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Bazelio ketureilis / dvieilis – dovanų prašymo pavyzdys

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Bazelio ketureilis / dvieilis – dovanų prašymo pavyzdys

Author: Ilja Lemeškin
Year: 2013
Source: https://journals.lki.lt/actalinguisticalithuanica/article/download/956/1046
11s aigsniai a icles /
iLja LeMeŠkin
P ahos ka olio uni e si e as
O ien ações de pesquisas acadêmicas: elha li e a u a bal os e
aš ija, compa a i oji olklo is ika, leksikog a ija, bal is ikos his o ia.
baLio ke u eiLisZe
dVieiLis doVanų P aŠyMo /
PaVyZdys1
Qua ain / couple o basel:
example o a Plea o gi s
a igo ano ação pode se conside ado diego a doino 2012 m. es udo con inuasa, pois a ligação en e
colo ono e p ūsiško ex o aqui p elociado. Į ašas p ūsų língua en ende-se como dainuojamojo, ou
eči a i inio, olklo o kū inėlis (ke u eilis), a imai pa iningas giesmėms de calėdų (e ou os
kalendo iniams casa isi amen o i ual ob asiniams). com kalėdojimo, do anų pedido con ex o pode
se associadas e nusilenkusio humano igū ėlė (com í ies a mão), e okiška no aba, que jun o com
p ūsų į ašu cons i uem seu išką kolo ono ąsą. isso apoia an e io men e escomi ada
p essupos ão, que nicola o esmes lojo ansesc i o e a p ūsas. o e ece-se quan o de di e en e
in e p e ação linguís ica do ex o p úsicho.
1 a pa i de 20132014 ano académico ka olio uni e si e e oi iniciado um no o cu so do p og ama de
mes a u a bal ís ica Bases da Senho a p ūsų língua e lei u a de ex os. an e io men e es e a igo au o
in es igou XiV a. P ahos bal os diaspo á, que podia nulem i ex elio baselio apa ecimen o, po isso du an e
p imei o semes eu oi signi ica i amen e mais longa pe manecida p ecisamen e à des e monumen o
analizes. ou in es g upo a cons i uiu Le a i ano a e jan bičo ský. abalhando jun o com eles su giu uma
comum concepção des e a igo, que sua a ual o ma a adqui iu p o . g asildos blažienės agimen o.
pa icula men e impo an es o am ecenzen o p o . Pie o umbe o dini e d . olando k egždžio ano ações
e e e ências. aspec os olklo ís icos o am adicionalmen e discu idos com p o . b onisla a ke bely e e
p o . ju ijumi no iko u. po ém aqui anunciámos abalho não se pode conside a concluída s udio.
au osakinés ma é ia dada minimamen e, só an o, pa a que osse e elado comum ob as compa adas
es u u a ca ac e ís icas. De aco do his ó icas geog aphicas olklo is ikas disposições mais baseiasi bal ų
(lie u ių) e sla ų ( y ų sla ų; po causa possí eis gên inês di usions ambém čekų) ma e ial. g e inamos
ex os sankaupão se ia ú il p aplêsi, po que exis e g ande p obabilidade de encon a ou os ex ologicos,
ipologicos e genezes apa umos. insu icien emen e de alhado nuclia es a e alguns aqui le an am assun os de g amá ica. EsMiniai Pala aias: baselio p ūsų d ieilis ke u eilis, ca ėdų giesmės, do anų p ašymas.
keyWo ds: P ussian couple qua ain o basel, ch is mas ca ols, plea o gi s.
12 a ac a Linguis ica Li huanica LXIX anno a ion he a icle can be conside ed a con inui y o
esea ch ini ia ed by diego a doino in 2012 as i expands he ela ionship be ween a colophon and a
P ussian ex in ye a di e en espec . he insc ip ion in he P ussian language is unde s ood as a
piece o singing o eci a i e olklo e (qua ain), which is e y akin o ch is mas ca ols (and o he
calenda pieces o he house- ohouse isi ing i ual). bo h a igu e o a bowing man (wi h a
s e ched hand) and a ge man no e, which, oge he wi h he P ussian insc ip ion, make a peculia
con inui y o he colophon, can be associa ed wi h he con ex o ch is mas ca olling and pleading
o gi s. i suppo s he p e ious assump ion ha he ew i e who ansc ibed he wo k by
nicola o esme was P ussian. he au ho p oposes a sligh ly di e en linguis ic in e p e a ion o
he P ussian ex .
