3Te minologia | 2020 | 27
doi.o g/10.35321/ e m27-02
Dicioná io emá ico inlandês- usso pa a
in é p e es de saúde: os p incípios e os
desa ios da compilação
Igo KUDASHEV
Uni e sidade de Tampe e, Faculdade de Tecnologia da
In o mação e Ciências da Comunicação
Olga Semeno a
Uni e sidade de Tampe e, Faculdade de Tecnologia da
In o mação e Ciências da Comunicação
Resumo das conclusões
A c escen e in e nacionalização esul ou numa necessidade c escen e de
in e p e ação comuni á ia em odo o mundo. Os cuidados de saúde são um dos domínios
mais desa iado es pa a os in é p e es comuni á ios, uma ez que os mal-en endidos,
especialmen e os causados pelo uso de e minologia inco e a, podem, na pio das
hipó eses, cus a idas. Nes e a igo, desc e emos o p ocesso de compilação do
Dicioná io Temá ico Finlandês-Ruso pa a In e p e es de Saúde. Começamos po
desc e e o undo eó ico do planeamen o do dicioná io e analisa as necessidades de
in o mação dos g upos-al o. Em seguida, jus i icamos a seleção de on es de dicioná io,
desc e emos a mega-, mac o- e mic os u u a do dicioná io e ela amos b e emen e
os de alhes da implemen ação écnica do p oje o. Po im, e le imos sob e alguns
desa ios encon ados nes e p ojec o, bem como sob e as suas pe spec i as u u as.
PALAVRAS-CHAPEL: dicioná io médico, glossá io médico, comunicação médico-pacien e,
in e p e ação comuni á ia, in e p e ação de cuidados de saúde
ANOTACIJA (em inglês)
Augan is a p au iškumas lemia is didėjan į bend uomeninio e imo (angl. communi y
in e p e ing) po eikį isame pasaulyje. S eika os p iežiū a y a iena iš sudė ingiausių
s ičių bend uomeniniams e ėjams, nes nesusip a imai, ypač ie, ku ie kyla dėl
ne inkamo e minų a ojimo, blogiausiu a eju gali kainuo i gy ybes. Es e a igo
desc e e Teminio suomių usų kalbų žodyno s eika os p iežiū os s i ies e ėjams
pala ažiu suda ymo p ocesas. S aipsnis p adedamas eo inių žodyno plana imo žinių
i ikslinių g upių in o macijos po eikių ap ašymu. Tuome žiamas žodyno šal inių
pasi inkimas, ap ašoma žodyno cija, bend uomeninis e imas, e imas s i yje
3 Igo Kudashe Dicioná io emá ico inlandês- usso pa a cuidados de saúde
Olga Semeno a In e p e e s: The P inciples and Challenges o Compila ion
mega-, mak oi mik os uk ū a i umpai nu odomos echninio p ojek o
įgy endinimo de alės. Pabaigoje ap a iami kai ku ie p ojek e kilę iššūkiai i jo
a ei ies pe spek y os.
ESMINIAI ŽODŽIAI: medicinos žodynas, medicinos žodynėlis, gydy ojo-pacien o komunika-
s eika os p iežiū os
1. INTRODUÇÃO
A c escen e in e nacionalização esul ou numa necessidade cons an emen e
c escen e de in e p e ação comuni á ia em odo o mundo (c . de Ped o Ricoy
2009: 1). Na Finlândia, como em mui os ou os países eu opeus, os
ep esen an es das mino ias linguís icas, em mui os casos (especi icados pela
legislação nacional e pelas ins uções especí icas das o ganizações), êm o
di ei o de comunica -se com os uncioná ios e os p es ado es de se iços
públicos na sua língua na i a, o que na p á ica signi ica que um in é p e e da
comunidade é con idado pa a a eunião. A qualidade da in e p e ação
comuni á ia o nou-se ul imamen e um ópico quen e em es udos de
in e p e ação (po exemplo, Hale 2007; Vale o-Ga cés 2008; Flo es e al. 2012; Maley
2018). A u ilização da e minologia co e a é um a o -cha e pa a uma
in e p e ação de qualidade. Os cuidados de saúde são um dos domínios mais
c í icos a es e espei o, uma ez que os mal-en endidos, especialmen e os
causados pelo uso de e minologia inco e a, podem esul a em a amen os
inadequados e, na pio das hipó eses, em mo es. Na Finlândia, a o mação de
in é p e es comuni á ios oi desen ol ida sis ema icamen e (Män ynen, 2013).
No en an o, ainda há mui as a iações nos ní eis de compe ência dos
in é p e es (Ollila 2017: 28), o que ambém é o caso em mui os ou os países (po
exemplo, Roa , C ezee 2015). O p ojec o "Desen ol imen o da o mação de
in é p e es de saúde" (2019-2020) des ina a-se a melho a a o mação a ní el
uni e si á io de in é p e es comuni á ios que abalham no sec o da saúde na
Finlândia. Um dos p incipais objec i os do p ojec o oi a compilação do Dicioná io
as he a ge language was he ac ha i is he mos eques ed language in
Temá ico Finlandês-Ruso pa a In e p e es de Saúde (Semeno a, Kudashe , em
b e e). Uma das azões pa a escolhe a in e p e ação da comunidade ussa na
Finlândia (c . Koskinen, Vuo i, Leminen 2018: 9). De aco do com a Es a ís ica da
Finlândia, os imig an es da Rússia e da an iga União So ié ica são o maio g upo
mino i á io de línguas es angei as na Finlândia1. Em 2018, ha ia mais de 85 mil
deles, e o núme o ainda es a a c escendo2. 1 h p://www.s a . i/ il ae ak-2019/02/ ae ak_2019_02_2020-05-29_ ie_001_ i.h ml 2 h ps://www.s a . i/ il ae ak2018/02/ ae ak_2018_02_2019-06-19_ ie_001_ i.h ml
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Nes e a igo, desc e emos o p ocesso de planeamen o e compilação do
dicioná io; ap esen a a sua mega-, mac o- e mic os u u a; ela ó io
echnical implemen a ion; and e lec on some o he challenges encoun-
sob e o ema des e p ojec o e as pe spec i as u u as do dicioná io.
