6Ch is ian Galinski A In e ne das Coisas […] Hype e ealidade: C ucial
issues abou In e ne o Things echnology and ‘con en ’
o human-machine communica ion
A In e ne das Coisas […] Hype e ealidade:
ques ões c uciais sob e a ecnologia da
In e ne das Coisas e o "con ei o" da
comunicação en e homem e máquina
CHRISTIAN GALINSKI
In o e m (Cen o In e nacional de In o mação em Te minologia) Pala as-cha e: In e ne das
Coisas (IoT), "coisas", eApplica ions, aplicações "in eligen es", con eúdos não es u u ados e
es u u ados, mic ocon eúdos, comunicação in e humana (H2H), obje o de in o mação, obje o
de con eúdo e sus signi icado de con eúdo, codi icações, ep esen ações de concei os não
e bais, in e ope abilidade de con eúdos, me adados, mas e da a, linguagem con olada,
ocabulá io con olado, pessoas com de iciência (PwD), comunicação aumen a i a e al e na i a (AC)
1.A elação en e a In e ne das coisas
AnD […]Te mInoloGy[…] ou […]sT uCTu eD ConTenT[…] Es a con ibuição isa
coloca o […]con en […] em pe spec i a com os desen ol imen os, ealizações e
desa ios da In e ne das Coisas (IoT), os seus impac os na sociedade humana e,
cla o, na comunicação in e humana (H2H), que é cada ez mais apoiada pelas
ecnologias da in o mação e da comunicação (TIC). O con eúdo pode assumi
mui as o mas, como ex os, con eúdo em ou as modalidades do que alado ou
esc i o (po exemplo, ou os sinais isuais ou acús icos e a é mesmo
in o mações comunicadas em o ma á il ou háp ica). No que diz espei o ao
con eúdo, a p esen e con ibuição cen a-se no con eúdo es u u ado ao
ní el da semân ica léxica, ambém chamado de "mic ocon eúdo". As
e minologias são o ipo mais impo an e de mic ocon eúdo na comunicação
especializada, seja em o ma alada ou esc i a. No en an o, modalidades cada
ez mais não e bais são necessá ias na comunicação especializada alada ou
esc i a, e es ão apa ecendo a é mesmo em dados e minológicos. Ainda no
passado ecen e, os p incipais ópicos elacionados à ecnologia da
compu ação o am as sociedades da in o mação e do conhecimen o, a
digi alização (po exemplo, biblio eca digi al), a au omação de esc i ó ios, a
meca ônica e semelhan es. As pala as de o dem de hoje são In eligência
A i icial (IA), Web semân ica (semweb), Big Da a, compu ação em nu em,
obó ica ( e e indo-se a sis emas cibe né icos- ísicos), Indús ia […] pa a não menciona mui os aspec os da indús ia e da sociedade que ca egam o a ibu o
7Te minologia | 2017 | 24
"in eligen e" na en e, como cidades in eligen es, anspo e in eligen e,
hospi als, sma buildings e c. some o his ‘sma ness’ is al eady imple-
men ed o qui e an ex en in he o m o ac i i ies wi h an ‘e’ in on
o i , such as ebusiness and eComme ce, eHeal h, eGo e nmen , elea n-
ing, and new ‘eApplica ions’, such as eAccessibili y and eInclusion, ebank-
casas in eligen es, ing in eligen e, eP ocu emen , eIn oicing, e c. Qualque um
dos i ens acima pode se ú il sem con eúdo?
A IoT em o po encial de combina odas as ecnologias e aplicações acima
mencionadas num g ande cibe uni e so onde os dados - na u almen e
ambém sob a o ma de "con ei o" - são c iados não apenas po e pa a os
se es humanos, mas ambém po (e pa a) "coisas" que são cada ez mais
u ilizadas pa a ins a é ago a não imaginados. Po conseguin e, os e mos
equen emen e u ilizados em elação às TIC e, em pa icula , à IoT, ainda
não ep esen am concei os es á eis. A é ago a, o oco dos
pec s o H2H communica ion – e en, i ICT-suppo ed – is la gely ne-
desen ol imen os da IoT es á na ecnologia, enquan o o asglec ed na li e a u a pe inen e.
2.De inições
2.1 A In e ne das Coisas (IoT)
O Clus e Eu opeu de In es igação da In e ne das Coisas (IERC) de ine a
In e ne das Coisas como "uma in aes u u a de ede global dinâmica com
capacidades de au o-con igu ação baseadas em p o ocolos de comunicação
pad ão e in e ope á eis em que as coisas ísicas e i uais êm iden idades,
a ibu os ísicos e pe sonalidades i uais, usam in e aces in eligen es e
são pe ei amen e in eg adas na ede de in o mação" ( e Ve mesan e.a.
2011). Como uma isão (com um ce o g au de hype), as p imei as concepções
de IoT podem e sido isões u u is as pu amen e o ien adas pa a a
ecnologia, mas nos úl imos anos mais e mais desen ol imen os e elam uma
c escen e ele ância no me cado. Pa ece que a IoT ai muda
d ama icamen e o ambien e humano em odo o mundo nos p óximos anos no
que diz espei o ao á ego e ao anspo e, à habi ação e à ida, às
ecnologias e se iços de saúde, aos desen ol imen os na ag icul u a e na
indús ia alimen a , à educação, à comunicação, e c. No en an o, o aspec o do
"con eúdo" é mais equen emen e omi ido nas discussões sob e es es desen ol imen os écnicos.
8Ch is ian Galinski A In e ne das Coisas […] Hype e ealidade: C ucial ITu (ITu-T
issues abou In e ne o Things echnology and ‘con en ’
o human-machine communica ion
y2060:2012, 3.2.2) de ine a IoT como: […]Uma in aes u u a global pa a a sociedade da
in o mação, pe mi indo se iços a ançados a a és da in e ligação ( ísica e
i ual) de coisas baseadas em ecnologias de in o mação e comunicação
in e ope á eis exis en es e em e olução. NoTe1 A a és da explo ação das
capacidades de iden i icação, cap u a de dados, p ocessamen o e comunicação, a
IoT az pleno uso das coisas pa a o e ece se noTe2 De uma pe spec i a mais
ices o all kinds o applica ions, whils ensu ing ha secu i y and p i acy e-
qui emen s a e ul illed.
ampla, a IoT pode se pe cebida como uma isão com implicações ecnológicas e
sociais. De aco do com Da e E ans (2011 […] CIsCo In e ne Business Solu ion G oup,
IbsG), a In e ne duplica de amanho a cada 5,32 anos. Isso se assemelha de alguma
o ma à lei de Moo e, que p e ê que o núme o de ansis o es em ci cui os
al amen e in eg ados (semicondu o es) ap oximadamen e duplica á a cada dois
anos. A lei de Moo e esul ou, em úl ima análise, na "minia u ização" dos
componen es ele ônicos e, po an o, os disposi i os ele ônicos cons uídos com
esses semicondu o es o na am-se meno es enquan o suas uncionalidades e am
cada ez maio es. O c escimen o da In e ne segue apenas a necessidade de
anspo a as quan idades exponencialmen e c escen es de dados. De aco do com
D. e ans (ibidem), sob a pe spec i a ecnológica e come cial do IbsG, a IoT é
simplesmen e o pon o no empo em o no de 2008-2009 quando mais "coisas ísicas"
(como disposi i os ele ônicos) es a am conec adas à In e ne do que as pessoas.
