190 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV
HARALD BICHLMEIER
Sächsische Akademie de Wissenscha en zu Leipzig
Ma in-Lu he -Uni e si ä Halle-Wi enbe g Fields o
esea ch: onomas ics ( oponymy), his o ical phonology
o he Ge manic languages, Indo-Eu opean linguis ics,
Aljamiado- ex s.
DOI: doi.o g/10.35321/all84-09
NOTAMENTOS AU
EINIGEN MIT AN-
BEGINNDEN LITUASCHEN
GEVÄSSERNAMEN AND
IEN AUSSERBALTICHEN
RELUXTEN
Pas abos dėl kelių su Anp asidedančių
lie u ių anden a džių i jų nebal iškos kilmės
giminaičių
ANNOTATION
As águesse names li auicas do ipo Ana à, Anýkš ė e c. são adicionalmen e em uma aiz idg.
*en/*on e o nado (em no a ion mode ne u idg. *h1en(H)-), que mui as ezes uma impo ância
‘ ließen, Fluss é a ibuída. Es a aiz bucha não mesmo Poko nys Indoge manisches
e ymologischen Wö e buch (1959). Também desde en ão não é conseguido, es a aiz no
appella i isch ocaz de qualque língua indoge manische dui els ei a es a . Zudem es ão a é
ago a nenhuma p o as inequí ocas pa a p osse o es des a aiz no onymischen ocscha z à
disposição: Todos como a gumen os apon ados nomes podem ou, po que eles p o êm de línguas
cel as, em uma aiz u idg. *pen-/*pon- ‘Sump , (es endendo) água ol a em, ou na base de u idg.
*h2en- ‘(Wa e ) schöp en se em explicados. O ins umen o me odico ‘Ockhams asie messe
o dena-o, não mais do que es as duas aízes a aplica , enquan o não inequí ocas p o as
appella i ische pa a uma aiz u idg. *h1en(H)- exis am, que o pe mi i iam mesmo p imei o, o aiz
uma impo ância a ibui .
S aipsniai A icles 191 /
Anme kungen zu einigen mi An- beginnenden li auischen
Gewässe namen und ih en auße bal ischen Ve wand en
SCÜSSELWÖRTER: li auische Hyd onyme, kel ische Hyd onyme, ge manische
Hyd onyme, Indoge manische Phonologie, indoge manis ische Me hodologie,
Ockhams Rasie messe .
ANNOTATION
The Li huanian hyd onyms o he ype Ana à, Anýkš ė e c. ha e adi ionally been has
explained on he basis o a oo PIE “*en/*on” (in mode n w i ing PIE *h1en(H)-), which
s anda dly been gi en he meaning ‘ low, i e el sim. This oo canno e en be ound in
Poko nys Indoge manisches e ymologisches Wö e buch [Indo-Eu opean E ymological in he
Dic iona y] (1959). No e en since hen ha e esea che s succeded in documen ing ha oo
appella i e lexicon o any o he Indo-Eu opean languages wi hou doub . Mo eo e , he e
a en e en any su e con inua ions o ha oo in he onymic lexicons o hose languages. All
names pu o wa d as a gumen s can ei he be explained based on a oo PIE *pen-/*pon-
‘swamp, (s anding) wa e (because hey a e Cel ic) o om a oo PIE *h2en- ‘haul (wa e ).
The applica ion o he me hodological means called ‘Occams azo lea es us no o he
possibili y bu o explain all ega ding names om hese wo oo s as long as no p oo o an
appella i e use o a oo PIE *h1en(H)- can be o e ed, which mo eo e migh inally gi e us a
hin , wha ha oo migh ha e mean . KEYWORDS: Li huanian hyd onyms, Cel ic hyd onyms,
Ge manic hyd onyms, Indo-Eu opean Phonology, me hodology in Indo-Eu opean linguis ics,
Occams azo .
1. ENTROITENDES1
Obje o das subsequen es execu ações são, po um lado, as e imologias de alguns nomes de águas
li auicos como Ana à, Anýkš ė ou os que a um undamen o e guimen os pa a a
Gewässe namen ück üh ba e O sname Anykščia. Daneben sollen abe auch
his o icamen e-compa ando linguís ica e ais pa a o ge al cien í ico me odic (bzw. Me hodology)
oco em. Anulação pa a isso são os e ei os da aplicação ou da não- an i icação de ambos em elação à
e ymologização dos mencionados nomes de águas bem como da e ambém do nome do Flusso Inn (na
Suíça, Áus ia e Alemanha). 1 Eu ag adeço aos dois anônimos e iso es do pos co dialmen e po
di e sas indicações, incluindo ambém pa a ais em de mim a é ago a negligenciada li e a u a.
HARALD BICHLMEIER
192 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV
Além é álido, semp e ‘Ockhams asie messe 2 à mão e : Esquece-se o
inse i e, se p ecisa ambém a usá-lo , o na-se do ( uzel) sil es uchess e
com isso o wilkü não mais senho .