Espe amos que es a in o mação possa se ú il pa a os compilado es de
dicioná ios semelhan es com ou os pa es de línguas, bem como pa a os o mado es de in é p e es comuni á ios.
2. FATORES AFFECTING DICTIONARY PLANNING (Fa o de a e ação e planeamen o)
Começamos po desc e e o undo eó ico do planeamen o do dicioná io. Os ac o es
que a ec am o planeamen o de qualque dicioná io podem se di ididos nos ac o es
de i ados das necessidades do g upo-al o e nos ac o es que e le em as es ições
do mundo ex e io . Eles podem se chamados de a o es lexicog á icos p óp ios e
a o es lexicog á icos ex e nos, espec i amen e (Kudashe 2007: 66). Ao ealiza
alguma a e a (po exemplo, in e p e ação de cuidados de saúde), os usuá ios de
dicioná ios (po exemplo, in é p e es comuni á ios) êm algumas necessidades de
in o mação (po exemplo, p ecisam de in o mações sob e os equi alen es da língua de
des ino e seu uso), bem como necessidades elacionadas à ecupe ação e
p ocessamen o de in o mações (po exemplo, p ecisam de encon a e p ocessa essa
in o mação mui o apidamen e no campo). No en an o, o lexicóg a o que compila o
dicioná io, na maio ia dos casos, não sabe com p ecisão quais se ão as necessidades do
usuá io po encial em uma de e minada si uação comunica i a. O quad o ge al que o
lexicóg a o em é apenas uma ap oximação, que pode se melho ada com a ajuda de
inqué i os e en e is as com ep esen an es do g upo-al o e pela selecção cuidadosa
de on es de dicioná ios. Des a o ma, o p ocesso de planejamen o de dicioná ios é
al amen e a e ado pela me odologia de cole a de in o mações sob e as necessidades
dos usuá ios, o olume e a qualidade dessas in o mações e a me odologia de seleção de on es. Es es ac o es são esumidos na Figu a 1 (c . Kudashe 2007: 68).
Os ac o es ex e nos, po sua ez, es ão, em p imei o luga , elacionados com
a disponibilidade de ecu sos, ais como ecu sos empo ais, inancei os,
humanos e écnicos. Os o necedo es de ecu sos (po exemplo,
pa ocinado es, edi o es) podem es abelece ce as condições adicionais
p óp ias. Ou o a o ex e no consis e nas limi ações impos as pelo supo e
p e ious expe ience o dic iona y-making, e c., may also a ec he dic-
de dados. Os an eceden es do lexicóg a o, a educação, o planeamen o eó ico (Kudashe 2007: 71[…]73).
As necessidades dos u ilizado es-al o no nosso p ojec o de dicioná io,
jun amen e com a me odologia de ecolha des a in o mação, são
desc i as na Secção 3. As on es do dicioná io e a lógica po ás de sua
seleção são desc i as na Secção 4. En e os ac o es ex e nos com um
impac o impo an e no p ojec o de dicioná io, de emos menciona o calendá io ape ado (um
3 Igo Kudashe Finnish-Russian Thema ic Dic iona y o Heal hca e yea ) e
Olga Semeno a In e p e e s: The P inciples and Challenges o Compila ion
o çamen o limi ado, de ido ao qual só pudemos con a a um e minólogo a
empo pa cial e usa apenas olun á ios do se o de saúde como especialis as
em domínio. No en an o, conseguimos compila um dicioná io com 4.000 pala as
de en ada que cob em 30 doenças comuns.
3.G upos-al o e suas necessidades
Seguindo a eo ia ge al da concepção de dicioná ios de línguas especiais (po
exemplo, Be genhol z, Ta p 1995; Kudashe 2007; G ine -G ine ič 2009), com
especial oco em dicioná ios pedagógicos e es a ís icos (Mo ko kin 1990;
Aleksee 2001; Fue es-Oli e a, A ibas-Ba[…]o 2008; Fue es-Oli e a 2010),
iniciamos o p oje o analisando as necessidades de in o mação dos
g upos-al o. O p incipal g upo-al o do dicioná io é compos o po in é p e es
p o issionais comuni á ios e es udan es uni e si á ios de in e p e ação
comuni á ia. Os g upos-al o secundá ios incluem pacien es, pessoal médico e
es udan es de medicina.
