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Algirdas Sabaliauskas. „Lietuvių kalbos tyrinėjimo istorija: 1980–2010 m.“

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Algirdas Sabaliauskas. „Lietuvių kalbos tyrinėjimo istorija: 1980–2010 m.“

Author: William R. Schmalstieg
Year: 2013
Source: https://journals.lki.lt/actalinguisticalithuanica/article/download/978/1068
153 ecenzijos e isa os campos de pesquisa da Uni e sidade
wiLLiaM . schMaLs ieg
Es adual da Pensil ânia: es udos indo-eu opeus, bál ico,
especialmen e an igo
P ussiano, línguas esla as.
algi das sabaliauskas
Li uVi kaLbos
y inėjiMo his ó ia:
1980[…]2010 M.
Vilnius: Ins i u os de Língua Li uânica, 2012, 766 p.
No 978-609-411-084-91 no p e ácio (p. 11) o au o esc e e que es e li o é uma
con inuação de seus li os an e io es Lie u ių kalbos y inėjimo is o ija: iki 1940 m.
Vilnius: Mokslas, 1979 ([…]a his ó ia da pesquisa sob e a língua li uana a é 1940[…]) e
Lie u ių kalbos y inėjimo is o ija: 1940[…]1980 m. Vilnius: Mokslas, 1982 ([…]a his ó ia
da pesquisa sob e a língua li uana de 1940 a 1980[…]). Tal como an es, conside a as
in es igações na Li uânia e as o a das on ei as da Li uânia em secções
sepa adas.
sabaliauskas começa com um capí ulo sob e o g ande dicioná io da academia (Lie u ių
kalbos žodynas), que, na sua opinião, é a ealização mais impo an e da ilologia li uana
(p. 15). Isso e e seu começo em 1902, quando o mais dis in o pesquisado da lexicologia
li uana, Kazimie z Buga, começou a p epa a os ca ões dos quais es e dicioná io da
língua li uana em sua o igem. É acessí el em linha no ende eço www.lkz.l .
Embo a os capí ulos des e li o não sejam nume ados pelo au o , o segundo capí ulo é
dedicado a ou as ob as lexicog á icas (Ki i leksikog a ijos da bai). Em 1993, sob a edi o ia de
S asys Keynys, oi publicada a e cei a edição do li o de um olume Daba inės lie u ių
kalbos žodynas […]dic iona y o Mode n Li huanian[…]. Sabaliauskas ambém menciona os
dicioná ios de equência de Laima g umadienė e Vida Žilinskienė publicados em 1997 com
pala as em o dem dec escen e de equência e publicados em 1998 em o dem al abé ica.
Nes e capí ulo, Sabaliauskas discu e nume osos dicioná ios bilíngues, odos com a segunda
língua como uma língua eu opeia. Gos a ia de ag adece a P o . Vi ginija Vasiliauskienė po
e lido uma e são an e io des a e isão e po e ei o suges ões aliosas.
154 ac a Linguis ica Li huanica LXVIII língua exce o pa a o dicioná io japonês-li uano
wiLLiaM . schMaLs ieg
de dalia Š amba y ė (Japonų lie u ių kalbų hie ogli ų žodynas) (p. 32). O capí ulo 3
(página 33) desc e e a his ó ia do abalho li uano sob e e minologia. Em 1991, oi
c iada uma di isão e minológica especial no ins i u o de língua li uana (Lie u ių
kalbos ins i u as). es a di isão oi inicialmen e che iada pelo jo nal Te minologija
de Kazimie as.