2. WISSENSCHAFTSGESHICHLHES
A Indoge manís ica é uma em ago a bem 200 anos gexida ciência. O que isso é e
como isso ai, sob e isso se em o mado den o do assun o um bas an e amplo
consenso3. Es e amplo consenso diz espei o a odas as á eas da a
econs ui -se base linguís ica, que ge almen e como U indoge manish
wi d. Die Diskussion inne halb de Indoge manis ik läu au de Basis dessen,
was au de G undlage dieses b ei en Konsenses als gesiche angesehen und
designado é bas an e ge almen e econhecido. Pa a especialis as den o do
assun o, as pa cialmen e nãoconsensuais pa es do sis ema possam se
ins imulo, aqui p ossegui e encon a soluções pa a unsol idos p oblemas, pa a
a maio ia dos indoge manis as é p o a elmen e o obje i o, em base desse amplo
consenso em sua especialidade, p ossegui , explica Unexplained. coisas em
Diese Konsens übe dieses E klä ungsmodell (zu den wich igs en Punk en
siehe gleich) ha sich .a. deshalb he ausgebilde , weil dieses Modell meh
posição de explica é do que os ou os a é ago a ap esen ados modelos.
3. METHODISCHES
3.1. No io e en e, é na a gumen a ion de seguin es na a Indoge manís ica
amplamen e consensuales ca ac e is ika do U indoge manisch saído, que po
exemplo ambém em os o.a. In oduções codi icadas são:
2 En ia non sun mul iplicanda p ae e necessi a em. (Wilhelm on Ockham 12881347), in e und os
wa: „Man soll nich meh Einhei en/En i ä en annehmen, als no wendig sind.“
3 Da on zeugen die Ein üh ungen in das Fach, die in den le z en gu 25 Jah en e schienen sind
que nas á eas cen ais, a que se a a aqui, ão bem como não mos am di e enças:
May ho e 1986 (neu h sgg. in Lindne 2012), Lehmann 1993; Ad ados, Be nabé, Mendoza 1995; 2010;
Tichy 2001; Meie -B ügge 2002; 2003; 2010; Fo son 2004; 2009; Tichy 2006; 2009; Clackson 2007; Bio y,
Adams; 2012; 2017; F i z, Meie -B ügge 2020. Pa a di e sas in oduções u.ä. Inzelsgazen ale o
mesmo; gl. Rix 1992; Weiss 2009; Smoczyński
2016; Weiss 2020 e c.
S aipsniai A icles 193 /
Anme kungen zu einigen mi An- beginnenden li auischen
Gewässe namen und ih en auße bal ischen Ve wand en
Ha ia a phonemclass da la yngale e ela consis ia de oda p obabilidade po de ês
elemen os.
Não hou e nenhuma phonemclass das Tenues aspi a ae, es as su gi am
ul imamen e ou como allophone das Tenues na posição após u idg. *s
espec i amen e de *h2 (‘La yngal 2) e encon am bem odo caso ainda
(secundä ) em Onoma opoe ika e em Exp essi a.
Não hou e nenhum u idg. *þ ‘Tho n como phonem, mas es e é ambém só
Allophon de * . E c. e c.4.
Pa a a aiz é como minimales u u a KVKangenommen, pelo menos pa a
e balwu zeln (e Nominalwu zeln). Pa a p onomina e pa ículas is o não em
que necessa iamen e ale , e é de uma pa e da KVKau gewiesen e iam
Indoge manis en auch e nein , dass diese Wo klassen die Minimals uk u
(assim ce ca implici amen e no in ei o LIPP e explici LIPP
1: 31, 236 . ).
Consequência a pa i dos acima mencionados pon os é u.a., que aízes, que
ap oximadamen e no (sob o Vo k iegss and da Indoge manis ika c iados)
Indoge manischen e ymologischen Wö e buch Poko nys de 1959 como ocalisch
wu den, mi einem anlau enden La yngal angese z we den (soll en)5. Dies ha
anlau end es abelecidas sob ci cuns âncias ele an es e ei os sob e a
econs ução de pala as (e com isso ambém nomes), que a conside a são e
jus amen e a mais abaixo a a a nomes(sippen) is o ai a ec a .
3.2. No p esen e con ex o is o diz espei o jus amen e a no âmbi o da
Onomas ica, zumem ambém aos es udos à ‘al eu opäischen hyd onymie e
pa en es, semp e no amen e gus adamen e assen adas aíze (u )idg. *en/ *on-,
a ‘ ließen o.ä. de e e signi icado. Com base nas acabadas ei as execu ações
a a-se nes a o ma no con ex o da mode na indoge manís ica a uma
‘Un- oo , en ão uma aiz, que ela assim nunca de em e dado em aquele es ágio
linguís ico.
Se não se a a globalmen e schlich a uma Phan omwu zel, mesmo se se ela como na
Indoge manís ica hoje habi ualmen e como u idg. *h1en(H)- an4 Vgl. undamen almen e a isso nes e
se z , soll im Wei e en geklä we den.
zei sch i já Bichlmeie 2012. 5 Disso não é comple amen e abwegig, mos a se bem que não na
onológica, assim ainda assim no ní el oné ico o Neuhochdeu sche. Aqui não há nenhuma ech
ocalisch começando pala as (bzw. lexikalischen Mo pheme): odas phonologically como ocalisch
começando classi icadas pala as, começ phone ically co e com o sog. ‘Knacklau [-]. Que es e é
um conhecimen o impo an e, mos am a pa i de c ianças b incadei as conhecidos minimalpai es
como Blumen o-po des como [bluːˈmɛn hɔp ed] s. Blumen op -e de [ˈbluːmn hɔp ed].
