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Terminology and Microlearning: Contrasting Their Respective Methods and Content

Abstract

In the field of terminology, a distinction is made between terminological science and its methods on the one hand and terminology (or terminologies) in the sense of terminological data on the other. Concerning microlearning you can make a similar distinction between Microlearning as a subject field with its methods and microlearning objects in the sense of information objects for teaching and learning. The two fields are stemming from totally different roots. Their practical results, viz. terminological entries and microlearning objects (microLO) – especially if they represent scientific or technical concepts – have much in common when comparing their metadata. Different communicative roles distinguish terminological entries – which are concept-based by default – from concept-based microlearning objects (CBmicroLO). From a microcontent perspective, Blanca Stella Giraldo Pérez (2022) proposes a generic approach to achieve comprehensive content interoperability between terminological entries and CBmicroLOs, which both are different kinds of concept-based microcontent entries (CBmicroCE), though with different communicative roles. Under this perspective, they have much in common and could largely benefit from improved content interoperability. The generic approach proposed may also apply to other kinds of CBmicroCEs, especially in Linked Open Data (LOD) environments. In this connection, the application of the FAIR Guiding Principles (findability, accessibility, interoperability, and reusability of structured content) is essential. To achieve this aim, the authors propose standardization activities to arrive at a harmonized methodology for all kinds of CBmicroCEs – including the harmonization of the metadata (especially the core metadata) involved.

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Terminology and Microlearning: Contrasting Their Respective Methods and Content

Author: Blanca Stella Giraldo Pérez; Christian Galinski
Year: 2024
DOI: 10.35321/term31-02
Source: https://journals.lki.lt/terminologija/article/download/2408/2409
24 Te minologia e mic oap endizagem: con as es
Thei Respec i e Me hods and Con en
Blanca S ella Gi aldo Pé ez
Ch is ian Galinski
doi.o g/10.35321/ e m31-02 (em inglês)
Te minologia e mic oap endizagem: Con as e
Thei Respec i e Me hods and Con en
Te minija i mik omokymasis: me odų i u inio
sug e inimas
BLANCA STELLA GIRALDO PÉREZ
In o e m
Iden i icação ORCID: h ps://o cid.o g/0009-0000-9944-0396
CHRISTIAN GALINSKI
In o e m
Iden i icação ORCID: h ps://o cid.o g/0009-0005-0873-4206
Resumo das conclusões
No campo da e minologia, é ei a uma dis inção en e a ciência e minológica e seus
mé odos, po um lado, e a e minologia (ou e minologias) no sen ido de dados
e minológicos, po ou o. No que diz espei o à mic olea ning, pode-se aze uma
dis inção semelhan e en e a mic olea ning como um campo de ma é ia com os seus
mé odos e os obje os de mic olea ning no sen ido de obje os de in o mação pa a o
ensino e a ap endizagem. Os dois campos êm aízes o almen e di e en es. Os seus
esul ados p á icos, a sabe , as en adas e minológicas e os obje os de mic olea ning
(mic oLO) - especialmen e se ep esen am concei os cien í icos ou écnicos - êm mui o
em comum ao compa a os seus me adados. Di e en es papéis comunica i os dis inguem
as en adas e minológicas […] que são baseadas em concei os po pad ão […] de obje os
de mic olea ning baseados em concei os (CBmic oLO). Do pon o de is a do
mic ocon en amen o, Blanca S ella Gi aldo Pé ez (2022) p opõe uma abo dagem gené ica
pa a alcança uma in e ope abilidade ab angen e de con eúdo en e as en adas
e minológicas e os CBmic oLOs, que são ambos ipos di e en es de en adas de
mic ocon en amen o baseadas em concei os (CBmic oCE), embo a com di e en es
papéis comunica i os. Nessa pe spec i a, êm mui o em comum e pode iam bene icia em
g ande medida de uma melho in e ope abilidade de con eúdos. A abo dagem gené ica
p opos a pode ambém aplica -se a ou os ipos de CBmic oCE, especialmen e em ambien es de dados abe os ligados (LOD). A es e espei o, a aplicação do Guia FAIR
Os p incípios (localidade, acessibilidade, in e ope abilidade e eu ilização do
con eúdo es u u ado) são essenciais. Pa a a ingi es e objec i o, os au o es
p opõem ac i idades de no malização pa a chega a uma me odologia ha monizada pa a odos os ipos de CBmic oCE.
cluding he ha moniza ion o he me ada a (especially he co e me ada a) in ol ed.
25Te minologija | 2024 | 31
KEYWORDS: e minology, mic olea ning, mic ocon en , concep -based mic ocon en
en y (CBmic oCE), concep -based mic olea ning objec (CBmic oLO), quali ied
e minological en y (QTE), con en in e ope abili y, co e me ada a, FAIR Guiding
P incípios.
ANOTACIJA (em inglês)
Te minologijos s i yje ski iami e minologijos mokslas i jo me odai bei e minija (a ba
e minijos) e minologinių duomenų p asme. Kalban apie mik omokymąsi, galima panašiai
a ski i mik omokymąsi kaip dalykinę s i į su jos me odais i mik omokymosi objek us
kaip mokymo i mokymosi in o macinius objek us. Abi s i ys é ski ingos p igim ies. Jų
p ak iniai ezul a ai, . y. e minologiniai į ašai i mik omokymosi objek ai ypač jei jie
a s o auja mokslinėms a echninėms są okoms u i daug bend o lyginan jų
me aduomenis. Ski ingi komunikaciniai aidmenys išski ia e minologinius į ašus, ku ie
pagal nu ylėjimą y a pag įs i są okomis, nuo są okomis pag įs ų mik omokymosi objek ų.
Iš mik o u inio pe spek y os Blanca S ella Gi aldo Pé ez (2022) o e ece concepção ge al,
como alcança isapusišką u inio są eikumą a p e minologinių į ašų i są okomis
pag įs ų mik omokymosi objek ų, ku ie abu y a są okomis pag įs i mik o u inio į ašai,
ku ie ik ski ingo ipo, no s i a lieka ski ingus komunikacinius aidmenis. A siž elgian į
ai, jie u i daug bend o i galė ų iš esmės gau i naudos iš ge esnio u inio są eikumo.
