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Matematika, kalba, poezija: sąveikos ir traukos

Abstract

    Straipsnyje tyrinėjamos dviejų iš pažinimo sričių (matematikos, kalbos, poezijos) sankirtoje esančios struktūros, kurios implikuoja netrivialias išvadas trečiajai jų. Pavyzdžiui, nagrinėjama, kaip kūrybiškai interpretuoti lietuvišką tekstą, parašytą laikantis griežtų matematinių ir gramatinių taisyklių. Toliau, remiantis matematika, atskleidžiama tercinų formos šerdis, tuo pačiu šis poetinis Dantės išradimas leidžia formuluoti teorinį (ir keliais atvejais praktinį) uždavinį. Straipsnyje taip pat aptariamos prielaidos, nulemiančios, kada kelių disciplinų sąveikos yra (ar gali būti) vaisingos.

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Matematika, kalba, poezija: sąveikos ir traukos

Author: Giedrius Alkauskas
Year: 2022
DOI: 10.35321/all86-10
Source: https://journals.lki.lt/actalinguisticalithuanica/article/download/2166/2285
S aipsniai / A icles 227
GIEDRIUS ALKAUSKAS
Uni e sidade de Vilna
ORCID id: o cid.o g/0000-0002-5747-363X Di eções de pesquisas
Cien í icas: o mas modula es, equações uncionais,
p ojek y inės ėkmės; na amocsliniai aspec os de
musicologia; linguagem de poesia e o ma.
DOI: doi.o g/10.35321/all86-10
MATEMATICA, LELVA,
POESIA: SVEIKOS
IR TRAUKOS
Ma hema ics, Language, Poe y:
In e ac ions and A ac ions
ANOTACIA
S aipsnyje y inėjamas de duas das cognição á eas (ma emá ica, linguagem, poesia) juni oje
si uadas es u u as, quais implica não i ialias conclusões íciaia deles. Po exemplo,
examina-se como c ia i amen e in e p e a li wišką eks ą, man endo esc i a ígidas eg as
ma emá icas e g ama ínicas. Mais adian e, baseado ma emá ica, e ela-se e cinas o ma
she dis, ao mesmo empo es e poé ico in en o de Dan e pe mi e o mula eó ico (e em alguns
casos p á ico) za a inį. O a igonyje ambém abo da p esunções, nulemianças, quando á ias
disciplinas in e ações são (ou podem se ) aisingas.
ESMINIAI VOZŽIAI: eilėda a, ixsuo as o mas, e cinos, quin inos, Ba anauskas, Dan ė,
penkiaeilis, bidiscipliniškumas, conc e ότερη poesia, sinonima, me a ezė, mnemonikas,
Luhno o mulė, opai.
ANNOTATION
In his pape , we in es iga e he s uc u es buil in he in e sec ion o wo domains o
knowledge (ma hema ics, language, poe y), which imply non- i ial consequences o he
emaining domain. Po exemplo, we explo e he possibili ies o how o c ea i ely in e p e he
Li huanian ex whose o m is s ic ly limi ed by ma hema ical and g amma ical ules.
Fu he , ma hema ics helps us o e eal he co e o e za ima by Dan e and allows o pose a
pu ely heo e ical (and in ew cases p ac ical) p oblem abou i s gene aliza ions. We also bu
GIEDRIUS ALKAUSKAS
Ac a Linguis ica 228 Li huanica LXXXVI discuss he assump ions unde which he in e ac ions
o se e al domains o c ea i i y a e
(o can be) e ile.
KEYWORDS: Ve si ica ion, o mes ixes, e za ima, quin a ima, Ba anauskas,
Dan e, pen as ich, bidisciplina y, conc e e poe y, synonym, me a hesis,
mnemonic, Luhn algo i hm, ope.
1. INŽANGA
Imp o izacija poezijoje y a s a biausias dalykas,
an es disso de e se u ininga o alidade
ašan ysis u i išmany i i iziką, i ma ema iką.
Sigi as Geda
1.1. Con ex o. Es e a igo e cei o de qua o ex os de ciclo. O p imei o oi des inado à
ala da poesia (2019), o segundo à sua soambesi (2020). A úl ima pa e abo da s esc i os de
poesia: neno minesa esc i a azões (his ó icas, polí icas, ecne, pessoais, especí icas) e
po encialia a sua capacidade a ís ica; g a emas, silabog amas, logog amas, hie ogli os,
pic og amas e g á icos; pe ogli us, li ome iją1 e bus o edoną; esc i menos ( a gem,
aka ų A ikos Adlamo e Nko, Enocho idiomas) dimensões poe inas e a possibilidade isso
con e e ex apolia em língua li uãs. De a o, ques ões sob e egzokalbinį de ici ą
p o ici ą lie u iškose eilėse g aždanka2, ou li os de o o ių Lie u os usėniškai
a abiškais ašmenimis (pa yčiams, I ano Lucke ičiaus ki abas), in iguam. E ainda: a o ma
da ped a di ada ou o espa ė aikį pa a os ex os exca ados?3 Se á di e en e Luis
Ca olio Jabbe wocky4 de ex o, cujo pe cebe não oi possí el, mas que de e dade em
sen ido, embo a po séculos pe das ą? Essas ó bi as succis da qua a pa e idėjos. O
obje i o des e a igo exau i á ias cons uções, baseadas de duas á eas (poesias,
línguas, ma emá ica) mú ua in e ope ação, que implicam no i ialią 1 A medida de Ped a
(λιθό μέτρον). Es e e mo aqui é mais ap op iado do que medição da e a
(geome ia).
2 Gied iaus Subačiaus monog a ia (Subačius 2010) des ina-se a ou o aspe o des a ema. 3 A poesia
esculpida em acmenye combina sa yje e empo a ą, e belaikę geome y do espaço. Eilė aš is, esc i o
uma de mais abaixo nes e ex o (2.2.) ap a simų quin inų o mų, nomeadamen e, 13213 24324 31431 42142
(s anda inė k in ina moduliu 4), iškal as em 1 × 1 × 2 p opo ções s ačiakampio g e asienio
pedmeninės s elos, paslepia mesmo a di eção do empo. 4 sob e no i ialią des e poema esc i o
es u u a linguís ica s . h ps://en.wikipedia.o g/wiki/Jabbe wocky. Ma a ilhoso! Nenues abu, juk L.
Ke olis (Lewis Ca oll, eal su name Cha les L. Dodgson) p o issionalus ma emá ico.
A igos A icles 229 /
Ma ema ika, kalba, poezija: są eikos i aukos
e cei a s i ies es u u a. Isso oi ei o de aco do com abalho sob e música e
ma emá ica analogia (Alkauskas 2018), onde limi es de conhecimen o ge al são
examinados não de p ecisliões ciências ( aip esc iban ieji o o ais maio ia
a amen e escapila am de schemos de pensamen o na u al amocslinio), e de a e
ną (2.2.), nepa eikiama. Taigi šis eks as – ik idėjų daigynas. Be ne i nedygus
kanko ėžis isą alksnio ( aip, alksnio!) p o aizdį sa yje jau u i.