gai enis and in 2001 he headship passed o albina aukso iū ė. in 1994 p ima -
ily a he ini ia i e o s asys keinys he e minological sec ion began o publish a
O núme o e a a iedade de dicioná ios especializados são e dadei amen e
su p eenden es. Apenas a amos agem des e úl imo sabaliauskas enche duas páginas
(36[…]37) com os nomes dos au o es e í ulos que começam com an anas bu ačas[…]
Anglų[…]lie u ių kalbų eknomikos žodynas (dicioná io de economia li uano em inglês) e
e minam com Mečislo as Žalake ičius e i ena Žalake ičienė[…]s Paukščių pa adinimus
žodynas (dicioná io de nomes de pássa os). O capí ulo 4 é dedicado às g amá icas
acadêmicas da língua li uana (p. 38-43). a Lie u ių kalbos g ama ika (Vilnius, 1965[…]1976, i[…]iii)
edi ada po kazys ul ydas con inua a se a desc ição mais exaus i a da es u u a
g ama ical da língua li uana. A G amá ica do Lí io (Vilnius: Moxlas, 1985) edi ada po
Vy au as Amb asas não oi apenas uma e são pos e io do abalho de ês olumes
mencionado acima, mas le ou em conside ação desen ol imen os onológicos,
mo ológicos e sin á icos mais ecen es. a e são li uana apa eceu em 1994; 2a edição de
1996; 3a edição de 1997; 4a edição de 2005. A edição em inglês apa eceu em 1997 (página 40). no
Ins i u o da Língua Li uana, um g upo de linguis as di igido po axel hol oe começou a
p epa a uma no a g amá ica do li uano. De aco do com os no os au o es, as eo ias
undamen ais da linguís ica do século XX - es u u al, gene a i a e cogni i a - de am à
eo ia g ama ical mui as ideias aliosas que, no início do no o milênio, nenhuma desc ição
g ama ical pode se da ao luxo de igno a . pode-se ob e uma ideia dessas pesquisas dos
qua o olumes de ob as sob e g amá ica li uana edi ados po axel hol oe e ou os (p. 42).
O qua o capí ulo abo da o a las de diale os li uanos, ex os de diale os, dicioná ios e
desc ições (p. 44). no ins i u o de língua li uana, con inuou-se o abalho sob e o a las do
idioma li uano. Em 1982 oi publicado o segundo olume des a ob a, dedicado à oné ica. es e
olume em 112 mapas cada um dos quais mos a duas ou ês ca ac e ís icas oné icas.
O e cei o olume, dedicado à mo ologia, apa eceu em 1994, embo a a da a o icial seja 1991
(p. 46). Em 1995, os dialec ólogos do ins i u o da língua li uana emp eende am, em conjun o
com especialis as em ecnologia da in o mação, a c iação de um si e no qual oi publicada
uma pa e de Zigmas Zinke ičius […] Lie u ių kalbos dialek ologija. Em 2000, com a ajuda da
Unesco, inanciou um disco compac o, Volume 1 de diale os li uanos. O Dicioná io Mul imídia
oi publicado (p. 49).
algi das sabaliauskas
Lie u ių kalbos y inėjimo is o ija: 1980–2010 m.
155 ecenzijos e isões nos úl imos anos uma sé ie de ex os de diale o indi iduais
o am publicados po Vladas g ina eckis, Žane a u bana ičiū ė-Ma ke ičienė, elena
g ina eckienė, aleksas gi denis, danguolė Mikulėnienė e mui os ou os (p. 50).
sabaliauskas desc e e em de alhes os p oblemas de egis a a língua daqueles
que alam os diale os mo ibundos do li uano.
Sabaliauskas (capí ulo 6) esc e e que o abalho mais impo an e das úl imas
in he ield o onomas ics is he Lie u ių pa a džių žodynas „dic iona y o Li hua-
décadas nian nomes de amília […] o p imei o olume do qual (a[…]k) apa eceu em 1985 e
o segundo olume (L[…]Ž) em 1989 (p. 63). A base des e dicioná io é um a qui o de nomes
no ins i u o de língua li uana. os au o es di idi am a Li uânia em ce ca de 280
pon os, cujos cen os são g andes luga es habi ados. o núme o de amílias com
es e ou aquele nome é mos ado. É in e essan e no a que apenas ce ca de 21% dos
sob enomes li uanos são de o igem bál ica, ce ca de 8% são de o igem alemã e 71%
são de o igem esla a ou nomes p o enien es de esla a. Cabe ambém menciona
kazys kuza inis[…] e b onys sa ukynas[…] Lie u ių a dų kilmės žodynas (Vilnius:
Mokslas, 1987) dedicados à o igem dos nomes li uanos (p. 65).
