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Algirdas Sabaliauskas. „Lietuvių kalbos tyrinėjimo istorija: 1980–2010 m.“

William R. Schmalstieg

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153 ecenzijos e isa os campos de pesquisa da Uni e sidade wiLLiaM . schMaLs ieg Es adual da Pensil ânia: es udos indo-eu opeus, bál ico, especialmen e an igo P ussiano, línguas esla as. algi das sabaliauskas Li uVi kaLbos y inėjiMo his ó ia: 1980[…]2010 M. Vilnius: Ins i u os de Língua Li uânica, 2012, 766 p. No 978-609-411-084-91 no p e ácio (p. 11) o au o esc e e que es e li o é uma con inuação de seus li os an e io es Lie u ių kalbos y inėjimo is o ija: iki 1940 m. Vilnius: Mokslas, 1979 ([…]a his ó ia da pesquisa sob e a língua li uana a é 1940[…]) e Lie u ių kalbos y inėjimo is o ija: 1940[…]1980 m. Vilnius: Mokslas, 1982 ([…]a his ó ia da pesquisa sob e a língua li uana de 1940 a 1980[…]). Tal como an es, conside a as in es igações na Li uânia e as o a das on ei as da Li uânia em secções sepa adas. sabaliauskas começa com um capí ulo sob e o g ande dicioná io da academia (Lie u ių kalbos žodynas), que, na sua opinião, é a ealização mais impo an e da ilologia li uana (p. 15). Isso e e seu começo em 1902, quando o mais dis in o pesquisado da lexicologia li uana, Kazimie z Buga, começou a p epa a os ca ões dos quais es e dicioná io da língua li uana em sua o igem. É acessí el em linha no ende eço www.lkz.l . Embo a os capí ulos des e li o não sejam nume ados pelo au o , o segundo capí ulo é dedicado a ou as ob as lexicog á icas (Ki i leksikog a ijos da bai). Em 1993, sob a edi o ia de S asys Keynys, oi publicada a e cei a edição do li o de um olume Daba inės lie u ių kalbos žodynas […]dic iona y o Mode n Li huanian[…]. Sabaliauskas ambém menciona os dicioná ios de equência de Laima g umadienė e Vida Žilinskienė publicados em 1997 com pala as em o dem dec escen e de equência e publicados em 1998 em o dem al abé ica. Nes e capí ulo, Sabaliauskas discu e nume osos dicioná ios bilíngues, odos com a segunda língua como uma língua eu opeia. Gos a ia de ag adece a P o . Vi ginija Vasiliauskienė po e lido uma e são an e io des a e isão e po e ei o suges ões aliosas. 154 ac a Linguis ica Li huanica LXVIII língua exce o pa a o dicioná io japonês-li uano wiLLiaM . schMaLs ieg de dalia Š amba y ė (Japonų lie u ių kalbų hie ogli ų žodynas) (p. 32). O capí ulo 3 (página 33) desc e e a his ó ia do abalho li uano sob e e minologia. Em 1991, oi c iada uma di isão e minológica especial no ins i u o de língua li uana (Lie u ių kalbos ins i u as). es a di isão oi inicialmen e che iada pelo jo nal Te minologija de Kazimie as. gai enis and in 2001 he headship passed o albina aukso iū ė. in 1994 p ima - ily a he ini ia i e o s asys keinys he e minological sec ion began o publish a O núme o e a a iedade de dicioná ios especializados são e dadei amen e su p eenden es. Apenas a amos agem des e úl imo sabaliauskas enche duas páginas (36[…]37) com os nomes dos au o es e í ulos que começam com an anas bu ačas[…] Anglų[…]lie u ių kalbų eknomikos žodynas (dicioná io de economia li uano em inglês) e e minam com Mečislo as Žalake ičius e i ena Žalake ičienė[…]s Paukščių pa adinimus žodynas (dicioná io de nomes de pássa os). O capí ulo 4 é dedicado às g amá icas acadêmicas da língua li uana (p. 38-43). a Lie u ių