1.2. Kon s a egija. I is ik: a ski akilmių kū ybinių jėgų są eika ga-
pa e. Exasamios exemplos, exce o ieli se aisinga? Tema no i iali: embo a
a uais documen os cien í icos mul ii bidiscipliniškumui a ibui suaiminę alo ę,
mas já de á ios aibių sanki a mais eqüen e cob eia de odos ke menų5
de iciências, do que ab e um no o po al. P imei o, o que signi ica mesmo o í ulo
pa ag a o? Embo a seja só jogo, mas es a pala a e le e p ecisamen e o
espí i o do a igo e in oduz em ma emá ica-palbos-poezias sanki os a
aisingąją pa e. S uk ū inė e ma ema inė ling is ika ex e apenas b e am se á
ocada (kiek labiau skaičiuojamoji), mas en a iza isso, que acionalalaus sąmonės
p ado a enção i acionaliajam odos os casos de a e e ciência in e ação oi e é bemokai maio , do que in e soščiai. Dui ca ac e ingas ci ações.
P immoji Zeligo S. Ha iso:
Howe e , he deb o ma hema ical linguis ics o ma hema ics is chie ly he
a i ude and he way o hinking a he han any pa icula esul . I is pe haps no
acciden ha mos g adua e s uden s in his ield come om ma hema ics o logic
a he han om linguis ics (Ha is 1969: 191).6
Segunda Olego G inbaumo:
«Главной причиной [малой интенсивности использования математических
методов в литературоведении] мы считаем отсутствие в арсенале ученых-
стиховедов, оперирующих понятием художественной целостности, такого
формального аналитического аппарата, в котором целостность стиха могла
бы быть представлена и описана на языке математики» (Гринбаум 2002: 12).7
5 P a êsiando An ano Ba anausko idéias e minológicas ma emá icas, e ainda mais Jono Jablonskio (que
ao in és adqui il o plu al do plu al o e eceu plu al): como de á ios aibias conjunjungoje nomea cada
pa e junmuõ? O de á ios aibios c uz oje ke muõ? Aqui a y um dois ios con aca, onde cada um
deles pode a isa -se su ekmuõ (su ekmuõ). Su ekmė (‘san aka), ekmė, įs u is (‘į aka, žio ys) não
se e.
6 „Reikia pasaky i, kad ma ema inė ling is ika iš ma ema ikos g eičiausiai pasiskolino požiū į i
manei a de pensa , mas não qual o conc e o dos esul ado. Po an o, não é de admi a que a
maio ia des a á ea magis an as sejam pabaigada não linguís ica, e de ma emá ica e lógica
bacha elados. 7 Nossa opinião, a p incipal azão po que gi li e a u aologijoje pouco são usados
mé odos ma emá icos, é que os cien is as, examinan es eilêda á e usando os a ís ico uni ismo
GIEDRIUS ALKAUSKAS
230 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXVI
Po an o, aqueles a os casos, quando poliai seikeičia, quando ela i amen e
i acionaisnis p adas in oduzia acionaisnį, são pa icula men e aliosos.
En ão o que é esse jogo com o nome? T ês pala as da língua li uânica an sk ydis,
be gždžias, kon ž algyba em po penkių p iebalsių kekę. A pala a kon s a egija
(‘ eiksmai, des inados liquida o e ei o da es a égia ad e sá io) com seissei
p iebalsių keke, usado em li e a u a especializada, em si em algo i micamen e
sup og amuojamo8 op imiza imo užda inio g ūdą: as i isus mo ologiškai, o-
ne iškai e p ak iškai podimos pala as da língua li uânica com maximalia possí el
unções de pala a o ma ança aidžių sekos signi icado. A pala a aqui coincidindo
da ančių aidžių seka. Pažymėkime ją . Tegul y a isas hipo e inis lie u ių
com ele sucolbos diccioná io. Tokų unções exemplos: 1., se na pala a há embo a uma
ozė, nelygi a; con á io caso, balsių a núme ou.
2., se a pala a em duas oalses ou duas p iebalseses g e a; con á io
caso, da pala a comp imen o.
3. é do mais longo posekio, suda y o só de balsias, longois. Conside emos o úl imo
exemplo. Inįs as ai b i iai soando Kėdainių Paeismilgio (upelis Smilgai is, sen.
Eismilga) o nome da ua indica possí el paieškų lauką. Assim, na pala a nuokalnė
sandą mon nas subs i uído em a imos signi icados uolą, ob ema nuouolė. Es a
pala a e usado no poema Šiau iniai elik ai no sé imo canheme9. O p oblema de
op imização o mula-se assim: se e dade que
Nesse caso leškomos pala as aibé.10
Aišku, insc i as ma emá icas (logicas) ó mulas só o malizam sen inhas, que
emp exp essi pala as são mesmo sim asčiau. No en an o p o undamen e
ac edi o que só os egula es desliz pa a a en e e pa a ás en e me akalbo,
o mulas, ja gão, como de um ex emo, e poé icas línguas, como ou o, o nece
a amá ala sob e e dadei a ma emá ica e poesia. Nuola inė elhões e ybių
de al ação e no os e al ação. O š y uoklė con inua es y uja.
Ba anauskas e ma emá ica. 1.3. Embo a e aleg e, que Jonas Kubilius sup incipo iolação seu es udo
inko ma ema ines Ba anausko dieno aščių i laiškų ie as, be dėl š y uoklės
An anas Ba anauskas e ma emá ica (Kubilius 2001) alin ina ese ouo ai. Knyga aos alunos
des inada a amilia iza com os p incipais concei oá, não há į aldę o malaus analí ico apa a o,
g aças ao qual sequêda os uni isidade pode se ap esen ado e desc i o linguagem ma emá ica. 8
Algo i mo é o que pode ealiza baig inė Tu ingo máquina. 9 Po mais sob e poemá e . Alkauskas 2022.
10 Função e elemen o a ma cação simbolizuoja b pi ma aizdžių aibę: odos os elemen os, aos quais.
A igos A icles 231 /
Ma ema ika, kalba, poezija: są eikos i aukos
ma emá ica concei os: p imá ios núme os, E a os eno ė is, asimp o ikas dêsnis,
g aus, c ip og a ia, cons an a de A chimedo, sk i ulio k ad a ū a, in inalidade, e
es e obje i o ela alcança. No en an o, lei o , aspi ando conhece Ba anauską, lendo
nuliūs, po que nãožai ex o com ele pouco que em em comum. E mais. Po exemplo, o
que o au o esc e e sob e Poe o encon ada ó mula, que Ka las Hos elds (Ca l
Hoss eld) 1890 m. imp imiu conhecido jo nal Zei sch i will. Na e dade seu alo
ü Ma hema ik und Physik: „[...] as ezul a as mėgėjui Ba anauskui bu o s a -
não é g ande (Kubilius 2001: 30). Š y uoklė a y um num ex emume apanhigusi. E o
que alunoindo almo as? Cad Ba anauskas ne ykėlis? Ou o exemplo: Kubilius discuia
1897 m. Va šu oje expos osdin ą Ba anausko publicação O p og esji
anscenden alnej o az o skali i syłach umysłu ludzkiego. Joje Žemaičių
yskupas-su agana a qualque qual eku en ialmen e sucons uia seką, que e
chama anscenden ine. Po exemplo, se a1 = 2, en ão a2 = 4, a3 = 256, e a4 já em 617
núme os. Šiuolaikinessa ma emá ica ais núme os não exis em egzo iniai. Tu ing
Machines Theo y exis e unções, que c escem mais ápido do que qualque unção
desc i i a de símbolos, po exemplo, al, como (n) = an. Toliau Kubiliaus comen á io
(ibid, 84):
[Ba anausko abalho] examinadas [es as] p og essões p op iedades,
leccionadas já nossas ci adas de ca as pensamen os sob e in inalidade. No
en an o, a p incipal pa e do abalho é dedicada a ques ões de iloso ia e
eologia. Os essenciais p ecisamen e aquelas ques ões e são omi idos. É bom
que os mencione do li e a ai:
Sigi as Geda: [Ba anausko] i anišką p igim į liudija mais uma u opinė idėja. Disse
eu que ealmen e um g ande poe a de e e idéias u opinas. Compu a u ismo
do in e no!;
Saulius Šal enis: apskaičiuodamas, a y um su a ai odo mundo badį em ma emá ica o mulae lyg em
spąs us. Įklampini Šė oną lyg pasi ė iną abalą pedaço de gin a o e in odu edi Deus o denką! (Geda
1998: 155156). A o bi Juk uoklės é o mada po uma con inuidade de pon os equi alen es. Mas qual um
deles mais espe ė amen e é mui o i ep esen a i us11. Mais uma ez paci uando Gedą: Nė a
essencial di e ença de en e a al a ma emá ica e poesia ou música. Es e plano cósmico de
Ba anausko e a es a, que odo o que ele azia Anykščių šilely, nou as ashões p asi e žė em ou a
a i idade (ibid, 156). 11 Isso não é um dênis uni e sal. Po exemplo, complexo de a iá el em eo ia de
unções oda local (unido pon o ambien e) in o mação sob e analí ica unção nusca ela e
globalmen e.