HARALD BICHLMEIER
Ac a Linguis ica 194 Li huanica LXXXIV
qualque caso é a é ago a não conseguiu, es a aiz no appella i ischen ocscha z
con adic ions ei a es a o que ambém já a ci cuns ância apon a, que uma al
aiz no IEW, que o a da p óp ia indoge manís ica no âmbi o da onomas ica ou a
ez gos a ci ado como on e de e e ência, uma al aiz não é
encos amen amen e booked ( gl. IEW 311 ., 3.3. Jus amen e na Onomas ica a as
778).
ên ases de nome mais an igas na Eu opa são em desa ualizado conhecimen o
conduzidas in es igações, en ão in es igações, que não o o.a. consensuale a ual
explicação modelo da Indoge manís ica usa , ainda amplamen e di undido.
Objec i o do p esen e abalho é ambém, os esul ados de als abalhos com
os meios do consensual explicação modelo da mode na indoge manís ica a
a a essa e a ques iona .
4. DIE BALTICH NAMEN AND OAS
PROBLEM
4.1. Nesse con ex o são ago a p imei o a ados nomes de águas bál icas, a com
li ., le . Ananlau en, en ão em u bal *an- (< spä u idg. *an-, *on-) ol a . Em
ques ão êm aqui .a. as ließgewässe namen Anykš à . Anýkš ė ., o Seename
Anýkš is m., aindae s o Wiesenname Ana à . (de Udolph 2020: 350 älschlich als
Gewässe name ge üh ) e o dehyd onymische O sname Anykščia ( gl. LV 1: 88 .,
102, baseado em VanŽagas 1970:
151 ., 1981: 42).
Gäbe es en sp echende Namen beginnend mi li . On-, le . Ān- müss en sie
(se exis en e e não do nome de pessoa li . Onà ‘Anna deduzi ; gl. Vanagas 1981:
234) heo e icamen e em u bal . *ānzu ückgehen, o que ou uma inne bal ische
secundá ia dehns u e a *ansein pode ou a uma ou a aiz u idg.
*h1eh2nzu ückgehen e ia. Uma spä u idg. Dehns u e *ōnhingegen e gäbe le .
on- [uon-], li . uon- (o que em aquece names nem não es á comp o ado; gl.
Vanagas 1981: 353). Pa a o Sla ische é com spä u idg. *an-, *on- > slaw. On-
(chamado é nes e con ex o ce ca do aquässe name uss. Onu )
espec i amen e. spä u idg. *ān, *ōn- > slaw. Anzu con a . 4.2. Tan o pa a a o.a.
bal icos como ambém os sla icos aquesse names não há nenhum ipo Anschluss
no appella i ischen ocscha z daquelas línguas. 4.3. Dado que a é ago a, além
disso, ambém não assen amen e conseguiu é, no appella i ischen ocscha z a
exis ência de uma aiz u idg. *h1en(H)- (em desa ualizado esc ip ó io mesmo *en/
*on) a es a (s. a isso abaixo §§ 4.5., 5.2., 5.3.), é isso, que um me odicamen e limpo
abalha , ambém não admissí el, es as (em sua
S aipsniai / A icles 195
Anme kungen zu einigen mi An- beginnenden li auischen
Gewässe namen und ih en auße bal ischen Ve wand en
o-s u igen o ma *h1on[H]-) pa a as bál icas e sla icas aquece nomes
anzuse zen.
4.4. Pa a o no bál ico e sla ic aquesse name anzuse zende spä u idg. *Chega
como o o m de heu ige isão da Indoge manís ica p incipiell uma o o m
u idg. *h2en(H)- (gg . ambém *h1/h2/h3an(H)-) em ques ão, pa a spä u idg.
*ongib há á ias po enciais p e o mas: u idg. *h1/h2-h3on(H)- ou *h3en(H). De
odas es as po enciais o o mas são apenas duas como e bal oo ns
ealmen e de e á eis, nomeadamen e u idg. *h2en- ‘schöp en (LIV2 266) e u idg.
*h2enH- ‘a men (LIV2 266) a isso se jun a ainda a de ido da semân ica no
p esen e con ex o assim como u idg. *h2enH- ‘a men ausscheidende aiz u idg.
*h2enH- ‘Ahn ( gl. he h. anna- ‘G oßmu e e ahd. ana . ‘id. e c.)6. uss. On-) não
a bi a men e em duas aízes e o na em e assim Ockhams acie messe
4.5. Somi bleib nu u idg. *h2en- ‘schöp en’ üb ig. Will man die Fo men
mi u bal . *an- (> li . An-, le . An-) bzw. u slaw. *an- (> gemeinslaw. *on- >
igno a em , é u idg. *h2endie única segu amen e appella i isch belegado aiz, a
qual pa a as bál icas e sla icas aquece nomes como base em ques ão em e
assim em que se es abelecida. Pa a uma aiz u idg. *h1en(H)- esul a aqui no
bal ico e esla o no domínio onimico no amen e nenhuma p o a: Não há nomes de
águas com bal slaw. En-, que nele e iam de se de ol idos ( gl. LVŽ 2: 484 .7), um
con inue ze appella i o há ainda menos.
