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Tarp „baltistikos“ ir „balticitas“, arba užsienio baltistikos klausimais

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Tarp „baltistikos“ ir „balticitas“, arba užsienio baltistikos klausimais

Author: Pietro Umberto Dini
Year: 2017
Source: https://journals.lki.lt/actalinguisticalithuanica/article/download/866/957
256 Ac a Linguis ica Li huanica LXXVI
PIETRO UMBERTO DINI
Uni e sidade de Pisa
Di e izes de pesquisas acadêmicas: compa a i oji bal ų
kalbo y a, bal ų kalbo y os is o iog a ija, p ūsis ika, ans imo mokslas.
TARP BALTISTIKOS IR
BALTICITAS, ARBA UŽSIENIO
BALTISTICOS KLAUSIMAIS*
0. ĮVADINS PASTABOS Es e ex o obje i o discu i a e olução dos es udos
bal ís icos e suas pe spec i as no mundo acadêmico es angei o (i. i. não bal os
países). Como ica á a pa i do que se á di o, já na pe spec i a esconde um
ce o desa io... P imei o ale em passa em décadas olha pa a a e olução
bal is ikos de um pon o his ó ico comum e en a sucus ai esumi ipo de oo
de pássa o o que oco eu du an e es e pe íodo.
Me pa ece, pode ia alega que o des ino dos es udos bal ís icos na Eu opa
es e amen e elacionado com o p óp io des ino da Eu opa.
Nos países eu opeus ociden ais obse ado comum aožas: es udos bal is ikas encon a am a ga sį no
mundo acadêmico jun amen e com os países bál icos independemidades. Pois não po acaso coincidiu que
an o nos anos en euka io, an o do passégio século úl ima décadau o mundo acadêmico puxou a enção
pa a as disciplinas bal is ikas. Assim acon eceu em mui os países. E du an e o pe íodo so ié ico nesses
países o in e essamen o em línguas e cul u as bal as no ambien e acadêmico ou e a comple amen e
zlugês ou, no melho caso, i ia com di iculdade, no campo bal ís ica abalha a pa ilhões cien is as. Po
ou o lado, Midu io e Eas e n Eu opa bal as línguas e cul u as o am e con inuam a in e essimasi, mas
bal is ika lá expe imen ou g andeí ideológico p essão. Na Eu opa Cen al o excepcional caso oi a
Alemanha, e não é di ícil en ende po que isso acon eceu. uma po um lado, as elações des e país com
os países bál icos semp e o am * Tex as p epa ado 2017 m. 6 d. ab il mês da Con e ência Mundial
li uanís ica (bal is ikos) Li uanís ica (bal is ika) con empo aneios ugdymo p ocessos plena men e
sen êdio pe cai a o ela ó io. Con e ência oi o ganizada sob o EU SF inanciado p oje o
Fo i icamen o da coope ação en e cen os es angei os bal ís icos e Li uânia de ciência e es udos
ins i uições e oco eu em Vilniú, Uni e sidade Li uana edukologijas. O ex o conscienciosamen e
man ém-se ca ac e ís icas do es ilo de comunicação e bal.
Ta p bal is ikos i bal ici as, a ba užsienio bal is ikos klausimais
Įž algos Insigh s 257 o es, eles não podem nem se compa a com nenhum ou o
país da Eu opa Ociden al. / E ou a e as, como sabe, p ecisamen e na Alemanha
longos nãožgijo zemyno jiazdos. Tad bal is ika oi puoselėjama an o na Alemanha
Democ á ica, quan o Fede acinėje Vos a os sob e i eu elha adicionalinė
kie ijoje. I ienu , i ki u – no s bu o p imes os ski ingos ideologinės nuo-
okiečių kompa amosios kalbo y os escola, que pa icula men e se sinilhou e
bal is ikos pesquisas.
Toda a exceção oi dos Es ados Unidos da Amé ica. Si uações JAV não podem se
compa adas com Eu opa. Lá o ensino li uanís ica nas uni e sidades assegu ou as
undadas pelos undos comuni á ios ca ed as de bal ís ica (como es á ex-em
Chicago1 e como u bū se á Sia le).