GIEDRIUS ALKAUSKAS
232 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXVI
Mui o pouco apenas meia página do Kubiliaus li o dedicado Ba anauskui, como
li u iškų ma ema ikos e minų kū ėjui. No si de e ia pois mais: ki čių,
p iegaidžių, kalbininkų komen a ų, susi ašinėjimo su Hugo Vėbe iu ex aukų.
Kubilius, ele mesmo inicia endo o abalho de ocodyno (MTŽ) de e mos
ma emá icos, conside ay inas Ba anausko da bų ęsėju. Belžią apž algą sob e es es e mos de his ó ia é esc i o po Vidman as
Peka skas (Peka skas 2003).
1.4. Poezija e dailė. Segundo Benedik o Januše ičiaus, isuali poezija é um ex o
e bal, ao qual no a, adicional dimensão dá à li e a u a nebūdinga isuali a anžuo ė
(RP 17). Mas pa ece que esse suplemen inho concedido apenas em alguns li os Raidžių
pin u as nas páginas. Algumas ob as ė a exs ai, só su o mados não semminių
s o oidžių, e žiu kės, pasagos e . . pa idalais (quem?! quem gi sabe, como pa ece
algum moūnas?). Ki i ao con á io, ė a desenšiniai de g a emų. Be gi, ano
suda y ojo, poezias li o não jo nalismo ou publicação de in o mação, ela em se
di ei o bep asmė ou nesup as a. Nãoup as à? Sup añ ama! No en an o sem sen ido?
Se não há sen ido, é udo possí el? Lyg nu ulga in a Fiodo o Dos oje skio men is.
Mas não in ei amen e e nu ulga izada, po que algumsão a ligação en e é,
signi icância e poesia é, como indica es a ci ação de Tomo S e ns Elio : Išmanančiam
poe a a alego ia nada se dis ingue do pu o isual isualjo. E pu as egimiais imagens
o nam-se mui o mais o es po se em signi ica i as nós não p ecisamos sabe
qual que é essa signi icação, mas insa iando a imagem, de emos sabe que ela em
ambém signi icado (Elio s 1927: 397).
No en an o, Januše ičiaus ó mula g a inė poezija é eilė aš is, apisme ęs desenšiniu žã i, po que
em ge al cabe bidiscipliniškumo de iniçãoimui: acen uando a qualidade do g ynuolio, whea ša en a a
ob abinį (sólido pood só de bom molio). Teologia, dis a çando ísica isso ale a pa e de a igos
Česlo o Ka aliausko eikale Teologijos žodynas (Ka aliauskas 1992). Ve dade, poesia com g á icos
kauke pe sonžą su aidin i e é mais di ícil. P ejus es aqui duas: isikiné e isiologinė. Li e a u a é de
empo nãohomogêneo, e g a ica a e de espaço homogenínea. E d ei desenk ei inamen o é
possí el ou mui o g andes mas elos, ou iliuzo iniams kū ikos e poesia o ogonalumas são
aki aizdus. Ao mesmo é ex emamen e di ícil uma de 12 Li e a u as, como sendo ais (no s o que
iniams. Kinas, muzika elpa į homogeninį laiką12. Tai, aišku, sąlygiška, be g a-
apenas p aėjusio) empo a e, e musica, como ob igalomai esano aiškos- eikšmės ( . y.
sin aksės-seman ikos) in e al como con inuumu. Mas Rim ydo S anke ičiaus (S anke ičius 2015)
mojo laiko meno, ski is, no s dažnai paminima, nė a isiškai į ikinama, ypač apmąs an me-
men is, que o poe a An ano Kalana ičiaus i in pamêg as se ásis eqüninis empo (aplicomas
p eesagos -inė i eiksmažodiniams ediniams de eiksmažodžių, po exemplo, pa eidinėju,
заsegdinėjo) isso p ocu is e cada ação como oco endo ago a, o que gaiš dessas dimensões
pa e g i ou a. Añ a, ciência ce eb al conhece eações, chamadas ERP (e en - ela ed po en ial)
limai nu odo į li e a ū os i muzikos sin ezę, y a nepap as ai įdomi.
A igos A icles 233 /
Ma ema ika, kalba, poezija: są eikos i aukos
(HNL). Em suas pesquisas escla eceu-se, quan o demo a sensaúciais pe cebe pala a e combina
pala a ao con ex o. Conhecido momen o, quandoe oco e acesso à in o mação seman ícia. E
udo subąconscien emen e. Não comp eendendo signi icância, ainda especi ica-se no ní el da
consciência. No caso da in e ação g á ica e poesia simplesmen e mui o mui as ezes eque uma
conscien iza ha monização ou concepções sob e bep asmybę. Tokia a i idade cé eb ois
simplesmen e pe s imula. Assim, g a inê poesia ampla concep oca, ab angendo mui o écnicas e
idėjos. Abs ak ūs (i ma ema iniai) Donaldo Apana ičiaus eilė aščiai nes e li o en e os mais
o es. Aqui e empo, nyksmas (RP 8081), k ip okalba, kabala ( en pa , 79), genezė ab o o ( en pa , 78).
Pa icula men e in luencios ês OM econs uções ( en pa , 7577), onde sumišę kalba, ma ema ika,
mandala, iba, onema, símbolo, paslap is; pasąconsie eage o emen e a isso ( ig. 1).
