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Matematika, kalba, poezija: sąveikos ir traukos

Giedrius Alkauskas

Abstract

    Straipsnyje tyrinėjamos dviejų iš pažinimo sričių (matematikos, kalbos, poezijos) sankirtoje esančios struktūros, kurios implikuoja netrivialias išvadas trečiajai jų. Pavyzdžiui, nagrinėjama, kaip kūrybiškai interpretuoti lietuvišką tekstą, parašytą laikantis griežtų matematinių ir gramatinių taisyklių. Toliau, remiantis matematika, atskleidžiama tercinų formos šerdis, tuo pačiu šis poetinis Dantės išradimas leidžia formuluoti teorinį (ir keliais atvejais praktinį) uždavinį. Straipsnyje taip pat aptariamos prielaidos, nulemiančios, kada kelių disciplinų sąveikos yra (ar gali būti) vaisingos.

Full text

S aipsniai / A icles 227 GIEDRIUS ALKAUSKAS Uni e sidade de Vilna ORCID id: o cid.o g/0000-0002-5747-363X Di eções de pesquisas Cien í icas: o mas modula es, equações uncionais, p ojek y inės ėkmės; na amocsliniai aspec os de musicologia; linguagem de poesia e o ma. DOI: doi.o g/10.35321/all86-10 MATEMATICA, LELVA, POESIA: SVEIKOS IR TRAUKOS Ma hema ics, Language, Poe y: In e ac ions and A ac ions ANOTACIA S aipsnyje y inėjamas de duas das cognição á eas (ma emá ica, linguagem, poesia) juni oje si uadas es u u as, quais implica não i ialias conclusões íciaia deles. Po exemplo, examina-se como c ia i amen e in e p e a li wišką eks ą, man endo esc i a ígidas eg as ma emá icas e g ama ínicas. Mais adian e, baseado ma emá ica, e ela-se e cinas o ma she dis, ao mesmo empo es e poé ico in en o de Dan e pe mi e o mula eó ico (e em alguns casos p á ico) za a inį. O a igonyje ambém abo da p esunções, nulemianças, quando á ias disciplinas in e ações são (ou podem se ) aisingas. ESMINIAI VOZŽIAI: eilėda a, ixsuo as o mas, e cinos, quin inos, Ba anauskas, Dan ė, penkiaeilis, bidiscipliniškumas, conc e ότερη poesia, sinonima, me a ezė, mnemonikas, Luhno o mulė, opai. ANNOTATION In his pape , we in es iga e he s uc u es buil in he in e sec ion o wo domains o knowledge (ma hema ics, language, poe y), which imply non- i ial consequences o he emaining domain. Po exemplo, we explo e he possibili ies o how o c ea i ely in e p e he Li huanian ex whose o m is s ic ly limi ed by ma hema ical and g amma ical ules. Fu he , ma hema ics helps us o e eal he co e o e za ima by Dan e and allows o pose a pu ely heo e ical (and in ew cases p ac ical) p oblem abou i s gene aliza ions. We also bu GIEDRIUS ALKAUSKAS Ac a Linguis ica 228 Li huanica LXXXVI discuss he assump ions unde which he in e ac ions o se e al domains o c ea i i y a e (o can be) e ile. KEYWORDS: Ve si ica ion, o mes ixes, e za ima, quin a ima, Ba anauskas, Dan e, pen as ich, bidisciplina y, conc e e poe y, synonym, me a hesis, mnemonic, Luhn algo i hm, ope. 1. INŽANGA Imp o izacija poezijoje y a s a biausias dalykas, an es disso de e se u ininga o alidade ašan ysis u i išmany i i iziką, i ma ema iką. Sigi as Geda 1.1. Con ex o. Es e a igo e cei o de qua o ex os de ciclo. O p imei o oi des inado à ala da poesia (2019), o segundo à sua soambesi (2020). A úl ima pa e abo da s esc i os de poesia: neno minesa esc i a azões (his ó icas, polí icas, ecne, pessoais, especí icas) e po encialia a sua capacidade a ís ica; g a emas, silabog amas, logog amas, hie ogli os, pic og amas e g á icos; pe ogli us, li ome iją1 e bus o edoną; esc i menos ( a gem, aka ų A ikos Adlamo e Nko, Enocho idiomas) dimensões poe inas e a possibilidade isso con e e ex apolia em língua li uãs. De a o, ques ões sob e egzokalbinį de ici ą p o ici ą lie u iškose eilėse g aždanka2, ou li os de o o ių Lie u os usėniškai a abiškais ašmenimis (pa yčiams, I ano Lucke ičiaus ki abas), in iguam. E ainda: a o ma da ped a di ada ou o espa ė aikį pa a os ex os exca ados?3 Se á di e en e Luis Ca olio Jabbe wocky4 de ex o, cujo pe cebe não oi possí el, mas que de e dade em sen ido, embo a po séculos pe das ą? Essas ó bi as succis da qua a pa e idėjos. O obje i o des e a igo exau i á ias cons uções, baseadas de duas á eas (poesias, línguas, ma emá ica) mú ua in e ope ação, que implicam no i ialią 1 A medida de Ped a (λιθό μέτρον). Es e e mo aqui é mais ap op iado do que medição da e a (geome ia). 2 Gied iaus Subačiaus monog a ia (Subačius 2010) des ina-se a ou o aspe o des a ema. 3 A poesia esculpida em acmenye combina sa yje e empo a ą, e belaikę geome y do espaço. Eilė aš is, esc i o uma de mais abaixo nes e ex o (2.2.) ap a simų quin inų o mų, nomeadamen e, 13213 24324 31431 42142 (s anda inė k in ina moduliu 4), iškal as em 1 × 1 × 2 p opo ções s ačiakampio g e asienio pedmeninės s elos, paslepia mesmo a di eção do empo. 4 sob e no i ialią des e poema esc i o es u u a linguís ica s . h ps://en.wikipedia.o g/wiki/Jabbe wocky. Ma a ilhoso! Nenues abu, juk L. Ke olis (Lewis Ca oll, eal su name Cha les L. Dodgson) p o issionalus ma emá ico. A igos A icles 229 / Ma ema ika, kalba, poezija: są eikos i aukos e cei a s i ies es u u a. Isso oi ei o de aco do com abalho sob e música e ma emá ica analogia (Alkauskas 2018), onde limi es de conhecimen o ge al são examinados não de p ecisliões ciências ( aip esc iban ieji o o ais maio ia a amen e escapila am de schemos de pensamen o na u al amocslinio), e de a e ną (2.2.), nepa eikiama. Taigi šis eks as – ik idėjų daigynas. Be ne i nedygus kanko ėžis isą alksnio ( aip, alksnio!) p o aizdį sa yje jau u i. 1.2. Kon s a egija. I is ik: a ski akilmių kū ybinių jėgų są eika ga- pa e. Exasamios exemplos, exce o ieli se aisinga? Tema no i iali: embo a a uais documen os cien í icos mul ii bidiscipliniškumui a ibui suaiminę alo ę, mas já de á ios aibių sanki a mais eqüen e cob eia de odos ke menų5 de iciências, do que ab e um no o po al. P imei o, o que signi ica mesmo o