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Terminology at the Dutch Language Institute: Towards a Centre of Expertise for Professional Language

Abstract

    When it comes to terminology, the Dutch-speaking regions have a long tradition of collaboration. Since the eighties there have been several initiatives, all led by the Dutch Language Union. There was a growing awareness that a platform was needed to bring together all information concerning Dutch terminology and to make it accessible for every possible user. Since 2016, the Dutch Language Institute (INT) in Leiden manages and develops all kinds of Dutch language materials. The whole spectrum of language, including professional language, regional languages and dialects, is now given attention, making it obvious for the INT to accommodate the Centre of Expertise for Dutch Terminology (ENT). In this article I will go deeper into the wide range of information supplied by the ENT, including specific software tools for terminological tasks. I will also describe a project on medical terminology that links lexicography and terminology and that is conducted at the INT.

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Terminology at the Dutch Language Institute: Towards a Centre of Expertise for Professional Language

Author: Frieda Steurs
Year: 2021
DOI: 10.35321/ter
Source: https://journals.lki.lt/terminologija/article/download/2073/2218
7Te minologia | 2021 | 28
doi.o g/10.35321/ e m28-01
Te minology a he Du ch Language
Ins i u o: pa a um cen o de
conhecimen os especializados em línguas p o issionais
FRIEDA STEURS
Ins i uu oo de Nede landse Taal, Leiden & KU Leu en
Iden i icação ORCID: h ps://o cid.o g/0000-0002-2884-5713
Resumo das conclusões
No que diz espei o à e minologia, as egiões de língua holandesa êm uma longa
adição de colabo ação. Desde os anos oi en a, hou e á ias inicia i as, odas lide adas
pela União da Língua Holandesa. Ha ia uma consciência c escen e da necessidade de uma
pla a o ma pa a euni odas as in o mações ela i as à e minologia holandesa e
o ná-la acessí el a odos os possí eis u ilizado es. Desde 2016, o Ins i u o de Língua
Holandesa (INT) em Leiden ge encia e desen ol e odos os ipos de ma e iais de língua
holandesa. O conjun o do espec o linguís ico, incluindo a linguagem p o issional, as
línguas egionais e os diale os, é ago a a endido, o nando ób io pa a o INT acomoda o
Cen o de Especialização em Te minologia Holandesa (ENT). Nes e a igo, ap o unda ei a
ampla gama de in o mações o necidas pelo ORL, incluindo e amen as de so wa e
especí icas pa a a e as e minológicas. Desc e e ei ambém um p ojec o de
e minologia médica que liga a lexicog a ia e a e minologia e que é ealizado no INT.
PALAVRS-CHAPEL: Te minologia holandesa, impac o económico, e amen as
e minológicas, educação, e minologia médica
ANOTACIJA (em inglês)
Olandês lingua kalban ys egionalai e minologijos s i yje u i jau seniai
gy uojančias bend ada bia imo adições. Nuo XX a. 8-ojo dešim mečio
įgy endin os kelios inicia y os, isoms joms ado a o Olandų kalbos sąjunga. Vis
mo e didėjo sup a imas, kad eikia suku i isiems a o ojams p ieinamą
pla o mą, ku ioje bū ų su elk a isa su olandų e minologija susijusi
in o macija. 2016 m. Nuo į ai ią olandų kalbos medžiagą a ko Leidene įsikū ęs
Olandų kalbos ins i u as (INT). Dėmesys šiuo me u ski iamas isoms kalbos
a mainoms, okioms kaip p o esinė kalba, egioninės kalbos, a mės, aigi apo
aišku, kad Olandų kalbos ins i u e eikia s eig i Olandų e minologijos žinių cen ą
(ENT). S aipsnyje ap a siu šio cen o eikiamą į ai aus pobūdžio In o mação,
8F ieda S eu s Te minology a he Du ch Language Ins i u e: including konk ečias
Towa ds a Cen e o Expe ise o P o essional Language
p og amines maa egelen, ski as e minologinėms užduo ims a lik i. Taip pa
p is a ysiu Olandų kalbos ins i u o įgy endinamą leksikog a iją i mediciną siejan į
medicinos e minologijos p ojek ą. ESMINIAI ŽODŽIAI: e minologia holandesa, e ei os
econômicos, ins umen os e minológicos, educação, e minologia médica 1.