OM econs ução I
m a
OM econs ução II
OM econs ução III
z
1 PAV. D. Apana ičiaus ip ikas
No li o há e nominalios ma emá icos: Euclido penk ąjį pos ula ą (ž . 4.1) mini Rimas Vėžys (RP
23), e Vilma Fiokla Kiu ė ( enbid, 51) usa ma icas (deja, nes a composição udo pak ikę; mesmo
loginė klaida13 mais nepakenkia). En e as boas ideias menciona-se Ma o Gimžausko žaisminga
Suahilidada ( en pa , 86), onde a y um pseudo-suahilios esc i os em silabog ammas Tau iška
giesmė o emen e co elaciona e com 4.2 emas (á ėminimas de memmin ia), e com a
mencionada qua oąja pa e des e ciclo de a igos. Ou S. Gedos Viena ės piešinys pe
Jonines ( en pa , 73), que k i ikų, pa ece, de alhadamen e ainda neišnag inė as14. A segui é
ap esen ada uma b e e e al amen e subjec i a análise des e ex o g a ino (Fig. 2). Joní
mencionamen o o nece e leci ão assegu ada, calendá io Sola . Os ossuliukų lina em 24
pa es. En ão emos luná io ases, onde inigualá el núme o, como ano 13 A=MATRICA IR 4R,
kiekis k ad a o k aš inėse kin a nuo 1 iki 7, ad šios k ū elės pe ime ą pada-
quando de e se 3R. 14 Embo a o p óp io eilė aš is neka p obėgšmais mencionado (pa y ať,
Valen as 1997: 149), ambém Gyčio No ilo in e iu, que in ui y iai aqui menciona kosmosą (ž .
h ps://www.be na dinai.
l /2012-02-22-gy is-no ilas-eile as is-p ieglobscio-zona/).
GIEDRIUS ALKAUSKAS
234 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXVI
e início do mês (kol jaunas, ol один) ma ca a jo a į. Pa ei ado desenšinys isso
en e á ias cul u as popula íssimo ex-calendá io Saulės-Mėnulio. Tokius a é
ago a usa chinai, heb ejos, indai. Na ojo e an igamen e escandina os, po que chui
Va ūdnio eilių 23a passagem:
Mundil io is nome Mėnesio pai,
Saulė ilha dele.
Eles des inam dia iamen e iaja
a a és dos céus assim empo calculandoo am (PE 101).
Mi ologia dos escandina os (caip e sume e os, indų, heb aijos, g eikos), e ainda mais cosmojau ai, Geda
o neceu especial impo ância. Vien cikle Sep ynių asa ų giesmės menciona Odinas, To as, Loki. Fal a, a
o dem de Jeo á a c iação do mundo concluída, a sé ima Dia de Deus, pônusus y á de o ças ep esen a a
p ima e a e au ens ligaes, se e dados à esque da e à di ei a. Ten mundo są anga i čiausia, kismas
lėčiausia. Toda massa do mundo, mesmo isualmen e, concen ou-se à esses s aciona iais poškais, e
solėg įžos lūžiai, (pe ) i smai, suk ė imai, singulia umai. Ve šu inis unidade ( iena ė, singula is) Joninės,
apa inis Kalėdos. Calendá io de Deus p imei o dia da o dem adimasis de chaoso. Chaoso in e sija
Tobulidade. T a ka a é įmanomo on ei a, a é bedugne (g . χάος). T empa, ine i a elmen e pa ecendo-se
com chaos15. E mais: an es que o me asalical não osse suno min ado em odo o plane a, o in e no do
hemis u ulio Sul solêg įža coincidiu com o hemis u ulio No e e ão. Mas pa a quem essas pala as udo
a es a um g a inis Gedos poė as i o. 2 PAV. S. Gedos Viena ės piešinys pe Jonines 15
S uk ū alis inės, p eciziosamen e ma emá icas músicos c iado es inespe adamen e no a am que
ókias composições pouco se di e enciam dos suku os alea o iniais p incipais.
A igos A icles 235 /
Ma ema ika, kalba, poezija: są eikos i aukos
1.5. Ma camėjos e aco dos. Em ma emá ica, núme o ce o elemen o
pe encen e à es u u a pad ão. Já que ou os (exsky us 4.1.4.3.), não equi i á,
o núme o aqui signi ica á ou o na u al dos núme os de aibês = {1, 2, 3, 4, ...}, ou o
saudá el núme o de aibês = {0} . A signi icância da es u u a é exa a, mas Kai M,
p i eiks ik są okos g upė, ku i bus apib ėž a ėliau.
N, unção M mod N (con oma ‘M moduliu Nʼ) indica o único in ei o núme o L, 0 ≤ L ≤
N 1, al, que M L di idi-se de N sem emanescen e.
Po exemplo, 20 mod 7 é 6.
Falando sob e eilêda á, a g ande le a ma cê masculina, pequena mo e išką,
pas o in a pequena cu sy u dak ilinį imą (quando ci čiuo o e cei o skiemuo
de im). Esse índice de le a mos a á pėdos (diskiemenias ou iskiemenias)
núme o linhau inha. Se odas as ilei as do posmo as i e em igualmen e, esc e e simplesmen e 4-jambas,
3-am ib achis i pan.
2. POSMAI IR GRANDINS Šiuolaikinės kalbos
endusias di e encijua
abs ak ų mąs ymą
(in elė uni e sali língua hoje icou
ma ema ika), mas la ynų kalbos
uni e salios peculia idades
ca ac e ís icas lo en ie iškai Dan ės šnekai.
Thomas S e nsas Elio
2.1. Eilėda a e ala. Delį ileda os a e-músico cons i ui ma emá ica (b ígida sen ido)
adap ação a ce a linguagem, se i mą, oniką, ins umen ao ę, o mą, imą
conside emos es u u as, sime ias, balanço e analogia mani es ações16 Aqui um
pa de exemplos. Klasikinėje sinkopio17 linhau ėje kai aliojasi 0, 1, 2 ou 4 neki čiuo ų
skiemenų in e alos. Juozas Gi dzijauskas in es igou a es u u a do úl imo e
es abeleceu es es ac os:
Li u ios poesia exis em em yskėjusios d i sinkopio g upos com seisias18 p incipais
me ais e oi ooniolika de alesnių a ių. [...] Quase em odas as a ian es de sincopio (exce o
um) p e alece d iskiemenis neki čiuo ų skiemenų in e alo (nuo 51 p oc. a é 75 p oc.). [...]
Assim é e po que o seu domínio 16 Mais amplamen e sob e e mos de poesia eja.
Ma ulai ienė 1997. 17 Te mo in oduzido Kęs učio Nas opkos. 18 V e VI ipo sincopie
pe mi idos 3 e 5 skiemenų neki čiuo i in e alos (Gi dzijauskas 1978:
220–230).
GIEDRIUS ALKAUSKAS
Ac a Linguis ica Li huanica LXXXVI aBaaB), Co nelijaus Pla elio Mėnulio da želis
(1984, 5-am ib achis aBaaB), V. Mykolaičius-Pu ino Pesimizmo himnai V (1925,
4-am ib achis aBaaB), Albino Be no o Po ilgo yl 4-8, anakam achas aBaaB (1973), V.
Mačinio Žmogus (1943, jambilisas a7B7A8a5B5) e **** (dak . a4a4a4a4B; ês e sos
em dak il um homem não skiambilado), E ko Baladėko o p imei o de 121 e sos do
poema com o núme o 121 (dak . jambilisas a4A4A4A4A4A4B); e ou os. Em odos es es
es ágios há pausas: ka alek inės ( ūks a одного skiemens), o na u al ex o
espi ação alame penkiaeilyje exigem pauzias. Al e na i a Ka alek inių eilučių
abc en a po causa pe ponimo: é di ícil imagina na u alą ex o ėkmę, quando
a ba pėdà su umpėjusios eilu ės. Eks apoliuojan ai į k in inas, galima eig i:
cada imą co esponde e 3 i iliškos, e 2 eme iškos kadencijos (ou a i kščiai).
Telieka segunda al e na i a.