í ulo pa ag a o? Embo a seja só jogo, mas es a pala a e le e p ecisamen e o espí i o do a igo e in oduz em ma emá ica-palbos-poezias sanki os a aisingąją pa e. S uk ū inė e ma ema inė ling is ika ex e apenas b e am se á ocada (kiek labiau skaičiuojamoji), mas en a iza isso, que acionalalaus sąmonės p ado a enção i acionaliajam odos os casos de a e e ciência in e ação oi e é bemokai maio , do que in e soščiai. Dui ca ac e ingas ci ações. P immoji Zeligo S. Ha iso: Howe e , he deb o ma hema ical linguis ics o ma hema ics is chie ly he a i ude and he way o hinking a he han any pa icula esul . I is pe haps no acciden ha mos g adua e s uden s in his ield come om ma hema ics o logic a he han om linguis ics (Ha is 1969: 191).6 Segunda Olego G inbaumo: «Главной причиной [малой интенсивности использования математических методов в литературоведении] мы считаем отсутствие в арсенале ученых- стиховедов, оперирующих понятием художественной целостности, такого формального аналитического аппарата, в котором целостность стиха могла бы быть представлена и описана на языке математики» (Гринбаум 2002: 12).7 5 P a êsiando An ano Ba anausko idéias e minológicas ma emá icas, e ainda mais Jono Jablonskio (que ao in és adqui il o plu al do plu al o e eceu plu al): como de á ios aibias conjunjungoje nomea cada pa e junmuõ? O de á ios aibios c uz oje ke muõ? Aqui a y um dois ios con aca, onde cada um deles pode a isa -se su ekmuõ (su ekmuõ). Su ekmė (‘san aka), ekmė, įs u is (‘į aka, žio ys) não se e. 6 „Reikia pasaky i, kad ma ema inė ling is ika iš ma ema ikos g eičiausiai pasiskolino požiū į i manei a de pensa , mas não qual o conc e o dos esul ado. Po an o, não é de admi a que a maio ia des a á ea magis an as sejam pabaigada não linguís ica, e de ma emá ica e lógica bacha elados. 7 Nossa opinião, a p incipal azão po que gi li e a u aologijoje pouco são usados mé odos ma emá icos, é que os cien is as, examinan es eilêda á e usando os a ís ico uni ismo GIEDRIUS ALKAUSKAS 230 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXVI Po an o, aqueles a os casos, quando poliai seikeičia, quando ela i amen e i acionaisnis p adas in oduzia acionaisnį, são pa icula men e aliosos. En ão o que é esse jogo com o nome? T ês pala as da língua li uânica an sk ydis, be gždžias, kon ž algyba em po penkių p iebalsių kekę. A pala a kon s a egija (‘ eiksmai, des inados liquida o e ei o da es a égia ad e sá io) com seissei p iebalsių keke, usado em li e a u a especializada, em si em algo i micamen e sup og amuojamo8 op imiza imo užda inio g ūdą: as i isus mo ologiškai, o- ne iškai e p ak iškai podimos pala as da língua li uânica com maximalia possí el unções de pala a o ma ança aidžių sekos signi icado. A pala a aqui coincidindo da ančių aidžių seka. Pažymėkime ją . Tegul y a isas hipo e inis lie u ių com ele sucolbos diccioná io. Tokų unções exemplos: 1., se na pala a há embo a uma ozė, nelygi a; con á io caso, balsių a núme ou. 2., se a pala a em duas oalses ou duas p iebalseses g e a; con á io caso, da pala a comp imen o. 3. é do mais longo posekio, suda y o só de balsias, longois. Conside emos o úl imo exemplo. Inįs as ai b i iai soando Kėdainių Paeismilgio (upelis Smilgai is, sen. Eismilga) o nome da ua indica possí el paieškų lauką. Assim, na pala a nuokalnė sandą mon nas subs i uído em a imos signi icados uolą, ob ema nuouolė. Es a pala a e usado no poema Šiau iniai elik ai no sé imo canheme9. O p oblema de op imização o mula-se assim: se e dade que Nesse caso leškomos pala as aibé.10 Aišku, insc i as ma emá icas (logicas) ó mulas só o malizam sen inhas, que emp exp essi pala as são mesmo sim asčiau. No en an o p o undamen e ac edi o que só os egula es desliz pa a a en e e pa a ás en e me akalbo, o mulas, ja gão, como de um ex emo, e poé icas línguas, como ou o, o nece a amá ala sob e e dadei a ma emá ica e poesia. Nuola inė elhões e ybių de al ação e no os e al ação. O š y uoklė con inua es y uja. Ba anauskas e ma emá ica. 1.3. Embo a e aleg e, que Jonas Kubilius sup incipo iolação seu es udo inko ma ema ines Ba anausko dieno aščių i laiškų ie as, be dėl š y uoklės An anas Ba anauskas e ma emá ica (Kubilius 2001) alin ina ese ouo ai. Knyga aos alunos des inada a amilia iza com os p incipais concei oá, não há į aldę o malaus analí ico apa a o, g aças ao qual sequêda os uni isidade pode se ap esen ado e desc i o linguagem ma emá ica. 8 Algo i mo é o que pode ealiza baig inė Tu ingo máquina. 9 Po mais sob e poemá e . Alkauskas 2022. 10 Função e elemen o a ma cação simbolizuoja b pi ma aizdžių aibę: odos os elemen os, aos quais. A igos A icles 231 / Ma ema ika, kalba, poezija: są eikos i aukos ma emá ica concei os: p imá ios núme os, E a os eno ė is, asimp o ikas dêsnis, g aus, c ip og a ia, cons an a de A chimedo, sk i ulio k ad a ū a, in inalidade, e es e obje i o ela alcança. No en an o, lei o , aspi ando conhece Ba anauską, lendo nuliūs, po que nãožai ex o com ele pouco que em em comum. E mais. Po exemplo, o que o au o esc e e sob e Poe o encon ada ó mula, que Ka las Hos elds (Ca l Hoss eld) 1890 m. imp imiu conhecido jo nal Zei sch i will. Na e dade seu alo ü Ma hema ik und Physik: „[...] as ezul a as mėgėjui Ba anauskui bu o s a - não é g ande (Kubilius 2001: 30). Š y uoklė a y um num ex emume apanhigusi. E o que alunoindo almo as? Cad Ba anauskas ne ykėlis? Ou o exemplo: Kubilius discuia 1897 m. Va šu oje expos osdin ą Ba anausko publicação O p og esji anscenden alnej o az o skali i syłach umysłu ludzkiego. Joje Žemaičių yskupas-su agana a qualque qual eku en ialmen e sucons uia seką, que e chama anscenden ine. Po exemplo, se a1 = 2, en ão a2 = 4, a3 = 256, e a4 já em 617 núme os. Šiuolaikinessa ma emá ica ais núme os não exis em egzo iniai. Tu ing Machines