Es ima-se que o Lie u os ie o a džių žodynas […]dicioná io de nomes de luga es
li uanos[…] (Vol. i, 2008) alcance um o al de dez olumes (p. 66). sabaliauskas esc e e que
a pa i do p imei o olume se em a imp essão de que a camada mais abundan e de
nomes de luga es es á ligada a nomes de á o es: a[…]ksnis […]á o e mais elha[…], […]žuolas
[…]ca alho[…], bé žas […] abe o[…] (p. 67).
b e es biog a ias de dis inguidos linguis as li uanos e linguis as não li uanos que
abalham na Li uânia (žymesnieji y inė ojai) ocupam as páginas 74[…]355. apenas uma
lis a dos nomes des es dis inguidos linguis as (a maio ia dos quais, se não odos, são
bem conhecidos pelos bal icis as) le a ia á ias páginas e não adiciona ia mui o a es a
e isão. Con ei 73 nomes na abela de con eúdos. Is o não inclui Se gejus Temčinas, a
quem são dedicados á ios pa ág a os na página 355, mas que não apa ece na abela de
con eúdos. O p imei o au o mencionado é Juozas Senkus (1907-1970) a quem só é
dedicado um único pa ág a o. De o no a , no en an o, que es as b e es no as
biog á icas dão amplas e e ências a a igos mais longos onde podem se encon adas
mais in o mações. Em pa icula , há e e ências ao abalho an e io de sabaliauskas,
Lie u ių kalbos y inėjimo is o ija: 1940[…]1980, Vol. ii, Vilnius, 1982, p. 74, onde a maio ia
dos mencionados no li o em análise já o am desc i os. Aqueles a quem os a igos mais
cu os são dedicados são, pa ece-me, aqueles que ealiza am mais an es de 1980. Assim,
pa a Juozas Senkus (1907-1970) e Jonas K uopas (1908-1975) apenas as edições pós umas
de seu abalho são mencionadas, uma ez que seu abalho an e io já oi desc i o no
Vol. ii des a sé ie. alguns es udiosos, como Riča das Mi onas, a quem um
156 ac a Linguis ica Li huanica LXVIII icle mais de uma página de comp imen o (p. 48-49) é
wiLLiaM . schMaLs ieg
dedicado no Vol. ii da sé ie é apenas casualmen e mencionado no Vol. iii (uma ez cada
nas p. 197, 198 e 269 em conexão com algum ou o es udioso). A igos mais longos são
dedicados àqueles cujo abalho se enquad a p incipalmen e no pe íodo de in a anos
1980-2010. Assim, po exemplo, mais de duas páginas (75[…]77) são dedicadas a Kazys
Ul ydas. só no p imei o a igo em apenas uma página (p. 79) é dedicado a Jonas
Kazlauskas, de quem me lemb o bem a é hoje, embo a a úl ima ez que o i enha sido
(Vol. ii, p. 49), do we lea n ha he was bo n in 1910 and only in he second
a icle (Vol. iii, p. 75) do we lea n ha he died in 1996.
em 1970 (há mais de qua en a anos). Lemb o-me que ele me encon ou no ae opo o de
Vilnius e enquan o espe a a pelo eléc ico pa a nos le a a Vilnius, começou a pedi -me
desculpas po não e indo da uma pales a na Penn S a e, onde o ínhamos
con idado. Disse-lhe que sabia disso, e en eguei-lhe a cópia xe ox da espos a (em
usso) que ínhamos ecebido das au o idades so ié icas em Mosco o, segundo a qual
ele es a a mui o ocupado com seus de e es na Uni e sidade de Vilna pa a i pa a a
Penn S a e. Kazlauskas olhou pa a a cópia e disse que e a a p imei a ez que ia a
ca a. Não consegui pensa na pala a li uana pa a dispa a e, po isso usei a pala a
ussa ey ynda, que Kazlauskas apidamen e co igiu pa a mim em niekai. ap endi no
a igo de sabaliauskas pela p imei a ez que em Vilnius há uma ua com o nome de
kazlauskas. sabaliauskas menciona aqui o li o Bal is ikos ąžuolas. Jono Kazlausko
gy enimas i da bai ([…]o ca alho dos es udos bál icos: a ida e a ob a de jonas kaz
laus kas[…]) publicado pela uni e sidade de Vilnius e pelo município de bi š onas[…]. es e
úl imo li o em mui os a igos in e essan es, embo a se possa disco da da ase de
aleksas gi denis e albe as osinas (p. 29): Gal pe aklai sekdamas Romanu Jakobsonu,
Kazlauskas manė, kad bal ų p iegaidės kon as a o kaip aukš as i žemas onas...
