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Improving Compatibility of Terminological Collections with a Bridging Classification of Data Categories

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Improving Compatibility of Terminological Collections with a Bridging Classification of Data Categories

Author: Igor Kudashev
Year: 2009
Source: https://journals.lki.lt/terminologija/article/download/551/640
Melho ia da compa ibilidade das
coleções e minológicas com uma
o
classi icação de pon e de
ca ego ias de dados
IGOR KUDASHEV
Uni e sidade de Helsínquia
INTRODUÇÃO
Apesa da exis ência de um conjun o pad onizado de ca ego ias de dados
(ISO 12620:1999) e de mé odos pad onizados de abalho e minológico (ISO
704:2000), ainda é di ícil encon a duas bases de dados e minológicas
c iadas em duas o ganizações di e en es que possam se acilmen e
undidas sem pe da de dados ou dis o ção dos p incípios o iginais de
compilação de cada uma das bases de dados.
da abases. The mos ob ious easons o ha a e as ollows:
- as línguas e adições
nacionais di e em;
- Os domínios LSP di e em;
- os an eceden es e as abo dagens dos
compilado es di e em;
- as soluções écnicas di e em.
Ao mesmo empo, uma das endências na ges ão de ecu sos
e minológicos e de ou os ipos de dados em sido a de
ag ega esúmulos espalhados em po ais ou se iços
maio es, ge almen e sem a sua usão ísica. Um dos exemplos
é o po al Eu oTe mBank (h p: www.eu o e mbank.com), que
o
pe mi e a pesquisa em á ias bases de dados e minológicas
in e nas e ex e nas e pode compila os esul ados.
À medida que as demandas dos u ilizado es e os olumes de dados
c escem, o na-se necessá io o nece uma pesquisa a ançada que
ab ange odos os campos da en ada e não apenas as pala as-cha e e
adap a as en adas de aco do com as p e e ências dos u ilizado es.
Nes e a igo, p opomos uma classi icação de ca ego ias de dados que
pode se i de pon e en e as coleções e minológicas da classi icação.
abo da os seguin es p oblemas
elacionados com a ges ão de coleções de
e minologia com di e en es conjun os
de ca ego ias de dados:
- ag egação e usão de ecu sos e minológicos; - o ganização
da pesquisa que ab ange odos os campos das en adas; -
adap a as en adas de á ias coleções de aco do com as
e e ências dos u ilizado es.
36 Igo Kudashe Melho a a compa ibilidade da ges ão
A cla abase e minológica pode
con e di e en es ipos de dados,
pa a além dos dados e minológicos
p óp ios, ais como on es de
e minológica dos u ilizado es e das ansacções
in o mação.
e minológicas.
Nes e a igo, oca emos na classi icação de ca ego ias de
dados elacionadas à desc ição de exp essões LSP.
O que é uma CATEGORIA de Dados?
Di e en es ipos de dados são colocados em
di e en es campos em bases de dados
e minológicas. ca ego ia de especi icação de
Os dados
um dado dado
são o
campo de esul ado
(ISO 1087-2:2000: 13) É po isso que a Bíblia é ão impo an e. Os e ninólogos
usam di e en es me á o as pa a explica o concei o de uma ca ego ia de
dados. Uma me á o a é a de um gua da- oupa, onde di e en es ga e as são
usadas pa a a mazena di e en es ipos de oupas. Ou a me á o a é um
ces o de comp as eacl- ipo de me cado ias é emb ulhado em seu p óp io
paco e he e pa a que eles não se mis u am. TYPICT L A4ISN4ATCIIES
classi icado da classi icação de dados. Os dados podem se de mui as manei as
BET VEEN CATEGORIAS DE Dados As ca ego ias de dados são o esul ado
di e en es, dependendo das opiniões do classi icado e das necessidades dos
u ilizado es. Usando a me á o a do gua da- oupa, pode-se dize que os
gua da- oupas cli e en êm com di e en es núme os de ga e as que podem
e o mas di e en es. amanho, e c.
Pelo menos ipos de desajus e são possí eis en e ca ego ias de cla a em
bases de dados e minológicas:
- desajus e dos nomes das
ca ego ias de dados;
- desajus e dos "dimensões" das
ca ego ias de dados, ou seja, di e en es
"g anula-
ção":
- e o de "luga es" de
ca ego ias de dados. ou
seja, a sua localização no
sis ema de classi icação.
:
- incompa ibilidade dos p incípios de classi icação
(sob eposição);
- co espondência do con eúdo das ca ego ias de dados;
- L ases mis os.
Abaixo es ão
algumas
alguns exames
que ilus am
desajus es comuns.
As
1:
ca ego ias
nomeado
de dados de casos são di e en es.
Exemplo: a ca ego ia de dados es á numa
chamada no a de obse ação na e cei a
base de dados, o comen á io nou a,
e NB na qua a.
Te minologia
2009 I 16 37
Caso 2: o nome de uma ca ego ia de
dados é u ilizado em sen idos di e en es.
