2Te minologia | 2011 | 18
Te minological Me hods in
a His ó ia da Te minologia da Ciência
SERGIUSZ GRINEV-GRINIEWICZ
Uni e sidade de Białys ok
Ins i u o Pedagógico de Humanidades de Moscou Pala as-cha e: his ó ia da eo ia da
e minologia, mé odos e minológicos, ipologia, semió ica, e e sibilidade,
an opolingüís ica É um a o bem es abelecido que o léxico especial é de ce a o ma
di e en e do ocabulá io co idiano, sendo o ocabulá io especial p o a elmen e a única
pa e da linguagem que pode se conscien emen e manipulada e con olada. As
ca ac e ís icas especiais da e minologia de e mina am o su gimen o de uma sé ie de
mé odos especí icos de análise e o denação de e mos. Em ce o sen ido, podemos
conside a a his ó ia da ciência da e minologia a a és do p isma da e olução da
me odologia especial. Desde o início do pe íodo cien í ico na e olução humana, oda
ciência baseia-se no sis ema de concei os e e mos. Em al sis ema, cada concei o e
e mo em um luga de inido, o signi icado de cada e mo sendo es i amen e de inido
pelas on ei as com ou os e mos. Não é de admi a , en ão, que desde o início da
pesquisa e minológica e da o denação de e minologias a abo dagem sis êmica enha
sido usada mui o an es de en a em moda na segunda me ade do século XX e começa a
se aplicada em odas as a i idades possí eis.
Uma ez que a e minologia pode se con olada e egulada e an o as
o mas e minológicas como os signi icados moldados conscien emen e, no
p ocesso de de ecção e análise de des an agens e minológicas a se em
co igidas, ce as p op iedades desejadas o am de e minadas já na
década de 1930 (Lo e 1937). O in en á io subsequen e de a ibu os de
lexemas especiais des inado a aze lis as de p op iedades desejadas de
um e mo "ideal" omou a o ma de equisi os e minológicos e le ou a
aze lis as mais comple as de á ias ca ac e ís icas e minológicas que
a ingi am 265 ca ac e ís icas (G ine 1998, 2001). Isso coincidiu com a
in es igação de di e enças en e e mos e pala as comuns nas décadas de 1950 e 1960.
2 S. G ine -G iniewicz | Mé odos e minológicos na his ó ia
| o Te minologyScience
Ao mesmo empo, os p imei os passos da abo dagem ipológica começa am
com o p imei o es abelecimen o da di e ença en e os e mos e as unidades
de nomencla u a ou nomes, como são ago a chamados, que mais a de le a am
à descobe a de uma sé ie de unidades especiais exis en es na linguagem, além
dos e mos. Começou com G. O. Vinoku açando uma linha dis in a en e
e mos e nomes como di e en es unidades léxicas especiais (Vinoku 1939).
Mais a de, A. A. Re o ma sky especi icou ainda mais os c i é ios de dis inção
de e minologia e nomencla u a (Re o ma sky 1959).
No en an o, no início, as unidades de nomencla u a o am is as como uma
a iedade de e mos. Somen e após a in odução po A. D. Haju in do
concei o de e minoides - unidades léxicas especiais que nomeiam os
chamados "concei os na u ais", concei os "in s a u nascendi" que não êm
signi icados uni o memen e comp eendidos e, po an o, não êm de inições
ge almen e acei as (Haju in 1970), o nou-se cla o que a ciência da
e minologia não de e se limi a à in es igação de e mos p óp ios, pois
exis em ou as unidades léxicas especiais. Mais a de, ou os ipos de
unidades lexicais especiais o am in oduzidos e desc i os, como os
p o issionalismos (Kuz[…]min 1970), as unidades de gí ia p o issional […]
a go ismos p o issionais (Sk o so 1972) ou ja gonismos p o issionais
(Gladkaja 77), quase- e mos (Leichik 1981), p é- e mos (Leichik 1985) e, inalmen e, p o o e mos (G ine 1990).