([…]Tal ez seguindo jacobson cegamen e, kazlauskas pensou que as en onações
bál icas con as a am como ons al os e baixos...[…]) eu não posso imagina que
kazlauskas i esse seguido alguém cegamen e. uma seção in i ulada Žymesnieji
y inė ojai ([…]os in es igado es mais conhecidos[…]) (p. 74 […] 355) em in o mações
sob e 73 es udiosos bem conhecidos que abalham na Li uânia. En e os es udiosos
mais conhecidos es á Gied ius Subacius, que p oduziu um bom abalho em mui os
campos linguís icos, mas nos Es ados Unidos p o a elmen e mais conhecido po seu
abalho sob e os aspec os li uanos do amoso omance ame icano The Jungle, de
Up on Sinclai . A seguin e seção in i ulada Ki i y inėjimai (ou as in es igações) (p.
356-394) é di idida em Lie u ių kalbos is o ija (his ó ia da língua li uana) (p. 356-374),
Daba inė kalba (a língua con empo ânea) (p. 375-387) G e inamoji kalbo y a (análise
con as i a das línguas) (p. 387-390) e Pe iodiniai leidiniai. A bibliog a ia. Enciklopediniai
leidiniai (Publicações pe iódicas. bibliog a ia. publicações enciclopédicas) (p. 391-394).
algi das sabaliauskas
Lie u ių kalbos y inėjimo is o ija: 1980–2010 m.
157 ecenzijos a alia as publicações sob e a his ó ia da língua li uana são
p incipalmen e as de pessoas mais jo ens, cujos nomes não o am incluídos nas
biog a ias acima mencionadas. são mencionados aqui, po exemplo, os abalhos de ona
alekna ičienė sob e jonas b e kūnas Pos ilė, os abalhos de Vi ginija Vasiliauskienė
sob e a colocação do a ibu o geni i o no li uano an igo, e c. sabaliauskas esc e e que
nas úl imas décadas o abalho mais impo an e dedicado aos p oblemas da
no malização do li uano é i a Miliūnai ės Lie u ių kalbos g ama ikos no minimo
pag indai (Vilnius, 2003). A maio pa e do abalho em linguís ica con as i a es á
elacionada com o li uano e o inglês, embo a alguns sejam di ecionados pa a o alemão e
o usso. En e os des acados especialis as em inglês es ão Lionginas Pažūsis e
Albe as S epona ičius, cujo pe ei o domínio do inglês eu posso es emunha
pessoalmen e. Há uma b e e desc ição da e is a Bal is ica com os edi o es jonas
kazlauskas (1965-1970), Vy au as Mažiulis (1970-1996) e boni acas s undžia (1996-1996). (p.
391) Lie u ių kalbo y os klausimai, cujo nome oi mudado pa a Ac a Linguis ica
Li uanica em 1999 e que é publicado (sob a edi o ia do excelen e sin á ico mode no Axel
Hol oe ; G asilda Blažienė a pa i de 2010) pelo Ins i u o da Língua Li uana. ambém é
mencionado A chi um Li huanicum dedicado p incipalmen e a p oblemas de esc i os
li uanos an igos (p. 393).
Em 1999, a Enciclopédia Li uânia da Língua, cujo obje i o e a se um abalho
gene alizado não apenas sob e o li uano, mas ambém sob e a linguís ica bál ica,
oi publicada pelo Mokslo i Enciclopedijų ins i u as.