Te minologia em língua holandesa
REGIONES: Uma b e e his ó ia
As egiões de língua holandesa êm uma longa adição de colabo ação
(lingüís ica). Desde os anos oi en a, exis em á ias pa ce ias e comissões, odas
lide adas pela União da Língua Holandesa (Nede landse Taalunie, NTU). As ideias
linguís icas i am uma mudança signi ica i a nos anos oi en a. No século XX, a
linguís ica eó ica e oluiu do es u u alismo pa a a g amá ica ge a i a, com
oco na sin axe. A abo dagem do léxico ainda e a bas an e adicional, com
ên ase na linguagem pad ão, mode na e his ó ica. De ido à c escen e
in e nacionalização e ao consequen e aumen o da p ocu a de adu o es e
in é p e es capazes de lida com ex os especializados, a linguagem p o issional
ecebeu cada ez mais a enção, embo a não imedia amen e, do lado da
linguís ica eó ica adicional. A NTU pe cebeu a necessidade de uma pla a o ma
de consul a sob e o ema da linguagem p o issional. Ha ia ou as duas pa es
in e essadas: o Ins i u o Real de No malização dos Países Baixos (en ão NNI,
ago a NEN) e o Se iço Belga de No malização (en ão BIN, ago a NBN). Foi iniciada
uma pa ce ia: o g upo de e minologia holandês SaNT (Samenwe kings e band
oo Nede landse Te minologie). O SaNT abalhou em es ei a colabo ação no
pe íodo de 1988 a 1996. No âmbi o des a colabo ação, as pa es in e essadas
o am eunidas em dois g upos: um g upo "Língua e Educação" e um g upo
"Língua e Negócios".
Na sé ie Voo ze en ("p opos as") da União da Língua Holandesa, o am
publicados dois ela ó ios sob e e minologia. O p imei o ela ó io
(Voo ze en 32)1 incluiu a igos sob e a p omoção da u ilização de lis as
e minológicas au o izadas, sob e a o ma de u iliza bases de dados
e minológicas em emp esas e ins i uições go e namen ais, e ambém um
a igo sob e a o ma como as uni e sidades de e iam o e ece a
1 V oomen Pim de (ed.) (1990).
2 Ve oo n Ad (ed.) (1992) (em inglês)
9Te minologija | 2021 | 28 o con eúdo de ais cu sos e sob e como a
in es igação sob e a linguagem p o issional pode ia se conc e izada.
As a esul o hese ecommenda ions by he SaNT, all ansla ion and
in e p e a ion p og ammes in Flande s began o pay mo e a en ion o
"Te minologia" como uma ma é ia po di ei o p óp io2. Recomendações
o am esc i as sob e e minologia, o nando-a um assun o sepa ado no
cu ículo. Na época, isso e a al amen e ino ado , pois a maio ia dos cu sos de línguas ainda man inha uma abo dagem esmagado amen e ilológica.
Es a oi ambém a época do p oje o POINTER. A sigla POINTER signi ica
"P opos as pa a uma in aes u u a ope acional de e minologia na Eu opa"
e oi lançada em dezemb o de 1994 pela Comissão Eu opeia. Naquela época, já
ha ia a consciência de que a língua p o issional es a a a o na -se mui o
impo an e nas emp esas eu opeias e que e a necessá ia uma polí ica
mul ilingue. A u ilização adequada e p ecisa de um ocabulá io ou de uma
" e minologia" especializados é i al pa a uma comunicação bem sucedida no
mundo mode no e, consequen emen e, ambém pa a as emp esas, a
in es igação e o desen ol imen o das ideias. Mui as emp esas e o ganizações
u ilizam e in en am e mos dia iamen e, não apenas nas suas p óp ias
ins i uições e países, mas ambém além das on ei as egionais e nacionais.
Embo a a e minologia no a e equen e seja equen emen e egis ada, há
uma al a de acionalização, apesa da nossa chamada "sociedade da
in o mação" e quase nenhum es o ço é ei o pa a abalha em conjun o pa a
maximiza a u ilização de on es aliosas. A ên ase do POINTER oi em
sa is aze as necessidades mul ilíngues de um me cado eu opeu em
c escimen o. E am empos ascinan es: a maio ia dos in es igado es inha
g adualmen e passado do papel pa a o abalho digi al e es a a a ap ende a
usa a sua p imei a
Compu ado es. Não é possí el. A impo ância dos dados linguís icos digi ais
pa a os pesquisado es e usuá ios o nou-se cla a. O g upo de abalho SaNT
"Língua e Emp esas" expe imen ou os p imei os bancos de e minologia
digi al: Eu o e m (Maas ich ) e Eu odicau om (ins i uições eu opeias,
Luxembu go, pos e io men e subs i uídas pelo IATE). Em odas as
ac i idades des es dois g upos de abalho, obse ámos um in e esse
c escen e na linguagem p o issional. A ac i idade económica e a u ilização da
linguagem p o issional es ão, na u almen e, es ei amen e en elaçadas.