Не пора ли да вам, хозяин, дарить-жаловать?
Не рублем-ти вам, хозяин, не полтиною,
Хоть одною золотою, сударь, гривною,
Хоть по рюмочке винца да по стаканчику пивца.
(Обрядовая поэзия 1989: 84)
P ūsų kū inėlio išši a imas, eci ada es á in imamen e elacionada com a insc ição des inação,
con ex o de oco ência do ex o in e p e a im. do pon o de is a em g a ação pada ei o pessoal,
depende e linguís ica pe cepção do ex o. mais longamen e conside ada au o idade do es udan e: [...]
bP é uma mani es ação humo is ino-i onizuojancio do ipo, que di o (du an e isgė ido) u bū um
s udioz a ou o s udioz (amigo) [...] (Mažiulis 1975: 130). Es e p essupos o leido hegzame o ne obulumą
e le a -e adição jus i ica besimokančio jo em linguagem ja goniskumu e kalambū iškumu (Mažiulis
1975: 125). s udiozo į aisdis, que apa eceu besąs mui o ú il ao ex o in e p e a , in oduziu sua išką
claídos gaudimen o. endo em con a a mencu é ex elio olumeis o núme o de g a icos pis as pa ece
desp opo cionamen e g ande. As cadeiadas de e os isí eis exigem e i icações (bammesbe ge
1998; dini 2000b, 397400), e especialmen e quando e i ado da imagem de espaço ca ciama é conside ado
ou o con eúdo des e d ieilio (schmid 1982) e ou os p e enden es ao au o des e kū inėlio: monge
(Pu ka as 1983), um es udan e bem amilia izado com a cul u a do li o (a doino 2012bemos),
pap a a u desde a c iação de p ado ou pelo menos me odológico. Ma a é ago a não es á cla o, se
p úsas p óp io suge ou oda a ase, ou ap o ei ou alguma ga a a o mulao e. e se po algo ėmėsi
galiau p o esionalus pe ašinė ojas (schaeken 2006; Lemeškin 2013).
al e na y ų bazelio eks o pe skai ymą, okio pe skai ymo pag indimą, ko ge o,
ou li é icamen e eplica am aquele mais an igo exemplo? di ícil se ia ac edi a , que p úsas algumku
pe scai ada sakínio se ia p ecisamen e a ka ojęs, i. i. pe esc i ês ele, e com mui asybe o iginalalo
e os. saky inis, i. e. au osakinis, ex o, in e samen e, é nugludin o, aigi nele não de ida a
eilė aš uką, pa ece, se ia possí el bem comp eensa esmaldos no con ex o de pedido e dão de dons.
isso não signi ica que a pessoa que deixou a g a ação já alguma ez es endendo a mão elge a o em
pon e do ca olo ou onde mais. mais b ilhan es dons pedido mo i os de encon a-ma calėdinėse
13s aipsniai a icles se neaiškių kalbos dalykų. / al ez jus amen e po isso na
pessoa de eesc i o ge almen e ends ema insc e e e au o es de, embo a sé ios
a gumen os al possibilidade de apoia al asse. como lá bebū ų, baselio d ieilyje
in es igado es encon a-se hegzame o sinais de. O p imei o es a idéia, embo a e
mui o cau elosamen e, o mulou Vy au as Mažiulis: pa ece que es as duas linhas
esc i as hezame u, embo a seus dac ilhas bei spondėjai e bas an e di b iniai
(Mažiulis 1975: 125). Įdomų ligação com colo ono hegzame u Omnibus omnia non mea
sompnia dice e possum e elou diego a doino (a doino 2012a: 350354). pa es, que de
aco do hegzame o sanda ą e p ūsiško ex o ap esen ação lape ases o am
in e p e adas (sinch onialmen e) como dis ichas: kayle ekyse · honeaw labonache
hewelyse · eg · koy e · poy e · nykoy e · pēnega doy e · po ém conside ando-se o
i minį sąskambį2, o imo in e no (Kayle labonache; ekyse hewelyse; poy e doy e; eg
ny e nykoy e), as suas o mas e o pa alelismo seman ís ico (apê isso abaixo), se ia
possí el susci a o posmada em qua o e sos. só pa a isso é p eciso emo e
honeaw, que pailgina a ila e apa ece besąs acul a i us: kayle ekyse ·? ? − labonache
hewelyse ·? ? ? ? − eg · koy e · poy e · − − nykoy e · pēnega doy e · − − − − aigi honeaw
pode ia se conside ado in a pu, que, con e indo uma no a me inha o m (dėl e ei o
hegzame o do colo ono), paneigia a p imei a linha de esc i a es uko u já ne ou
execu a ainda ou a unção (apa mais abaixo ela). em ou as pala as, baselio
ex elele al ez se ia sensa o sepa a do camoksnius: pi minį, saky inį, e au o inį.
