Os se e pila es
da e minologia
HERIBERT PI(HT) (em inglês)
1. [In odução]
Pa indo do p essupos o de que um dos
objec i os supe io es da e minologia é
a ans e ência de conhecimen o
sis emá ico, encon a emos os ês
p imei os pila es ep esen ados pelas
pala as "sis emá ico", "conhecimen o"
e " ans e ência".
Is o pode se
ilus ado no seguin e
exemplo:
Figu a 1
Sis e ná ico
T ans e -
Objec e Loncep
( unção
cogni i a)
ência de conhecimen os
Fo mas de
ep esen ação de
obje os e concei os
( unção de
comunicação)
concep o dem
Embo a es es ês pila es sejam de impo ância i al e sejam
conside ados os elemen os de apoio de qualque es o ço e minológico,
abalho e minológicos", que de e se ac escen ado.
seja ele eó ico ou aplicado, al a ainda um qua o pila , os "mé odos de
Uma pa e impo an e da ans e ência de
e minologias é a: e a p oli e ação, cujos egis os
consequen emen e, p ecisamos de o nece um
não são ab angidos pela Figu a 1;
quin o pila - a e minog a ia.
O sex o pila
- indispensá el pa a a p oli e ação do conhecimen o
sob e a e ninologia
- é dedicado à educação e à o mação em
e minologia.
No en an o, o "edi ício" da
e minologia se ia incomple o se
desconside ássemos o as o sec o
do desen ol imen o e das aplicações
da e minologia no con ex o amplo da
comunicação p o issional. Pila
Es e sé imo capí ulo
ab ange uma sé ie de
apa en emen e
ac i idades
he e ogéneas e ou as ques ões;
He ibe Pich I A impo ância da e minologia piLla s, no
ou mesmo o nam possí el, a comunicação p o issional e a
en an o, odos jun os desempenham um papel impo an e,
ans e ência de conhecimen os.
No que se segue, en a emos pene a mais
p o undamen e no con eúdo dos se e pila es.
2. Obje i o
E concei o
Desde o início da in es igação cien í ica
em e minologia, os obje os e, em
especial, os concei os o am cen ais
pa a a abo dagem e minológica, que se
e le e amplamen e na li e a u a
e minológica e, não menos impo an e,
ní el nacional e in e nacional.
nos pad ões e minológicos básicos a
Pulsei o
(1959-60:22) o oblec
seguin e ay:
em de inecl na
Tudo bem, udo
bem.
I) enken eines
(I) um dos ilóso os
Sp achgeb auch
em 'licsem
Sinnc.
Reacções
1087-1:2000
ISO:
philosophischen
Pessoas
di igen es ou
podem. Rm
di igen es
(icgcns and'l Auch Sach .c hal e
sin l Gegcns iincle jec : qualque
Ob
coisa pe cebí el ou concci á el.
No a:Obje os
mal.be
ma c ial an a
(po exemplo,
mo o
S.C.C.T.
im nil e ial. de p. pe .
um diaman e).
(po
elação, um
exemplo,
plano de
(po exemplo:
p ojec o) con e são ou imaginação de um icó nio).
In o mações mais po meno izadas
es ão disponí eis na ISO 701:200 ):
Pa a e ei os da p esen e no ma in e nacional. Um
obje o é de inido como qualque coisa pe cebida ou
as
concebida.
Obje i os de So ne. obje os conc e os, ais como um
nachine. Um diamo o. ou um io. Se ão conside ados
ma e iais os ou os obje os que se ão conside ados
ima e iais ou abs a os.
Tal como cada mani es ação de
planeamen o inancei o, g a idade, lon
capacidade, , ou 2l con e ssio a io:
ainda ou os se ão conside acl pL ly
in agi c'd, pa a exa . ple. Um
u ico no, uma ped a ilosó ica ou um
li e á io, cha ac c. .
No decu so da p odução de uma e minologia, as discussões ilosó icas sob e a exis ência
de um objec o na ealidade são ab angidas pelo âmbi o de aplicação da p esen e no ma
in e nacional. Os obje os de em exis i e a a enção de e se cen ada na o ma como os
obje os são a ados pa a ins de comunicação.