É, ob iamen e, um a o, que a aiz u idg. *h2en- ‘schöp en segu amen e
appella i isch só no ana olico encon ado, em o e b he h. ān-i/an- ‘(Wa e )
schöp en8, ao que ambém a de i a i a DUGanešša c. ‘Schöp ge äß pe ence,
daneben al ez in a m. hanem ‘nehme o a/ caminho, b inge o a, e g ei e9 e
al ez em igualmen e e ymologicamen e polêmico g . ντλος m.
‘Kielbodenwasse , Bilgenwasse (caso < *h2n- lo- ‘was wi d geschöp ?)10.
4.6. No á el é, nes e con ex o, a o ma e manei a, como Udolph
(2020: 360) seinen Leh e W. P. Schmid zi ie :
„W. P. Schmid geh genaue au das g iechische Wo ein [gemein is ἄντλος
"Água bilgen"; H. B.] ...e conclui con incen emen e, que há inicialmen e uma de e minada 6
Vgl. EWAhd 1: 215217 (ana2); HEG 1: 147 . ; EDHIL 285. 7 Segundo Imp essum oi Udolph um dos
a aliado es des e bandes.
8 Vgl. HEG 1: 144 ., 148; EDHIL 281 .
9 Vgl. EDAIL 389, 636 . ; i não < u idg. *senh2-. *semh2- ‘schöp en; DÉLG 89, 1272
10 Vgl. GEW 1: 114 (mi äl e e , heu e allgemein abgelehn e E ymologie au Basis on u idg.
(suplemen a iamen e com E ymologia de g . ἀν(α)- + u idg. * elh2- ‘al o le an a ; GED 1: 109
(Vinculação com he h. anun e ocação em Ben enis e 1954: 39).
HARALD BICHLMEIER
196 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV
A de água designou. Ele ai en ão a [sic] os de mim nes a con ibuição já a ados
aquece nomes Inn, Ahne, Anne , Anykščai u.a. um, ... e conclui, dass aqui ealmen e
*enneben *pen- ... a a es a é. Le z lich en häl [sic] one en wede eine Wu zel *1enode
eine Wu zel *2enin de Bedeu ung ‚ ließen, Fluss‘, die auch dem he hi ischen an-
‚schöp en‘ nahes ein kann. Na ci ada local, po ém, cons a Schmids ex o algo di e en e
(Schmid 1988: 311 = 1994: 408), especialmen e a es ição no o iginal ex ingangs
p eg omada é impo an e e oi de Udolph o emen e encu ado e algo eesc i o:
Den o de um âmbi o, pa a qual cel ic nomengagem enha de se ado ado, se não pode á
decidi a ques ão, se *enode *penanzuse zen osse. ... a es a aiz *en- ‘on* não se deixa
liga ambém ντλος ...11 Sem aqui en a nos p oblemas la yngalís icos, que
possi elmen e a uma sepa ação de *1en ou uma aiz *2enin do signi icado ‘ ließen, luss‘,
kel . en- und sons igem an- hinauslau en könn en12, e häl man en wede eine Wu zel
que ambém ao he hi ische an- ‘schöp en‘ pode ap oxima -se, se se consegui a
di e ença de signi icado sob e a acei ação de uma de i ação com ajuda do aiz.
4.7. Mos a-se ambém aqui, que a c í ica a é ejei an e a i ude
Schmids da la yngal heo y em elação a ele o caminho pa a a solução obs uído e
a ul imamen e inco e as p opos as le ou, embo a ele o ealmen e co e o
caminho pudesse apon a . Já ao empo da o igem daquele a igo de Schmid e a na
Indoge manís ica ge almen e econhecido, que heschließlich em eine Wu zel *2en-,
hi . *ḫan- niemals au „eine Wu zel *ǝ1en-“ zu ückgehen konn e, sonde n aus-
en ão u idg. *h2en. Unclea pe manece indesde, o que Schmid com o de Udolph não
mais ci ados úl imo Gliedsa z em signi icado: A impo ância de uma aiz
ände -se já não com a ablau s u e.
4.8. O adicional comen á io Udolphs a es e espei o é igualmen e au schluss eich e mos a sua
un e au hei com a li e a u a indoge manís ica: Die on W. P. Schmid o geschlagene Ve bindung
on he h. anmi g ech. [e g. ντλος] é ambém no LIV: 266 sem conhecimen o des e pos conside ado.
A conhecimen o des e con ibu o oi pa a o LIV2 nes e con ex o schlich i ele an , da Schmid
(1988) aqui en e aos po ele ci ados ob as de 11 Was após os o.a. Ano ações schlich e ado é e
ambém já 1988 mo phonologically ambém na damaligamen e desa ualizado es ado, no qual Schmid
Ben enis e on 1954 und dem HEG 1: 144 . (1977/1983) nich s Neues b ing ,
sonde n nu diese äl e en We ke ab- bzw. wei e sch eib .
abalhou, odo caso po meio de adicionanhames jus i icá el e ia sido.