Theo y exis e unções, que c escem mais ápido do que qualque unção desc i i a de símbolos, po exemplo, al, como (n) = an. Toliau Kubiliaus comen á io (ibid, 84): [Ba anausko abalho] examinadas [es as] p og essões p op iedades, leccionadas já nossas ci adas de ca as pensamen os sob e in inalidade. No en an o, a p incipal pa e do abalho é dedicada a ques ões de iloso ia e eologia. Os essenciais p ecisamen e aquelas ques ões e são omi idos. É bom que os mencione do li e a ai: Sigi as Geda: [Ba anausko] i anišką p igim į liudija mais uma u opinė idėja. Disse eu que ealmen e um g ande poe a de e e idéias u opinas. Compu a u ismo do in e no!; Saulius Šal enis: apskaičiuodamas, a y um su a ai odo mundo badį em ma emá ica o mulae lyg em spąs us. Įklampini Šė oną lyg pasi ė iną abalą pedaço de gin a o e in odu edi Deus o denką! (Geda 1998: 155156). A o bi Juk uoklės é o mada po uma con inuidade de pon os equi alen es. Mas qual um deles mais espe ė amen e é mui o i ep esen a i us11. Mais uma ez paci uando Gedą: Nė a essencial di e ença de en e a al a ma emá ica e poesia ou música. Es e plano cósmico de Ba anausko e a es a, que odo o que ele azia Anykščių šilely, nou as ashões p asi e žė em ou a a i idade (ibid, 156). 11 Isso não é um dênis uni e sal. Po exemplo, complexo de a iá el em eo ia de unções oda local (unido pon o ambien e) in o mação sob e analí ica unção nusca ela e globalmen e. GIEDRIUS ALKAUSKAS 232 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXVI Mui o pouco apenas meia página do Kubiliaus li o dedicado Ba anauskui, como li u iškų ma ema ikos e minų kū ėjui. No si de e ia pois mais: ki čių, p iegaidžių, kalbininkų komen a ų, susi ašinėjimo su Hugo Vėbe iu ex aukų. Kubilius, ele mesmo inicia endo o abalho de ocodyno (MTŽ) de e mos ma emá icos, conside ay inas Ba anausko da bų ęsėju. Belžią apž algą sob e es es e mos de his ó ia é esc i o po Vidman as Peka skas (Peka skas 2003). 1.4. Poezija e dailė. Segundo Benedik o Januše ičiaus, isuali poezija é um ex o e bal, ao qual no a, adicional dimensão dá à li e a u a nebūdinga isuali a anžuo ė (RP 17). Mas pa ece que esse suplemen inho concedido apenas em alguns li os Raidžių pin u as nas páginas. Algumas ob as ė a exs ai, só su o mados não semminių s o oidžių, e žiu kės, pasagos e . . pa idalais (quem?! quem gi sabe, como pa ece algum moūnas?). Ki i ao con á io, ė a desenšiniai de g a emų. Be gi, ano suda y ojo, poezias li o não jo nalismo ou publicação de in o mação, ela em se di ei o bep asmė ou nesup as a. Nãoup as à? Sup añ ama! No en an o sem sen ido? Se não há sen ido, é udo possí el? Lyg nu ulga in a Fiodo o Dos oje skio men is. Mas não in ei amen e e nu ulga izada, po que algumsão a ligação en e é, signi icância e poesia é, como indica es a ci ação de Tomo S e ns Elio : Išmanančiam poe a a alego ia nada se dis ingue do pu o isual isualjo. E pu as egimiais imagens o nam-se mui o mais o es po se em signi ica i as nós não p ecisamos sabe qual que é essa signi icação, mas insa iando a imagem, de emos sabe que ela em ambém signi icado (Elio s 1927: 397). No en an o, Januše ičiaus ó mula g a inė poezija é eilė aš is, apisme ęs desenšiniu žã i, po que em ge al cabe bidiscipliniškumo de iniçãoimui: acen uando a qualidade do g ynuolio, whea ša en a a ob abinį (sólido pood só de bom molio). Teologia, dis a çando ísica isso ale a pa e de a igos Česlo o Ka aliausko eikale Teologijos žodynas (Ka aliauskas 1992). Ve dade, poesia com g á icos kauke pe sonžą su aidin i e é mais di ícil. P ejus es aqui duas: isikiné e isiologinė. Li e a u a é de empo nãohomogêneo, e g a ica a e de espaço homogenínea. E d ei desenk ei inamen o é possí el ou mui o g andes mas elos, ou iliuzo iniams kū ikos e poesia o ogonalumas são aki aizdus. Ao mesmo é ex emamen e di ícil uma de 12 Li e a u as, como sendo ais (no s o que iniams. Kinas, muzika elpa į homogeninį laiką12. Tai, aišku, sąlygiška, be g a- apenas p aėjusio) empo a e, e musica, como ob igalomai esano aiškos- eikšmės ( . y. sin aksės-seman ikos) in e al como con inuumu. Mas Rim ydo S anke ičiaus (S anke ičius 2015) mojo laiko meno, ski is, no s dažnai paminima, nė a isiškai į ikinama, ypač apmąs an me- men is, que o poe a An ano Kalana ičiaus i in pamêg as se ásis eqüninis empo (aplicomas p eesagos -inė i eiksmažodiniams ediniams de eiksmažodžių, po exemplo, pa eidinėju, заsegdinėjo) isso p ocu is e cada ação como oco endo ago a, o que gaiš dessas dimensões pa e g i ou a. Añ a, ciência ce eb al conhece eações, chamadas ERP (e en - ela ed po en ial) limai nu odo į li e a ū os i muzikos sin ezę, y a nepap as ai įdomi. A igos A icles 233 / Ma ema ika, kalba, poezija: są eikos i aukos (HNL). Em suas pesquisas escla eceu-se, quan o demo a sensaúciais pe cebe pala a e combina pala a ao con ex o. Conhecido momen o, quandoe oco e acesso à in o mação seman ícia. E udo subąconscien emen e. Não comp eendendo signi icância, ainda especi ica-se no ní el da consciência. No caso da in e ação g á ica e poesia simplesmen e mui o mui as ezes eque uma conscien iza ha monização ou concepções sob e bep asmybę. Tokia a i idade cé eb ois simplesmen e pe s imula. Assim, g a inê poesia ampla concep oca, ab angendo mui o écnicas e idėjos. Abs ak ūs (i ma ema iniai) Donaldo Apana ičiaus eilė aščiai nes e li o en e os mais o es. Aqui e empo, nyksmas (RP 8081), k ip okalba, kabala ( en pa , 79), genezė ab o o ( en pa , 78). Pa icula men e in luencios ês OM econs uções ( en pa , 7577), onde sumišę kalba, ma ema ika, mandala, iba, onema, símbolo, paslap is; pasąconsie eage o emen e a isso ( ig. 1). OM econs ução I m a OM econs ução II OM econs ução III z 1 PAV. D. Apana ičiaus ip ikas No li o há e nominalios ma emá icos: Euclido penk ąjį pos ula ą (ž . 