Hoje, mais de 75% da população mundial es á conec ada à In e ne de uma o ma ou
de ou a. In es igações mos am que o núme o de disposi i os (especialmen e
disposi i os ele ônicos) conec ados à In e ne c esceu e con inua a c esce mais
ápido do que o dos se es humanos conec ados à In e ne po meio de
compu ado es ou ele ones celula es. Assim, pode mui o bem se que já en e 25
bilhões e 50 bilhões de disposi i os es ejam conec ados à In e ne , hoje.
Is o nunca pode ia e acon ecido sem o ápido desen ol imen o das
ecnologias mó eis, não apenas pa a a comunicação H2H apoiada pelas TIC, mas
ambém pa a a ecupe ação de dados e ou os usos de dados. Além disso,
ou as "coisas ísicas", como câme as de igilância, senso es pa a odos os
ipos de ins na indús ia, e c., en a am em cena como "o iginado es" de
dados. E icsson (2016) es ima "conse ado amen e" o núme o de disposi i os
conec ados na o ma de a os angí eis em quase 30 bilhões em 2021, incluindo
apenas um pouco mais de 10 bilhões de disposi i os pa a comunicação H2H
9Te minologija | 2017 | 24 O núme o c esce linea men e, enquan o o núme o
de disposi i os pa a comunicação m2m c esce mui o mais ápido. D. e ans
(ibidem) […]op imis a[…] es ima 50 bilhões de disposi i os conec ados à
In e ne . da In e ne . Já o nou a In e ne senso ial ( empe a u a,
so a , he In e ne a guably has no changed e y much, undamen-
ally speaking. Howe e , he IoT can be seen as he i s eal e olu ion
p essu e, ib a ion, ligh , mois u e, s ess), allowing us o become mo e
p oac i e and less eac i e.
A ITu (ITu-T y2060:2012, 6.1) a i ma: "A a és da explo ação das capacidades de
iden i icação, cap u a, p ocessamen o e comunicação de dados, a IoT az pleno
uso das "coisas" pa a o e ece se iços a odos os ipos de aplicações,
ga an indo ao mesmo empo o cump imen o dos equisi os de segu ança e
p i acidade.
supo ada po TIC. Espe a-se que a IoT in eg e em g ande medida ecnologias
de pon a, como ecnologias elacionadas à comunicação a ançada de máquina
pa a máquina, ede au ônoma, mine ação de dados e omada de decisões,
p o eção de segu ança e p i acidade e compu ação em nu em, com
ecnologias de de ecção e a uação a ançadas.
Como mos ado na Figu a 1, a IoT ac escen a a dimensão "Qualque
comunicação de THInG" às ecnologias da in o mação e da comunicação
(TICs) que já o necem "qualque comunicação TIme" e "qualque
comunicação PlACe". Isso pode se exempli icado pelo seguin e g á ico:
Figu a 1: As dimensões es endidas da IoT (ITU-T Y2060: 2012, 6.1)
1 0 Ch is ian Galinski A In e ne das Coisas […] Hype e ealidade: C ucial
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o human-machine communica ion
2.2 A In e ne con a a "in e ne "
Exis em, mesmo en e os especialis as em TIC, equí ocos sob e a "In e ne ",
como explici ado pela Unesco (2017): "In e ne : a ede pública mundial de edes de
compu ado es que o nece acesso a uma sé ie de se iços de comunicação,
incluindo a Wo ld Wide Web (www) e ca ega e-mail, no ícias, en e enimen o e
a qui os de dados. No a 1: A In e ne (com […]I[…] maiúsculo) e e e-se à eno me
ede pública global que ambém adminis a a Wo ld Wide Web. ou as edes […]
ambém sendo edes de edes de compu ado es […] são esc i as com minúsculas
[…]I[…]. algo semelhan e ambém se aplica à Wo ld Wide Web (www, ambém
chamada de web ou The web) que pode se desc i a como (unesCo ibidem): […]o
mais popula de odos os se iços e aplicações da In e ne (mui as ezes usados
de o ma in e cambiá el com a In e ne ) que o nece aos usuá ios a capacidade
– o access in o ma ion and se ices while connec ed o he In e ne ,
– o publish in o ma ion, and
o e ece se iços que possam se acessados po qualque ou a pessoa na
In e ne . NoTe 1: A Wo ld Wide Web é um dos maio es se iços em execução na
In e ne . A mul idão de ou os se iços implemen ados a a és da In e ne inclui
e-mail, ans e ência de a qui os, oz sob e IP (VoIP), TV digi al, con ole emo o de
compu ado , g upos de no ícias e jogos on-line. Todos es es se iços podem se
implemen ados em qualque In e ne , acessí eis aos u ilizado es da ede. Hoje, a
In e ne , bem como o www, são em g ande pa e baseados em pad ões, em p imei o
luga , o conjun o de p o ocolos da In e ne que comp eende: um modelo de ede de
compu ado es e p o ocolos de comunicação que combinam inúme os pad ões
écnicos usados na In e ne e ou as edes baseadas no conjun o de p o ocolos da
In e ne . o conjun o de p o ocolos da In e ne é o conjun o mais impo an e de
p o ocolos da In e ne (cole i amen e chamado de P o ocolo de Con ole de
T ansmissão e conjun o de p o ocolos da In e ne TCP e IP) e pe mi e que g andes
edes de compu ado es geog a icamen e di e sas se comuniquem apidamen e e
economicamen e. É man ido e desen ol ido pela In e ne Enginee ing Task Fo ce
(IeTF). (Counes ibidem) O P o ocolo da In e ne (IP) pode se desc i o como: […]
p incipal pad ão écnico de in e ne wo king subjacen e à In e ne que especi ica
como os dados são mo idos a a és dele com base em ês p incípios: oca de
paco es, ede de pon a a pon a e obus ez noTe 1: O IP é implemen ado em duas
e sões, IP 4 e IP 6, ambas baseadas em pad ões écnicos dos quais exis em
di e en es implemen ações. É equen emen e
1Te minologia | 2017 | 24 an p o ocolos de ede de inidos no TCP/IP. (Counes
used in e changeably o he T ansmission Con ol P o ocol and In e ne P o o-
col sui e (TCP/IP), al hough he IP co e s he i s – bu s ill mos impo -
ibidem) É necessá io comp eende as di e enças en e a In e ne e os
e mos […] WWW que são equen emen e usados de o ma in e cambiá el.
A In e ne é a camada ísica ou ede ísica compos a po swi ches,
o eado es e um pon o pa a ou o de o ma ápida, con iá el e segu a. O
o he equipmen . I s p ima y unc ion is o anspo in o ma ion om
www, po ou o lado, é uma camada de aplicação que ope a em cima da
In e ne . Seu papel p incipal é o nece uma in e ace que o na u ilizá el
a in o mação que lui pela In e ne . Já mui o cedo, a web oi chamada de
"web das coisas".
2.3 O que são as "coisas" na IoT?
A ITu (ITu-T y.2060:2012, 3.2.3) de ine "coisas" da seguin e o ma no
que diz espei o à IoT:
[…]obje o do mundo ísico (coisas ísicas) ou do mundo da in o mação (coisas
i uais), que é capaz de se iden i icado e in eg ado em edes de comunicação[…].
