1 0 Blanca S ella Gi aldo Pe ez, Di e enças e Semelhanças de Mic o-con eúdo
Ch is ian Galinski and S uc u ed Con en (Including Te minologies
and O he Language and Con en Resou ces)
Di e enças e Semelhanças de
Mic o-con eúdo e con eúdo es u u ado
(Incluindo Te minologias e Ou as
Línguas e ecu sos de con eúdo)
BLANCA STELLA GIRALDO PEREZ
Cen e o T ansla ion S udies, Uni e si y o Vienna
CHRISTIAN GALINSKI
In e na ional In o ma ion Cen e o Te minology (In o e m)
Pala as-cha e: con eúdos ele ónicos, in e ope abilidade de con eúdos, semân ica léxica,
con eúdos es u u ados, mic ocon eúdos, e minologia e ou os ecu sos linguís icos e de
con eúdos (TLCR), conhecimen o ac ual, mic o-obje os de ap endizagem (MLO), dados e minológicos, dados lexicog á icos
1. O CONCEPTO DE ECONTENTO
As con ibuições an e io es demons a am que o concei o de con eúdo - aqui no
sen ido de con eúdo digi al ge almen e e e ido como "eCon en " - es á sujei o a
uma sé ie de in e p e ações dependendo de di e en es ins, seguindo in e esses
di e gen es. Uma ez que exis em mui os ipos de con eúdos ele ónicos, exis em,
consequen emen e, á ios ipos de sis emas de ges ão de con eúdos (CMS): É um
concei o que ab ange um conjun o de p ocessos. As necessidades ins i ucionais
são equen emen e al amen e indi iduais ( e le indo a he e ogeneidade de seus
p ocessos e sis emas de in o mação de back-end) ... Além disso, as on ei as do
espaço CMS são bo adas. Exis em sob eposições subs anciais com sis emas de
ges ão de documen os, sis emas de ges ão do conhecimen o, sis emas de
in eg ação de aplicações emp esa iais, sis emas e po ais de comé cio ele ónico.
Também a i mamos que exis em sob eposições signi ica i as (mas ainda não
ge almen e econhecidas) com o g oupwa e de in ane e os ambien es de
ap endizagem i ual. De ac o, pode esul a que o "ambien e de ap endizagem
ge ido" de uma ins i uição é o CMS de ou a. (B owning & Lowndes 2001: 2) O que
p ecede suge e uma sob eposição de alguns CMS com "ambien es de
ap endizagem ge enciados", o que indica indi e amen e uma ligação en e o
con eúdo e os ecu sos de ap endizagem.
O eCon en começou com dados ex uais em men e. Logo não só a
exis ência de mui as línguas (e esc i u as) oi econhecida, mas logo
Te minologija | 2014 | 21 1 1 dados isuais e, em úl ima análise, dados mul imídia. Cada
eCon en had o be u he ex ended o co e o he kinds o language
esou ces and non-linguis ic da a, such as g aphical da a, audio and audio-
ez mais, es es ipos de dados bas an e di e en es (do pon o de is a da ges ão
de con eúdos) es ão a oco e de o ma combinada ou in e ligados en e si, o que
exigiu no as abo dagens pa a pe mi i a in eg ação de con eúdos e a
in e ope abilidade de con eúdos. Além disso, a ges ão de con eúdos, do pon o de
is a eó ico e me odológico, ge almen e não dis ingue cla amen e en e:
• con eúdo, po um lado, e dados […] in o mação […] conhecimen o, po ou o
lado1, […] g andes e pequenas en idades de con eúdo (e os espec i os
ecu sos de con eúdo), […] con eúdo es u u ado e não es u u ado. Isso
mui as ezes se e ela uma g ande ba ei a con a a in eg abilidade e
in e ope abilidade do con eúdo, como é cada ez mais necessá io em mais e
mais aplicações ele ônicas hoje (Gi aldo e Galinski 2014). Es a con ibuição
in es iga uma sé ie de di e en es ipos de pequenas en idades de con eúdo
es u u ado e o seu papel numa a iedade de aplicações, analisadas em
elação ao mic o-con ei o.