Ve dade, há uma exceção. K in inom con ém e pu o hendekasilabinis jambas. Aqui
cada linhau ê e mina em pausa, apildança ela a é seis de pês. Vienas pauišplečia
zės mãža, be ki os eilu ės anak uzė, eikdama kaip p ieš ak is, pauzę a y um
a é dois skiemenos. E ealmen e, p imei o descobe o poemas i o com imos
schema 12112, onde coincide e skiemenų quan idade linhas, e seus ipos cadenções,
é Aido Ma čėno Iš pak aščių į cen ą (2000, 5-jambas abaab). No con ex o des e
sei o paci ua o p imei o posmo paci ua simplesmen e ob igado: Sui ęs Dan e,
den enos sangujuo os, elhouka lá onde on em hou a be no, peizažas de
agmen os sukliijuo as céu e e a, mulhe e luo as, luzesa como aqui começa
in e no (ŠChLP 142). Jambinis e ame o se e menos, po que, se a pauzê osse
enqualçada, cada ileu ê cons i ui ia cincoos, e osmos 25 pêdos. Esse núme o
inigualidade e nulemia s aigius posūkius ex o ėkmėje.
des e modo b iskėja ês cho ėjo, dak ilio e jambo quin inoms adequadas
o mas:
2
1
3
2
1
∪∪∪∪
∪∪∪
∪∪∪∪
∪∪∪∪
∪∪∪
∪∪∪∪∪
∪∪∪
∪∪∪∪∪
∪∪∪∪∪
∪∪∪
∪∪∪∪∪∪
∪∪∪∪∪∪
∪∪∪∪∪∪
∪∪∪∪∪∪
∪∪∪∪∪∪.
Como mencionado, línguas li uãs ca ac e inmais d iskiemenis neki čiuo ų
skiemenų in e alo. É po isso que dac ilico exemplo e u ilizado des e a igo

S aipsniai / A icles 243
Ma ema ika, kalba, poezija: są eikos i aukos
au o iaus poemas Šiau iniai elik ai iniciais giesmei Pi masis ko as be
sga do. P imei as duas ases:
Skelia gilėjan į a á ea
Ge ių no agas... T upina
laimėjusiam sėją,
Nieko neduo a. Só dado
Amžinas
Šiau ę klyksmai suakėja,
g uodą, G ūdui,
Ne imas i pa pa i šiuje,
A e ia Visa e ėja
Ra as. Akį u žydo ą.
2.4. Sep inos. Canonizadas sep inas já menos p á icas. Pois, p imei o, cada imas
ap ico a ia se e ezes, e isso g esia im a ienãskamba. Em segundo, imai cikliškai
pasislink e ia só po se ynių eilučių. Nag inėjando á ios 7-ciklines sekas, p ak iškie
se ia im i cada segundo posmo. Assim encon am-se algumas i in a ações sep inas.
Po exemplo, es a, que e se á u ilizada em seg ojoje e alogía poema (ž .
Alkauskas 2022):
1o es ágio 3 1 42 3 42
2o es ágio 5 3 6 45 6 4
Te cei a e apa 7 5 8 6 7 8 6.
Ineginais imas epe e-se ês ezes com espaços 3, 3, e equígonas qua o com
os espec i os espaços 2, 4, 2.
3. GRUPS
Ma ema ica, g e a línguas e musicaos, é uma
das o ças c ia i as li es do homem de
exp essão p imo iais.
He manas Veilis
3.1. Es u u a de g upo e me a ezes. Bina inė ope ação é al ma a iluklinga
caixaê com du elês à esque da, di ei a ia e opoue. De ambos os sãos inse indo po
elemen ą, caixaê su eikia e alguma coisa, o que já pode se i a po cima,
sugene uoja. Ma ema icamen e isso esc e e a □ b = c. Po simplicidade, caixaei
ma ca usa não o símbolo □, e o pad ão . G upė (Γ, ) isso aibė com bina ine
ope ação, se o pa sa is azem es es axiomas: pa a cada a Γ;
1) Neu alusis elemen as ( iene as): egzis uoja oks e ∈ Γ, kad a ⋅ e = e ⋅ a = a
2) In e s ício elemen o: pa a odo a exis e b al que a b = e;
GIEDRIUS ALKAUSKAS
244 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXVI
3) Asocia i idade: a (b c) = (a b) c. Com base nesses axiomas p o a-se que o elemen o
neu ois é o único, como e o a i kš ino de cada elemen o. O úl imo en ão ma cado
a1. mu a y iąja. No mundo eal isso é não ípiska: a inal não é o mesmo, ou p imei o a
Bina inė ope acija gali enkin i i lygybę a ⋅ b = b ⋅ a. Tokia g upė adinama ko-
mo e passagei o saluco de ele33. G upinha po unidade simplčiausi são a segunda
kojinę, a au i ba ą. I ne as pa s, kas į yks a anksčiau: au obuso sus ojimas a
ilei a elemen os (se eles exis ia), aos quais alia a a = e. Tokie chamados e lindžiais
ou in oliuções.
O ema do espi odinho e lexo con e sao y oje ealmen e nãouja. Assim pode
a a se e me a ezę (lie . kep i // sla . пекти), e Algi do Pa acko ys y ą i smo
dėsnį (Pa ackas 2014: 85), desc e endo pala as semanes e simbolicas in e ligações:
pla -us // alp-us; gyl-is // lyg-is34 e . . Sem olha a me ecida c í ica dos kalbininkų,
não de e ia o úl imo enómeno ejei a como comple amen e ناپslinho
(Sauda gas 2014: 100). Jus o mais, que, ano Dainiaus Razausko, Vienu elação A.
Pa acko com A. Ža skumi abalhos pe manecem ak ualūs. P ecisamen e pelo que
nelas se pode islumb a en a i a de S. Valen o no mais al o ní el ilológico
[knygoje Mė(lynojo)nulio ling is ika] analisada exp essão de linguagem de e a não
au o izada poesia, mas na mesma língua Li uânia (Razauskas 2006: 59). O ema do
espelho e lexo pode se es endida, mas comple amen e ou o p incípio.
Chamo-lhe isso de design de ex o in e so (ATD). É al o ma de c iação, quando po
causa de eg as p é-anks inas os meios ao ex o cons ui são limi ados, deixando
oda libe dade à sua in e p e ação, à comp eminimen o pe con ex o, aliuzias e
manipulações. A segui ap esen am-se au o es exemplos. Mencionada isancs inė
eg a explica-se já po á ios deles.
3.2. Tex o.
Me a ezines pasakėčios-me amo inės nu ilėčios, ou kalbinės
au opsijos d iskiemenių žodžių x(e) (ė) (ie)-l (ė) (ia) (iai) (e) ema
***
šalnas e ine i á el no emb o Sob e anapusumo
VYSTA GLS GYSTA VLS.
***
Apie ko o mėnesį nuskaid ėjan į ainų gy enimą p ie Išika io upės
33 Essencialmen e, aqui se ala sob e composição de unções, que segundo de inição já é asocia i i ,
po ém sua commu a i idade i in e a peculia idade. 34 Pa icula men e in igūs casos ma emá icos:
comp is ū is, e icalė ho izon alė.
A igos A icles 245 /
Ma ema ika, kalba, poezija: są eikos i aukos
SAKUROS VĖLEI. VAKARO SIELIAI.
***
Romance sob e uma in eliz amo em iolonçelei solo
GLS RŽIA ČÈL GRIEŽIA.