As coisas êm in o mações associadas que podem se es á icas ou dinâmicas.
iguala "coisas" com "obje os" es á de aco do com a eo ia da ciência
adicional, especialmen e a on ologia. Na e minologia da ciência (baseada na
eo ia da ciência) "obje o do mundo ísico" ambém é chamado de "obje o
ma e ial", (ou obje o ísico, obje o eal, obje o conc e o e a ins). A ITu de ine,
a es e espei o, os "disposi i os" como os obje os ísicos que são uma peça de
equipamen o com as capacidades ob iga ó ias de comunicação e as capacidades
opcionais de de ecção, acção, cap u a de dados, a mazenamen o e
p ocessamen o de dados.
Na e minologia cien í ica, a "coisa i ual" é chamada de "obje o
ima e ial" (ou obje o imaginá io, obje o abs a o e a ins). De aco do com
as coisas i uais
[…]exis em no mundo da in o mação e são capazes de se em a mazenadas,
p ocessadas e acessadas. Exemplos de coisas i uais incluem con eúdo
mul imídia e so wa e de aplicação. (ITu-T y.2060:2012, 6.1) Es a de inição
negligencia o ac o de que o "con eúdo" - especialmen e o mic ocon eúdo - é um
uni e so de "coisas i uais" em si mesmo. Embo a o so wa e seja além disso, a
1 Ch is ian Galinski A In e ne das Coisas […] Hype e ealidade: É c ucial que o
issues abou In e ne o Things echnology and ‘con en ’
o human-machine communica ion
needed o handle i , se ious in e ope abili y issues a ise, i con en is pu
in o he same ca ego y as ‘applica ion so wa e’ – no leas due o he ac
con eúdo e o so wa e enham ciclos de ida e equisi os o almen e
di e en es no que diz espei o ao ge enciamen o de p oje os e aos
aspec os de qualidade, apenas pa a menciona alguns.
ques ão ilosó ica aqui é se odas as "coisas" são apenas "obje os de
in o mação", ou se elas podem se mui o mais, se conside adas (po humanos)
como "obje os pe cebidos" ou indi idualmen e "obje os concebidos" na
ealidade humana. Uma isão educionis a adical de que udo não é nada mais do
que "obje os de in o mação" do pon o de is a ecnológico pode ia e ela -se
uma g ande alácia.
Con en can also be ega ded as ‘ hings’ (see also sub-chap e 2.5). mic o-
O con eúdo em e mos de "obje os de con eúdo" pe ence às "coisas ísicas",
os signi icados das en idades de con eúdo pe encem às "coisas i uais".
ambos necessi am de me adados pa a a sua desc ição e iden i icação.
2.4 Comunicação in e humana em úl ima análise, qualque con eúdo em
de se ou de e se po encialmen e comp eendido pelos se es humanos.
A comunicação in e humana (H2H) é única pelo seu uso ex ensi o da "linguagem"
em odos os seus signi icados, desde a "linguagem" a a és da "linguagem" a é
a "pa ole" em ancês, de aco do com as ideias de Fe dinand de Saussu e. No
en an o, a língua e as línguas não são os únicos meios de comunicação, nem a
linguagem se limi a apenas à ala e à esc i a. Os canais (ou modalidades) de
comunicação in e humana podem se isuais, audi i os, á eis (como no b aille) e
háp icos, ol a i os, ele omagné icos ou bioquímicos. Além disso, a comunicação
pode oco e em ní eis conscien es e inconscien es. Em e mos ge ais, pode
se de inido como: "o a o de ansmi i signi icados p e endidos de uma
en idade ou g upo pa a ou o a a és do uso de sinais mu uamen e
comp eendidos e eg as semió icas". (wikipedia […] h ps:
en.wikipedia.o g/wikiCommunica ion) Os elemen os essenciais des a de inição da
pe spec i a de H2H
communica ion a e:
•in ended meanings,
• ansmi idos en e se es humanos (sejam indi íduos ou
g upos), • sinais/símbolos e eg as mu uamen e comp eendidos.
1Te minologija | 2017 | 24 ou os, em compa ação, en a izam o aspec o de
in e ação social: […]A comunicação é a essência da in e ação humana e da
ap endizagem. A na u eza da comunicação depende da in e ação en e dois ou
mais
indi iduals and unde s anding is cons uc ed h ough ha in e ac ion”. (IsAAC –
h ps://www.isaac-online.o g/english/wha -is-aac/wha -is-communica ion/)
O IsAAC con inua:
A comunicação é um di ei o humano básico e essencial pa a a nossa qualidade de ida
como espécie social. Como se es humanos, usamos a comunicação pa a:
elaciona -nos com ou os, conec a -nos socialmen e, cump imen a , chama a
a enção, compa ilha sen imen os, exp essa uma opinião, conco da , disco da ,
explica , compa ilha in o mações, pe gun a , esponde , b inca , negocia ,
negocia , a gumen a , manipula , elogia , comen a , p o es a , eclama ,
desc e e , enco aja , ins ui , o nece eedback, mos a humo , discu i
in e esses, se educado, aze amigos, exp essa in e esse ou desin e esse, e c.
Pa a os p opósi os acima mencionados e endo em con a os aspec os sociais e de
in e ação da comunicação, a comunicação não e bal é bem conhecida como um dos
p incipais meios comunica i os pa a apoia a linguagem na comunicação
in e humana ou a é mesmo subs i uí-la em ce os a os de comunicação.
Conside a-se que ep esen a dois e ços de oda a comunicação e en ol e
p ocessos conscien es e inconscien es de codi icação e decodi icação (de
signi icados ou mensagens ansmi idas). Pode inclui pis as isuais, como
linguagem co po al (po exemplo, pos u as), ges os e imi ações, pis as audi i as de
oz na ala (pa alinguagem), como qualidade da oz, axa, om, olume, es ilo de ala,
bem como ca ac e ís icas p osódicas, como i mo, en onação e es esse. É
desnecessá io menciona que g ande pa e disso pode se al amen e dependen e
da cul u a e da língua. G ande pa e do es udo da comunicação não e bal em se
concen ado na in e ação en e indi íduos, onde pode se classi icada em ês
á eas p incipais: condições ambien ais onde a comunicação oco e,
ca ac e ís icas ísicas dos comunicado es e compo amen os dos
comunicado es du an e a in e ação. A comunicação esc i a, especialmen e sob uma
pe spec i a de "localização", como na adução e na esc i a ou documen ação
écnica, ambém pode e elemen os não- e bais: (a) os linguís icos, como o es ilo
pessoal, e (b) os não-linguís icos, como o os, imagens, desenhos, g á icos,
diag amas, sinais acús icos inco po ados (po exemplo, em li os ele ônicos), e c.
Desnecessá io menciona que mui o disso pode se al amen e dependen e da
cul u a e da língua, e ambém do g upo social ou da língua.
1 Ch is ian Galinski A In e ne das Coisas […] Hype e ealidade: C ucial
issues abou In e ne o Things echnology and ‘con en ’
o human-machine communica ion
Conside ando os canais de comunicação acima mencionados na c iação e
ion, he adi ional de ini ions o H2H communica ion needs ex ension,
as hey la gely ocused on ‘language’ in a na ow sense. In he ield o
educação das c ianças, bem como na comunicação aumen a i a e
al e na i a (CAA) pa a pessoas com dis ú bios de comunicação de
di e en es ipos ou o igens, a "linguagem" e a comunicação H2H são usadas
e de em se usadas em um sen ido mui o mais amplo. As e amen as de
ap endizagem ele ónica e as ecnologias de assis ência es ão a e is o
em con a, desen ol endo assim equen emen e aplicações ou e amen as ú eis pa a odos.