Siūloma bend oji koncepcija aip pa gali bū i aikoma ki ų ipų są okomis pag įs iems
mik o u inio į ašams, ypač susie ųjų a i ųjų duomenų (LOD) aplinkoje. Nes e sen ido, é
impo an e aplica o p incípio do FAIR (su andamumas, p ieinamumas, są eikumas,
paka o inis s uk u inio u inio naudojimas). Siekdami šio ikslo, au o iai siūlo
s anda izacijos eiklą, kad bū ų suku a sude in a isų ūšių są okomis pag įs ų
mik o u inio į ašų me odika, įskai an me aduomenų (ypač pama inių me aduomenų)
sude inimą. ESMINIAI ŽODŽIAI: e minija, mik omokymasis, mik o u inys, są okomis
pag įs as mik o u inio į ašas, są okomis pag įs as mik omokymosi objek as,
k ali ikuo as e minologinis į ašas, u inio są eikumas, pama iniai me aduomenys,
pag indiniai FAIR p incipai.
1. Mo i ação e concei os básicos
Es a con ibuição é mo i ada pela c escen e necessidade de eu ilização de
con eúdo, in eg ação de con eúdo e in e ope abilidade de con eúdo,
especialmen e pa a aqueles ipos de con eúdo es u u ado (Galinski, Gi aldo
Pé ez 2012) que ambém são chamados de mic ocon eúdo.
De aco do com á ias on es (analisadas e ci adas em Gi aldo
Pé ez 2022), o mic ocon eúdo oi o iginalmen e de inido como:
–a gene al e m indica ing con en ha con eys one p ima y idea o
concep ,
26 Te minology and Mic olea ning: Con as ing
Thei Respec i e Me hods and Con en
Blanca S ella Gi aldo Pé ez
Ch is ian Galinski
[…] um e mo gené ico ep esen ado po uma in o mação digi al ende eçá el,
es u u ada, indi isí el e au ónoma, […] ca ac e izada po o ma o, oco,
au onomia, es u u a, ende eçabilidade, […] ende eçá el a a és de uma única
URL de ini i a ou pe malink. Di e en es ipos de en idades de mic ocon eúdo
ambém oco em em á ios ipos de con eúdo não es u u ado, mas
cons i uem elemen os de al con eúdo. As en idades de mic ocon eúdo são
c iadas como en adas de banco de dados es u u adas de aco do com
me adados pa a se em eu ilizá eis. Em linha com as de inições o iginais de
mic ocon eúdo, es as en adas podem se chamadas de en adas de
mic ocon eúdo baseadas em concei os (CBmic oCE). Nes e sen ido, as
en adas e minológicas em bases de dados e minológicas (TDB) são um ipo
ípico de CBmic oCEs. O mesmo se aplica a en adas lexicog á icas bem
es u u adas. Também pode ia se aplicado a ce os ipos de obje os de
ap endizagem, se eles o em ocados em um concei o ou signi icado,
o nando-se assim obje os de mic olea ning baseados em concei os
(CBmic oLO), ou o ipo de CBmic oCEs.
Se a in o mação básica a ansmi i po um CBmic oLO se e e i a um
concei o cien í ico- écnico, em mui o em comum com a en ada
e minológica que ep esen a o mesmo concei o. Assim, o CBmic oCE é um
concei o ab angen e que inclui, en e ou os: […] En adas e minológicas
(se possí el, en adas e minológicas quali icadas:
QTE), […] CBmic oLOs e e indo-se a concei os
cien í ico- écnicos, en adas nológicas e CBmic oLOs (incluindo
– Lexicog aphical da a, which can be used o eused in bo h, e mi-
CBmic oLO pa a ensino/ap endizagem de línguas).
This aises he ques ions: Wha is he di e ence be ween he e mino-
abo dagem lógica (e en adas e minológicas) po um lado e o mi-
c olea ning app oach (and CBmic oLOs) on he o he , and how can con-
en in e ope abili y be ween a ious kinds o CBmic oCEs be achie ed
despi e di e en app oaches?
A ques ão subsequen e é: como a abo dagem de mic ocon en amen o pode
melho a a capacidade de encon a , acessibilidade, in e ope abilidade e
eu ilização, bem como ques ões de qualidade de con eúdo e cu ado ia de
con eúdo, dada a eno me quan idade de en idades de mic ocon en amen o que podem se encon adas na In e ne ?
To eassess he impac o he p oposed gene ic app oach on p ac ical
implemen a ion, his a icle is s uc u ed in o he ollowing sec ions:
27Te minologija | 2024 | 31
Desc ição con as an e das en adas e minológicas e dos CBmic oLOs
(2) Desc ição con as an e da sín ese da abo dagem e minológica e da
abo dagem de mic oap endizagem (3) Compa ança analí ica dos
me adados dos QTEs e dos CBmi quali icados - Conside ando as
c oLOs (QCBmic oLO) (4),
abo dagens de ligação necessá ias pa a sa is aze os equisi os de
in e ope abilidade ab angen e de con eúdos, melho ando ambém a
qualidade dos dados (5), Conside ando um sis ema de iden i icação de
concei os e suas ep esen ações (6).
2. ENTRAS TERMINOLÓGICAS
AND CBMICROLOS
De aco do com a de inição o iginal de mic ocon en amen o, as en idades de
mic ocon en amen o de e iam se "baseadas em concei os" po pad ão, mas,
in elizmen e, a maio ia delas é a ualmen e implemen ada em design de sis ema
pob e em eo ia e me odologia. Is o exige sepa a o igo do palha do
mic ocon en o e aplica - de p e e ência pad onizado in e nacionalmen e - os
p incípios de me adados e modelagem de dados comumen e u ilizados a
qualque ipo de CBmic oCE pa a se conside ado quali icado. Is o é
especialmen e impo an e no que diz espei o às en adas e minológicas e aos
CBmic oLOs, que pe encem aos CBmic oCE mais p oeminen es que
ep esen am concei os cien í icos ou écnicos de um domínio ou assun o. A
qualidade do con eúdo é undamen al, mas di ícil de alcança , uma ez que
depende de á ios a o es que, combinados, esul am em CBmic oCEs
quali icados (QCBmic oCE). Aplicadas às en adas e minológicas, esul am em
QTE; aplicados aos CBmic oLOs, o nam-se QCBmic oLOs. Além disso, os dados
lexicog á icos não podem se e i ados nos QTE e são ainda mais necessá ios nos
QCBmic oLOs. Nas en adas e minológicas, as in o mações, po exemplo, sob e
o gêne o do subs an i o, as o mas singula e plu al, e c., são negligenciadas,
po que podem se i adas de dados lexicog á icos, ou de em se explici adas se
des ia em do uso na linguagem ge al. Os objec i os e o ma os das en adas
lexicog á icas quali icadas (QLE) em o ma o CBmic oCE […], ou seja, cen adas
han hose o QTEs and hus:
– ocus on one lexicog aphical en y o each “meaning” ep esen ed
by one o mo e wo ds, complex wo ds, wo d combina ions, o mul i-
numa ideia ou concei o […] são en idades de pala as mais a iadas, […] oco em
em a os de comunicação u ilizando linguagem ge al,
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[…] pode o nece explicações do […]signi icado[…] de en idades léxicas,
[…] pode indica o uso co e o do ocabulá io ge al da língua
(dependendo do ní el de p o iciência do usuá io).
