24 Te minologia e mic oap endizagem: con as es
Thei Respec i e Me hods and Con en
Blanca S ella Gi aldo Pé ez
Ch is ian Galinski
doi.o g/10.35321/ e m31-02 (em inglês)
Te minologia e mic oap endizagem: Con as e
Thei Respec i e Me hods and Con en
Te minija i mik omokymasis: me odų i u inio
sug e inimas
BLANCA STELLA GIRALDO PÉREZ
In o e m
Iden i icação ORCID: h ps://o cid.o g/0009-0000-9944-0396
CHRISTIAN GALINSKI
In o e m
Iden i icação ORCID: h ps://o cid.o g/0009-0005-0873-4206
Resumo das conclusões
No campo da e minologia, é ei a uma dis inção en e a ciência e minológica e seus
mé odos, po um lado, e a e minologia (ou e minologias) no sen ido de dados
e minológicos, po ou o. No que diz espei o à mic olea ning, pode-se aze uma
dis inção semelhan e en e a mic olea ning como um campo de ma é ia com os seus
mé odos e os obje os de mic olea ning no sen ido de obje os de in o mação pa a o
ensino e a ap endizagem. Os dois campos êm aízes o almen e di e en es. Os seus
esul ados p á icos, a sabe , as en adas e minológicas e os obje os de mic olea ning
(mic oLO) - especialmen e se ep esen am concei os cien í icos ou écnicos - êm mui o
em comum ao compa a os seus me adados. Di e en es papéis comunica i os dis inguem
as en adas e minológicas […] que são baseadas em concei os po pad ão […] de obje os
de mic olea ning baseados em concei os (CBmic oLO). Do pon o de is a do
mic ocon en amen o, Blanca S ella Gi aldo Pé ez (2022) p opõe uma abo dagem gené ica
pa a alcança uma in e ope abilidade ab angen e de con eúdo en e as en adas
e minológicas e os CBmic oLOs, que são ambos ipos di e en es de en adas de
mic ocon en amen o baseadas em concei os (CBmic oCE), embo a com di e en es
papéis comunica i os. Nessa pe spec i a, êm mui o em comum e pode iam bene icia em
g ande medida de uma melho in e ope abilidade de con eúdos. A abo dagem gené ica
p opos a pode ambém aplica -se a ou os ipos de CBmic oCE, especialmen e em ambien es de dados abe os ligados (LOD). A es e espei o, a aplicação do Guia FAIR
Os p incípios (localidade, acessibilidade, in e ope abilidade e eu ilização do
con eúdo es u u ado) são essenciais. Pa a a ingi es e objec i o, os au o es
p opõem ac i idades de no malização pa a chega a uma me odologia ha monizada pa a odos os ipos de CBmic oCE.
cluding he ha moniza ion o he me ada a (especially he co e me ada a) in ol ed.
25Te minologija | 2024 | 31
KEYWORDS: e minology, mic olea ning, mic ocon en , concep -based mic ocon en
en y (CBmic oCE), concep -based mic olea ning objec (CBmic oLO), quali ied
e minological en y (QTE), con en in e ope abili y, co e me ada a, FAIR Guiding
P incípios.
ANOTACIJA (em inglês)
Te minologijos s i yje ski iami e minologijos mokslas i jo me odai bei e minija (a ba
e minijos) e minologinių duomenų p asme. Kalban apie mik omokymąsi, galima panašiai
a ski i mik omokymąsi kaip dalykinę s i į su jos me odais i mik omokymosi objek us
kaip mokymo i mokymosi in o macinius objek us. Abi s i ys é ski ingos p igim ies. Jų
p ak iniai ezul a ai, . y. e minologiniai į ašai i mik omokymosi objek ai ypač jei jie
a s o auja mokslinėms a echninėms są okoms u i daug bend o lyginan jų
me aduomenis. Ski ingi komunikaciniai aidmenys išski ia e minologinius į ašus, ku ie
pagal nu ylėjimą y a pag įs i są okomis, nuo są okomis pag įs ų mik omokymosi objek ų.
Iš mik o u inio pe spek y os Blanca S ella Gi aldo Pé ez (2022) o e ece concepção ge al,
como alcança isapusišką u inio są eikumą a p e minologinių į ašų i są okomis
pag įs ų mik omokymosi objek ų, ku ie abu y a są okomis pag įs i mik o u inio į ašai,
ku ie ik ski ingo ipo, no s i a lieka ski ingus komunikacinius aidmenis. A siž elgian į
ai, jie u i daug bend o i galė ų iš esmės gau i naudos iš ge esnio u inio są eikumo.
