scieee Science in your language
[en] (orig) [lt] [de] [fr] [it] [es] [pt]

Precedent Proper Names and Their Intercultural Transfer

Abstract

    The article deals with the problem of intercultural transfer of global and precedent proper names as reduced intertexts, which are signs and symbols in an outgoing culture and transmit new senses in perceiving cultures. As a general research idea, we suggest distinguishing the concept of intercultural transfer as a way of transmitting information of a difference in time, nature, and intercultural communication. It involves the study of the specifics of linguistic phenomena in contacting cultures to ensure the effectiveness of communication.    Special attention is paid to the study of correlation of the related but not identical concepts – precedent and intertextual. The first is associated with the linguistic form of the embodiment of the stereotype in the form of a proper name, which is a conductor or source of fixing information in a reduced form. The second one is characterized by the ability to accumulate information by reflecting on reality and extracting it from other texts in a broad sense. The primacy of the precedent of a proper name in proto-culture and the secondary nature of its intertextual character with infinite reproducibility of new senses have been established.    The origin of precedent proper names and their role as linguocultural sources and intertextual information has been determined.    Due to their figurativeness, the main types of proper names are transformed in modern mass culture, which contributes to the formalization of the proper names’ semiotics and actualization of their iconicity. The ultimate goal of the proper name’s form is the pragmatic impact on the recipient of the information in the initial linguoculture and in the process of intercultural transfer.

Read accessible full text
Machine-translated document

This is a machine-generated translation of the original document and may contain errors, omissions, or changes in meaning. Do not rely on this translation for quotations, citations, or authoritative references. Please consult and cite the original document.

Precedent Proper Names and Their Intercultural Transfer

Author: Roman Vasko; Alla Korolyova; Tetiana Tolcheieva
Year: 2022
DOI: 10.35321/all87-06
Source: https://journals.lki.lt/actalinguisticalithuanica/article/download/2188/2292
S aipsniai / A icles 119
ROMAN VASKO
Kyi Na ional Linguis ic Uni e si y
ORCID id: o cid.o g 0000-0002-6499-2972 Campos de in e esse:
onologia diac ônica das línguas ge mânicas, p ocessos
linguís icos de semio ização de a e a os p imá ios de
cul u a ma e ial e espi i ual, his ó ia de ci ilizações an igas,
his ó ia da esc i a sumé ia e acadiana, comunicação
in e cul u al, e c.
ALLA KOROLYOVA
Kyi Na ional Linguis ic Uni e si y
ORCID id: o cid.o g 0000-0001-5541-5914 Campos de
in e esse: an opologia linguís ica, es udos
linguís icos e mac ocompa a i os, linguís ica
indo-eu opeia, semân ica combina ó ia, ans e ência in e cul u al.
TETIANA TOLCHEIEVA
Na ional Pedagogical D agomano Uni e si y
ORCID id: o cid.o g/0000-0002-9535-9248 Campos de in e esse:
a e a os signi ica i os, me á o as p eceden es, eo ia da
in eg ação concei ual, mi ônimos.
DOI: doi.o g/10.35321/all87-06 (em inglês)
Nomes p óp ios an e io es
E a sua in e cul u alidade
T ans e ência
P eceden iniai ik iniai a dai i jų
a pkul ū inis pe kėlimas
Ano ação
O a igo a a do p oblema da ans e ência in e cul u al de nomes p óp ios globais e
p eceden es como in e ex os eduzidos, que são sinais e símbolos em uma cul u a de saída.
ROMAN VASKO, ALLA KOROLYOVA, TETIANA TOLCHEIEVA
120 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXVII e ansmi i no os sen idos na pe cepção de cul u as.
Como ideia ge al de pesquisa, suge imos dis ingui o concei o de ans e ência in e cul u al
como uma o ma de ansmi i in o mações de uma di e ença no empo, na na u eza e na
comunicação in e cul u al. En ol e o es udo das especi icidades dos enômenos linguís icos
em cul u as de con a o pa a ga an i a e icácia da comunicação.
P es a-se especial a enção ao es udo da co elação dos concei os elacionados, mas não
idên icos […] p eceden e e in e ex ual. O p imei o es á associado à o ma linguís ica da ixação
embodimen o he s e eo ype in he o m o a p ope name, which is a conduc o o sou ce
de in o mações de o ma eduzida. O segundo é ca ac e izado pela capacidade de acumula
in o mações e le indo sob e a ealidade e ex aindo-a de ou os ex os em sen ido amplo. A
p imazia do p eceden e de um nome p óp io na p o o-cul u a e a na u eza secundá ia de seu
ca á e in e ex ual com ep odu ibilidade in ini a de no os sen idos o am
es ablished.
Foi de e minada a o igem dos nomes p óp ios p eceden es e o seu papel como on es
linguocul u ais e in o mações in e ex uais. De ido à sua igu a i idade, os p incipais ipos de
nomes p óp ios são ans o mados na cul u a de massa mode na, o que con ibui pa a a
o malização da semió ica dos nomes p óp ios e a a ualização de sua iconicidade. O obje i o
inal da o ma do nome p óp io é o impac o p agmá ico no des ina á io da in o mação na
linguocul u a inicial e no p ocesso de ans e ência in e cul u al.
Pala as-cha e: nomes p óp ios p eceden es, ans e ência in e cul u al,
in e ex ualidade, in e ex o eduzido, semió ica de nomes p óp ios, con a o
com linguocul u as.
ANOTACIJA (em inglês)
S aipsnyje analisada in e nacionais e p eceden inių ik inių a dų, kaip edukuo ų
in e eks ų, ku ie y a am ik osės pi minės kul ū os ženklai i simboliai, pe duodan ys naujas
p asmes p iimančioms kul ū oms, a pkul ū inio pe kėlimo p oblema. De aco do com a ideia do
es udo ge al, é necessá io sepa a o in e cul u alismo do pe cu so como um empo, o es ilo e a
comunicação in e cul u al da p asme e a in o mação ansmi ida. Tai aip pa apima i kalbinių
eiškinių speci iškumo y imą są eikaujančiose kul ū ose am, kad bū ų už ik in as
komunikacijos e ek y umas.