***
Digaėčia sob e nema ią il į e suplak ą g ie ina
VENOS PÍPS LEEN VELIA.
***
Odžib ų, habi an es po Bigžiųjų eže ų, pa ajus
VALGO ZEL ŽVALGO VL.
***
Sob e be ibį cu iosidade e b inquedos- obo us in ância
RIEKIA LL. LIEKA RL.
***
So ijaus mi as e mo usiųjų laidojimas andenin
DLS VLUOJA. VLS DVLUOJA.
***
Como na e a assim e no céu (his ó ia sob e a ainha dos pássa os, não lig
dangiškąją Ma iją An uane ę, que du an e badme į alimen o a seus solici an es
a šo ė: Nė a pão? Comeiam a agus!)
KAISTA MIELS MAISTAS KIELEI.
***
La galių deslica pa a Del u a e Nalšias em sézioo VII
SLINA VLEI. VLINA SLIAI.
***
Se mão do eden o sob e a pe dida e eniškidade e com isso adqui ida
dângusnos (Lk 9, 24, só ecoun ado em Skapiškio u go)
VIELÕS CELĖS – CÍELOS VĖLĖS.
***
His ó ia sob e senolį sedukiejų quem, besodininkaudamas, descob iu ply galį de
segunda Je usalém emplo de ŽABALAS KL. GABALAS ZL. KABALA GL.
***
Sob e os selecionado es e caçado es pi mykš ę comunidade (em que e os
ca ado es, u ilizando spąs us, o nam-se selecionado es) PELS STRINGA STRLS
PINGA.
***
His ó ia sob e A ilą Huną, sem quaisque i e iškumų laimėjusį Ildikės ank
GREITA STRL RAITA GL.
***
GIEDRIUS ALKAUSKAS
246 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXVI
Qual é a pequenina, mas mais essencial pa e de uma g ande coisa?
DRELĖS – RATAS, RELĖS – DRATAS.
***
Tudo aqui lógica. Os ísicos con i ma ão, que o essencial g ąž o (n. s e . d elė)
mechanism é s aig as, e elés ele omagnéa , cons i uído de io (sen. s e . wa o)
ijų e e omagne iko.
Pode-se suge o i e ou os schemos ATD aplicação. Vamos pega ases
ca ac e ís icas, p é-jeodžius, só pa e s us oksimo onais ou calambū ais. Po
exemplo, aonde não desapa eces e á de daqui desapa ece ; não da ga a pon e a
queima ; a emos e se aquela e emos; isso menu desde i emená eis empos; esse
cul o já não é cul i ado; ninguém nãoi egia desnedi e . . Pa a o mais in e essan e,
ob iamen e, al umaeilho in e p e a . Mas idėja, que ca eg o a seman ina do nome
do poema pode se demiama, ealmen e nenauja pa e eilių S. Gedos no li o Sk ynelė
duasiom pagau i (Geda 1994) išši ujada só a pos e io i paka o inai pe skaičius
nomeamen o. 3.3. Sinonimia e aizs de unidade. P imei o, de inição: Tik aisiais
sinonimais são conside adas pala as de a imos ou apačios signi icado, que
signi icam a mesma noção e usados a á ios signi ica i os onsal iam ou es ilis icas
peculia idades ma ca em. [...] De ido à polisemia, a pala a em alguns seus signi icados
pode con undi em elações sinônimas com umas pala as, e em ou os signi icados
com ou os (Lybe is 1981 3).
Imaginemos ago a, que as pala as α1 e α2 são e dadei os sinônimos.
žan iniai, emociniai, da ybiniai – inka isi. I už iksuo i žodyne, i naujai su-
Ideog a icamen e, cons ui o i, se só lingubinis pojū is concedamam sinonimiškumui
nep ieš a auja. Es a elação é es a que a deno amos α1~α2. Tegul ago a segueje α1,
α2, α3, ..., αn cada ade ima pa se á sinonimas (em ski ing pai s a mesma pala a pode
se usada homonimiamen e). Se p ocu a éssemos exemplos, nos quais α1~αn,
di icilmen e e i a íamos uma sinónimas kekės. Mas adicionado equisi o adicional p, 1
< p < n: α1 αp, já c ia a necessá ia ensão. Ou a ques ão: quando α1~αn? Em ou as
pala as, pode a cadeinha de sinónimos conduzi ao an onimo? Nessa pe gun a e
escondida poesia. Essen ela i i o (me o os) e absolu o elaçãoquie. Ainda ci ando
Lybe į: Ziema, echklojs b an ais pa alais, nocąs os pumpu ą g ealią (Mai onis). Aqui
pa alai eikšmę ‘sniegas’ įgyja ik kon eks e i y a aizdinga me a o a“ ( en pa ).
a pala a Iš ies, uma das espécies de me á o a é įkon eks inimas, a di e en es
pala as ou ases dando de sinonimos b uožų. Mas en e ex amen o pode se
subs i uído po um algo i mo, que a pala a α1 sinónimos g andine nu ida à pala a
αn. Assim essa cadeinė adqui e me á o as aožos. Sinonimų, nãocon lik uojan es
com kalbine in uicija, pseudopa yzdžių c iação ambém pode se boa poesia.
A igos A icles / 247
Ma ema ika, kalba, poezija: są eikos i aukos
Tegul n . O núme o complexo ρ é chamado de aiz do g au n- h do menos umi o, se ρn
= 1. Po exemplo, 35, G andinė α1~αn e é lingubinis šaknies de minus unidade análogo.
Po exemplo: calo uma, kai a, djio a, liga, šal k ė is, šalimas, šal is. A pala a
djio a aqui pa ou homonimiamen e e como ‘saus a, e como ‘ ube kuliozė. Libe i
o mulouo ê sinónimo isso a spal is. Sinônimo de co es óp icas pode se e ou a,
duplo equência de baleio co . Digamos, limi e à luz e melha (400 e ahe cos)
sinímica iole inė (800 e ahe cos). se na óp ica isso não é su icien emen e
con incen e (ambas equências es ão pa ibias de egime de luz), ajuda a acús ica,
pois iplicado a equência co esponde cla amen e sinoniminį (bend a a dį) à
in e al da pu a oc a a (pa yପରି, p imei a e an os oc a os sol). Po an o, no
caso da óp ica e da acús ica, a an onima se ia igualmen e a a és mediį, onde a
elação de equências das ondas é 1.4142. No en an o, é e iden e que de um ao
ou o pode se len amen e mo endo empu a só ia a spal ius e a ga sius36. No
con ex o da língua ais casos são singula es. Nisso eles in igam. Acima ci ado
calo […] iaço exemplo al ez não é ex emamen e in e essan e (ge o e
neieško a), mas a mesma ema alguma coisa p o undamen e de kalbinės sie u os
zakabina. Telieka i i alą37.
4. POEZIJOS MATEMATINIAI TAIKYMAI
Sibi e in e essei pelas ciência
p ecisiaisiais ísica, ma emá ica.
