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Anmerkungen zu einigen mit „An-“ beginnenden litauischen Gewässernamen und ihren außerbaltischen Verwandten

Harald Bichlmeier

Abstract

    Die litauischen Gewässernamen des Typs Anatà, Anýkštė etc. werden traditionell auf eine Wurzel idg. „*en/*on“ zurückgeführt (in moderner Notation uridg. *h1en(H)-), der oft eine Bedeutung ‘fließen, Fluss’ zugeschrieben wird. Diese Wurzel bucht nicht einmal Pokornys Indogermanisches etymologischen Wörterbuch (1959). Auch seither ist es nicht gelungen, diese Wurzel im appellativischen Wortschatz irgendeiner indogermanischen Sprache zweifelsfrei nachzuweisen. Zudem liegen bislang keine eindeutigen Belege für Fortsetzer dieser Wurzel im onymischen Wortschatz vor: Alle als Argumente angeführten Namen können entweder, weil sie aus keltischen Sprachen stammen, auf eine Wurzel uridg. *pen-/*pon- ‘Sumpf, (stehendes) Wasser’ zurückgehen, oder auf der Grundlage von uridg. *h2en- ‘(Wasser) schöpfen’ erklärt werden. Das methodische Werkzeug ‘Ockhams Rasiermesser’ gebietet es, nicht mehr als diese beiden Wurzeln anzusetzen, solange nicht eindeutige appellativische Belege für eine Wurzel uridg. *h1en(H)- vorliegen, die es überhaupt erst erlauben würden, der Wurzel eine Bedeutung zuzuschreiben.

Full text

190 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV HARALD BICHLMEIER Sächsische Akademie de Wissenscha en zu Leipzig Ma in-Lu he -Uni e si ä Halle-Wi enbe g Fields o esea ch: onomas ics ( oponymy), his o ical phonology o he Ge manic languages, Indo-Eu opean linguis ics, Aljamiado- ex s. DOI: doi.o g/10.35321/all84-09 NOTAMENTOS AU EINIGEN MIT AN- BEGINNDEN LITUASCHEN GEVÄSSERNAMEN AND IEN AUSSERBALTICHEN RELUXTEN Pas abos dėl kelių su Anp asidedančių lie u ių anden a džių i jų nebal iškos kilmės giminaičių ANNOTATION As águesse names li auicas do ipo Ana à, Anýkš ė e c. são adicionalmen e em uma aiz idg. *en/*on e o nado (em no a ion mode ne u idg. *h1en(H)-), que mui as ezes uma impo ância ‘ ließen, Fluss é a ibuída. Es a aiz bucha não mesmo Poko nys Indoge manisches e ymologischen Wö e buch (1959). Também desde en ão não é conseguido, es a aiz no appella i isch ocaz de qualque língua indoge manische dui els ei a es a . Zudem es ão a é ago a nenhuma p o as inequí ocas pa a p osse o es des a aiz no onymischen ocscha z à disposição: Todos como a gumen os apon ados nomes podem ou, po que eles p o êm de línguas cel as, em uma aiz u idg. *pen-/*pon- ‘Sump , (es endendo) água ol a em, ou na base de u idg. *h2en- ‘(Wa e ) schöp en se em explicados. O ins umen o me odico ‘Ockhams asie messe o dena-o, não mais do que es as duas aízes a aplica , enquan o não inequí ocas p o as appella i ische pa a uma aiz u idg. *h1en(H)- exis am, que o pe mi i iam mesmo p imei o, o aiz uma impo ância a ibui . S aipsniai A icles 191 / Anme kungen zu einigen mi An- beginnenden li auischen Gewässe namen und ih en auße bal ischen Ve wand en SCÜSSELWÖRTER: li auische Hyd onyme, kel ische Hyd onyme, ge manische Hyd onyme, Indoge manische Phonologie, indoge manis ische Me hodologie, Ockhams Rasie messe . ANNOTATION The Li huanian hyd onyms o he ype Ana à, Anýkš ė e c. ha e adi ionally been has explained on he basis o a oo PIE “*en/*on” (in mode n w i ing PIE *h1en(H)-), which s anda dly been gi en he meaning ‘ low, i e el sim. This oo canno e en be ound in Poko nys Indoge manisches e ymologisches Wö e buch [Indo-Eu opean E ymological in he Dic iona y] (1959). No e en since hen ha e esea che s succeded in documen ing ha oo appella i e lexicon o any o he Indo-Eu opean languages wi hou doub . Mo eo e , he e a en e en any su e con inua ions o ha oo in he onymic lexicons o hose languages. All names pu o wa d as a gumen s can ei he be explained based on a oo PIE *pen-/*pon- ‘swamp, (s anding) wa e (because hey a e Cel ic) o om a oo PIE *h2en- ‘haul (wa e ). The applica ion o he me hodological means called ‘Occams azo lea es us no o he possibili y bu o explain all ega ding names om hese wo oo s as long as no p oo o an appella i e use o a oo PIE *h1en(H)- can be o e ed, which mo eo e migh inally gi e us a hin , wha ha oo migh ha e mean . KEYWORDS: Li huanian hyd onyms, Cel ic hyd onyms, Ge manic hyd onyms, Indo-Eu opean Phonology, me hodology in Indo-Eu opean linguis ics, Occams azo . 