Cada ez mais, odos os aspec os de comunicação in e humana acima
mencionados podem se apoiados pelas TIC. Em úl ima análise, as "coisas" na
IoT se ão ou, se o necessá io, pode ão a é e de se ap esen adas aos
se es humanos. Po conseguin e, negligencia a complexidade da na u eza da
comunicação H2H não só eduzi á a e iciência e a e icácia das ecnologias
aplicadas, mas ambém conduzi á a p oblemas de qualidade da in o mação, de
esponsabilidade po in o mação e oneamen e ap esen ada (a ce os
g upos-al o ou em ge al), de esponsabilidade social das emp esas (Cs ), de
esponsabilidade ju ídica de odos os ipos, e c. Exis e uma sé ie de no mas
que se baseiam numa combinação mais ab angen e, embo a condensada, de
communica ion and beha iou based on: ITu-T X.1081:2011 The elebio-
me ic mul imodal model – A amewo k o he speci ica ion o secu i y and
eo ias undamen ais sob e a segu ança in e humana. Os especialis as em
comunicação H2H p o a elmen e não encon a ão a ligação com o ITu-T
X.1081:2011 e no mas elacionadas, po que os í ulos dessas no mas e os
nomes dos comi és que abalham nelas pa ecem não e ligação com a
comunicação H2H. Os especialis as em biome ia di icilmen e pensa iam no
con eúdo da comunicação H2H e nas suas dimensões semân icas, sociais e
cul u ais, a menos que es es sejam de alguma o ma "compu á eis". Hoje, no
en an o, quase udo em e mos de comunicação in e humana é ou ai se supo ado pelas TIC de qualque manei a.
A ecomendação do ITu-T oi seguida pela IeC 80000-14:2014 Telebiome ia
elacionada à isiologia como pa e da sé ie ha monizada ISO e IeC 80000 e
pela ecomendação do ITu-T X.1082:2010 Telebiome ia elacionada à
isiologia humana. O abalho de no malização sob e as sé ies
ha monizadas ISO e IEC 80000 é compa ilhado pelo ISO/TC 12 e pelo IEC 25
named Quan i ies and uni s, while ela ed opics a e deal wi h by se e al
o he commi ees in Iso/IeC-JTC 1 In o ma ion echnology and Iso/TC
(ambos 68 se iços inancei os), bem como po á ios ou os pad ões em desen ol imen o ou em desen ol imen o.
1Te minologia | 2017 | 24 que de em se conside adas na ase mais
p ecoce de: • o p ocesso de design de so wa e e • a modelagem de
me adados (incluindo a de inição de me adados) e, pos e io men e, em
odos os ciclos de desen ol imen o i e a i o. (mou/ mG 2012)
A ecomendação acima eque ine i a elmen e um maio g au de complexidade
es u u al, que em de se compensado po um maio g au de g anula idade do
modelo de dados. Pode exigi u Is adicionais pa a as di e en es pa es linguís icas
das en adas indi iduais de con eúdo es u u ado. Em úl ima análise, o an igo
p incípio da au onomia dos e mos e á de se ala gado pa a a au onomia da
ep esen ação no domínio da ges ão da e minologia. Is o é de qualque o ma
necessá io quando se eap o ei am en idades de con eúdo es u u ado, po
exemplo, pa a ins de ap endizagem ele ónica. De ido ao enómeno p imo dial da
quase-equi alência de concei os en e línguas, se ão necessá ias ligações en e
pa es de en adas ou mesmo ce os campos de uma de e minada en ada pa a
ou as en adas (ou pa es delas). Como expe imen ado na localização (como no
campo da documen ação écnica), o acima se aplica a é mesmo a ep esen ações
não linguís icas de ido a a o es de di e sidade cul u al. (Galinski e Gi aldo Pe ez 2014: 415)
3.3 Me adados pa a o con eúdo
Exis em di e en es pad ões de me adados pa a cada campo de aplicação (po
exemplo, coleções de museus, a qui os de áudio digi ais, si es, e c.). A
desc ição do con eúdo e do con ex o dos dados ou dos ichei os de dados
aumen a a sua u ilidade. mas, do pon o de is a do con eúdo - especialmen e no
que diz espei o ao con eúdo es u u ado - de e e em con a que o conjun o
de me adados necessá ios pa a as en idades de con eúdo es u u ado e as
en idades de con eúdo não es u u ado pode se bas an e di e en e, embo a
se sob eponham a é ce o pon o: • No caso de con eúdo não es u u ado […]
conside ado um […] ecu so de con eúdo[…] […], os me adados comp eendem os
elacionados com: o desc ição o mal e iden i icação de cada […]obje o de
con eúdo[…] (incluindo a desc ição e iden i icação da on e), o ge enciamen o
de dados dos […]obje os de con eúdo[…], o ní el de conhecimen o do […]obje o
de con eúdo[…], comp eendendo […] classi icação, ipologia, axonomia e meios
semelhan es de ca ego ização, […] desc i o es de esau os de documen ação
ou ou os ipos de […] ocabulá ios con olados[…],
2 Ch is ian Galinski A In e ne das Coisas […] Hype e ealidade: c ucial […]
issues abou In e ne o Things echnology and ‘con en ’
o human-machine communica ion
No caso de con eúdo es u u ado […] conside ado como en idades
semân icas básicas […], os me adados inclui iam os elacionados com: o
desc ição o mal e iden i icação de cada en idade de mic ocon eúdo
(incluindo a desc ição e iden i icação da on e), o ní el de conhecimen o
o he da a managemen o he mic ocon en en i y,
de […]obje os de mic ocon eúdo[…] semelhan es aos não es u u ados, o
[…]seman ica[…] da en idade de mic ocon eúdo, comp eendendo […]
in o mações linguís icas e não linguís icas, […] explicações ou de inições
ou ou os ipos de denominação, […] aspec os de uso de odos os ipos,
[…]
Além disso, os conjun os de me adados pa a di e en es ipos de ecu sos de
con eúdo es u u ado ou não es u u ado di e em, embo a ge almen e enham
alguns me adados em comum (po exemplo, in o mações sob e a on e). cada ipo
de con eúdo em um conjun o mínimo (mas ex ensí el) especí ico de me adados
que pe mi e p ocessá-los, u ilizá-los, eu ilizá-los e eap o ei á-los. mesmo que
apenas pequenas di e enças en e os conjun os de me adados não sejam
espei adas, podem su gi p oblemas de in e ope abilidade. A es e espei o, a
complexidade de uma en idade de con eúdo, em ge al, pode se de e minada em e mos de:
• quan idade de in o mação cobe a, • g anula idade dos me adados aplicados, •
quan idade de con ex o explíci o e co- ex o o necido, • núme o de ipos de
con eúdo comp eendidos, • g au de p ocessamen o cogni i o necessá io, e c. Os
me adados aplicados - pelo menos no passado - e e em-se p incipalmen e a
aspec os o mais, ou seja, à es u u ação sin á ica em ez de à "es u u ação
semân ica". ( e ambém: oAsIs s.a.) Quan o mais in o mações sob e "signi icado"
o em necessá ias, mais me adados elacionados à semân ica se ão necessá ios,
especialmen e em mic ocon en amen o de odos os ipos com explicações,
de inições, es u u as concei uais subjacen es, e c., como pa a dados