Daug dėmesio ski iama susijusių, be neiden iškų są okų p eceden inis i in e eks ualus
ko eliacijai. Pi moji są oka y a susijusi su kalbine s e eo ipo įkūnijimo o ma, iš eiškiama
ik iniu a du, ku i y a in o macijos už iksa imo edukuo a o ma laidininkas a šal inis.
An oji są oka jes de iniėžiama kaip gebėjimas sukaup i in o maciju e lek uojan ealybę
i su enkan ją iš ki ų eks ų plačiąja p asme. S aipsnyje de e minados ik inio a do
p eceden eškumo pi mumas pi minėje kul ū oje i an inis jo in e eks ualumo pobūdis su
ne ibo a naujų p asmių kū imo galimybe.
S aipsniai A igos 121 e 122
P eceden P ope Names and Thei In e cul u al T ans e
S aipsnyje de e minada p eceden inių ik inių a dų kilmė i jų, kaip ling okul ū inių
šal inių i in e eks inės in o macijos, aidmuo. Os ipos de islumb es dos p incipais
alo es pe mi em-lhes a ans o mação na cul u a mode na da massa, ou a con ibuição
pa a a o malização semio ica dos p incipais alo es e pa a o seu a ualizamen o
iconog á ico. Galu inis ik inio a do o mos ikslas y a p agma inis po eikis
in o macijos ad esa ui pi minėje ling okul ū oje i a pkul ū inio pe da imo
p ocese.
ESMINIAI ŽODŽIAI: p eceden iniai ik iniai a dai, a pkul ū inis pe kėlimas,
in e eks ualumas, edukuo as in e eks as, ik inių a dų semio ika,
są eikaujančios ling okul ū os.
INTRODUÇÃO
A onomás ica cogni i a (Ka penko 2010, 2015; Ju ka 2009) é um dos no os amos
da linguís ica cogni i a. A p incipal a e a da onomás ica cogni i a isa
is o de elop heo e ical undamen als and me hodological p ocedu es
es uda os mecanismos de men alização dos nomes p óp ios (Héois 2020;
Vaxelai e 2016) an o na consciência linguís ica indi idual quan o na cole i a
dos ep esen an es de uma de e minada cul u a linguís ica. É a posse de
conhecimen os de undo que azem pa e da base cogni i a e êm um ca á e
in a ian e, que "pe mi em ao indi íduo, de aco do com D. B. Gudko , na ega no
espaço da linguocul u a e cump i suas no mas e eg as" (2003). A base de al
conhecimen o na base cogni i a da linguocul u a são os enômenos
p eceden es (Bahan 2014; Kalčenko 2014;
Saxa uk 2011, e c. (em inglês) ).
Sem en a na his ó ia do desen ol imen o da eo ia do p eceden e, nos
concen a emos b e emen e apenas nos pon os que co espondem à
classi icação dos enômenos elacionados ao p eceden e. Ao mesmo empo,
obse amos que a me odologia pa a es uda esses enômenos começou a se
desen ol ida a i amen e apenas no inal do século XX - início do século XXI. Na
nossa opinião, o e mo " ex o p eceden e" oi mais amplamen e u ilizado. Ele
apidamen e adqui iu uma sé ie de duplicados, incluindo o iden i icado
"p eceden e" em sua composição. E quan o mais a i amen e es a sé ie e a
eabas ecida, mais cla amen e a necessidade de sua di e enciação amadu ecia.
Com o empo, o e mo " enômeno p eceden e" oi p opos o como um hipe nimo pa a odos os hipônimos com o iden i icado
[…]p eceden e[…].
A e isão da li e a u a cien í ica mos a que os seguin es hipônimos são os mais
comuns: 1) […] ex o p eceden e[…], 2) […]si uação p eceden e[…], 3) […]decla ação
p eceden e[…] e 4) […]nome p óp io p eceden e[…].
ROMAN VASKO, ALLA KOROLYOVA, TETIANA TOLCHEIEVA
122 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXVII
Recen emen e, assis imos à ap o ação do e mo "mundo p eceden e", po exemplo,
no abalho de Genadij G. Slyškin sob e concei os e me aconcei os linguocul u ais
(2004: 154). O cien is a de ine o mundo p eceden e como um conjun o de enômenos
p eceden es indi iduais (nomes, decla ações, si uações), 1) ascenden es a ualizados
o a single sou ce, 2) pe cei ed by na i e speake s as in e connec ed, 3) egula ly
em á ias combinações uns com os ou os (Slyškin 2004: 154). Ao mesmo empo, G. G.
Slyškin ac edi a que um apelo a mundos p eceden es o na possí el ansmi i
signi icados cul u ais mais complexos do que um apelo a enômenos p eceden es
indi iduais. No en an o, al a i mação, em nossa opinião, não é su icien emen e
con incen e, uma ez que cada um dos ipos acima de enômenos p eceden es (nomes,
decla ações, si uações) sa is az igualmen e as ês condições acima e con ibui pa a
a ansmissão de um con eúdo semân ico complexo. Pa a a gumen a o nosso pon o
de is a, ap esen amos as de inições disponí eis no ela o cien í ico da nossa
li e a u e o each o he ou hyponyms o p eceden phenomena, aking in o
co eção. Um " ex o p eceden e" é um sinal complexo amilia a um ep esen an e da
linguocul u a, cujo apelo é equen emen e e omado no p ocesso de comunicação
com a ajuda de decla ações e símbolos associados a es e ex o. Uma "si uação
p eceden e" é um ipo de si uação p o ó ipo com cono ações ca ac e ís icas de seu
es e eó ipo. Uma "decla ação p eceden e" é uma pa e do discu so que con ém uma
ci ação bem conhecida. Um "nome p óp io p eceden e" é um nome indi idual associado
a suas ci ações amplamen e conhecidas e a é mesmo a ex os in ei os que se
o na am p eceden es ou a si uações conhecidas pelos ep esen an es da
linguocul u a.