In e ope abilidade do con eúdo
Como mencionado acima, os p imei os concei os de eCon en não di e encia am en e á ios ipos de con eúdo,
nem en e g andes i ens de con eúdo, como bancos de dados in ei os, e qualque componen e deles. Logo, os
dados mul ilíngues (incluindo di e en es sc ip s) o na am-se uma necessidade em á ios campos de aplicações,
como na localização de p odu os e so wa e. A globalização es imulou o desen ol imen o de abo dagens de
"in e nacionalização" pa a acili a a localização. Is o exigiu um maio g au de es u u ação do con eúdo, pa a o
qual o am desen ol idas á ias abo dagens, cada ez mais com o objec i o de lida com a "semân ica". Desde
ce ca de 1980, começa am as en a i as de pad oniza a es u u ação semân ica de pequenos obje os digi ais2
de con eúdo, especialmen e aqueles egis ados e man idos em bancos de dados. Mais a de, ambém ou os
ipos de con eúdo - ambém ap esen ados em uma gama mais ampla de modalidades - o am p ocessados em 1 Em
ge al, pode-se dize que, da pe spec i a do usuá io, a in o mação é odo con eúdo, enquan o da pe spec i a do
p og amado de compu ado , são odos os dados. (Boiko 2004: 5) 2 "Obje os digi ais" ambém são chamados de
i ens, unidades, egis os, documen os, e c. Nes a con ibuição se á u ilizado o e mo neu o "en idade".
1 Blanca S ella Gi aldo Pe ez, Di e enças e Semelhanças das bases de dados de
Ch is ian Galinski and S uc u ed Con en (Including Te minologies
and O he Language and Con en Resou ces)
mic o-con eúdo e o su gimen o de disposi i os mó eis es á a impulsiona ainda
mais a implemen ação de modalidades ap imo adas, en e ou as, ambém pa a
ajuda as pessoas com de iciência (PwD) na acessibilidade e inclusão ele ónica
(Galinski & Beckmann 2012). É desnecessá io dize que es e desen ol imen o
o na cada ez mais impo an e a in e ope abilidade em odas as suas
ace as. Po conseguin e, a "Recomendação sob e os p incípios de
desen ol imen o de so wa e e con eúdos de 2010" de ine como equisi os
básicos pa a a in e ope abilidade semân ica a adequação pa a:
• mul ilinguismo (incluindo ambém a di e sidade
cul u al), • mul imodalidade e mul imédia, •
acessibilidade e inclusão ele ónicas,
• mul i-channel p esen a ions.
De em se conside adas na ase mais inicial do p ocesso de concepção de
so wa e e de modelagem de dados (incluindo a de inição de me adados) e,
em seguida, ao longo de odos os ciclos de desen ol imen o i e a i o
(MoU/MG 2012). Es a Recomendação eque ine i a elmen e um maio g au de
complexidade es u u al, que em de se en en ado po um maio g au de dados
g anula i y o he da a models.
The Eu opean In e ope abili y F amewo k (EIF – e e ing o pan-
Se iços eu opeus de adminis ação elec ónica) de ine a in e ope abilidade
como "a capacidade de in e ope abilidade écnica dos sis emas de ecnologia da
hey suppo o exchange da a and enable sha ing o in o ma ion and
knowledge” (IDABC EIF 2004: 5). This de ini ion is biased owa ds
comunicação (TIC) e dos p ocessos emp esa iais, mas insu icien e no que diz
espei o à in e ope abilidade do con eúdo. No en an o, indica a complexidade da
"in e ope abilidade" iden i icando a in e ope abilidade écnica, o ganizacional
e semân ica, à qual, a ní el da omada de decisões, pode ia se adicionada a
in e ope abilidade polí ica (en e países ou egiões) e a in e ope abilidade
es a égica (den o ou en e o ganizações) (Galinski 2008).