Exemplo: o sinônimo da ca ego ia de dados
ma co esponde a "sinônimo comple o",
"quase sinônimo" ou "sinônimo comple o ou
quase sinônimo"i
Caso 3".
Os nomes das ca ego ias da z são
" also amigos"
Exemplo: ab e iação e
ac ônimo em inglês, al como
de inido na no ma ISO
(ISO 12620:1999:6-7) e o usso
a66peauamypa e oKpoHuM
co espondem um ao ou o
ans e salmen e & Haju in
2003:104-105).
(Kudashe )
Caso
4'. A g anulação das
ca ego ias de dados é di e en e.
Exemplo: a ca ego ia de dados o ma
ab e iada de e mo é di idida em
cinco subclases
(ab e iação. ac ônimo e inicialização cu a
12620:1999, mas não há al di isão na ISO
12616:2002
co ada, o ma do e mo, e mo) na ISO
("
Te minog a ia o ien ada pa a a adução").
Caso 5:
sob eposiç-
ão de
ca ego ias de dados.
Exemplo: sob eposição de
ca ego ias de dados e con ex o.
Alguns e am exemplos são
con ex os e alguns con ex os
podem se i como exemplos, mas
as duas ca ego ias não são
idên icas.
Caso 6".
a mesma
dados é
ca ego ia de
classi icada em di e en es ca ego ias mais amplas.
Exemplo: o con ex o dos dados de ca ego ia
concei os na ISO
é conside ado dados elacionados com
12620:1999, apa en emen e po que os con ex os
podem o nece in o mações adicionais sob e o
concei o.
No en an o, uma unção mais comum dos con ex os é
o nece in o mações sob e o uso de e mos e
colocações, de modo que
"mui as bases de
dados classi icam
o con ex o como
uma ca ego ia
elacionada ao e n"
(ISO 12620:1999:25), incluindo as seguin es:
Caso
7: a linguagem, o sis ema de sinais ou a no ação dos dados di e em. Po
exemplo. uma pa e da ala pode se codi icada como subs an i o em
uma base de dados, n. em ou a, subs.
no e cei o e como um símbolo
g á ico no qua o.
Caso
8: alo es idên icos ou
semelhan es de ca eso ias
de dados são u ilizados em
signi icados di e en es e
conexões di e en es.
Exemplo: o neologismo de alo na ca ego ia de
dados de p o eniência de e mos da ISO
12620:1999 pa ece uma e ique a c onológica,
embo a, de ac o, se e i a à me odologia
u ilizada na c iação do e mo. 38 Igo Kudasl e
I Imp o 'i g (',on po ibilidade de
Te minol >gical..
Caso
9: os alo es das classes semi- echadas di e em de ido à classi icação
di e en e dos enômenos linguís icos em di e en es lang ages e
di e en es adições. Exemplo: na ISO 12620:1999 os ó ulos pa a
desc e e as exp essões LSP pe encen es ao "s yie in e io "
incluem o egis o de gí ia e o egis o de gí ia. Eles co espondem
ap oximadamen e aos ó ulos npoQ ecc uoua naua i )Kap zoH L3 M
(gí ia p o issional) e npoc!eccuoHanbHoe npocmopeque
(coloquialismo
p o issional) em
Russo.
Em inlandês, no
en an o, há apenas
uma ca ego ia, amma islangi
(p o issional
Gí ia; Ve
Sanas o yon
k:isiki ja 1.989: 12).
De e igualmen e se obse ado que alguns dados podem
se exp essos implici amen e em colecções
e minológicas.
Exemplo obsole o l: a p esença do ó ulo ausência em alguns
que implica e mos que não são ma cados com o ó ulo.
casos e sua ausência em ou os em uma coleção e minológica
e mos o em colocados na mesma en ada, isso implica que são
sinônimos ou equi alen es.
pe encem ao es oque LSP a i o. Exemplo 2: se dois ou mais
ge almen e
O in e câmbio de dados ou a ag egação de ecu sos e minológicos podem
exigi que ais dados implíci os sejam explici ados. Po exemplo, se os
dados o em a mazenados na o ma de on ologia em ez de en adas
es á icas, en ão as in o mações implíci as sob e sinônimos e
equi ,alen s mencionados acima de em se explici adas e sal as du an e a
"desassemblagem" das en adas.
In en á ios ISO
Classi icações
Dados C] Ca ego ias
A ISO 12620:1999 especi ica um conjun o de
ca ego ias de dados pa a o egis o
e minológico. Não p esc e e quais ca ego ias de
dados de em se in o mações.
u ilizado, mas se e mais pa a um
as
in en á io. Es e conjun o de
ca ego ias de dados es á sendo
ampliado no p oje o ISOca
( w'w.isoca .o g) que
documen a ca ego ias de dados
linguís icos amplamen e acei as.