As in o mações sob e as necessidades dos g upos-al o o am ecolhidas com
a ajuda da au o- e lexão e do es udo da li e a u a p o issional sob e a
in e p e ação comuni á ia em ge al (p. ex., Hale 2007; Vale o-Ga cés, Ma in
2008; Koskinen, Vuo i, Leminen 2018) e a in e p e ação de cuidados de saúde em
pa icula (p. ex., Pchhacke , Shlesinge 2007; Angelelli 2008; C echa 2012;
Män ynen 2013; Me zge , nicodemus 2014; Roa A ozee 2015; F agila 2017; Souza,
Ollkou 2020). Além disso, en e is amos Seija Koskinen, Di e o do Pi kanmaa
Fig. 1. Fa o es que A e am o Planejamen o do Dicioná io
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In e p e e Cen e (Tampe e, Finlândia) e Gi a Roo s, uma in é p e e
comuni á ia que abalha com as línguas inlandesa, ussa e es oniana. P imei a
kanmaa In e p e e Cen e p o ides communi y in e p e ing in he second
egião u bana mais populosa da Finlândia. Quase 40% das a e as de in e p e ação
do Cen o es ão elacionadas com os cuidados de saúde. Os g upos-al o
secundá ios o am ep esen ados po Galina Mäkä äinen, uma médica de língua
ussa que pa icipou de cu sos de línguas pa a médicos de o igem imig an e.
Mäkä äinen ambém consul ou sob e á ios aspec os médicos e e i icou os
equi alen es. Os es udan es do cu so especial de In e p e ação Finlandesa-Russa
em Saúde o ganizado no semes e de ou ono de 2019 na Uni e sidade de Tampe e
ambém de am seus comen á ios sob e a p imei a e são do dicioná io. Os
in é p e es comuni á ios que abalham usam dicioná ios médicos pa a e isa
e mos médicos enquan o se p epa am pa a uma missão. Eles ambém podem
p ecisa do dicioná io du an e a in e p e ação pa a e i ica um e mo que não
conhecem ou não se lemb am. Os es udan es de in e p e ação usam dicioná ios
médicos pa a os mesmos ins, mas o oco é domina o ocabulá io e p epa a -se
pa a sessões de in e p e ação simuladas. Enquan o se p epa am pa a uma
a e a eal ou simulada, an o os in é p e es de abalho como os es udan es
amilia izam-se com o ema e es udam a e minologia elacionada a ele. Eles não
podem sabe de an emão qual pa e do ma e ial ai se ú il pa a a in e p e ação
do caso em pa icula (Veisbe gs 2006: 1220). Embo a os es udan es conheçam o
ema da a e a de an emão, os in é p e es de abalho nem semp e êm es e
luxo de ido ao Regulamen o Ge al de P o eção de Dados (RGPD) e a
egulamen ações semelhan es que es ingem o acesso a in o mações
con idenciais, e, po an o, podem e mui o pouco empo pa a a p epa ação. Pa a
acili a a ap endizagem ápida do ocabulá io médico po ópico, o dicioná io de e
se o ganizado po emas e con e apenas as in o mações mais ele an es (c .
G ine -G ine ič 2009: 68). Os es udan es de in e p e ação êm menos
conhecimen os de base e meno compe ência linguís ica do que os in é p e es de
abalho. Consequen emen e, exigem mais in o mações linguís icas sob e os
e mos e equi alen es. Po exemplo, a nossa expe iência mos ou que os
es udan es de língua inlandesa p ecisam de in o mações sob e a pala a s ess
pa a a maio ia dos equi alen es ussos, enquan o os in é p e es de língua
inlandesa expe ien es só que em es as in o mações em casos di íceis (p. ex.,
целиакия, рефлюкс).
As a e as de in e p e ação, po exemplo, as consul as médicas, são
es i amen e limi adas em empo, de modo que um in é p e e de saúde em mui o pouco empo pa a
3 Igo Kudashe Dicioná io emá ico inlandês- usso pa a a e i icação de
Olga Semeno a In e p e e s: The P inciples and Challenges o Compila ion
e mos de saúde. Isso implica que o dicioná io de e se bem es u u ado e e
e amen as de pesquisa ápidas e con enien es. O dicioná io em duas unções.
A p imei a é pedagógica. Os in é p e es comuni á ios e os es udan es de em
sabe de co alguma e minologia básica. Uma ez que é quase impossí el lemb a
semp e a e minologia mais especí ica elacionada a cada doença, eles ambém
p ecisam de e isa a e minologia especí ica da doença enquan o se p epa am
pa a uma a e a conc e a. A segunda unção do dicioná io é e e encial, uma ez
que os in é p e es podem esquece um e mo em pa icula no momen o e
que e e i icá-lo. O dicioná io de e, po an o, se emá ico e al abé ico pa a
cump i ambos os equisi os. Os in é p e es de saúde p ecisam pelo menos de
alguns conhecimen os básicos sob e o domínio da saúde, mas es e conhecimen o
de e p o a elmen e se ob ido a pa i de ex os popula izados ou manuais
especiais, como "In odução aos cuidados de saúde pa a in é p e es e
adu o es" (C ezee 2013). O dicioná io pedagógico de saúde pa a in é p e es
não é o luga ce o pa a o nece esse ipo de in o mação, po que os a igos do
dicioná io êm de se mui o concisos. Além disso, a compilação e modi icação de
de inições ambém são conhecidas po se em a e as mui o labo iosas que
exigem mui os ecu sos, consul as com especialis as em domínios, cuidado com
di ei os de p op iedade in elec ual, e c. De ido a isso, não o necemos de inições
ou in o mações enciclopédicas em nosso dicioná io.