De ido aos o es me cados económicos nos Países Baixos e na Fland es, mui os negócios3 Disponí el em: h ps: www.co dis.eu opa.eu/p ojec /id/LRE63090 esul s.
1 0 F ieda S eu s Te minologia no Ins i u o de Língua Holandesa: nesses
Towa ds a Cen e o Expe ise o P o essional Language
p ecisa am de ex os p o issionais pa a clien es, o necedo es e écnicos.
Es es ex os i e am de es a apidamen e disponí eis em di e en es
línguas, o que causou a necessidade de lis as e minológicas e, mais a de, de
bases de dados e minológicas. Es e enómeno con ibuiu ce amen e pa a o
desen ol imen o de uma pla a o ma de consul a pa a a e minologia
holandesa. As ac i idades do SaNT e mina am em 1996, quando es a
colabo ação oi in e ompida pela NTU. Uma ez que os ins i u os de
no malização di icilmen e con ibuí am pa a es a inicia i a, a NTU não a
conside ou uma e dadei a pa ce ia en e as pa es mencionadas. Os colegas
in e essados, e minologis as, linguis as e adu o es, que abalha am em
conjun o com o SaNT, o am deixados sozinhos e decidi am, em 1997, po
ocasião de um cong esso em U ech , unda uma associação de campo pa a a
e minologia holandesa pa a os Países Baixos e a Fland es. Assim nasceu a
NL-Te m, uma associação que p e endia se um pon o de con ac o pa a odos
os en ol idos com a e minologia holandesa, an o na sua p á ica como na sua
eo ia. Nos seus p imei os anos, a NL-Te m oi man ida à ona po olun á ios
e memb os en usias as da associação, sem quaisque subsídios. Mais a de,
oi concedido um subsídio pela NTU. O NL-Te m em sido bem sucedido há mais
de 30 anos e o ganiza um cong esso ou um seminá io odos os anos4.
Após o cancelamen o do SaNT, a NTU não abandonou a e minologia, mas
nomeou um comi ê es a égico que de e ia es abelece a polí ica e as
p io idades pa a a e minologia nas egiões de língua holandesa. A CoTe m
oi undada em 2006 e elabo ou decisões polí icas a é 2012. A a e a do comi ê
e a aconselha a NTU sob e a polí ica e minológica a se o mulada,
implemen ed wi hin he long- e m policy amewo k o he NTU, o
o mula p ojec os nesse quad o e execu á-los ou azê-los se ealizados
sob a sua p óp ia supe isão. No âmbi o do comi é, oi p omo ido o
in e câmbio de conhecimen os especializados.
O Eu odicau om oi a base de dados e minológica pionei a da Comissão
Eu opeia, c iada em 1975, inicialmen e pa a se u ilizada po adu o es e
ou os uncioná ios da Comissão. Em 1980, e a acessí el à Comissão em
linha. Du an e os anos oi en a e no en a, a base de dados c esceu, enquan o
ainda e a necessá io liga a a és de um modem pa a consul a a base de
dados a pa i de o a das ins i uições eu opeias. No início, só es a am
ep esen ados o holandês, o ancês, o alemão e o i aliano, as qua o
línguas dos 4 Disponí eis em: h ps: www.nl e m.eu.