4.1) mini Rimas Vėžys (RP 23), e Vilma Fiokla Kiu ė ( enbid, 51) usa ma icas (deja, nes a composição udo pak ikę; mesmo loginė klaida13 mais nepakenkia). En e as boas ideias menciona-se Ma o Gimžausko žaisminga Suahilidada ( en pa , 86), onde a y um pseudo-suahilios esc i os em silabog ammas Tau iška giesmė o emen e co elaciona e com 4.2 emas (á ėminimas de memmin ia), e com a mencionada qua oąja pa e des e ciclo de a igos. Ou S. Gedos Viena ės piešinys pe Jonines ( en pa , 73), que k i ikų, pa ece, de alhadamen e ainda neišnag inė as14. A segui é ap esen ada uma b e e e al amen e subjec i a análise des e ex o g a ino (Fig. 2). Joní mencionamen o o nece e leci ão assegu ada, calendá io Sola . Os ossuliukų lina em 24 pa es. En ão emos luná io ases, onde inigualá el núme o, como ano 13 A=MATRICA IR 4R, kiekis k ad a o k aš inėse kin a nuo 1 iki 7, ad šios k ū elės pe ime ą pada- quando de e se 3R. 14 Embo a o p óp io eilė aš is neka p obėgšmais mencionado (pa y ať, Valen as 1997: 149), ambém Gyčio No ilo in e iu, que in ui y iai aqui menciona kosmosą (ž . h ps://www.be na dinai. l /2012-02-22-gy is-no ilas-eile as is-p ieglobscio-zona/). GIEDRIUS ALKAUSKAS 234 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXVI e início do mês (kol jaunas, ol один) ma ca a jo a į. Pa ei ado desenšinys isso en e á ias cul u as popula íssimo ex-calendá io Saulės-Mėnulio. Tokius a é ago a usa chinai, heb ejos, indai. Na ojo e an igamen e escandina os, po que chui Va ūdnio eilių 23a passagem: Mundil io is nome Mėnesio pai, Saulė ilha dele. Eles des inam dia iamen e iaja a a és dos céus assim empo calculandoo am (PE 101). Mi ologia dos escandina os (caip e sume e os, indų, heb aijos, g eikos), e ainda mais cosmojau ai, Geda o neceu especial impo ância. Vien cikle Sep ynių asa ų giesmės menciona Odinas, To as, Loki. Fal a, a o dem de Jeo á a c iação do mundo concluída, a sé ima Dia de Deus, pônusus y á de o ças ep esen a a p ima e a e au ens ligaes, se e dados à esque da e à di ei a. Ten mundo są anga i čiausia, kismas lėčiausia. Toda massa do mundo, mesmo isualmen e, concen ou-se à esses s aciona iais poškais, e solėg įžos lūžiai, (pe ) i smai, suk ė imai, singulia umai. Ve šu inis unidade ( iena ė, singula is) Joninės, apa inis Kalėdos. Calendá io de Deus p imei o dia da o dem adimasis de chaoso. Chaoso in e sija Tobulidade. T a ka a é įmanomo on ei a, a é bedugne (g . χάος). T empa, ine i a elmen e pa ecendo-se com chaos15. E mais: an es que o me asalical não osse suno min ado em odo o plane a, o in e no do hemis u ulio Sul solêg įža coincidiu com o hemis u ulio No e e ão. Mas pa a quem essas pala as udo a es a um g a inis Gedos poė as i o. 2 PAV. S. Gedos Viena ės piešinys pe Jonines 15 S uk ū alis inės, p eciziosamen e ma emá icas músicos c iado es inespe adamen e no a am que ókias composições pouco se di e enciam dos suku os alea o iniais p incipais. A igos A icles 235 / Ma ema ika, kalba, poezija: są eikos i aukos 1.5. Ma camėjos e aco dos. Em ma emá ica, núme o ce o elemen o pe encen e à es u u a pad ão. Já que ou os (exsky us 4.1.4.3.), não equi i á, o núme o aqui signi ica á ou o na u al dos núme os de aibês = {1, 2, 3, 4, ...}, ou o saudá el núme o de aibês = {0} . A signi icância da es u u a é exa a, mas Kai M, p i eiks ik są okos g upė, ku i bus apib ėž a ėliau. N, unção M mod N (con oma ‘M moduliu Nʼ) indica o único in ei o núme o L, 0 ≤ L ≤ N 1, al, que M L di idi-se de N sem emanescen e. Po exemplo, 20 mod 7 é 6. Falando sob e eilêda á, a g ande le a ma cê masculina, pequena mo e išką, pas o in a pequena cu sy u dak ilinį imą (quando ci čiuo o e cei o skiemuo de im). Esse índice de le a mos a á pėdos (diskiemenias ou iskiemenias) núme o linhau inha. Se odas as ilei as do posmo as i e em igualmen e, esc e e simplesmen e 4-jambas, 3-am ib achis i pan. 2. POSMAI IR GRANDINS Šiuolaikinės kalbos endusias di e encijua abs ak ų mąs ymą (in elė uni e sali língua hoje icou ma ema ika), mas la ynų kalbos uni e salios peculia idades ca ac e ís icas lo en ie iškai Dan ės šnekai. Thomas S e nsas Elio 2.1. Eilėda a e ala. Delį ileda os a e-músico cons i ui ma emá ica (b ígida sen ido) adap ação a ce a linguagem, se i mą, oniką, ins umen ao ę, o mą, imą conside emos es u u as, sime ias, balanço e analogia mani es ações16 Aqui um pa de exemplos. Klasikinėje sinkopio17 linhau ėje kai aliojasi 0, 1, 2 ou 4 neki čiuo ų skiemenų in e alos. Juozas Gi dzijauskas in es igou a es u u a do úl imo e es abeleceu es es ac os: Li u ios poesia exis em em yskėjusios d i sinkopio g upos com seisias18 p incipais me ais e oi ooniolika de alesnių a ių. [...] Quase em odas as a ian es de sincopio (exce o um) p e alece d iskiemenis neki čiuo ų skiemenų in e alo (nuo 51 p oc. a é 75 p oc.). [...] Assim é e po que o seu domínio 16 Mais amplamen e sob e e mos de poesia eja. Ma ulai ienė 1997. 17 Te mo in oduzido Kęs učio Nas opkos. 