Siūloma bend oji koncepcija aip pa gali bū i aikoma ki ų ipų są okomis pag įs iems
mik o u inio į ašams, ypač susie ųjų a i ųjų duomenų (LOD) aplinkoje. Nes e sen ido, é
impo an e aplica o p incípio do FAIR (su andamumas, p ieinamumas, są eikumas,
paka o inis s uk u inio u inio naudojimas). Siekdami šio ikslo, au o iai siūlo
s anda izacijos eiklą, kad bū ų suku a sude in a isų ūšių są okomis pag įs ų
mik o u inio į ašų me odika, įskai an me aduomenų (ypač pama inių me aduomenų)
sude inimą. ESMINIAI ŽODŽIAI: e minija, mik omokymasis, mik o u inys, są okomis
pag įs as mik o u inio į ašas, są okomis pag įs as mik omokymosi objek as,
k ali ikuo as e minologinis į ašas, u inio są eikumas, pama iniai me aduomenys,
pag indiniai FAIR p incipai.
1. Mo i ação e concei os básicos
Es a con ibuição é mo i ada pela c escen e necessidade de eu ilização de
con eúdo, in eg ação de con eúdo e in e ope abilidade de con eúdo,
especialmen e pa a aqueles ipos de con eúdo es u u ado (Galinski, Gi aldo
Pé ez 2012) que ambém são chamados de mic ocon eúdo.
De aco do com á ias on es (analisadas e ci adas em Gi aldo
Pé ez 2022), o mic ocon eúdo oi o iginalmen e de inido como:
–a gene al e m indica ing con en ha con eys one p ima y idea o
concep ,
26 Te minology and Mic olea ning: Con as ing
Thei Respec i e Me hods and Con en
Blanca S ella Gi aldo Pé ez
Ch is ian Galinski
[…] um e mo gené ico ep esen ado po uma in o mação digi al ende eçá el,
es u u ada, indi isí el e au ónoma, […] ca ac e izada po o ma o, oco,
au onomia, es u u a, ende eçabilidade, […] ende eçá el a a és de uma única
URL de ini i a ou pe malink. Di e en es ipos de en idades de mic ocon eúdo
ambém oco em em á ios ipos de con eúdo não es u u ado, mas
cons i uem elemen os de al con eúdo. As en idades de mic ocon eúdo são
c iadas como en adas de banco de dados es u u adas de aco do com
me adados pa a se em eu ilizá eis. Em linha com as de inições o iginais de
mic ocon eúdo, es as en adas podem se chamadas de en adas de
mic ocon eúdo baseadas em concei os (CBmic oCE). Nes e sen ido, as
en adas e minológicas em bases de dados e minológicas (TDB) são um ipo
ípico de CBmic oCEs. O mesmo se aplica a en adas lexicog á icas bem
es u u adas. Também pode ia se aplicado a ce os ipos de obje os de
ap endizagem, se eles o em ocados em um concei o ou signi icado,
o nando-se assim obje os de mic olea ning baseados em concei os
(CBmic oLO), ou o ipo de CBmic oCEs.
Se a in o mação básica a ansmi i po um CBmic oLO se e e i a um
concei o cien í ico- écnico, em mui o em comum com a en ada
e minológica que ep esen a o mesmo concei o. Assim, o CBmic oCE é um
concei o ab angen e que inclui, en e ou os: […] En adas e minológicas
(se possí el, en adas e minológicas quali icadas:
QTE), […] CBmic oLOs e e indo-se a concei os
cien í ico- écnicos, en adas nológicas e CBmic oLOs (incluindo
– Lexicog aphical da a, which can be used o eused in bo h, e mi-
CBmic oLO pa a ensino/ap endizagem de línguas).
This aises he ques ions: Wha is he di e ence be ween he e mino-
abo dagem lógica (e en adas e minológicas) po um lado e o mi-
c olea ning app oach (and CBmic oLOs) on he o he , and how can con-
en in e ope abili y be ween a ious kinds o CBmic oCEs be achie ed
despi e di e en app oaches?
A ques ão subsequen e é: como a abo dagem de mic ocon en amen o pode
melho a a capacidade de encon a , acessibilidade, in e ope abilidade e
eu ilização, bem como ques ões de qualidade de con eúdo e cu ado ia de
con eúdo, dada a eno me quan idade de en idades de mic ocon en amen o que podem se encon adas na In e ne ?