Enquan o o p oje o ISOca é, sem dú ida, ú il pa a linguis as que êm a
chance de ca ego iza pa a melho de ini concei os linguís icos e
de dados p on as de um as o in en á io. É di ícil ali ia o p oblema da
pa a designado es de bancos de e mos que podem escolhe ca ego ias
oca de dados, da ag egação e da pesquisa comple a em á ias bases
de dados. Em p imei o luga , não pode impedi que os compilado es de
p odu os e minológicos classi icem os dados de uma o ma di e en e
e usem suas ca ego ias de dados o , l, n.
Te minologia
| 2009
| 16 39
Em segundo
luga , quan o
mais ca ego ias
de dados são
in e minological
u ilizadas nas
coleções, mais
di e sas se
o nam,
o nando a oca
de dados ainda
mais
desa iado a.
A lis a de ca ego ias de
dados é in ini a em eo ia e
bas an e as a na p á ica.
Po exemplo, a lis a de
ca ego ias de dados ea ecl
à e minologia no in en á io
lSOca já excede
500 i ens.
uma das p á icas
u ilizadas no
O p ojec o ISoca
pode aumen a
es e núme o
mui as ezes.
Re e imos
o p esen ing
alo es de
classes
echadas e
semi-
as
echadas a
ca ego ias de
dados indi iduais.
Po exemplo, os
alo es do egis o
de ca ego ias de
dados, s ich como
uulga Regis e .
scng/Reg s/e . (em inglês)
e c. são ago a
as
ap esen adas
ca ego ias de dados po
di ei o p óp io.
Da mesma o ma, a ca ego ia de dados
eliabili yCode é di idida em
eliabili yCoclel, eliabili yCode2, e c.
Exis em di e en es opiniões sob e se isso é
azoá el do pon o de is a p á ico, mas os dados
podem se o ganizados em mui os ipos
di e en es.
Assim, não há es ições o mais
so
pa a a di isão de ca ego ias de
dados pa a as classes p imi i as
que só podem acei a alo es
1, :s e não.
Es á cla o.
No en an o, es e
domínio de
ca ego ias de
dados p ecisa de
uma es u u ação
e classi icação
adequadas pa a
pe manece
ge enciá el e bem
o ganizado.
En e an o.
A classi icação das
ca ego ias de dados
p opos a na ISC
i2520:1g99 é
p oblemá ica em
is
á ios aspec os.
To
a pa i de
ago a, exis em
incong uências
-somc no que diz
espei o à
di isão p incipal
dos dados.
Secção de
encaixe
6.2
(Ty'polog1, de
ca ego ias de dados).
da a ca ego ies
são di ididos em ês
g upos najo :
in o mações
elacionadas com o
e mo e o e mo.
Clesc ip i o
Ca a 3o dados
adminis a i os.
No en an o.
No anexo D (Lis a
sis emá ica de da. o
ca ego - es), o
segundo
g oup is called
Da a ca ego ies
elacionado
com o
concei o de iesc iS: ion.
Em |e
sa ne
in e, es e
g upo
cou ains
s bg clup
Nole whicli "é a.ioi e
ecanse pode se associado
a qualque uma das ou as
ca ego ias e, po an o, não
pode se subo dinado a
nenhum ou o subg upo
especí ico" (ISo
i.o.0999?,a: :4).
Se assumi mos que a di isão p e is a incluía qua o
e :ups; Além de in o mações elacionadas com os
e mos, in o mações elacionadas com os concei os,
in o mações adminis a i as e núme os, es a
classi icação ainda susci a mui as ques ões.
Tc.
Naii:e a {e.l ;
- po que os exemplos
e os con ex os são
dados ela i os a
concei os e não
dados elacionados a
e mos?
c . a desc ição da ca ego ia de
dados de con ex o: "Um ex o ou
pa e de um e em que oco e um
e n"
(ISO 12620:l) A Comissão conclui que a Comissão não cump iu as ob igações que lhe incumbem po o ça do a igo 107.o, n.o 1, do T a ado.
999:
25).
- A hy s nonym e equiualence são
e n- elacionados da . : ,uhilc
o i e wise udo elacionado ao
signi icado é concei o- e e ec-
dados?
C . ambém n.
Desc ição do g au de
equi alência da ca ego ia
de dados: "A ex ensão em
que as in enções de dois
ou mais concei os i-. "
"pé ia"
( ambém
72620:1999:21).
'+0 Igo Kudi she I Imp o ação
(compa ibili y o. )
Te minologia

- se o an ônimo e o homóg a o são dados
adminis a i os e não dados elacionados
com e mos ou concei os?
- Po que
uideo, e c.
áudio, são
(p imei o)
concep - ela ed
dados?
- Qual é a de inição exa a de dados adminis a i os?
Po que es a classe inclui
ca ego ias ão
he e ogêneas?