ino ada iškumas, au o ís edis ibuição pode se isí el honeaw inclusãoime e
elemen o -e adiėjime, de ido às quais e su ge p imei a s o os, emenanças
hegzame ą, cincokių pėdų i elė.
giesmėse. com elas baselio ke u eilis g e in inas acima de udo, e não só po iden idade de con eúdo ou
es ilis ica. assim e a é e čia es iones Supe Qua uo Lib os Me ho o um a ansmissão é ligada
jus amen e com o pe íodo calėdų in igilia epiphanie: 2 wi hou asonanso <oy> eilu ėse, pa ece,
pe mi e insegui -se os sinais de ali e ação: kayle ekyse · labona[ ]he hewelyse · eg · koy e · poy e ·
nykoy e · pēnega doy e /.
da y i pa s kolo onas, p ie ku io šliejasi i lo yniškas hegzame as, i žmogaus i-
gū ėlė su iš ies a anka, i p ūsų eks elis, ma jame nicola o esme’s eikalo Qu-
14 ac a Linguis ica Li huanica LXIX 1 PaV. agmen as . 63 uni e si ä sbiblio hek
basel, sign. .V.2. nu o og a a o e nes a publicação u iliza ag adamen e leido diego
a doino anno domini millesimo c ̊c ̊c ̊ sexagesimo nono ini e sun que s iones
me heo o um pe manus illius qui sc ipsi eas e c in igilia epiphanie pe manus illius qui
sc ipsi eas omnibus omnia non mea sompnia dice e possum amen eilu ine kolo onas
nulėmė ex o epinio pos e io o ma . mas en e colo ão e ainda seguindo g a ação
p úsiško, pe haps, no ado mais um es ei o conexão. elge aujanço humano igū ėlė e
p ūsų insc ição co esponde kolo one de inida a on e empo de ansc ição ês eis
ish aka es. Ano de empo e só naquele empo suskambanças caninelas p o a elmen e
incen i a am su gi de con eúdo co esponden e a g a ação.
15s aipsniai a icles a ski us žodžius se ia possí el in e p e a -se assim: 1.
junginys Kayle ekyse in e p e ado como cump imen o k eipinys, pelo qual
p akalbama pa a o mesmo ende ea ą, que ma ca p on /. ( hoin a po hoaw) e an os
eilu ês pala as labonache hewelyse. al explicação a pode conco da , po ém é
possí el suge i e ou a solução, que jus i ica ia galūnę -e na pala a Kayle e
leksemos p .
* īkīs ʻViešpa s u ilização.
Combinínio de pala as nes a posição pode unciona não como k eipinys, e como saudação, aigi
eikš i não s eikas, pone, e uni e salų laba diena, s eiki. Aplausos, cuja base consis e no liepiamosios
p ecipaca eiksmažodis e leksema die e; deus, são conside á eis, например.: p . Deiwa eng audīs, lie.
Skalsink Die e, Padėk Die e, la. Die s s ē ī, Palīdzi Die s, o. G üß Go , če. Pozd a pánbůh, Zdař Bůh
(plg. u. спасибо из *съпаси богъ) e pan. isso signi ica iam, que ao lado g uk. ekyse ʻdie e podia se
usado impe a i o. Veiksmajodžio com šaknimi kailp ūsų línguas paminkluas não es á paliudi a. mais
p óximo pa alelo encon ame em línguas sla as: s. s. цlти ʻgydy is, pas eik i, liep. n. цlи, цli е; u.