To eassess he impac o he p oposed gene ic app oach on p ac ical
implemen a ion, his a icle is s uc u ed in o he ollowing sec ions:
27Te minologija | 2024 | 31
Desc ição con as an e das en adas e minológicas e dos CBmic oLOs
(2) Desc ição con as an e da sín ese da abo dagem e minológica e da
abo dagem de mic oap endizagem (3) Compa ança analí ica dos
me adados dos QTEs e dos CBmi quali icados - Conside ando as
c oLOs (QCBmic oLO) (4),
abo dagens de ligação necessá ias pa a sa is aze os equisi os de
in e ope abilidade ab angen e de con eúdos, melho ando ambém a
qualidade dos dados (5), Conside ando um sis ema de iden i icação de
concei os e suas ep esen ações (6).
2. ENTRAS TERMINOLÓGICAS
AND CBMICROLOS
De aco do com a de inição o iginal de mic ocon en amen o, as en idades de
mic ocon en amen o de e iam se "baseadas em concei os" po pad ão, mas,
in elizmen e, a maio ia delas é a ualmen e implemen ada em design de sis ema
pob e em eo ia e me odologia. Is o exige sepa a o igo do palha do
mic ocon en o e aplica - de p e e ência pad onizado in e nacionalmen e - os
p incípios de me adados e modelagem de dados comumen e u ilizados a
qualque ipo de CBmic oCE pa a se conside ado quali icado. Is o é
especialmen e impo an e no que diz espei o às en adas e minológicas e aos
CBmic oLOs, que pe encem aos CBmic oCE mais p oeminen es que
ep esen am concei os cien í icos ou écnicos de um domínio ou assun o. A
qualidade do con eúdo é undamen al, mas di ícil de alcança , uma ez que
depende de á ios a o es que, combinados, esul am em CBmic oCEs
quali icados (QCBmic oCE). Aplicadas às en adas e minológicas, esul am em
QTE; aplicados aos CBmic oLOs, o nam-se QCBmic oLOs. Além disso, os dados
lexicog á icos não podem se e i ados nos QTE e são ainda mais necessá ios nos
QCBmic oLOs. Nas en adas e minológicas, as in o mações, po exemplo, sob e
o gêne o do subs an i o, as o mas singula e plu al, e c., são negligenciadas,
po que podem se i adas de dados lexicog á icos, ou de em se explici adas se
des ia em do uso na linguagem ge al. Os objec i os e o ma os das en adas
lexicog á icas quali icadas (QLE) em o ma o CBmic oCE […], ou seja, cen adas
han hose o QTEs and hus:
– ocus on one lexicog aphical en y o each “meaning” ep esen ed
by one o mo e wo ds, complex wo ds, wo d combina ions, o mul i-
numa ideia ou concei o […] são en idades de pala as mais a iadas, […] oco em
em a os de comunicação u ilizando linguagem ge al,
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Thei Respec i e Me hods and Con en
Blanca S ella Gi aldo Pé ez
Ch is ian Galinski
[…] pode o nece explicações do […]signi icado[…] de en idades léxicas,
[…] pode indica o uso co e o do ocabulá io ge al da língua
(dependendo do ní el de p o iciência do usuá io).
O p incipal papel comunica i o das en adas lexicog á icas no o ma o
CBmic oCE é a "comunicação linguís ica ge al", que ambém pode e á ias
subca ego ias. Pa a os não-especialis as de um domínio ou assun o, o
con eúdo das en adas lexicog á icas em um dicioná io pode pa ece com o
das en adas e minológicas:
Quad o 1. Exemplo do con eúdo de uma en ada lexicog á ica (cons uída pelos au o es)
DATA: METADATA:
ga a ma elo cabeçalho lema ecnologia domínio assun o subs an i o pa e do discu so /
/language indica ion clea om con ex o s uc u e/ language (explici in he da abase)
~ são concebidos p incipalmen e pa a a ealização
u ilizados pa a a maio ia (incluindo: e e ências
ma elos ( e : […]hamon o p oje o) me […]). Pa a a
obje os semelhan es de madei a ou ou os
ma e iais, uma ex emidade da cabeça do ma elo
em a o ma de uma ga a.
de abalhos em madei a, mas ambém podem se
c uzadas, dependendo das ou as unções dos
madei a, especialmen e pa a ex ai p egos ou
uma ou mais imagens de ma elos de ga as ípicos/ ep esen ação não
(Sou ce: /cons uc ed by he au ho s/) sou ce (explici in he da abase)
linguís ica Pode ia se deba ido se os dados da en ada lexicog á ica acima
podem se is os como um ipo de dados lexicog á icos especializados. Em
qualque caso, há mais a iação nas en adas lexicog á icas do que nos QTE,
que são is os como pa e do sis ema de concei os ao qual pe ence um QTE.