A in e ope abilidade de con eúdos ai um passo mais longe do que a in eg ação de
con eúdos écnicos e a in e ope abilidade semân ica, cob indo (no sen ido da
comunicação in e -humana) a in e ope abilidade sin á ica, concei ual e
p agmá ica. Assim, a in e ope abilidade de con eúdos e e e-se a dados e
es u u as de dados em sis emas in eg ados (e, no en an o, possi elmen e
he e ogéneos) - mas ainda mais a eposi ó ios de con eúdos dis ibuídos (e
possi elmen e he e ogéneos) no âmbi o dos equisi os undamen ais da ges ão
de con eúdos, a sabe , a " on e única" e a "pa ilha de ecu sos". Fon e única ou única
Te minologia | 2014 | 21 1 3 O sou cing (de i ado da publicação de on e única)
pe mi e que o mesmo i em de con eúdo […] a mazenado e man ido apenas uma ez
[…] seja usado em documen os di e en es ou em á ios o ma os pa a odos os
ipos de aplica i os, enquan o o compa ilhamen o de ecu sos pe mi e que os
usuá ios e c iado es de en idades de con eúdo e i em a duplicação de abalho
a a és de p ocessos colabo a i os. Assim, a in e ope abilidade de con eúdos
não só esponde aos equisi os a uais de mobilidade e ubicuidade, bem como a
ecu sos de con eúdos dis ibuídos e ede ados, mas ambém é um p é- equisi o
pa a um al o desempenho das espec i as ecnologias. A in e ope abilidade dos
con eúdos não comp eende apenas um ele ado g au de in eg abilidade e
eu ilização dos con eúdos, mas de e ambém o na os con eúdos al amen e
eu ilizá eis, po exemplo pa a ins de ap endizagem em linha. Do pon o de is a
écnico, as écnicas de p ocessamen o de dados, a sin axe ( ecnicamen e
alando) e a semân ica do con eúdo exigem (especialmen e elacionadas ao
so wa e) pad ões de me odologia écnica. Do pon o de is a da comunicação
in e -humana, a in e ope abilidade dos con eúdos eque pad ões me odológicos
• dis ibu ed (web-based) wo k low managemen ,
• con en quali y managemen ,
• con en i em iden i ica ion,
não apenas pa a odos os ipos de con eúdos, mas ambém pa a: • ges ão dos
di ei os de au o (incluindo os di ei os de explo ação), • concepção e manu enção
de eposi ó ios de me adados, • p incípios e equisi os gené icos de modelagem
de dados, • me amodelos ambém pa a eposi ó ios de me adados, • mé odos e
écnicas de ede ação, e c. Nos pa ág a os seguin es, o eCon en se á analisado
do pon o de is a de di e en es ipos de con eúdo es u u ado, incluindo a
e minologia e ou os ecu sos de linguagem e con eúdo (TLCR) conside ados
como con eúdo es u u ado ao ní el da semân ica léxica.
3. Semân ica léxica e TLCR
O Dic iona y.com's 21s Cen u y Lexicon (2003-2014) de ine a semân ica léxica
como "o es udo do signi icado de pala as e ases e as elações en e elas,
como sinonímia, an onímia e hiponímia". (Ba ke & Ch is 2001: 1) a i ma: "A
p incipal azão pela qual a semân ica a ní el de pala as é especialmen e
in e essan e do pon o de is a cogni i o é que as pala as são nomes pa a
concei os indi iduais". De aco do com (Baldwin 1998: 7) […]A semân ica léxica
se sob epõe c ucialmen e a campos como:
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• lexicog a ia, • aseologia, •
iloso ia, • linguís ica do
co pus, • sin axe, •
p agmá ica, • aquisição da
linguagem in an il.