Quan o ao nome p óp io p eceden e, é ácil e que seu escopo cien í ico es á
in imamen e elacionado aos ês ipos an e io es de enômenos p eceden es.
Vamos apenas apon a o a o de que hoje, nos abalhos sob e onomás ica, pode-se
obse a a a i ação de á ias opções pa a es a o e mo "nomes p óp ios
p eceden es", como "ônimos p eceden es" (Naximo a 2011), " opônimos
p eceden es" (Be ezo ič 2009), e c., o que ala emos abaixo na pa e de pesquisa do
a igo e, em pa icula , que a eo ia da p ecedência é a base pa a a eo ia da
in e ex ualidade. Assim, ol ando à ques ão da essência do e mo "mundo
p eceden e" na isão de G. G. Slyškin, há odas as azões pa a a i ma que os
signi icados complexos não se aduzem nos enômenos p eceden es eais, mas
naqueles que adqui i am um s a us in e ex ual (ambos indi idualmen e
and in combina ion wi h each o he ).
In connec ion wi h such a s a emen o he p oblem, he ques ion a ises:
is e e y p ope name a p eceden ? The answe o his ques ion is ob ious i
conside amos que a p ecedência do onimo é de ido à sua unção cogni i o-semio ica e,
pos e io men e, à capacidade po encial de ge a e ep oduzi signi icados
in e ex ais no espaço da linguocul u a o iginal). Se um nome p óp io mig a pa a
S aipsniai A igos 123 e 123
P eceden P ope Names and Thei In e cul u al T ans e
ou a linguocul u a, en ão no p ocesso de ans e ência de seus signi icados
in e ex uais, ele adqui e um ca á e in e nacional, ou seja, global. No p ocesso de
ans e ência, os onimas da linguocul u a o iginal so em mudanças signi ica i as na
o ma e no signi icado na cul u a ecep o a a é a sua subs i uição, mas, ao mesmo
empo, não pe dem os seus laços in e ex ais com o doado . De ido a essas
conexões, a in e nacionalização ou globalização dos onimas oco e.
A ideia cien í ica o mulada no a igo é ele an e e p omisso a pa a o
desen ol imen o pos e io das disposições eó icas da onomás ica cogni i a
mode na, cujos ep esen an es (Ka penko, 2015 e ou os) nos con encem, po um lado,
de que os onimas êm não apenas ca ac e ís icas semân icas, mas ambém
ame s uc u e, on he o he hand, special a en ion is paid o he disclosu e o
hei meanings as p eceden phenomena o linguocul u e (Bahan 2014: 44‒45).
concei uais, e a é mesmo enômenos p eceden es são capazes de desempenha o
papel de es e eo ipação do conhecimen o, an o den o do mesmo espaço
The pu pose o he a icle is o conside p ope names as p eceden
phenomena o he o iginal linguocul u e and hei abili y o gene a e new
linguocul u al quan o no p ocesso de ans e ência in e cul u al. signi icados no
p ocesso e como esul ado da ans e ência in e cul u al nas linguocul u as des ina á ias.
Os objec i os do a igo:
– o cla i y he ela ionship be ween he e ms “p ecedence” and
“in e ex uali y”, “in e ex uali y” and “in e ex ”;
[…] in oduzi o e mo […]in e ex o onímico[…] no apa elho cien í ico da
onomás ica cogni i a;
[…] desen ol e um algo i mo me odológico pa a a análise das ês ases da
ans e ência in e cul u al de nomes p óp ios p eceden es; […] com base nos
exemplos da análise de nomes p óp ios, e ela a sua na u eza p eceden e,
in e ex ual e global ac ualizada no p ocesso e como esul ado da ans e ência
in e cul u al;
[…] aça no as endências associadas ao es ágio de semio ização o mal de
nomes p óp ios p eceden es.
1. RELATIVIDADE DO CONCEPTO
P ecedência, in e ex ualidade
E INTERTÉXTO
O p ocesso de globalização de odas as es e as da ida em odas as sociedades
hoje exige um es udo mais ap o undado das ca ac e ís icas nacionais e cul u ais

ROMAN VASKO, ALLA KOROLYOVA, TETIANA TOLCHEIEVA
124 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXVII
o in e cul u al communica ion, as well as he p ocess o knowledge ans e ,
a chamada " ans e ência" (P osku in, P osku ina 2017). No malmen e,
dis inguem-se dois ipos de ans e ência in e cul u al: a p óp ia comunicação e a
ans e ência de conhecimen os. A comunicação é semp e ealizada em sinc onia,
no mesmo pe íodo de empo, e a ans e ência de conhecimen o en ol e um apelo
adicional ao conhecimen o já acumulado elacionado a di e en es pe íodos de
empo, e en os, e c. Es as decla ações indicam que an o a comunicação como a
bo de on such phenomena as p eceden , which is based on he s e eo ype o ideas
abou agmen s and objec s o he su ounding wo ld and hei e baliza ion
ans e ência de conhecimen os nas linguocul u as nacionais, como a
in e ex ualidade, que es á associada p incipalmen e ao e lexo dos con ac os
cul u ais en e ge ações. A in e ex ualidade, de aco do com Ju ij M. Lo man, é
uma espécie de "memó ia semio ica da cul u a", que é ca ac e izada não apenas
new in o ma ion h ough he knowledge o agmen s o eali y bu also by he
ajec o ies o i s ex ac ion om exis ing ex s (2001: 213). In his ega d, he
pelo acúmulo de en a izado (Lo man 2001: 213) que "o ex o não exis e po si só, mas
é necessa iamen e colocado em con ex os his ó icos, eais ou condicionais [...];
Assim, a pe cepção do ex o o a des e undo não é possí el. Conside ando a
in e ex ualidade como uma e amen a-cha e pa a a ans e ência de
signi icados, cujas o igens emon am a agmen os de di e en es épocas, amos
ol a -nos pa a a de inição de Vladimi N. Topo o , que chamou o ex o como uma
espécie de "ma iz diac ônica" (Topo o 1987), na cons ução da qual ou o ex o é
The ma e ial embodimen o he p ocess o in e ex uali y is he in e ex
con aining links wi h he dono ex and i s seman ic po en ial/ he so-called
des acado. in a ian e (Rjabinina 2007). Um dos ipos de al in e ex o em sua o ma
dob ada é um nome p óp io.