kalbos g ama ika (Vilnius, 1965[…]1976, i[…]iii) edi ada po kazys ul ydas con inua a se a desc ição mais exaus i a da es u u a g ama ical da língua li uana. A G amá ica do Lí io (Vilnius: Moxlas, 1985) edi ada po Vy au as Amb asas não oi apenas uma e são pos e io do abalho de ês olumes mencionado acima, mas le ou em conside ação desen ol imen os onológicos, mo ológicos e sin á icos mais ecen es. a e são li uana apa eceu em 1994; 2a edição de 1996; 3a edição de 1997; 4a edição de 2005. A edição em inglês apa eceu em 1997 (página 40). no Ins i u o da Língua Li uana, um g upo de linguis as di igido po axel hol oe começou a p epa a uma no a g amá ica do li uano. De aco do com os no os au o es, as eo ias undamen ais da linguís ica do século XX - es u u al, gene a i a e cogni i a - de am à eo ia g ama ical mui as ideias aliosas que, no início do no o milênio, nenhuma desc ição g ama ical pode se da ao luxo de igno a . pode-se ob e uma ideia dessas pesquisas dos qua o olumes de ob as sob e g amá ica li uana edi ados po axel hol oe e ou os (p. 42). O qua o capí ulo abo da o a las de diale os li uanos, ex os de diale os, dicioná ios e desc ições (p. 44). no ins i u o de língua li uana, con inuou-se o abalho sob e o a las do idioma li uano. Em 1982 oi publicado o segundo olume des a ob a, dedicado à oné ica. es e olume em 112 mapas cada um dos quais mos a duas ou ês ca ac e ís icas oné icas. O e cei o olume, dedicado à mo ologia, apa eceu em 1994, embo a a da a o icial seja 1991 (p. 46). Em 1995, os dialec ólogos do ins i u o da língua li uana emp eende am, em conjun o com especialis as em ecnologia da in o mação, a c iação de um si e no qual oi publicada uma pa e de Zigmas Zinke ičius […] Lie u ių kalbos dialek ologija. Em 2000, com a ajuda da Unesco, inanciou um disco compac o, Volume 1 de diale os li uanos. O Dicioná io Mul imídia oi publicado (p. 49). algi das sabaliauskas Lie u ių kalbos y inėjimo is o ija: 1980–2010 m. 155 ecenzijos e isões nos úl imos anos uma sé ie de ex os de diale o indi iduais o am publicados po Vladas g ina eckis, Žane a u bana ičiū ė-Ma ke ičienė, elena g ina eckienė, aleksas gi denis, danguolė Mikulėnienė e mui os ou os (p. 50). sabaliauskas desc e e em de alhes os p oblemas de egis a a língua daqueles que alam os diale os mo ibundos do li uano. Sabaliauskas (capí ulo 6) esc e e que o abalho mais impo an e das úl imas in he ield o onomas ics is he Lie u ių pa a džių žodynas „dic iona y o Li hua- décadas nian nomes de amília […] o p imei o olume do qual (a[…]k) apa eceu em 1985 e o segundo olume (L[…]Ž) em 1989 (p. 63). A base des e dicioná io é um a qui o de nomes no ins i u o de língua li uana. os au o es di idi am a Li uânia em ce ca de 280 pon os, cujos cen os são g andes luga es habi ados. o núme o de amílias com es e ou aquele nome é mos ado. É in e essan e no a que apenas ce ca de 21% dos sob enomes li uanos são de o igem bál ica, ce ca de 8% são de o igem alemã e 71% são de o igem esla a ou nomes p o enien es de esla a. Cabe ambém menciona kazys kuza inis[…] e b onys sa ukynas[…] Lie u ių a dų kilmės žodynas (Vilnius: Mokslas, 1987) dedicados à o igem dos nomes li uanos (p. 65). Es ima-se que o Lie u os ie o a džių žodynas […]dicioná io de nomes de luga es li uanos[…] (Vol. i, 2008) alcance um o al de dez olumes (p. 66). sabaliauskas esc e e que a pa i do