O p incipal papel comunica i o das en adas lexicog á icas no o ma o
CBmic oCE é a "comunicação linguís ica ge al", que ambém pode e á ias
subca ego ias. Pa a os não-especialis as de um domínio ou assun o, o
con eúdo das en adas lexicog á icas em um dicioná io pode pa ece com o
das en adas e minológicas:
Quad o 1. Exemplo do con eúdo de uma en ada lexicog á ica (cons uída pelos au o es)
DATA: METADATA:
ga a ma elo cabeçalho lema ecnologia domínio assun o subs an i o pa e do discu so /
/language indica ion clea om con ex o s uc u e/ language (explici in he da abase)
~ são concebidos p incipalmen e pa a a ealização
u ilizados pa a a maio ia (incluindo: e e ências
ma elos ( e : […]hamon o p oje o) me […]). Pa a a
obje os semelhan es de madei a ou ou os
ma e iais, uma ex emidade da cabeça do ma elo
em a o ma de uma ga a.
de abalhos em madei a, mas ambém podem se
c uzadas, dependendo das ou as unções dos
madei a, especialmen e pa a ex ai p egos ou
uma ou mais imagens de ma elos de ga as ípicos/ ep esen ação não
(Sou ce: /cons uc ed by he au ho s/) sou ce (explici in he da abase)
linguís ica Pode ia se deba ido se os dados da en ada lexicog á ica acima
podem se is os como um ipo de dados lexicog á icos especializados. Em
qualque caso, há mais a iação nas en adas lexicog á icas do que nos QTE,
que são is os como pa e do sis ema de concei os ao qual pe ence um QTE.
A dis inção de en idades de lexicog a ia especializada is as po alguns como
dados e minológicos e po ou os como dados lexicog á icos deixa ia de
impo a se seu papel comunica i o osse explici ado.
2.1 En adas e minológicas
O p incipal objec i o dos QTE é:
concen a -se em concei os cien í icos e écnicos e nas suas
ep esen ações, bem como nas suas elações concei uais com
concei os izinhos, e, po conseguin e:

29Te minologia | 2024 | 31
= one e minological en y is p o ided o each concep
= alling unde a slo in a knowledge o de ing sys em
= can be ep esen ed by one mo e designa ions (incl. synonyms,
di e en es modalidades)
= pode o nece designações (equi alen es) em ou as línguas =
= should p o ide one concise de ini ion (o explana ion)
pode, se necessá io, o nece ep esen ações localizadas pa a
dados não linguís icos
– o be p ima ily used by expe -le el use s o knowledgeable use s
(incluindo adu o es especializados, eda o es écnicos, e c.) […]pa a
sa is aze os equisi os de au o idade, concisão e co elação
ec ness
Em uma pala a, o p incipal "papel comunica i o" das en adas
e minológicas é a ep esen ação do conhecimen o em p ol da
comunicação especializada. Pode e subca ego ias dependendo do ipo de
conhecimen o de domínio, da modalidade de comunicação, e c.
Exis em di e en es ipos de en adas e minológicas, mesmo en e as
pu amen e baseadas em concei os. Se o exigida a comp eensibilidade e a
p ecisão do con eúdo, os dados das en adas e minológicas de em ou mesmo
de em basea -se num ou nou o ipo de sis ema de concei os. Especialmen e
no abalho de e minologia p esc i i a, as en adas e minológicas
esul an es são baseadas em concei os po pad ão e ge almen e ge enciadas
de aco do com pad ões in e nacionais ha monizados. A aplicação des as
no mas esul a mui o p o a elmen e em en adas e minológicas quali icadas (QTE).
O concei o de en ada e minológica é ep esen ado po : […] uma
designação, de inida na ISO 1087 como […] um sinal que deno a [o concei o]
num domínio ou assun o […], no qual a designação pode se um e mo que
inclua denominações, um nome p óp io ou um símbolo, […] uma de inição,
de inida ibidem como […] uma exp essão que desc e e [o concei o] e o
di e encia de concei os elacionados […]. No que diz espei o às
ep esen ações acima indicadas, ambas podem se linguís icas e não
linguís icas - na p á ica, a é mesmo a de inição - dependendo do assun o
ou da modalidade u ilizada.
Exemplo de uma en ada e minológica
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Table 2. Example o he con en o a e minological en y (cons uc ed by he au ho s)
DATA: METADATA:
(cons uída): designação de ma elo de ga as
<ul as e amen as de ca pin ei o> domínio
assun o en iden i icado de linguagem ma elo
usado p incipalmen e em ca pin a ia pa a
ixação em madei a ou puxa p egos de madei a
en ia p egos ou de inição ou os elemen os de
ma elo concei o supe o dinado ep esen ação
não linguís ica
(uma ap esen ação conc e a
pode es a sujei a a di ei os de au o )
No a 1: Um ma elo de ga as ípico em uma cabeça
em o ma de V cu adas pa a baixo em um lado que são
usadas pa a esp ei a e ex ai p egos ou ou os
acessó ios da madei a.
de me al com in o mações adicionais um pa de ga as
Fon e: á ias on es combinadas po au o es/) on e A en ada
e minológica do concei o supe o dinado pode pa ece : ma elo, n.
en
<i> e amen as de golpe> e amen as manuais concebidas pa a da golpes epe idos ou
ba e em uma pequena á ea de um obje o
No a 1: Os ma elos de mão consis em num punho e numa cabeça de golpe, sendo a
cabeça equen emen e ei a de me al com um bu aco no cen o pa a ecebe um
punho de madei a. No a 2: Os ma elos são usados pa a á ios ins, incluindo a
inse ção de obje os como p egos em madei a ou ou os ma e iais, a queb a de
obje os em pedaços meno es, a o mação ou o mação de me al, o ajus e ou a
mon agem de peças e o abalho de demolição. (Fon e: cons uída pelos au o es) A
abo dagem do mic ocon en amen o pode ia p eenche a lacuna
eó ico-me odológica en e as abo dagens e minológicas e as abo dagens lexicog á icas.