Sendo sinais de ex os p eceden es, si uações p eceden es e decla ações
p ope names gain popula i y in linguocul u e and, hus, become ac ualize s
p eceden es, de no os signi icados na es u u a de in e ex os p on os. Nes e
caso, eles já desempenham uma unção cogni i o-semió ica como ma cado es
cul u almen e mo i ados de e en os, a os e si uações signi ica i os, a ibuindo
um papel secundá io à unção de iden i icação, ou seja, ó ulos.
No p ocesso de ans e ência in e cul u al, um nome p óp io, de o ma
independen e, como in e ex o dob ado (pa a designá-lo no a igo, p opomos um
no o e mo in e ex o onímico) com simbolismo e ca ga semân ica já adqui idos
na linguocul u a de saída ou como componen e do in e ex o na linguocul u a de
adia es new meanings and acqui es an in e na ional, so-called global, cha ac e
ecepção de ido à sua p ecedência o iginal. O in e ex o onímico, po an o, é "um
p odu o da ans o mação de ou o ex o" (K is e a 1995: 99), que
necessa iamen e passa pelo es ágio de p ecedência em uma das cul u as de
S aipsniai A igos 125 e 125
P eceden P ope Names and Thei In e cul u al T ans e
con a o, que mais a de se e como ge ado de no os signi icados em uma
de e minada di eção e empo. Em ou as pala as, é uma o ien ação pa a a
p odução de no os signi icados com base em um p eceden e p on o.
Discu indo a on ologia do in e ex o e ligando-o ao ambien e de exis ência de concei os
cul u ais, Ju ij S. S epano (2001: 3) apon a que o […]in e ex o é apenas o p imei o piso
da linguagem do esul ado da in e ação de ex os. Os "anda es" seguin es consis em em
cons uções ilegí eis - concei os, imagens, ideias - mundos men ais ou seus
componen es. Em ou as pala as, agindo como ma cado es de p o o ex os no ní el
linguís ico, as inclusões in e ex uais no ní el cogni i o apelam à base cogni i a dos
c iado es de signi icados. Em um sen ido amplo, o in e ex o é um sinal complexo da
linguocul u a o iginal e a ep odução de equência de ases (di os alados, decla ações
de pe sonalidades amosas, ci ações, e c.) dos discu sos de uma de e minada
linguocul u a. Encon amos uma de inição semelhan e de in e ex o em Galina V.
Deniso a, que ambém de ine es a cons ução como o esul ado de se e e i a e en os
signi ica i os ou a os cul u ais que se o na am p eceden es, bem como a ci ações de
pe sonalidades amosas (2003: 77). Nes a ocasião, Bo is M. Gaspa o esc e eu: […][...] a
a i idade linguís ica é ealizada como um luxo con ínuo de ci ação, que é ex aído do
conglome ado da memó ia linguís ica. Es e undo de ci ações é p eenchido com unidades
de á ios g aus de comple ude - agmen os comunica i os que são a mazenados na
memó ia como suas pa es es acioná ias e com os quais o alan e ope a ao c ia e
in e p e a signi icados - (Gaspa o 1996: 14).
Majkl Ri a e (1980) chamou o in e ex o de in a ian e de um de e minado
modelo es u u al semân ico, cujas a ian es são cons uídas p incipalmen e
na linguocul u a o iginal den o do quad o de códigos ca ac e ís icos dela. Ao
mesmo empo, a linguocul u a é conside ada um espaço de signi icados de alo
ep esen a i es in he p ocess o hei pe cep ion o he wo ld, and i s codes
c iados po seus sis emas de sinais secundá ios, onde á ios meios ma e iais são
usados pa a sua e balização (Ko šo a 2009: 241). O signi icado de alo codi icado
o ma um sis ema de códigos linguocul u ais e, em ge al, uma isão de mundo da
linguagem, que e le e a isão de mundo de uma de e minada sociedade (Ibid.).
Quan o aos in e ex os onímicos, de aco do com nossas obse ações p elimina es,
em seu signi icado igu ado, eles ep esen am uma ans e ência de um di ado
an onymic componen o seman ics and i s inhe en linguocul u al in o ma ion
alado p eceden e pa a c ia e aduzi um no o signi icado in e ex ual an o
den o da linguocul u a o iginal quan o na isão de mundo da língua de con a o. Em
elação à p esença de ca ac e ís icas p eceden es em di os alados unidades
o aseológicas em sen ido amplo, a discussão ainda es á em andamen o. A es e
espei o, os a gumen os de Vik o P. G igo ye (2000: 578-580) são de especial
in e esse, po que são os conhecidos di os alados elacionados com o chamado
ROMAN VASKO, ALLA KOROLYOVA, TETIANA TOLCHEIEVA
126 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXVII
[…] ans[…] aseologia que são um no o g upo de candida os a in e ex os[…].