A di isão dos dados e minológicos em dados elacionados com concei os
e e mos pode se ú il do pon o de is a écnico, uma ez que a
abo dagem o ien ada pa a concei os, que eduz o núme o de elações
en e os e mos, ligando os e mos sinônimos aos e mos, pode se ú il.
i suppo s he
concei o. No en an o, al di isão em ge al e a sua implemen ação na ISO
12620:1,999 em pa icula podem ep esen a um desa io pa a os
u ilizado es comuns de bases de dados de adu o es e minológicos e
pe i os do domínio. Na e dade, não é ácil comp eende po que os
sinônimos de em se p ocu ados em dados elacionados com e mos, os
an ônimos em dados adminis a i os e os exemplos em dados
elacionados com concei os.
-
Os u ilizado es comuns abalham com e mos - pala as e combinações de
pala as, po isso pa a eles é mais na u al ala sob e o signi icado de um
e mo, sinônimos de um e mo, exemplos de uso de e mos. E assim po dian e.
Es a classi icação i ada de ca ego ias de dados des inada a o nece
pesquisas de en ada em múl iplas coleções de e se o ien ada pa a e mos,
in ui i amen e cla a e baseada em ca ego ias linguís icas comuns.
RIDGING MISMATCHES en e as ca ego ias de dados
O p oblema de
desajus es
ca ego ias de
en e as
dados pode se
esol ido com a
ajuda do
Se as n isma ches o em nominais, po exemplo, se os
nomes das ca ego ias de dados o em di e en es ou se os
mapeamen o. de
mesmos con eúdos o em ap esen ados de o ma
di e en e, se á u ilizado o mapeamen o di e o en e os
dados. O mapeamen o di e o é ca ego ias que podem, uma
ez aplicadas, se pesquisadas com a mesma p ecisão de
ecu sos que os dados ag egados nas bases de dados
o iginais.
Di e enças mais subs anciais en e as ca ego ias de dados exigem a busca de um
denominado comum a a és do napping en e as classi icações de conjun os de
ca ego ias de dados diminui. A u ilização de um denominado comum eduz um pouco
a p ecisão da pesquisa, mas es a é a única o ma de o nece uma pesquisa
es i e p on o pa a sac i ica a p ecisão da pesquisa, ele em que ealiza uma
pesquisa sepa ada em cada coleção indi idual.
co ena pa a soluções e minológicas com es u u a di e en e. Se o usuá io não
Tal como acon ece com a oca de dados
em ge al. sing um o ma o in e mediá io, ou seja,
algumas ca ego ias de classi icação de
p azo do que múl iplos mapeamen os
pon e, de dados mais e icazes a longo
is
en e di e en es classi icações. Os
p incípios ge ais da classi icação dos
41
Te minologia
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I 16
dados des inados a se i de in e ace
comum en e as ca ego ias das
ou as classi icações são os
seguin es:
1. uma ez que as classes da classi icação de em se i de denominado es
comuns. Eles êm que es a em um ní el mais al o de abs ação do que a
maio ia
ca ego ias de dados "p imi i as" que não são subdi ididas. Ao mesmo empo,
o ní el de abs ação pode não se demasiado ele ado, uma ez que os
u ilizado es não es a iam in e essados numa classi icação demasiado ge al.
Na p á ica, é su icien e uma classi icação com dois ní eis de abs ação.
2. A classi icação sho ld ab ange
odos os ipos de exp essões LSP que
são ipicamen e em e minologia,
incluindo elemen os de e mos,
cla abases desc i as, nomes p óp ios,
ases de inidas, e c.
nomencla u a, 3. A classi icação de e con e apenas as
ca ego ias de dados que es ejam di e amen e elacionadas
com a desc ição das exp essões LSP. dos aspec os écnicos
adminis a i os e das codi icações e on es de con iança.
(po exemplo:
n edium,
capacidade, e c.)
É uma a e a di e en e.
4. A classi icação de e se hie á quica, mas
de em se pe mi idas á ias bases de
di isão no mesmo ní el de abs ação.
5. A ciassi icação
de e se
con e , po exemplo:
ex ensí el. De e
Ca eqo (em inglês)
"ou o" em cada ní el da hie a quia.
Es es de em se combinados com os
u ilização acima mencionados. com base
p incípios de exigência de acilidade de
em lin-
Na nossa opinião, a classi icação
das unções gís icas dos dados
pa icula men e o e.
nes e úl imo é um candida o
Na base de classi icação de pon e sob e as unções linguís icas, o oco é
deslocado dos nomes das ca ego ias de dados pa a a unção ou unções dos
dados que eles con êm. Uma compa ação aqui que pode se ei a é uma biblio eca
com seus di e ó ios al abé icos e.
sujei o
A pesquisa com os nomes das ca ego ias de dados é semelhan e à ajuda de
mas às ezes pode se enganoso. Além disso, os u ilizado es não podem
adi inha odos os í ulos possí eis que cob em um de e minado ópico. O
di e ó io al abé ico é ú il nos casos em que os usuá ios sabem com
um di e ó io al abé ico. O í ulo dá alguma pis a sob e o con eúdo do li o,
ce eza qual i em (s) localiza . A maio ia dos lib a L se s, no en an o. A
sua pesquisa com o sub ec começa com o di e ó io po que não sabem de
an emão quais os i ens que cob em o ema em que es ão in e essados.