Nak imis s udia a a eo ia aibias, esc e ia eilê aščius. Kun. Česlo as Ka aliauskas
4.1. Cons an e de A chimedo. Squičius π é o mais impo an e dos chamados
pe iodos38. O alo des a cons an e igual à elação do comp imen o e diâme o da
ci cun e ência, ap oximadamen e
35 Menamas unidade i, sa is azendo egüença i2 = 1, ma ema icamen e pla onizada ealidadeia é
e dadei o, exis indo obje o, mas al enganadinho nome p igijo his o icamen e. 36 A imos equências
acús icas ondas b ilhan emen e disonuoja de ido ao chamado e e o mušimo. Mas se a gássise da
memó ia epe ido som (žinia), cuja equência pode quan o des ia do o iginal, en ão a gássise o na-se
di e o analógico do e lexo óp ico. 37 A es a negudamen e alego ia opos o signi icado em azeologism
innio i meške es, cujo ambos sandhi casoip são do p imei o sandų quase leksiniai sinónimas. 38 Tikslus
pe iodų de inição é bas an e echniškas (ž . Kon se ich, Zagie 2001).

GIEDRIUS ALKAUSKAS
248 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXVI
3.1415926535897932384626433832795.
Isso, e dade, não há de inição p imá ia. Euclidinė geome ia em planoš umo ope a
com linhas e pon os, cujas elações mú uas nusco pos ula os de Euclides. Gi din
pala as pon o e iesė ma ema icamen e, imaginam-se ealūs obje os, po ém
ope a possí el só concei os, que submūs a de p é-de inidos laços, chamados de
axiomas. Tai duo idades, g údai, isauginan es želmenis ( eo emas) e de lių
( eo iją). Exemplo aksioma: A a és a pon ua, não sendo em duo ojoje linha, ai
única linhaê, que a não coe a. Es e é o amoso quin o pos ula ado (aksioma) de
Euclides, que há mui o en ou de e de ou os. Se osse pa ykem, o quin o já não
ôssemos necessá ios. Pode-se lemb a ma emá ico bem poe a Oma o Chajamo
eikalą Euclides li o p imei os pos ula os comen á ios (ce ca 1100 m.), no qual ele
manėsi des edimen o adęs. In elizmen e, XIX a. oi p o ado, que o quin o
pos ulado de Euclides é independen e dos ou os. Suas al e na i as e pagimdê as
chamadas neeuclidines geome ias. Sob e as úl imas I anas Ka amazo alou
Aliošai:
«Между тѣмъ находились и находятся даже и теперь геометры и фило-
софы, и даже изъ замѣчательнѣйшихъ, которые сомнѣваются въ томъ, чтобы
oda uni e selna ou, ainda obsi ne, odo se ié oi c iado somen e po euclidoвой
геометiи, osmливаются даже мечтать, что дв параллельные линiи, которые, по
Эвклиду, ни за что не могутъ сойтись на земл, можетъ-быть, и сошлись бы гд-нибудь въ
бесконечности (Dos oye skis 1879: 396). Só au o io, po ce o, aqui não é bem p eciso:
mencionando neeuclidina, ele mais dep essa nusca p oje inês geome ias esmę.
Las a ojoje semp e co e o al ese: duas nesu ampanças e dadees ke asi num
pon oške. Es a geome ia em mais al peculia idade: qualque qual de seus eo ema
sukei us poços e iesias concei os luga es, ob ém ce a eo ema. Anks esniam
eiginiui dualus a i mação: a a és do di e en es aškus ai única linhaė. Ao mesmo
empo isso é excelen e ilus ação, que di eė e aškas ė a abs akcijos. Imaginando
mená el sílios linguagem, na qual pala as de eisē e askis signi icâncias são
sukeis os, odas lie u iškos eo emas galios e sėliškai. Tam, čio obje o, con eia-se
kad bū ų pa yškin a, kaip ma ema inė abs akcija ski iasi nuo aizduo ėje esan-
que um dos modelos de p ojec inês plânš uma é ima ê espaço com ixoso nuliniu
pon ošku O, onde aškas isso pe O einang e a Dos oje skio nepap as ai cabeca e
i iesė, o „ iesė pe du aškus“ – pe d i okias ieses iš es a plokš uma. Todėl
Jus inas Ma cinke ičius:
Todo o empo busco um pon ocho, do qual saem
odas e dês. [...] A oda a ho a p ocu ei uma
pala a... Embo a saiba que nunca encon a ei (DALP2 18).
A igos A icles 249 /
Ma ema ika, kalba, poezija: są eikos i aukos
A de iciência da de inição in ui i e a de π ago a é explicada simplesmen e.
geome ijos ėmuose iesiog neįmanoma apib ėž i k ei ių (pa yzdžiui, apsk i-
Euclidinas imo) longoio. Pa a isso necessá ia ou o amo da ma emá ica,
análise, com os seus axiomas. A p imei a de inição π pode n'su p eende : Es e
.
in eg al puikus amplynas į Dan ės Rojaus 33-ios giesmės 45-ą e ce ą:
Qual èl geomè a que u o sa ige
misu a lo ce chio, e non i o a,
pe cepęs, pensando, quel p incipio
Saky um geome as, onde p obino pe
pa e i a ą quad a u, galop
ond‘elli indige. que em ão es o ça e a kinha.
Po que nes e caso medi sk i ulį e con e e a oda num quad ado é uma
adução bas an e exa os? Dan ê ala sob e an icinho sk i ulio quad ū os
za a iní. Es e pe gun a se possí el só sk ies u o e liniuo ės ajuda socons ui
quad ą, cujo á ea é igual à á ea de une inio sk i ulio. Isso que a espos a é
nega i a, p o ou Fe dinand on Lindemann em 1882. Mais nemesigilinsime es e
Commedia pjū is, pe eula idisciplinija da eologia, poesia e ma emá ica, é não
bemgai isnag inhado (He zman, Towsley 1994). π e p óp ia poemas sob e a
es u u a geome iná, p eciziamen e suplanuada p óp io au o iaus (ž . Ha
1987). Sk i ulio k ad a ū os a e a, compa ando o seu nãošsoluziamismo com as
sen enças sulyginima po aqueles mesmos deli os imus, Dos oje ski mini
Už ašuose de mo usių namų. Es e a o é passado po casualidade em uma súbi a
bas an e comple a The Palg a e Handbook o Li e a u e and Ma hema ics
(PHLM). 4.2. Mnemonikai. Da ijo Kas eljanos (Cas ellanos 1988: 152153) discu e de
á ias línguas mnemonikus, ajudanços a ma i π ci is dešim ainėje sis ema de
cálculo. Koduo ê aqui simples: a quan idade de le as da pala a co esponde a
um núme o mení. Bem conhecida a ian e anglisca, quan o menos g egiškas: How
I wan a d ink, alcoholic o Αεί ο Θεός ο Μέγας γεωμετρεί, το κύκλου cou se, a e
mechanics! núme oν απέραντον...
he hea y lec u es μήκος ίνα ορίση διαμέτρω, παρήγαγεν in ol ing quan um
Toliau au o ius pa eikia imuo us pa yzdžius p ancūziškai i ispaniškai.
É e iden e (e is o con i ma ambém os es udos) que a poesia a es e im se
adequamescê do que a p osa (Le i in 1999: 200211). De a o, a memó ia humana
de alhes é bas an e apda: de o diná io con e sabio mui os a simion apenas
acen ą, emoção, nuo aiką. À luz des e a o na luz dos elhos baladžių e epų in é p e es memó ia pa ece quase enomenali.
Vis ik y imais a skleis a, kad a likėjai isų de alių neįsimena: i mas, imas,
ali e acijos, melodika, g ama ika, seman ika eks o lais ę iboja, kas i padeda
GIEDRIUS ALKAUSKAS
250 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXVI nãouklys i. Liguiai assim ac iliniai pojūčiai
į ėmina pianis as lembin į. No en an o, após o in e alo epe i inai is y us onze epų
dainininkų explicou, que o ex o não semp e a ka ojamas iden iškai, po ém
subjūs a seman iniams e poe iniams su a žymam: leksika sinonimiškai a ijuja, a
mažak ū ius pala as, nekeisdami semências, às ezes keičia ki i.