A dis inção de en idades de lexicog a ia especializada is as po alguns como
dados e minológicos e po ou os como dados lexicog á icos deixa ia de
impo a se seu papel comunica i o osse explici ado.
2.1 En adas e minológicas
O p incipal objec i o dos QTE é:
concen a -se em concei os cien í icos e écnicos e nas suas
ep esen ações, bem como nas suas elações concei uais com
concei os izinhos, e, po conseguin e:
29Te minologia | 2024 | 31
= one e minological en y is p o ided o each concep
= alling unde a slo in a knowledge o de ing sys em
= can be ep esen ed by one mo e designa ions (incl. synonyms,
di e en es modalidades)
= pode o nece designações (equi alen es) em ou as línguas =
= should p o ide one concise de ini ion (o explana ion)
pode, se necessá io, o nece ep esen ações localizadas pa a
dados não linguís icos
– o be p ima ily used by expe -le el use s o knowledgeable use s
(incluindo adu o es especializados, eda o es écnicos, e c.) […]pa a
sa is aze os equisi os de au o idade, concisão e co elação
ec ness
Em uma pala a, o p incipal "papel comunica i o" das en adas
e minológicas é a ep esen ação do conhecimen o em p ol da
comunicação especializada. Pode e subca ego ias dependendo do ipo de
conhecimen o de domínio, da modalidade de comunicação, e c.
Exis em di e en es ipos de en adas e minológicas, mesmo en e as
pu amen e baseadas em concei os. Se o exigida a comp eensibilidade e a
p ecisão do con eúdo, os dados das en adas e minológicas de em ou mesmo
de em basea -se num ou nou o ipo de sis ema de concei os. Especialmen e
no abalho de e minologia p esc i i a, as en adas e minológicas
esul an es são baseadas em concei os po pad ão e ge almen e ge enciadas
de aco do com pad ões in e nacionais ha monizados. A aplicação des as
no mas esul a mui o p o a elmen e em en adas e minológicas quali icadas (QTE).
O concei o de en ada e minológica é ep esen ado po : […] uma
designação, de inida na ISO 1087 como […] um sinal que deno a [o concei o]
num domínio ou assun o […], no qual a designação pode se um e mo que
inclua denominações, um nome p óp io ou um símbolo, […] uma de inição,
de inida ibidem como […] uma exp essão que desc e e [o concei o] e o
di e encia de concei os elacionados […]. No que diz espei o às
ep esen ações acima indicadas, ambas podem se linguís icas e não
linguís icas - na p á ica, a é mesmo a de inição - dependendo do assun o
ou da modalidade u ilizada.
Exemplo de uma en ada e minológica
30 Te minologia e mic oap endizagem: con as es
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Blanca S ella Gi aldo Pé ez
Ch is ian Galinski
Table 2. Example o he con en o a e minological en y (cons uc ed by he au ho s)
DATA: METADATA:
(cons uída): designação de ma elo de ga as
<ul as e amen as de ca pin ei o> domínio
assun o en iden i icado de linguagem ma elo
usado p incipalmen e em ca pin a ia pa a
ixação em madei a ou puxa p egos de madei a
en ia p egos ou de inição ou os elemen os de
ma elo concei o supe o dinado ep esen ação
não linguís ica
(uma ap esen ação conc e a
pode es a sujei a a di ei os de au o )
No a 1: Um ma elo de ga as ípico em uma cabeça
em o ma de V cu adas pa a baixo em um lado que são
usadas pa a esp ei a e ex ai p egos ou ou os
acessó ios da madei a.
de me al com in o mações adicionais um pa de ga as
Fon e: á ias on es combinadas po au o es/) on e A en ada
e minológica do concei o supe o dinado pode pa ece : ma elo, n.
en
<i> e amen as de golpe> e amen as manuais concebidas pa a da golpes epe idos ou
ba e em uma pequena á ea de um obje o
No a 1: Os ma elos de mão consis em num punho e numa cabeça de golpe, sendo a
cabeça equen emen e ei a de me al com um bu aco no cen o pa a ecebe um
punho de madei a. No a 2: Os ma elos são usados pa a á ios ins, incluindo a
inse ção de obje os como p egos em madei a ou ou os ma e iais, a queb a de
obje os em pedaços meno es, a o mação ou o mação de me al, o ajus e ou a
mon agem de peças e o abalho de demolição. (Fon e: cons uída pelos au o es) A
abo dagem do mic ocon en amen o pode ia p eenche a lacuna
eó ico-me odológica en e as abo dagens e minológicas e as abo dagens lexicog á icas.