Po al e minológico que ag ega múl iplas coleções
e minológicas. Igo Kudashe Imp o e a compa ibilidade de
e minologias.
O domínio dos li os nas p a elei as de uma
biblio eca ap esen a aos u ilizado es o mesmo
p oblema que o domínio dos li os nas
p a elei as de uma biblio eca.
sabem que ipo de in o mação lhes in e essa (g amá ica, signi icado, e c.),
não sabem necessa iamen e em que ca ego ias de dados podem se
Po exemplo, in o mações sob e o s a us de á ea de uma exp essão LSP
encon adas es as in o mações. Em di e en es coleções e minológicas,
podem se encon adas em campos como uso, ó ulo egional, símbolo de
ipos semelhan es de dados podem esidi em campos de dados di e en es.
língua, e c.
Se a pesquisa o baseada na linguís ica dos dados. Os usuá ios não
p ecisam de unções pa a se p eocupa abo a os nomes e ac de
sis ema de ge enciamen o de e ninologia localiza e exibe en adas
ca ego ias de dados. Eles apenas especi icam que es ão p ocu ando
in o mações sob e o s a us da á ea, signi icado ou sinônimos, e o
comple as ou ab e iadas em di e en es bancos de dados que con êm as
in o mações do ipo especi icado. e de e se complemen ado po :
A pesquisa po unção
pode pesquisa pelo nome
dos campos pa a aqueles
lei o es que sabem
exa amen e em que
campos que em pesquisa .
Os campos de dados, como os i ens da biblio eca, podem con e
di e en es ipos de in o mações linguís icas. Po exemplo, um exemplo
é um campo mul i uncional ípico que pode con e in o mações sob e a
o ma, o signi icado e o uso de um e mo, em p opo ções di e en es.
Cla a
Cada ca ego ia pode se desc i a como endo uma ou á ias
iuncções. De e á ambém se possí el especi ica o g au em
que uma de e minada ca ego ia de dados e le e ce as
unções. Es a ca ac e ís ica pode se e bal p imá ia e ou
nl me ical
(po
unção) secundá ia
exemplo,
(po exemplo:
0-100%).
A manei a mais ácil de aze o napping de um de e minado conjun o de
ca ego ias de cla a pa a a classi icação in e média de é conside a o
con eúdo dos campos de dados um ipo pa icula uni o me e aze uma
simples abela de co espondência. Um mapeamen o mais p eciso, mas
cli agens de campos de dados indi iduais dos al es u ilizados na abela de
co espondência global. Po exemplo, os con ex os ge almen e o necem
in o mações sob e o uso e o signi icado dos e mos. É azoá el inclui es es
ambém mais complicado, pe mi i ia aos compilado es especi ica as
ipos de in o mações na abela global de co espondência, uma ez que se
e e em a odos os campos con L'x . No en an o, alguns con ex os podem
ambém con e in o mações enciclopédicas. Es a u ilização ocasional de
in o mações enciclopédicas pode se ma cada localmen e, . o o ní el
ieid.
43Te minologia
| 2009 16
Classi icação
Ca ego ias de dados baseadas em
unções ú icas de ligação dos dados
Uma ez que as exp essões LSP são sinais linguís icos, as in o mações
sob e elas podem se di ididas em in o mações sob e sua o ma,
signi icado, L sage, elações com ou as unidades. o igem e
desen ol imen o. Abaixo, cada uma dessas classes é desc i a em de alhes e
alguns exemplos dos dados que lhes pe encem. Fo necido. Ve apêndice 1
pa a a e são compac a da classi icação.
Dados ela i os ao o n
As exp essões LSP êm duas o mas - esc i a e o al. Além disso, os dados
elacionados à o ma de uma exp essão LSP podem se subdi ididos em
ês classes:
- dados elacionados
com o o n canônico;
- dados elacionados com a o mação da unidade; - dados elacionados
com a in lexão da unidade. DADOS RELATIVOS A CANONICAL FOR]Vl A
o ma canônica é a o ma na qual a pala a-cha e é dada na base de
dados. Ele se e como
" ep esen a i o"
pa a ou as
o mas.
Po exemplo, na maio ia dos
Nas línguas eu opeias, a o ma canônica pa a os subs an i os é
nomina i o singula e pa a os e bos p esença in ini i a. No en an o, as
eg as pa a escolhe a o ma canônica a iam em di e en es linguagens e
acções lexicog á icas.
Seguem-se alguns exemplos de dados
elacionados com a o ma canônica
esc i a:
- ipo de exp essão pela sua o ma esc i a (po exemplo, o ma
comple a, o ma ab e iada, sy nbol, ó mula, e c.);
- o og a ia do o mulá io:
- a ian es
o og á icas da o ma;
- hyphena ion. - (em inglês)
Exemplos de dados
elacionados com a o ma canônica o al:
- ipo de
exp essão pela
sua o ma o al (po exemplo,
inicializaç-
ão, ac ônimo);
- p onúncia;
- a ian es de p onúncia da o ma;
- silabização.