Uma isão mais
es endida do
obje o
en e ou os,
ap esen ada é,
po Budin
(1994:203-208) (2003: 154-159: 2008:91-97)
de conhecimen o.
onde a gumen ou e Pich é que o obje o
l- e de e se conside ado uma unidade
Tc minologija 2009 | 16
Especialmen e em ce os campos emá icos,
in
como a his ó ia e a a queologia, os obje os
cons i uem um núme o conside á el de
in e esse pa a a e minologia.
unidades de conhecimen o e, como al, são de
a
No que diz
espei o ao
concei o, a
discussão
académica em
sido mui o mais
in ensi a. Podem
se des acadas
ês
abo dagens:
O concei o
como um
. ( ini de pensamen o) uma adução
inadequada do alemão "Denkeinhei ",
po que o p ocesso de pensamen o não é
aduzido no
T adução em inglês);
. L ni de kno , ledge;
. Unidade de cognição.
Fo am o e ecidas as seguin es de inições do concei o como uma
unidade de pensamen o, en e ou as:
- Tenho.
W is e (em inglês)
(1979 7):
Assim, o concei o é um elemen o de um p ocesso de
pensamen o. L)e Beg i is so cin Denkelemen . (O concei o é ão since o.
A no ma ISO 1087:1990: A no ma ISO 1087:1990: A no ma ISO 1087:1990: A no ma ISO 1087:1990: A no ma ISO 1087:1990: A no ma ISO 1087:1990: A no ma ISO 1087:1990: A no ma ISO 1087:1990: A no ma ISO 1087:1990: A no ma ISO 1087:1990: A no ma ISO 1087:1990: A no ma ISO 1087:1990: A no ma ISO 1087:1990 é a no ma in e nacional em ma é ia de segu ança.
Uma unidade de pensamen o cons i uída a a és da abs ação com base em
p op iedades comuns a um conjun o de obje os.
Tem-se a gumen ado que o concei o de
unidade num p ocesso de pensamen o
em necessa iamen e de se a aliado
indi idualmen e e, po an o, não pode se
ealmen e um e lexo uni e sal da opinião
acei a de uma comunidade p o issional.
( e ambém
Dahlbe g 1985 e Pich 2004). A seguin e de inição do
concei o de inidade de pensamen o é o e ecida:
as
Um concei o é cons i uído pelas ideias e conhecimen os indi iduais do pensado ; Os
elemen os cons i uin es dos conhecimen os e das ideias não o am necessa iamen e
subme idos a uma p o a in e subje i a e podem se e ônios; O seu ciclo de ida
depende das mudanças cogni i as que oco em no cé eb o do pensado . O concei o de
unidade de conhecimen o oi in oduzido po Dahlbe g i 985: 140).
(
Ela diz:
10 Hc ibe Pich A
e minologia dos
oJ
pila es do seuen
O concei o é uma
conhecimen o que
unidade de
comp eende, em o ma
linguís ica, as
p edições p o á eis e necessá ias sob e um de e minado obje o.
O e mo é uma unidade de conhecimen o, que é p i ada, necessá ia. A i mação de um
obje o em uma linguagem
Fo ma de composição.
A úl ima e são
diz:
da ISO 1087-1:2000
Concei o: unidade de conhecimen o c iada po uma combinação única de
ca ac e ís icas. Na nossa opinião, es a de inição ISO é bas an e escassa em
e mos de conhecimen os e ab ange apenas uma pa e das in o mações
pe inen es pa a o concei o a de ini . Po isso. O e ecemos a seguin e de inição:
Um concei o é cons i uído po odas as ca ac e ís icas (pedaços de
conhecimen o) in e -subje i amen e econhecidas e aco dadas po uma
comunidade p o issional num de e minado momen o; É isso.
É um ciclo de ida con olado pela dinâmica da cognição. Além das
de inições acima, o concei o pode se is o como uma unidade de
cognição. Enquan o o concei o como unidade de conhecimen o é mais ou
menos es á el du an e o seu ciclo de ida e a unidade de pensamen o
a ia de aco do com o pensado e o seu conhecimen o em um
de e minado momen o, o concei o como unidade de cognição é ele an e
no momen o das mudanças concei uais esul an es do desen ol imen o
do nosso conhecimen o. Po conseguin e, p opomos a seguin e de inição:
Concei o como uma unidade de cognição: .u i de conhecimen o, l. ciclo de ida de
,que e minou an.1 se á sujei o às modi icações de um ce o núme o de
ca ac e ís icas, po an o, de aco do com dinamicas de cognição; O hc esui u.ll
se á uma unidade no a e independen e de knowledee.