(Budin, 2004) endo em con a o ac o de:
[…]especialis as de odos os ipos não podem e i a aspec os de uso
g ama ical co e o, inco po ação de en idades e minológicas em ex os
especializados (incluindo ases e minológicas) e ex os ge ais (incluindo
colocações), […] ulga ização[…] de en idades e minológicas dependendo do
31Te minologia | 2024 | 31
– lay people canno a oid using p ecise e minology in mo e and mo e
communica ion si ua ions,
– eache s and lea ne s o a specialized language canno a oid he
combined use o gene al language and e minology.
This coincides wi h “old” indica ions ha he e is no clea -cu bo de -
line be ween e minological en ies and specialized lexicog aphical en ies
público, e c., po um lado, e linguagem especializada e linguagem ge al po
ou o lado.
2.2.En adas de CBmic oLO
Vis as a pa i de uma pe spec i a de mic ocon eúdo (ou seja, baseadas em
uma ideia ou concei o), as en adas CBmic oLO ambém são CBmic oCEs.
Podem inclui as seguin es in o mações ap esen adas de o ma didá ica
pa a o ensino e a ap endizagem: […]Concei os cien í ico- écnicos
ep esen ados po in o mações e minológicas, […]Obje os indi iduais
ep esen ados po nomes p óp ios e p op iedades de obje os, […]Temas ou
emas, […]Alguns ipos de a os, […]Unidades ge ais de linguagem, como
pala as, elemen os de pala as, pala as complexas ou colocações,
enunciados cu os, e c. A ualmen e, as ca ego ias didá icas na maio ia dos
CBmic oLOs não são aplicadas sis ema icamen e ou explíci as. Mui as
ezes, eles oco em como pa e de LOs maio es ou de uma mic oleção.
Quando são ex aídos pa a eu ilização ou eap o ei amen o, pe dem
p incipalmen e os dados das ca ego ias didá icas. Assim, eles não são
encon á eis pela ca ego ia didá ica e, po an o, não são eu ilizá eis como
desejado. Os seguin es dados de um CBmic oLO são des inados às c ianças
pa a se amilia iza em com o concei o de "ma elo" e alguns de seus usos
(po exemplo, como b inquedos pa a c ianças), ipos e ca ac e ís icas:
Quad o 3. Exemplo do con eúdo de um CBmic oLO pa a
DATA: METADATA:
c ianças ma elo nome da e amen a
(u ilização de e amen as manuais) (aplicação)
/language indica ion clea om con ex o s uc u e/ language (explici in he da abase)
32 Te minologia e mic oap endizagem: con as es
Thei Respec i e Me hods and Con en
Blanca S ella Gi aldo Pé ez
Ch is ian Galinski
Is o é um ma elo (+
Is o ambém é um ma elo (+ isualização)
Is o ambém é um ma elo (+ isualização)
ma elos pe encem a e amen as ú eis (+ isualização)
Hamme s a e use ul o many hings:
- o ix some hing (+ isualiza ion)
- o des oy some hing (+ isualiza ion )
- pa a epa a algo (+ isualização)
- dob a algo (+ isualização)
- …
Os ma elos são pesados, po isso enha cuidado! (+ isualização) O seguin e CBmic oLO que ep esen a o concei o
isualização) Explicações
(Sou ce: /cons uc ed by he au ho s/) sou ce (explici in he da abase)
de "ma elo de ga as" é des inado a jo ens ou no a os pa a ap ende sob e ma elos de ga as e como usá-los
(po exemplo, pa a ca pin ei os, ca pin a ia): Tabela 4. Exemplo do con eúdo de um CBmic oLO que ep esen a o
concei o de "ma elo de ga as" pa a jo ens ou ap endizes no a os
DATA: METADATA:
ma elo de ga as nome da
e amen a de mão e amen a de mão assun o
Indicação de linguagem cla a a pa i do con ex o ou da es u u a ou da linguagem
(explici a no banco de dados) os ma elos de ga as são um ipo de ma elo,