Baldwin (1998) es á subsumindo en idades e minológicas sob a lexicog a ia. As
en idades semân icas na li e a u a sob e semân ica léxica podem se
ep esen adas po en idades léxicas que a iam de mo emas a a és de
pala as, compos os, ases a é colocações, e ambém cob em elações en e
elas. É desnecessá io dize que os concei os ep esen ados po en idades
léxicas e as elações en e eles p ecisam de explicação pa a se o na em
explíci os. Um olha pa a dicioná ios de línguas comuns e ou as ob as de
e e ência p o a que as en idades léxicas são equen emen e
complemen adas ou exempli icadas po ep esen ações não e bais,
especialmen e se se e e e a um obje o conc e o ou a uma classe de obje os conc e os.
A eo ia e os mé odos da e minologia lidam com concei os cien í ico- écnicos
ep esen ados na comunicação especializada p incipalmen e po designações,
incluindo mo emas (se signi ica i os) e e mos (incluindo e mos de á ias
pala as). A aseologia e minológica ambém é le ada em con a como en idades
e minológicas em co- ex o ( e elando con enções comunica i as do espec i o
domínio ou assun o) ou como designação sob o dis a ce de uma ase
e minológica. A me odologia e minológica na comunicação especializada, não
menos po azões de desambiguação e consis ência (en e ou as, pa a e i a
esponsabilidade legal e ou as ques ões), es abelece equisi os mais igo osos
sob e o egis o de desc ições de concei os, como de inições, de inições de
con ex os, e c. De ido à na u eza dos ex os na comunicação especializada, as
ep esen ações não e bais são bas an e comuns em mui os domínios e
assun os e são mui as ezes ão au ônomas quan o as ep esen ações e bais.
Is o aplica-se an o às ep esen ações designa i as não e bais, ais como
símbolos g á icos e ou os símbolos não e bais;
• a ep esen ações desc i i as não e bais, ais como elemen os de desenhos
écnicos, ó mulas complexas, e c. Nes e con ex o, pode se in e essan e que,
no p oje o de sinais de ânsi o, os elemen os dos sinais de ânsi o sejam
chamados de "mo emas", enquan o os sinais de ânsi o sejam
Te minologia | 2014 | 21 1 5 in o mações, p oibições ou es ições, e c. A co
called ‘concep s’. On he oads wo o mo e a ic signs can be combined
o ep esen a meaning which can be explained in he o m o wa nings,
e a o ma dos sinais de ânsi o são de g ande impo ância semân ica!
(Galinski 2011) O acima mos a que os enômenos em elação às en idades
léxicas e e minológicas - ambas ep esen ando concei os - são bas an e
pa alelos. concei os, que podem se conside ados como um dos p incipais
Only he ocus, he e common language communica ion, he e specialized
communica ion is di e en . Howe e ,
• acco ding o mode n b ain esea ch, human hinking cons an ly
swi ches be ween gene al concep s and domain/subjec -speci ic
mecanismos de desen ol imen o do conhecimen o;
• os in es igado es no domínio da linguagem pa a ins especí icos (LSP)
a aliam epe idamen e que não exis e uma on ei a ní ida en e os ex os
na comunicação em linguagem comum e os ex os na comunicação
especializada. (A n z, Pich & Schmi z 2014: pa e 2.2) Dependendo do
p opósi o e do con ex o social da comunicação, o con eúdo comunica i o da
comunicação con e á mais en idades léxicas de linguagem comum ou mais
en idades e minológicas pa a comunicação especializada. Além disso,
exis em p ocessos de "des e minologização" que ans o mam en idades
e minológicas em en idades léxicas de linguagem comum; • p ocessos de
" e minologização" eu ilizando en idades léxicas de línguas comuns pa a
en idades e minológicas al amen e especí icas de domínio ou assun o. Po
conseguin e, suge iu-se que o comi é écnico in e nacional ISO/TC 37
"Te minologia e ou os ecu sos linguís icos e de con eúdo" decidisse em
2005 sob e es e longo í ulo, ala gando o seu âmbi o de aplicação pa a o
seguin e: "Es anda dização de p incípios, mé odos e aplicações ela i os à
e minologia e a ou os ecu sos linguís icos e de con eúdo no con ex o da
comunicação mul ilingue e da di e sidade cul u al".3
À luz das conside ações acima mencionadas, o TLCR ab ange en idades ao
ní el da semân ica léxica.