G igo ye ambém obse a que "o empo pa a o concei o de aseologia
ansnacional pode ainda não e chegado, mas os p é- equisi os pa a discu i seu
código in e ex ual já amadu ece am" (2000: 578-580). E se segui mos as nossas
suposições de que a p ecedência é uma base cogni i a pa a a c iação de signi icados
in e ex uais, e endo em con a as de inições acima pa a os qua o ipos de
enômenos p eceden es, en ão a espos a é ob iamen e a a o do s a us de
p eceden e de al ipo de in e ex o onímico como di os alados. Além disso, uma ez
que a maio ia das ases aladas e le e os es e eó ipos da consciência nacional, sua
p ecedência é uma ase p oposicional ob iga ó ia de in e ex ualidade. Na si uação
com os nomes p óp ios p eceden es de na u eza global, é a in e ex ualidade que
desempenha o papel de adu o de signi icados que passa am o es e do empo e
exis em ao longo da ida de mui os po os na o ma de um código anscul u al
especial. E não é coincidência que a in e ex ualidade seja conside ada um código de
ansmissão da cul u a mundial - um sis ema de alo es adicionais pa a a
humanidade, an o ma e iais quan o espi i uais (Vasko, Ko olyo a 2021). Pa a
p ocu a as aje ó ias de eme gência de signi icados in e ex uais na base
cogni i a dos nomes p óp ios p eceden es e sua análise pos e io com a
econs ução do con eúdo p imá io na linguocul u a o iginal e sua ans e ência
pos e io pa a as linguocul u as ecep o as, é p opos a uma abo dagem
me odológica ab angen e e mé odos e écnicas ele an es, que são desc i os no
pa ág a o seguin e.
2. METHODOLOGY OF STUDYING
A TRANSFERENÇA INTERCULTURAL
Nomes p óp ios an e io es
Usando o e mo comunicação in e cul u al, os pesquisado es a en endem como "o
p ocesso de comunicação de pe sonalidades linguís icas que pe encem a di e en es
comunidades linguocul u ais e demons am di e enças [...]" (Gudko 2003a: pa a analisa
51), while ep esen a i es o he heo y o in e cul u al ans e de elop me hods
in e e ências, hib idações, ans o mações que se mani es am quando os
signi icados de enômenos simul âneos e não empo ais de cul u as de con a o en am
em con a o. Com base nos p é- equisi os eó icos pa a es uda os p ocessos e os
esul ados da ans e ência in e cul u al, de em se aplicados os mé odos e écnicas
que isam p incipalmen e a econs ui as aje ó ias do "mo imen o cul u al" de
signi icados.
S aipsniai A igos 127 e 127
P eceden P ope Names and Thei In e cul u al T ans e
Hoje, a discussão con inua sob e a necessidade de melho a o p ocedimen o
me odológico pa a analisa as manei as de ans o ma esses signi icados
concei uais que su gem quando são "impo ados" e "expo ados" de uma cul u a
pa a ou a, uma ez que não são an o as di e enças especí icas nacionais de uma
de e minada cul u a (que ecebem a enção especial na eo ia da comunicação
in e cul u al), mas sim mui as aje ó ias e eladas de mig ação de signi icados
(que são impo an es pa a a eo ia da ans e ência in e cul u al). As di eções
açadas da o mação de no os signi icados de nomes p óp ios p eceden es nas
cul u as ecep o as e le em p incipalmen e sua na u eza in e ex ual, uma ez
que são o esul ado de uma mis u a (combinação) de agmen os que con êm esses
enômenos cul u almen e signi ica i os já no no o espaço linguocul u al. Uma
me odologia ab angen e pa a analisa os nomes p óp ios p eceden es na
linguocul u a o iginal e ge a no os signi icados in e ex uais em sua base cogni i a
no p ocesso de sua ans e ência pa a a linguocul u a ecep o a inclui á ias
e apas ob iga ó ias usando o mé odo in e p e a i o-con ex ual, o mé odo
compa a i o, o mé odo linguop agmá ico e o mé odo de análise de componen es.
Vamos ap esen a a me odologia desen ol ida po nós pa a analisa as aje ó ias do
su gimen o de no os signi icados in e ex ais pa a nomes p óp ios p eceden es no
p ocesso de sua ans e ência in e cul u al. pa a ou o con ex o de pe cepção. Tais
As i was no ed, he mechanism o pene a ion o a i ac s o one cul u e in o
ano he is launched wi h he pa icipa ion o he so-called his o ical and cul u al
“media o s” (o igins, sou ces) ha ans e knowledge/meaning/in o ma ion
in e mediá ios são, de aco do com as obse ações gene alizadas de Elena L. Be ezo ič
(2009), Ma ija È. Ru (2001; 2008), I ina F. Za a inska (2022), on es de mo i ação
linguocul u al com seus p o ó ipos, en e os quais um luga especial é ocupado po
enômenos p eceden es li e á ios, an igos, eligiosos no p ocesso de ans e ência
and biblical p ope names, which ha e become, in ou opinion, in e na ional
ampla. A sua ans e ência pa a ou o sis ema cul u al é um p ocesso dinâmico
cons i uído po ês ases p incipais: selecção, ans e ência e ecepção, que
cons i uem a base da me odologia p opos a pa a o es udo da p ecedência,
in e ex ualidade e in e nacionalidade dos nomes p óp ios. A p imei a e apa é uma
ase de seleção de um nome p óp io p eceden e na linguocul u a o iginal, que en ol e a
econs ução das on es e o igens da mo i ação linguocul u al pa a a p ecedência
dos nomes p óp ios com a análise adicional da sua con o midade com os c i é ios de
enômenos p eceden es. Como esul ado dessas acções ope acionais, se á p opos a
uma decisão sob e o mo i o. Ele se e como on e pa a a c iação pos e io de
ci ações, alusões, eminiscências como um no o ipo de conhecimen o e enômenos
onímicos p on os e, pos e io men e, ge a signi icados in e ex ais em sua o ma
in e ex s.