Na década de 1960, descob iu-se que um dos aspec os mais p omisso es da
ap esen ação e in es igação de p oblemas e minológicos se baseia na
abo dagem semió ica, que é a isão dos sinais e minológicos do pon o de
is a da eo ia ge al dos sinais. Mais a de, a abo dagem semió ica, de ido à
sua conexão com a eo ia ge al da in o mação e de ido ao seu ca á e
uni e sal, o nou-se quase ão popula quan o a abo dagem sis êmica. Tem
sido amplamen e u ilizado em es udos de e minologia ussa nos úl imos
in a anos, po an o, é con enien e esumi a expe iência. As p imei as
en a i as de in oduzi p incípios semió icos na e minologia o am ei as
na Rússia na década de 1960. Em 1969, P. V. Veselo in oduziu a ideia de a alia
ca ac e ís icas e minológicas do pon o de is a semió ico. Baseou-se na
di isão de ca ac e ís icas e equisi os e minológicos em ês g upos:
semân icos, que incluíam ca ac e ís icas que e le em elações en e
signi icados léxicos de pala as e combinações de pala as usadas como
e mos e con eúdos de concei os co esponden es; sin á ica, ligada a
pad ões de o mação de e mos e à sua p odu i idade, e p agmá ica,
incluindo as ca ac e ís icas dos e mos que in luenciam o seu uncionamen o.
2Te minologia | 2011 | 18
De aco do com P. V. Veselo , ais equisi os e minológicos como in a iância
(ausência de sinonimia ou polisemia), co espondência en e signi icados léxicos e
concei uais de e mos (conco ência de um concei o e signi icado e minológico
do e mo co esponden e) e concisão de classi icação ( e lexão em o ma
e minológica apenas das ca ac e ís icas necessá ias do concei o) pe encem à
semân ica. Requisi os em elação a concei os homogêneos) e p odu i idade de
pa e ns o e m o ma ion (c ea ing o using homogeneous sings o he
o mas e minológicas (possibilidade de o ma e mos de i ados) P. V. Veselo
iu como pe encen es à sin á ica. Ca ac e ís icas que e le em a con eniência
do uso do e mo, como a b e idade (o núme o de elemen os do e mo não de e
excede o núme o de ca ac e ís icas de delimi ação), a singula idade (ausência de
homônimos), a eu onia, a aduzibilidade e a capacidade de se usada como
desc i o em sis emas de compu ado o am conside adas pe encen es à
p agmá ica (Veselo 1969). Ou o passo signi ica i o na elabo ação de aspec os
semió icos da e minologia es á ligado às publicações de V. M. Leichik (Leichik 1971;
Leichik, Smi no , Suslo a 1977). Nes as publicações o am expos os qua o ipos
p incipais de elações semió icas na e minologia: 1) en e e mos; 2) en e o
e mo como sinal e o concei o co esponden e; 3) en e o e mo como sinal e o
obje o co esponden e; 4) en e o e mo como sinal e o u ilizado des e sinal.
A i mou-se que o p imei o aspec o - a sin á ica - p essupõe não apenas a
combinabilidade de e mos em sequência linea de ala, mas ambém a elação de
e mos den o de uma de e minada e minologia. Os dois ipos seguin es de
elações, ligados à semân ica, lidam com a p op iedade e minológica de
exp essa concei os e deno a classes de obje os. Em con as e com o
ocabulá io co idiano, a o ma do e mo mui as ezes e le e as ca ac e ís icas
essenciais do concei o e seu luga no sis ema de concei os, enquan o os obje os
deno ados po e mos es ão ligados a a i idades especiais (como pesquisa
cien í ica, p odução, e c.). O qua o ipo de elações e minológicas es á ligado à
p agmá ica e inclui p oblemas sociolingüís icos, como o p oblema dos ja gões
p o issionais, as elações en e os sis emas e minológicos e a linguagem na u al,
e c., e é impo an e do pon o de is a da no malização do uso dos e mos.