(Budin, 2004) endo em con a o ac o de:
[…]especialis as de odos os ipos não podem e i a aspec os de uso
g ama ical co e o, inco po ação de en idades e minológicas em ex os
especializados (incluindo ases e minológicas) e ex os ge ais (incluindo
colocações), […] ulga ização[…] de en idades e minológicas dependendo do
31Te minologia | 2024 | 31
– lay people canno a oid using p ecise e minology in mo e and mo e
communica ion si ua ions,
– eache s and lea ne s o a specialized language canno a oid he
combined use o gene al language and e minology.
This coincides wi h “old” indica ions ha he e is no clea -cu bo de -
line be ween e minological en ies and specialized lexicog aphical en ies
público, e c., po um lado, e linguagem especializada e linguagem ge al po
ou o lado.
2.2.En adas de CBmic oLO
Vis as a pa i de uma pe spec i a de mic ocon eúdo (ou seja, baseadas em
uma ideia ou concei o), as en adas CBmic oLO ambém são CBmic oCEs.
Podem inclui as seguin es in o mações ap esen adas de o ma didá ica
pa a o ensino e a ap endizagem: […]Concei os cien í ico- écnicos
ep esen ados po in o mações e minológicas, […]Obje os indi iduais
ep esen ados po nomes p óp ios e p op iedades de obje os, […]Temas ou
emas, […]Alguns ipos de a os, […]Unidades ge ais de linguagem, como
pala as, elemen os de pala as, pala as complexas ou colocações,
enunciados cu os, e c. A ualmen e, as ca ego ias didá icas na maio ia dos
CBmic oLOs não são aplicadas sis ema icamen e ou explíci as. Mui as
ezes, eles oco em como pa e de LOs maio es ou de uma mic oleção.
Quando são ex aídos pa a eu ilização ou eap o ei amen o, pe dem
p incipalmen e os dados das ca ego ias didá icas. Assim, eles não são
encon á eis pela ca ego ia didá ica e, po an o, não são eu ilizá eis como
desejado. Os seguin es dados de um CBmic oLO são des inados às c ianças
pa a se amilia iza em com o concei o de "ma elo" e alguns de seus usos
(po exemplo, como b inquedos pa a c ianças), ipos e ca ac e ís icas:
Quad o 3. Exemplo do con eúdo de um CBmic oLO pa a
DATA: METADATA:
c ianças ma elo nome da e amen a
(u ilização de e amen as manuais) (aplicação)
/language indica ion clea om con ex o s uc u e/ language (explici in he da abase)
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Ch is ian Galinski
Is o é um ma elo (+
Is o ambém é um ma elo (+ isualização)
Is o ambém é um ma elo (+ isualização)
ma elos pe encem a e amen as ú eis (+ isualização)
Hamme s a e use ul o many hings:
- o ix some hing (+ isualiza ion)
- o des oy some hing (+ isualiza ion )
- pa a epa a algo (+ isualização)
- dob a algo (+ isualização)
- …
Os ma elos são pesados, po isso enha cuidado! (+ isualização) O seguin e CBmic oLO que ep esen a o concei o
isualização) Explicações
(Sou ce: /cons uc ed by he au ho s/) sou ce (explici in he da abase)
de "ma elo de ga as" é des inado a jo ens ou no a os pa a ap ende sob e ma elos de ga as e como usá-los
(po exemplo, pa a ca pin ei os, ca pin a ia): Tabela 4. Exemplo do con eúdo de um CBmic oLO que ep esen a o
concei o de "ma elo de ga as" pa a jo ens ou ap endizes no a os
DATA: METADATA:
ma elo de ga as nome da
e amen a de mão e amen a de mão assun o
Indicação de linguagem cla a a pa i do con ex o ou da es u u a ou da linguagem
(explici a no banco de dados) os ma elos de ga as são um ipo de ma elo,
especialmen e explicações pa a a madei a po ca pin ei os (+ isualização de um ipo
Exis em di e en es ipos de ma elos de ga as
pa a di e en es p opósi os (+ isualização)
Como a maio ia dos ou os ma elos, ele consis e
em um punho e uma cabeça de golpe, com a cabeça
mui as ezes ei a de me al com um bu aco no
cen o pa a ecebe um punho de madei a. isualização (+)
Se o usado como ou os ma elos, pode se
usado pa a golpea (+ isualização)
Um lado do ma elo de ga a é em o ma de V
pa a ex ai p egos ou obje os
semelhan es. Pa a es e im, segu a o
ma elo de ga a como es e (+ isualização)
Se quise usá-lo pa a ixa obje os, pegue o
claw hamme like his (+ isualiza ion)
ípico de ma elo de ga as)
(Sou ce: /cons uc ed by he au ho s/) sou ce (explici in he da abase)
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Os CBmic oCE quali icados são es u u ados de aco do com me adados e
compa ilham a maio ia das ca ac e ís icas essenciais, como es u u a, oco,
se "pequeno", se elemen a (seja "p imi i o" ou "compos o") e se
ained s and-alone en i ies, encompassing a ce ain comple eness o in o -
ma ion, and p o iding concep ual con ex . As o QTEs, p o iding con-
cep ual con ex as well as using and e e ing o au ho i a i e sou ces,
au o-conco esponden e aos equisi os de se conside ado "quali icado". Po
ou o lado, a adequação das ca ac e ís icas didá icas aplicadas a um
de e minado objec i o e ipo de u ilizado é um dos p incipais equisi os de
quali icação pa a os CBmic oLOs. Comum a ambos é o a o de que os e dadei os
CBmic oCEs são mais p opensos a se eu ilizá eis e in e ope á eis do que
ou os ipos de mic ocon en - especialmen e quando são QTEs ou QCBmic oLOs.