p imei o olume se em a imp essão de que a camada mais abundan e de nomes de luga es es á ligada a nomes de á o es: a[…]ksnis […]á o e mais elha[…], […]žuolas […]ca alho[…], bé žas […] abe o[…] (p. 67). b e es biog a ias de dis inguidos linguis as li uanos e linguis as não li uanos que abalham na Li uânia (žymesnieji y inė ojai) ocupam as páginas 74[…]355. apenas uma lis a dos nomes des es dis inguidos linguis as (a maio ia dos quais, se não odos, são bem conhecidos pelos bal icis as) le a ia á ias páginas e não adiciona ia mui o a es a e isão. Con ei 73 nomes na abela de con eúdos. Is o não inclui Se gejus Temčinas, a quem são dedicados á ios pa ág a os na página 355, mas que não apa ece na abela de con eúdos. O p imei o au o mencionado é Juozas Senkus (1907-1970) a quem só é dedicado um único pa ág a o. De o no a , no en an o, que es as b e es no as biog á icas dão amplas e e ências a a igos mais longos onde podem se encon adas mais in o mações. Em pa icula , há e e ências ao abalho an e io de sabaliauskas, Lie u ių kalbos y inėjimo is o ija: 1940[…]1980, Vol. ii, Vilnius, 1982, p. 74, onde a maio ia dos mencionados no li o em análise já o am desc i os. Aqueles a quem os a igos mais cu os são dedicados são, pa ece-me, aqueles que ealiza am mais an es de 1980. Assim, pa a Juozas Senkus (1907-1970) e Jonas K uopas (1908-1975) apenas as edições pós umas de seu abalho são mencionadas, uma ez que seu abalho an e io já oi desc i o no Vol. ii des a sé ie. alguns es udiosos, como Riča das Mi onas, a quem um 156 ac a Linguis ica Li huanica LXVIII icle mais de uma página de comp imen o (p. 48-49) é wiLLiaM . schMaLs ieg dedicado no Vol. ii da sé ie é apenas casualmen e mencionado no Vol. iii (uma ez cada nas p. 197, 198 e 269 em conexão com algum ou o es udioso). A igos mais longos são dedicados àqueles cujo abalho se enquad a p incipalmen e no pe íodo de in a anos 1980-2010. Assim, po exemplo, mais de duas páginas (75[…]77) são dedicadas a Kazys Ul ydas. só no p imei o a igo em apenas uma página (p. 79) é dedicado a Jonas Kazlauskas, de quem me lemb o bem a é hoje, embo a a úl ima ez que o i enha sido (Vol. ii, p. 49), do we lea n ha he was bo n in 1910 and only in he second a icle (Vol. iii, p. 75) do we lea n ha he died in 1996. em 1970 (há mais de qua en a anos). Lemb o-me que ele me encon ou no ae opo o de Vilnius e enquan o espe a a pelo eléc ico pa a nos le a a Vilnius, começou a pedi -me desculpas po não e indo da uma pales a na Penn S a e, onde o ínhamos con idado. Disse-lhe que sabia disso, e en eguei-lhe a cópia xe ox da espos a (em usso) que ínhamos ecebido das au o idades so ié icas em Mosco o, segundo a qual ele es a a mui o ocupado com seus de e es na Uni e sidade de Vilna pa a i pa a a Penn S a e. Kazlauskas olhou pa a a cópia e disse que e a a p imei a ez que ia a ca a. Não consegui pensa na pala a li uana pa a dispa a e, po isso usei a pala a ussa ey ynda, que Kazlauskas apidamen e co igiu pa a mim em niekai. ap endi no a igo de sabaliauskas pela p imei a ez que em Vilnius há uma ua com o nome de kazlauskas. sabaliauskas menciona aqui o li o Bal is ikos ąžuolas. Jono Kazlausko gy enimas i da bai ([…]o ca alho dos es udos bál icos: a ida e a ob a de jonas kaz laus kas[…]) publicado pela uni e sidade de Vilnius e pelo município de bi š onas[…]. es e úl imo li o em mui os a igos in e essan es, embo a se possa disco da da ase de aleksas gi denis e albe as osinas (p. 29): Gal pe aklai sekdamas Romanu Jakobsonu, Kazlauskas manė, kad bal ų p iegaidės kon as a o kaip aukš as i žemas onas... ([…]Tal ez seguindo jacobson cegamen e, kazlauskas pensou que as en onações bál icas con as a am como ons al os e baixos...