1. KOKS GI ŠIANDIEN UŽÇENIO
BALTISTIKOS VAIZDAS?
pa ece-me que a p incipal p oblema da bal ís ica es angei a ainda é a
es u u ação e luga des a disciplina das ilologias e lingüo y as em ciências e
s udios, ou seja, pa a que bal is ika (i ijos ou ou as es udos bal ís icos) osse ou
o nassem-se sa a ankiška disciplina, se ia p eciso c ia odos os ní eis de
es udos bal ís icos (baccalau o, magis o, do a o).
Bū ų idealmen e, que pelo menos uma chaed a bal ís ica, o e ecendo odos os
ní eis de es udos, es i esse em cada país eu opeu com adições bal ís icas. E
em alguns países, onde as ligações his ó icas e o in e esse são pa icula men e
o es, pode iam se , cla o, e mais bal is ikas ka ed as. Isso en a êzo se ia o
ideal. No en an o e a pa i des e pon o de is a a si uação é de e dade desiguada.
Ten a ei ela consis i-la (no s bijau alguma coisa esquece ou não especi icamen e
indica ). Pa ece, são ês di e en es zona de es u u ação geog á ico.
(1)A p imei a zona pe ence àqueles países eu opeus onde os es udos bal ís icos são (ou pelo menos
assim pa ecem) mui omaj solidamen e es u u ados e êm pe spec i as de u u o (como e.g. na
Suécia2, na Finlândia, Cécia, Alemanha, Heng ijoje, Polónia e al ez ou ou ). Aqui disciplinas
bal ís icas podem se in eg adas em indoeu opeis ikos, sla is ikos ou No e Eu opa ou em
semelhan es BA ou MA p og amas de es udos. (2) A segunda zona pe ence àqueles países eu opeus,
onde os es udos bal ís icos são es u u ados, mas bal is ika ė a ensinado como sepa ado cu so
(examino) 1 Ilinojaus li uanis ikos (bal is ikos) is o iją e p esen e apg ildeno Gied ius Subačius em
seu ela ó io Li uanis ikos s udios chicago. 2 Do Pê e io Vanago ela ó io Bal os idiomas es udos
uni e sidade de Es ocolmo: his ó ia e ak ualijos, po inciso, explica a, que e na Suecia a si uação oli
g ažu não é ožinė.
PIETRO UMBERTO DINI
Ac a Linguis ica Li huanica LXXVI cija es á I alijoje 2583. Semelhan e, mas
pa yzdžiui, kalbo y os bakalau o a magis o s udijų s uden ams. Tokia si ua-
p esumi elmen e melho si uação em F ança (incluindo leccionamen o à INALCO)4.
Ac ualmen e ambém pode se ensinada em á ios BA e MA p og amas de es udos. No
en an o, os es udos bal ís icos êm um u u o aqui miglo a, a es es es udos ameaça
pe igos, pa icula men e n'es a época de pe manen es e o mas do ensino
supe io ... (3) A Te ça zona pe ence àqueles países eu opeus, onde os es udos
bal ís icos (ainda?) não são es u u ados. Tokia si uação é, po exemplo, na Espanha.
Mas hoje, in elizmen e, mesmo e als bas an e p o ilios adições bal is ikos
possuída num país como No uega bal is ika já nãoebedės oma. Além disso, ainda há
países, onde bal is ikas adições não exis em ou quase não exis em, po exemplo,
Slo ėnijoje, C oa ijoje, Se bijoje, G éijoje, Po ugalijoje. Na u almen e, isso não
signi ica que bal is ikas seja necessá ia a cada país eu opeu (no se ia desejá el).
E ambém não signi ica que nesses países absolu amen e não haja especialis as e
conheo os: lá p e aleça spon aniška adinasi, pa aa ba pe i-akademinė o e a: po
exemplo, di e sos p oje os, ou y inėjimus sa a ankiškai ealizam pa ilhões
cien is as ou g upos de cien is as. No en an o es es samp o a imos posso acaba i
jujia gaida. Gos a ia de menciona a i kščią enškinį, que se desen ola o a das on ei as da UE, em Suícá ia, onde os es udos bal ís icos se p e endem e i i 5.