1Te minologia | 2021 | 28 os seis países que o ma am a CEE (os ês países do
Benelux, F ança, Alemanha e I ália). Quando mais países se jun a am à União
Eu opeia, ou as línguas o am adicionadas, aumen ando o núme o pa a seis,
depois se e, no e e, inalmen e, onze línguas (o la im oi adicionado pa a nomes
cien í icos). Mais a de, o am adicionadas in e aces públicas de u ilizado ,
dando ao público em ge al acesso g a ui o à e minologia mul ilíngue elacionada
com as ac i idades da União Eu opeia. Os minis é ios dos Negócios Es angei os
de á ios Es ados-Memb os ac escen a am e minologia à base de dados. Os
e minólogos sénio abalha am na a aliação e c iação de no as en adas na
base de dados exis en e em di e en es línguas. Em 2007, o Eu odicau om oi
subs i uído pela Te minologia In e a i a pa a a Eu opa (IATE). Em 28 de Junho de
2007, as ins i uições eu opeias emi i am um comunicado de imp ensa pa a
anuncia a usão de ês bancos e minológicos exis en es numa única base de
dados e minológica da UE: o IATE, que ab ange 23 línguas e es á abe o ao
público. Duas ca ac e ís icas pa icula es dis inguem o IATE dos seus
an ecesso es EURODICAUTOm, EUTERPE e TIS. Em p imei o luga , o IATE é
in e a i o: qualque adu o de uma ins i uição da UE pode adiciona e a ualiza
in o mações na base de dados. Pa a ga an i a qualidade das con ibuições
indi iduais, uma al e ação na base de dados inicia au oma icamen e um ciclo de
alidação: os e minólogos dos depa amen os de adução alidam as
in o mações no as e modi icadas. Em segundo luga , o IATE é in e ins i ucional:
os seus pa cei os no p ojec o são o Pa lamen o Eu opeu, o Conselho, a
Comissão, o T ibunal de Jus iça, o Banco Cen al, o T ibunal de Con as, o Comi é
Económico e Social, o Comi é das Regiões, o Banco Eu opeu de In es imen o e o
Cen o de T adução. No en an o, nem odo o conhecimen o e insigh s sob e
e minologia ie am da comunidade de adução. Acon ece que os p imei os
passos na eo ização da e minologia o am ei os po engenhei os e
especialis as p o issionais e o am es i amen e monolingues. Tudo começou
com a "escola ienense", que lançou as bases da e minologia clássica, a iculada
po Eugen Wüs e (1898-1977). Wüs e oi um engenhei o aus íaco e o undado
da e minologia. Ele ob e e um diploma em engenha ia elé ica, mas es a a acima
de udo ascinado pela ciência da e minologia. Vi endo em uma época em que a
ecnologia es a a se desen ol endo apidamen e, ele se pe gun ou sob e a
manei a em que no os concei os são e le idos na linguagem. Sua disse ação
In e na ionale Sp achno mung in de Technik, besonde s in de Elek o echnik
(Be lim, 1931) oi conside ada um abalho pad ão e minológico. Ele lecionou na
Uni e sidade de Viena, onde, após a sua mo e, o Ins i u ü Wissen-

1 F ieda S eu s Te minologia no Ins i u o de Língua Holandesa: o am
Towa ds a Cen e o Expe ise o P o essional Language
scha s heo ie und Wissenscha s o schung and he Eugen Wüs e A chi e
undadas. A sua pesquisa em comunicação écnica esul ou na c iação do
Comi ê Técnico de Es anda ização do INFOTERM6, o Cen o In e nacional de
e na ional O ganiza ion o S anda diza ion (ISO/TC 37). Wüs e de el-
oped he gene al Theo y o Te minology (gTT)5. he was in ol ed in
In o mação em Te minologia, undado em 1971 pela Unesco. O In o e m
p e ende apoia e coo dena a colabo ação in e nacional no domínio da
e minologia. Os memb os da In o e m são ins i u os, o ganizações e
especialis as p i ados nacionais, in e nacionais e egionais, em suma, odos os
que êm alguma coisa a e com a pad onização e ha monização da linguagem
p o issional. É uma pla a o ma mundial, com memb os em odos os
con inen es. A In o e m e a mais a de undada Te mNe 7, a ede
in e nacional de e minologia, con inua ão a desempenha um papel
impo an e na disseminação de conhecimen os e minológicos, na o ganização
de wo kshops e na p omoção de aplicações e minológicas em emp esas e
go e nos. Ou o jogado impo an e no campo in e nacional é a Tekom. Tan o
a Tekom Ge many8 como a Tekom Eu ope9 são associações p o issionais mui o
g andes pa a a comunicação écnica. As suas ac i idades são mundiais e de
g ande impo ância no mundo da documen ação écnica e p o issional. Mais
uma ez, a e minologia é uma das suas a e as cen ais. A segui ,
examina emos especi icamen e a si uação em elação ao holandês,
especialmen e no que diz espei o à o ma como odos os dados ela i os à
e minologia podem se cen alizados e p omo idos.