A abo dagem semió ica pa a a classi icação de ca ac e ís icas de e mos
mais a de oi elabo ada em publicações de Veselo e ou os e minólogos
(Veselo , Chi ukhina 1974; G ine , Leichik, Nalepin 1985; G ine , Se geje 1987;
G ine 1993). O p óximo passo na aplicação da abo dagem semió ica
3 0 S. G ine -G iniewicz | Mé odos e minológicos na his ó ia oi seu uso na
| o Te minologyScience
es ima i a e desc ição de ca ac e ís icas de odas as e minologias
(Leichik, Smi no , Suslo a 1977; G ine 1990, 1993, 1998). Tal abo dagem o mou a
base dos es udos ipológicos e da es ima i a pa amé ica das e minologias.
No inal da década de 1970, apa eceu uma no a abo dagem pa amé ica (p imei a
na lexicog a ia) que se basea a no concei o de pa âme o lexicog á ico - a o ma
de ep esen ação lexicog á ica de um elemen o es u u al ou um enômeno
uncional da linguagem e suas co elações ex a-linguís icas - in oduzido po Y.
N. Ka aulo (Ka aulo 1981). O concei o de pa âme o oi emp es ado na
e minologia, onde oi de inido como uma ca ac e ís ica e minológica
mensu á el que deno a o g au de mani es ação de uma p op iedade pa icula
(G ine 1985). A abo dagem pa amé ica na desc ição e análise de e minologias
baseia-se no in en á io de p ocessos e enômenos e minológicos, bem como na
conside ação das ca ac e ís icas dos e mos, pois a maio ia dos pa âme os de
uma e minologia ou de seu agmen o au ônomo depende das espec i as
ca ac e ís icas de seus e mos. A necessidade de in oduzi uma abo dagem
pa amé ica na desc ição de e minologias e, assim, es abelece a base dos
es udos ipológicos oi causada pelo es ado da eo ia e minológica nos anos 80 e
início dos anos 90. Em sua ob a in i ulada His ó ia das ciências, S. Toulmin
con as a as ases desc i i as e p esc i i as de uma ciência que e iden emen e
ma cam es ágios de seu desen ol imen o. Mesmo um le an amen o supe icial da
si uação nos es udos e minológicos naquela época na URSS mos ou que a
maio ia dos p oje os de pesquisa inha uma abo dagem desc i i a cla amen e
pe cep í el. Um g ande núme o de publicações e minológicas nes e país (com
uma média de mais de 500 po ano) con inham desc ições de alguns enômenos num
segmen o escolhido de léxica especial. Ou a ca ac e ís ica dos es udos
e minológicos que ale a pena menciona oi a na u eza aciden al da escolha do
obje o de es udo, do campo emá ico, da língua-al o e do p ocesso ou enômeno
e minológico a in es iga . Ou a ca ac e ís ica no á el oi a e iden e
incomple ude e incompa ibilidade das desc ições de e minologias, o que excluiu
uma compa ação con iá el dos esul ados de es udos sepa ados e a ex ação de
conclusões ge ais sob e o g au de p esença dos enômenos obse ados no léxico
especial em ge al. Ha ia odas as azões pa a c e que es a si uação esul asse
da ausência de c i é ios e de uma base bem undamen ada pa a a compa ação dos
esul ados dos es udos sepa ados. No en an o, enquan o a al a de e mo de
coo denação, sua independência compa a i a do con ex o da ala, peculia idades
da es u u a semân ica, elações ca egó icas e exa idão (incluindo monosemia e
1Te minologia | 2011 | 18 e o ien ação da pesquisa e minológica na URSS e na
Rússia daquele pe íodo podem e sido explicadas pela ausência de um ó gão
e minológico compe en e ap op iado, ou as ca ac e ís icas pa eciam e
um ca á e uni e sal e e le i em o es ado da ciência e minológica em ge al.
