ição, […] in o mações adicionais. • […] Layou ge al […] da […]publicação […]IGG[…]. Po azões p agmá icas, oi escolhida uma combinação de abo dagens desc i i as e p esc i i as na sequência da eo ia da e minologia e do abalho e minológico. Es a abo dagem e e em con a as abo dagens lexicog á icas especializadas que se concen am na e minologia que oco e na comunicação especializada de um domínio. Na p á ica eal do abalho de e minologia, dependendo da inalidade, and he esou ces (in e ms o human esou ces and echnology) a ailable, cada p oje o eque um luxo de abalho adap ado. As melho es p á icas ilus am como os in es igado es adap a am de idamen e as eg as das p incipais No mas In e nacionais da ISO/TC 37 […]Língua e e minologia[…]. 6Te minologia | 2017 | 24 O diag ama a segui mos a o modelo de luxo de abalho do IGG p oje ado pa a as suas ases de desen ol imen o. Figu a 1: Modelo de luxo de abalho do IGG […][Enquan o] a o mulação das desc ições, oi omado especial cuidado pa a o nece e e ências c uzadas a en adas concei ualmen e elacionadas. Isso e a ha monização do es ilo, layou e c. de odas as en adas exigi am uma adap ação me iculosa das o mulações. (In o e m, UNESCO, ICANN 2017: 24) De a o, um p ocesso inal pa a conco da com odas as modi icações do Glossá io e pa a inaliza a desc ição da me odologia oco eu após a e apa 26. 7 Blanca S ella Gi aldo Pe ez P agma ics pa a o desen ol imen o de uma e minologia glossa y: UNESCO’s In e ne Go e nance Glossá io Um ecu so como o IGG "pode se is o como uma inicia i a pa a sa is aze a necessidade de um planeamen o e minológico con ínuo, cons ução de capacidades ins i ucionais e mecanismos de coo denação e icazes a ní el egional e nacional". (UNESCO 2017) O IGG ou ipos semelhan es de ecu sos e minológicos podem bene icia mui o o en ol imen o e a pa icipação nos p ocessos de comunicação de países e comunidades com línguas e e minologias especializadas menos desen ol idas. A es e espei o, é p eciso dize que a demanda po qualidade de con eúdo e cu ado ia de con eúdo es á se o nando um equisi o c í ico no âmbi o dos desen ol imen os da In e ne das Coisas (IoT). Em qualque caso, se o necessá io ga an i uma al a qualidade do con eúdo, de em se seguidos p ocessos e minológicos de melho p á ica baseados em no mas pe inen es. SOURCES Home » Wha We Do » Issues » In e ne Go e nance. – In e ne Socie y.[Online] [Ci ed: Augus 30, 2016.] h p://www.in e ne socie y.o g/wha -we-do/in e ne -issues/in e ne -go e nance. We a e social & Hoo sui e. 2017. We a e social Special Repo s Digi al in 2017: Global O e iew. – We a e social. [Online] Janua y 24, 2017. [Ci ed: May 20, 2017.] h ps://wea esocial.com/special- epo s/ digi al-in-2017-global-o e iew. REFERENCES Ca in A. 2000: Mind he Gap: The Digi al Di ide as he Ci il Righ s Issue o he New Millennium. – Mul imedia&In e ne Schools.Janua y–Feb ua y 2000, The weekly e-Newsle e om MMIS.com. In o e m, UNESCO, ICANN 2017: Home In e ne Go e nance Glossa y (IGG). – In e ne Go e nanceGlos- sa y(IGG)Me hodology (E. Bahe , C. Galinski, B. Gi aldo, & I. Kasinskai e-Buddebe g, Eds.) [Online] Ap il 4, 2017. 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[Ci ed: June 30, 2017.] h p://www.in e ne wo lds a s.com/s a s.h m. 7 5Te minologija | 2017 | 24 TERMINŲ ŽODYNO RENGIMO PRAGMATIKA: UNESCO INTERNETO VALDYMO ŽODYNAS Spa iin o maciniųi komunikacinių echnologijųplė a,didėjan isžinių isuome- nėsi poli inissiekismažin iį ai ių ūšiųskai meninęa ski įy ap io i e iniaiklausi- mai,ku iuoskeliap amonės, iešojoadminis a imoi akademinėspoli ikos o muo- ojai.Kadbū ųgalimapage in ispecializuo oskomunikacijosi dalijimosižiniomis e ek y umąbeinaudingumą,gali eikė i obulin iesamusme odusi ku inaujųme- odųbeip iemonių aikymokoncepcijas.Y ane ienasžinių a kybosp iemonių plė ojimopasiūlymas,p isidėjęsp iekū imo inkamo u inio,ku įbū ųgalimanaudo- ipaka o inai, aiky iki ais ikslaisi papildy i, uopa me uge inan są eikumąbei a umą.Ge aipa eng ižodynaiy apag indiniaiį ankiaispecializuo oskomunikacijos i dalijimosižiniomise ek y umuii naudingumuige in i. S aipsnyjeap a iamikaiku iep ak iniai e minųžodynų engimo, emian is UNESCOin e ne o aldymožodyno(IGG)suda ymopa i imii me odika,aspek ai. IGGme odikaapimap ak inįnus a y ų e minologijosp incipųi me odų,ypačpa- eik ųISOTK37s anda uose,p i aikymąi naudojimą.Jągalima aiky iski in- giems ikslamsį ai ioses i yse, aippa ski ingomsį ai iųišsila inimolygmenų ikslinėmsg upėms. IGGme odikapa odo,kad e minologinioda bop incipaii me odaigalibū ip i- aiky ispecialių iksliniųnaudo ojųpo eikiams.IGGme odikanepakeičiasis eminės e minologijos,be galibū ipanaudo akaiplabaidinamiškaibesiplė ojančioss i ies, okios kaip in e ne o aldymas, e minologinio da bo ge oji p ak ika. Žodynopas e ainėje(h p://en.unesco.o g/in e ne -go e nance-glossa y/abou -igg) ašoma,kad okįiš ekliųkaipIGGgalimalaiky iinicia y apa enkin i ęs inio e mino- logijosplana imo,ins i uciniųgebėjimųge inimoi  eiksmingų egioniniobeinacio- naliniolygmenskoo dina imomechanizmųpo eikį.Tokieiš ekliaigalidaugp isidė i p iešaliųi bend uomenių,ku iųspecialiosioskalbosi  e minijosnė apakankamai išplė o os,įsi aukimoi daly a imoge inimo. Gau a em 2017-09-05 Blanca S ella Gi aldo Pe ez Cen o In e nacional de In o mação em Te minologia (In o e m) c/o CO SPACE, Gumpendo e S asse 65/1, 1060 Viena, Áus ia E-mail sgi aldo@in o e m.o g