1. ENTROITENDES1 Obje o das subsequen es execu ações são, po um lado, as e imologias de alguns nomes de águas li auicos como Ana à, Anýkš ė ou os que a um undamen o e guimen os pa a a Gewässe namen ück üh ba e O sname Anykščia. Daneben sollen abe auch his o icamen e-compa ando linguís ica e ais pa a o ge al cien í ico me odic (bzw. Me hodology) oco em. Anulação pa a isso são os e ei os da aplicação ou da não- an i icação de ambos em elação à e ymologização dos mencionados nomes de águas bem como da e ambém do nome do Flusso Inn (na Suíça, Áus ia e Alemanha). 1 Eu ag adeço aos dois anônimos e iso es do pos co dialmen e po di e sas indicações, incluindo ambém pa a ais em de mim a é ago a negligenciada li e a u a. HARALD BICHLMEIER 192 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV Além é álido, semp e ‘Ockhams asie messe 2 à mão e : Esquece-se o inse i e, se p ecisa ambém a usá-lo , o na-se do ( uzel) sil es uchess e com isso o wilkü não mais senho . 2. WISSENSCHAFTSGESHICHLHES A Indoge manís ica é uma em ago a bem 200 anos gexida ciência. O que isso é e como isso ai, sob e isso se em o mado den o do assun o um bas an e amplo consenso3. Es e amplo consenso diz espei o a odas as á eas da a econs ui -se base linguís ica, que ge almen e como U indoge manish wi d. Die Diskussion inne halb de Indoge manis ik läu au de Basis dessen, was au de G undlage dieses b ei en Konsenses als gesiche angesehen und designado é bas an e ge almen e econhecido. Pa a especialis as den o do assun o, as pa cialmen e nãoconsensuais pa es do sis ema possam se ins imulo, aqui p ossegui e encon a soluções pa a unsol idos p oblemas, pa a a maio ia dos indoge manis as é p o a elmen e o obje i o, em base desse amplo consenso em sua especialidade, p ossegui , explica Unexplained. coisas em Diese Konsens übe dieses E klä ungsmodell (zu den wich igs en Punk en siehe gleich) ha sich .a. deshalb he ausgebilde , weil dieses Modell meh posição de explica é do que os ou os a é ago a ap esen ados modelos. 3. METHODISCHES 3.1. No io e en e, é na a gumen a ion de seguin es na a Indoge manís ica amplamen e consensuales ca ac e is ika do U indoge manisch saído, que po exemplo ambém em os o.a. In oduções codi icadas são: 2 En ia non sun mul iplicanda p ae e necessi a em. (Wilhelm on Ockham 12881347), in e und os wa: „Man soll nich meh Einhei en/En i ä en annehmen, als no wendig sind.“ 3 Da on zeugen die Ein üh ungen in das Fach, die in den le z en gu 25 Jah en e schienen sind que nas á eas cen ais, a que se a a aqui, ão bem como não mos am di e enças: May ho e 1986 (neu h sgg. in Lindne 2012), Lehmann 1993; Ad ados, Be nabé, Mendoza 1995; 2010; Tichy 2001; Meie -B ügge 2002; 2003; 2010; Fo son 2004; 2009; Tichy 2006; 2009; Clackson 2007; Bio y, Adams; 2012; 2017; F i z, Meie -B ügge 2020. Pa a di e sas in oduções u.ä. Inzelsgazen ale o mesmo; gl. Rix 1992; Weiss 2009; Smoczyński 2016; Weiss 2020 e c. S aipsniai A icles 193 / Anme kungen zu einigen mi An- beginnenden li auischen Gewässe namen und ih en auße bal ischen Ve wand en Ha ia a phonemclass da la yngale e ela consis ia de oda p obabilidade po de ês elemen os. Não hou e nenhuma phonemclass das Tenues aspi a ae, es as su gi am ul imamen e ou como allophone das Tenues na posição após u idg. *s espec i amen e de *h2 (‘La yngal 2) e encon am bem odo caso ainda (secundä ) em Onoma opoe ika e em Exp essi a. Não hou e nenhum u idg. *þ ‘Tho n como phonem, mas es e é ambém só Allophon de * . E c. e c.4. Pa a a aiz é como minimales u u a KVKangenommen, pelo menos pa a e balwu zeln (e Nominalwu zeln). Pa a p onomina e pa ículas is o não em que necessa iamen e ale , e é de uma pa e da KVKau gewiesen e iam Indoge manis en auch e nein , dass diese Wo klassen die Minimals uk u (assim ce ca implici amen e no in ei o LIPP e explici LIPP 1: 31, 236 . ). Consequência a pa i dos acima mencionados pon os é u.a., que aízes, que ap oximadamen e no (sob o Vo k iegss and da Indoge manis ika c iados) Indoge manischen e ymologischen Wö e buch Poko nys de 1959 como ocalisch wu den, mi einem anlau enden La yngal angese z we den (soll en)5. Dies ha anlau end es abelecidas sob ci cuns âncias ele an es e ei os sob e a econs ução de pala as (e com isso ambém nomes), que a conside a são e jus amen e a mais abaixo a a a nomes(sippen) is o ai a ec a . 