e minológicos. O acima ambém é apoiado po ben s eichen & Vincen wade (2010:
5): "O con eúdo de supo e he e ogêneo disponí el pa a p odu os de so wa e
p ecisa se ans o mado em uma o ma seman icamen e mais ica pa a
pe mi i a quan idade de me adados e es u u a exis en es. Consequen emen e,
di e en es ipos de uso podem se ex aídos de cada um: enquan o o con eúdo
soning, adap a ion and pe sonalisa ion ac oss i . <…> seman ic web echnolo-
gies such as on ologies ep esen an oppo uni y o base such s uc u ing and
2 3Te minologija | 2017 | 24
ma kup on. The di e en ypes o con en can be b oadly ca ego ised by hei
al amen e es u u ado (como a documen ação écnica) pode se usado pa a
de i a uma on ologia do domínio do conhecimen o, o con eúdo não es u u ado
(como as pos agens de ó um) pode se ma cado a im de o nece aos usuá ios
que azem consul as uma maio gama de soluções de p oblemas. A es e espei o,
oi apon ado um pa adoxo po Sabine Zumpe & wa ne esswein (2002: 246)
e e indo-se ao a o de que um al o g au de complexidade es u u al na o ma de
maio g anula idade ep esen ada po mais (incluindo mais ipos di e en es) de
me adados na e dade eduz a complexidade. Em con as e, o g au de
complexidade é mui o al o em bases de conhecimen o aco es u u adas, no qual
om he poin o iew o in o ma ion p ocessing:
o usuá io p ecisa apenas de uma pequena quan idade de in o mações sob e a
me a-es u u a. A aplicação adequada de abo dagens de me adados po si só
ainda não ga an e a in e ope abilidade do con eúdo. me adados en a am em uso,
quando os bancos de dados i e am que se p oje ados. A de inição o iginal
"dados sob e dados" (Iso 19115: 2003, 4.8) ainda pode se encon ada em á ios
pad ões. de inições pos e io es são: […]dados [in o mações] que o necem
in o mações sob e dados[…] (me iamwebs e ) ou […]in o mações sob e um
ecu so[…] (Iso 19115-1:2014, 4.10). Abundam di e en es de inições de me adados. A
im de aplica as TIC pa a o manuseio e p ocessamen o, bem como a manu enção
de qualque ipo de mic ocon eúdo, J. iley (2017: 6) dis ingue qua o ipos de
me adados:
• me adados desc i i os (pa a indica o papel ou a unção da en idade de
mic ocon en amen o, bem como pala as ou e mos de pesquisa pa a
acili a a pesquisa); • me adados adminis a i os (incluindo me adados
écnicos pa a decodi icação e ende ização de a qui os, me adados de
p ese ação pa a ges ão a longo p azo de • me adados es u u ais
iles, igh s me ada a o in ellec ual p ope y igh s a ached o
con en ),
( elações en e en idades de mic ocon en amen o, en e elemen os de
en idades de mic ocon en amen o, di e en es ecu sos de
mic ocon en amen o, e c.), • linguagens de ma cação e abo dagens
ha monizadas de modelagem de dados (pa a apoia uma me odologia
consis en e com a in e ope abilidade do con eúdo em men e).
2 Ch is ian Galinski A In e ne das Coisas […] Hype e ealidade: C ucial Essas
issues abou In e ne o Things echnology and ‘con en ’
o human-machine communica ion
á ias ca ego ias de me adados supo am di e en es usos-al o em sis emas
de in o mação. Como se pode e , os aspec os semân icos são mencionados,
mas apenas ma ginalmen e.
Os me adados podem se a mazenados e ge enciados em um banco de dados,
mui as ezes chamado de egis o de me adados ou eposi ó io de me adados.
No en an o, sem con ex o e um pon o de e e ência, pode se impossí el
iden i ica me adados apenas olhando pa a eles. Como a desc ição de
me adados eque me adados no amen e, os me adados como al não são
di e en es do mic ocon eúdo ge al, apenas seu papel ou unção dis in a pa a
ce os usos de e se ma cado e espei ado.
3.4 Dados básicos
A c escen e necessidade de in e câmbio de in o mações a a és da In e ne
exigiu pad ões que ha monizassem conjun os mínimos de me adados pa a
á ias aplicações ele ônicas, como o Dublin Co e (hoje ISO 15836:2009) pa a
biblio ecas ou ca ego ias de dados pa a dados e minológicos (ISO 16642:2003).
Em negócios ele ônicos e comé cio ele ônico, ais conjun os ha monizados
de me adados hoje são mui as ezes chamados de mas e da a (po exemplo,
e e indo-se a dados de clien es, dados de p odu os) que ambém são usados
pa a combina di e en es ipos de ca ego ias de dados pa a ce as
ansações e me adados adicionais, bem como dados ac uais e o inas
elacionadas (po exemplo, cálculo de p eços), quando necessá io. es o ços
semelhan es es ão a e luga em cada ez mais domínios de no malização. Po
conseguin e, o núme o de no as no mas e e en es ao con eúdo aumen a
exponencialmen e. Es as no mas podem e e i -se à no malização de: •
en idades de mic ocon en amen o como al (p. ex., e minologias, quan idades
e unidades pad onizadas, símbolos de odos os ipos, codi icações de países,
po os, ae opo os, con êine es, moedas, e c.), • me adados ela i os a
en idades de mic ocon en amen o, • dados-mes e ela i os a obje os do
mundo ísico (coisas ísicas) ou ao mundo da in o mação (coisas i uais), •
links pa a os espec i os egis os ou eposi ó ios de dados-mes e. To nou-se
uma con icção comum dos pe i os no domínio de que a "pad onização do
con eúdo eduz a complexidade dos p ocessos emp esa iais". No en an o,
exis em mui os pad ões e abo dagens pad onizadas que di icul am a
ce ning me ada a and mas e da a in a ious eApplica ions which a e a
2 5Te minologija | 2017 | 24
"in e ope abilidade do con eúdo". Embo a os es o ços de ha monização com a
a e unde way, he e is an u gen need o in ensi ying ha moniza ion and
en o cing i . In o de o help o imp o e his si ua ion, In o e m in co-
Associação pa a o A anço da Tecnologia de Assis ência na Eu opa (AAATe)
enham lançado a " ecomendação de 2016 ela i a a pad ões de acessibilidade e
inclusão ele ónica". ( e anexo)
4.O papel dos sTAnDA Ds
4.1 A na u eza das no mas e da no malização
Exis em eno mes di e enças no g au de acei ação das no mas em á ias
comunidades cien í icas e écnicas. Po exemplo, os engenhei os e ou os
pe i os écnicos conside am a no malização como a base da e iciência, da
e icácia e da ino ação na indús ia e no comé cio. (eTsI 2017-09-03:
h p://www.e si.o g/s anda ds/why-we-need-s anda ds)
As no mas p e êem:
• Segu ança e iabilidade
• Apoio às polí icas e à legislação go e namen ais
• In e ope abilidade* e 4.3,
• Bene ícios pa a as emp esas, ais como: o acesso ao me cado;
Aumen a a sensibilização pa a os desen ol imen os e inicia i as
o P o ide economies o scale;
o encou age inno a ion;
écnicas.