[…]) eu não posso imagina que kazlauskas i esse seguido alguém cegamen e. uma seção in i ulada Žymesnieji y inė ojai ([…]os in es igado es mais conhecidos[…]) (p. 74 […] 355) em in o mações sob e 73 es udiosos bem conhecidos que abalham na Li uânia. En e os es udiosos mais conhecidos es á Gied ius Subacius, que p oduziu um bom abalho em mui os campos linguís icos, mas nos Es ados Unidos p o a elmen e mais conhecido po seu abalho sob e os aspec os li uanos do amoso omance ame icano The Jungle, de Up on Sinclai . A seguin e seção in i ulada Ki i y inėjimai (ou as in es igações) (p. 356-394) é di idida em Lie u ių kalbos is o ija (his ó ia da língua li uana) (p. 356-374), Daba inė kalba (a língua con empo ânea) (p. 375-387) G e inamoji kalbo y a (análise con as i a das línguas) (p. 387-390) e Pe iodiniai leidiniai. A bibliog a ia. Enciklopediniai leidiniai (Publicações pe iódicas. bibliog a ia. publicações enciclopédicas) (p. 391-394). algi das sabaliauskas Lie u ių kalbos y inėjimo is o ija: 1980–2010 m. 157 ecenzijos a alia as publicações sob e a his ó ia da língua li uana são p incipalmen e as de pessoas mais jo ens, cujos nomes não o am incluídos nas biog a ias acima mencionadas. são mencionados aqui, po exemplo, os abalhos de ona alekna ičienė sob e jonas b e kūnas Pos ilė, os abalhos de Vi ginija Vasiliauskienė sob e a colocação do a ibu o geni i o no li uano an igo, e c. sabaliauskas esc e e que nas úl imas décadas o abalho mais impo an e dedicado aos p oblemas da no malização do li uano é i a Miliūnai ės Lie u ių kalbos g ama ikos no minimo pag indai (Vilnius, 2003). A maio pa e do abalho em linguís ica con as i a es á elacionada com o li uano e o inglês, embo a alguns sejam di ecionados pa a o alemão e o usso. En e os des acados especialis as em inglês es ão Lionginas Pažūsis e Albe as S epona ičius, cujo pe ei o domínio do inglês eu posso es emunha pessoalmen e. Há uma b e e desc ição da e is a Bal is ica com os edi o es jonas kazlauskas (1965-1970), Vy au as Mažiulis (1970-1996) e boni acas s undžia (1996-1996). (p. 391) Lie u ių kalbo y os klausimai, cujo nome oi mudado pa a Ac a Linguis ica Li uanica em 1999 e que é publicado (sob a edi o ia do excelen e sin á ico mode no Axel Hol oe ; G asilda Blažienė a pa i de 2010) pelo Ins i u o da Língua Li uana. ambém é mencionado A chi um Li huanicum dedicado p incipalmen e a p oblemas de esc i os li uanos an igos (p. 393). Em 1999, a Enciclopédia Li uânia da Língua, cujo obje i o e a se um abalho gene alizado não apenas sob e o li uano, mas ambém sob e a linguís ica bál ica, oi publicada pelo Mokslo i Enciclopedijų ins i u as. P. 397 a 728 são dedicadas à in es igação das línguas bál icas em países es angei os. Is o começa com um es udo das ac i idades dos li uanos emig an es du an e a época so ié ica. A maio ia deles acabou nos Es ados Unidos, onde os conhecia mui o bem ou a a és de euniões e co espondência. Sabaliauskas começa com algumas páginas sob e P anas Ska dijus, que oi ex ao dina iamen e p odu