especialmen e explicações pa a a madei a po ca pin ei os (+ isualização de um ipo
Exis em di e en es ipos de ma elos de ga as
pa a di e en es p opósi os (+ isualização)
Como a maio ia dos ou os ma elos, ele consis e
em um punho e uma cabeça de golpe, com a cabeça
mui as ezes ei a de me al com um bu aco no
cen o pa a ecebe um punho de madei a. isualização (+)
Se o usado como ou os ma elos, pode se
usado pa a golpea (+ isualização)
Um lado do ma elo de ga a é em o ma de V
pa a ex ai p egos ou obje os
semelhan es. Pa a es e im, segu a o
ma elo de ga a como es e (+ isualização)
Se quise usá-lo pa a ixa obje os, pegue o
claw hamme like his (+ isualiza ion)
ípico de ma elo de ga as)
(Sou ce: /cons uc ed by he au ho s/) sou ce (explici in he da abase)
39Te minologija | 2024 | 31
Os CBmic oCE quali icados são es u u ados de aco do com me adados e
compa ilham a maio ia das ca ac e ís icas essenciais, como es u u a, oco,
se "pequeno", se elemen a (seja "p imi i o" ou "compos o") e se
ained s and-alone en i ies, encompassing a ce ain comple eness o in o -
ma ion, and p o iding concep ual con ex . As o QTEs, p o iding con-
cep ual con ex as well as using and e e ing o au ho i a i e sou ces,
au o-conco esponden e aos equisi os de se conside ado "quali icado". Po
ou o lado, a adequação das ca ac e ís icas didá icas aplicadas a um
de e minado objec i o e ipo de u ilizado é um dos p incipais equisi os de
quali icação pa a os CBmic oLOs. Comum a ambos é o a o de que os e dadei os
CBmic oCEs são mais p opensos a se eu ilizá eis e in e ope á eis do que
ou os ipos de mic ocon en - especialmen e quando são QTEs ou QCBmic oLOs.
No que diz espei o ao g au de ma u idade eó ica e me odológica, o domínio da
e minologia é mui o a ançado, como é p o ado pela exis ência de um g ande
conjun o de no mas in e nacionais o ien adas pa a di e en es aplicações. A
ield o mic olea ning shows a lowe deg ee o ma u i y among o he s e i-
de iciência de pad ões in e nacionais. Uma das azões pa a es e ac o pode se
a sua ela i a al a de isibilidade (e, po an o, de capacidade de localização) no
domínio da ap endizagem em linha, uma ez que são equen emen e
The g ea a ie y o app oaches and applica ions in he ield o mic ole-
inco po adas em obje os de ap endizagem maio es. O desen ol imen o não é
conduzen e a um maio g au de ma u idade do pon o de is a da eu ilização e da
in e ope abilidade. Assim, o domínio da mic olea ning pode ia bene icia
conside a elmen e da adap ação ou adopção de aspec os da abo dagem
e minológica. Apesa de seu papel comunica i o di e en e e do conjun o
adicional de me adados necessá ios pa a os CBmic oLOs, esses dois ipos de
CBmic oCE são al amen e complemen a es. Se as suas abo dagens pudessem
se ha monizadas, ambas conduzi iam a um maio g au de in e ope abilidade ab angen e de con eúdos […] o mesmo p o a elmen e pode ia aplica -se a ou os ipos de
CBmic oCEs.
Além do acima mencionado, qualque CBmic oCE pode oco e em odos os ipos
de ex os, mídias, documen os ou modalidades (de comunicação humana). Po
conseguin e, o desen ol imen o de uma "abo dagem gené ica" pa a odos os
ipos de CBmic oCE en ol eu mui os aspec os a é en ão conside ados não
elacionados. As an agens e bene ícios po enciais da e ilização c uzada
pa a odo o campo do mic ocon eúdo ize am com que alesse a pena
eexamina os modelos de dados exis en es, começando com uma compa ação de seus me adados.