исцелять, целить, uk. цілити, b . целíц, se b. ciјèli e, slo. cẹli i, ček. selé i, le. celić e . . baseado
sob e i ida p ūsų leksikog a ine ma e ial e adj. p . kails ʻs eikas e imologia (PeŽ ii 7173), se ia
possí el es abelece in ini y ą denomina y ą *kail-ē ei ʻbū i s eikam, s ip iam; aze saudá el,
o es (plg. adj. bl . *kai aʻka š as, šil as → e b. p . kai ē ei ʻbū i ku s omam, jaudinamam (ž . PeŽ
i 268)). uma ez com de u adicionalmen e ujinamasi, pedi y ųsi ns. 2 a. impe a . p . *kail-ei-s ʻ[ u]
seja saudá el, o eus; aça-k saudá el, o es. u in em in enção galimą secundá ia galūnės -s
p igim į (endzelīns 1982: 129), pode-se man i bu us sho ą o mą *kail-ei, que a i ik ų iln. ãšai, sen.
aš ų pamiákai ak, ichlausai Mž, a adâ ai dP. galūnês ab e iação pode se explici a e simples
con acção in e je i o e ique ino (plg.: labdien, lab y , padėkdie, če. Bóh ebe posd aw > pozd a ě
bůh > ěbůh; dob o ju o > dob oj o, dob oy o > dob ý o, dob ej o). aigi p . *kailei īkīs <
*kailei[s] īkīs ʻlaba diena de início signi icš ų pada yk iš isą, s eiką, die e. de ido à escassez de
dados impossí el ap esen a não con es a á eis p o as g ama icais alia lyça undamen a .
p opos o modo de in e p e ação é ú il, pois mo i a a leksemos * īkīs ʻViešpa s u ilização (que
pa ece quan o não usual alando sob e conc e os žmogišką ad esa ą) e le a -e do inal da pala a
Kayle. sem pa alelos mencionados em ou as línguas ( odo o co espondimen o seman ínico se ia če.
Pozd a pánbůh), e ique inho in e jek y ą nes a posição emes ia e olklo o poé ica3, uma ez que
al começo de passagem de boas- indas pe ei amen e co esponde ňė kalė3 da plg. slo akų kalėdų
daina, que começa Ky ie eleison (g . Κύριε ελέησον ʻVėpa ie, pasigailė) o ma ab e iada: ky ije, dob e
je, ky ije, ňie je zle, ky ije, učiňme, namy po as p išiu ene pod dob e kemu, a k budeska, a na s e
zišiu je je dne. kozy, o ce pas i po ho e. a o chy o z ezka, na š i me.
(slo enské koledy... 1992: 117)

16 ac a Linguis ica Li huanica LXIX
dinių dainelių inicialines o muluo es. a ėjimo į ki us namus si uacija, sa aime sup an-
ama, eikala o, siekian gau i gė ybių, jų da ėjus mandagiai palabin i:
Boa noi e, kalėda, Mūs ponas
ando ius, kalėda, Mūs ponas
ando ius, kalėda, Ši ų namų
gaspado ius, [kalėda].
ou em casa, kalėda,
Mūs ponas ando ius, kalėda?
(n . 390, kl 359 – dainynas XX 632)
Добрый вечер вам,
Ище добрым людям!
Мы не сами идем,
Мы козу ведем!
(Календарнообрядовая... 1981, n . 5).
Здоров був, пан хозяин,
Шось у вашем дворе
Шумiц i гудзе,
Светы вечэр!
(Голас... 1995: 336–337)
2. econs uído e iquinis in e j. *kaileis īkīs começa a o monologu do kalėdininko.
ele são bem- indos odos no no o luga ecebe , e em seguida inha que seibe i
pedidos, di ecionadas a indi iduais ca ėdão doado es pessoas (o mais o maio
so ikis). e aqueles pedidos especí icas, na u almen e, e am apoiados
co esponden es k eipiniais: em o amo-ninko, sua esposa, ilhos (pelo conc e o
si uação). ende ea os seesca amen o bem e ela, po exemplo, es as canções
li uãs: in kų aisium kalėdos giedoce?
Želk, e a, po ži geliu, kalėda.
in Pūcius aisium kalėdos giedoce,
Želk, e a, po ži geliu, kalėda.
duos Pūcienė lašinių palcį,
Želk, g ola, po ži geliu, kalėda.
O Pūciū ė deš ų ka cį, Želk,
e a, po ži geliu, kalėda.
Pūcys dáosia šnapso bonkį,
Želk, g ama, po ži geliu, kalėda.
(n . 375 a1, kl 356 dainynas XX 614615)
17s aipsniai a icles
dai mum a ucis dai
bačkełį, quiečių
kaleda kaledzyca.
...
dai mum mamu e, dai mum sesu e dai,
kaleda kaledzyca. kalcaedzy.