18 V e VI ipo sincopie pe mi idos 3 e 5 skiemenų neki čiuo i in e alos (Gi dzijauskas 1978: 220–230). GIEDRIUS ALKAUSKAS Ac a Linguis ica Li huanica LXXXVI aBaaB), Co nelijaus Pla elio Mėnulio da želis (1984, 5-am ib achis aBaaB), V. Mykolaičius-Pu ino Pesimizmo himnai V (1925, 4-am ib achis aBaaB), Albino Be no o Po ilgo yl 4-8, anakam achas aBaaB (1973), V. Mačinio Žmogus (1943, jambilisas a7B7A8a5B5) e **** (dak . a4a4a4a4B; ês e sos em dak il um homem não skiambilado), E ko Baladėko o p imei o de 121 e sos do poema com o núme o 121 (dak . jambilisas a4A4A4A4A4A4B); e ou os. Em odos es es es ágios há pausas: ka alek inės ( ūks a одного skiemens), o na u al ex o espi ação alame penkiaeilyje exigem pauzias. Al e na i a Ka alek inių eilučių abc en a po causa pe ponimo: é di ícil imagina na u alą ex o ėkmę, quando a ba pėdà su umpėjusios eilu ės. Eks apoliuojan ai į k in inas, galima eig i: cada imą co esponde e 3 i iliškos, e 2 eme iškos kadencijos (ou a i kščiai). Telieka segunda al e na i a. Ve dade, há uma exceção. K in inom con ém e pu o hendekasilabinis jambas. Aqui cada linhau ê e mina em pausa, apildança ela a é seis de pês. Vienas pauišplečia zės mãža, be ki os eilu ės anak uzė, eikdama kaip p ieš ak is, pauzę a y um a é dois skiemenos. E ealmen e, p imei o descobe o poemas i o com imos schema 12112, onde coincide e skiemenų quan idade linhas, e seus ipos cadenções, é Aido Ma čėno Iš pak aščių į cen ą (2000, 5-jambas abaab). No con ex o des e sei o paci ua o p imei o posmo paci ua simplesmen e ob igado: Sui ęs Dan e, den enos sangujuo os, elhouka lá onde on em hou a be no, peizažas de agmen os sukliijuo as céu e e a, mulhe e luo as, luzesa como aqui começa in e no (ŠChLP 142). Jambinis e ame o se e menos, po que, se a pauzê osse enqualçada, cada ileu ê cons i ui ia cincoos, e osmos 25 pêdos. Esse núme o inigualidade e nulemia s aigius posūkius ex o ėkmėje. des e modo b iskėja ês cho ėjo, dak ilio e jambo quin inoms adequadas o mas: 2 1 3 2 1 ∪∪∪∪ ∪∪∪ ∪∪∪∪ ∪∪∪∪ ∪∪∪ ∪∪∪∪∪ ∪∪∪ ∪∪∪∪∪ ∪∪∪∪∪ ∪∪∪ ∪∪∪∪∪∪ ∪∪∪∪∪∪ ∪∪∪∪∪∪ ∪∪∪∪∪∪ ∪∪∪∪∪∪. Como mencionado, línguas li uãs ca ac e inmais d iskiemenis neki čiuo ų skiemenų in e alo. É po isso que dac ilico exemplo e u ilizado des e a igo S aipsniai / A icles 243 Ma ema ika, kalba, poezija: są eikos i aukos au o iaus poemas Šiau iniai elik ai iniciais giesmei Pi masis ko as be sga do. P imei as duas ases: Skelia gilėjan į a á ea Ge ių no agas... T upina laimėjusiam sėją, Nieko neduo a. Só dado Amžinas Šiau ę klyksmai suakėja, g uodą, G ūdui, Ne imas i pa pa i šiuje, A e ia Visa e ėja Ra as. Akį u žydo ą. 2.4. Sep inos. Canonizadas sep inas já menos p á icas. Pois, p imei o, cada imas ap ico a ia se e ezes, e isso g esia im a ienãskamba. Em segundo, imai cikliškai pasislink e ia só po se ynių eilučių. Nag inėjando á ios 7-ciklines sekas, p ak iškie se ia im i cada segundo posmo. Assim encon am-se algumas i in a ações sep inas. Po exemplo, es a, que e se á u ilizada em seg ojoje e alogía poema (ž . Alkauskas 2022): 1o es ágio 3 1 42 3 42 2o es ágio 5 3 6 45 6 4 Te cei a e apa 7 5 8 6 7 8 6. Ineginais imas epe e-se ês ezes com espaços 3, 3, e equígonas qua o com os espec i os espaços 2, 4, 2. 3. GRUPS Ma ema ica, g e a línguas e musicaos, é uma das o ças c ia i as li es do homem de exp essão p imo iais. He manas Veilis 3.1. Es u u a de g upo e me a ezes. Bina inė ope ação é al ma a iluklinga caixaê com du elês à esque da, di ei a ia e opoue. De ambos os sãos inse indo po elemen ą, caixaê su eikia e alguma coisa, o que já pode se i a po cima, sugene uoja. Ma ema icamen e isso esc e e a □ b = c. Po simplicidade, caixaei ma ca usa não o símbolo □, e o pad ão . G upė (Γ, ) isso aibė com bina ine ope ação, se o pa sa is azem es es axiomas: pa a cada a Γ; 1) Neu alusis elemen as ( iene as): egzis uoja oks e ∈ Γ, kad a ⋅ e = e ⋅ a = a 2) In e s ício elemen o: pa a odo a exis e b al que a b = e; GIEDRIUS ALKAUSKAS 244 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXVI 3) Asocia i idade: a (b c) = (a b) c. Com base nesses axiomas p o a-se que o elemen o neu ois é o único, como e o a i kš ino de cada elemen o. O úl imo en ão ma cado a1. mu a y iąja. No mundo eal isso é não ípiska: a inal não é o mesmo, ou p imei o a Bina inė ope acija gali enkin i i lygybę a ⋅ b = b ⋅ a. Tokia g upė adinama ko- mo e passagei o saluco de ele33. G upinha po unidade simplčiausi são a segunda kojinę, a au i ba ą. I ne as pa s, kas į yks a anksčiau: au obuso sus ojimas a ilei a elemen os (se eles exis ia), aos quais alia a a = e. Tokie chamados e lindžiais ou in oliuções. O ema do espi odinho e lexo con e sao y oje ealmen e nãouja. Assim pode a a se e me a ezę (lie . kep i // sla . пекти), e Algi do Pa acko ys y ą i smo dėsnį (Pa ackas 2014: 85), desc e endo pala as semanes e simbolicas in e ligações: pla -us // alp-us; gyl-is // lyg-is34 e . . Sem olha a me ecida c í ica dos kalbininkų, não de e ia o úl imo enómeno ejei a como comple amen e ناپslinho (Sauda gas 2014: 100). Jus o mais, que, ano Dainiaus Razausko, Vienu elação A. Pa acko com A. Ža skumi abalhos pe manecem ak ualūs. P ecisamen e pelo que nelas se pode islumb a en a i a de S. Valen o no mais al o ní el ilológico [knygoje Mė(lynojo)nulio ling is ika] analisada exp essão de linguagem de e a não au o izada poesia, mas na mesma língua Li uânia (Razauskas 2006: 59). O ema do espelho e lexo pode se es endida, mas comple amen e ou o p incípio. Chamo-lhe isso de design de ex o in e so (ATD). É al o ma de c iação, quando po causa de eg as p é-anks inas os meios ao ex o cons ui são limi ados, deixando oda libe dade à sua in e p e ação, à comp eminimen o pe con ex o, aliuzias e manipulações. A segui ap esen am-se au o es exemplos. Mencionada isancs inė eg a explica-se já po á ios deles. 3.2. Tex o. Me a ezines pasakėčios-me amo inės nu ilėčios, ou kalbinės au opsijos d iskiemenių žodžių x(e) (ė) (ie)-l (ė) (ia) (iai) (e) ema *** šalnas e ine i á el no emb o Sob e anapusumo VYSTA GLS GYSTA VLS. *** Apie ko o mėnesį nuskaid ėjan į ainų gy enimą p ie Išika io upės 33 Essencialmen e, aqui se ala sob e composição de unções, que segundo de inição já é asocia i i , po ém sua commu a i idade i in e a peculia idade. 