No que diz espei o ao g au de ma u idade eó ica e me odológica, o domínio da
e minologia é mui o a ançado, como é p o ado pela exis ência de um g ande
conjun o de no mas in e nacionais o ien adas pa a di e en es aplicações. A
ield o mic olea ning shows a lowe deg ee o ma u i y among o he s e i-
de iciência de pad ões in e nacionais. Uma das azões pa a es e ac o pode se
a sua ela i a al a de isibilidade (e, po an o, de capacidade de localização) no
domínio da ap endizagem em linha, uma ez que são equen emen e
The g ea a ie y o app oaches and applica ions in he ield o mic ole-
inco po adas em obje os de ap endizagem maio es. O desen ol imen o não é
conduzen e a um maio g au de ma u idade do pon o de is a da eu ilização e da
in e ope abilidade. Assim, o domínio da mic olea ning pode ia bene icia
conside a elmen e da adap ação ou adopção de aspec os da abo dagem
e minológica. Apesa de seu papel comunica i o di e en e e do conjun o
adicional de me adados necessá ios pa a os CBmic oLOs, esses dois ipos de
CBmic oCE são al amen e complemen a es. Se as suas abo dagens pudessem
se ha monizadas, ambas conduzi iam a um maio g au de in e ope abilidade ab angen e de con eúdos […] o mesmo p o a elmen e pode ia aplica -se a ou os ipos de
CBmic oCEs.
Além do acima mencionado, qualque CBmic oCE pode oco e em odos os ipos
de ex os, mídias, documen os ou modalidades (de comunicação humana). Po
conseguin e, o desen ol imen o de uma "abo dagem gené ica" pa a odos os
ipos de CBmic oCE en ol eu mui os aspec os a é en ão conside ados não
elacionados. As an agens e bene ícios po enciais da e ilização c uzada
pa a odo o campo do mic ocon eúdo ize am com que alesse a pena
eexamina os modelos de dados exis en es, começando com uma compa ação de seus me adados.

40 Te minologia e mic oap endizagem: con as es
Thei Respec i e Me hods and Con en
Blanca S ella Gi aldo Pé ez
Ch is ian Galinski
4. Oco ência de me adados
QTES e QCBMICROLOS
Below, majo me ada a needed o s uc u ing QTEs and QCmic oLOs a e
ag upados, analisados e con as ados do pon o de is a da sua impo ância
pa a a in e ope abilidade dos con eúdos. O e mo "ca ego ia de dados" é
ogy managemen , bu da a ca ego ies a e also me ada a – and me ada a
usado em e minologia e ambém pode se is o como CBmic oCEs. A selecção é
de longe incomple a, uma ez que p e ende mos a de o ma p o o ípica
ul il he in en ions o a gene ic app oach.
como a abo dagem de dados ligados pode ia A me adados a que se p es a
a enção aqui não conside am as que se e e em à in o mação global (GI)
de inida na ISO 26162-1, cláusula 3.2.5 como "in o mações écnicas e
adminis a i as aplicá eis a oda a ecolha de dados e minológicos". A
indicação geog á ica inclui, po exemplo, o í ulo da coleção de dados
e minológicos, o his ó ico de e isões, as in o mações sob e o p op ie á io
ou os di ei os de au o , que, pa a uma pesquisa mais so is icada, ambém
podem o na -se signi ica i as do pon o de is a da eu ilização e da
in e ope abilidade. O mesmo se aplica a alguns ou os dados adminis a i os e écnicos que apa ecem em en adas e minológicas indi iduais ou em secções delas.
4.1 Me adados pa a ep esen ações concei uais designa i as
Os concei os não são apenas designados po e mos, mas ambém podem se
designados po ou as ep esen ações de concei os designa i os, como e mos,
nomes, sinais e símbolos. Podem exis i e mos e nomes (e suas o mas ab e iadas)
em di e en es modalidades (e es u u a g ama ical, dependendo da língua),
sis emas de sinais e símbolos ( isuais, audio isuais e audio isuais), bem como
combinações de odos os ipos de elemen os e bais e não e bais. Além disso, as
con enções em á ios domínios e assun os di e em - pa a não menciona os nomes
conco en es pa a a mesma "coisa" mesmo den o da mesma linguagem ou ambien e social.
2022: 217) de Pé ez
Os me adados pa a as ep esen ações de concei os designa i os podem
se ag upados nos seguin es subg upos:
[…] Te mos e ep esen ações semelhan es a e mos, […]símbolos de
le as, […]símbolos g á icos, me adados ambém são os mesmos que
nos QTE, mas o papel comunica i o é ce amen e di e en e.
– O he audio- isual symbols,
– The abo e in any communica ion modali y.
41Te minologija | 2024 | 31
I is impo an o ecognize ha QCBmic oLOs, oo, can ocus on any
o he abo e. I hey e e o he same scien i ic o echnical concep , he
4.2 Me adados pa a ep esen ações desc i i as de concei os
De inições, ou desc ições concisas ou explicações de concei os são c í icas no
campo da e minologia pa a di e encia um concei o de seus concei os izinhos.
Rep esen ações de concei os desc i i os não e bais bem escolhidas ou bem
cons uídas, bem como con ex os ou exemplos, podem se usadas em ez de ou
além de ep esen ações de concei os desc i i os e bais. As ep esen ações
desc i i as não e bais de concei os são signi ica i amen e mais necessá ias
como ca ac e ís icas didá icas em QCBmic oLOs pa a ansmi i in o mações
sob e um concei o pa a ins didá icos educacionais.
Em consonância com o acima mencionado, os me adados pa a ep esen ações
desc i i as de concei os podem se ag upados nos seguin es subg upos:
Rep esen ação de concei os desc i i os e bais, Rep esen ação de concei os
desc i i os não e bais, O acima mencionado em qualque modalidade (de
comunicação humana). Mais uma ez, é impo an e econhece que udo o acima
pode se usado em QCBmic oLOs. Mas é mais p o á el que as ca ac e ís icas
didá icas sejam aplicadas a de inições, desc ições de concei os ou ou os
ipos de ep esen ação desc i i a de concei os (incluindo ou as modalidades).
Além disso, pode se necessá io adiciona um ou mais exemplos, exe cícios,
pe gun as de es e, e c. Em qualque caso, e i ica o con eúdo do
QCBmic oLO, especialmen e as ep esen ações desc i i as de concei os, em
elação ao QTE espec i o pode se anquilizado pa a o usuá io, seja o
ins u o ou o aluno.
4.3 Me adados pa a o con ex o concei ual
De aco do com Gi aldo Pe ez (2022:159), o con ex o concei ual em en adas
e minológicas e e e-se à mic oes u u a do conhecimen o (ou seja,
mic o-con ex o concei ual) se indica a elação de um concei o com concei os
izinhos ou sua posição em um sis ema de concei os. ou à mac os u u a do
conhecimen o (ou seja, mac o-con ex o concei ual) se indica o domínio ou assun o
ao qual pe ence. […] Assim, os me adados pa a o con ex o concei ual podem se
ag upados em mic o-con ex o concei ual e mac o-con ex o.