...
mum b alalis ugios
bačkełį, ei kaleda ei
kalcaedzy.
...
paduškełį, Pūkų pe ynas, ei kaleda ei
...
(n . 377 a, kl 357, 345 dainynas XX 614615) aigi sekančioje po in e j. Kayle ekyse (1)
posiçãoção, i. i. labonache hewelyse (2) luga , lauk ume oka y o ou juo einančiu
nomina i o (model seman inis: 1. skalsink die e!; 2. [...] šeimininke). embo a subs .
hewelyse baigmen o coincide com oka y u einančiu da p imei a linhau ês ekyse, ele
de aco do adicional ex o išši a imą ge almen e a ado como nom. sg. ( u não
se ás mais nosso pai ou u não é bom io). como e p imei o o caso, ac escen ė inė -e
pode se explicada me o sume imais. po ém, pa ece, não emos o mais bem
seman íneas azões, que não pe mi am hewelyse (analogiško ekyse, cujo oka y o
unção é igual e de odos econhecida) in e p e a como oka y o ealização. A
pala a pode se en endida como leksínio gono a ī u, pelo qual ende ecia-se em
sena ó io idade pessoa, não kininai į. especi icinho ambém bem jus i ica leksemos
* e elis consumo, po que de ou a o ma (applicando su nom. u nesi kas), es amos
o çados a supo seman ina kai á: ė as >
ê o i mão > dėdelis.
al oka y u exp essado k eipinys a si em pai ou ca ac e ís ico domés isi amen o
cos umícios bem como eles acompanhan em ob as olklo o. Raizs, sem dú ida, le a a
kaimo san a ką i gy enimo ealijas, ku ių pėdsakų andama iki šiol (pa yzdžiui,
bend aujan su seny o amžiaus in o man ais ekspedicijų me u). kaip lie u ių ka-
um adicional slowdinha exemplo se ia possí el indica an e io men e ci ada canção:
dai mum a ucis ugios bačkełę.../ (n . 377 a, kl 357, 345 cainynas XX 614615). mais casos
po causa nãousiai sob e i ido gêne o calėdino Li uanos não oi de e ada, po ém pode
edaxi a não mui a sla iškų e ou osokios co espondmenos. nelas gė ybių
eques oma da kalėdojan ao pakelão encon adas ponų pais e ponios ma inas. Po
exemplo: náš pan á o ozmilý, Poslyš e nás u ch íli, co ám amos zpí a , ados ně
yp a o a .
(Zíb 1910: 10)
18 ac a Linguis ica Li huanica LXIX Panímámo ze
sousedů, Ponia ma ina kaimyne, Přišla jsem si p o
koledu; eu cheguei calėdos; nemá e-li dois duká y, se
não i e em dois duka ų, dej e aspoň ořech zla ý,
daoki e pelo menos ou o iešu ą, Vypůjče e se od
pan á y; emp enek do pono pai o; donesu ho
jezulá ku, nuneço ele jėzuliui chudobnému paholá ku.
a go aikeliui.
(Zíb 1910: 11)
Хозяюшка, наш батюшка,
Подари гостей колядовщиков:
Парой яецек,
Пирожка конецек,
Пирог с локаць,
Чтоб было лопаць;
А не хошь дариць,
Пойдзим собак дразниць,
Грязь месиць,
Людзей смешиць.
(Новиков 2002: 196)
No caso da pala a labonache con ence Wol gang P. schmido p opos a a g a inė pa aisa:
<-s-> no luga <-ch->. no con ex o do pedido de p esen es de na al ambém cabe ia sua
p opos a de lei u a labo(n)naxse . y. ge as nosso (schmid 1982: 288). O ocodinys na[s]e
hewelyse ʻmūsų ė eli bem co espon e ia, po exemplo, an e io men e indicada
k eipinį hoзяюшка, наш батюшка, que cons an emen e ixou-se bal a usių e lie u ių pa ibio
sen ikių lala imo dainhos. po ém schmido in e p e ação baseadumu abejoja ko land as
(ko land 1998: 127), pois no luga *naxse lauk ume nuson. o maliuoju pon o de is a
se ia acei á el bammesbe ge o suge idos labona[k ]e con ex o. um bom exemplo é
ʻlabanak ’ (bammesbe ge 1998: 125). ko land ’o k i inę pas abą, kad šio žodžių
junginio negalima sude in i su eks o seman ika, iš dalies sumenkina kalėdmečio
an e io men e ci ada canção li uânica começo Labas aka as, kalėda..., po ém nesse
caso ossemos limi ados p essupos os, que kalėdojimas começa a aka e e podia
za uça a é pa nak ies e ou que me o, ali e ações sume imais no ajai ku iamam
d ieiliui e a pa anki p ecisamen e es a leksema (plg.
p . deinan, bi as).