É que apenas o concei o como uma
num banco de dados e minológicos.
unidade de conhecimen o pode se o
objec o e iden e de a mazenamen o
3. Mé odos de
Rep esen ação de Obje os
E concei os
Além dos obje os ma e iais, que podem
odos os ou os ipos de obje os e odos os
ep esen a -se pela sua apa ência ma e ial,
concei os p ecisam de um sinal como meio
comunica i o de comunicação. A no ma ISO 1087-
1:2000 de ine a
seguin e o ma:
"designação" da
Te minologia
12009 | 16 anos
Rep esen ação de um concei o po
um sinal que o deno a.
No a: No abalho de e minologia, dis inguem-se ês
ipos de clesignações: símbolos, denominações (nomes) e
e ns.
Es a de inição não
é e ada, mas é
demasiado
es i i a e
con ém, além disso,
uma con adição.
a
Em p imei o luga , não
são apenas os
concei os que são
ep esen ados po um sinal.
Em segundo luga , a lis a de
denominações da no a não é de modo
algum comple a e, além disso, con ém
denominações
(nomes) que
no malmen e deno am
obje os.
As o mas de
ep esen ação dos
objec os e concei os
são ap esen adas na
Figu a
2.
Figu a 2
Rep esen ação se nió ica
Rep esen ação e bal
Rep esen ação não e bal
,'
'
Não.
./
Desc ição
do nome do
objec o
Te mo
concên ico
ó mula symboi
pa aph ase
ase
e n- inológica
deiini ion
explicação
Rep esen an-
e g á ico do objec o.
- Fo og a ia .
* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *
- PV 411
- no ação
de
símbolos de desenho
Rep esen an-
e g á ico do concei o.
de di e en es
ipos de no ação
de ó mula de
símbolo
Além disso, as
ep esen ações não
e bais incluem sinais
pe cebidos po som,
chei o e gos o, po
exemplo, um sinal de
a iso ao echa as
po as de um
comboio.
uma subs ância adicionada ao
gás pa a o ná-lo pe cep í el
e bebidas alcoólicas me iladas,
espec i amen e.
Pa a mais
po meno es, e
Lau 6n, Myking,
Pich (2008:
Dez e dez.
É ób io que o e mo e é de longe a
ep esen ação e bal do concei o mais
equen e.
No en an o.
Há casos!
Po exemplo, na
a qui e u a, na
ana omia e em
á ias disciplinas
écnicas, onde o
desenho é a o ma
p edominan e de
I2 l{e ibe Pich I Os
pila es de seuen
< .i
e minologl'
ep esen ação.
Um desenho pode a é se co npulso , po exemplo
, 'hen solici ando uma licença de cons ução.
As de inições e as
explicações são
indispensá eis quando o
con eúdo (a in enção) de um
concei o em de se
comunicado, cla i icado ou
mesmo dispa ado.
Po exemplo, numa língua pad ão
ou es i amen e con olada,
como, po exemplo, a comunicação
no á ego aé eo.
As desc ições de em se u ilizadas
apenas pa a os objec os. Uma ez que
as pessoas e os acon ecimen os
ambém são obje os, pa ece
es anho de ini uma pessoa como
Eins ein ou um e en o
como o nau ágio do
Ti anic.
The pode se desc i o e es as desc ições con e ão
mui o equen emen e indicações de empo e espaço,
., 'que es ão ausen es de uma de inição.
Igualmen e impo an es
são as ases
me eo ológicas
(de'Fachwendung'),
po exemplo
"pa a desenha uma
con a". Es as
cons uções são
ep esen ações.
po que o concei o
ambém, concei o
pode se
ep esen ado des a
o ma em um
lang age e po um
e mo no mal em
ou o; Além disso,
pode se de inido.
É ca ac e ís ico que o e bo não pode se
subs i uído sem muda o concei o
deno ado.
Além disso. ao aduzi es as
ases, não pode se ei o
pala a po pala a, po exemplo:
Inglês: ' o
die
in es a e'
alemão:'ohne ->
"Hin e lassung
eines Tes amen s
s e ben". (Finalização de um es amen o)
Es es podem se
s - i gene is e
e mos
as
ca ac e izados
cons uções
a adas como sl ch num banco de e mos.