2. BALTISTICOS APRIBŽTIS
Um impo an e di e enciadois bal is ikos nos países bal os e no es angei o
b uožas é u bū é que a úl imaos o e sen e-se p ecisa de de inição. A bal ís ica
es angei a p ecisa se de inida, como dizem, an o ho izon almen e, é dize
compa ando ela com ou as ilologias e linguo y as, an o e icalmen e, é dize
compa ando com a bal ís ica dos países bál icos e no seu país.
Bal ís ica concepção e ensinamen o nas uni e sidades do mundo oi e ainda pe manece
incomodas enškinys, dependendo do mui os ações. No malmen e, que o ensino
cons an emen e mude: muda am mé odos, in e esses, galas […] adas. No en an o,
independen emen e de udo isso, al ez ale dize que bal is ai Países Bál icos e bal is ai 3
Do ela ó io de Guido Mchelinio oi ap endido que a si uação do ensino de línguas li uanas
uni e si e de Pa mos ambém c í ica.
4 Aêkoju Hélène de Penan os po obse ações e in o mações pe con e ência. 5 Pa a esse
p opósi o anunciada con e ência Re i alizing Bal ic S udies acon ece á 2017 m. maio mês de
início. Inciden emen e, eco do que em 2008 a p imei a con e ência su giu na Comunidade
Li uânica Suica esa jun a com o Ins i u o Li uânico de Língua e Vilniaus uni e sidade
(In e na ionale Kon e enz zu li auischen Sp ache und Li e a u Posi ion und Bedeu ung des
Li auischen im eu opäischen Kon ex , 4.06.2008, F ibou g, Be n, Zü ich).
Ta p bal is ikos i bal ici as, a ba užsienio bal is ikos klausimais
Įž algos / Insigh s 259
no es angei o de ido a di e en es adições e di e en es audiências às ezes
desiguodai en ende e ensina o mesmo obje o de pesquisas.
Não se á assim que bal is as dos países bál icos e bal is as no es angei o
di e em na que se guiam di e en e noção de bal is ikas, ou al ez e canonu? E
di e en e cânone da bal ís ica guia-se implici amen e, a é sem ape cebe ou não
pa icula men e apelando a aspec os eó icos... Tal ez seja sensa o nes a
ocasião e nes a con e ência a le an a a ques ão, se possí el
undamen alís ica? É sensa o conside a (e al ez en a es abelece ) ce a
comum canona bal ís ica? Ao mesmo empo com isso su gem e ou as ques ões,
po exemplo, se bal is ika como disciplina é su icien emen e cla amen e de inida?
E quan as exis em, se exis em, dessas de inições? Não se á que a al impo an e
ques ão an o eó ica como de na u eza aplicada ainda não es á adequadamen e
espondida? Pode se , que sob e es a p oblemá ainda mui o pouco pens o a, pensy a.
Quan as de inições bal ís icas conhecemos? Imaginei ápidos euni pelo
menos algumas de inições de publicações que es a am po à mão (mas a es a
emá se ia ale ap o unda mais).
Jānis Endzelīns, Ie ads bal u iloloģij (1945: 5): Runājo ieši pa bal u
iloloģiju, a dize , ka isso pa pē amo objek u i ā bal u au u ga a
da bība, kas izpaužas mu esīj un aks ī os ai iespies os eks os, ā ad
senp ūšu, leišu un la iešu li e ā ū a (a me iku) un mī ija, pie kam bal u
iloloģija auga izseko bal u alodu, a ū u un ics bas gai ai. Džakomas
De o as, K ie imas ao bal ų ilologiją (2004: 83 [do i alų k. adução
R. Klioš o ai y ė]):
P imei a a e a da ilologia bal as de ini a noção de bal os comun ys ė
não como um amo de á o e imó el, mas como uma cons an e
dinamicamen e es abelecendo-se pô -equilib ão en e opos os scou ios,
que se descolam de á ios pães.