3.2. No p esen e con ex o is o diz espei o jus amen e a no âmbi o da Onomas ica, zumem ambém aos es udos à ‘al eu opäischen hyd onymie e pa en es, semp e no amen e gus adamen e assen adas aíze (u )idg. *en/ *on-, a ‘ ließen o.ä. de e e signi icado. Com base nas acabadas ei as execu ações a a-se nes a o ma no con ex o da mode na indoge manís ica a uma ‘Un- oo , en ão uma aiz, que ela assim nunca de em e dado em aquele es ágio linguís ico. Se não se a a globalmen e schlich a uma Phan omwu zel, mesmo se se ela como na Indoge manís ica hoje habi ualmen e como u idg. *h1en(H)- an4 Vgl. undamen almen e a isso nes e se z , soll im Wei e en geklä we den. zei sch i já Bichlmeie 2012. 5 Disso não é comple amen e abwegig, mos a se bem que não na onológica, assim ainda assim no ní el oné ico o Neuhochdeu sche. Aqui não há nenhuma ech ocalisch começando pala as (bzw. lexikalischen Mo pheme): odas phonologically como ocalisch começando classi icadas pala as, começ phone ically co e com o sog. ‘Knacklau [-]. Que es e é um conhecimen o impo an e, mos am a pa i de c ianças b incadei as conhecidos minimalpai es como Blumen o-po des como [bluːˈmɛn hɔp ed] s. Blumen op -e de [ˈbluːmn hɔp ed]. HARALD BICHLMEIER Ac a Linguis ica 194 Li huanica LXXXIV qualque caso é a é ago a não conseguiu, es a aiz no appella i ischen ocscha z con adic ions ei a es a o que ambém já a ci cuns ância apon a, que uma al aiz no IEW, que o a da p óp ia indoge manís ica no âmbi o da onomas ica ou a ez gos a ci ado como on e de e e ência, uma al aiz não é encos amen amen e booked ( gl. IEW 311 ., 3.3. Jus amen e na Onomas ica a as 778). ên ases de nome mais an igas na Eu opa são em desa ualizado conhecimen o conduzidas in es igações, en ão in es igações, que não o o.a. consensuale a ual explicação modelo da Indoge manís ica usa , ainda amplamen e di undido. Objec i o do p esen e abalho é ambém, os esul ados de als abalhos com os meios do consensual explicação modelo da mode na indoge manís ica a a a essa e a ques iona . 4. DIE BALTICH NAMEN AND OAS PROBLEM 4.1. Nesse con ex o são ago a p imei o a ados nomes de águas bál icas, a com li ., le . Ananlau en, en ão em u bal *an- (< spä u idg. *an-, *on-) ol a . Em ques ão êm aqui .a. as ließgewässe namen Anykš à . Anýkš ė ., o Seename Anýkš is m., aindae s o Wiesenname Ana à . (de Udolph 2020: 350 älschlich als Gewässe name ge üh ) e o dehyd onymische O sname Anykščia ( gl. LV 1: 88 ., 102, baseado em VanŽagas 1970: 151 ., 1981: 42). Gäbe es en sp echende Namen beginnend mi li . On-, le . Ān- müss en sie (se exis en e e não do nome de pessoa li . Onà ‘Anna deduzi ; gl. Vanagas 1981: 234) heo e icamen e em u bal . *ānzu ückgehen, o que ou uma inne bal ische secundá ia dehns u e a *ansein pode ou a uma ou a aiz u idg. *h1eh2nzu ückgehen e ia. Uma spä u idg. Dehns u e *ōnhingegen e gäbe le . on- [uon-], li . uon- (o que em aquece names nem não es á comp o ado; gl. Vanagas 1981: 353). Pa a o Sla ische é com spä u idg. *an-, *on- > slaw. On- (chamado é nes e con ex o ce ca do aquässe name uss. Onu ) espec i amen e. spä u idg. *ān, *ōn- > slaw. Anzu con a . 4.2. Tan o pa a a o.a. bal icos como ambém os sla icos aquesse names não há nenhum ipo Anschluss no appella i ischen ocscha z daquelas línguas. 4.3. Dado que a é ago a, além disso, ambém não assen amen e conseguiu é, no appella i ischen ocscha z a exis ência de uma aiz u idg. *h1en(H)- (em desa ualizado esc ip ó io mesmo *en/ *on) a es a (s. a isso abaixo §§ 4.5., 5.2., 5.3.), é isso, que um me odicamen e limpo abalha , ambém não admissí el, es as (em sua S aipsniai / A icles 195 Anme kungen zu einigen mi An- beginnenden li auischen Gewässe namen und ih en auße bal ischen Ve wand en o-s u igen o ma *h1on[H]-) pa a as bál icas e sla icas aquece nomes anzuse zen. 4.4. Pa a o no bál ico e sla ic aquesse name anzuse zende spä u idg. *Chega como o o m de heu ige isão da Indoge manís ica p incipiell uma o o m u idg. *h2en(H)- (gg . ambém *h1/h2/h3an(H)-) em ques ão, pa a spä u idg. *ongib há á ias po enciais p e o mas: u