Os símbolos e ó mulas podem
apa ece em ep esen ações
e bais e não e bais, dependendo de
se são usados em um ex o o al ou
esc i o, po exemplo, o sign'o i'ha de
se p onunciado em um discu so ou
in e p e ação e uma ó mula como
O NaCl pode e ambas as
ep esen ações em um e o al.
Os no a iados
podem se
indicados pa a
ambos os
exemplo, no de
obje os, po
um museu,
ca álogo e pa a
concei os numa
classi icação, po exemplo, o UDC.
4.
SISTEM] 1AT]SATION E KNOWLEDGE (Sis ema de in o mação e conhecimen os)
O ien ação
Os dois p imei os pila es o nece am ma e ial cogni i o e de
comunicação a ní el de concei o e de obje o. Pode se compa ado com o
conhecimen o a omizado sem elações mani es as pa a alcança um
ní el mais al o en e as en idades. No ní el o cle do conhecimen o
concei ualmen e coe en e, uma sis ema ização ou o denação é
p imo dial.
is
Mui o cedo no desen ol imen o his ó ico da e minologia como um
campo de conhecimen o, a necessidade de o dena concei os oi
econhecida po Schlomann.
Já inha elabo ado dicioná ios
sis e ná icos, o denados em
disciplinas écnicas no início do século
passado. lV is e , em á ias ob as,
13Te ninologiia 2{)09 es abeleceu um
quad o eó ico coe en e pa a a
o denação concei ual.
L6
A sis ema ização de
concei os é hoje uma
pa e indispensá el da
ciência e minológica e
do abalho
e minológico.
A base de qualque o denação concei ual
são as elações que podem exis i en e os
concei os.
As elações
n- ay podem
se lógicas ou ou ológicas.
O p imei o baseia-se na
semelhança de concei os;
odos os concei os
subo dinados de um concei o
supe o dinado con êm,
he dam a in enção in ei a do
concei o supe o dinado: a
especi icação é adicionada po
pelo menos mais uma
ca ac e ís ica.
A subdi isão a um
ce o ní el é
de e minada pelos
c i é ios de
subdi isão
escolhidos.
A
O sis ema de
concei os
es abelecido apenas
com base em
elações lógicas é
no malmen e
" echado", o que
signi ica que uma
subdi isão e mina
quando não são
conhecidos mais
concei os
subo dinados num
ce o pon o do ciclo.
As elações on ológicas são de
uma na u eza mui o di e en e.
Eles e le em
- em con as e com as
elações lógicas que se
baseiam na abs ação
- elações pe cebidas no
mundo ci cundan e, no
mundo do pensamen o ou
da imaginação. As
elações mais
equen es são: elação
pa i i a
(com um o e iés local), elação
sequencial (com o es elemen os de
empo), elação ca sal, elação de
ansmissão, elação gené ica,
elação de in e dependência e ou os.
Alguns ipos de
elações são
o
dominan es em
alguns domínios
e a amen e
encon ados em
ou os.
A na u eza das elações on ológicas
o na-se ób ia ao compa a di e en es
elações on ológicas, po exemplo, em
uma elação de ansmissão.
Os elemen os
da elação
sequencial
podem se encon ados
(as e apas
comp a de uma
legais da
p op iedade); a
elação
gené ica
con ém
equen emen-
e elemen os
causais
(conside-
e a
sequência
"Ó ulo
- F ango
- hen'), e c.
É ca ac e ís ico das lações on ológicas que elas não
seguem os c i é ios de subdi isões no sen ido lógico.
e-
De em se es abelecidos de
o ma p agmá ica de
aco do com o objec i o da
es u u ação, po exemplo:
um sis ema de
concei os
o denado de
aco do com a
elação
pa i i a é
eo icamen e
abe o, po que
( eó ico) uma subdi isão de
obje os ma e iais só pá a
com as pa es de um á omo.
A im de o na
uma es u u a
mais lexí el, ou
seja,
combina á ios aspec os
ele an es num único
sis ema concei ual, o
sis ema pode con e uma
combinação de elações, o
chamado sis ema mis o.
Nes e caso, a
mudança de
uma elação
pa a ou a
em de se
ma cada, po
exemplo:
pela no ação.
(Exemplo:I.2-3)
-+ 2 e e e-se a
um concei o
subo dinado de 1 e
3 az pa e de 2).