P. 397 a 728 são dedicadas à in es igação das línguas bál icas em países es angei os.
Is o começa com um es udo das ac i idades dos li uanos emig an es du an e a época
so ié ica. A maio ia deles acabou nos Es ados Unidos, onde os conhecia mui o bem ou
a a és de euniões e co espondência. Sabaliauskas começa com algumas páginas
sob e P anas Ska dijus, que oi ex ao dina iamen e p odu i o, embo a nunca enha
ido uma nomeação acadêmica nos Es ados Unidos. Embo a eu não enha conhecimen o
di e o disso, amigos me disse am que Ska dijus ealmen e ecebeu uma o e a de
emp ego de Al ed Senn pa a i à Uni e sidade da Pensil ânia, mas que Ska dijus
ecusou, apa en emen e po causa de alguma dispu a an e io com Senn na Li uânia.
Pa a mim oi mui o in e essan e le de alhes sob e a ida do meu p o esso An anas
Salys na Eu opa an es de chega aos Es ados Unidos. po exemplo, eu não sabia que
a ijos agana se sen iu p o undamen e insul ado quando oi suge ido que a en ão
jo em es udan e salys co igisse a linguagem de sua adução (p. 411). Na
Uni e sidade da Pensil ânia, sob a u ela de Sallys, eu iz meu p imei o conhecimen o
com uma língua bál ica, ou seja, em 1951, du an e o segundo semes e do meu p imei o
ano de pós-g aduação, eu comecei o es udo do an igo p ussiano usando o li o de ex o
p epa ado po Al nis Enzelin, Ja P ussian G amma ik.

158 ac a Linguis ica Li huanica LXVIII em sua discussão de Leona das damb iūnas (p.
wiLLiaM . schMaLs ieg
429[…]435) sabaliauskas menciona damb iūnas[…], an anas klimas[…], e meu co-au o An
In oduc ion o Mode n Li huanian. Um a o cu ioso é que pessoalmen e eu só conheci
Damb iūnas pessoalmen e depois do co eio (an es dos dias da in e ne ). O li o oi
imp esso pelos pais anciscanos em B ooklyn, No a Io que, e apenas com a ajuda de
ou join en u e was published. ou collabo a ion was ca ied ou en i ely by u. s.
uma gene osa bolsa inancei a da RT. Re e endo. Mons. o S . J. A. Ka alius. (em inglês)
Nenhum de nós, au o es, espe a a que o li o osse ão popula e nenhum de nós
espe a a qualque emune ação inancei a. Es á amos elizes que os pais
anciscanos publicassem o li o. E só soube po acaso que o li o inha sido
eimp esso pela Hype ion P ess. olhando pa a a in e ne um dia eu i meu nome como o
co-au o de um li o sob e g amá ica li uana. Fiquei na u almen e in e essado em
sabe o nome des e li o, do qual não inha ou ido ala an es, e uma pesquisa adicional
e elou-me que o í ulo e a Li uano pa a p incipian es. Nenhum de nós, au o es
sob e i en es, nem eu nem o Klimas, emos ideia do núme o de olumes inalmen e
endidos. Sabaliauskas dá uma boa desc ição de Klimas […] mui as con ibuições pa a os
es udos bál icos, pa icula men e como edi o de longa da a do Li uanus. a
in es igação da língua li uana nos países es angei os é o ema da úl ima pa e do
li o (p. 463-728). O p imei o país es udado é, al ez na u almen e, a Le ônia e a
p imei a pessoa a se es udada oi Reinis Be ulis, que esc e eu sua disse ação sob a
di eção de Vincas U bu us sob e as elações semân icas dos subs an i os le ões e
li uanos. Lemb o-me de Be ulis como uma pessoa ag adá el que me mos ou as is as
de Riga há mui os anos. ou o impo an e linguis a le ão é Pē e is Vanags (p. 468471)
que se dis inguiu em á ios amos da mo ologia bál ica. Como edi o da e is a Bal u
Filologija desde 1996, ans o mou o pe iódico em uma e is a in e nacionalmen e
econhecida pa a a linguís ica bál ica.