• Escolha do consumido
Conside e o que se ia o mundo sem pad ões: • Os p odu os podem não
unciona como espe ado; • Podem se de qualidade in e io ; • Podem se
incompa í eis com ou os equipamen os - na e dade, podem nem seque
conec a com eles; • Em casos ex emos, os p odu os não pad onizados
podem se pe igosos; • Os clien es se iam es i os a um único
ab ican e ou o necedo ; • os ab ican es se iam ob igados a in en a
as suas p óp ias soluções indi iduais a é mesmo pa a as necessidades
mais simples, com opo unidades limi adas de compe i com os ou os.
(eTsI ibidem) a no malização oco e num sis ema complexo: • os
o ganismos o iciais de no malização es ão a desen ol e "no mas
2 Ch is ian Galinski A In e ne das Coisas […] Hype e ealidade: C ucial ETsI
issues abou In e ne o Things echnology and ‘con en ’
o human-machine communica ion
conclui: […]a sociedade p ecisa de pad ões[…]. Do pon o de is a dos
engenhei os e écnicos, o que é de ac o e dade, no en an o, não
necessa iamen e econhecido nem econhecido po ou os cí culos
cien í icos e pessoas não amilia izadas com as no mas.
o mais" ou "no mas de ju e" a ní el nacional, egional e in e nacional e
exis em mecanismos de in e ligação en e eles; • ou as o ganizações
de desen ol imen o de no mas (sDos) - especialmen e as da indús ia -
es ão a desen ol e "pad ões de ac o" ou "pad ões indus iais".
T adicionalmen e, o desen ol imen o de no mas es á in imamen e ligado à
no malização da e minologia. mui os sDos maio es êm mais de 100.000 en adas
e minológicas pad onizadas em suas bases de dados, alguns á ios 100.000. Cada
ez mais ou os ipos de mic ocon en amen o são pad onizados, como já oi
explicado. Além disso, exis e um ce o núme o de pad ões me odológicos sob e
como lida com o mic ocon eúdo nas suas á ias o mas. A "Recomendação 2016"
( e anexo X) oi elabo ada endo em con a o ac o de a IoT não pode unciona
de o ma e icien e e e icaz sem con eúdos e de as no mas se em de g ande
impo ância pa a a "in e ope abilidade dos con eúdos" em odas as suas
ace as.
4.2 No mas écnicas, no mas ju ídicas e ce i icação
Enquan o as no mas ju ídicas emi idas pela au o idade es a al (ou de ou o ipo)
são ge almen e eg as de condu a incula i as, as no mas écnicas iden i icam o
es ado da a e do desen ol imen o cien í ico, écnico ou me odológico. apenas se
o em e e idos numa lei ou nou o egulamen o ju ídico, podem o na -se
pa e da espec i a no ma ju ídica. (Em lIFe D9.8 2017: 48) enquan o as no mas
ju ídicas são emi idas po uma au o idade es a al (ou ou o ipo de au o idade
ju ídica), as no mas écnicas são emi idas po o ganismos de no malização (ou
o ganizações de no malização ou o ganizações de desen ol imen o de no mas,
sDos) a ní el in e nacional, egional ou nacional semelhan e ao sis ema ju ídico.
Em alguns países, os o ganismos de no malização são au o idades nacionais
cujas no mas écnicas são conside adas no mas ju ídicas. Nos países eu opeus,
os o ganismos de no malização ope am o malmen e no sec o p i ado,
ge almen e com base numa lei nacional que se e e e à no malização écnica. Em esumo:
2Te minologia | 2017 | 24
•s anda ds a e no in hemsel es [in he legal sense] egula o y in
na u e and hei applica ion no mally is olun a y. Al hough s and-
As ecomendações são […]só[…] [ o es] ecomendações, são amplamen e
u ilizadas de ido aos bene ícios que azem e po que con êm uma
concen ação de in o mações écnicas quali icadas. • as no mas só se
o nam [legalmen e] ob iga ó ias se o em e e idas, sendo a sua
in p i a e con ac s o ag eemen s, o in laws o egula ions and
u ilização decla ada como uma exigência. As no mas podem e i a li ígios
ju ídicos, po que es abelecem especi icações inequí ocas. • Na
ealidade, as no mas são omadas […] em p imei o luga na ju isdição […]
como secundá ias à lei.
A ce i icação - especialmen e se se basea em no mas - pode conduzi
a uma o e aplicação das no mas. A ce i icação pode se aplicada a:
• P odu os.
• so wa e/ e amen as (po exemplo, no que diz espei o à in e ope abilidade).
• P ocessos.
• se iços.
• Recu sos humanos: o
ce i icação do pessoal, o
compe ências e compe ências.
• Fo mação: o ganização de
o mação, o mado es,
ma e ial e e amen as de
o mação.
Cada ez mais, a ce i icação é ambém aplicada aos ecu sos de con eúdos do
pon o de is a da qualidade e da in e ope abilidade dos con eúdos. Is o
es ende-se a so wa es e e amen as pa a a ges ão de con eúdos, se iços
pe inen es e ou os se iços de eu ilização de ecu sos de con eúdos,
equisi os o ganizacionais pa a a ges ão de ecu sos de con eúdos e
equisi os ela i os às compe ências e compe ências dos ecu sos humanos
en ol idos na ges ão de ecu sos de con eúdos. Tendo em con a o ac o de
alguns dos aspec os ans e sais mais impo an es e socialmen e, bem como
poli icamen e sensí eis, es a em longe de se em esol idos, a
egulamen ação ju ídica e écnica desempenha á um papel impo an e no
desen ol imen o pos e io da IoT. Es es aspec os incluem, em pa icula :
segu ança, p i acidade, segu ança, in eg idade, con iança, iabilidade, anspa ência, anonima o, é ica e, numa pe spec i a mais ampla, ambém in e ope abilidade, consumo de ene gia e
cybe c ime. (Ve mesan & F iess 2014: 31)
2 8 Ch is ian Galinski The In e ne o Things – Hype and eali y: C ucial
issues abou In e ne o Things echnology and ‘con en ’
o human-machine communica ion
4.3 No malização e in e ope abilidade
A seguin e a i mação, que se e e e a mic o-objec os de ap endizagem em ez de
"con eúdo" em ge al, con inua a se e dadei a: "Há uma p oli e ação de
pla a o mas de con eúdos baseadas na web que o e ecem aos u ilizado es um ou
á ios ecu sos, po um lado, e há uma al a de base eó ico-me odológica, po um
lado, e uma al a de o ien ação pa a as melho es p á icas de in e ope abilidade de
con eúdos, po ou o. O ac o de cada ez mais ecu sos se em ambém c iados e
man idos com mé odos coope a i os, pa icipa i os e dis ibuídos, mui as ezes
de icien es, baseados na Web, ac escen a á ainda mais a es a p oli e ação de
e a ion./ The e o e, a combina ion o means, such as s anda ds, app op ia e
so wa e, ecnologias de in o mação e comunicação, egimes de ce i icação, e c.) é
necessá io pa a ga an i a qualidade, ou seja, em p imei o luga , a iabilidade, do
con eúdo es u u ado. (Galinski & Gi aldo Pe ez: 2011) Já oi explicado acima que a
"in e ope abilidade écnica" pode não ga an i a "in e ope abilidade do con eúdo". A
in e ope abilidade (Iop) na ci ação do Po al eTsI oi ob iamen e u ilizada no sen ido
es i o de "in e ope abilidade écnica". No en an o, es á sendo cada ez mais
econhecido que o IOP semân ico em mais dimensões do que o espe ado, e a qualidade
dos dados depende o emen e do IOP de con eúdo. A qualidade dos dados, po sua
ez, depende o emen e da qualidade dos me adados, e o IOP do con eúdo depende
em g ande pa e da in e ope abilidade dos modelos de dados e das on ologias (po
exemplo, de aco do com o p oje o de moni o ização da qualidade dos dados pa a
dados abe os ADeQuATe (2015)). Compa ando as en adas de e minologia
pad onizada sob e "in e ope abilidade", pode-se encon a in e ope abilidade
( écnica) no domínio das TIC de inida da seguin e o ma:
[…]4.17 capacidade de in e ope abilidade pa a comunica , execu a p og amas ou
ans e i dados en e á ias unidades uncionais de o ma que exija que o
usuá io enha pouco ou nenhum conhecimen o das ca ac e ís icas únicas dessas
unidades[…] (Iso/Ts 19101-2:2008, 4.17). Cada ez mais, econhece-se que es a
de inição é insu icien e no que diz espei o ao g au ou à ex ensão em que os
spec o he use ’s ole as shown by:
“3.11 in e ope abili y
di e sos ambien es (ha dwa e e so wa e) são capazes de oca in o mações
sem pe da de con eúdo e de o ma anspa en e pa a o u ilizado (Iso/Ts
22224:2009, 3.11). No en an o, ambém oi econhecido que a in e ope abilidade
écnica pode não se ealmen e in e ope á el sem "in e ope abilidade
o ganizacional" e, além disso, "in e ope abilidade semân ica" (semIop), que é
de inida como: capacidade de os dados compa ilhados pelos sis emas se em
2 9Te minologija | 2017 | 24
“2.34 seman ic in e ope abili y
comp eendidos ao ní el de concei os de domínio o almen e de inidos (Iso
11354-2:2015, 2.34).