De aco do poé ica canções de na al pa adigma aqui, an es k eipinį hewelyse, ambém
bem ik ų a dažodinis epi e on cons ans, signi ican is iskomo p op ie inką, domés,
kiemo šeimininką (pa yimui, ge adėjau labns labin ojau / ė eli), ou impe a i o
(gė ybes nešk, ė eli). ou não pode ia componen e -nase se isí elas e b.
19s aipsniai a icles p . *nesʻneš i, gaben i pėdsakas (p . nassu e ʻk o ininis lai as; segundo Mažiulį
de p . *nesu īs PeŽ iii 170) /? sudu ínio da pala a en ão e íamos de ação da pala a ei a i kam.
nomen agen is p . *nesīs, *ʻnešėjas. P imei o sanduio nesse caso ei ų ou adj. labaʻge as (plg. p .
labbasegīsnan, labbapodingausnan, labbaiquo īsnan), ou subs . acc. sg. labban ʻ u ą. com su . i a
pa i de açõesmajodzes o am o má eis nomina ac ionis nomina ac i (ž . Mažiulis 2004: 26), po
exemplo, p . boadis ʻdū is, bedimas (ž . PŽe i 150), po ém endo em men e uma especí ica
olklo ís ica al ez osse possí el conside a o ex o de línguas sla as (plg. ex os sla iškus
e alus com segundo sandu -nešys: žinianešys, junganešys, ainiknešys e k .). Majiulis labonache
kildino de adj. p . *lab-nas ʻge as que ilogainiui i o *labanas > *lab-an s. A aiz da pala a
adicionalmen e g e inam com labʻge as: p . labs, lie. boas, la. labs. po ém endo em con a o
con ex o do calêdo al ez alesse conside a conside a mais uma possibilidade. se aqui não pode ia
slypė i pala a, cujo signi icado se ia šeimininke, ūkio, casa cabeça: plg. lie. labnas ʻcal a,
sup augal is, momuo, lie. labonis ʻgal a; p o as, lie. labnė ʻkak a; gal a, s. s. adj. ЛЬБЬНЬУ ʻκραнίου;
Лобное место, och. l ʻa kaukolė, gal a, bažn. sl. LÚBUE ʻkaukolė, u. ʻbanžmogus, animalys com didele
iskilia kak a, s.-k . lúbina ʻkaukolė, slo. lubánja, če. ʻ leb. p., le. еb ʻgal a i k . Ž .: p . a globis
ʻ i šugal į (PŽe i 9091), p . lubbo ʻlen a, luba (PŽe iii 8485). semân ico undamen o aki aizdus: gal a →
cabeza da amília; , che e de casa, che e de casa, che e de casa, che e de casa, che e de casa, che e
de casa. en ão pa a *labonjau podia se p ijung as su . *-ā - (plg. deiwu s ʻpalaimingas, isgany as <
adj. *dei ū a- […] *dei ā aʻdie iškas, deuso as, bendi o, isgony as, PŽ i 193; p . nago is ʻgeležinis
puodas de *nagā īs ʻgeležinis puodas com kojomis < adj. p . *nagā aʻsu kojomis < *nagā ʻkojos
pėda, koja + su . *-(ā) a-; s . PŽe iii 159); da ybiamen e plg. lie. gal čius, gal ó is. de já ci adas
canções de ca ėdiais a pala a labona[ ]he co esponde iam: ponas ando ius; dono; pan хозяiн, o
pala as combininho labona[ ]he hewelyse хозяюшка, nosso батюшка; pan á o... Las a ieji du
aiškinimai, quando epi e on cons ans unkciju (p ieš oc. hewelyse) a lieka subs an y as, pode iam
ajuda ok. (?) galūnês -e in e p e ação4. Finalmen e discu ido no con ex o de pedido de esmaldas ao
jogo pode se de ol ida ch is iano s ango co espondenciagem com Williamu . schmals iegu
exp ess eikš a (Mccluskey, schmals ieg, Zeps dea h 1975: 162; dini 2000a: 201) opinião, segundo a qual
ma kim conc e os pessoa (aw)An onijaus nome: Laba dia, an onijau, bom nosso pai. al possibilidade
s a s o bammesbe ge is (bammesbe ge 1998, 125126), dinis (dini 4 al ez se ia possí el escolhe
ainda ou a caminho e ly yje labonache diach oniškai is o acc. sg. labban
ʻgė ybę e (pagal analogia com a p imei a ileu ês *kail-ei-s) 2 sg. impe a . p . *nes-ei-s ʻnešk.