Jonas Kabelka, Bal ų ilologijos į adas (1982: 6): Viena de ais ilologias
indoeu opias aakų é e bal ų ilologija, ou bal is ika, cujo obje o de
es udamen o é bal ų kalbos, bal ų au ų li e a ū os bei au osakos yšium
su šių au ų is o ija i kul u a is o ija. Raine Ecke e k ., Die bal ischen
Sp achen (1998: 5; Vo wo ): Die o liegende Ein üh ung in das S udium de
bal ischen Sp achen... e olg das Ziel, übe die Sp achen an die
einziga igen Kul u en diese
Völke he anzu üh en.
PIETRO UMBERTO DINI
260 Ac a Linguis ica Li huanica LXXVI
A[lgi das] S[abaliauskas], Li u ians kalbos enciklopedija (2008: 55): bal is ika, bal ų
ilologija, bal ų au ų kalbų, li e a ū os i nau osakos kompa a i as mokslas; em
sen ido amplo complexa b anca da ciência, es udando bal as po os his ó ia,
línguas, li e a u a, olklo ą (pelo isso, de que bal os po os his ó ia, língua,
li e a u a e olklo es es udado, ainda se di idiu em li uanis iką, la is iką,
p ūsis iką). O que é comum em odas es as de inições? Tudo. Em odas as
mencionadas de inições acen ua-se bal is ikos ou bal os ilologias his o inė
paski is, p incipalmen e indoeu opeis inė, em cuja aki a į ing essina e língua, e
li e a u a, e mi ologia, e au osaka e his ó ia. Encan ado , que o e mo ilologija
aqui é usado e en endido ap oximadamen e como kul ū as isumos nag inėjimas
pe kalbos p izmę. E al é (ou longas oi) nos es údios bal ís icos p egajan e
concepção julgando a pa i das desc i as de inições pe ge ą ul imo mešim į.
Nejauciama (ou não sen iciama) nenhuma di e ência en e e ikečių, isso
signi ica a, que bal is ika = bal ų ilologija, e a i kščiai.
É ealmen e hoje assim? Pode, po exemplo, alega -se que bal is ai e hoje são
ambém e mui omaž isp usę indoeu opeis ai? Toli bonžu não semp e. Pode, po
exemplo, alega -se que bal is ai in e essa não só língua, mas ambém li e a u a e ou
nau osaka? / Toli bonžu não semp e assim é. E al ez mais elho ambém não semp e
é exu. De a o, o necidas de inições nub ėžia ideais limi es da disciplina. No en an o,
po isso, es as e lexões dão base a le an a a ques ão, se bal is ikos e bal os
ilologias e ique as hoje ainda são pe cebidas sinonimamen e? Tu bū já assim não.
Na linguagem a osena sen e-se ce a mudança semân ica, e isso o ça a le an a
al pe gun a. A p opósi o, exp essinho mui o comum em línguas. Bem conhecido, que
pala as i em mais empo do que concei os, en ão naquela mesma manei a ( á é na
mesma pala a) chamamos já obsole o ou simplesmen e mudado concei os. Cada
língua pode o nece mui os mo i os de debilpnimen o, pe ca ou ou o de exemplos.
Me pa ece que isso acon ece (ou a é já yko) e com e minus echnicus bal is ika.
Não sei, al ez seja só a minha imp essão. Se ia in e essan e, se espei á eis
colegas pudessem isso con i ma ou e u a .
Conside e-se ainda nas disposições da bem conhecida e is a in e nacional
Bal is ica. 1965 m. no p imei o núme o da e is a, num cu o Redakção
pala a (p. 5) ap esen a-se e desc e e-se o obje i o da e is a: Nes a
publicação se ão publicados a igos de oné ica das línguas bal as bem
como de onologia, acen uação, mo ologia, sin axe e léxica, além disso, se á
a ibuída a enção me odica de es udos das línguas bal as, con ac os com
ou as línguas indoeu opeias (especialmen e sla as) e neindoeu opeias.