42 Te minologia e mic oap endizagem: con as es
Thei Respec i e Me hods and Con en
Blanca S ella Gi aldo Pé ez
Ch is ian Galinski
A he le el o concep ual mic o-con ex he e can be e bal o non- e -
bal concep ual mic o-con ex ela ions o one o mo e o he ollowing:
–Supe o dina e concep ,
[…]Concei o mais amplo,
[…]Concei o de coo denadas,
[…]Concei o elacionado.
No ní el do mac ocon ex o concei ual, pode ha e ep esen ações
concei uais de mac ocon ex o e bais ou não e bais (na o ma de [elimen os
de] classi icação emá ica po Wüs e 1971) incluindo: […] Clases de
classi icação de domínio ou assun o, […] Te mos de esau o (desc ip o es,
não-desc ip o es, e c.), […] (concei os de mac o-con ex o ep esen ados po )
Te mos de indexação, […] Ou os ipos de ep esen ações de concei os de
mac o-con ex o. Mais uma ez, é impo an e econhece que o acima
mencionado ambém desempenha um papel pa a os QCBmic oLOs, embo a
p o a elmen e não ão igo oso como na ges ão da e minologia. Se eles se
e e em ao mesmo concei o, os me adados ambém são os mesmos que nos
QTE, mas seu papel comunica i o é di e en e. Além disso, domínios ou assun os
meno es ou mais no os pode iam conside a que não podem se
adequadamen e ep esen ados nos g andes esquemas de o denação do
conhecimen o exis en es e de em desen ol e os seus p óp ios.
Em qualque caso, o aspec o da o denação do conhecimen o exigi á uma
conside ação mais ap o undada nas u u as ac i idades de no malização.
O ISOTC 37 es á a ualmen e e isando a especi icação écnica ISO/TS 24634
que se concen a no Te mBase eXchange (TBX) e pode não se
uni e salmen e aplicá el a ou os ipos de con eúdo es u u ado.
4.4 Me adados pa a in o mações didá icas em CBmic oLOs
Didac ic ca ego ies e e o uni e sal aspec s o didac ics used in eaching
e ap ende a combina os p ocessos de ins ução e ap endizagem pa a
alcança os objec i os de ap endizagem. Eles es ão ligados às eo ias de
ical echniques whose app oaches aim o impac lea ne s’ mo i a ion and
ap endizagem e ao en ol imen o pedagógico elacionado, e pa a omen a o
The explici indica ion o didac ic ca ego ies acco ding o ha monized
me ada a would highly enhance he indabili y and eusabili y o CBmi-
c oLOs. Gi aldo Pé ez (2022) iden i ied he ollowing didac ic ca ego ies
seu in e esse em ap ende . da li e a u a pe inen e:
43Te minologia | 2024 | 31
Abo dagem pedagógica
con ex o de ap endizagem
= domain o subjec 3
= ype o lea ne
= educa ional le el
= explo ação didá ica
= ní el de acessibilidade
objec i o de ap endizagem
Es a égias de ap endizagem
–lea ning ac i i ies
Es ilos de ap endizagem
Alguns dos elemen os acima mencionados podem p ecisa de se ainda
mais di e enciados po me adados especí icos.
Uma indicação da exis ência de in o mações sob e a espec i a ca ego ia
didá ica melho a ia a capacidade de encon a e eu iliza um CBmic oLO,
eaching / lea ning pu poses. The wo k on inding ha monized me ada a
uma ez que ainda é necessá io azê-lo pa a cada ca ego ia didá ica. De
qualque o ma, os me adados po encialmen e necessá ios pa a desc e e
ca ego ias didá icas são exclusi os do QCBmic oLOs. Eles não são usados na
e minologia, pois o obje i o da e minologia di e e do da mic olea ning.
Pa a a modelagem de dados, os me adados que desc e em as ca ego ias
didá icas de em se desen ol idos sis ema icamen e e se anspa en es pa a os u ilizado es, que se a em de ins u o es que de alunos.
4.5 Me adados pa a in o mações complemen a es e secundá ias
Mesmo que sejam chamadas de in o mações complemen a es ou
secundá ias, algumas dessas in o mações não são de modo algum
insigni ican es, en e ou as, na pe spec i a dos p incípios FAIR.
De aco do com a no ma ISO 26162-1:2019, pon o 3.2.6, a in o mação complemen a (IC) inclui, en e
ou as coisas, a indicação das hie a quias de domínio, as desc ições das ins i uições, as
e e ências bibliog á icas e as e e ências aos co pus de ex o. Tomando como exemplo as
e e ências bibliog á icas, a o ma mais cu a de e e ência pode se encon ada nos sis emas
de nume ação pad onizados pa a odos os ipos de publicações. Assim, um ISBN é o iden i icado
único de uma e e ência a um li o publicado. A u ilização des es núme os e i a a sob eca ga de
CBmic oCE com dados bibliog á icos e apoia os p ocessos de dados ligados. 3 Domínio ou assun o
pode coincidi com os me adados que se e e em ao mac ocon ex o concei ual.
44 Te minologia e mic oap endizagem: con as es
Thei Respec i e Me hods and Con en
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As in o mações secundá ias de aco do com a ISO 10241-1 podem e e i -se a
in o mações g ama icais, in o mações de es a u o, código de língua ou de
esc i a (ou ambos), u ilização geog á ica, p onúncia, e c. Podem se
di idual da a ield con en , sec ions o a eco d o he whole eco d. Lan-
guage iden i ie s o ins ance a e highly ele an o indica e he language
no only o ce ain da a like e bal designa i e and desc ip i e concep
di ec amen e a ibuídos a ep esen ações, mas ambém a qualque ipo de
con eúdo, bem como a in e aces de u ilizado de disposi i os elec ónicos,
e c. Eles são ge almen e omados do código de linguagem ISO 6394, que em si é
um sis ema de QCBmic oCEs. Ce amen e, o acima ambém se aplica aos
CBmic oLOs, embo a seu uso não enha sido o malizado como é nos QTE. Em
QCBmic oLOs, pode iam se u ilizadas in o mações complemen a es ou
secundá ias adicionais, ais como o co(n) ex o educa i o em que oco e um CBmic oLO.