4. Fon es de dicioná ios
A melho on e pa a um dicioná io médico des inado a in é p e es de saúde
e ia sido p o a elmen e g a ações de consul as médicas au ên icas.
In elizmen e, es a in o mação é con idencial, po isso ob e acesso a ela é
p oblemá ico. A única al e na i a possí el às con e sas au ên icas são as
on es esc i as, de p e e ência des inadas à comunicação médico-pacien e. As
seguin es on es de e mos inlandeses o am selecionadas como p imá ias: ·
di e izes baseadas em e idências pa a pacien es (Käypä hoi o) e desc ições
de doenças publicadas pela Sociedade Médica Finlandesa, Duodecim
(Te eyski jas o 2020)
· classi icações e no mas in e nacionais […] Classi icação
In e nacional de Doenças, décima e isão3 […] Classi icação
In e nacional de Cuidados P imá ios, segunda edição4 4 h ps:
3 h ps://icd.who.in /b owse10/2016/en
www.who.in /classi ica ions/icd/adap a ions/icpc2/en
3Te minologia | 2020 | 27
[…] Te minologia Ana omica (Kolesniko 2003, complemen ado com
Finnish e ms in one o ou p e ious p ojec s, see Kudashe 2012)
[…] classi icações e on ologias inlandesas […] Classi icação
inlandesa de p ocedimen os ci ú gicos (Leh onen, Leh o i a,
Mäkelä-Bengs 2013)
[…] Classi icação de medicamen os pela Agência Finlandesa de
Medicamen os FIMEA5 […] On ologia inlandesa da Saúde e do
Bem-Es a TERO6 As p incipais on es de equi alen es ussos
incluí am: […] Di e izes baseadas em e idências do Minis é io da
Saúde da Fede ação Russa7
· O Manual do Médico […]2000 doenças da A à Z[…] (Deniso ,
Še šenko 2010)
Como on es secundá ias de e mos inlandeses e equi alen es ussos, ambém
usamos li os de cu so e manuais pa a pessoal médico (p. ex., Jousimaa e al. 2017;
Mus ajoki e al. 2019), bem como dicioná ios mono e bilíngues (p. ex., Hy inen e al.
2013; Fag adânc s.d.; e Semeno a 2020: 29[…]34 pa a uma isão c í ica dos
dicioná ios médicos inlandês- usso exis en es). Como eg a ge al, não usamos
ma e iais aduzidos de ou os idiomas. No en an o, a ualmen e, mui as
classi icações são in e nacionais de qualque manei a. Além disso, a maio ia dos
ma e iais sob e medicina baseada em e idências disponí eis em usso são
aduções do inglês ou de ou os idiomas. Po exemplo, u ilizámos um manual
imp esso único "Guidelines de Medicina Baseada em E idências" (Deniso e al. 2002)
aduzido do inglês. Os ex os aduzidos, po ém, e am usados com cuidado, e os
e mos ex aídos deles e am e i icados em on es não aduzidas.
5. Megaes u u a
A ma é ia p incipal do dicioná io consis e no P e ácio e nas ins uções sob e
how o use he dic iona y. The back ma e con ains he Russian-Finnish
o índice e na lis a de on es.
O dicioná io p op iamen e di o consis e em duas pa es. A p imei a pa e
con ém ce ca de 2.000 dos e mos mais comuns, que de em se ap endidos
de co . Como os e mos são mais áceis de ap ende ema icamen e, eles
são ag upados de aco do com os domínios lis ados abaixo. Den o de cada domínio, o ocabulá io é mais
5 h ps: www. imea. i
6 h ps: in o. i/ e o/ i
7 h p: www. osminzd a . u #!
3 Igo Kudashe Dicioná io emá ico inlandês- usso pa a cuidados de saúde
Olga Semeno a In e p e e s: The P inciples and Challenges o Compila ion
di idido em básico e a ançado. Po exemplo, o ní el básico de e minologia
ana ômica con ém ce ca de 150 e mos e o ní el a ançado em ce ca de 800
e mos. Os e mos básicos são undamen ais e de em se dominados em
p imei o luga ; Os mais a ançados ambém são impo an es, mas podem se
ap endidos mais a de. As secções emá icas da p imei a pa e são as seguin es:
Sis ema de cuidados de saúde
· Vocabulá io médico ge al
· Doenças, sin omas e queixas
· Ana omia e isiologia
Exames médicos
T a amen o e cuidados, p e enção de doenças e eabili ação
Medicamen os
Equipamen o médico
A segunda pa e do dicioná io é especí ica pa a a doença. A sua unção é dupla.