Ta p bal is ikos i bal ici as, a ba užsienio bal is ikos klausimais
Įž algos / Insigh s 261
Como is o, acima de udo oi impo an e de ini o es udo da ciência ba us, que
se ão di bami isso é do abalho cien í ico ba us en ende-se, de odas as
línguas bal as g amá ica e ocabulá io ba us. No en an o gãli obse a é que
nada não oi esc i o sob e os mé odos de pesquisas, que se ão ealizadas. Po
quê? Po an o, que e a de si p óp io ób io, que eles inham de se
his ó ico-ligiga i o, línguas de ligações e in e ilologico de na u eza. Tal
con icção au o-en endida, po ce o, mais cla amen e dis ingue e de ine-se
imedia amen e após Redakção pala a que segue no acadêmico Kos o Ko sako a igo (p. 11):
...ais publicação depul as e de e é com ela liga es eudžio a uais es udos de
bal ís ica com p oblemá icas ac uais da in e nacional compa adíssima
linguo y os, e especialmen e com aqueles ilologia ciência amosas, que já de
elho em deilią adicional ligação com bal ís ica e é in oduziuuses
impo an es con ibuição em bal as po os passado, língua e cul u a
es udaiamen o. Es e e o a ual obje i o do mesmo jo nal online são mui o
cla amen e di e en es: O Jo nal dá p io idade aos es udos his ó icos,
compa a i os e ipológicos das línguas bal as e seus a minos, bal as e ou as
línguas a ques ões de ligações, bal as linguo y os his o iog a ia [...] Desde 2006
ano o jo nal dedica mais a enção sinc onís icos es udos das línguas bal as
a uais, incluindo abalhos expe imen ais, g e inamuosius e aplicamos. A pa i
aqui cla amen e se ê que a pe cepção da disciplina em conside ação
expe imen ou uma ce a lūžį. Pa ece-se que o cien í ico jo nal in e nacional sob
o nome Bal is ica en e seus obje i os ainda ainda g a a a pesquisa p io i á ia
de ca ác e his ó ico, mas ma cadamen e al e aça 1965 m. disposições e inclui
em seus cien í icos ba us ambém e pesquisas de ca ác e sinc oninio. Lūžis
egis a-se desde 2006 m., embo a os p óp ios mudanças começa am an es.
Assim acon eceu, que du an e os úl imos do is décadas de anos, mui o mais
pesquisas de na u eza sinc onis a sob e as línguas bal as oi publicada an o nos países bál icos, quan o e o a deles.
Não é isso um econhecimen o de ac o de que o concei o de bal is ikos mudou
signi ica i amen e? Di ia que hoje bal os ilologias e ique a se elaciona apenas
com diach onia e p oblemas do ou o linguagem, e al ez p ecisamen e com
ekdo ikos (com ex os ligados) es udos. Po ou o lado, bal is ikos e ique a mais
lipdoma aos aspec os sinch onís icos e ipologicos da in es igação. Como
biau kaip pos indoeu opeis inė (gal ne gi pos kompa a y is inė) i gal ipologi-
bebū ų, es a bal is ika su okiama lanė. Di ia que bal is ikos e ikė hoje
sinonímiska bal os kalbo y os e ique a.
Me pa ece que de ina ês sis ema, y a usios a é ul ųjų dešim mečių, . y. :
PIETRO UMBERTO DINI
262 Ac a Linguis ica Li huanica LXXVI
• I) hipe onimas: 1. bal is ika koiponimai: 2. bal ų kalbo y a
3. bal ų ilologija o muojasi, ou al ez já susi o ma o,
↙ ↘
d ina ė sis ema, . y. :
• II) hipe onima: 1a. bal is ika = 1b. bal os
alo y a
↓
2. bal as ilologija linguis icamen e alando, oi pe ei a de koiponimías em
me onimías elação. Já há mui o empo Romanas Jakobsonas en a izou, que
Fe dinando de Saussu o diach onijos e sinch onijos dicho omija é só didac inė
ikcija, ela não eal. Po an o é p eciso olha , meu pa ece , só posi i amen e pa a
o a o, que sinch oniniai es udos incluídos na comum mode na bal is ikos
concepção. Pa a alguns bal is as p eocupa-se um pouco que adicionais
diach oniniai linguis inai es udos quase já se expulsem daquele concei o e
empu a em pa a o segundo plano como bal os ilologia...