12 Es e a gumen a i amen e impo an e sa z eil al a no ci a em Udolph.
S aipsniai A icles 197 /
Anme kungen zu einigen mi An- beginnenden li auischen
Gewässe namen und ih en auße bal ischen Ve wand en
5. DAS AUSSERBALTISCHE MATERIAL
O mais ex a-bal ico ma e ial é na mais ecen e publicação ao nome do Flusses
Inn (Udolph 2020). Aqui são apesa de no nome do Inns possi elmen e pa a um a é
o kel ischen, en ão al eu opäischen/ o einzelsp achlich-indoge manischen/
(u )indoge manischen nome ai as o. § 3 acionadas eg as do Indoge manis ik
o a deixadas de con a.
Sein Ziel is es, au indoge manis isch längs übe hol em Ni eau disku ie-
end neue e E kenn nisse zu E ymologie jenes Flussnamens in eine Menge
e mein liche exemplos e pseudoa gumen os a e s icken. No con ex o com o
lussnamen Inn são naquele a igo além dos acima já discu idos
bal ischen/sla ischen gewässe namen seguin es Sippen
e ymologischen/Nes e a ados, dos quais no iou e a e g undi de e se
en ado, se eles ago a zusammengehö en ou não.
a) o nome Inn mesmo, b) mi eli ische Appella i a como en ‘Wasse , enach
‘Sump , enb i he ‘B ühe d) alguns nomes aquá icos alemães.
und englas ‘wäss ige Milch’,
c) de Name de Enns, mi . an ‘Fluss’ e c.
Pa a os pon os em de alhe:
5.1. O nome Inn mesmo
Em Wiesinge , G eule (2019: 104) são seguin es e idencias an igas bidadas: Aeni
luminis [Taci us], το Αῦνου ποταμοῦ [P olemaios], νος [A ian]. Es es pe mi em a
econs ução de um amo o öm. *Eno-. De aco do com a opinião da
p eponde an e maio ia dos pesquisado es, es e é ou um nome cél ico ou um
nome cel izado.
In Wiesinge , G eule (2019: 122) explica Wiesinge (zu Innbach, olks ümlich
die Inn):
O nome do Inn ai como o nome do g ande Inn, ..., à mesma aiz o mação com *enin
idg. *pen- ‚Schlamm, Sump , Wasse ‘ zu ück (siehe do ). Hie is alle dings e s kel .
mi eli . en ‚Wasse ‘, enach ‚Sump ‘ e englas ‚wäss ige Milch‘ (IEW, S. 807) em an o
que a de i a i a ona [sic] como *Enonā pa a o
Cel ische ca ac e is icamen e é.
Simul aneamen e lê-se no mesmo li o de Wiesinge (Wiesinge , G eule
2019: 47):
HARALD BICHLMEIER
198 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV
Zwa há há mi eli . en ‘Wa e ‘, po ém é sua o igem ques ioná el, e naheliegende ,
idg- sp . Fo mação com idg. *pen- ‘Schlamm, Sump , Wasse ‘ e p-Ve lus em
Kel ização ado a .
Como mais aba gado apa ece a de G eule in Wiesinge , G eule (2019: 104)
dada explicação:
A ou a e imologia é ince a. Da mi eli . en ‚Wasse ‘ deonimicamen e do nome do Inns
sob e o Inselkel ische pode e sido ans e ido, apa ece esse apella i o (mi eli . en)
como E ymon des GewN ques ioná el, ...13 Es a explicação encon a-se ambém já em DGNB
243: O que sabe um mideal e á io I e do Inn, que em aquele empo uma iagem de á ias
semanas es a a dis an e? Como é que do nome des e ibei o um apella i o su giu? (2015:
341) esc e e ap oximadamen e < cel isch *Enjos, mi ella einisch Enus; Ähnliches leu-se
Daneben schein es auch eine S amm o m *en-io- gegeben zu haben: G eule
ambém em An ei e , Chapman, Rampl (2009: 16): *Enios, d. i. kel isie es *Penios idg. ← *pen-
‘len amen e luindo água‘. Dis o é po exemplo em G eule (2010: 21) e DGNB 243 ainda a
baseada nos abalhos Poko nys (19481949 e 1950/51) , al ez o iginal dis inção mencionada,
que a o ma Enos o iginalmen e pa a o Un e lau , *Enios pa a o Obe lau do io (nos Alpes)
goldeu. A ques ão da o ma eal do amo, ou seja, se hou e dois lado a lado, não é aqui a
escla ece 14.
und *En-i- eine omanische E wei e ung des S ammes *Eno- is “.
Em ambos os casos em como subjacen e aiz ou o kel . *pen- < u idg. *pen- ‘Schlamm, Sump , gg .
ambém ‘len amen e luindo água15 13 Em li e a u a mais an iga é Análogo a uma c iação deonimica de
e e ências de águas- e en es às ezes ambém a le em elação ao Elba: Es a é pelo menos um
ealmen e isí el e longo io (Ähnliches se ia pa a o Rhein e o Donau aplica ), mas mesmo nesses casos
Ve . conside a ais alegações pa a a é ago a não p o adas ( gl. a Elba e sua e imologia
ap oximadamen e Bichlmeie 2012a; Bichlmeie , Blažekün 2015; G ung abe , 2014: 43 […] com li e a u a
adicional cada).