Em p imei o luga , ajuda os in é p e es e os alunos a se p epa a em pa a a
a e a elacionada a uma doença em pa icula , mesmo com pouco empo de
an ecedência. A segunda unção é e e encial. Mesmo in é p e es expe ien es
- e mui o menos es udan es - não conseguem e em men e oda a e minologia
de que podem p ecisa . A segunda pa e do dicioná io o nece-lhes equi alen es
especí icos de doenças con enien emen e ag upados em subdomínios pa a
uma ecupe ação mais ápida. Cada secção especí ica da doença na pa e 2 é di idida nas seguin es secções emá icas:
Doenças e suas subclases
Doenças associadas e doenças com sin omas semelhan es
· Ana omia e isiologia
· Sin omas e queixas
Exames médicos
T a amen o e cuidados, p e enção de doenças e eabili ação
·Medica ion
Equipamen o médico
· Di e sos
Os e mos da Pa e 2 ambém podem se incluídos na Pa e 1, o que signi ica
que as duas pa es do dicioná io não são exclusi as, mas se sob epõem
pa cialmen e. Na e são a ual do dicioná io, a Pa e 2 ab ange ce ca de 30 das
doenças mais comuns, que o am selecionadas com base nas es a ís icas de
cuidados de saúde do Ins i u o Finlandês de Saúde e Bem-Es a 8 e em consul as com um
8 h ps://sampo. hl. i/pi o /p od/ i/a o/pe us06/summa y_icd1001
9Te minologia | 2020 | 27 especialis a em domínio. Os domínios das pa es 1 e 2
o am selecionados ag upando os e mos ex aídos de ex os médicos em
classes emá icas e ealizando uma análise de quad o da si uação comunica i a
"con e ência com o médico" (c . Madžaje a 2012; Gaga ina 2015).
6.Mac os u u a
As en adas do dicioná io es ão o ganizadas numa abela com duas colunas.
Embo a o o ma o da abela acele e as pesquisas, as bo das da abela
de em se le es pa a não dis ai a a enção do usuá io. O dicioná io es á
di idido em secções emá icas, como desc i o acima, mas em odas as
secções da Pa e 1 e da Pa e 2 os e mos es ão dispos os po o dem
al abé ica. A o dem emá ica apoia a unção pedagógica e a o dem
al abé ica desempenha a unção e e encial.
A Figu a 2 mos a uma pa e do dicioná io da secção especí ica da doença
Re lux. A p imei a legenda em neg i o é Doença e suas subclases, e a
segunda é Doenças Associadas e Doenças com Sin omas Semelhan es.
Figu a 2. Exemplo de uma secção especí ica de doença Po de ei o, os sinônimos de
e mos inlandeses são colocados an o sob a pala a p incipal da en ada como
como e e ências c uzadas no seu luga al abé ico. As e e ências c uzadas são
i ais quando o u ilizado e i ica um e mo desconhecido. Pa a con eniência do
u ilizado , as e e ências c uzadas ambém são o necidas com equi alen es
ussos. No en an o, como as epe ições podem incomoda os usuá ios que es ão
ap endendo e mos, é possí el desa i a as e e ências c uzadas na e são ele ônica do dicioná io.
4 Igo Kudashe Dicioná io emá ico inlandês- usso pa a cuidados de saúde e
Olga Semeno a In e p e e s: The P inciples and Challenges o Compila ion
en e mei os, médicos e pacien es, e c. (c . Be genhol z, Ta p 1995: 19;
Ab amo a 2003; Aleksee a, Mishlano a 2002: 104105; Agadžanân 2018; Go i 2018:
1314). A comunicação médico-pacien e di e e de ou as si uações comunica i as
em mui os aspec os. No malmen e, os pacien es (e os in é p e es
comuni á ios) não êm o mação médica, o que signi ica que endem a
comunica -se usando ocabulá io co idiano em ez de e minologia médica
cien í ica. Is o ep esen a um g ande desa io pa a os compilado es de
dicioná ios, que êm de equilib a en e as dimensões ge al e p o issional. Po
exemplo, a pala a ussa hipe ensão (hipe ensão a e ial) cos uma a se um
e mo médico o icial. É ge almen e comp eendido e mui o equen e no
discu so co idiano. No en an o, o nou-se obsole o na linguagem cien í ica e
oi subs i uído pelo e mo hipe ensão a e ial, que é mui o menos amilia
pa a os pacien es. Um caso semelhan e é o pa de e mos аденома простаты e
гиперплазия предстательной железы (hipe plasia p os á ica). Como nosso
dicioná io desc e e a comunicação en e médicos e pacien es, decidimos inclui
e mos in o mais, mas amplamen e usados, ao lado dos o iciais. No en an o, os
e mos o iciais p ecedem os in o mais. Não é ób io como ais e mos in o mais
de em se o ulados. Do pon o de is a do médico, eles são obsole os, mas do
pon o de is a do pacien e, não são. Decidimos ma cá-los como coloquiais, uma
ez que azem pa e do ocabulá io dos doen es que oi "de e minado"
biologicamen e. Mui os e mos o iciais são ab e iados na comunicação o al. Po
exemplo, diabe es ([…]diabe es[…]) é ge almen e usado na o ma comple a em
ex os e ecu sos de e e ência (сахарный диабет […]diabe es melli us[…]), mas
na ida co idiana a o ma ab e iada é mui o mais comum. Os e mos ambém
podem se "ab e iados" no ní el concei ual, com a ajuda de uma ans e ência
me a ó ica. Po exemplo, a шейка матки ([…]ce ix do ú e o[…]) consis e em
á ias pa es, con endo, em pa icula , наружное отверстие шейки матки
([…]o i icio ex e no do ú e o[…]). No en an o, no con ex o de exames
ginecológicos, os doen es ge almen e não azem dis inções p ecisas en e
á ias pa es e endem a ala apenas sob e o colo do ú e o. O lexicóg a o que
compila um dicioná io pa a a comunicação médico-pacien e de e se
excessi amen e zeloso a es e espei o ou não? Os e mos usados em
classi icações cien í icas podem di e i dos e mos e pala as de linguagem
ge al usadas na comunicação médico-pacien e. Po exemplo, não
encon a emos pala as como cin u a e meio (pa es do co po), i ais em uma
con e sa sob e obesidade, na Te monologia Ana omica. Is o sublinha a
impo ância de ex ai e mos de á ias on es em ez de con ia apenas em
uma, embo a au o izada.