Po an o, e a e iden e a necessidade de ansição do es ado de me amen e
cole a in o mações sob e enômenos e minológicos isolados, e minologias,
pa a uma es ima i a pa amé ica sis emá ica de e minologias como
esul ing in sepa a e incomple e and inexac desc ip ions o pa icula
p é- equisi o pa a o desen ol imen o da ciência da e minologia. Pa a acili a
es e desen ol imen o, conside ou-se necessá io es abelece um conjun o de
pa âme os que pode iam se u ilizados pa a medi p op iedades
e minológicas pa icula es e que, em conjun o, o ma iam um sis ema que
ga an isse a comple ude e a compa ibilidade de es udos independen es de
di e en es e minologias. A lis a de ca ac e ís icas e minológicas que
de e iam se i de pa âme os e minológicos já e a bas an e ex ensa
naquela época. Na sua classi icação, oi u ilizada uma abo dagem semió ica que
pe mi iu di idi-los em ce os g upos. No início, o g upo de ca ac e ís icas
sin á icas comp eendia ca ac e ís icas de o mas e minológicas como
comp imen o (medido em pala as e le as), es u u a o mal (mo ológica ou
sin á ica), pad ões de o mação de e mos, mo i ação, p odu i idade,
in a iabilidade de o ma, co eção linguís ica e peculia idades g ama icais
(como a ausência de singula ou plu al).
Fea u es o e minological meaning, such as nomina i e cha ac e o
ausência de disc epância en e o signi icado léxico e e minológico, in eg idade
semân ica), e c., o am is as como pe encen es à semân ica. O g upo de
ca ac e ís icas p agmá icas con inha ca ac e ís icas como b e idade, eu onia,
inculcidade (incluindo equência de uso e con encionalidade), s a us c onológico,
s a us no ma i o, singula idade (ausência de sinônimos), singula idade (ausência
de homônimos), aduzibilidade, acilidade de o ma combinações, luga na
espec i a e minologia, es e a de uso, á ea geog á ica, unção cogni i a, e c. No
p ocesso de aplicação da abo dagem semió ica à classi icação dos pa âme os
e minológicos, o nou-se cla o que os ês aspec os p incipais in oduzidos po
Cha les Mo is e baseados nos ipos de íades suge idos po Cha les Sande s
Pei ce e am insu icien es pa a uma desc ição e análise comple as dos sinais
léxicos.
2 S. G ine -G iniewicz | Mé odos e minológicos na his ó ia
| o Te minologyScience
Em p imei o luga , a exis ência de um impo an e g upo de ca ac e ís icas,
pea ance and subsequen his o ical e olu ion o e ms showed necessi y o
ligadas a apconside a ca ac e ís icas e olu i as. Ca ac e ís icas como
o igem, idade ( empo de apa ecimen o), p opósi o de sua apa ição, e c.
pe encem a es e g upo. Em segundo luga , a íade exis en e não ap esen a a
possibilidades de in es igação de ca ac e ís icas ligadas à es u u a de
qualque ipo de sinais. Po conseguin e, conside ou-se opo uno in oduzi mais
aspec os que pe mi am es uda a o mação e o desen ol imen o dos sinais e dos
sis emas de sinais, o que pe mi i ia especi ica o seu ca á e e as endências do
seu desen ol imen o. Foi p opos o nomea es e aspec o que lida com a e olução
dos sinais e olu i os. In es iga os sinais do pon o de is a de sua e olução o na
possí el e a ipologia dos sinais como hie a quia ou es ágios de e olução.