i o, embo a nunca enha ido uma nomeação acadêmica nos Es ados Unidos. Embo a eu não enha conhecimen o di e o disso, amigos me disse am que Ska dijus ealmen e ecebeu uma o e a de emp ego de Al ed Senn pa a i à Uni e sidade da Pensil ânia, mas que Ska dijus ecusou, apa en emen e po causa de alguma dispu a an e io com Senn na Li uânia. Pa a mim oi mui o in e essan e le de alhes sob e a ida do meu p o esso An anas Salys na Eu opa an es de chega aos Es ados Unidos. po exemplo, eu não sabia que a ijos agana se sen iu p o undamen e insul ado quando oi suge ido que a en ão jo em es udan e salys co igisse a linguagem de sua adução (p. 411). Na Uni e sidade da Pensil ânia, sob a u ela de Sallys, eu iz meu p imei o conhecimen o com uma língua bál ica, ou seja, em 1951, du an e o segundo semes e do meu p imei o ano de pós-g aduação, eu comecei o es udo do an igo p ussiano usando o li o de ex o p epa ado po Al nis Enzelin, Ja P ussian G amma ik. 158 ac a Linguis ica Li huanica LXVIII em sua discussão de Leona das damb iūnas (p. wiLLiaM . schMaLs ieg 429[…]435) sabaliauskas menciona damb iūnas[…], an anas klimas[…], e meu co-au o An In oduc ion o Mode n Li huanian. Um a o cu ioso é que pessoalmen e eu só conheci Damb iūnas pessoalmen e depois do co eio (an es dos dias da in e ne ). O li o oi imp esso pelos pais anciscanos em B ooklyn, No a Io que, e apenas com a ajuda de ou join en u e was published. ou collabo a ion was ca ied ou en i ely by u. s. uma gene osa bolsa inancei a da RT. Re e endo. Mons. o S . J. A. Ka alius. (em inglês) Nenhum de nós, au o es, espe a a que o li o osse ão popula e nenhum de nós espe a a qualque emune ação inancei a. Es á amos elizes que os pais anciscanos publicassem o li o. E só soube po acaso que o li o inha sido eimp esso pela Hype ion P ess. olhando pa a a in e ne um dia eu i meu nome como o co-au o de um li o sob e g amá ica li uana. Fiquei na u almen e in e essado em sabe o nome des e li o, do qual não inha ou ido ala an es, e uma pesquisa adicional e elou-me que o í ulo e a Li uano pa a p incipian es. Nenhum de nós, au o es sob e i en es, nem eu nem o Klimas, emos ideia do núme o de olumes inalmen e endidos. Sabaliauskas dá uma boa desc ição de Klimas […] mui as con ibuições pa a os es udos bál icos, pa icula men e como edi o de longa da a do Li uanus. a in es igação da língua li uana nos países es angei os é o ema da úl ima pa e do li o (p. 463-728). O p imei o país es udado é, al ez na u almen e, a Le ônia e a p imei a pessoa a se es udada oi Reinis Be ulis, que esc e eu sua disse ação sob a di eção de Vincas U bu us sob e as elações semân icas dos subs an i os le ões e li uanos. Lemb o-me de Be ulis como uma pessoa ag adá el que me mos ou as is as de Riga há mui os anos. ou o impo an e linguis a le ão é Pē e is Vanags (p. 468471) que se dis inguiu em á ios amos da mo ologia bál ica. Como edi o da e is a Bal u Filologija desde 1996, ans o mou o pe iódico em uma e is a in e nacionalmen e econhecida pa a a linguís ica bál ica. A p imei a pessoa es udada na seção sob e a Rússia (p. 482-535) é Vladimi Topo o , a quem Sabaliauskas ca ac e iza (absolu amen e co e amen e, na minha opinião) como um es udioso de in e esses ex ao dina iamen e amplos. Suas publicações a iam de li e a u a esla a (po exemplo, Стрaнный Тургенев ([…]o es anho u gene […]) a clássicos, po