4Te minologia | 2020 | 27
Cul u es and languages di e when i comes o p e e ences as ega ds
componen es in e nacionais e sus nacionais em e mos médicos. Po
exemplo, na Finlândia, os e mos baseados em componen es nacionais são
mui o mais amplamen e u ilizados en e médicos e pacien es do que os
de i ados do la im e do g ego. No en an o, exis em exceções. Po exemplo,
um e mo in e nacional como diabe es é mui o mais equen e do que o
e mo compos o po componen es inlandeses […] soke i au i ([…] doença do
açúca […]). Em usso, ao con á io, os e mos baseados no la im e no g ego
são mais popula es do que os sinônimos ussos, mesmo en e os pacien es.
Es as p e e ências especí icas da cul u a de em se omadas em con a no dicioná io.
Em esumo, emos de admi i que nem semp e é ácil decidi quais os
e mos - es i amen e cien í icos, p o issionais ou coloquiais - que de em
se incluídos num dicioná io pa a a comunicação médico-pacien e em
p imei o luga e em que o dem de em se o necidos. Não exis e uma
" eg a ge al" uni e sal a es e espei o, de modo que cada caso de e se a ado indi idualmen e.
7.5 T a amen o de sinônimos e ab e ia u as
Uma abundância de sinônimos e ab e ia u as é ípica da linguagem médica
(po exemplo, Geo gie skij 1981; Ku yshko 2001; Ab amo a 2003). Se um
e mo básico em mui os sinônimos, seus de i ados ambém e ão mui os
sinônimos. Po exemplo, лекарство ([…]medica ion[…]) em á ios sinônimos
em usso: средство, препарат, медикамент, e c. Consequen emen e, odos
os ipos de medicamen os podem se chamados usando (quase) odas
essas pala as, po exemplo, medicamen os an i-in lama ó ios são
medicamen os an i-in lama ó ios, meios de p epa ação médica. Uma
abundância de sinônimos ap esen a uma sé ie de desa ios elacionados à
sua seleção e colocação em uma o dem pa icula na en ada. U ilizámos
os seguin es c i é ios pa a esol e es as ques ões:
· comp eensibilidade (os doen es e os in é p e es de em comp eende
o maio núme o possí el de e mos)
F equência (os e mos equen emen e u ilizados são no malmen e
mais comp eensí eis e mais áceis de lemb a )
· simplicidade e b e idade ( e mos simples e cu os são mais áceis de
lemb a )
· di e sidade (pa a desempenha a unção de e e ência, o dicioná io de e al- ·
so con ain e ms lying ou side he in e p e e ’s ac i e wo d s ock)
au o idade da on e (os e mos de on es au o izadas são p io izados).
4 Igo Kudashe Dicioná io emá ico inlandês- usso pa a cuidados de saúde No
Olga Semeno a In e p e e s: The P inciples and Challenges o Compila ion
en an o, es es c i é ios podem con adize -se. Po exemplo, os o mulá ios
ab e iados são mais cu os e, em p incípio, de em se mais áceis de lemb a .
Em alguns casos, isso unciona. Po exemplo, a ab e iação УЗИ (ul assom
médico) é mui o mais equen e em usso do que sua o ma comple a,
ультразвуковое исследование. Além disso, odos conhecem es a ab e iação.
A colocação da ab e iação an es do o mulá io comple o é, po an o,
bas an e jus i icada. No en an o, algumas ab e ia u as são menos
conhecidas pelos doen es. Po exemplo, a ab e iação NPSC (d ogas
an i-in lama ó ias não es e óides, NSAIDs) é bas an e a a, apesa do a o de
que os p óp ios NSAIDs são p o a elmen e amilia es pa a odos. Nes e caso,
o o mulá io comple o de e se colocado em p imei o luga . Ou o exemplo
demons a a con adição en e au o idade e equência. De aco do com um
manual médico au o izado (Deniso , Še šenko 2010), a ci cun e ência da
cin u a é окружность талии em usso. Es e e mo é equen e po si só: há
ce ca de 577.000 hi s pa a es a combinação de pala as no Google. No en an o,
de aco do com o Google, ou os dois sinônimos são ainda mais equen es:
obъём талии yields o e 7,000,000 hi s e обхват талии o e 11,000,000 hi s. Nes e
caso em pa icula , a o dem dos sinônimos não é mui o impo an e, pois odos
eles são equen es. No en an o, es e exemplo sublinha mais uma ez a
impo ância da e i icação c uzada, mesmo quando os e mos e equi alen es
são ex aídos de on es au o izadas. Como podemos e , a p io ização dos
p incípios o ien ado es ge ais é di e en e em cada caso indi idual. Pa a
e i ica as suas decisões, os c iado es de dicioná ios de em consul a pe i os do domínio e ep esen an es dos g upos-al o.