34 Pa icula men e in igūs casos ma emá icos: comp is ū is, e icalė ho izon alė. A igos A icles 245 / Ma ema ika, kalba, poezija: są eikos i aukos SAKUROS VĖLEI. VAKARO SIELIAI. *** Romance sob e uma in eliz amo em iolonçelei solo GLS RŽIA ČÈL GRIEŽIA. *** Digaėčia sob e nema ią il į e suplak ą g ie ina VENOS PÍPS LEEN VELIA. *** Odžib ų, habi an es po Bigžiųjų eže ų, pa ajus VALGO ZEL ŽVALGO VL. *** Sob e be ibį cu iosidade e b inquedos- obo us in ância RIEKIA LL. LIEKA RL. *** So ijaus mi as e mo usiųjų laidojimas andenin DLS VLUOJA. VLS DVLUOJA. *** Como na e a assim e no céu (his ó ia sob e a ainha dos pássa os, não lig dangiškąją Ma iją An uane ę, que du an e badme į alimen o a seus solici an es a šo ė: Nė a pão? Comeiam a agus!) KAISTA MIELS MAISTAS KIELEI. *** La galių deslica pa a Del u a e Nalšias em sézioo VII SLINA VLEI. VLINA SLIAI. *** Se mão do eden o sob e a pe dida e eniškidade e com isso adqui ida dângusnos (Lk 9, 24, só ecoun ado em Skapiškio u go) VIELÕS CELĖS – CÍELOS VĖLĖS. *** His ó ia sob e senolį sedukiejų quem, besodininkaudamas, descob iu ply galį de segunda Je usalém emplo de ŽABALAS KL. GABALAS ZL. KABALA GL. *** Sob e os selecionado es e caçado es pi mykš ę comunidade (em que e os ca ado es, u ilizando spąs us, o nam-se selecionado es) PELS STRINGA STRLS PINGA. *** His ó ia sob e A ilą Huną, sem quaisque i e iškumų laimėjusį Ildikės ank GREITA STRL RAITA GL. *** GIEDRIUS ALKAUSKAS 246 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXVI Qual é a pequenina, mas mais essencial pa e de uma g ande coisa? DRELĖS – RATAS, RELĖS – DRATAS. *** Tudo aqui lógica. Os ísicos con i ma ão, que o essencial g ąž o (n. s e . d elė) mechanism é s aig as, e elés ele omagnéa , cons i uído de io (sen. s e . wa o) ijų e e omagne iko. Pode-se suge o i e ou os schemos ATD aplicação. Vamos pega ases ca ac e ís icas, p é-jeodžius, só pa e s us oksimo onais ou calambū ais. Po exemplo, aonde não desapa eces e á de daqui desapa ece ; não da ga a pon e a queima ; a emos e se aquela e emos; isso menu desde i emená eis empos; esse cul o já não é cul i ado; ninguém nãoi egia desnedi e . . Pa a o mais in e essan e, ob iamen e, al umaeilho in e p e a . Mas idėja, que ca eg o a seman ina do nome do poema pode se demiama, ealmen e nenauja pa e eilių S. Gedos no li o Sk ynelė duasiom pagau i (Geda 1994) išši ujada só a pos e io i paka o inai pe skaičius nomeamen o. 3.3. Sinonimia e aizs de unidade. P imei o, de inição: Tik aisiais sinonimais são conside adas pala as de a imos ou apačios signi icado, que signi icam a mesma noção e usados a á ios signi ica i os onsal iam ou es ilis icas peculia idades ma ca em. [...] De ido à polisemia, a pala a em alguns seus signi icados pode con undi em elações sinônimas com umas pala as, e em ou os signi icados com ou os (Lybe is 1981 3). Imaginemos ago a, que as pala as α1 e α2 são e dadei os sinônimos. žan iniai, emociniai, da ybiniai – inka isi. I už iksuo i žodyne, i naujai su- Ideog a icamen e, cons ui o i, se só lingubinis pojū is concedamam sinonimiškumui nep ieš a auja. Es a elação é es a que a deno amos α1~α2. Tegul ago a segueje α1, α2, α3, ..., αn cada ade ima pa se á sinonimas (em ski ing pai s a mesma pala a pode se usada homonimiamen e). Se p ocu a éssemos exemplos, nos quais α1~αn, di icilmen e e i a íamos uma sinónimas kekės. Mas adicionado equisi o adicional p, 1 < p < n: α1 αp, já c ia a necessá ia ensão. Ou a ques ão: quando α1~αn? Em ou as pala as, pode a cadeinha de sinónimos conduzi ao an onimo? Nessa pe gun a e escondida poesia. Essen ela i i o (me o os) e absolu o elaçãoquie. Ainda ci ando Lybe į: Ziema, echklojs b an ais pa alais, nocąs os pumpu ą g ealią (Mai onis). Aqui pa alai eikšmę ‘sniegas’ įgyja ik kon eks e i y a aizdinga me a o a“ ( en pa ). a pala a Iš ies, uma das espécies de me á o a é įkon eks inimas, a di e en es pala as ou ases dando de sinonimos b uožų. Mas en e ex amen o pode se subs i uído po um algo i mo, que a pala a α1 sinónimos g andine nu ida à pala a αn. Assim essa cadeinė adqui e me á o as aožos. Sinonimų, nãocon lik uojan es com kalbine in uicija, pseudopa yzdžių c iação ambém pode se boa poesia. A igos A icles / 247 Ma ema ika, kalba, poezija: są eikos i aukos Tegul n . O núme o complexo ρ é chamado de aiz do g au n- h do menos umi o, se ρn = 1. Po exemplo, 35, G andinė α1~αn e é lingubinis šaknies de minus unidade análogo. Po exemplo: calo uma, kai a, djio a, liga, šal k ė is, šalimas, šal is. A pala a djio a aqui pa ou homonimiamen e e como ‘saus a, e como ‘ ube kuliozė. Libe i o mulouo ê sinónimo isso a spal is. Sinônimo de co es óp icas pode se e ou a, duplo equência de baleio co . Digamos, limi e à luz e melha (400 e ahe cos) sinímica iole inė (800 e ahe cos). se na óp ica isso não é su icien emen e con incen e (ambas equências es ão pa ibias de egime de luz), ajuda a acús ica, pois iplicado a equência co esponde cla amen e sinoniminį (bend a a dį) à in e al da pu a oc a a (pa yପରି, p imei a e an os oc a os sol). Po an o, no caso da óp ica e da acús ica, a an onima se ia igualmen e a a és mediį, onde a elação de equências das ondas é 1.4142. No en an o, é e iden e que de um ao ou o pode se len amen e mo endo empu a só ia a spal ius e a ga sius36. No con ex o da língua ais casos são singula es. Nisso eles in igam. Acima ci ado calo […] iaço exemplo al ez não é ex emamen e in e essan e (ge o e neieško a), mas a mesma ema alguma coisa p o undamen e de kalbinės sie u os zakabina. Telieka i i alą37. 4. POEZIJOS MATEMATINIAI TAIKYMAI Sibi e in e essei pelas ciência p ecisiaisiais ísica, ma emá ica. Nak imis s udia a a eo ia aibias, esc e ia eilê aščius. Kun. Česlo as Ka aliauskas 4.1. Cons an e de A chimedo. Squičius π é o mais impo an e dos chamados pe iodos38. O alo des a cons an e igual à elação do comp imen o e diâme o da ci cun e ência, ap oximadamen e 35 Menamas unidade i, sa is azendo egüença i2 = 1, ma ema icamen e pla onizada ealidadeia é e dadei o, exis indo obje o, mas al enganadinho nome p igijo his o icamen e. 36 A imos equências acús icas ondas b ilhan emen e disonuoja de ido ao chamado e e o mušimo. Mas se a gássise da memó ia epe ido som (žinia), cuja equência pode quan o des ia do o iginal, en ão a gássise o na-se di e o analógico do e lexo óp ico. 37 A es a negudamen e alego ia opos o signi icado em azeologism innio i meške es, cujo ambos sandhi casoip são do p imei o sandų quase leksiniai sinónimas. 