No en an o, c eio que independen emen e da p e e ência dada po cada
cien is a a um ou ou o pe cepção des a disciplina, al ez enhamos de
acos uma -nos à can ei a de bal ís ica... Tu bū a p óp ia noção do nosso amo
cien í ico em que o na mais ampla.
Inciden almen e, es angei os bal is as mais ou menos conscien iamen e assim
semp e e inha que in e p e a bal is iką, po que lhes é p eciso ala mais sob e
a lo es a do que sob e á o es indi iduais, lhes é necessá io ap esen a ge al
isão de es udos bal ís icos e não dis ingui da ilologia não só alo y os, mas
ambém de li e a u a, mi ologia, adução e his ó ia cul u al. Po ou o lado,
bal is as nos países bál icos podem se pe mi i p abangą di idi a disciplina em
minulkesnes cons i uin es pa es e assim ga an i pesquisas p og essas. E um e
ou o aspec o impo an e e ú il. E uma e ou a pe spec i a podem con i e
jun os ha moniosamen e, po que delas esul a o que já em ou o luga chamei
6 Apie ai jau ne ka ą esu samp o a ęs panašiomis p ogomis, plg. KB, 2005, 11, 57–58; LZAVēs-
mossos comuns bal ici as6. 2010, is 64, 3./4., 132134; BF, 2010 [2011], 191/2, 135137).
Ta p bal is ikos i bal ici as, a ba užsienio bal is ikos klausimais
Įž algos Insigh s 263 /
3. USIENIO BALTISTIKOS
ATEITIES PERSPEKTYVOS
Em pa icula , os bal is as es angei os ob igam a api elk i a ge al bal ici a is
concepção, demana i, al sen imen o de pe encimen o e comum ou sen imen o,
jun ando bál icos e não bál icos países bal is as. / Bal is ika e bal ici as são como
dois polias, en e os quais oco e o nosso como bal is as diálogo en e os países
bál icos e es angei os. No es angei o es udos bal ís icos e disciplinas des ino
depende an o da a i idade de isolados cien is as, quan o e de isoladas
uni e sidades es angei as polí icas. No en an o não escondeis que a ualmen e em
uni e sidades de odo o mundo es ei as especialidades ameaçam pe igos. Mais uma
ez pe mi am-me aqui pasi elk e na Alemanha c iado e mo o chidėjinės
specialybės ( o. O chideen äche ) e o iką, e ambém dize , que p ecisamen e
assim no es angei o bal is iką pe cepokia ou os (ypač galingesnių) disciplinas
ep esen an es. Mui o quem se ia sa is ei o, se ensinássemos não bal os ilologiją,
e algum que seja (sakyčiau, mas kokį) lingui ís icas assun o comum. Sob e isso é
p eciso cha ea não apocalip icamen e, e blai iai, obje i amen e. Ac ualmen e as
condições da economia de e minam in ei amen e no a essencial dis inção en e a
Bál ica e es angei os bal is as apa ecimen o e complica a si uação das ciências
humani á ias isu , países bal os e não bal os. No en an o, embo a seja possí el
pensa , que nos países bal os não se á oco ido suicídio bal ís ica, no es angei o
su ge sé ia ameaça bal ís ica como disciplina: ela pode ex ingui -se, en ão
ex inguissem e suas pe spec i as de u u o. Tokia ameaça pa icula men e is a
lá, onde es udos bal ís icos não são solidamen e es u u adas, e lá, onde adições
bal ís icas ainda não exis em, sua apa ição passulėja. Em si cla o, que as
pe spec i as de u u o da bal ís ica es angei a es ão in imamen e elacionadas
com a ga an ia de con inuidade. A ques ão de cês inumo o na-se pa icula men e
a ius, pois pode não ica i oca, quando em eme i ū ą pasi auks a ual
p o essu a. E ainda pio , mudanças podem não es a não po que não ha e á
de idamen e p epa ados jeunesnių especialis as, mas apenas po que não há
ap op iadas ciência polí icas de soluções. Toli g ažu no kles ė i al ez excep o os países da p imei a zona nou o luga na Eu opa es udos bal ís icos se es o çam e i a qualque ipo de sumažimen o e pelo menos man e ago a a a ual pė ão.