5. Ligação de dados in e nos
E en e QCBMICROCES
In compu ing, linked da a is s uc u ed da a which is in e linked wi h
ou os dados pa a que se o ne mais ú il a a és de consul as semân icas. Os dados
es u u ados e e em-se a dados o ganizados e o ma ados de uma o ma
especí ica pa a o ná-los acilmen e legí eis e comp eensí eis an o po humanos
is ypically achie ed h ough he use o a well-de ined schema o da a model,
como po máquinas. Is o o nece uma es u u a pa a os dados. Os dados
es u u ados são ipicamen e encon ados em bancos de dados e planilhas de cálculo,
e são ca ac e izados po sua na u eza o ganizada. A cada elemen o de dados é
no malmen e a ibuído um campo ou coluna especí icos no esquema, e cada egis o
ou linha ep esen a uma ins ância especí ica desses dados (Geeks o Geeks). As
ligações en e os dados numa en idade são equen emen e de inidas po elações
que exis em en e di e en es elemen os de dados e podem se es abelecidas a a és
de á ios mecanismos, ais como cha es e e e ências (ERD). Jun os, es es
da abase, he s uc u ed da a en i ies a e physically connec ed h ough
cons i uem o modelo de dados dos espec i os egis os da base de dados. Den o de
uma es u u a de base de dados. Depois de enume a mui as an agens, a on e
acima (Geeks o Geeks) obse a: "Os dados es u u ados ep esen am apenas ce ca
de 20% dos dados, mas de ido ao seu al o g au de o ganização e desempenho,
o nam-se a base dos Big Da a pa a le Di e enças en e dados es u u ados, semis u u ados e não es u u ados". No en an o, algumas des an agens
4 Seguindo o código ISO 639:2023 pa a línguas indi iduais e g upos de línguas.

45Te minologia | 2024 | 31 A ligação de en idades de dados es u u ados com
a e also lis ed, such as: “The s uc u ed na u e o he da a can some imes
lead o missing o incomple e da a o da a ha does no i cleanly in o he
de ined schema, leading o da a quali y issues.”
ou as en idades em bases de dados di e en es ac escen a uma dimensão
aos dados ligados que e ia um g ande impac o nos CBmic oCEs cuja
In e ne . This in ol es i s and o emos s uc u ed da a in he o m o
es u u a […] incluindo as ligações in e nas […] pe mi e uma ligação
seman icamen e signi ica i a e, po an o, e icaz […] especialmen e se o QCB
mic oCEs a e in ol ed. Howe e , “I ’s impo an o no e ha he na u e
e a complexidade dessas ligações podem a ia mui o dependendo dos
equisi os especí icos do modelo de dados e da na u eza dos p óp ios dados […] (Geeks-
o Geeks).
A isão de ans o ma a In e ne em um banco de dados global po dados
ligados em odos os ipos de en idades de con eúdo es u u ado oi delineada
pela p imei a ez po Tim Be ne s-Lee em uma no a de design sob e o p oje o
da Web Semân ica em 2006, na qual ele o mulou p incípios básicos que mais
a de o am pa a aseados da seguin e o ma: Todas as coisas concei uais
de em e um nome que comece com HTTP. 2. P ocu a um nome HTTP de e
e o na dados ú eis sob e a coisa em ques ão em um o ma o pad ão.
3. Qualque ou a coisa com a qual essa mesma coisa enha uma elação a a és de seus dados ambém de e ecebe
um nome começando com HTTP.5 Po mais simples que sejam, exis em obs áculos no caminho pa a ealiza a isão de
2006: pa a o na a Web de Dados uma ealidade, é impo an e e a eno me quan idade de dados na Web disponí el em
um o ma o pad ão, acessí el e ge enciá el po e amen as da Web Semân ica. Além disso, as elações en e as
elações en e os dados ambém de em se disponibilizadas pa a c ia uma Web de Dados (em oposição a uma pu a
coleção de conjun os de dados). W3C Mas Be ne s-Lee insinuou uma solução po encial pa a supe a alguns dos
obs áculos a a és do Linked Open Da a (LOD), que ele de iniu já em sua no a de design de 2006 como "Dados ligados que
são lançados sob uma licença abe a, que não impede sua eu ilização g a ui amen e".
De aco do com Gi aldo Pé ez (2022), apenas ce as elações den o dos CBmic oCEs, que ambém
pode iam se conside adas como links den o das en adas sob a de inição mais ge al de dados
ligados, e ce os links pa a os mesmos ou di e en es ipos de CBmic oCEs em ou as bases de
dados, podem se 5 […]Tim Be ne s-Lee na p óxima Web[…]. A qui ado do o iginal em 2011-04-10.
Recupe ado em 2009-03-15.
46 Te minology and Mic olea ning: Con as ing
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conside ed as links be ween da a elemen s alling unde co e me ada a o
melho a a localizabilidade e a in e ope abilidade en e os CBmic oCE […] e
pode, em úl ima análise, conduzi a no os mé odos de alidação e melho ia
da qualidade dos CBmic oCE indi iduais.
A pa i das elações in e nas do CBmic oCE, as mais impo an es pa a a
localizabilidade e a in e ope abilidade são as ligações en e o concei o
iden i icado e:
[…] Cada uma de suas ep esen ações concei uais designa i as
( e bais ou não- e bais), […] Seus concei os izinhos, como concei o
supe o dinado, concei os de coo denadas ou concei os de ou a
o ma elacionados […] cons i uindo o mic o-con ex o, […] Uma ligação
en e o concei o iden i icado e a indicação de um domínio ou assun o,
indicando a localização do concei o em seu mac o-con ex o.
O acima pe mi e ep esen ações de concei os designa i os independen es da
linguagem ( iz. mul ilingue), amodais ( iz. em g ande pa e mul imodais) e
independen es do p oje o do sis ema ( iz. de alguma o ma agnós ico do
sis ema). Além disso, a indicação da exis ência de uma ou ou a ep esen ação
desc i i a do concei o se ia ú il, se não necessá ia. As ca ac e ís icas do
concei o em uma ep esen ação desc i i a do concei o ambém são
concei os. A es e espei o, a na u eza sis émica do sis ema concei ual
subjacen e eque um mínimo de consis ência e coe ência. Is o pode ia se
e o çado po ligações en e cada ca ac e ís ica do concei o iden i icado e
o CBmic oCE que ep esen a o concei o da ca ac e ís ica, especialmen e em
abo dagens de e minologia p esc i i a, como a pad onização da e minologia.