38 Tikslus pe iodų de inição é bas an e echniškas (ž . Kon se ich, Zagie 2001). GIEDRIUS ALKAUSKAS 248 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXVI 3.1415926535897932384626433832795. Isso, e dade, não há de inição p imá ia. Euclidinė geome ia em planoš umo ope a com linhas e pon os, cujas elações mú uas nusco pos ula os de Euclides. Gi din pala as pon o e iesė ma ema icamen e, imaginam-se ealūs obje os, po ém ope a possí el só concei os, que submūs a de p é-de inidos laços, chamados de axiomas. Tai duo idades, g údai, isauginan es želmenis ( eo emas) e de lių ( eo iją). Exemplo aksioma: A a és a pon ua, não sendo em duo ojoje linha, ai única linhaê, que a não coe a. Es e é o amoso quin o pos ula ado (aksioma) de Euclides, que há mui o en ou de e de ou os. Se osse pa ykem, o quin o já não ôssemos necessá ios. Pode-se lemb a ma emá ico bem poe a Oma o Chajamo eikalą Euclides li o p imei os pos ula os comen á ios (ce ca 1100 m.), no qual ele manėsi des edimen o adęs. In elizmen e, XIX a. oi p o ado, que o quin o pos ulado de Euclides é independen e dos ou os. Suas al e na i as e pagimdê as chamadas neeuclidines geome ias. Sob e as úl imas I anas Ka amazo alou Aliošai: «Между тѣмъ находились и находятся даже и теперь геометры и фило- софы, и даже изъ замѣчательнѣйшихъ, которые сомнѣваются въ томъ, чтобы oda uni e selna ou, ainda obsi ne, odo se ié oi c iado somen e po euclidoвой геометiи, osmливаются даже мечтать, что дв параллельные линiи, которые, по Эвклиду, ни за что не могутъ сойтись на земл, можетъ-быть, и сошлись бы гд-нибудь въ бесконечности (Dos oye skis 1879: 396). Só au o io, po ce o, aqui não é bem p eciso: mencionando neeuclidina, ele mais dep essa nusca p oje inês geome ias esmę. Las a ojoje semp e co e o al ese: duas nesu ampanças e dadees ke asi num pon oške. Es a geome ia em mais al peculia idade: qualque qual de seus eo ema sukei us poços e iesias concei os luga es, ob ém ce a eo ema. Anks esniam eiginiui dualus a i mação: a a és do di e en es aškus ai única linhaė. Ao mesmo empo isso é excelen e ilus ação, que di eė e aškas ė a abs akcijos. Imaginando mená el sílios linguagem, na qual pala as de eisē e askis signi icâncias são sukeis os, odas lie u iškos eo emas galios e sėliškai. Tam, čio obje o, con eia-se kad bū ų pa yškin a, kaip ma ema inė abs akcija ski iasi nuo aizduo ėje esan- que um dos modelos de p ojec inês plânš uma é ima ê espaço com ixoso nuliniu pon ošku O, onde aškas isso pe O einang e a Dos oje skio nepap as ai cabeca e i iesė, o „ iesė pe du aškus“ – pe d i okias ieses iš es a plokš uma. Todėl Jus inas Ma cinke ičius: Todo o empo busco um pon ocho, do qual saem odas e dês. [...] A oda a ho a p ocu ei uma pala a... Embo a saiba que nunca encon a ei (DALP2 18). A igos A icles 249 / Ma ema ika, kalba, poezija: są eikos i aukos A de iciência da de inição in ui i e a de π ago a é explicada simplesmen e. geome ijos ėmuose iesiog neįmanoma apib ėž i k ei ių (pa yzdžiui, apsk i- Euclidinas imo) longoio. Pa a isso necessá ia ou o amo da ma emá ica, análise, com os seus axiomas. A p imei a de inição π pode n'su p eende : Es e . in eg al puikus amplynas į Dan ės Rojaus 33-ios giesmės 45-ą e ce ą: Qual èl geomè a que u o sa ige misu a lo ce chio, e non i o a, pe cepęs, pensando, quel p incipio Saky um geome as, onde p obino pe pa e i a ą quad a u, galop ond‘elli indige. que em ão es o ça e a kinha. Po que nes e caso medi sk i ulį e con e e a oda num quad ado é uma adução bas an e exa os? Dan ê ala sob e an icinho sk i ulio quad ū os za a iní. Es e pe gun a se possí el só sk ies u o e liniuo ės ajuda socons ui quad ą, cujo á ea é igual à á ea de une inio sk i ulio. Isso que a espos a é nega i a, p o ou Fe dinand on Lindemann em 1882. Mais nemesigilinsime es e Commedia pjū is, pe eula idisciplinija da eologia, poesia e ma emá ica, é não bemgai isnag inhado (He zman, Towsley 1994). π e p óp ia poemas sob e a es u u a geome iná, p eciziamen e suplanuada p óp io au o iaus (ž . Ha 1987). Sk i ulio k ad a ū os a e a, compa ando o seu nãošsoluziamismo com as sen enças sulyginima po aqueles mesmos deli os imus, Dos oje ski mini Už ašuose de mo usių namų. Es e a o é passado po casualidade em uma súbi a bas an e comple a The Palg a e Handbook o Li e a u e and Ma hema ics (PHLM). 4.2. Mnemonikai. Da ijo Kas eljanos (Cas ellanos 1988: 152153) discu e de á ias línguas mnemonikus, ajudanços a ma i π ci is dešim ainėje sis ema de cálculo. Koduo ê aqui simples: a quan idade de le as da pala a co esponde a um núme o mení. Bem conhecida a ian e anglisca, quan o menos g egiškas: How I wan a d ink, alcoholic o Αεί ο Θεός ο Μέγας γεωμετρεί, το κύκλου cou se, a e mechanics! núme oν απέραντον... he hea y lec u es μήκος ίνα ορίση διαμέτρω, παρήγαγεν in ol ing quan um Toliau au o ius pa eikia imuo us pa yzdžius p ancūziškai i ispaniškai. É e iden e (e is o con i ma ambém os es udos) que a poesia a es e im se adequamescê do que a p osa (Le i in 1999: 200211). De a o, a memó ia humana de alhes é bas an e apda: de o diná io con e sabio mui os a simion apenas acen ą, emoção, nuo aiką. À luz des e a o na luz dos elhos baladžių e epų in é p e es memó ia pa ece quase enomenali. Vis ik y imais a skleis a, kad a likėjai isų de alių neįsimena: i mas, imas, ali e acijos, melodika, g ama ika, seman ika eks o lais ę iboja, kas i padeda GIEDRIUS ALKAUSKAS 250 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXVI nãouklys i. Liguiai assim ac