2.INSTITUÇÕES E PROJETOS de e minologia holandeses
Em 2016, o Ins i u o de Lexicologia Holandesa ans o mou-se no Ins i u o de
Língua Holandesa, com uma o ien ação mais ampla. Es a mudança oi
acompanhada da eno ada a e a do Sec e a iado-Ge al da NTU, que de ia
concen a -se nas a e as polí icas, deixando as a e as execu i as ao INT.
Pa a o Ins i u o de Língua Holandesa, es a ans e ência de unções o e eceu a opo unidade de
5 Wûs e Eugen (1979).
6 Disponí el em:
h p://www.in o e m.in o. 7 Disponí el
em: h ps: www. e mne .o g. 8 Disponí el no ende eço: h ps: www. ekom.de.
9 A ailable a : h ps://www. echnical-communica ion.o g.
1Te minologia | 2021 | 28 ni y pa a amplia as suas p óp ias ac i idades. O
ins i u o o nou-se o pon o de con ac o cen al pa a a conse ação e
manu enção de ma e iais linguís icos digi ais e a sal agua da de coleções de
dados elacionadas a quaisque a iações do holandês. Es a e olução e le e o
cená io o emen e al e ado da pesquisa linguís ica: g andes
in aes u u as linguís icas são c iadas digi almen e e con êm os co po a,
dicioná ios e ou os léxicos e bases de dados especializados, g amá ica e mui o
mais. O ins i u o desen ol e e o nece dados pa a dicioná ios, léxicos
(compu acionais), co po a e e amen as. Os dicioná ios são acessí eis online.
O so wa e e as e amen as linguís icas compu acionais es ão disponí eis
como código abe o.
O INT ocupa uma posição cen al em odo o mundo de língua holandesa (Os
Países Baixos, Fland es, Su iname e Ca ibe) como desen ol edo , gua dião e
dis ibuido de ecu sos linguís icos acadêmicos e sus en á eis. O ins i u o
es á bem equipado pa a es a a e a e dispõe de uma g ande ede
in e nacional pa a o in e câmbio de in o mações com ins i uições de opinião
semelhan e. O Ins i u o da Língua Holandesa o nece ambém os blocos de
cons ução necessá ios pa a odas as aplicações linguís icas des inadas ao
desen ol imen o e à melho ia das emp esas e das o ganizações públicas.
P e endemos e o ça es e papel nos p óximos anos, azão pela qual
es amos a concen a -nos na dis ibuição sus en á el de quaisque
ma e iais linguís icos, com ên ase em: · o ocabulá io holandês, an o
his ó ico como con empo âneo, an o a língua pad ão como os diale os,
an o a linguagem ge al como a linguagem p o issional;
· no as ecnologias e écnicas pa a o na a In e ne acessí el pa a a
in es igação linguís ica e pa a a manu enção con ínua de co po a
ex ensos e cons an emen e ac ualizados do holandês con empo âneo; ·
con ibuição pa a a acessibilidade do ma e ial ex ual his ó ico ( indo
de den o e de o a do INT), no qual a conside á el a iação o og á ica
já não é um impedimen o de pesquisa e são o e ecidos meios pa a
de ec a e con o na a iações no uso de pala as; U ilização e
con ibuição pa a no as écnicas linguís icas ou ecnológicas de
linguagem compu acional em ajuda à ecupe ação de in o mações a
pa i de ma e iais linguís icos;
· es u u ação o mal da in o mação linguís ica, o nando-a
adequada pa a aplicações linguís icas compu acionais; - maio
expansão das in o mações o og á icas;
1 F ieda S eu s Te minology no Ins i u o da Língua Holandesa: a
Towa ds a Cen e o Expe ise o P o essional Language
· ealisa ion o acili ies o hi d pa ies o con ibu e in e ac i ely o
desc ição da língua holandesa e a o imização da in aes u u a cen al
de dados digi ais pa a es e im; · o na -se um pon o de con ac o pa a
odos os p o esso es de línguas e cons ui uma in a-es u u a de
ma e iais linguís icos ú eis e necessá ios pa a apoia o ensino do
holandês a á ios ipos de alunos de línguas.