exemplo, Эней […] человек судьбы ([…]aeneas […] homem do des ino[…]) a sânsc i o Древне-индийская шудраки драма глиняная повозка ([…]o an igo d ama indic de shud aka, o pequeno ca inho de ba o[…]). De suas mui as conquis as no campo bál ico, o eg e ably ne e comple ed is p obably he mos impo an . sabaliauskas poin s ou an igo dicioná io p ussiano de Topo o , embo a Topo o (p. 487) enha ligado o nome do he ói de Dos oie sky de The Double, iz. Gajadkin, ao nome do po o bál ico Galindai. Tenho de con essa que ap endi sob e es a ligação pela p imei a ez aqui. Sabaliauskas con inua com uma desc ição do amigo e colabo ado de Topo o , Vjachesla I ano , ambém um es udioso b ilhan e de amplos in e esses e o iginalidade. sabasabaliauskas algi das sabaliauskas Lie u ių kalbos y inėjimo is o ija: 1980–2010 m. "Lyubo sky menciona que I ano abalhou na Uni e sidade de Moscou en e 1954 e 1958, mas oi demi ido da uni e sidade po causa de "" isões polí icas e sociais inadequadas.""" Eu pessoalmen e lemb o que na p ima e a de 1973 I ano me mos ou esse documen o inc í el (pa a um ame icano), alguns de alhes dos quais me lemb o a é hoje. Nesse documen o, I ano oi acusado de acei a a linguís ica es u u al ociden al em uma con e ência na No uega, se ecusa a assina um documen o condenando o Dok o Zhi ago de Bo is Pas e nak e o ganiza uma eunião en e Roman Jakobson e Bo is Pas e nak em Pe edelkino. Acho que se ia de g ande in e esse pa a a his ó ia da linguís ica que I ano pe mi isse que es e documen o osse publicado. Ou os impo an es con ibuin es ussos pa a os es udos bál icos incluem Oleg T ubacho (p. 504), conhecido p incipalmen e po seu abalho sob e os hid ônimos da bacia do Dniepe . Ta iana Bulygina (p. 509), Ju ij S epano (p. 510), conhecido, en e ou as coisas, po sua Teo ia da G amá ica e Teo ia G amá ica, Ju ij O kupchiko , que, além de en a deci a o disco de Phais os, ez mui o no campo das elações bál icas e esla as (p. 513); Vladimi dybo, um b ilhan e especialis a em acen ologia bal o-esla a (p. 518); alexande anikin, um excelen e especialis a em es udos semân icos indo-eu opeus (p. 521), aleksej and ono , conhecido p incipalmen e pela publicação conjun a (com Lidija Leikuma) de Sibe ian La ian Songs; (p. 524), Ma ija Za jalo a, en e ou as coisas, au o a de um a igo sob e o con o de P ospe Me imee Lokis (lokys) ([…]o u so[…]) (p. 529). O único es udioso uc aniano mode no no campo bál ico oi o ago a is emen e alecido Ana olij Nepokupny, a quem conheci pela p imei a ez no II Cong esso da União de Bál icos em Vilnius, em 1970. Minha c í ica de seu li o A eal[…]nye Aspek y Bal o-Sla janskix Jazyko yx O no enij (Kie , 1964) inha apa ecido no Vol. xi (1968) do In e na ional Jou nal o Sla ic Linguis ics and Poe ics (p. 173[…]176) e ele apa en emen e inha gos ado. Fiquei imp essionado com o a o de ele e memo izado algumas linhas que ele me epe iu em inglês (embo a na maio pa e daquela e em euniões u u as nos comunicássemos em li uano). Mais a de, no Colóquio P u henicum Secundum o ganizado po wojciech smoczyński, i e a opo unidade de sen a -me ao lado de nepokupnyj, que, naquela época, me suge iu que eu a ualizasse meu li o Es udos em P ussiano An igo: Uma Re isão C í ica da Li e a u a Rele an e no Campo da Poesia Uc aniana, mas de aco do com a opinião since 1945 (uni e si y Pa k & London, 1976). nepokupnyj dis