As ligações en e di e en es ipos de CBmic oCE com di e en es papéis
comunica i os podem oco e em di e en es ní eis, como: […] ligações de um
concei o iden i icado a concei os iguais ou mui o semelhan es em ou os
ecu sos CBmic oCE, possi elmen e com um papel comunica i o di e en e; […]
ligações en e cada ca ac e ís ica do concei o iden i icado e cada
CBmic oCE que ep esen a o concei o de al ca ac e ís ica. Es e úl imo
melho a ia e acili a ia a cu a do subjacen e
concep sys em – especially in p esc ip i e e minology app oaches, such
as e minology s anda diza ion cha ac e ized by he need o a highe de-
g ee o seman ic and semio ic consis ency and cohe ence.
47Te minologija | 2024 | 31
In addi ion o he abo e, e e ences o links o ex e nal con en esou ces
a e needed o a ious adminis a i e, alida ion o o he pu poses, such as:
[…] Indicação da língua de uma ep esen ação de concei o de designação e bal pa a
o código de linguagem ISO 639, que é um sis ema de iden i icado es de linguagem e seus
elemen os de dados linguís icos, […] Indicação do ipo de ep esen ação de concei o
de designação não e bal que possi elmen e eside em um eposi ó io de
ep esen ações de concei o de designação não e bal au o i á ias semelhan es, […]
Links de indicações de on e codi icadas (como ISBN, ISSN, DOI, e c.) adicionadas a
elemen os de dados em um CBmic oCE pa a a desc ição bibliog á ica comple a do
espec i o elemen o de código. Es e úl imo pe mi i ia uma a aliação cons an e ou
pe iódica da na u eza au o i á ia da on e de dados a a és de uma ou ou a
e amen a eme gen e da Web Semân ica, acili ando assim a cu ação de dados. No
en an o, de aco do com Gi aldo Pé ez (2022:194), "As pe gun as aqui são: Quem
desen ol e e p omo e o o ma o pad ão a que Be ne s-Lee se e e e? Quem
p oje a as e amen as necessá ias da Web Semân ica? Quem es abelece as
elações en e os dados? Tudo is o não em po si só. É ce o que é necessá ia uma
maio ac i idade de no malização, de p e e ência a ní el in e nacional. A es e
espei o, pode-se pe gun a se as abo dagens da Web Semân ica e os aspec os
egula ó ios ( e-es anda dização) exis en es são su icien es pa a ealiza a isão
de Be ne s-Lee. Gi aldo
Pé ez (2022) explica que algumas ques ões eó icas e me odológicas
undamen ais de em se abo dadas e esol idas p imei o an es que a
ecnologia e a no malização possam assumi o con ole. Uma dessas
ques ões e e e-se ao ipo de ligações e e e ências mencionadas acima,
o malize he indica ion o he abo e-men ioned links, which necessi a es
enquan o ou as se e e em à ques ão de como c ia IDs únicos pa a concei os e suas ep esen ações.
6.IDENTIFICADORES ÚNICOS PARA CONCEPTOS
AND THEIR REPRESENTATIONS
Além do acima mencionado, cada concei o de e se iden i icado de o ma única, po
acco ding o ISO/TS 29002-5 adap ed o his pu pose. The me hodolo-
gy o his echnical speci ica ion adap ed o e minological me hodology
would be he baseline o achie ing con en in e ope abili y and eusabili-
exemplo, em di e en es ipos de CBmic oCE complemen a es às no mas de in e câmbio
de dados na ges ão da e minologia. O objec i o da p esen e no ma é pe mi i o
"in e câmbio de dados ca ac e ís icos, po exemplo, em ca álogos de p odu os ou
48 Te minologia e mic oap endizagem: con as es
Thei Respec i e Me hods and Con en
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Ch is ian Galinski
biblio ecas de p odu os... com base p incipalmen e no in e câmbio de pa es de
<iden i icado de concei o, alo >: o iden i icado de concei o de e mina de o ma única
o concei o que desc e e o signi icado do alo ". No caso dos QTEs e dos QCBmic oLOs, os
pa es <concep iden i ie , alue> se iam compos os pelo ID de concei o único e pa a ins
one designa i e concep ep esen a ion (o i s iden i ie ) as he alue. Fo
de pesquisa […] ambém pa a melho a a capacidade de descobe a […] se ia necessá io
adiciona a indicação do papel comunica i o a cada pa <concep iden i ie , alue>, bem
como a indicação do domínio ou assun o em que o concei o em ques ão se enquad a. Is o
eque mais de um me adados pa a
– he da a composing he unique concep ID,
[…] cada ID de ep esen ação de concei o designa i o, […] a indicação do domínio
ou do assun o. É necessá io e em men e que a in o mação comple a sob e o
concei o em ques ão não es a ia con ida num pa <concep iden i ie , alue>,
mas se ia de inida ex e namen e nos espec i os QTEs ou QCBmic oLOs. Os
me adados espec i os pa a os elemen os dos pa es <concei o de
iden i icado , alo > de em se pad onizados in e nacionalmen e e li emen e
acessí eis pa a pe mi i a implemen ação da abo dagem gené ica. Num
ambien e de dados abe os ligados, pode iam se ob idas in o mações
adicionais do espec i o CBmic oCE. Isso aumen a ia a capacidade de
localização e descobe a não apenas a a és de ligações den o dos
QCBmic oCE, mas ambém en e QCBmic oCE de á ios ipos. A abo dagem
gené ica cump e e apoia os p incípios o ien ado es da FAIR: localizabilidade,
acessibilidade, in e ope abilidade e eu ilização, al como de inidos pela GO FAIR.
Gi aldo Pé ez (2022) indica que os QCBmic oCE são mais adequados pa a pe mi i
o cump imen o dos p incípios FAIR.
Pa a e i a a si uação a ual em que os p incípios FAIR são aplicados de o ma
di e en e po á ias comunidades de u ilizado es - impedindo assim a
in e ope abilidade do con eúdo - são necessá ias ac i idades de no malização
in e nacionais. A ges ão da e minologia baseada na eo ia e nos mé odos
anced and la gely ha monized h ough in e na ional me hodology s an-
da ds. As o mic ocon en , he e a e many p ac ical app oaches o man-
aging mic ocon en usually go e ned by pu pose-o ien ed sys em design.
e minológicos é al amen e adThis di icilmen e acili a o in e câmbio de dados,
a in eg ação de dados e a in e ope abilidade en e aplicações sem sé ias
pe das de in o mações […] ou pio , só c ia in o mações desnecessá ias, se não lixo.