O ins i u o esponde aos no os desen ol imen os no campo das humanidades
digi ais. A im de desempenha es e papel, o INT man ém e man ém uma
in aes u u a digi al pa a a língua holandesa, p es ando a enção à a iação
linguís ica ( e minologia, diale os, e c.). Tan o as pa es acadêmicas como as
não acadêmicas podem aze uso des a in aes u u a. O INT ê uma cla a
sob eposição en e as suas p óp ias ac i idades […] a in aes u u a cen al
de dados […] e os ecen es desen ol imen os no âmbi o das e-humanidades.
Com a sua p óp ia expe iência, o INT con ibui pa a o u u o digi al das
humanidades nos Países Baixos e na Fland es. Po um lado, o conhecimen o e
os p odu os são o necidos em ajuda a ou as o ganizações cien í icas e,
po ou o lado, a colabo ação com as e-humanidades melho a a qualidade da
in aes u u a cen al de dados da língua holandesa. Nos p óximos anos,
abalha emos em es ei a colabo ação com os cen os de humanidades
digi ais de á ias uni e sidades e com edes como o kNAW humani ies Clus e
(Países Baixos), Digi al humani ies Benelux e o WOg Digi al humani ies
(Fland es). O INT unciona como um cen o Cla in pa a a Fland es e in o ma os
in es igado es lamengos sob e os úl imos desen ol imen os no domínio das
on es linguís icas e da in aes u u a linguís ica mais ampla na Eu opa
(Cla in-E ic)10. Isso pe mi e que cada pesquisado ap enda mais sob e o
acesso a eposi ó ios, pad ões, me adados, co po a disponí eis, os mé odos
pa a codi ica seu p óp io ma e ial de co pus, ins alações de a mazenamen o, e c.
Que uma in aes u u a como os INT's possa o na -se uma e dadei a
pla a o ma digi al de odos os ma e iais linguís icos é um desen ol imen o
in e essan e e bas an e ecen e. Du an e mui o empo, a a enção, an o
na linguís ica eó ica quan o aplicada, oi ocada na linguagem pad ão ge al,
que oi es udada de um pon o de is a diac ônico e sinc ônico. Não se
espe a a que as ins i uições públicas de línguas cons uíssem coleções de diale os, egiolec os ou especializados
p o essional language.
10 Disponí el no ende eço: h ps: www.cla in.eu.
1Te minologia | 2021 | 28
Somen e quando os insigh s sob e a a iação linguís ica muda am, oi dado o
passo pa a um campo de pesquisa mais amplo, desc e endo o espec o
linguís ico comple o com a enção a odos os egis os. De e mos al amen e
especializados a e mos mais comuns pa a concei os écnicos ou cien í icos
em linguagem pad ão, à linguagem local, à a iação egional e ao uso in o mal:
oda a gama es á ago a cobe a.
Foi apenas um passo lógico inco po a o Cen o de Especialização em
Te minologia Holandesa (ENT) a um ins i u o exis en e que disponibiliza
odos os ma e iais linguís icos.
A ENT é uma junção numa ede mais ampla de elações an o com o campo e minológico como com
sec o es sociais mais ge ais e g upos de u ilizado es mais amplos. Duas linhas de polí ica es ão a se
desen ol idas: • O ENT o nece acilidades de apoio di e si icadas no que diz espei o à e minologia,
especialmen e à e minologia holandesa. O ENT posiciona-se na ede e minológica a a és do
con ac o ou da colabo ação com associações e minológicas ou ins i uições elacionadas com a
e minologia, an o a ní el nacional como in e nacional. O ENT az pa e da o ganização mais ampla
do INT. Po azões de econhecimen o des a ligação es u u al e ambém pa a ap o ei a a ampla
epu ação do sí io Web do INT, o INT não desen ol eu um sepaFig. 1. A ligação en e a linguagem ge al e
a linguagem p o issional: um espec o con ínuo
2 F ieda S eu s Te minologia no Ins i u o da Língua Holandesa:
Towa ds a Cen e o Expe ise o P o essional Language
Figu a 4. De alhes do ambien e de abalho lexicog á ico em Lex[…]i

2Te minologia | 2021 | 28
2 4 F ieda S eu s Te minology a he Du ch Language Ins i u e:
Towa ds a Cen e o Expe ise o P o essional Language
Figu a 5. A e são ácil de usa do pilo o médico no Lexi
2Te minologia | 2021 | 28
2 6 F ieda S eu s Te minology a he Du ch Language Ins i u e:
Towa ds a Cen e o Expe ise o P o essional Language
3. Conclusão
A c iação do Cen o de Especialização em Te minologia Holandesa pe mi iu-nos
euni mui as in o mações in e essan es sob e a linguagem p o issional e
sob e a e olução da língua holandesa no domínio da ciência e da ecnologia. O
cen o ambém pe mi e cons ui uma g ande ede em conjun o com
go e nos, emp esas, ins i uições in e nacionais e u ilizado es, ais como
p o esso es e adu o es. Um al cen o pode ce amen e se de g ande
alo adicional e al ez se i de on e de inspi ação pa a ou as comunidades
linguís icas.