idg. *h1/h2-h3on(H)- ou *h3en(H). De odas es as po enciais o o mas são apenas duas como e bal oo ns ealmen e de e á eis, nomeadamen e u idg. *h2en- ‘schöp en (LIV2 266) e u idg. *h2enH- ‘a men (LIV2 266) a isso se jun a ainda a de ido da semân ica no p esen e con ex o assim como u idg. *h2enH- ‘a men ausscheidende aiz u idg. *h2enH- ‘Ahn ( gl. he h. anna- ‘G oßmu e e ahd. ana . ‘id. e c.)6. uss. On-) não a bi a men e em duas aízes e o na em e assim Ockhams acie messe 4.5. Somi bleib nu u idg. *h2en- ‘schöp en’ üb ig. Will man die Fo men mi u bal . *an- (> li . An-, le . An-) bzw. u slaw. *an- (> gemeinslaw. *on- > igno a em , é u idg. *h2endie única segu amen e appella i isch belegado aiz, a qual pa a as bál icas e sla icas aquece nomes como base em ques ão em e assim em que se es abelecida. Pa a uma aiz u idg. *h1en(H)- esul a aqui no bal ico e esla o no domínio onimico no amen e nenhuma p o a: Não há nomes de águas com bal slaw. En-, que nele e iam de se de ol idos ( gl. LVŽ 2: 484 .7), um con inue ze appella i o há ainda menos. É, ob iamen e, um a o, que a aiz u idg. *h2en- ‘schöp en segu amen e appella i isch só no ana olico encon ado, em o e b he h. ān-i/an- ‘(Wa e ) schöp en8, ao que ambém a de i a i a DUGanešša c. ‘Schöp ge äß pe ence, daneben al ez in a m. hanem ‘nehme o a/ caminho, b inge o a, e g ei e9 e al ez em igualmen e e ymologicamen e polêmico g . ντλος m. ‘Kielbodenwasse , Bilgenwasse (caso < *h2n- lo- ‘was wi d geschöp ?)10. 4.6. No á el é, nes e con ex o, a o ma e manei a, como Udolph (2020: 360) seinen Leh e W. P. Schmid zi ie : „W. P. Schmid geh genaue au das g iechische Wo ein [gemein is ἄντλος "Água bilgen"; H. B.] ...e conclui con incen emen e, que há inicialmen e uma de e minada 6 Vgl. EWAhd 1: 215217 (ana2); HEG 1: 147 . ; EDHIL 285. 7 Segundo Imp essum oi Udolph um dos a aliado es des e bandes. 8 Vgl. HEG 1: 144 ., 148; EDHIL 281 . 9 Vgl. EDAIL 389, 636 . ; i não < u idg. *senh2-. *semh2- ‘schöp en; DÉLG 89, 1272 10 Vgl. GEW 1: 114 (mi äl e e , heu e allgemein abgelehn e E ymologie au Basis on u idg. (suplemen a iamen e com E ymologia de g . ἀν(α)- + u idg. * elh2- ‘al o le an a ; GED 1: 109 (Vinculação com he h. anun e ocação em Ben enis e 1954: 39). HARALD BICHLMEIER 196 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV A de água designou. Ele ai en ão a [sic] os de mim nes a con ibuição já a ados aquece nomes Inn, Ahne, Anne , Anykščai u.a. um, ... e conclui, dass aqui ealmen e *enneben *pen- ... a a es a é. Le z lich en häl [sic] one en wede eine Wu zel *1enode eine Wu zel *2enin de Bedeu ung ‚ ließen, Fluss‘, die auch dem he hi ischen an- ‚schöp en‘ nahes ein kann. Na ci ada local, po ém, cons a Schmids ex o algo di e en e (Schmid 1988: 311 = 1994: 408), especialmen e a es ição no o iginal ex ingangs p eg omada é impo an e e oi de Udolph o emen e encu ado e algo eesc i o: Den o de um âmbi o, pa a qual cel ic nomengagem enha de se ado ado, se não pode á decidi a ques ão, se *enode *penanzuse zen osse. ... a es a aiz *en- ‘on* não se deixa liga ambém ντλος ...11 Sem aqui en a nos p oblemas la yngalís icos, que possi elmen e a uma sepa ação de *1en ou uma aiz *2enin do signi icado ‘ ließen, luss‘, kel . en- und sons igem an- hinauslau en könn en12, e häl man en wede eine Wu zel que ambém ao he hi ische an- ‘schöp en‘ pode ap oxima -se, se se consegui a di e ença de signi icado sob e a acei ação de uma de i ação com ajuda do aiz. 4.7. Mos a-se ambém aqui, que a c í ica a é ejei an e a i ude Schmids da la yngal heo y em elação a ele o caminho pa a a solução obs uído e a ul imamen e inco e as p opos as le ou, embo a ele o ealmen e co e o caminho pudesse apon a . Já ao empo da o igem daquele a igo de Schmid e a na Indoge manís ica ge almen e econhecido, que heschließlich em eine Wu zel *2en-, hi . *ḫan- niemals au „eine Wu zel *ǝ1en-“ zu ückgehen konn e, sonde n aus- en ão u idg. *h2en. Unclea pe manece indesde, o que Schmid com o de Udolph não mais ci ados úl imo Gliedsa z em signi icado: A impo ância de uma aiz ände -se já não com a ablau s u e. 4.8. O adicional comen á io Udolphs a es e espei o é igualmen e au schluss eich e mos a sua un e au hei com a li e a u a indoge manís ica: Die on W. P. Schmid o geschlagene Ve