ROMAN VASKO, ALLA KOROLYOVA, TETIANA TOLCHEIEVA
134 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXVII in e iconicidade mode na, o po encial
p agmá ico dos sinais in e cul u ais onímicos mais impo an e do que o signi icado da
is de e mined no by hei meaning and place in p o ocul u e, bu by hei
well-known and e ec i e impac . In his case, he e ec o he impac is mo e
mensagem. A cul u a de massa explo a apenas aquela pa e da semân ica de um sinal
in e cul u al que es á associada a um es e eó ipo, simpli icando enômenos
complexos e mul idimensionais.
5. CONCLUSIONS
In conclusion, we no e ha p ope names a e able o ac as p eceden
dob ada. Ganhando ampla popula idade na cul u a linguís ica, os nomes p óp ios
p eceden es são equen emen e usados como componen es de in e ex os. Pa a
designa es e ipo de in e ex o, p opõe-se um no o e mo […] in e ex o onímico,
que é o po ado de in o mações linguocul u ais, cujas o igens emon am a á ios
e en os e a os, e as on es […] à li e a u a, mi ologia, eligião e ou os ex os. A
na u eza p eceden e e in e ex ual dos nomes p óp ios ga an e a sua pa icipação
na ans e ência in e cul u al, como esul ado da qual su gem no os signi icados na
cul u a linguís ica de acolhimen o. Ao mesmo empo, não é an o a especi icidade
nacional e cul u al do in e ex o onímico como um sinal da cul u a linguís ica o iginal
que é signi ica i o, mas a aje ó ia de ex ação de no as in o mações das o igens e
on es da cul u a linguís ica ecep o a. No en an o, como mos a o ma e ial de dados
analisado, com o empo, a in o mação de cul u a linguís ica de um nome p óp io
p eceden e pode pe de sua an iga base mo i acional. Isso le a à o malização de sua
semió ica, à a ualização da in e iconicidade e ao impac o p agmá ico no des ina á io
da in o mação com a ajuda da o ma, em ez do con eúdo semân ico.
REFERENCES
Amme Ch is ine, ed., 1997: The Ame ican He i age Dic iona y o Idioms, Bos on,
Massachuse s: Hough on Mi lin Ha cou .
Bahan Mi osla a P. 2014: Баган, Мирослава П. Заперечення як засіб
трансформації прецедентних феноменів [Zape ečennja jak zasib ans o maciji
p eceden nyx enomeni ]. – Українська мова [Uk ajinska mo a] 4, 44–51.
Be ezo ič Elena L. 2009: Березович, Елена Л. Русская топонимия в
этнолингвистическом аспекте: Пространство и человек [Russkaja oponimija

S aipsniai / A icles 135
P eceden P ope Names and Thei In e cul u al T ans e
è noling is ičeskom aspek e: P os ans o i čelo ek], Москва: Либроком [Mosk a:
Lib okom].
Bohuc’kij Vadim М. 2009: Богуцький, Вадим М. Топоніми як засіб презентації
явищ непросторової дійсності (на матеріалі українських, англійських, іспанських
паремій) [Toponimy jak zasib p ezen aciji ja išč nep os o o oji dijsnos i (na ma e iali
uk ajins’kix, anglijs’kix, ispans’kix pa emij)]. – Семантика мови і тексту: матеріали
Х Міжнародної конференції [Seman ika mo y i eks u: ma e ialy X Mižna odnoji
kon e enciji] 2, 32–35.
Če nja skaja Vale ija E. 2009: Чернявская, Валерия Е. Лингвистика текста:
Поликодовость, интертекстуальность, интердискурсивность [Ling is ika eks a:
Polikodo os ’, in e eks ual’nos ’, in e disku si nos ’], Москва: Либроком [Mosk a:
Lib okom].
De La on en Žan 2005: Дe Лафонтен, Жан. Третейский Судья, Брат Милосердия
и Пустынник [T e ejskij Sud’ja, B a Milose dija i Pus ynnik]. ‒ Басни [Basni], пер.
А. И. Введенский, ред. В. П. Бутромеев [pe . A. I. V edenskij, ed. V. P. Bu omee ],
Москва: Белый город [Mosk a: Belyj go od].
Deniso a Galina V. 2003: Денисова, Галина В. В мире интертекста: язык,
память, перевод [V mi e in e eks a: jazyk, pamja ’, pe e od], Москва: Азбуковник
[Mosk a: Azbuko nik].
F anko I an J. 1907: Франко, Іван Я. Галицькоруські народні приповідки
[Halic’ko us’ki na odni p ypo idky]. ‒ Етнографічний збірник [E nog a ičnyj
zbi nyk] 2(2), 301–612.
Gaspa o Bo is М. 1996: Гаспаров, Борис М. Язык. Память. Образ [Jazyk.
Pamja ’. Ob az], Москва: Новое литературное обозрение [Mosk a: No oe li e a u noe
oboz enie].
G igo ’e Vik o P. 2000: Григорьев, Виктор П. Принцип как заязыковой
интертекст [P incip kak zajazyko oj in e eks ]. ‒ Будетлянин [Bude ljanin], Москва:
Языки русской культуры [Mosk a: Jazyki usskoj kul’ u y], 578‒581.
Gudko Dmi ij B. 2003: Гудков, Дмитрий Б. Прецедентные феномены в
текстах политического дискурса [P eceden nye enomeny eks ax poli ičeskogo
disku sa]. ‒ Язык СМИ как объект междисциплинарного исследования [Jazyk SMI
kak ob’ek meždisciplina nogo issledo anija], Москва: Издательство МГУ [Mosk a:
Izda el’s o MGU]. A ailable a : h p://e a is .na od. u/ ex 12/09.h m#3_18.