40 Te minologia e mic oap endizagem: con as es
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Ch is ian Galinski
4. Oco ência de me adados
QTES e QCBMICROLOS
Below, majo me ada a needed o s uc u ing QTEs and QCmic oLOs a e
ag upados, analisados e con as ados do pon o de is a da sua impo ância
pa a a in e ope abilidade dos con eúdos. O e mo "ca ego ia de dados" é
ogy managemen , bu da a ca ego ies a e also me ada a – and me ada a
usado em e minologia e ambém pode se is o como CBmic oCEs. A selecção é
de longe incomple a, uma ez que p e ende mos a de o ma p o o ípica
ul il he in en ions o a gene ic app oach.
como a abo dagem de dados ligados pode ia A me adados a que se p es a
a enção aqui não conside am as que se e e em à in o mação global (GI)
de inida na ISO 26162-1, cláusula 3.2.5 como "in o mações écnicas e
adminis a i as aplicá eis a oda a ecolha de dados e minológicos". A
indicação geog á ica inclui, po exemplo, o í ulo da coleção de dados
e minológicos, o his ó ico de e isões, as in o mações sob e o p op ie á io
ou os di ei os de au o , que, pa a uma pesquisa mais so is icada, ambém
podem o na -se signi ica i as do pon o de is a da eu ilização e da
in e ope abilidade. O mesmo se aplica a alguns ou os dados adminis a i os e écnicos que apa ecem em en adas e minológicas indi iduais ou em secções delas.
4.1 Me adados pa a ep esen ações concei uais designa i as
Os concei os não são apenas designados po e mos, mas ambém podem se
designados po ou as ep esen ações de concei os designa i os, como e mos,
nomes, sinais e símbolos. Podem exis i e mos e nomes (e suas o mas ab e iadas)
em di e en es modalidades (e es u u a g ama ical, dependendo da língua),
sis emas de sinais e símbolos ( isuais, audio isuais e audio isuais), bem como
combinações de odos os ipos de elemen os e bais e não e bais. Além disso, as
con enções em á ios domínios e assun os di e em - pa a não menciona os nomes
conco en es pa a a mesma "coisa" mesmo den o da mesma linguagem ou ambien e social.
2022: 217) de Pé ez
Os me adados pa a as ep esen ações de concei os designa i os podem
se ag upados nos seguin es subg upos:
[…] Te mos e ep esen ações semelhan es a e mos, […]símbolos de
le as, […]símbolos g á icos, me adados ambém são os mesmos que
nos QTE, mas o papel comunica i o é ce amen e di e en e.
– O he audio- isual symbols,
– The abo e in any communica ion modali y.
41Te minologija | 2024 | 31
I is impo an o ecognize ha QCBmic oLOs, oo, can ocus on any
o he abo e. I hey e e o he same scien i ic o echnical concep , he
4.2 Me adados pa a ep esen ações desc i i as de concei os
De inições, ou desc ições concisas ou explicações de concei os são c í icas no
campo da e minologia pa a di e encia um concei o de seus concei os izinhos.
Rep esen ações de concei os desc i i os não e bais bem escolhidas ou bem
cons uídas, bem como con ex os ou exemplos, podem se usadas em ez de ou
além de ep esen ações de concei os desc i i os e bais. As ep esen ações
desc i i as não e bais de concei os são signi ica i amen e mais necessá ias
como ca ac e ís icas didá icas em QCBmic oLOs pa a ansmi i in o mações
sob e um concei o pa a ins didá icos educacionais.
Em consonância com o acima mencionado, os me adados pa a ep esen ações
desc i i as de concei os podem se ag upados nos seguin es subg upos:
Rep esen ação de concei os desc i i os e bais, Rep esen ação de concei os
desc i i os não e bais, O acima mencionado em qualque modalidade (de
comunicação humana). Mais uma ez, é impo an e econhece que udo o acima
pode se usado em QCBmic oLOs. Mas é mais p o á el que as ca ac e ís icas
didá icas sejam aplicadas a de inições, desc ições de concei os ou ou os
ipos de ep esen ação desc i i a de concei os (incluindo ou as modalidades).
Além disso, pode se necessá io adiciona um ou mais exemplos, exe cícios,
pe gun as de es e, e c. Em qualque caso, e i ica o con eúdo do
QCBmic oLO, especialmen e as ep esen ações desc i i as de concei os, em
elação ao QTE espec i o pode se anquilizado pa a o usuá io, seja o
ins u o ou o aluno.
4.3 Me adados pa a o con ex o concei ual
De aco do com Gi aldo Pe ez (2022:159), o con ex o concei ual em en adas
e minológicas e e e-se à mic oes u u a do conhecimen o (ou seja,
mic o-con ex o concei ual) se indica a elação de um concei o com concei os
izinhos ou sua posição em um sis ema de concei os. ou à mac os u u a do
conhecimen o (ou seja, mac o-con ex o concei ual) se indica o domínio ou assun o
ao qual pe ence. […] Assim, os me adados pa a o con ex o concei ual podem se
ag upados em mic o-con ex o concei ual e mac o-con ex o.