A p imei a pessoa es udada na seção sob e a Rússia (p. 482-535) é Vladimi Topo o , a
quem Sabaliauskas ca ac e iza (absolu amen e co e amen e, na minha opinião) como
um es udioso de in e esses ex ao dina iamen e amplos. Suas publicações a iam de
li e a u a esla a (po exemplo, Стрaнный Тургенев ([…]o es anho u gene […]) a
clássicos, po exemplo, Эней […] человек судьбы ([…]aeneas […] homem do des ino[…]) a
sânsc i o Древне-индийская шудраки драма глиняная повозка ([…]o an igo d ama indic de
shud aka, o pequeno ca inho de ba o[…]). De suas mui as conquis as no campo bál ico, o
eg e ably ne e comple ed is p obably he mos impo an . sabaliauskas poin s ou
an igo dicioná io p ussiano de Topo o , embo a Topo o (p. 487) enha ligado o nome do
he ói de Dos oie sky de The Double, iz. Gajadkin, ao nome do po o bál ico Galindai. Tenho
de con essa que ap endi sob e es a ligação pela p imei a ez aqui. Sabaliauskas
con inua com uma desc ição do amigo e colabo ado de Topo o , Vjachesla I ano ,
ambém um es udioso b ilhan e de amplos in e esses e o iginalidade. sabasabaliauskas
algi das sabaliauskas
Lie u ių kalbos y inėjimo is o ija: 1980–2010 m.
"Lyubo sky menciona que I ano abalhou na Uni e sidade de Moscou en e 1954 e 1958,
mas oi demi ido da uni e sidade po causa de "" isões polí icas e sociais
inadequadas.""" Eu pessoalmen e lemb o que na p ima e a de 1973 I ano me mos ou
esse documen o inc í el (pa a um ame icano), alguns de alhes dos quais me lemb o a é
hoje. Nesse documen o, I ano oi acusado de acei a a linguís ica es u u al ociden al
em uma con e ência na No uega, se ecusa a assina um documen o condenando o
Dok o Zhi ago de Bo is Pas e nak e o ganiza uma eunião en e Roman Jakobson e
Bo is Pas e nak em Pe edelkino. Acho que se ia de g ande in e esse pa a a his ó ia da
linguís ica que I ano pe mi isse que es e documen o osse publicado. Ou os
impo an es con ibuin es ussos pa a os es udos bál icos incluem Oleg T ubacho (p.
504), conhecido p incipalmen e po seu abalho sob e os hid ônimos da bacia do Dniepe .
Ta iana Bulygina (p. 509), Ju ij S epano (p. 510), conhecido, en e ou as coisas, po sua
Teo ia da G amá ica e Teo ia G amá ica, Ju ij O kupchiko , que, além de en a deci a
o disco de Phais os, ez mui o no campo das elações bál icas e esla as (p. 513); Vladimi
dybo, um b ilhan e especialis a em acen ologia bal o-esla a (p. 518); alexande anikin, um
excelen e especialis a em es udos semân icos indo-eu opeus (p. 521), aleksej and ono ,
conhecido p incipalmen e pela publicação conjun a (com Lidija Leikuma) de Sibe ian
La ian Songs;
(p. 524), Ma ija Za jalo a, en e ou as coisas, au o a de um a igo sob e o con o de
P ospe Me imee Lokis (lokys) ([…]o u so[…]) (p. 529). O único es udioso uc aniano
mode no no campo bál ico oi o ago a is emen e alecido Ana olij Nepokupny, a quem
conheci pela p imei a ez no II Cong esso da União de Bál icos em Vilnius, em 1970. Minha
c í ica de seu li o A eal[…]nye Aspek y Bal o-Sla janskix Jazyko yx O no enij (Kie ,
1964) inha apa ecido no Vol. xi (1968) do In e na ional Jou nal o Sla ic Linguis ics and
Poe ics (p. 173[…]176) e ele apa en emen e inha gos ado. Fiquei imp essionado com o
a o de ele e memo izado algumas linhas que ele me epe iu em inglês (embo a na
maio pa e daquela e em euniões u u as nos comunicássemos em li uano). Mais
a de, no Colóquio P u henicum Secundum o ganizado po wojciech smoczyński, i e a
opo unidade de sen a -me ao lado de nepokupnyj, que, naquela época, me suge iu que
eu a ualizasse meu li o Es udos em P ussiano An igo: Uma Re isão C í ica da
Li e a u a Rele an e no Campo da Poesia Uc aniana, mas de aco do com a opinião
since 1945 (uni e si y Pa k & London, 1976). nepokupnyj dis inguished himsel
as an excellen specialis in e ymology. i pe sonally am no able o judge he qual-
daqueles que podem, nepokupnyj ambém e a um bom poe a (p. 531).