Gudko Dmi ij B. 2003a: Гудков, Дмитрий Б. Теория и практика межкультурной
коммуникации [Teo ija i p ak ika mežkul’ u noj kommunikacii], Москва: Гнозис
[Mosco a: Gnozis] Não.
ROMAN VASKO, ALLA KOROLYOVA, TETIANA TOLCHEIEVA
136 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXVII
Héois Au élie 2020: Quando os nomes p óp ios se o nam e bos: uma pe spec i a semân ica. ‒
Lexis 16, 1 e 35.
Ju ka Flo ina 2009: Li e a ische Onomas ik: Aspek e de li e a ischen Onomas ik am
Beispiel de Namengebung in J. W. on Goe hes „Wilhelm Meis e s Jah e“, No de s ed :
Edição GRIN.
Kalčenko Te jana J. 2014: Кальченко, Тетяна Ю. A unção isiológica
прецедентних феноменів у поетичному творі (на матеріалі лірики В. Герасим’юка
I. Rima uca) [Aksiologična unkcija p eceden nyx enomeni u poe ičnomu o i (na
ma e iali li yki V. He asymjuka a I. Ryma uka)]. ‒ Ano ações cien í icas do Be diano
Es ado de Pedagogia. Fílologicamen e ciências [Nauko i zapiski Be dianskogo
de ža nogo pedagogogičnogo uni e si e u. Filologični nauky] 4, 7580. Ka penko Olena J.
2010: Ka penko, Olena Yu. Cogni i a onomas ica [Kogni i na onomas ika], Odessa: Fénix
[Odesa: Fenyks]. Ka penko Olena J. 2015: Ka penko, Olena Yu. Cogni i a onomas ica
[Kohni i na onomas ika]. ‒ Teo ia In eg al da Comunicação Angló ona [In eh alna eo ia
anglomo noji komunikaciji], 1364.
Ko šo a Ma ija L. 2009: Ковшова, Мария Л. Семантика и прагматика фразеологизмов
(лингвокультурологический аспект) [Seman ika i p agma ika фразеологизмo
(ling okul u ologičeskij aspek )]: disse ação de dou o ado em ciências ilosó icas
[disse acija dok o a ilologičeskix nauk], Moscou: Ins i u o de Língua do RAN
[Mosco a: Ins i u jazykoznanija RAN]. K is e a Julija 1995: Кристева, Юлия. Bax in,
clo o, diálogo e omance [Bax in, slo o, diálogo e omance]. O jo nal da Uni e sidade de
Mosco o. Se ia: Filologia [Ves nik Mosko skogo uni e si e a. Se ija: Filologija] 1,
97[…]124. Lo man Ju ij M. 2001: Lo man, Yu iy M. Semios e a [Semios e a], Sank
Pe e sbu g: Искусство [Sank -Pe e bu g: Iskuss o]. Naximo a Elena A. 2011:
Nahimo a, Elena A. Teo ia e mé odo de cogni i o-
дискурсивного исследования прецедентных онимов в современной российской
comunicação de massa [Teo ija i me odika kogni i no-disku si nogo issledo anija
p eceden nyx onimo so emennoj ossijskoj masso oj kommunikacii]: disse ação
доктора филологических наук [dise acija dok o a ilolologičeskix nauk],
Eka e inbu g: Уральский федеральный университет] [Eka e inbu g: U alskij ede alnyj
uni e si e ].
Nomys Ma ij T., ukl., 1993: Номис, Матвій T., uклад. Uk ainian приказки, прислівя и таке
інше [Uk ajinski p ikazky, p ysli ja i ake inše], Киев: Либідь [Kyji :
Lybid[…]].
S aipsniai A igos 137 e 137
P eceden P ope Names and Thei In e cul u al T ans e
P osku in Se gej G., P osku ina Alla V. 2017: Проскурин, Сергей Г., Проскурина,
Алла В. T ans e ências cul u ais e ex os [Kul u nye ans e y i eks y],
No o-Sibi sk: ИПЦ НГУ [No osibi sk: IPC NGU]. Ri a e Majkl 1980: Ri a e ,
Michael. (em inglês) C i é ios de análise es ilís ica [K i e ii s ilis ičeskogo
analiza]. ‒ No o em linguís ica es angei a [No oe za ubežnoj ling is ike] 9,
3597.
Ru Ma ija È. 2001: Рут, Мария Э. Антропонимы: размышления о семантике
[An oponimy: azmyšlenija o semân ica]. ‒ In o mação do Uni e sidade Es adual de U al
[Iz es ija U alskogo gosuda s ennogo uni e si e a] 20, 4550. É Ru Ma ija. 2008: Ru h,
Ma ia E. Nomeação de ep esen ação em onomas ica ussa [Ob aznaja nominacija
usskoj onomas ike], Moscou: ЛКИ [Mosco a: LKI]. Rjabinina Olena K. 2007: Рябініна, Олена К.
Интертекстуальность у дискурси современной украинской преси: лингвистический
аспект [In e eks ualnis u disku si sučasno uk ainskoji p esy: ling is ičnyj aspek ]:
дисертация кандидата филологических наук [dise acija kandida a ilko čnyx nauk],
Харковский: Национальный университет имени В. Н. Каразина [Xa ki : Xa ki kij nacionalnyj
imeni].
V. N. Ka azina].
Saxa uk Inna V. 2011: Сахарук, Инна В. Типология прецедентных феноменов у
современному украинскому дискурси [Tipolohija p eceden nyx enomeni u sučasnomu
uk ajinskomu disku si]. ‒ Es údios linguís icos [Linh is yčni s udiji] 23, 197203. Slyškin
Gennadij G. 2004: Слышкин, Геннадий Г. Concei os e me aconcepções linguís icos
[Ling okul u nye koncep y i me akoncep y], Volgog ad: Перемена
[Volgog ad: Pe emena] Não, não, não.