iliniai pojūčiai į ėmina pianis as lembin į. No en an o, após o in e alo epe i inai is y us onze epų dainininkų explicou, que o ex o não semp e a ka ojamas iden iškai, po ém subjūs a seman iniams e poe iniams su a žymam: leksika sinonimiškai a ijuja, a mažak ū ius pala as, nekeisdami semências, às ezes keičia ki i. Memo ies eco dos con ex o, aqui e esconde po enciaus pe igos. Isingui-se poesia encodia mul idão π núme os, mas um um nemem o sinónimo udo pode des ui . Po exemplo, Kas eljanos (Cas ellanos 1988: 153) o nece 1717 m. ancūzišką eilė aš į, que se baseia 126 π ci ų calcula čia im. In elizmen e, o 113, é e óneo. Isso no ado, a pala a sec eu (7 le as) e e que se subs i uída em quad an (8), e com ele sei ando an é ieu (9) em p écéden (9). Exis e mais uma des an agem des e codi icamen o. Neabejojama (nego isso ainda não p o ado) que o núme o π é no malusis em odos os sis emas de cálculo. Is o é, sua dešim ainês exp esshoche do núme o 0 ace a -se asimp o i icamen e com likimybe 39. Po que não há be aidžių pala as, nulį pode codi ica dešim aidžiai. Em segundo, de uma aidzes pala as na poesia possí eis o e em, algumas is ik ukas, a mybės40 e não habi ualmen e usadas abėcėlės le as41. No en an o, é ób io que, se qualque décimo a pala a iena aidis, o ex o não se á na u al. Todas essas pala as exclusi as em uma sepa ada classe lai uma aidžiai nada não códea. 4.3. Memo ies con olė. Solução do p oblema de ido à memó ia não con iabilidade de alhes o e eceu algo i mo, ins alado b ūkšniniuose e de á ias des inações QR (quick esponse) códigos, núme os de ca ões de c édi o, li os ma cenyse ISBN e EAN sis emas. Essencialmen e, o mé odo da soma de con olo (S akėnas 2007: 127). P ecisa lemb a dígi os 3603735 o mais simples con ole numé ico suguldidas como ėgėlės an suolo42 pala as comp us sukon olia , pode ją supldy i muo bū ų 3 + 6 + 0 + 3 + 7 + 3 + 5 mod 10 = 7. Taigi, siekian eilu ės jau kny- sep yn aidžiu pala a, po exemplo, já li os suguldidas como ėgėlės an suolo p ikio (deja, isso opą suda ko). Algumas da o mas do ex o obedeçan es e os (já → e, como → como) se ão no adas, mas se não o ia a deklamuo ojas sukeis ų bem. Po an o exis e ce a a žan i es u u a in e na, e aibė es a ís icas nepaklūs a. F equen emen e eque ida p op iedade 39 Ta kime, eikia į ody i, kad aibė u i am ik ą sa ybę, ku i nė a būdinga ipinei, s a is inei ai- p o a-se p ecisamen e zaciuopando es a es u u a. Po ou o lado, os p oblemas, nos quais se pede p o a que conc e e i aibė (π skai menų seka) subjūs a aos es a ís icos dėsniams, são os mesmos mais complexos. 40 Famousis Anykščių šilelio (o, be , ogi). 41 Juozo E licko pamo ada es ilis inė ins umen o, po exemplo, Daug mais dá à alma aleg iamo e . ., Aš a um aukinys ku is ku sa o Iš A į B and dingo C paskui e e c. / in o jau. 42 Eilu ė iš S. Gedos eilė aščio „Ka aičių kaime, ku is užpus y as smėlio“, ik o iginalus i pakeis as A igos A icles 251 / Ma ema ika, kalba, poezija: są eikos i aukos pala as li os e suguldi as luga es, jambo com cezū a nesugadin ų, mas es a e o con olinis numme o, ale, ne iksuos. A ma emá ica ainda só pode ajuda mais signi ica i amen e, po que o algo i mo escolhido não é bom o su icien e. Se osse usada a ó mula Luhno, ela ixa ia e de um dígi o não coincidência, e quase odos os e os de oca de dois dígi os adjacen es (só os e os 09 90 não pe cebe ia). 4.4. Algo i mo. Dada baig inė skai menų seka {s1, s2, s3, s4, s5, s6, ..., s }. 1. Ela é subs i uí el seka K = {2s1, s2, 2s3, s4, 2s5, s6, ...}, i. e., cada segundo memb o doublizado. 2. Todos doisženklia núme os, es an es K, subs i uíam em suas somas digi as (pa y example, 12 → 3,14 → 5, e . .), assim manei a ob ém seka L. 3. L Todos os memb os são somados, e o desejado núme o de con ole é igual a es a soma módulo 10. Po exemplo, conside emos os mesmos 3603735. Aqui K = {6, 6, 0, 3, 14, 3, 10}, L = {6, 6, 0, 3, 5, 3, 1}. nume al con olinho 6 + 6 + 0 + 3 + 5 + 3 +1 mod 10 = 4, po an o a pala a galo ixusá mais possí eis e os do que a pala a an ekio. Mnemoniko com con ole algo i mo ago a se á unsacy apenas ap oximeclamen e, po que an es disso é p eciso ealiza k uopščią análise es a ís ica do ex o exemplo e discu i possí eis complicações. En ão em ez do mé odo Luhno é melho usa o algo i mo suges ionado do ma emá ico holandês Jakobo Ve hio o (Jacobus Ve hoe ), que ap- inka da daugiau klaidų, aip pa i 09 ↔ 9043. Mnemonicui esc e e ex o em e cinas clássicas, onde cada linhau ê em 11 skiemenas. Um pouco an o es a ís icas. G a ike e a ada Sigi o Gedos em ados P aga o X giesmės de odos 45 e ce as comp is le as (disc ição sinais não concuuuojam). Todas linhas, exce o po um e ce uas 7, 11, 21, 23, 30 e 33 (onde skiemená núme o é ou 9, ou 13) em 11 skiemená. Ma ema icamen e nedan iškos ileu és o am pako egidos. Es e já es i amen e hendekasilabinio jambo ex o e usado es a ís ica. Raidžių medu kis e ce uas é 84,44, skiemenį média em o ma 2,558 aidés. A linha p e a deno a no muo oa apa amen o unção, in e poliuo oa iesiškai44. Algo i mas. Tegul {ps, s ∈ } bus skaičiaus π skai menų seka. T. y., p1 = 3, p2 = 1, p3 = 4, p4 = 1, p5 = 5 e . . Di idamos os núme os em blocos po 10. Ago a quan o um bloco zabaikemos con olinho digi imi de aco do 43 Olandų alboje núme os ge almen e con am-se em pa es. J. Ve hoe as, in es igando índices pos ais, con ou que e os one icas, quando o núme o 1x sumemxido com x1 (pa ys änden, 15, Vij ien e 50, Vij ig) en e odos os e os cons i uem 0,49 p oc. Isso é uma pa e não conhecida, mas isí el. 44 A unção de se dis ibui de amanho Assi ek Z F(x)=P(Z < x) indica a p obabilidade com a qual ele adqui e signi ic isi dados issi ek as numa única mę, mažesnę už x. Tokios unkcijos maksimumas y a 1. G a ike ši eikšmė padaugin a iš 5, kad ilus ação.