his o icamen e al ez osse possí el econs ui pi mykš į um ex o olklo inio pa idalą, que podia se
u ilizado, kol e b. p . *nesnebu o expuls o p . *pēdī- ei ʻnešio i: kail-e[i-s] ikis labban nes-e[i-s] e elis
pada yk s eiką, die e, ėgė ybę nešk, ė eli /. uma ez es a econs ução ei a de ou a econs ução, seu
apsals amen o dedamos em isnašá.
26 ac a Linguis ica Li huanica LXIX aš elius (kolední lís ky řík álo é), pelos quais
kalėdininkai ecompensa am ga bingesnius che ininkus e po quais ecebiam pelningesnę
kalėdą. Vaizdą ( ėlesniais emposis, cla o, spausdin ą e uni ikuo ą6) aqui lydėjo amba
записанята kalėdinė dainelė ou sa os kū ybos kalėdinis eilė aš ukas. pa ilho de
ca ėdiais ês eis ca s elos na Čecônia oi gene alizado ainda XViii a. (Zíb 2006: 6263,
199; Zíb 1905: 199). aigi baselio exelio je amen o com canções de ca ėdas pode se
apoiado de imedia o á ios ní eisimis. inicialmen e isso são coincidências es ilis icas e
de con eúdo. como e nos exemplos de pedido de na alêda, nele pode sepa a -se á ias
cons i uin es: cump imen imosi (no s e necessa iamen e)
7
, mandagaus k eipimosi, impe a i u exp essš o incen imen o. Pede-se coisas, . y.
bebidas ou moedas, k eipinys em šeimininką hewelyse, po im kalėdojimo empo indicado
em au o ių-a likėją de in e io kle o e pės, pelo menos já assim pode conside a endo
em con a a XiVXV a. čekų ealijas. não menos impo an e o con ex o da ap esen ação
p ūsų insc ição no p óp io manusc i o. Ao calėdinį pe íodo, conc e amen e em ês eis
ish aka es, di e amen e indica colo onas, ao qual adicionado la yniškas hegzame as,
humano imagem, okiška no aba e p ūsiškas eks elis. po isso e elge aujancio humano
igū ėlė, e bande a ėlė, e ex o p ūsų língua pode se in e p e ados como indis inguí eis
comedamãos do kolo ono. isso apoia ia an e io men e exp essi ada men ia, que a
esc i ionis a, pe ašęs nicola o esmes eikal, e a p ūsas. Vaizdo e ex o combininys em
elação ao gêne o ecin ų изge u ių s ichijai (T inksp üche) olimą dalyką kalėdinį ijų
ka alių lapelį ( řík álo é lís ky). endo em con a as possí eis o igens do ex o p ūsiško,
que le am a casa isi amen o cos umes bem calendo ínio olklo ą, p o a elmen e o na
possí el nuš ies i p ūsų kū inėlio genezę. ko, em hegzame ą panašus d ieilis
issi u uliojo de ke u eilio, que oi pe a ky as, p o a elmen e me o sume imais,
d ejopai: incluuk as akul a i us (An) honeaw e p a ekys, hewelys adicionado
baigmen o -e. no ajai p opos a p opos a p ūsų ex o de oco ência ci cuns âncias
in e p e ação es imina quan o di e en e a análise linguís ica, e especialmen e an os
pa e do abalho, onde caso necessá io guiu is sob e udo o malium c i é io. adicional
pe cepção do ex o baseado no modelo: k eipimasis ende ea o nega i o desc ição
jus i icação des e desc ição. é: olá, gaspado iau, ocê não é nosso bom io; se que bebe ,
mas não que dinhei o da . como al e na i a suge e-se: cump imen imasis mandagus
k eipimasis (kalėdininko į šeimininką) in ini y u exp ess eikš as liepimas-p ašymas. is o é:
Laba dia, gaspado iau pais eli; se quise ( isi o jai, jėzulis) gi dyki e, não que o dinhei o
da ei ou olhas, senho , bom nossos pais; se quise ( isby ojai, jėzulis) gi dyki e, neno i
dinigo daoki e.