inguished himsel as an excellen specialis in e ymology. i pe sonally am no able o judge he qual- daqueles que podem, nepokupnyj ambém e a um bom poe a (p. 531). começa a seção sob e a Polônia com wojciech smoczyski que é ca ac e izado como o bal icis a polonês mais a i o. Conco da ia ce amen e com isso e ambém o ca ac e iza ia como um dos especialis as mais o iginais e ino ado es no campo bál ico, mesmo que mui as ezes possa disco da dele. nos úl imos anos, ele 160 ac a Linguis ica Li huanica LXVIII aplicou a eo ia la íngea a uma sé ie de enômenos wiLLiaM . schMaLs ieg bál icos e esla os. Na minha ju en ude, iquei a aído po essa eo ia e, de a o, meu p imei o a igo publicado, […] he Phoneme / in Sla ic Ve bal Su ixes[…], Wo d, 12, 1956 [12.25[…]259] oi uma en a i a de explica o - in no su ixo esla o - a i como de i ado da e cei a la inge (labializada) *Hw, como p opos o po Andé Ma ine em seu a igo […]non-apophonic o-Vocalism in indo-eu open[…], Wo d, 1953 [9.254]. In elizmen e, com a elhice em o ce icismo em elação às c enças da ju en ude. Na e dade, lemb o-me que, depois de e explicado a eo ia da la inge a uma u ma, um dos meus alunos disse que acha a que a eo ia da la inge indo-eu opeia inha os a ibu os de um deus ex machina. Em qualque caso, acho que an o Smoczyński como o seu compa io a Wi old Maczak, embo a enham pon os de is a comple amen e di e en es, de em se admi ados pela sua o iginalidade de pensamen o e, em mui os casos, pela ecusa de segui o pa adigma p edominan e. sabaliauskas ambém menciona as con ibuições de Leszek bedna czuk (p. 546 […] 548), Michał kond a iuk, Michał hasiuk, czesław kudzinowki, oman e danu a oszko, no be os owski e k zysz o omasz wi czak. En e os impo an es au o es checos mencionados es ão Adol E ha , au o de impo an es con ibuições sob e o sis ema e bal indo-eu opeu (p. 562) e Václa Blažek, au o de impo an es con ibuições pa a a lexicog a ia bál ica. Sabaliauskas ambém menciona o amoso jiří Ma an, que ocupou ca gos acadêmicos em pelo menos ês con inen es. A sua úl ima nomeação académica na Amé ica do No e oi na nossa Uni e sidade Es adual da Pensil ânia. In elizmen e, quando a Uni e sidade de Monash, em Melbou ne, na Aus ália, lhe o e eceu um ca go, a nossa adminis ação acadêmica não conseguiu encon a dinhei o su icien e no o çamen o pa a man e Ma an aqui na Penn S a e. O especialis a búlga o mais impo an e ocupado com a linguís ica bál ica oi, sem dú ida, I an Du idano , au o de Die Beziehungen des Bal ischen zu den al en Balkansp achen […] Indoge manisch, Slawisch und Bal isch (Munich, 1992). o mais impo an e con ibuin e húnga o pa a os es udos bál icos é end e boj á u, au o do li o P e ácio ao passado. Uma his ó ia cul u al dos po os bál icos (Budapes , 1999) (p. 571). Sabaliauskas começa seu capí ulo sob e os bál icos alemães com Raine Ecke , que começou sua ca ei a p o issional na di isão linguís ica da Academia de Ciências da República Democ á ica Alemã. Quando as úl imas o ganizações en a am em colapso, Ecke mudou seus es o ços cien í icos pa a a Uni e sidade E ns -Mo i z-A nd em G ei swald (p. 572), onde oi emp egado a é sua aposen ado ia em 1996. O p óximo au o mencionado é Ge ud Bense, que se in e essa anging schola ha ing published impo an a icles on he i-s em nouns o bal ic p incipalmen e pela his ó ia da esc i a li uana na Li uânia Meno (p. 582). um dos melho es especialis as em hid onomia eu opeia oi Wol gang Paul Schmid (p. 583) da Uni e sidade de Gö ingen. Em 1970, ele e eu omos os únicos pa icipan es de países não comunis as no segundo cong esso da União sob e a Linguís ica Bál ica em Vilnius. algi das sabaliauskas Lie u ių kalbos y inėjimo is o ija: 1980–2010 m. 161 ecenzijos a aliações nius. Ti emos alguns desen endimen os acadêmicos e quando o Jonas Kazlauskas me encon ou no ae opo o de Vilnius mencionei-lhe is o. Kazlauskas disse que es a a cien e da di e gência, mas não se p eocupasse po que Schmid e a, nas pala as de Kazlauskas, um mui o linksmas žmogus. Achei a desc ição de Kazlauskas comple amen e exa a e nenhum de nós, es udiosos es angei os, mencionou a nossa disco dância um ao ou o. Ti e a boa so e de passa o ano acadêmico 1978-1979 na Uni e sidade de F eibu g (I. B .), a mesma ins i uição acadêmica onde um impo an e e c ia i o bal icis a, a sabe , Al ed Bammesbe ge (p. 588) es a a abalhando na época, embo a um pouco mais a de ele se mudasse pa a Eichs ä . Bammesbe ge ambém é um excelen e especialis a em inglês (que, po ce o, ala inglês pe ei o, como posso a es a ) e suge iu uma conexão en e o li uano (jie) y a e o inglês a e. de aco do com sabaliauskas (p. 591), ied ich scholz é um es udioso excepcionalmen e ab angen e que p oduziu mui as publicações aliosas sob e li e a u a es oniana, le ã, li uana e ussa, além de (jun amen e com seu aluno jochen d. ange) p oduzi edições au o izadas de aduções bíblicas de b e kūnas. Sabaliauskas ambém menciona mui os ou os es udiosos alemães que con ibuí am pa a os es udos bál icos. P o a elmen e o bal icis a inlandês con empo âneo mais p odu i o é Ka i Liukkonen, que aça mui os pa alelos comple amen e c edí eis en e as línguas bál icas e as línguas inlandesas. A única ques ão, ainda não esol ida na minha opinião, é se es as são semelhanças emp es adas ou se e le em uma he ança inno-ug a e indo-eu opeia comum (p. 616). o linguis a es oniano Lembi Vaba abalhou ex ensi amen e sob e emp és imos le ões em es oniano (p. 622). O es udioso sueco La s Gunna La sson, da Uni e sidade de Uppsala, em abalhado ex ensi amen e em emp és imos bál icos em línguas bál icas inlandesas, e To bjö n K. Nilsson ambém mos ou conside á el in e esse nas elações en e as línguas bál icas e inlandesas. O ecen emen e is emen e alecido (09 de janei o de 1999) Te je Ma hiassen p o a elmen e ocupa o p imei o luga en e os linguis as no uegueses con empo âneos. Além de impo an es publicações eó icas, ele é conhecido po suas ob as pedagógicas A Sho G amma o Li huanian (columbus, ohio, 1996) e A Sho G amma o La ian (columbus, ohio, 1997). seu excelen e li o de ex o Old P ussian (oslo, 2010) oi 631. P o a elmen e o p óximo bal icis a no ueguês mais published pos -humously hanks o he help o he edi o john ole askedal, he wi e o he deceased au ho ann-Ma ie Ma hiassen, Pe e Loche and o he s (p. impo an e é Helge Dag inn Rinholm, que es udou na Uni e sidade de Indiana, nos Es ados Unidos, onde ap esen ou sua disse ação Towa d he Seman ic Fea u es o Li huanian P eposi ions and P e e bs: An In a ian Componen Analysis (Uni e sidade de Indiana, 1980). Em empos ecen es, a Dinama ca (p. 634) o neceu es udos bál icos com os dois es udiosos Jens Elmega d Rasmussen e Thomas Olande , ambos os quais ize am con ibuições