bindung on he h. anmi g ech. [e g. ντλος] é ambém no LIV: 266 sem conhecimen o des e pos conside ado. A conhecimen o des e con ibu o oi pa a o LIV2 nes e con ex o schlich i ele an , da Schmid (1988) aqui en e aos po ele ci ados ob as de 11 Was após os o.a. Ano ações schlich e ado é e ambém já 1988 mo phonologically ambém na damaligamen e desa ualizado es ado, no qual Schmid Ben enis e on 1954 und dem HEG 1: 144 . (1977/1983) nich s Neues b ing , sonde n nu diese äl e en We ke ab- bzw. wei e sch eib . abalhou, odo caso po meio de adicionanhames jus i icá el e ia sido. 12 Es e a gumen a i amen e impo an e sa z eil al a no ci a em Udolph. S aipsniai A icles 197 / Anme kungen zu einigen mi An- beginnenden li auischen Gewässe namen und ih en auße bal ischen Ve wand en 5. DAS AUSSERBALTISCHE MATERIAL O mais ex a-bal ico ma e ial é na mais ecen e publicação ao nome do Flusses Inn (Udolph 2020). Aqui são apesa de no nome do Inns possi elmen e pa a um a é o kel ischen, en ão al eu opäischen/ o einzelsp achlich-indoge manischen/ (u )indoge manischen nome ai as o. § 3 acionadas eg as do Indoge manis ik o a deixadas de con a. Sein Ziel is es, au indoge manis isch längs übe hol em Ni eau disku ie- end neue e E kenn nisse zu E ymologie jenes Flussnamens in eine Menge e mein liche exemplos e pseudoa gumen os a e s icken. No con ex o com o lussnamen Inn são naquele a igo além dos acima já discu idos bal ischen/sla ischen gewässe namen seguin es Sippen e ymologischen/Nes e a ados, dos quais no iou e a e g undi de e se en ado, se eles ago a zusammengehö en ou não. a) o nome Inn mesmo, b) mi eli ische Appella i a como en ‘Wasse , enach ‘Sump , enb i he ‘B ühe d) alguns nomes aquá icos alemães. und englas ‘wäss ige Milch’, c) de Name de Enns, mi . an ‘Fluss’ e c. Pa a os pon os em de alhe: 5.1. O nome Inn mesmo Em Wiesinge , G eule (2019: 104) são seguin es e idencias an igas bidadas: Aeni luminis [Taci us], το Αῦνου ποταμοῦ [P olemaios], νος [A ian]. Es es pe mi em a econs ução de um amo o öm. *Eno-. De aco do com a opinião da p eponde an e maio ia dos pesquisado es, es e é ou um nome cél ico ou um nome cel izado. In Wiesinge , G eule (2019: 122) explica Wiesinge (zu Innbach, olks ümlich die Inn): O nome do Inn ai como o nome do g ande Inn, ..., à mesma aiz o mação com *enin idg. *pen- ‚Schlamm, Sump , Wasse ‘ zu ück (siehe do ). Hie is alle dings e s kel . mi eli . en ‚Wasse ‘, enach ‚Sump ‘ e englas ‚wäss ige Milch‘ (IEW, S. 807) em an o que a de i a i a ona [sic] como *Enonā pa a o Cel ische ca ac e is icamen e é. Simul aneamen e lê-se no mesmo li o de Wiesinge (Wiesinge , G eule 2019: 47): HARALD BICHLMEIER 198 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV Zwa há há mi eli . en ‘Wa e ‘, po ém é sua o igem ques ioná el, e naheliegende , idg- sp . Fo mação com idg. *pen- ‘Schlamm, Sump , Wasse ‘ e p-Ve lus em Kel ização ado a . Como mais aba gado apa ece a de G eule in Wiesinge , G eule (2019: 104) dada explicação: A ou a e imologia é ince a. Da mi eli . en ‚Wasse ‘ deonimicamen e do nome do Inns sob e o Inselkel ische pode e sido ans e ido, apa ece esse apella i o (mi eli . en) como E ymon des GewN ques ioná el, ...13 Es a explicação encon a-se ambém já em DGNB 243: O que sabe um mideal e á io I e do Inn, que em aquele empo uma iagem de á ias semanas es a a dis an e? Como é que do nome des e ibei o um apella i o su giu? (2015: 341) esc e e ap oximadamen e < cel isch *Enjos, mi ella einisch Enus; Ähnliches leu-se Daneben schein es auch eine S amm o m *en-io- gegeben zu haben: G eule ambém em An ei e , Chapman, Rampl (2009: 16): *Enios, d. i. kel isie es *Penios idg. ← *pen- ‘len amen e luindo água‘. Dis o é po exemplo em G eule (2010: 21) e DGNB 243 ainda a baseada nos abalhos Poko nys (19481949 e 1950/51) , al ez o iginal dis inção mencionada, que a o ma Enos o iginalmen e pa a o Un e lau , *Enios pa a o Obe lau do io (nos Alpes) goldeu. A ques ão da o ma eal do amo, ou seja, se hou e dois lado a lado, não é aqui a escla ece 14. und *En-i- eine omanische E wei e ung des S ammes *Eno- is “. Em ambos os casos em como subjacen e aiz ou o kel . *pen- < u idg. *pen- ‘Schlamm, Sump , gg . ambém ‘len amen e luindo água15 13 Em li e a u a mais an iga é Análogo a uma c iação deonimica de e e ências de águas- e en es às ezes ambém a le em elação ao Elba: Es a é pelo menos um ealmen e isí el e longo io (Ähnliches se ia pa a o Rhein e o Donau aplica ), mas mesmo nesses casos Ve . conside a ais alegações pa a a é ago a não p o adas ( gl. a Elba e sua e imologia ap oximadamen e Bichlmeie 2012a; Bichlmeie , Blažekün 2015; G ung abe , 2014: 43 […] com li e a u a adicional cada). 