Como se
Algumas ca ego ias de dados podem elaciona
ê.
o mulá ios. Po exemplo, indicando que uma
o bo h w i en and o al
exp essão em pa icula é um inicialismo, ou
seja, uma o ma ab e iada ei a de le as
iniciais do e mo comple o, nas quais essas
le as são p onunciadas indi idualmen e
(po exemplo:
Nações Unidas
- ONU), o nece in o mações sob e o mas esc i as e o ais. Além
disso, pode
Igo K - dashe
I Melho ando
Compa ibilidade de e minologia.
4.1.8. Dados
elacionados
com
es ições de egis o.
<(Jsage:
es ições.. egisle )
4.7.9.
Dados elacionados
com es ições de
g upos p o issionais.
<
e mmlJsag-
e: es ição
s: p onal
o e s si
G ou p>
4.1.10.
Dados
elacionados
com es ições combina ó ias
. l e m(Jsage:
es ições:
combina ó ias)
4.1.11.
Dados
elacionados
com es ições de con o midade.
e m -Jsage:
es ições:
con o midade>
4.2 Dados
elacionados
com a equência de u ilização.
Tí ulo:
F equência
5. Dados elacionados com elações sis emá icas. <Te m Relações>
5.1 Dados
elacionados
com elações
sinônimas.
< e moRelações:
sinônimoRelação>
5.2 Dados
elacionados
com elações
an ônimas.
Relações de e mo:
an ônimoRelação>
5.3.
Dados
elacionados a
elações homônimas.
< e llelações:
homônimoRelação>
5. '1. Dados
elacionados
com pa ônimos
ela i os.
< e moRelações:
pa ônimoRelação>
5.5 Dados
elacionados
com elações gené icas.
<Te m Relações:
gené ico. Relação)
5.6 Dados
elacionad-
os com as
elações pa i i as.
Relações:
q i iaeRele ão
5.7 Dados
elacionados a
elações
on ológicas não
hie á quicas.
Rela iões: não
e mo hi e c hic
alR el ion
a alO n ologic
q
5.8 Dados
elacionados
com as
eações de equi alência.
<Te mRela ions:
equiualenceRela ion>
6. Dados ela i os à o igem e ao desen ol imen o. (no egem e
desen ol imen o)
7. ou os ipos de dados elacionados com a desc ição de uma
exp essão LSp < e m O he Rela e dD em a > APÊNDEX 2. Exemplo de
mapeamen o de algum ISO
12620
1999
DATA CATEGORIES
Pa a o I, INCTIONAL
Classi icação
O TERMINOLOC; ICAL
(IATA)
Ve o apêndice 1 pa a a descodi icação da ep esen ação o mal
das ca ego ias u ilizadas po azões de b e idade.
A ma ca de e e ência
após uma ca ego ia de
dados signi ica que a
p esença na
in e p e ação da
o he speci ied
kind o da a is subjec
ca ego ia de dados.
Se as subca ego ias
podem se mapeadas da
mesma o ma que a
ca ego ia-mãe l- ei ,
apenas a ca ego ia-mãe
desc e eecl.
is
Te minologia
12009
| 16 51

D e pa a as lini ações espaciais apenas o
p imei o subg upo de ca ego ias de cla a do
ISO
s anda d
is
I2( 20:1999) ab angido.
A. I e n
No e: e mo
(headu..o d) ica
o a do escopo da
classi icação que
ab ange
elacionados à
desc ição de
da a ca ego ies
exp essões LSp.
No en an o, o e mo de ca ego ia
de dados echnicall- é iclen ical à
o ma esc i a do e mo.
Classi icação
uncional: não
aplicá el ou
< e nFo m:
w i enFo m>
4.2 Tipo de e a
No a'.Na no ma ISo 72620:1999 es a
ca ego ia inclui á ios ipos de
exp essões LSP e pode con e
di e en es ipos de dados.
Ve subca e_go ies
pa a mais
in o mações.
A.l.l. en ada p incipal e n.2.
Não: in o mações
sob e a es u u a
da en ada, não
dados elacionados
com a desc ição das
is
exp essões do LSP.
No en an o,
es a
ca ego ia
e le e
indi e amen e a p e e ência.
Classi icação
uncional: não
aplicá el ou
< e mLlsage:
es ições:
compli_
0nce>
4.2.1.2 Sinônimo
No a: em oposição ao
e mo main e.n ,
es e ca ego
e le e a
p e e ência.
A sua p incipal
unção é, no
en an o, o e lexo
de elações
anónimas.
Classi icação uncional:
l e mRela ions: sinônimoRela ion>;
( e mo:
es ições:
con o mida-
de)
e>
|
4.2.1 . 3 quas i-synon). n
Noe: san e
como
an e io .
Classi icação da unção:
< e mo Relações:
S nonymousRela ion>;
< i> sage: es
e m ic
ions:
compliance>?