Também aspec os como a mo é ica, que lida com as ca ac e ís icas
es u u ais dos e mos e a deno á ica, que lida com as elações en e o e mo
como um signo e seu deno ado (deixando na semân ica a elação en e o signo e o
signi icado) o am in oduzidos como esul ado da aplicação da abo dagem
semió ica na e minologia (G ine 1996; Гринев 2000). Como esul ado do in en á io
das ca ac e ís icas dos e mos, inalmen e, o núme o de ca ac e ís icas
e eladas a ingiu mais de duzen os […] 265 (G ine 1998). Ve i icou-se que es as
ca ac e ís icas podem se di ididas em ês g upos:
(a) p op iedades […] ca ac e ís icas immanen es u ilizadas na de inição
exa a do concei o de e mo; es ão semp e p esen es e não podem muda ; b)
de iciências […] ca ac e ís icas indesejadas que se em de base pa a os
equisi os e minológicos e que de em se eliminadas; e c) as ca ac e ís icas
es an es, algumas das quais são bas an e bené icas, algumas neu as e
algumas com aspec os posi i os e nega i os em á ias condições. As
p op iedades immanen es dos e mos, em oposição às pala as na linguagem
co idiana, são de e minadas pela sua unção p incipal - nomea concei os - e
ambém incluem a especi icidade do uso ( e mo pe encen e a um campo
especial de conhecimen o), a unção nomina i a (nomea concei os ge ais), a
de inibilidade (p esença de de inição cien í ica), a exa idão do signi icado (o
signi icado e minológico em on ei as p ecisas de e minadas pela sua
s abili y (independence om he con ex esul ing om he exac ness o
de inição), o signi icado con ex ual, a neu alidade es ilís ica (ausência de
cono ações), a con encionalidade (o apa ecimen o de e mos é mui as ezes o
esul ado da con enção po pa e da comunidade), o ca á e nomina i o (na
maio ia dos casos são usados como e mos).
3Te minologija | 2011 | 18 não pe mi e a iação de o ma e ambém ajuda a
di e encia combinações e minológicas de pala as e combinações de
e mos). O núme o de p op iedades desejadas de um e mo "ideal" ou
equisi os e minológicos conside ados po á ios e minólogos a ia de 4 a
13 e inclui p op iedades o mais, semân icas e p agmá icas (ou uncionais)
desejadas. Os equisi os semân icos mais impo an es são a consis ência
semân ica e a monosemia.
A consis ência semân ica signi ica que não há con adição en e o signi icado léxico
e o signi icado especial de um e mo. Em algumas e minologias encon amos al
con adição […] po exemplo, a cos u a como uma pala a comum signi ica
a iculação (conexão ape ada) mas às ezes na e minologia da cons ução em
casos, como a cos u a de sedimen ação, a cos u a de e emo o é usada como
issu a; O usso su ha ja sh uka u ka (gesso seco) na cons ução é usado no
signi icado de "pa ição en olada seca".
Po monosemia, en ende-se a exis ência de apenas um signi icado em uma de e minada
e minologia. Se uma o ma léxica é usada em di e en es e minologias, isso não causa
incon enien e […] a pala a mo ologia é usada em linguís ica, geologia e biologia endo em
cada ciência um signi icado especí ico. Mas mui os e mos são polissémicos, como
pa imen o, elhado, e es imen o, isolamen o, moldagem, e es imen o, eabili ação,
signi icando an o um p ocesso quan o seu esul ado; em linguís ica […] emp és imo,
assimilação, e c. Há ambém casos em que o mesmo e mo em um signi icado mais amplo e
um mais es ei o, como no a amen o de água de balneologia é di idido em a amen o de
água mine al e a amen o de água (p op io); o mesmo se aplica à cons ução de pa edes
in e io es que são di ididas em pa ições e pa edes in e io es (p ope es). Na lexicologia,
exis em casos como o signi icado da pala a a ixada: 1) uma pala a, que é um a ixado, e 2)
uma pala a com um a ixado; duplicados […] 1) pala as di e en es e imologicamen e indo
da mesma pala a, e 2) espécies de sinônimos absolu os. Ao g upo de equisi os de o ma
pe encem qualidades bené icas como b e idade, exa idão, ausência de a ian es,
mo i ação. Po b e idade de um e mo, en endemos a ausência de elemen os
desnecessá ios (sublinhados nos exemplos a segui ) - apa amen o de ida, lesão
aumá ica, anques de me ano pa a a amen o de lodo, o ma c ônica de g ipe,
ele ones de con a o, lojas come ciais, p esen e g a ui o, planos pa a o u u o ou
p e e ência das o mas cu as (compa e neu omezode ma odis o ia ussa e
neu odis o ia).