14 Zum Inn gl. ambém seguin es abalhos: Às p o as pa a o lussnamen ce ca ANB 553555 (Inn), 556 . (Inn al), An ei e 1996: 62 e Bo che s 2006: 2628, à his ó ia do Inn als Hei meie 2005, aindae s à E ymologia An ei e , Haslinge , Jenewein 1995: 23; G zęga 2001: 169; An ei e 2005: 36 . (ibenso já An ei e 1996: 6264); An ei e 2008: 148; Delama e 2012: 149; EDPC 127; DTNG 1: 328; explici pa a me odischen da e mi lng da lngachs u e, na qual o nome do inns gep äg oi e pa a os quan o da e ymologia ape adas dú illas gl. An ei e 1997: 18 ., 127 . Assim, é com e e ência à F agwü digkei de Kel izi ä o nome do Inns em An ei e 2016 inalmen e nem mais a ado ( gl. An ei e 2016: 7). 15 So ap oximadamen e An ei e , Chapman, Rampl 2009: 16: *Enios, d. i. kel isie es *Penios ← ‘len amen e luindo água‘. S aipsniai A icles 205 / Anme kungen zu einigen mi An- beginnenden li auischen Gewässe namen und ih en auße bal ischen Ve wand en idg. *peneine ambém ainda ainda mo phologicamen e a undamen a aizges al se ia, que no o al não allzuhäu ig a a es a é. De udo isso segue: Todos nos P eceden es acionados nomes de águas ge mânicos azem o en oque de uma aiz *h1en(H)- não necessá io, p o am en ão pa a K ahes espec i amen e. Udolphs *en-/ *on- nada. 5.4.2. Unicamen e p o ingen e pode iam se águesse names, o que comp o adamen e com u -/wes ge m. *enanlau en. Udolph le a ago a ambém alguns águesse names a, a com d . Enode I(h)nbeginnen. Es as de em aqui indi idualmen e se a a essadas: 5.4.2.1. (2020 Udolph: 351 .) le a aqui os seguin es nomes a: Zunächs Obe -Ense, Un e -Ense, Niede -Ense, Ensen, um o snamen Annezin (am Pas-de-Calais). Es as são de Udolph mesmo e gg . ambém DGNB em *Anisa/ōzu ückge üh p o am en ão no amen e nada pa a u idg. *h1en(H)-, da já nenhum ge m. *en o lieg . 5.4.2.2. Ennes , Welschenennes , Ens e são explici amen e de ol idas a uma o-es u ige o ma e a gemina e é po consonan engemina ion po *i explicado. É, en ão, implici amen e uma o o m u ge m. *an-ia-s ao.ä. es abelecido. A o ma o nece en ão ambém nenhum u ge m. *en- < u idg. *h1en(H)-. 5.4.2.3. Ennepe (Flussname: 1235 Ennepe, 1325 Enepe; O sname: 1285 de Enepene, 1398 Enepe) é quan o à e imologia não ce o gélä , já ambém não é ce o, se a Gemina e é elho ou não. Udolph se exp essa a isso não, pa ece mas com uma e imologia *en-apazu con a em (sem es a o ma explici amen e ano a ), enquan o DGNB 128 inicialmen e es i i amen e um con ex o com gall. anam e wäg , mas ul imamen e an es de *Anipa < *aniaapa como apa-name com (m.) *ania- (Kollek i um ‚güns ige Lage‘?) pa e. G eule esc e e qualque caso, que a Gemina e não seja elha, en ão não com *enna- < *aniage echne se em pudne. O signi icado de implici i em *en-apawä e en ão bem ‘Fluss-Fluss, ‘Fluss-Wasse . A e imologia apa ece udo ou o do que conseguidos, a inal de con as pode ia aqui ago a al ez um p imei o a es ado pa a e e es ge m. *en o liegen. No en an o, encon a o io na ge manisch-kel ischen ansi ionszone ( eja mapa), po an o, uma e imologia cél ica não pode se comple amen e excluída. E quando com Udolph, HELSON (1: 7 .) ci ando, Ani (s.o.) em *An-apabe uh , o que cel ico se di ia, pode ia is o ul imamen e ambém pa a En(n) epe < *En-apagel en (a qual Udolph ambém jun o ano a), zumal sim no Cel ico com mim. en, enach e c. ambém u kel . *(φ)ensegu amen e es emunhado é. 5.4.2.4. Mos a-se que, consequen emen e, a uni ocidade na desejada Weise po ém não pôde se alcançado. HARALD BICHLMEIER 206 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV Fig 1, Ka e aus Schumache (2007: 169) 5.4.3. Po im, ainda é uma sé ie de Gewässe bzw. O snamen a a a , que ou ambém d . E(h)nzeigen ou mas com Ihnode Einbeginnen e de Udolph (2020: 352 .) como a gumen os a se ci ados. 5.4.3.1. Pa a o o sname Ehnen (Luxembu g), o o sname Ihn (Saa land) jun amen e ao pe encen e Ihne Bach é uma decla ação de kel . *Enio/ā adi ionell ado ado e essa possibilidade ambém de Udolph (2020: 352 .) não con adez. Dado, po an o, uma e imologia cél ica pa alela à do do lussnamens Inn pa ece ap esen a -se, desculpam esses nomes pa a a abo dagem de uma aiz u idg. *h1en(H)-. 