8.Implemen ação écnica
The dic iona y will be published bo h as a da abase accessible o e he
web e como um dicioná io imp imí el em o ma o pd . A e são ele ónica
pe mi e pesquisas e icien es, bem como algumas uncionalidades dinâmicas
ú eis. Po exemplo, é possí el liga e desliga alguns dados (po exemplo,
e e ências c uzadas, dados adminis a i os e ó ulos de domínio)
dependendo do uso p e endido. A e são imp imí el, po sua ez, pode se
usada mesmo em si uações em que o uso de disposi i os ele ônicos não é
pe mi ido ou a conexão com a In e ne é aca. O dicioná io oi compilado
usando uma e são pe sonalizada do sis ema de esc i a de dicioná ios in e no
MyTe MS ( e Kudashe , Kudashe a 2006). O MyTe MS é uma in e ace web
abase. MyTe MS has been used in se e al dic iona y p ojec s and se es
pa a o daas lexicog á ico subjacen e, um sis ema de ges ão de e minologia
pa a p oje os e minológicos da Uni e sidade de Tampe e e da Uni e sidade de Helsínquia, na Finlândia.
4Te minologia | 2020 | 27
O MyTe MS execu a odas as ope ações básicas que podem se espe adas do
so wa e de ge enciamen o de dicioná ios, como adiciona , edi a , pesquisa ,
na ega , imp imi e exclui en adas. Também au oma iza mui as ope ações. Po
exemplo, ao adiciona um núme o de en adas pe encen es ao mesmo domínio, é
possí el p eenche p e iamen e o campo de domínio em ez de selecioná-lo
manualmen e cada ez. O MyTe MS ambém ajuda a ga an i a in eg idade dos
dados, po exemplo, impedindo en adas duplicadas e ge enciando
au oma icamen e as e e ências c uzadas. Além disso, ga an e a co ecção da
en ada, execu ando uma e i icação de con o midade an es de gua da os
dados. As en adas são segmen adas em campos de dados, e os a igos são
o mados "on he ly" com a ajuda de sc ip s e olhas de es ilo em casca a. O
layou das en adas é o mais p óximo possí el do inal, exce o pela p esença de
alguns dados adminis a i os, que são isualmen e sepa ados dos dados inais
po co . Os dados adminis a i os, bem como as e e ências c uzadas, podem
se a i ados e desa i ados a a és da ma cação das caixas de e i icação
co esponden es. Um dos pon os o es do MyTe MS é a sua pesquisa a ançada.
os u ilizado es podem ealiza pesquisas mui o complexas a a és da u ilização
de ca ac e es cu idas e exp essões egula es e da combinação de á ias
condições de pesquisa. Isso ajuda a ex ai dados quase po qualque c i é io ou
sua combinação. A igu a 10 mos a a janela p incipal do p og ama. O quad o
e de é o painel de con ole com á ios bo ões de con ole e opções. As duas
lis as à esque da são a lis a de e mos e a lis a de sucesso. O quad o mais g ande
é o quad o de en ada. Ca as de gua das lo es ais na Fig. 10. A janela p incipal do sis ema de esc i a do dicioná io MyTe MS
5 0 Igo Kudashe Dicioná io emá ico inlandês- usso pa a cuidados de saúde
Olga Semeno a In e p e e s: The P inciples and Challenges o Compila ion
can o supe io esque do pe mi e que o comp imen o da lis a de e mos seja
limi ado pa a uma a ualização mais ápida. No mesmo can o, há ambém um
painel de "pesquisa ápida" que acili a a na egação a a és da lis a de e mos
e da lis a de hi s. O u ilizado só em de digi a as le as iniciais do e mo que
es á a p ocu a . Em um dicioná io emá ico, é pa icula men e impo an e
ma ca com p ecisão os ó ulos de domínio. No MyTe MS, isso é ei o com a
ajuda do sele o de domínio que pode se abe o a pa i do o mulá io de
main ags a e added wi h he help o adio bu ons and checkboxes. In he
adição e edição e da janela p incipal. Po exemplo, a segui ( e Figu a 11), es á a
se ac escen ado um e mo à Pa e I (Osa 1), ao g upo emá ico "Ana omia e
Fisiologia" (Ana omia ja ysiologia), ní el a ançado (Vaikeusas e B), bem como à
Pa e II (Osa 2), classe "Tube culose" ( ube kuloosi), subclasse "Ana omia e Fisiologia" (culo.ia ja ysiologia).
Figu a 11. Selecionado de domínio
Como podemos e , um e mo pode se ma cado como pe encen e à
e minologia ge al e ou elacionado a uma ou mais doenças. Ao ealiza uma
pesquisa, os u ilizado es podem limi á-la a qualque combinação de domínios
e ou subdomínios ab indo o mesmo selec o ( e Figu a 12). A mesma
e amen a ambém pode se usada pa a de ini um domínio ou uma
combinação de domínios como "p e e ido". Isso economiza empo e ajuda a
e i a e os quando o e minólogo es á adicionando á ios e mos
elacionados ao mesmo domínio. as en adas são adicionadas e edi adas com
a ajuda de um o mulá io HTML ( e Figu a 13). O o mulá io pe mi e a adição de a é se e sinônimos pa a cada
5 1Te minologia | 2020 | 27 línguas. Seções adicionais pa a os sinônimos abe as a
pedido. O p og ama pe mi e a adição de o ma ação em linha (po exemplo,
on e em neg i o, i álico, índices supe io e in e io ). No en an o, as cópias em
ex o simples dos campos co esponden es ambém são sal as pa a ga an i
pesquisas co e as e ápidas. A maio ia dos ó ulos elacionados à g amá ica e
ao uso são p ede inidos, mas os usuá ios ambém podem o nece no as
adicionais de o ma li e elacionadas a essas ca ego ias. Figu a 13. Fo mulá io
HTML pa a adição e edição de en adas Fig. 12. Domínios selecionados pa a a
pesquisa com a ajuda do selecionado de domínios
5 Igo Kudashe Finnish-Russian Thema ic Dic iona y o Heal hca e
Olga Semeno a In e p e e s: The P inciples and Challenges o Compila ion
MyTe MS ambém ge a au oma icamen e o índice usso- inlandês ( e
Figu a 14).