рофиброматоз).
Exa idão signi ica co espondência da o ma de um e mo com o seu
signi icado, que às ezes al a: o pad ão indiano IS 1382:1961 (p odu o de id o)
3 S. G ine -G iniewicz | Mé odos e minológicos na his ó ia) usa o e mo canal que
| o Te minologyScience
em um signi icado mui o amplo pa a deno a um concei o mui o especializado
"canal de anque de id o de janela". A ausência de a iação é uma qualidade
necessá ia pa a alguns no os e mos que podem e á ias a ian es: o e mo
g a i i em mui as a ian es - g a i i, sg a i i, sg a i i, sg a i o, e c. que às
ezes são a é usados no mesmo ex o. A qualidade da mo i ação, ou seja, e uma
o ma que apon e pa a o seu signi icado, ajuda a comp eende e ap ende mais
acilmen e o concei o espec i o. Dos ês p incipais ipos de mo i ação
exis en es, os mais amplamen e u ilizados na o mação de no os e mos são a
mo i ação es u u al, que oco e em pala as que consis em em pa es
signi ica i as já conhecidas, como aca, e o, ca egado , sua es u u a
apon ando pa a seu signi icado, e a mo i ação semân ica, que oco e em pala as
com signi icado secundá io que pode se adi inhado com base no signi icado
p imá io. Nas combinações asa de a ião, cauda de a ião, pescoço de coluna, cabeça
de linha, pe na de mesa, as pala as asa, cauda, cabeça e pe na êm um signi icado
secundá io. Usando o signi icado p imá io e ge almen e conhecido, podemos
adi inha onde es ão as asas e a cauda de um a ião, ou onde es á si uado o pescoço
de uma coluna, mesmo se i mos esses obje os pela p imei a ez.
Os equisi os p agmá icos mais impo an es são: es abelecimen o […] a
qualidade de se ap o ado po especialis as e uni e salmen e u ilizado, que
pode ia se julgado pela equência de oco ência na comunicação; Fo mulá io
in e nacional que acili a a comunicação in e nacional; eu onia - a qualidade de
não e cono ações desag adá eis (compa e ini e e na iz esco en e); mui o
impo an e em nomes come ciais: o ca o so ié ico Zhiguli po mui o empo não
se ia endido na F ança, onde seu nome e a associado a gigolo […] um aman e
con a ado; o au omó el checo Shkoda (que em polonês signi ica "danos") oi
al e ado na Polónia pa a Skoda, que não em cono ações; Nos EUA, nomes de
p o issões como cole o de lixo e ca ado de a os o am mudados pa a
engenhei o sani á io e o icial de con ole de e mes.
Wi h he ask o choosing he mos e ec i e o ms o new e ms, one
Uma das di eções mais popula es da pesquisa e minológica na URSS nas
décadas de 1960 e 1970 oi a análise das o mas exis en es de e mos em á ias
e minologias de mui as línguas com o obje i o de es abelece os meios e
pad ões mais p odu i os de o mação de e mos e elabo a ecomendações
pa a a o mação de no os e mos. Como esul ado des a in es igação,
5Te minologija | 2011 | 18 ambém o am es udadas á ias o mas de
mo i ação e o am e eladas algumas endências de uso de á ios meios de
o mação de e mos em ce os es ágios de desen ol imen o de
e minologias.