A ISO
i0B7-1:2000
de ine o
concei o de sis ema:
Conjun o de concei os
es u u ados de
aco do com as
elações en e eles
I1 He ibe Pich I Os seusen
pila es da e minologia
ISO 704:2000 T abalho
bem como A n z e
e minológico -
P incípios e mé odos,
Pich /Maye (2009) o necem in o mações cada ez
mais de alhadas sob e os sis emas concei uais.
Uma manei a menos bem de inida de o dena é po on ologia. Vá ias
de inições o am an e io men e o e. ed. Alguns au o es conside am a
on ologia igual a um sis ema de concei os, enquan o ou os incluem mui os
ou os aspec os da o denação do conhecimen o. Uma ez que es e domínio
ainda p ecisa de mais pesquisas e escla ecimen os pa a a aplicação
e minológica, o e ece emos apenas duas de inições ap esen adas no
Wo kshop de Te minologia, Go p Modelling and On ology em Vaasa
(EAFT-No dTe m):
2006
On ologia: a
disciplina ilosó ica
. Es udo do que há (possi elmen e)
is
. Es udo da na u eza e es u u a da ealidade
. Domínio de e - idades
. Ca ego ias e elações
. P op iedades
ca ac e ís icas
On ologia: um a e a o eó ico ou compu acional. "uma
especi icação explíci a e o mal de uma concei uação"
(G ube ) Não.
. Um a e a o especí ico que exp essa o
signi icado p e endido de um ocabulá io em
e mos da na u eza e da es u u a das
en idades a u iliza .
e e e-se
5. T abalho e minológico
A ISO 1087-1:2000 de ine o abalho e minológico da seguin e o ma:
T abalho com a ecolha sis emá ica, p ocessamen o, desc ição e ap esen ação
p ocesso de abalho. An es de da um esboço das ases ge ais do p ocesso de
de concei os e suas designações. Es a de inição dá uma p imei a ideia das
abalho, emos de escla ece os concei os de abo dagem semasiológica e
di e en es a e as; No en an o, não pode se i de o ien ação pa a o p óp io
onomasiológica. No p imei o caso, o e mo é o cen o de conside ação, enquan o a
abo dagem onomasiológica se concen a no concei o. anonomasiológico
as
Foi di o que a e minologia usa me i od de abalho. Isso não es á
o almen e de aco do com a ealidade, uma ez que ambos os mé odos são
emp egados, dependendo da ase de abalho.
l5Te minologia
i 2009 | 16
Um esboço ap oximado das di e en es
ases pode ia se :
. Escolha do campo emá ico ou de pa e dele
. Cole a e a aliação do
ma e ial de
documen ação
. Ex ação de candida os a e mos de ex os e ou as in o mações
pe inen es (passo semasiológico, po que a o ma de ep esen ação de
um concei o é a única indicação da exis ência de um concei o em um
con e )
. Sis ema ização p elimina como um sis ema
hipo é ico de concei os
. Análise e minológica dos concei os,
incluindo a e i icação do sis ema
o
p elimina de concei os, a sua comple ude e
o luga co e o (es ágio onomasiológico do
concei o den o do sis ema)
. Análise e elabo ação das o mas de
ep esen ação (e apa semasiológica):
escla ecimen o da sinonimia in o mações
g ama icais pa a cada e mo egis o do
e mo u ilização egional do e mo ou as
in o mações pe inen es, selecção, po
exemplo, de ill s a ion
. Fo mulação de de inições em con o midade com o sis ema de concei os.
O sis ema de
de inições em de
sis ema de
e le i (em ez do
concei os) o passo siológico
. Regis o dos dados
e ninológicos.
Es a e apa o ma o pon o de
in e secção com a e minog a ia.
O p ocesso de abalho
acima e le ido e le e o
abalho de e minologia
desc i i a. Qualque
in e enção p esc i i a,
po exemplo, a
pad onização de uma
e minologia, de e
basea -se num abalho de
e minologia desc i i a, no
qual a ealidade concei ual
e ep esen a i a dos
dados ob idos seja
decla ada.
cons i uem o pon o de
pa ida pa a qualque
ac i idade de
ha monização ou de
no malização.
O alcance e o g au de in e enção
(aqui mos ados apenas como um
exemplo de g aduação) podem se
ilus ados pelo modelo da Figu a,
e
3. Além disso,
alguns ac o es
sociolingüís icos
cen o são do
modelo.
indicados no
1 He ibe Pich Os seus seis
pila es da e minologia