3 Ve : h p:
www.iso.o g/iso/home/s anda ds_de elopmen ://lis _o _iso_ echnical_commi ees/iso_ echnical_commi ee.h m?commid=48104
1 6 Blanca S ella Gi aldo Pe ez, Di e enças e Semelhanças do Mic o-con ei o 4.
Ch is ian Galinski and S uc u ed Con en (Including Te minologies
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CONTENTO ESTRUTURADO E MICRO-CONTENTO Semelhan e ao uso
in e cambiá el de con eúdo, dados e in o mações, encon a-se que os e mos
"con ei o es u u ado", "dados es u u ados" e "in o mação es u u ada"
são usados mais ou menos de o ma in e cambiá el, como pode se concluído a
pa i da seguin e ci ação:
Os dados es u u ados podem se de inidos como os dados que esidem em campos
ixos den o de um egis o ou ichei o. Os bancos de dados elacionais e as olhas de
cálculo são exemplos de dados es u u ados. (PC.COM) Apa en emen e, o opos o, ou
seja, "dados não es u u ados" são "dados que não esidem em locais ixos". ... uma
eno me quan idade de in o mações da emp esa é ex o não es u u ado. […] (PC.COM)
A pa i de ais explicações, Gi aldo e Galinski (2014) chega am à conclusão de que o
TLCR é con eúdo es u u ado ambém no ní el da semân ica léxica. A es e espei o,
oi apon ado um pa adoxo e e indo-se ao ac o de um ele ado g au de complexidade
es u u al na o ma de uma maio g anula idade ep esen ada po mais (incluindo
mais ipos di e en es) de me adados eduzi , de ac o, a complexidade do pon o de
is a do p ocessamen o da in o mação: Em con as e, o g au de complexidade é
mui o al o em bases de conhecimen o aco es u u adas, onde o usuá io só p ecisa
de uma pequena quan idade de in o mações sob e a me a-es u u a.
Esswein 2002: 246) A Comissão conside a que a Comissão não cump iu as ob igações que lhe incumbem po o ça do a igo 107.o, n.o 1, do T a ado.
As pequenas ou meno es en idades de con eúdo são cada ez mais e e idas
como mic o-con ei o. De aco do com Leene (2006) o mic o-con ei o como al
não é no o; Há séculos que exis e. O e mo mic o-con ei o su giu em
conjun o com o desen ol imen o de bancos de dados e, mais a de, da
comunicação baseada na web.
[…]O iginalmen e, Jakob Nielsen (1998) e e iu-se ao mic ocon eúdo como
pequenos g upos de pala as que podem se es egados po uma pessoa pa a
ob e uma ideia cla a do con eúdo de uma página da Web. Ele incluiu manche es de
a igos, í ulos de páginas, linhas de assun o e cabeçalhos de e-mail. Tais ases
ambém podem se i adas do con ex o e exibidas em um di e ó io, página de
esul ados de pesquisa, lis a de ma cado es, e c. Ou o uso do e mo ( ambém
chamado de mic o o ma o) se es ende pa a ou os pequenos pedaços de
in o mação que podem ica sozinhos ou se usados em uma a iedade de
esumos, incluindo mensagens ins an âneas, pos agens de blog, eeds RSS e con ex os. 4 Ve : h p://en.wikipedia.o g/wiki/Mic ocon en #ci e_no e-1
5 See: h p://en.wikipedia.o g/wiki/Mic o o ma )
Te minologija | 2014 | 21 1 7
Em qualque caso, as coisas muda am d ama icamen e desde Anil Dash (2002:
2466) de ine o "mic ocon eúdo":
Hoje, o mic ocon en amen o es á sendo usado como um e mo mais ge al indicando
con eúdo que ansmi e uma ideia ou concei o p imá io, é acessí el a a és de um
único URL de ini i o ou pe malink, e é ap op iadamen e esc i o e o ma ado pa a
ap esen ação em clien es de e-mail, na egado es da web ou em disposi i os
po á eis, con o me necessá io. A p e isão do empo de um dia, os ho á ios de
chegada e pa ida de um oo de a ião, um esumo de uma longa publicação ou uma
única mensagem ins an ânea podem se exemplos de mic ocon eúdo.