começa a seção sob e a Polônia com wojciech smoczyski que é ca ac e izado como o
bal icis a polonês mais a i o. Conco da ia ce amen e com isso e ambém o
ca ac e iza ia como um dos especialis as mais o iginais e ino ado es no campo bál ico,
mesmo que mui as ezes possa disco da dele. nos úl imos anos, ele
160 ac a Linguis ica Li huanica LXVIII aplicou a eo ia la íngea a uma sé ie de enômenos
wiLLiaM . schMaLs ieg
bál icos e esla os. Na minha ju en ude, iquei a aído po essa eo ia e, de a o, meu
p imei o a igo publicado, […] he Phoneme / in Sla ic Ve bal Su ixes[…], Wo d, 12, 1956
[12.25[…]259] oi uma en a i a de explica o - in no su ixo esla o - a i como de i ado da
e cei a la inge (labializada) *Hw, como p opos o po Andé Ma ine em seu a igo
[…]non-apophonic o-Vocalism in indo-eu open[…], Wo d, 1953 [9.254]. In elizmen e, com a
elhice em o ce icismo em elação às c enças da ju en ude. Na e dade, lemb o-me que,
depois de e explicado a eo ia da la inge a uma u ma, um dos meus alunos disse que
acha a que a eo ia da la inge indo-eu opeia inha os a ibu os de um deus ex machina. Em
qualque caso, acho que an o Smoczyński como o seu compa io a Wi old Maczak, embo a
enham pon os de is a comple amen e di e en es, de em se admi ados pela sua
o iginalidade de pensamen o e, em mui os casos, pela ecusa de segui o pa adigma
p edominan e. sabaliauskas ambém menciona as con ibuições de Leszek bedna czuk (p.
546 […] 548), Michał kond a iuk, Michał hasiuk, czesław kudzinowki, oman e danu a oszko,
no be os owski e k zysz o omasz wi czak. En e os impo an es au o es checos
mencionados es ão Adol E ha , au o de impo an es con ibuições sob e o sis ema
e bal indo-eu opeu (p. 562) e Václa Blažek, au o de impo an es con ibuições pa a a
lexicog a ia bál ica. Sabaliauskas ambém menciona o amoso jiří
Ma an, que ocupou ca gos acadêmicos em pelo menos ês con inen es. A sua úl ima
nomeação académica na Amé ica do No e oi na nossa Uni e sidade Es adual da
Pensil ânia. In elizmen e, quando a Uni e sidade de Monash, em Melbou ne, na Aus ália, lhe
o e eceu um ca go, a nossa adminis ação acadêmica não conseguiu encon a dinhei o
su icien e no o çamen o pa a man e Ma an aqui na Penn S a e. O especialis a búlga o
mais impo an e ocupado com a linguís ica bál ica oi, sem dú ida, I an Du idano , au o
de Die Beziehungen des Bal ischen zu den al en Balkansp achen […] Indoge manisch,
Slawisch und Bal isch (Munich, 1992). o mais impo an e con ibuin e húnga o pa a os
es udos bál icos é end e boj á u, au o do li o P e ácio ao passado. Uma his ó ia
cul u al dos po os bál icos (Budapes , 1999) (p. 571). Sabaliauskas começa seu capí ulo
sob e os bál icos alemães com Raine Ecke , que começou sua ca ei a p o issional na
di isão linguís ica da Academia de Ciências da República Democ á ica Alemã. Quando as
úl imas o ganizações en a am em colapso, Ecke mudou seus es o ços cien í icos pa a
a Uni e sidade E ns -Mo i z-A nd em G ei swald (p. 572), onde oi emp egado a é sua
aposen ado ia em 1996. O p óximo au o mencionado é Ge ud Bense, que se in e essa
anging schola ha ing published impo an a icles on he i-s em nouns o bal ic
p incipalmen e pela his ó ia da esc i a li uana na Li uânia Meno (p. 582). um dos melho es
especialis as em hid onomia eu opeia oi Wol gang Paul Schmid (p. 583) da Uni e sidade de
Gö ingen. Em 1970, ele e eu omos os únicos pa icipan es de países não comunis as no
segundo cong esso da União sob e a Linguís ica Bál ica em Vilnius.
algi das sabaliauskas
Lie u ių kalbos y inėjimo is o ija: 1980–2010 m.