A es e espei o, a in e ope abilidade sin á ica - que se e e e aos mecanismos
de embalagem e ansmissão de dados - é conside ada um p é- equisi o pa a a
in e ope abilidade semân ica. A p á ica de p og amação, no en an o,
ge almen e conside a apenas aplicações monolinguas e monomodais, o que
ce amen e é insu icien e pa a lida com as á ias ace as da comunicação
in e humana. Os linguis as di e encia iam a "in e ope abilidade semân ica" -
ainda em g ande pa e a ní el léxico ou ocabulá io - em: • Iop léxico (cob indo
um ce o g au de Iop sin á ico num sen ido linguís ico), • Iop concei ual, • Iop
p agmá ico.
Em udo o que p ecede, a in e ope abilidade dos elemen os de
con eúdo/comunicação em di e en es modalidades en e sis emas e
aplicações não oi su icien emen e conside ada. O "Iop de con eúdo" ai um
passo mais longe do que o "Iop semân ico" cob indo (no sen ido da
comunicação in e humana) a in e ope abilidade léxica, concei ual e
p agmá ica. O ISOTC 37 "Língua e e minologia" cen a-se no "con eúdo
es u u ado ao ní el da semân ica léxica", que comp eende e minologias e
ou os ecu sos linguís icos, bem como ecu sos não linguís icos e não
e bais do que se chama "mic ocon eúdo". O Comi é econhece os ecu sos
não linguís icos e não e bais de mic ocon eúdo como impo an es "ou os
ecu sos de con eúdo" (no sen ido de "ou os ipos de comunicação" <no
ní el da semân ica léxica>). Po conseguin e, u iliza o e mo "Iop de
con eúdo", que ai além da "in e ope abilidade de con eúdo" u ilizada no
mundo do ePub (ou seja, pa a o mesmo layou , bem como pa a a apa ência e
sensação do con eúdo u ilizado a a és de á ios disposi i os de lei u a, ais
como e-books, lei o es, iPad, e c.). O ISOTC 37 es á a oma consciência do
ac o de que pode e de inicia ac i idades de no malização ela i as a
ques ões elacionadas com es e concei o mais amplo de con eúdo IOP. O
p ojec o eu uni e sAAl (2012: 16-17) e e e-se a ou as ace as da in e ope abilidade, incluindo:
•“P o ocol In e ope abili y: The abili y o sha e, bi s and by es o e
a ne wo k;
3 0 Ch is ian Galinski A In e ne das Coisas […] Hype e ealidade: C ucial
issues abou In e ne o Things echnology and ‘con en ’
o human-machine communica ion
[…] Se iço In e ope abilidade: A capacidade de oca mensagens em
o ma o bem de inido;
• In e ope abilidade das aplicações: a capacidade de in e p e a a
uni o midade dos dados ocados;
• In e ope abilidade pe cebida pelo u ilizado : os componen es de um
sis ema pa a comunica de o ma e icaz, p ecisa e o nece os
se iços espe ados pelo u ilizado .
As qua o classes di e en es baseiam-se umas nas ou as. A in e ope abilidade
da pe spec i a de um u ilizado humano só se á possí el se os sis emas de
aplicação e as aplicações u ilizadas po ele o em in e ope á eis. Is o, po sua
ez, exige que os se iços de ede u ilizados po es as aplicações pa a o
in e câmbio de mensagens, comandos, ichei os, imagens e sons sejam
in e ope á eis. Além disso, isso exige que a oca eal de dados b u os (bi s e
by es) seja in e ope á el, o que só é possí el se os componen es elé icos e
ele ônicos (conec o es e cabos) ou os componen es sem io o em in e ope á eis.
Em conjun o com as ês o mas de coope ação dos sis emas, é necessá io
ibili y, in e ac ions wi h de- ac o s anda ds and in e ope abili y h ough
s anda ds, uni e sAAl (2012: 15) poin ed ou : “Fo his, usually i is
que sejam obse adas no mas e pad ões comuns. O mesmo se aplica à
in e ope abilidade do con eúdo, que […] na ges ão da e minologia […] eque
pad ões me odológicos elacionados com […] Ca ego ias de dados (não
o almen e idên icas aos me adados) u ilizadas no p oje o concei ual das
en adas de con eúdo es u u ado; • Modelos de dados e mé odos de
modelagem de dados; • Me amodelos pa a o na os modelos de dados
conco en es in e ope á eis. Es as no mas de em se aplicadas de o ma
coe en e e igo osa, o que exige que os mé odos po elas es ipulados sejam
in e ope á eis. pode-se e e i a is o como "me odologia IOP" e a é mesmo
"pad ões IOP". Só assim é possí el alcança a IOP de con eúdos, o que
ambém acili a a ga an ia da qualidade do mic ocon eúdos. Is o signi ica que
ainda p ecisamos de mais pad ões e de melho es pad ões do pon o de is a da
in e ope abilidade, que é um dos compu ado es an e io es em e mos de
equisi es o sus ainabili y in his ield.