Ou as on es7 incluem ca ac e ís icas de mic o-con eúdo que aqui
são compa adas com dados e minológicos na abela a segui : e mo
Mic o-con en : Compa ed o e minological da a:
gené ico pa a uma in o mação digi al ende eçá el, es u u ada,
indi isí el e au ônoma (ge almen e monolingüe)
[…] ep esen ação de um concei o po meio
o a e minological eco d usually wi h
da a in mo e han one language
de uma in o mação au ónoma que possa
exis i po si só, ou seja, não exis e
need o con ex since all he meaning is
con ained in i sel
(es a ca ac e ís ica não se aplica a mui os
ipos de en idades de mic o-con eúdo)
[…] is o pode aplica -se a uma secção
linguís ica de um egis o e minológico
indi idual de baixa complexidade ou a odo o
egis o e minológico, se as elações
concei uais o em negligenciadas.
(es a ca ac e ís ica não se aplica a mui os
ipos de en idades de mic o-con eúdo)
[…] is o pode aplica -se a uma secção
linguís ica indi idual de um egis o
e minológico es u u ado no sen ido de
que não consis e num único blob de
in o mação, mas em es u u a
is o aplica-se ambém à maio ia dos TLCR
"es u u a ex e na" consis e em me adados […] as ca ego ias de dados são u ilizadas
na ges ão da e minologia ende eçá eis no sen ido de que são ende eçá eis na In e ne ,
o que implica que possuem uma ligação pe manen e
[…] is o aplica-se ao iden i icado único de
cada egis o e minológico (bem como a
mui os ou os ipos de egis os) que
pode iam […] se baseados na web […] se
ecupe ados a a és de um pe malink
6 Ve : h p://dashes.com/anil-2002:11/in oducing-mic ocon en -clien .h ml 7
Ve : h p://www.si as.commic ocon en /a icles/de ini ion/de ini ion.h ml
1 Blanca S ella Gi aldo Pe ez, Di e enças e Semelhanças do Mic o-con eúdo não
Ch is ian Galinski and S uc u ed Con en (Including Te minologies
and O he Language and Con en Resou ces)
Mic o-con en : Compa ed o e minological da a:
necessa iamen e pequeno, pois pode de a o se mui o g ande em e mos de
megaby es […] mais equen emen e isso ambém se aplica ao TLCR,
especialmen e se as ep esen ações não e bais são compos as no sen ido de
que é possí el adiciona no os campos e, assim, melho a a es u u a de um
i em lexí el
[…] is o pode (e de e cada ez mais) aplica -se
ambém a mui as elações TLCR en e i ens
que podem exis i (is o en a em con li o com
a ca ac e ís ica "au ônoma")
is o aplica-se ambém aos egis os
e minológicos. Os i ens de em se de
p op iedade dos seus au o es, que de em
pode al e a ou sup imi um i em.
[…] isso ambém se aplica cada ez mais
de eloped and main ained unde web-based
and coope a i e app oaches
ao TLCR pe mi e a eu ilização de um
i em que ambém pode se chamado de mashup
[…] is o pode […] no en an o, de uma o ma
di e en e, uma ez que p ecisa de um
con olo mais igo oso na e minologia […]
ambém se aplicado a TLCR p ecisa de um
[…]con aine […] pa a se ocado e eu ilizado pa a o qual um
É necessá io um o ma o
Fo malmen e alando, os me adados ambém são um ipo de mic o-con eúdo
pa a o qual, no amen e, é necessá io me adados pa a egis á-los e man ê-los
em egis os de me adados de aco do com a sé ie de pad ões in e nacionais
ISO
11179.