161 ecenzijos a aliações nius. Ti emos alguns desen endimen os acadêmicos e quando
o Jonas Kazlauskas me encon ou no ae opo o de Vilnius mencionei-lhe is o.
Kazlauskas disse que es a a cien e da di e gência, mas não se p eocupasse po que
Schmid e a, nas pala as de Kazlauskas, um mui o linksmas žmogus. Achei a desc ição
de Kazlauskas comple amen e exa a e nenhum de nós, es udiosos es angei os,
mencionou a nossa disco dância um ao ou o. Ti e a boa so e de passa o ano
acadêmico 1978-1979 na Uni e sidade de F eibu g (I. B .), a mesma ins i uição acadêmica
onde um impo an e e c ia i o bal icis a, a sabe , Al ed Bammesbe ge (p. 588) es a a
abalhando na época, embo a um pouco mais a de ele se mudasse pa a Eichs ä .
Bammesbe ge ambém é um excelen e especialis a em inglês (que, po ce o, ala
inglês pe ei o, como posso a es a ) e suge iu uma conexão en e o li uano (jie) y a e o
inglês a e. de aco do com sabaliauskas (p. 591), ied ich scholz é um es udioso
excepcionalmen e ab angen e que p oduziu mui as publicações aliosas sob e
li e a u a es oniana, le ã, li uana e ussa, além de (jun amen e com seu aluno jochen d.
ange) p oduzi edições au o izadas de aduções bíblicas de b e kūnas. Sabaliauskas
ambém menciona mui os ou os es udiosos alemães que con ibuí am pa a os
es udos bál icos.
P o a elmen e o bal icis a inlandês con empo âneo mais p odu i o é Ka i Liukkonen,
que aça mui os pa alelos comple amen e c edí eis en e as línguas bál icas e as
línguas inlandesas. A única ques ão, ainda não esol ida na minha opinião, é se es as são
semelhanças emp es adas ou se e le em uma he ança inno-ug a e indo-eu opeia comum
(p. 616). o linguis a es oniano Lembi Vaba abalhou ex ensi amen e sob e emp és imos
le ões em es oniano (p. 622). O es udioso sueco La s Gunna La sson, da Uni e sidade de
Uppsala, em abalhado ex ensi amen e em emp és imos bál icos em línguas bál icas
inlandesas, e To bjö n K. Nilsson ambém mos ou conside á el in e esse nas elações
en e as línguas bál icas e inlandesas. O ecen emen e is emen e alecido (09 de
janei o de 1999) Te je Ma hiassen p o a elmen e ocupa o p imei o luga en e os
linguis as no uegueses con empo âneos. Além de impo an es publicações eó icas, ele é
conhecido po suas ob as pedagógicas A Sho G amma o Li huanian (columbus, ohio,
1996) e A Sho G amma o La ian (columbus, ohio, 1997). seu excelen e li o de ex o Old
P ussian (oslo, 2010) oi 631. P o a elmen e o p óximo bal icis a no ueguês mais
published pos -humously hanks o he help o he edi o john ole askedal, he
wi e o he deceased au ho ann-Ma ie Ma hiassen, Pe e Loche and o he s (p.
impo an e é Helge Dag inn Rinholm, que es udou na Uni e sidade de Indiana, nos Es ados
Unidos, onde ap esen ou sua disse ação Towa d he Seman ic Fea u es o Li huanian
P eposi ions and P e e bs: An In a ian Componen Analysis (Uni e sidade de Indiana,
1980). Em empos ecen es, a Dinama ca (p. 634) o neceu es udos bál icos com os dois
es udiosos Jens Elmega d Rasmussen e Thomas Olande , ambos os quais ize am
con ibuições