Soloduxo Édua d M. 1982: Soloduho, Édua d M. P oblemas in e nacionais-
зации фразеологии (на материале языков славянской, германской и романской групп)
[P oblemy in e nacionalizacii azeologii (na ma e iale jazyko sla janskoj, ge manskoj i
omanskoj g upp], Kazan: Издательство Казанского университета [Kazan: Izda els o
Kazanskogo uni e si e a].
Soloduxo Èdua d M. 1989: Солодухо, Эдуард М. Teo ia da ap oximação de ases (na
ma é ia de línguas slaвянской, германской и романской групп) [Teo ija g upp]], Kazan:
azeologičeskogo sbliženija (na ma e iale jazyko sla janskoj, ge manskoj i omanskoj
Издательство Казанского университета [Kazan: Izda els o]
Uni e sidade de Kazanskogo.
S epano Ju ij S. 2001: S epano , Yu iy S. Ele é um dos mais conhecidos a is as do
mundo. […]In e ex o[…], […]In e ne […], […]in e subjec o[…] (pela base de concei os
compa a i os) [[…]In e eks […], […]in e ne […], […]in e subjec […] (ko anijam s a ni el[…] osnnoj koncep ologii)]. - No ícias
ROMAN VASKO, ALLA KOROLYOVA, TETIANA TOLCHEIEVA
138 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXVII
A RAN. Se ia li e a u a e idioma [Iz es ija RAN. Se ija li e a u y i jazyka] 61(1),
3–11.
Tomaxin Gennadij D. 1988: Tomahin, Gennaдий Д. Reалии американизмы. Posobie po
s ano edeniju, Moscou: Escola Supe io [Mosco a: Vysšaja škola]. Topo o Vladimi N.
1987: Topo o , Vladimi N. Zame ki po econs ução de ex os [Zame ki po
ekons ukcii eks o ]. ‒ Es udos sob e a es u u a de ex os Vasko Roman, Ko olyo
Alla 2021: In e ex ualidade de Julia K is e a e elações hipo é icas de suas eo ias
[Issledo anija po s uk u e eks o ], 99–100.
com ipos an igos de esc i a. ‒ Religiiski ilozo iski aks i 29, 136156. (em inglês)
Vaxelai e Jean-Louis 2016: De la dé ini ion linguis ique du nom p op e (Da de inição linguís ica do nome p óp io). - Linguagem
F ançaise 190(2), 65‒78.
Volo a Vik o ija M. 2018: Volo a, Vic o ia M. Po encial de Es ilagem
имен собственных в англоязычном масс-медиальном дискурсе (на материале
публицистических текстов периодических изданий Великобритании и США)
[S ileob azujuščij po encial imen sobs ennyx anglojazyčnom mass-medialnom
disku se (na ma e iale publicis ičeskix eks o pe iodičeskix izdanij Velikob i anii i
SŠA)]: disse ação do candida o a ciências ilologicas [disse acija kandida a
ilologičeskix nauk], Samá a: Samá sky š á ny social gospe pedagogický uni e zi e
[Sama a: Sama skijuda s ennyj nopedagogičeskij uni e zi e ].
Za a ynska I ina F. 2022: Заваринская, Ирина Ф. Фразеологизми с онімним
компонентом в англійській, польській та українській мовах: лінгвокультурологічний
[F azeolohizmy z onimnym komponen om anglijskij, polskij a uk ajinskij mo ax:
linh okul u olohičnyj aspek ], Te nopil: Осадца Ю. В. [Te nopil: Osadca
O Ju. V].
S aipsniai A igos 139 e 139
P eceden P ope Names and Thei In e cul u al T ans e
P eceden iniai ik iniai a dai i jų
a pkul ū inis pe kėlimas
SANTRAUKA (em inglês)
S aipsnyje analisada p eceden inių ik inių a dų, kaip oniminių in e eks ų, ku ie y a pi minės
ling okul ū os ženklai-simboliai, pe kelian ys naujas eikšmes į p iimančias kul ū as,
a pkul ū inio pe kėlimo p oblema. ku is siejamas su kalbine s e eo ipo įkūnijimo o ma, šiuo
Daug dėmesio ski iama susijusių, be neiden iškų są okų, okių kaip p eceden iškumas,
a eju iš eiškiama ik iniu a du, i in e eks ualumas, ku is s uk ū uoja iš į ai ių eks ų
a einančią in o maciją, ko eliacijai. S aipsnyje es abelecido ik inio a do p eceden eškumo
pi mumas pi minėje kul ū oje i an inis jo in e eks ualumo pobūdis. S aipsnyje apib ėžiamas
ik inių a dų p eceden eškumo kilmės i jų in e eks inės in o macijos šal inių aidmuo.
Iškeliama ši p ielaida: mode na masinė kul ū a pasižymi ik inių a dų semio ikos
o maliza imu, ikoni ak ualizškumoa imu i p agma ine o mos į aka in o macijos
ad esa ui iek pi minėje ling okul ū oje, iek a pkul ū inio pe kėlimo me u.
Į eik a 2022 m. se emb o 7 d.
Romão Vasco
Kyi Na ional Linguis ic Uni e si y
73, Velyka Vasylki ska S .
03150, Uc ânia, Kie
dnis e @uk .ne
ALLA KOROLYOVA
Kyi Na ional Linguis ic Uni e si y
73, Rua Velyka Vasylki ska.
03150, Uc ânia, Kyi
alla.ko olyo [email protected]
TETIANA TOLCHEIEVA
Na ional Pedagogical D agomano Uni e si y
9, Rua Py oho a.
01601, Uc ânia, Kie
K eoma. [e-mail p o egido]