No en an o, descob iu-se que a pesquisa sinc ônica não ap esen a
in o mações con iá eis sob e a p odu i idade de á ias manei as e pad ões
de o mação de e mos e, po an o, a abo dagem diac ônica oi suge ida na
década de 1970. Em p imei o luga , di e en es meios de o mação de e mos
podem esul a no mesmo ipo es u u al de e mos […] en e os e mos
simples, ou aiz pode ha e pala as do ocabulá io co idiano […] água, mão,
ab e iado […] mo el, lase , me gulho, dinky e emp es ado […] pizza, cas elo. Ao
mesmo empo, o uso dos mesmos meios - po exemplo, o emp és imo - pode
esul a em e mos de á ios ipos es u u ais.
Em segundo luga , a equência ela i amen e baixa de um meio de o mação
de e mos pode signi ica meios que saem do uso ou no os meios de
pe spec i a que ainda não a ingi am um ní el su icien e de uso. Em e cei o
luga , e i icou-se uma ce a elação en e as o mas p edominan es de
e mos e o empo de seu apa ecimen o, bem como en e o g au de
desen ol imen o de um de e minado campo de conhecimen o e os meios
p edominan es de o mação de seus e mos (G ine , 1979).
Ve i icou-se ambém que, pa a a alia um ipo escolhido de o mação de
e mos, é mui o ú il es abelece o empo médio de apa ição dos e mos
p oduzidos com a sua ajuda. Isso pode se conseguido usando os dicioná ios
his ó icos exis en es que con êm da as de p imei a apa ição em ex os e
mudanças de signi icado de pala as e combinações de pala as. Em inglês, al
in o mação é o necida pelo exaus i o Ox o d English Dic iona y, de 20
olumes. Pa a es abelece es a ca ac e ís ica, oi elabo ado um no o
mé odo, es ado em á ias e minologias em inglês, ancês e usso. A da a de
p imei a apa ição de uma o ma léxica no ex o é conside ada a da a de
apa ição na linguagem. Mas, endo em con a o ac o de a ixação esc i a se
ge almen e p ecedida po um ce o pe íodo de u ilização no discu so o al, são
sub aídos cinco anos da da a de apa ição no discu so esc i o e o esul ado é
ap oximado de uma década. Des a o ma, supõe-se que o empo condicional de
apa ecimen o de um lexema es eja den o dos limi es de ± 5 anos. Po exemplo,
uma pala a egis ada pela p imei a ez no ano 1572 é conside ada como
apa ecendo no discu so o al pelo menos em 1567, que é em núme os edondos
(ap oximadamen e) nos anos 1560 e em cálculos es a ís icos apenas os ês
p imei os dígi os são le ados em conside ação.
2 S. G ine -G iniewicz | Mé odos e minológicos na his ó ia
| o Te minologyScience
Te noMILoGIJos MeTodAI Te MInoLoGIJos MoKsLo IsTo IJoJe S aipsnyje specialiosios
leksikos y imo i a kybos me odų aidos požiū iu ap a iama e minologijos mokslo
is o ija. Pažymima, kad plė ojan is e minologijos mokslui į ai iais jo aidos e apais
bu o aikomi i obulinami am ik i me odai sis eminis, ipologinis, semio inis, e e sinis,
diach oninis i an opologinis. Tais pe mi e e minologijos y inėjimų is o iją apž elg i
kaip e minologijos me odologijos aidą.
ТЕРМИНОЛОГИЧЕСКИЕ МЕТОДЫ В ИСТОРИИ ТЕРМИНОВЕДЕНИЯ
Рассматривается история терминоведения в аспекте развития методов исследо-
вания и упорядочения специальной лексики. Отмечается, что, по мере развития
терминоведения, на разных этапах преимущественно использовались и совершен-
ствовались определенные методы – системный, типологический, семиотический,
реверсийный, диахронический и антрополингвистический подходы, что позволя-
ет рассматривать историю терминоведческих исследований как развитие терми-
нологической методологии.
Gau a em 2011-11-02
Se giusz G ine -G iniewicz
Uni e sidade de Bialys ok
Waska 4, m.20, Bialys ok, 15-481, Polônia
E-mail g iniewicz@w. kb.pl