4.2.1.4 Te no cien í ico in e nacional
No a: dependendo da
in e p e ação des a
ca ego ia e dos seus
componen es.
Es a ca ego ia de dados o nece
in o mações sob e es ições de
co np iance, la'guage.
o igem e
desen ol im-
en o.
Classi icação
uncional:
< L e lsage:
es ições:
con o midad-
<
e);
es
e mo(Jsage:
ic ion () s:
< e iginAn
d D eu elop m
?
en >
m
lang guage> i
|
4.2.1
.5 Nome do milho
No e: nome comum é um sy'onyn
de um c. m cien í ico
in e nacional que é 'sed em
cliscou se ge al.
Es a
ca ego ia de
dados pode
o nece
in o mações
sob e
es ições
elacionadas
com o
egis o, a
con o mida-
de e o g upo
p o issional.
52 Igo Kudasl e I In ouing Compa ibili l, de Te ninological
Classi icação uncional". < e mo de u ilização:
es ições: egis o>
; < e mUsage:
es iclions:
compliance> ions:
< e musage:
es
p o essionalG oup>?
A.I.2.6 In e nacionalização
No e: dependendo do con eúdo, es a ca ego ia de dados o nece
in o mações elacionadas com as es ições linguís icas, a
o mação, a o igem e o desen ol imen o dos e mos.
Classi icação uncional:
< e mUsage:
es ic ions: Language>i
< e mFo m:
e o o n n F m a i >
l', < e m() i gi n An l D
eu e I o p m e n >?
A2, L.7 pa a a o alidade
Noe: es a
pelos seus
ca ego ia
dados,
in o maçõ-
o nece
de e mos,
es sob e o o mulá io de in o mação de ipo.
Fu ional
Fo ma:
c s si a
ion'. < e p
e m Ty
e'> ic
A.2.1.8 Fo ma ab e iada do e mo
Noe:dependendo da
con eúdos das
ca ego ia de dados
subca ego ias, es a sua
e de odos os
(A.2.1.8.1 ab e iação. A.2.1.8.2 o ma ab e iada do e mo, A.2.1.8.3
inicial, A.2.1.8.4 ac ony n e A.2.1.8.5 e a eco ada) pode
o nece in o mações elacionadas com o ipo de e mo pela sua
o ma, o ma o al: o mação, o igem e desen ol imen o do
e mo.
Funcional
classi icaçã-
< e mFo m:
o:
; <Fo mulá io:;
e mType> o alFo m>?
Fo ma o:
<.
Fo ma o em>'/'.
D e elopm en
i e m() iginAnd
<,
>
Va ian e A.2.I.9
No e: dependendo do con eúdo, es a ca ego ia
de dados pode o nece in o mações sob e
p e e ências, o mação de e mos, o igem e
desen ol imen o.
Classi icação uncional: < e mo>Uso: es ições: con o midade>;
<Fo m: e mFo ma io n>? iginAn l
; < e m O D
eu
elopmen >?
A.2. A Comissão conclui que a Comissão não cump iu as ob igações que lhe incumbem po o ça do a igo 107.o, n.o 1, do TFUE. 1.
10-A.2.1. A Comissão conclui que as medidas em causa não
cons i uem auxílio es a al na aceção do a igo 107.o, n.o 1, do TFUE. I4 ( o n ansli e ado, o n ansc i o, o ma o nanizada, sy nbol e ó mula)
Noe: es as ca ego ias de dados o necem in o mações sob e o
ipo de e mo b, sua o ma.
Classi icação
l e mFo m: e mType:
uncional
A. 2 (em inglês) I 5-A.2.L. I7 (equação, exp essão lógica,
ca ego ias de ges ão)
-
No e: es as unidades não podem se
de clz abases. Classi icação uncional:
pala as-cha e em bases e minológicas
não aplicá el.
A.2.1. A Comissão é compe en e pa a de e mina se as medidas em causa cons i uem auxílios es a ais ou auxílios es a ais.
18 unidade aseológica
No a:na ISO 12620:1999 es a ca ego ia é
di idida em ês
s bca ego ies:colloca ion, se e,
Colloca ion ph ase synonymous ph ase. O
co esponde à de inição de unidade
ca inho não de e se conside ado uma
aseológica p e is a na no ma.
unidade aseológica, uma ez que não
I 2009 I 16
53
as
A ase sinônima
pa ece se uma
ca c.go li
o
desnecessá ia
A mesma in o mação pode se
exp essa com ou as duas
ca ego ias de dados: se/ ase
e sinônimo.
Classi icação das
unções: não aplicá el.
A.2. A Comissão conclui que a Comissão não cump iu as ob igações que lhe incumbem po o ça do a igo 107.o, n.o 1, do TFUE.
1.
18.
colocação
No e: es a ca ego ia de dados
o nece in o mações sob e
es ições combina ó ias.
Classi icação uncional:
1
e m[Jsage: es ições:
combina ó ia>
A.2.1.I8.2 F ase de inida
No e; es a ca ego ia cla a o nece in o mações sob e o
ipo de e mo po co espondência com a sua o ma.
o i s mc-aning
Classi ica-
do
uncional".