Figu a 14. Índice usso- inlandês ge ado au oma icamen e
9. Conclusão
A compilação de um dicioná io emá ico pa a in é p e es de saúde e elou-se
uma a e a mui o in e essan e e, ao mesmo empo, desa iado a. Algumas
necessidades de in o mação e necessidades elacionadas com a ecupe ação
de dados di e em mesmo en e os p incipais g upos-al o do dicioná io e em
di e en es si uações ao u iliza o dicioná io. A combinação das unções
pedagógicas e de e e ência ambém c ia alguma ensão. G upos-al o
adicionais (como pacien es, médicos de o igem imig an e, e c.) e iam
ag a ado ainda mais a si uação. No p ojec o ac ual, as con adições
lexicog á icas ambém o am complicadas po ac o es ex e nos, como o
calendá io ape ado e o o çamen o limi ado. Se i e mos a opo unidade de
con inua o nosso abalho, o dicioná io se á desen ol ido em á ias di eções.
Embo a o núme o de e mos que de em se ap endidos de co (ce ca de 2.000)
se ap oxime do ní el ideal, a pa e especí ica da doença do dicioná io é
inega elmen e modes a. O nosso p óximo objec i o é cob i ce ca de 100 das
doenças mais comuns, o que co esponde a ap oximadamen e 10.000 a 12.000
e mos. As doenças se ão selecionadas com base nas es a ís icas o iciais
dos cuidados de saúde. De aco do com o p incípio de Pa e o ( ambém
conhecido como a eg a 80:20), espe amos a ingi um pon o de sa u ação
azoá el quando o dicioná io ab ange os 80% das p incipais azões pa a isi a
5Te minologia | 2020 | 27 lem aqui é que as classes ep esen adas nas
es a ís icas são mui as ezes "mui o g andes" e incluem á ias doenças não
di e enciadas. Du an e o cu so de in e p e ação de cuidados de saúde
o ganizado na uni e sidade de Tampe e, no ámos que o conhecimen o dos
es udan es de e mos médicos, a maio ia dos quais são subs an i os, é
insu icien e. Pa a usa os e mos co e amen e no con ex o, os alunos ambém
p ecisam domina os e bos e as colocações. Planejamos en iquece o nosso
dicioná io com exemplos de uso. Na e são elec ónica, es es pode iam se
ligados e desligados em unção da u ilização p e is a do dicioná io.
Al hough he Russian-Finnish index allows using he dic iona y in he
um médico. Uma di eção po encialmen e opos a, não pode se conside ada um
dicioná io usso- inlandês de pleno di ei o. Como o dicioná io é baseado no
sis ema de concei os inlandeses e em on es inlandesas, não con ém, po
ly used in he pos -So ie coun ies bu no ecognised by he in e na-
exemplo, nomes de doenças que são classi icações de doenças wide ional (p.
ex., oos eoacond ose [os eocond ose]; dysbac e iosis [dysbac e iosis]],
dia hesis [dia hesis]; ege o-sousudis aia dias onia [dis onia ascula
ege a i a] e c.). Enquan o isso, esses e mos podem acilmen e su gi
du an e a in e p e ação médica. Isso signi ica que o dicioná io de e se
complemen ado com pelo menos alguns e mos ussos especí icos da cul u a,
p o a elmen e em um apêndice. Idealmen e, um dicioná io usso- inlandês sepa ado ambém de e ia se compilado.
Ou o apêndice pode ia se dedicado aos alsos amigos, que exis em mesmo
en e línguas ão di e en es como o inlandês e o usso. Além de e mos
in e nacionais que podem signi ica coisas di e en es em idiomas di e en es
( e um exemplo de isio e apia acima), ou a on e de alsos amigos são
ab e iações. Po exemplo, a ab e iação inlandesa IBS o iginá ia do inglês
([…]sind ome do in es ino i i á el[…]) não de e se con undida com o usso
ИБС, que signi ica ишемическая болезнь сердца ([…]doença co ona iana[…]). É
uma boa ideia a isa os in é p e es sob e ais casos numa secção sepa ada.
O nosso dicioná io já é dinâmico e pe sonalizá el a é ce o pon o. No
en an o, o g au de pe sonalização pode se ainda aumen ado. O nosso
objec i o inal é um dicioná io médico poli alen e des inado a múl iplos
g upos-al o, no qual os con eúdos possam se pe sonalizados de aco do
com o g upo-al o e a u ilização p e is a. No en an o, isso eque um
es udo mais p o undo das pe spec i as dos usuá ios e uma g ande
quan idade de engenha ia lexicog á ica e de so wa e.
5 Dicioná io emá ico inlandês- usso de Igo Kudashe pa a os cuidados de saúde
Olga Semeno a In e p e e s: The P inciples and Challenges o Compila ion
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