The abo e also applies in pa icula o ‘con olled communica ion’. To-
in e ope abilidade semân ica comple a ainda não pode lida com oda a gama
de a iações da linguagem (a sabe , p agmá ica, incluindo a iações
espon âneas), ainda menos se a in e ope abilidade é
3Te minologia | 2017 | 24
[…]os deciso es em quad os públicos e p i ados, os desen ol edo es de so wa e,
a indús ia de con eúdos e os desen ol edo es de no mas pe inen es de em
es a conscien es de que o mul ilinguismo, a mul imodalidade, a inclusão e a
acessibilidade ele ónica de em se conside ados desde o início no
desen ol imen o de so wa e e con eúdos. Es as conside ações são necessá ias
pa a e i a a necessidade de engenha ia adicional ou de epa ação ou de
edesenho no momen o da adap ação, que endem a se mui o dispendiosas e
mui as ezes se e elam impossí eis. Desde 2010, cen enas de no mas sob e
eAccessibilidade e eInclusão o am desen ol idas ou e isadas po comi ês
écnicos em o ganizações de no malização a ní el in e nacional, eu opeu ou
nacional - pa a não menciona mui as no mas indus iais desen ol idas po ou as
o ganizações de no malização (sDo). Além disso, exis em possi elmen e milha es
de no mas que êm elação com as pessoas com de iciência. Em pa icula , a
"acessibilidade" em sen ido amplo a amen e apa ece no í ulo ou no co po
dessas no mas. A "Recomendação 2016" abo da ques ões c í icas iden i icadas
em con e ências, inicia i as e p ojec os ecen es elacionados com a
acessibilidade e a inclusão ele ónicas e emas conexos ela i os às di iculdades
en en adas pelos desen ol edo es de sis emas, pelos seus clien es, pelos
p es ado es de cuidados de saúde e pelos u ilizado es inais na en a i a de
encon a e aplica no mas pe inen es. As o ganizações que endossam a
ecomendação 2016 pedem aos s akeholde s de eAccessibilidade e eInclusão, em
pa icula às o ganizações de desen ol imen o de no mas (sDos):
Ø desen ol e uma abo dagem de classi icação ou de pala as-cha e
mais e inada pa a iden i ica o con eúdo das no mas com elação à
acessibilidade e à inclusão ele ónicas
Ø egis a a ele ância po encial pa a a acessibilidade e inclusão de
uma no ma eme gen e desde o início de uma a i idade de no malização
Ø no mas de e e ência c uzada que enham a e com a
acessibilidade e a inclusão ele ónicas
Ø enco aja a o mulação e a u ilização de uma e minologia de
ocabulá io consis en e.
Ø implemen a uncionalidades de pesquisa que acili em a u ilização
das no mas Ø acili a o en ol imen o ac i o das PwD como
u ilizado es inais nas ac i idades de no malização, en e ou as,
o necendo documen os de no mas num o ma o "acessí el"
A implemen ação das medidas acima mencionadas aumen a ia a
in e ope abilidade dos p odu os e se iços elacionados com a
acessibilidade e a inclusão ele ónica e, assim, bene icia ia os u ilizado es das no mas e da no malização em ge al.
8 Ch is ian Galinski A In e ne das Coisas […] Hype e ealidade: C ucial
issues abou In e ne o Things echnology and ‘con en ’
o human-machine communica ion
Recomendação: os p ocessos de desen ol imen o de no mas e o
acompanhamen o, em conjun o com as no mas sob e a acessibilidade e a
inclusão ele ónicas e os aspec os conexos, de em pe mi i a coo denação
das ac i idades de no malização en e comi és écnicos sob e emas
ees and sDos, leading o con en cohe ence among s anda ds abou
semelhan es. Isso ajuda ia a indús ia e ou as o ganizações a cump i os
equisi os das no mas e e en es à esponsabilidade social co po a i a e à
ges ão de iscos, bem como com os mais ecen es egulamen os legais sob e a
acessibilidade no eP ocu emen e nos si es públicos. podem ale a pena
adop a medidas de apoio pa a: a) p omo e egimes de ce i icação baseados
em no mas sob e a acessibilidade e a inclusão elec ónicas; b) incen i a as
ac i idades de educação e o mação ela i as a essas no mas; e c) e o ça o
papel posi i o que os meios de comunicação social ( an o ins i ucionais como
sociais) e a sociedade ci il podem desempenha nes e domínio.
endossamen o online:
aaa e-endo sed- he- ecomenda ion-2016-conce ning-s anda ds-on-e-accessibili y-and-e-i-
nclusion/daIKTų INTe NeTas lūKesčIaI I ealybė s a b:IoIausIos daIKTų INTe NejųTo
TeChNologI p oblemos I žmogaus beIIuTe są eIKos Tu ys Daik ų in e ne . Daik ų
in e ne as gali echnologiškai sujung i daugmaž isas elek oninių paslaugų eikimo
s i is, including e. s eika os, e. e slo i p ekybos, e. aldymo, ne e. š ie imo i ki as
paslaugas, o ku da junginiais su žodžiu išmanus a pažangus į a dijami p ojek ai ( okie
kaip išmanieji mies ai, išmanusis anspo as, ligonosios išmaniinės). Tu in omenyje šiuos
dalykus, is labiau yškėja žiū ėjimo į są eikumą pi miausia pe eknologijos p izmę
( echninis są eikumas), aip pa am ik u mas u i pe seman ikos p izmę (seman inis
są eikumas) ūkumai. In e ne u inio pla o mų, consumido es siūlančių ieną a daugelį
iš eklių, gausa iš pi mo ž ilgsnio a odo p ibloškian i. A idžiau pažiū ėjus į šių iš eklių
u inio są eikumą i kokybę ma y i, kad jiems dažnai ūks a eo inio-me odologinio
pag indo. Si uação ampa da sudė ingesnė, kai u inys pa icula men e de di e en es
ipos de mik o u inys é ku iamas, p ižiū imas i siejamas su ki u u iniu in e ne u
naudojimu pag įs ais me odais. Kai daik ų in e ne o daik ų suku i da i u i bū i
in e p e uojami, kad ap ų in o macija i žiniomis, nebepakanka pap as o objek ų
( izinio pasaulio objek ų a i ualių dalykų) iden i ika imo i žodinio a nežodinio a do
p isky imo, nea siž elgian a i inkamas są oapibūdin i naudojamus me aduomenis. Kyla
klausimas, a šios į ai ios mik o u inio
kas. Kai daik us u i a spindė i ski ingų kalbų žodžiai a nežodiniai ženklai esan ki-
oms ju iminio su okimo o moms, seman ika u i em is są okomis. Kaip iena pa-
ma inė idėja a są oka, pasiekiama pe a ski ą uni e salųjį ad esą a pas o iąją nuo o-
dą, apib ėž as mik o u inys apima daugelį į ai ių u inio ūšių – galiausiai ne joms
3Te minologia | 2017 | 24 espécies, incluindo leksikog a inius i e minologinius duomenis
( aip pa i mokslines nomenkla ū as), aldomuosius žodynus ( ezau us i ki as žinių
a kybos sis emas), k knowledge s uk ū inimo sis emas (on ologijas, emų
žemėlapius i .) i i amus me aduomenis, gali bū i plė ojamos i aldomos, emian is iena
me odologia plačiosėp ies […] ap . Na u almen e, é necessá io e em con a di e en es
ipos de mic o u inio ski ingus aidmenis.
Gau a em 2017-09-07
Ch is ian Galinski
Cen o In e nacional de In o mação em Te minologia
(In o e m) c/o Co-sPACe
Gumpendo e s asse 65/1, 1060 Viena, Áus ia
E-mail cgalinski@in o e m.o g