14 Zum Inn gl. ambém seguin es abalhos: Às p o as pa a o lussnamen ce ca ANB 553555 (Inn),
556 . (Inn al), An ei e 1996: 62 e Bo che s 2006: 2628, à his ó ia do Inn als Hei meie 2005, aindae s à
E ymologia An ei e , Haslinge , Jenewein 1995: 23; G zęga 2001: 169; An ei e 2005: 36 . (ibenso já
An ei e 1996: 6264); An ei e 2008: 148; Delama e 2012: 149; EDPC 127; DTNG 1: 328; explici pa a
me odischen da e mi lng da lngachs u e, na qual o nome do inns gep äg oi e pa a os quan o da
e ymologia ape adas dú illas gl. An ei e 1997: 18 ., 127 . Assim, é com e e ência à
F agwü digkei de Kel izi ä o nome do Inns em An ei e 2016 inalmen e nem mais a ado ( gl.
An ei e
2016: 7).
15 So ap oximadamen e An ei e , Chapman, Rampl 2009: 16: *Enios, d. i. kel isie es *Penios ←
‘len amen e luindo água‘.
S aipsniai A icles 205 /
Anme kungen zu einigen mi An- beginnenden li auischen
Gewässe namen und ih en auße bal ischen Ve wand en
idg. *peneine ambém ainda ainda mo phologicamen e a undamen a aizges al se ia, que no
o al não allzuhäu ig a a es a é. De udo isso segue: Todos nos P eceden es acionados
nomes de águas ge mânicos azem o en oque de uma aiz *h1en(H)- não necessá io, p o am
en ão pa a K ahes espec i amen e. Udolphs *en-/ *on- nada.
5.4.2. Unicamen e p o ingen e pode iam se águesse names, o que
comp o adamen e com u -/wes ge m. *enanlau en. Udolph le a ago a ambém
alguns águesse names a, a com d . Enode I(h)nbeginnen. Es as de em aqui
indi idualmen e se a a essadas:
5.4.2.1. (2020 Udolph: 351 .) le a aqui os seguin es nomes a: Zunächs Obe -Ense,
Un e -Ense, Niede -Ense, Ensen, um o snamen Annezin (am Pas-de-Calais).
Es as são de Udolph mesmo e gg . ambém DGNB em *Anisa/ōzu ückge üh
p o am en ão no amen e nada pa a u idg. *h1en(H)-, da já nenhum ge m.
*en o lieg .
5.4.2.2. Ennes , Welschenennes , Ens e são explici amen e de ol idas a uma
o-es u ige o ma e a gemina e é po consonan engemina ion po *i explicado. É,
en ão, implici amen e uma o o m u ge m. *an-ia-s ao.ä. es abelecido. A o ma
o nece en ão ambém nenhum u ge m.
*en- < u idg. *h1en(H)-.
5.4.2.3. Ennepe (Flussname: 1235 Ennepe, 1325 Enepe; O sname: 1285 de Enepene, 1398
Enepe) é quan o à e imologia não ce o gélä , já ambém não é ce o, se a
Gemina e é elho ou não. Udolph se exp essa a isso não, pa ece mas com uma
e imologia *en-apazu con a em (sem es a o ma explici amen e ano a ), enquan o
DGNB 128 inicialmen e es i i amen e um con ex o com gall. anam e wäg , mas
ul imamen e an es de *Anipa < *aniaapa como apa-name com (m.) *ania- (Kollek i um
‚güns ige Lage‘?) pa e. G eule esc e e qualque caso, que a Gemina e não seja
elha, en ão não com *enna- < *aniage echne se em pudne. O signi icado de
implici i em *en-apawä e en ão bem ‘Fluss-Fluss, ‘Fluss-Wasse . A e imologia
apa ece udo ou o do que conseguidos, a inal de con as pode ia aqui ago a al ez
um p imei o a es ado pa a e e es ge m. *en o liegen.
No en an o, encon a o io na ge manisch-kel ischen ansi ionszone ( eja
mapa), po an o, uma e imologia cél ica não pode se comple amen e excluída.
E quando com Udolph, HELSON (1: 7 .) ci ando, Ani (s.o.) em *An-apabe uh , o que
cel ico se di ia, pode ia is o ul imamen e ambém pa a En(n) epe <
*En-apagel en (a qual Udolph ambém jun o ano a), zumal sim no Cel ico com
mim. en, enach e c. ambém u kel . *(φ)ensegu amen e es emunhado é.
5.4.2.4. Mos a-se que, consequen emen e, a uni ocidade na desejada
Weise po ém não pôde se alcançado.
HARALD BICHLMEIER
206 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV
Fig 1, Ka e aus Schumache (2007: 169)
5.4.3. Po im, ainda é uma sé ie de Gewässe bzw. O snamen a a a , que
ou ambém d . E(h)nzeigen ou mas com Ihnode Einbeginnen e de Udolph
(2020: 352 .) como a gumen os a se ci ados.
5.4.3.1. Pa a o o sname Ehnen (Luxembu g), o o sname Ihn
(Saa land) jun amen e ao pe encen e Ihne Bach é uma decla ação de kel .
*Enio/ā adi ionell ado ado e essa possibilidade ambém de Udolph (2020: 352 .)
não con adez. Dado, po an o, uma e imologia cél ica pa alela à do do
lussnamens Inn pa ece ap esen a -se, desculpam esses nomes pa a a
abo dagem de uma aiz u idg. *h1en(H)-.