REFERENCES
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Beleid en P ak ijk. – Voo ze en 38, The hague, S ich ing Bibliog aphia Nee landica.
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h ps://www.iso.o g/s anda d/62510.h ml
TERMINOLOGIJA OLANDŲ KALBOS INSTITUTE:
ŽINGSNIAI PROFESINĖS KALBOS ŽINIŲ CENTRO SUKŪRIMO LINK
San auka
S aipsnyje ap ašomas augan is susidomėjimas e minų inkiniais, specializuo ų žo-
dynų s a ba i p o esinės olandų kalbos žinių cen o sukū imas. Olandų kalba kalban-
ys egionai u i seniai gy uojančią (kalbinio) bend ada bia imo adiciją. Nuo XX a.
8-ojo dešim mečio eikė kele as pa ne ysčių i komi e ų. Ekonominė eikla i p o e-
sinės kalbos a ojimas y a glaudžiai susiję. S ip ios Nyde landų i Fland ijos ekono-
2 7Te minologija | 2021 | 28
mikos inkos, daugybė e slų nulėmė p o esionalių eks ų, ski ų klien ams, iekėjams
i echnikams, po eikį. Šie eks ai u ėjo bū i g ei ai pa eng i ski ingomis kalbomis,
odėl iškilo e minų inkinių i e minologijos duomenų bazių po eikis. Šis eiškinys
neabejo inai p isidėjo p ie olandų e minologijai ski os konsul acinės pla o mos su-
kū imo. Me ams bėgan , p adedan XX a. 9-uoju dešim mečiu, ma ėme didelių skai -
meninių e minologijos duomenų bazių, okių kaip Eu odicau om (daba – IATE), au-
gimą Eu opos ins i ucijose. S aipsnyje ap a iamas i Vienos e minologijos mokyklos
(Bend osios e minologijos eo ijos) iškilimas, In o e m i Te mNe bei a p au inio e -
minologijos inklo aidmuo.
Olandų kalbos ins i u as (INT) a s a bliekaų aidmenį kalbinėje bend uomenėje, p z.,
siekia suku i in as uk ū ą, ku i eik ų kaip eali skai meninė pla o ma, apiman i
isą kalbinę medžiagą. Ilgą laiką daugiausia dėmesio eo inėje i aikomojoje
kalbo y oje bu o ski iama bend inei kalbai i jos diach oniniams i sinch oniniams
y imams. Suda y i a mių, egiolek ų a p o esinės kalbos inkinius nebu o als ybinių
kalbos ins i ucijų ikslas.
Tiki us pasike požiū iui į kalbos a mainas, bu o ženg as žingsnis į pla esnį y imų lauką,
ku iame y a ap ašomas isas kalbinis spek as, o dėmesys y a k eipiamas į kalbos isas
a mainas. Nuo specialiųjų i bend esnių echninių a mokslinių e minų bend inėje kalboje
iki ie inių kalbinių a ian ų, egioninių a mainų i ne o maliosios a osenos daba
ap ėpiamos isos kalbos a mainos. Olandų e minologijos žinių cen o (ENT) in eg a imas
į jau egzis uojan į ins i u ą, ku iame bū ų p ieinama isa kalbinė medžiaga, bu o logiškas
žingsnis. Es e a igo desc e e a e as e p ojec os de e minologia ENT conc e os. Jie
apima e minų inkinius, p og amines p iemones, Te m aad (ES) i Te m aad akademijos
a lik ą da bą. (Te m aad) (ES) (ES) (ES) (ES) (ES) (ES) (ES) (ES) (ES) (ES) (ES) (ES) (ES) (ES)
(ES) (ES) (ES) (ES) (ES) (ES) (ES) (ES) (ES) (ES) (ES) (ES) (ES) (ES) (ES) (ES) (ES) (ES) (ES) (ES)
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gau a 2021-06-14
F ieda S eu s
Rapenbu g 61 anos
N2311 gJ Leiden (em inglês)
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