Memo ies eco dos con ex o, aqui e esconde po enciaus pe igos. Isingui-se poesia
encodia mul idão π núme os, mas um um nemem o sinónimo udo pode des ui . Po
exemplo, Kas eljanos (Cas ellanos 1988: 153) o nece 1717 m. ancūzišką eilė aš į,
que se baseia 126 π ci ų calcula čia im. In elizmen e, o 113, é e óneo. Isso no ado,
a pala a sec eu (7 le as) e e que se subs i uída em quad an (8), e com ele
sei ando an é ieu (9) em p écéden (9). Exis e mais uma des an agem des e
codi icamen o. Neabejojama (nego isso ainda não p o ado) que o núme o π é
no malusis em odos os sis emas de cálculo. Is o é, sua dešim ainês exp esshoche
do núme o 0 ace a -se asimp o i icamen e com likimybe 39. Po que não há
be aidžių pala as, nulį pode codi ica dešim aidžiai. Em segundo, de uma aidzes
pala as na poesia possí eis o e em, algumas is ik ukas, a mybės40 e não
habi ualmen e usadas abėcėlės le as41. No en an o, é ób io que, se qualque
décimo a pala a iena aidis, o ex o não se á na u al. Todas essas pala as
exclusi as em uma sepa ada classe lai uma aidžiai nada não códea.
4.3. Memo ies con olė. Solução do p oblema de ido à memó ia não con iabilidade de alhes
o e eceu algo i mo, ins alado b ūkšniniuose e de á ias des inações QR (quick esponse) códigos,
núme os de ca ões de c édi o, li os ma cenyse ISBN e EAN sis emas. Essencialmen e, o mé odo
da soma de con olo (S akėnas 2007: 127). P ecisa lemb a dígi os 3603735 o mais simples con ole
numé ico suguldidas como ėgėlės an suolo42 pala as comp us sukon olia , pode ją supldy i
muo bū ų 3 + 6 + 0 + 3 + 7 + 3 + 5 mod 10 = 7. Taigi, siekian eilu ės jau kny-
sep yn aidžiu pala a, po exemplo, já li os suguldidas como ėgėlės an suolo p ikio (deja, isso
opą suda ko). Algumas da o mas do ex o obedeçan es e os (já → e, como → como) se ão
no adas, mas se não o ia a deklamuo ojas sukeis ų bem. Po an o exis e ce a a žan i
es u u a in e na, e aibė es a ís icas nepaklūs a. F equen emen e eque ida p op iedade
39 Ta kime, eikia į ody i, kad aibė u i am ik ą sa ybę, ku i nė a būdinga ipinei, s a is inei ai-
p o a-se p ecisamen e zaciuopando es a es u u a. Po ou o lado, os p oblemas, nos quais se
pede p o a que conc e e i aibė (π skai menų seka) subjūs a aos es a ís icos dėsniams, são os
mesmos mais complexos.
40 Famousis Anykščių šilelio (o, be , ogi). 41 Juozo E licko pamo ada es ilis inė ins umen o, po
exemplo, Daug mais dá à alma aleg iamo e . ., Aš a um aukinys ku is ku sa o Iš A į B and dingo C
paskui e e c. / in o jau.
42 Eilu ė iš S. Gedos eilė aščio „Ka aičių kaime, ku is užpus y as smėlio“, ik o iginalus i pakeis as
A igos A icles 251 /
Ma ema ika, kalba, poezija: są eikos i aukos
pala as li os e suguldi as luga es, jambo com cezū a nesugadin ų, mas es a
e o con olinis numme o, ale, ne iksuos. A ma emá ica ainda só pode ajuda
mais signi ica i amen e, po que o algo i mo escolhido não é bom o su icien e. Se
osse usada a ó mula Luhno, ela ixa ia e de um dígi o não coincidência, e quase
odos os e os de oca de dois dígi os adjacen es (só os e os 09 90 não
pe cebe ia). 4.4. Algo i mo. Dada baig inė skai menų seka {s1, s2, s3, s4, s5, s6, ...,
s }. 1. Ela é subs i uí el seka K = {2s1, s2, 2s3, s4, 2s5, s6, ...}, i. e., cada segundo
memb o doublizado.
2. Todos doisženklia núme os, es an es K, subs i uíam em suas somas
digi as (pa y example, 12 → 3,14 → 5, e . .), assim manei a ob ém seka L. 3. L
Todos os memb os são somados, e o desejado núme o de con ole é igual a
es a soma módulo 10.
Po exemplo, conside emos os mesmos 3603735. Aqui K = {6, 6, 0, 3, 14, 3, 10}, L = {6, 6, 0,
3, 5, 3, 1}. nume al con olinho 6 + 6 + 0 + 3 + 5 + 3 +1 mod 10 = 4, po an o a pala a
galo ixusá mais possí eis e os do que a pala a an ekio. Mnemoniko com
con ole algo i mo ago a se á unsacy apenas ap oximeclamen e, po que an es
disso é p eciso ealiza k uopščią análise es a ís ica do ex o exemplo e
discu i possí eis complicações. En ão em ez do mé odo Luhno é melho usa o
algo i mo suges ionado do ma emá ico holandês Jakobo Ve hio o (Jacobus Ve hoe ), que ap-
inka da daugiau klaidų, aip pa i 09 ↔ 9043.
Mnemonicui esc e e ex o em e cinas clássicas, onde cada linhau ê em 11
skiemenas. Um pouco an o es a ís icas. G a ike e a ada Sigi o Gedos
em ados P aga o X giesmės de odos 45 e ce as comp is le as (disc ição sinais
não concuuuojam). Todas linhas, exce o po um e ce uas 7, 11, 21, 23, 30 e 33 (onde
skiemená núme o é ou 9, ou 13) em 11 skiemená. Ma ema icamen e nedan iškos
ileu és o am pako egidos. Es e já es i amen e hendekasilabinio jambo ex o
e usado es a ís ica. Raidžių medu kis e ce uas é 84,44, skiemenį média em o ma
2,558 aidés. A linha p e a deno a no muo oa apa amen o unção, in e poliuo oa
iesiškai44.
Algo i mas. Tegul {ps, s ∈ } bus skaičiaus π skai menų seka. T. y., p1
= 3, p2 = 1, p3 = 4, p4 = 1, p5 = 5 e . . Di idamos os núme os em blocos po 10. Ago a quan o um bloco
zabaikemos con olinho digi imi de aco do 43 Olandų alboje núme os ge almen e con am-se em
pa es. J. Ve hoe as, in es igando índices pos ais, con ou que e os one icas, quando o núme o 1x
sumemxido com x1 (pa ys änden, 15, Vij ien e 50, Vij ig) en e odos os e os cons i uem 0,49 p oc.
Isso é uma pa e não conhecida, mas isí el. 44 A unção de se dis ibui de amanho Assi ek Z
F(x)=P(Z < x) indica a p obabilidade com a qual ele adqui e signi ic isi dados issi ek as numa única
mę, mažesnę už x. Tokios unkcijos maksimumas y a 1. G a ike ši eikšmė padaugin a iš 5, kad
ilus ação.