5.4.3.2. Pa a o o sname wes älischen Ihne, o de oponymischen
Aguesse names Ihne-Bach em Wes alen, e bem ambém a Uma (→ Wippe
S aipsniai A icles 207 /
Anme kungen zu einigen mi An- beginnenden li auischen
Gewässe namen und ih en auße bal ischen Ve wand en
Saale) mos am os mais an igos a es ados no p imei o caso 1461 Eene, 16. → Jh.
Ehene, no úl imo 1321 Ena, Ene (Udolph dá a dois ex os dois di e en es o mas do
mesmo belegs). Pa a o nome wes älischen é o igem cél ica segu o exclui , pa a o
Wippe -Zu luss Eine é ela pouco p o á el, após a o.a. Ca e se ia-se aqui mas
p o a elmen e ainda na äu e me and do e i ó io de ansição. A de Udolph
abnegada, mas de qualque jei o apenas es i i amen e geäuße e he i ação em
DGNB (117, 238) de ahd. *Aginaha > *Eina (Eine) > *Ēne (Eene, Ehene) > Ihne (Eine se ia
en ão me amen e em uma an e io e apa de desen ol imen o o nou-se i me do
que no caso de Ihne) se ia lau amen e bem umbad ee, mas a acei ação de um
apelido ahd. *Ago, Gen. *Agin im
Vo de memb o pe manece di ícil.
Udolph ci a aqui como Gewäh s au Schmid (1970: 54), que em (a pa i heu ige
isão) já quase ci kulä e A gumen a ion segundo Udolph esc e e: Will one he GewN
Inn < *Enios e Ihne, Eine < *Ena(na) zusammengehö ig be ach en, so bleib , da kel .
N.-Gebung en ão ausscheida, só a acei ação de uma Wz. 5.4.3.3. Depois do o.G. é,
idg. *en- (*on-) mi nich nähe bes imm e (Wasse -)Bedeu ung, die appella i isch
noch in den kel . Appella i en g ei ba is .“
ob iamen e, cla o, que se a a ambém aqui de uma pe e ida a aliação, já que
jus amen e kel . en, enach e c. jus amen e não p o ingando pa a u idg. *h1en(H)-
são. E se um ago a di e en es E yma jun os unidos ou não, em nada com a on ade
de um pesquis endo (ou seu/sais c ença) a aze , mas com, se as cien í icas
Maßs äbe dies zulassen ode nich .
Impo an e a nomea se iam aqui ou os casos com ge m. *e em p imei o abe o
silbe, que ap oximadamen e a em o o.g. Aguasse name es abelec e desen ol imen o sonico
in den jeweiligen Regionen, in den die Flüsse liegen, un e maue n wü den.
5.4.3.4. Nesse con ex o seja ainda e e ido aos nomes de duas
ließgewässe , a Udolph em sua discussão não menciona: a) Ehe (auch
Ehebach; → Aisch → Regni z → Main), 1073 Eha, 1479, 1481 Ee (DGNB 114); b)
Ehn (im Elsass, → Ill → Rhein), 1284 enahe (pa a ehena?), 13741401 em a Ahen,
O sname Niede ehnheim (11. Jh. Ahenheim, 1050 Ehenheim), Obe ehnheim
(788 in Ehinhaim) (DGNB 115).
Fü e s e es pode uma o om u ge m. *aχuiōe wogen se (DGNB: gm.
*Ahwjō .), pa a o úl imo calcula DGNB com uma G und o m (ahd.) *Ehina além
*Ahana (?) < gm. *Ahwinō . ao lado *Ahwanō, n-Ade imen o de gm. *ahwō
‚Wasse lau ‘. E pode-se comple amen e exclui , que um al (ahd.) *Ehina ao
o.a. *Ena sub asa encon a?
5.4.4. Nesse con ex o seja ainda b e emen e sob e o comen á io Udolphs
(2020: 362) ingegado, one ob igasse já o ma e ial sabe , quando
HARALD BICHLMEIER
208 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV se quise em aze decla ações à e imologia
de nomes: Após os exeguições acima de e ia e o nado cla o, que se compo a algo
di e en e: É embo a boni o, quando se pode ap esen a 100 p o as em ez de 10, mas
se essas p o as não in oduzem no os elemen os na discussão, que no inal ambém
podem al e a o esul ado da discussão, ap esen a-se a pe gun a: Pa a quê?
Impo an e, do que 90 adicionais, mas pa a a discussão supé luas p o as a ci a , é
ainda bem, a necessá ia me odica pa a análise do ma e ial
zu behe schen.
Também não az nada, imensos de ci ações de hoje an iquada li e a u a (K ahe, W.
P. Schmid e c.) pa a aze , que a p óp ia a gumen ação pa ecem a sus en a ,
quando seus con eúdos e undamen os há mui o em pa e desde décadas são
ul apassados. Isso em en ão só mais álido wissenscha sgeschich lichen, az
mas da pesquisa nenhum p og esso.