5.4.3.2. Pa a o o sname wes älischen Ihne, o de oponymischen Aguesse names Ihne-Bach em Wes alen, e bem ambém a Uma (→ Wippe S aipsniai A icles 207 / Anme kungen zu einigen mi An- beginnenden li auischen Gewässe namen und ih en auße bal ischen Ve wand en Saale) mos am os mais an igos a es ados no p imei o caso 1461 Eene, 16. → Jh. Ehene, no úl imo 1321 Ena, Ene (Udolph dá a dois ex os dois di e en es o mas do mesmo belegs). Pa a o nome wes älischen é o igem cél ica segu o exclui , pa a o Wippe -Zu luss Eine é ela pouco p o á el, após a o.a. Ca e se ia-se aqui mas p o a elmen e ainda na äu e me and do e i ó io de ansição. A de Udolph abnegada, mas de qualque jei o apenas es i i amen e geäuße e he i ação em DGNB (117, 238) de ahd. *Aginaha > *Eina (Eine) > *Ēne (Eene, Ehene) > Ihne (Eine se ia en ão me amen e em uma an e io e apa de desen ol imen o o nou-se i me do que no caso de Ihne) se ia lau amen e bem umbad ee, mas a acei ação de um apelido ahd. *Ago, Gen. *Agin im Vo de memb o pe manece di ícil. Udolph ci a aqui como Gewäh s au Schmid (1970: 54), que em (a pa i heu ige isão) já quase ci kulä e A gumen a ion segundo Udolph esc e e: Will one he GewN Inn < *Enios e Ihne, Eine < *Ena(na) zusammengehö ig be ach en, so bleib , da kel . N.-Gebung en ão ausscheida, só a acei ação de uma Wz. 5.4.3.3. Depois do o.G. é, idg. *en- (*on-) mi nich nähe bes imm e (Wasse -)Bedeu ung, die appella i isch noch in den kel . Appella i en g ei ba is .“ ob iamen e, cla o, que se a a ambém aqui de uma pe e ida a aliação, já que jus amen e kel . en, enach e c. jus amen e não p o ingando pa a u idg. *h1en(H)- são. E se um ago a di e en es E yma jun os unidos ou não, em nada com a on ade de um pesquis endo (ou seu/sais c ença) a aze , mas com, se as cien í icas Maßs äbe dies zulassen ode nich . Impo an e a nomea se iam aqui ou os casos com ge m. *e em p imei o abe o silbe, que ap oximadamen e a em o o.g. Aguasse name es abelec e desen ol imen o sonico in den jeweiligen Regionen, in den die Flüsse liegen, un e maue n wü den. 5.4.3.4. Nesse con ex o seja ainda e e ido aos nomes de duas ließgewässe , a Udolph em sua discussão não menciona: a) Ehe (auch Ehebach; → Aisch → Regni z → Main), 1073 Eha, 1479, 1481 Ee (DGNB 114); b) Ehn (im Elsass, → Ill → Rhein), 1284 enahe (pa a ehena?), 13741401 em a Ahen, O sname Niede ehnheim (11. Jh. Ahenheim, 1050 Ehenheim), Obe ehnheim (788 in Ehinhaim) (DGNB 115). Fü e s e es pode uma o om u ge m. *aχuiōe wogen se (DGNB: gm. *Ahwjō .), pa a o úl imo calcula DGNB com uma G und o m (ahd.) *Ehina além *Ahana (?) < gm. *Ahwinō . ao lado *Ahwanō, n-Ade imen o de gm. *ahwō ‚Wasse lau ‘. E pode-se comple amen e exclui , que um al (ahd.) *Ehina ao o.a. *Ena sub asa encon a? 5.4.4. Nesse con ex o seja ainda b e emen e sob e o comen á io Udolphs (2020: 362) ingegado, one ob igasse já o ma e ial sabe , quando HARALD BICHLMEIER 208 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV se quise em aze decla ações à e imologia de nomes: Após os exeguições acima de e ia e o nado cla o, que se compo a algo di e en e: É embo a boni o, quando se pode ap esen a 100 p o as em ez de 10, mas se essas p o as não in oduzem no os elemen os na discussão, que no inal ambém podem al e a o esul ado da discussão, ap esen a-se a pe gun a: Pa a quê? Impo an e, do que 90 adicionais, mas pa a a discussão supé luas p o as a ci a , é ainda bem, a necessá ia me odica pa a análise do ma e ial zu behe schen. Também não az nada, imensos de ci ações de hoje an iquada li e a u a (K ahe, W. P. Schmid e c.) pa a aze , que a p óp ia a gumen ação pa ecem a sus en a , quando seus con eúdos e undamen os há mui o em pa e desde décadas são ul apassados. Isso em en ão só mais álido wissenscha sgeschich lichen, az mas da pesquisa nenhum p og esso. 5.5. In e media esul ado To almen e é p eciso um após a e isão dos como a gumen os ap esen ados nomes i ao esul ado, que se o núme o dos (indes ambém apenas meio caminho) segu os belege pa a ge m. *en- < u idg. *en-(/*on-) espec i amen e. *h1en(H)ses u idg. *en-/ au maximal zwei zu belau en schein . Angesich s diese Beleglage und noch meh au g und de Ta sache, dass die- *on- ou seja *h1en(H)- nighu es umaindeui ig no appella i ischen Wo scha z oco e (como di o, não mesmo Poko ny buch e ele em seu IEW), apa ece isso schlich weg inap op iado, con inua com uma al aiz a agi . 