A pa i do acima, pode-se conclui que a di e ença en e TLCR e
mic o-con ei o eo icamen e não é undamen al. Enquan o o mic o-con eúdo
do ipo usado na In e ne isa p oduzi acilmen e, simplesmen e eu iliza e
eu iliza sem p oblemas o espec i o con eúdo, os TLCR e oluí am com o
obje i o de sa is aze os equisi os mínimos de qualidade, es abilidade e
sus en abilidade dos dados. Além disso, no domínio da ges ão da e minologia, a
abo dagem mul ilingue p e aleceu desde o início. A julga pelo acima
mencionado, o TLCR pode ia se u ilizado sem g andes di iculdades na o ma de
mic o-con eúdo na In e ne .
5. MICRO-CONTENTO E TLCR
A ní el ge al, exis em exemplos ( e , en e ou os, Leene 2006) de
ipos de mic o-con eúdo, como:
Te minologija | 2014 | 21 2 5 equisi o de se ácil de edi a […] assim como os pos s
do blog são. Além disso, o mic ocon en amen o esul a numa p oli e ação de
egis os de mic ome adados a um olume que eque uma conside ação cuidadosa
do pon o de is a écnico. […] (Sánchez-Alonso e al.
2006: 296)
Is o mos a que a ha monização dos me adados e da sua aplicação se ia uma
ala anca pa a a implemen ação de um maio g au de in e ope abilidade de
con eúdos nes a á ea de con eúdos ele ónicos, o que se ia pa icula men e
bené ico pa a a c iação e aplicação e icien es de MLO na ap endizagem em linha. A
eo ia e a me odologia da e minologia pode iam se i de melho p á ica a es e
espei o. Is o é con i mado po Sánchez-Alonso e al.: "Do lado écnico, são
necessá ios mecanismos pa a a pesquisa semân ica, seleção e ag egação de
mic ocon en es se quise mos ealmen e explo a os bene ícios dos me adados
(Kope , 2004). Além disso, de em se desen ol idas e es udadas, a pa i de
di e en es pe spec i as, e amen as pa a a "mic o-ano ação" de
mic ocon en es pa a ecnologias popula es (blogs, wikis, e c.), incluindo a
in e ação en e homem e compu ado . Do lado concei ual, o p incipal p oblema
abe o é como inco po a mic o-pedagogia ou mic o-didá ica em on ologias
usá eis, de modo que e amen as de so wa e possam se desen ol idas pa a
ajuda os humanos na con igu ação de con ex os de mic olea ning.
(Sánchez-Alonso e al. 2006: 302) São necessá ias in es igações adicionais pa a
analisa os modelos e o ma os de dados (incluindo os me adados aplicados) de
di e en es ipos de en idades de con eúdo es u u ado ao ní el da semân ica
léxica. ambém o aspec o de seman icamen e supe icial s.
en idades seman icamen e icas;
• examina como odo o campo das en idades de con eúdo es u u ado a
ní el da semân ica léxica pode bene icia da abo dagem mul ilingue e
mul imodal da ges ão da e minologia, dado que a mul ilinguismo é cada
ez mais exigido pa a mui os ipos de mic o-con eúdo;
• in es iga a possibilidade de um modelo de dados gené ico pa a MLOs
que ab anja a maio ia ou odas es as en idades de con eúdo
es u u ado ao ní el da semân ica léxica […] pelo menos no que diz
espei o aos me adados básicos necessá ios pa a que odos ou a
maio ia dos ipos de en idades de con eúdo es u u ado ao ní el da
semân ica léxica sejam eap o ei ados como MLOs. Sánchez-Alonso e
al. (2006: 302) êm azão quando a i mam: […]... mas pa a isso, es udos
sob e eo ias de ap endizagem de em i an es da engenha ia on ológica eal[…].