6 Po ą delas publicou Zíb (1905).
7 in e jec i o paį ai in ų ex o ou a unção, mas ele de qualque o ma não é imp escindí el. pode-se
po ea e com o adicional olhas, senho . nesse caso e íamos dois de sequência apelinos, e isso no mu na
au osaco há mul idinha au ologijas: s eikas, pone, ge adėjau ė eli...

27s aipsniai a icles išku 1262 ano c onog a u. do so ijaus sakmės ele em
siūlomas eks o pe skai ymas p ūsų kū inėlį iškel ų į ga bingą ašy inių pamink-
lų g e ą, ku i p asideda Gilgamešu, o a imai giminingoje aplinkoje baigiasi lie u-
essencial ski ųsi língua. aigi mais an igo ex o bal os no mesmo empo pode se
e mais an igo olclo o bal os cú inys, insc i o o iginalalo língua.
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uni e si y Lib a y o basel, is s ill conside ed he oldes bal ic ex , which is o en in e p e ed in
he con ex o a s uden s joke, no e y success ul in g amma ical e ms. a con en ional
29s aipsniai a icles unde s anding is al eady in need o e i ica ion, which is ac i ely d i en by a
di e en unde s anding o he ex con en and o he candida es o he au ho ship o he
P ussian couple . / an al e na i e eading s a s wi h he e iology o he ex . he elemen o
au ho ship is b ie ly conside ed: whe he a P ussian de ised he whole sen ence by himsel o he
used some eady-made wo ding. i enables us o sepa a e be ween he laye o o al, i.e. olklo e,
ex ea u es and an au ho s laye in he P ussian insc ip ion. by emo ing inse s, a emp s a e
made o econs uc he p ima y o m, i.e. he singing o eci a i e qua ain ac ually used. he
au ho u he ocuses on he ela ionship be ween a P ussian piece o ex and a La in colophon,
which de ines he ime when he sou ce was ansc ibed, i.e. he e e o he epiphany. he season
and he songs pe aining o ha ime o he yea enables and e en o ces us o y o ace he
iden i y o ch is mas ca ols con aining explici mo i s o pleading o gi s. he analysis o
indi idual wo ds begins wi h he ph ase Kayle ekyse, which is no in e p e ed as a g ee ing add ess
hello, si bu as a g ee ing good day, which is eminiscen o e.g. Li huanian Skalsink die e, czech
Pozd a pánbůh by i s composi ion. he impe a i e would mo i a e he use o an addi i e -e in he
wo d Kayle and he lexeme ekyse god. he in e jec ion in his posi ion would also be suppo ed by
he poe ics o ch is mas ca ols because he coming o ones home was closely linked o he p ope
g ee ing o he hos and he hos ess. by he composi ion o ch is mas ca ols, he add ess(es) o
he people me could ake up he ollowing posi ion. i is exp essed by a oca i e o m hewelyse in
he P ussian ex . a wo d labonache p eceding i is in e p e ed acco ding o schmid as ou good.
Epi e on cons ans good-doe , impe a i e o m b ing weal h, subs . oc. hos , which would also
suppo he begging adi ion, a e in e p e ed as well. a possibili y is conside ed ha he wo d
honeaw indica es a speci ic pe son named (An) onio. examples a e gi en showing ha he use o
pe sonal names in ch is mas ca ols is a commonplace phenomenon, which, in u n, subs an ia es he
acul a i e cha ac e o honeaw. he in e p e a ion o he end o he P ussian ex is based on a
o mal c i e ion ha pe mi s us o econs uc he elemen o o de -plea o ch is mas ca ols
exp essed in he impe a i e: i ( he ch is mas ca olle ) wishes so - gi e him o d ink, i he does no -
b ing him a penny. esemblance can be seen on he le el o syn ax. Whe eas he hings asked by
ch is mas ca olle s desc ibe hei social belonging, he czech cus oms o he 14 h-15 h cen u y ge
in o he cen e o a en ion. i is concluded ha he ex o such wo ding would be mo e sui able
o he cle gymen o lowe ank.
Į eik a 2013 m. dezemb o 20 d.
iLja LeMeŠkin
P ahos Ka olio uni e si e as
Jana Palacha 2, 116 38
P aha 1, República Checa
[email p o ec ed]