5.5. In e media esul ado
To almen e é p eciso um após a e isão dos como a gumen os ap esen ados nomes
i ao esul ado, que se o núme o dos (indes ambém apenas meio caminho) segu os
belege pa a ge m. *en- < u idg. *en-(/*on-) espec i amen e. *h1en(H)ses u idg. *en-/
au maximal zwei zu belau en schein .
Angesich s diese Beleglage und noch meh au g und de Ta sache, dass die-
*on- ou seja *h1en(H)- nighu es umaindeui ig no appella i ischen Wo scha z oco e
(como di o, não mesmo Poko ny buch e ele em seu IEW), apa ece isso schlich weg
inap op iado, con inua com uma al aiz a agi .
6.CONCLUSÃO
6.1. Man s eh o dem P oblem, dass man en wede die bal ischen und sla-
wischen Gewässe namen au G undlage eine sons in Eu opa o enba nich
es emunhados e bal oo de e explica , a qual mas seman icamen e a inal algo
com água/Fluissidade a aze em, ou que se ela explica sob e a base de uma
appella i ically nighwhe e segu amen e es emunhados aiz, ao que se
consequen emen e não pode nem mesmo uma impo ância a ibui .
6.2. A u ilização de Ockhams acie messe ob iga no a ual
Es a u o de dados a seguindo conclusão:
S aipsniai A icles 209 /
Anme kungen zu einigen mi An- beginnenden li auischen
Gewässe namen und ih en auße bal ischen Ve wand en
Segu amen e appella i icamen e es emunhado é uma aiz *pen-; igualmen e
segu o appella i isch es emunhado é uma aiz *h2en- não segu o appella i isch
es emunhado é indes uma aiz *h1en(H).
6.3. Is o esul a dos seguin es pon os:
6.3.1. O nome do Flusses Inn pode se em *penzu ückge üh , assim me.
en, enach e c.
6.3.2. Os nomes dos ios Enns e Ense < (*)Anisa, (*)Anisus podem
ebenso wie mi . an, gall. anam au *pn- ode *h2en- zu ückge üh we den.
6.3.3. Die bal ischen Gewässe namen, die mi An- und die slawischen
Os nomes de águas, que com Onbeginnen, podem säm lich aus u bal u slaw.
*an- < u idg. *h2ene klä se em.
6.3.4. P ác icamen e odos discu idos ge mânicos/deu sches aquesse names com
a (no a bene possí eis, não comp o ados!) exceção de dois nomese yma (um dos
dois pode ia ambém se cél ico, o ou o pode ia se di e en e a e ymologiza do
que a é ago a habi ual) podem de u ge m. *an- (< u idg. *h2enode *h2on-)
espec i amen e u ge m. *un- (< u idg. *h2n-) espec i amen e. u ge m. *ōn- (<
u idg. *h2ōn-) se em decla ados, ou i em u ge m. *aunzu ück e pe manece de
qualque manei a e n.
6.3.5. Consequen emen e, não há nenhuma azão, alguma aiz *h1en(H)- (em
desa ualizado no a ionsweise: *en-/*on-) anze a : No a ual conhecimen o
bzw. au de G undlage de ak uell bekann en Ma e ialbasis lieg die
p obabilidade da exis ência de uma al aiz em Nulo. 6.4. Man ai consequen emen e
con inua a i ma pe mi ido (ia dize êm), que enquan o não undamen almen e
no o ma e ial su ja, que o en oque de uma aiz u idg. *h1en(H)- com qualque
ambém pa a as denominações de ließgewässe n augen es semân ica p o a é
se em u idg. *en-/ *on- schlich um uma
Phan omwu zel handel .
Com exceção de dois não mui o inequi ocamen e gélla os casos de nomes de
águas alemães podem-se odos de Udolph 2020 acionados nomes de águas
pa indo das ambém no malmen e appella i isch es emunhadas aízes
*h2enund *penwide sp uchs ei explica :
Te ia adix non da u .
6.5. Um pode ambém aqui a gumen a , que sim ainda linguagem ma e ial possa
su gi , o que ao en oque de uma aiz *h1en(H)- o ça . P o a elmen e é isso
não.
Conclusi amen e, um se á bem depois de odos os pon os apon ados acima
dize , que o de Udolph (2020: 362) no inal de seu con ibu o inc iminada ci ação
de Bichlmeie (2012a: 376) em ligei amen e eng andecida o ma de e con inua
a se conside ado como aplicá el, sim de e:
HARALD BICHLMEIER
210 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV
Todos pa a es a aiz [gemein é u idg. *h1en(H)-, e ido *en-/*on-; H. B.] em ecu so
omadas nomes de águas ou Appella i a o iginam an o línguas cel as ou são pelo menos
cel ische Ve mi lung e däch ig ou são a uma aiz u idg. *h2enzu coloca .
Impo minen e oi ago a pelo menos em es e pon o um p og esso no úl imo
Década alcançado.
7. AUSBLICK
Fica com o que em ou o con ex o já oi cons a ado (Bichlmeie 2018a: 230), que
nomeadamen e se com Indoge manís ica em de amilia iza , quem se ocupa com
‘al eu opäischen‘ ou ge almen e a chaischen (indo)ge manischen gewässe namen.
Fal a em ais conhecimen os (em a ual es ado), pode nenhum o denado ou mesmo
ele an e esul ado sai .
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