Signi icado do e mo: e nType>
A.2.18.3 F ases sinônimas
Noe: como oi di o acima, es a ca ego ia
é p o a elmen e desnecessá ia, .
Se o usado.
Fo nece in o mações sob e o ipo de e mo po
co espondência do seu signi icado com a sua o ma e
sob e as elações sinônimas.
Classi icação
de ope ação".
<signi icado: e mType>; < e moRelações:
sinônimoRelação>
A.2.1.19 Tex o
pad ão
Não: os s alda cl
e s não podem
se bases de
dados de
in e minological
cabeçalhos.
Classi icado uncional?
Não é aplicá el.
TERMINIJOS
RINKINILJ (em inglês)
SUDERINAMUMO (em inglês)
GERINIMAS
TAIKANT DUOMENll (em inglês)
KAIEGORIJ l KIASITIKA(IJ4
Vie na ii in o l acijos i
pac: e minologijos
iS ekliq pld os endeniq
y a a ski q duomenq baziq
ju . gi nas ididclius
po al , s i sq a psaiq
okiq po z lq k imas.
To
"Te mBankas" (em inglês)
(h p: i w$ ou o e mbank.com).
Dideian in o maci jos apin iiai 1
consumido iq okie ls
p oduk an s kelian ien s
elkala imams, auga po eikis
lZ ik in i iilpis ing paieik4,
api nandi4 isus iodyn l s aipsniq
laukus.
i gali - ybg pa eik i
ik as in o nacijos
ka cgo ijas, ku ios uo
me u clomina a o oi4.
Siems uZda iniams sp qs i eikalinga
duomen l ka ego ii l klasi ikaciia,
ku i4 bu q galima 2ik i kaip
e n. inologiniq baziq, u indiq
ski ingq s uk .1 4.
, b.-n.1 q
I'a dikli'l S a bus okios
kla si ikacijos eikala .imas jos
pap as mas i aiSkun as
paP as ienls ninologijos
p odL k l
- A o ojan s. - O que é isso?
S aips . yle
ap iana
ling is ine nis
duomenq unkciio nis
pa em a klasi ikaciia
gal q ap i
okiu..bend uikii
a du'l
51 Igo K clashe […] P o a a
compu abilidade de "le minológica" ncn0n 14
MTTAK'lA(C0B PEACTB0 il 148 b30BAH E H blX
KAK EH
Não, não,
(
não.
M E T 14
()
B C O U
M O C T 14
T E P M 14
H OII T 14
E C K 14 X K ON T E K
Eu...
R
Oqnoi il 3 TeH,4eH 1x i pa:nul z uHQopua luoHub x pec pcoB B le oM -
' eplHo-lep o u iecKux B qac noclu c a; o o6 e; lu cH 4e'pa3po3H asCHHh x 6a:HmxHI R
(py Hb € a iconbl co3Aa op4e o6l1ux uH<ei K M .M| Ilpu ' epo ' Moxe cn xcu '
EnpoTepuEaux (h p: www.eu o e mbank.com). R, epe pocla o6ne-uou lu lop ' aqu l
qeH u pacil upeHHHo o no , cKa, oxBaTb Ba o[Ic o Bce ol { c onaP , x cll ei,.1
pe6o aHuii lo. b3oBa e eii nogo6H , M npoilyK' aM pac e no pe6Hoc s o6ccne--
TaKxc
Bo3Mo)KHOc u o o6paxeu: , n 4l h lex (a e opl. ( ( op u aql [! I{olop ] e n 4aHn , ii
MoMeHT 14HTepecyio nonbioBa e,' . 3: u. 1a- l pc6 ' u ul; . a n l xaaccuc],l xaqll
nu lop.uaqno Hb x Ka e opl ii. xo p. l, o ; a 6 , c/ yl< l 'l, <o6 q ' nl
3Ha uena c,' eMD.q q epMuHo,' o , qecKux 6a: c pa:nuuHoii clpy poii. He- anona)K { , M
pe6oBaH ' eM nogo6 oi <nacc . c uxaqun, B .se c cc poclo' a 14 o ]oc h
x npoc blx oJ sona e eii ' 'ep.Ho o . ec4KIx)M .K lpo.AyKBOToB B c a ne
o[ cb Bae c o 'Il H . 3 HblX KaHA . AaTOB Ha pOni' uO6 qe o 3HaMe a' 'elao -
xnaccn{ 4Ka l 4- l. OcHoBaHHa a
J l H R {c { ec ux <
yH l . x. Não, não, não.
Gau a
2009-10-i-l
Igo Kudashe
Uni c si o Helsinki
Palmênia
Cen o de Educação Co e o a
P.O. ( uncioná io público)
Caixa 239
(Pa aa iken d 6)
FIN-45 100 Kou ola. (em inglês) Finlândia
E-mail: [e-mail p o egido]
Te minologia
I 2009 | 16 55