4. IŠŠŪKIAI UŽSIENIO BALTISTIKAI
Penso, é cla o, que a sob e i ência e apoio da bal ís ica es angei a é igual a
p óp ia sob e i ência e apoio da bal ís ica dos países bál icos. Isso só de o a pode acha
du ski ingi dalykai. O kaip žinoma, išo ė y a apgaulinga.
PIETRO UMBERTO DINI
Ac a Linguis ica Li huanica LXXVI 264
En ão a pe gun a su ge: o que de e ia aze pa a que pudéssemos p ese a os
es udos bal ís icos? Não lêpso, é mais ácil ao a a es es p oblemas, do que
o e ece meios pa a os esol e ... Aqui pa icula men e nada no o não. No
en an o, pelo menos conside a os p oblemas e en a ap esen a p opos as é necessá io.
Pa ece-me que pode iam se não decisi as, mas ú eis, as seguin es medidas:
• Deng i e lecs y i cu sos comuns ( adinasi, o alece uni e sidades
coope açãoção e koope ação) e p epa a conjun as es udos mul idiašales
pelo menos desde o MA pakopos.
• C iação comum de p oje o de es udos de dou o ado po in e liga em á ios
países ope an es ca ed as de bal ís ica; se ia ideal que colabo assem odos
os depa amen os. Pa a esse im u iliza as possibilidades ko u elos bem como
os aco dos in e nacionais já em igo .
• O e ece um comum dou o ado eu opeu, p opondo po especialidades
á ias opo unidades de coope ação dos países.
• Des ina cu o p azo ou longo p azo inancia imen o de bal ís ica a
p o esso es e docen es, ambém e ambém a es angei os, pa a que
osse assegu ado ensino, se a uni e sidade local não pode ou não quise
u iliza pa a isso seu p óp io o çamen o. Mais ácil dize o que não aze , po exemplo:
• E i a a a ibuição de dinhei o de p oje os da União Eu opeia a
uni e sidades es angei as não ecebendo deles óskaus pasijammen o de
assumi inanciamen o após o im do p oje o. Assim agi é umpa egiška,
po que pode se só esquei amen o de dinhei o ( is a do pon o de is a longame és).
Além disso, no es angei o целе is e o ça já exis en es oginhos bal is ikos, e
não ab i no os cen os. P o ingiai nes e momen o su ila ene gia e undos, e não
as esba s y i po osu į po odo o mundo. O, lá onde oda ia possí el pensa
sob e no os cen os de abe u a, ale consul a -se com mais an igamen e
eikianciais cen ais, onde se ia possí el encon a necessá ios e já quali icados uncioná ios.
5.PROJETAS7
Concludendo o ela ó io gos a ia publicamen e elogia an e io p oje o Li uânia aqui e lá
ealizados abalhos e especialmen e Li uanis ines es udos ka ed os e p oje o lide ę Lo e ą
Vilkienę po cla a, co ek išką e subalansuo ą lide ança. A a i idade do a ual p oje o P omoção da
coope ação de Cen os Ex e io es bal ís icos e Li uânia de ciência e ins i uições de es udos (N .
09.3.1-ESFA-V-709-01-0002, alo 5,8 milhões. eu os), suplanada 20172023 , ab ange apenas mobilidade. 7
Es e capí ulo é esc i o em pa e com base no ela ó io de Ilja Lemeškina Ku eda užsienio
bal is-
ikos kelias?“, ku io eks as aip pa skelbiamas šiame žu nalo nume yje.