6.CONCLUSÃO 6.1. Man s eh o dem P oblem, dass man en wede die bal ischen und sla- wischen Gewässe namen au G undlage eine sons in Eu opa o enba nich es emunhados e bal oo de e explica , a qual mas seman icamen e a inal algo com água/Fluissidade a aze em, ou que se ela explica sob e a base de uma appella i ically nighwhe e segu amen e es emunhados aiz, ao que se consequen emen e não pode nem mesmo uma impo ância a ibui . 6.2. A u ilização de Ockhams acie messe ob iga no a ual Es a u o de dados a seguindo conclusão: S aipsniai A icles 209 / Anme kungen zu einigen mi An- beginnenden li auischen Gewässe namen und ih en auße bal ischen Ve wand en Segu amen e appella i icamen e es emunhado é uma aiz *pen-; igualmen e segu o appella i isch es emunhado é uma aiz *h2en- não segu o appella i isch es emunhado é indes uma aiz *h1en(H). 6.3. Is o esul a dos seguin es pon os: 6.3.1. O nome do Flusses Inn pode se em *penzu ückge üh , assim me. en, enach e c. 6.3.2. Os nomes dos ios Enns e Ense < (*)Anisa, (*)Anisus podem ebenso wie mi . an, gall. anam au *pn- ode *h2en- zu ückge üh we den. 6.3.3. Die bal ischen Gewässe namen, die mi An- und die slawischen Os nomes de águas, que com Onbeginnen, podem säm lich aus u bal u slaw. *an- < u idg. *h2ene klä se em. 6.3.4. P ác icamen e odos discu idos ge mânicos/deu sches aquesse names com a (no a bene possí eis, não comp o ados!) exceção de dois nomese yma (um dos dois pode ia ambém se cél ico, o ou o pode ia se di e en e a e ymologiza do que a é ago a habi ual) podem de u ge m. *an- (< u idg. *h2enode *h2on-) espec i amen e u ge m. *un- (< u idg. *h2n-) espec i amen e. u ge m. *ōn- (< u idg. *h2ōn-) se em decla ados, ou i em u ge m. *aunzu ück e pe manece de qualque manei a e n. 6.3.5. Consequen emen e, não há nenhuma azão, alguma aiz *h1en(H)- (em desa ualizado no a ionsweise: *en-/*on-) anze a : No a ual conhecimen o bzw. au de G undlage de ak uell bekann en Ma e ialbasis lieg die p obabilidade da exis ência de uma al aiz em Nulo. 6.4. Man ai consequen emen e con inua a i ma pe mi ido (ia dize êm), que enquan o não undamen almen e no o ma e ial su ja, que o en oque de uma aiz u idg. *h1en(H)- com qualque ambém pa a as denominações de ließgewässe n augen es semân ica p o a é se em u idg. *en-/ *on- schlich um uma Phan omwu zel handel . Com exceção de dois não mui o inequi ocamen e gélla os casos de nomes de águas alemães podem-se odos de Udolph 2020 acionados nomes de águas pa indo das ambém no malmen e appella i isch es emunhadas aízes *h2enund *penwide sp uchs ei explica : Te ia adix non da u . 6.5. Um pode ambém aqui a gumen a , que sim ainda linguagem ma e ial possa su gi , o que ao en oque de uma aiz *h1en(H)- o ça . P o a elmen e é isso não. Conclusi amen e, um se á bem depois de odos os pon os apon ados acima dize , que o de Udolph (2020: 362) no inal de seu con ibu o inc iminada ci ação de Bichlmeie (2012a: 376) em ligei amen e eng andecida o ma de e con inua a se conside ado como aplicá el, sim de e: HARALD BICHLMEIER 210 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV Todos pa a es a aiz [gemein é u idg. *h1en(H)-, e ido *en-/*on-; H. B.] em ecu so omadas nomes de águas ou Appella i a o iginam an o línguas cel as ou são pelo menos cel ische Ve mi lung e däch ig ou são a uma aiz u idg. *h2enzu coloca . Impo minen e oi ago a pelo menos em es e pon o um p og esso no úl imo Década alcançado. 7. AUSBLICK Fica com o que em ou o con ex o já oi cons a ado (Bichlmeie 2018a: 230), que nomeadamen e se com Indoge manís ica em de amilia iza , quem se ocupa com ‘al eu opäischen‘ ou ge almen e a chaischen (indo)ge manischen gewässe namen. Fal a em ais conhecimen os (em a ual es ado), pode nenhum o denado ou mesmo ele an e esul ado sai . 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