2 Blanca S ella Gi aldo Pe ez, Di e enças e Semelhanças de Mic o-con eúdo
Ch is ian Galinski and S uc u ed Con en (Including Te minologies
and O he Language and Con en Resou ces)
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MIKROTURINIO IR STRUKTŪRINIO TURINIO (ĮSKAITANT TERMINIJĄ
IR KITUS KALBOS BEI TURINIO IŠTEKLIUS) SKIRTUMAI IR PANAŠUMAI
Elek oninio u inio a kyboje y a s ičių, okių kaip e minologiniai duomenys,
biblio ekų in o macija, daugelis p oduk ų pag indinių duomenų ūšių, ku iose u inio
iš ekliai – i dėl s anda iza imo pas angų – ampa in eg uojami a ben sude inami.
Ki ose s i yse galima pas ebė i išsisky imo endencijas, dėl ku ių galiausiai iš yškėja
didžiulis pas angų dublia imas. Š ie imo i mokymo s i yje y a labai daug u inio kū-
ėjų i da daugiau šios s i ies u inio iš eklių, ski ų moky ojams i mokiniams. Dau-
gelį šių iš eklių suda o leksinės seman ikos lygmens s uk ū inis u inys, apiman is e -
minologinius, leksikog a inius duomenis i ki us u inio iš eklius. Daba okie duome-
nys laikomi i mik o u iniu.
Anks esniuose da buose e minologiniai, leksikog a iniai duomenys i ki i u inio iš-
ekliai bu o laikomi pag indinėmis leksinės seman ikos lygmens s uk ū inio u inio
ūšimis. Daba pe žiū imame ISO 1087:2000 s anda e e minija apib ėžiama kaip „žy-
miklių, p iklausančių ienai specialiajai kalbai, aibė“. Žymiklis apib ėžiamas kaip „ženk
las, ku iuo žymima są oka“. Šio e mino s aipsnio pas aboje ašoma, kad „ e minolo-
gijos da be ski iamos ys žymiklių ūšys: e minai, simboliai i ik iniai a dai“. Šios i
ki os apib ėž ys iesiogiai a ne iesiogiai apima i nekalbinius są okų i a dų (įskai an
ik inius a dus) ženklus, ku ie y a s a būs daugelyje s ičių, ypač š ie imo s i yje.
Mik o u inys y a labai naudingas i eikalingas į ai iems e slo, iešojo adminis a imo
ikslams, aip pa elek oniniam mokymui(si), ačiau jis da e ai ampa sis emiškai išplė o-
u mokymosi objek u. Š ie imo s i ies u iniui aikomi me odai u i bū i sude inami am,
kad suku iems mokymosi objek ams aip pa bū ų būdingas seman inis sude inamumas.
Mik omokymosi i mik odidak ikos s i ies li e a ū oje ap a iami i mik omokymosi
objek ai. Šio s aipsnio ikslas y a nus a y i, kiek mik omokymosi objek o są oka susi-
jusi su mik o u inio są oka. Sis emiškai aikan e minologijos me odologiją galima
page in i į ai iapusišką mik o u inio kaip mik omokymosi objek ų naudojimą. A si as-
ų daugiau mik o u inio naudojimo galimybių, jį bū ų galima sude in i i su elek oni-
niu u iniu apsk i ai, i panaudo i elek oniniam mokymui(si).
Gau a em 2014-06-05
Blanca S ella Gi aldo Pe ez
Cen e o T ansla ion S udies, Uni e si y o Vienna
Gymnasiums asse 50, 1190 Viena, Áus ia
E-mail sgi aldo@in o e m.o g
Ch is ian Galinski
In e na ional In o ma ion Cen e o Te minology (In o e m)
Gymnasiums asse 50, 1190 Viena, Áus ia
E-mail cgalinski@in o e m.o g