42 Te minologia e mic oap endizagem: con as es
Thei Respec i e Me hods and Con en
Blanca S ella Gi aldo Pé ez
Ch is ian Galinski
A he le el o concep ual mic o-con ex he e can be e bal o non- e -
bal concep ual mic o-con ex ela ions o one o mo e o he ollowing:
–Supe o dina e concep ,
[…]Concei o mais amplo,
[…]Concei o de coo denadas,
[…]Concei o elacionado.
No ní el do mac ocon ex o concei ual, pode ha e ep esen ações
concei uais de mac ocon ex o e bais ou não e bais (na o ma de [elimen os
de] classi icação emá ica po Wüs e 1971) incluindo: […] Clases de
classi icação de domínio ou assun o, […] Te mos de esau o (desc ip o es,
não-desc ip o es, e c.), […] (concei os de mac o-con ex o ep esen ados po )
Te mos de indexação, […] Ou os ipos de ep esen ações de concei os de
mac o-con ex o. Mais uma ez, é impo an e econhece que o acima
mencionado ambém desempenha um papel pa a os QCBmic oLOs, embo a
p o a elmen e não ão igo oso como na ges ão da e minologia. Se eles se
e e em ao mesmo concei o, os me adados ambém são os mesmos que nos
QTE, mas seu papel comunica i o é di e en e. Além disso, domínios ou assun os
meno es ou mais no os pode iam conside a que não podem se
adequadamen e ep esen ados nos g andes esquemas de o denação do
conhecimen o exis en es e de em desen ol e os seus p óp ios.
Em qualque caso, o aspec o da o denação do conhecimen o exigi á uma
conside ação mais ap o undada nas u u as ac i idades de no malização.
O ISOTC 37 es á a ualmen e e isando a especi icação écnica ISO/TS 24634
que se concen a no Te mBase eXchange (TBX) e pode não se
uni e salmen e aplicá el a ou os ipos de con eúdo es u u ado.
4.4 Me adados pa a in o mações didá icas em CBmic oLOs
Didac ic ca ego ies e e o uni e sal aspec s o didac ics used in eaching
e ap ende a combina os p ocessos de ins ução e ap endizagem pa a
alcança os objec i os de ap endizagem. Eles es ão ligados às eo ias de
ical echniques whose app oaches aim o impac lea ne s’ mo i a ion and
ap endizagem e ao en ol imen o pedagógico elacionado, e pa a omen a o
The explici indica ion o didac ic ca ego ies acco ding o ha monized
me ada a would highly enhance he indabili y and eusabili y o CBmi-
c oLOs. Gi aldo Pé ez (2022) iden i ied he ollowing didac ic ca ego ies
seu in e esse em ap ende . da li e a u a pe inen e:
43Te minologia | 2024 | 31
Abo dagem pedagógica
con ex o de ap endizagem
= domain o subjec 3
= ype o lea ne
= educa ional le el
= explo ação didá ica
= ní el de acessibilidade
objec i o de ap endizagem
Es a égias de ap endizagem
–lea ning ac i i ies
Es ilos de ap endizagem
Alguns dos elemen os acima mencionados podem p ecisa de se ainda
mais di e enciados po me adados especí icos.
Uma indicação da exis ência de in o mações sob e a espec i a ca ego ia
didá ica melho a ia a capacidade de encon a e eu iliza um CBmic oLO,
eaching / lea ning pu poses. The wo k on inding ha monized me ada a
uma ez que ainda é necessá io azê-lo pa a cada ca ego ia didá ica. De
qualque o ma, os me adados po encialmen e necessá ios pa a desc e e
ca ego ias didá icas são exclusi os do QCBmic oLOs. Eles não são usados na
e minologia, pois o obje i o da e minologia di e e do da mic olea ning.
Pa a a modelagem de dados, os me adados que desc e em as ca ego ias
didá icas de em se desen ol idos sis ema icamen e e se anspa en es pa a os u ilizado es, que se a em de ins u o es que de alunos.
4.5 Me adados pa a in o mações complemen a es e secundá ias
Mesmo que sejam chamadas de in o mações complemen a es ou
secundá ias, algumas dessas in o mações não são de modo algum
insigni ican es, en e ou as, na pe spec i a dos p incípios FAIR.
De aco do com a no ma ISO 26162-1:2019, pon o 3.2.6, a in o mação complemen a (IC) inclui, en e
ou as coisas, a indicação das hie a quias de domínio, as desc ições das ins i uições, as
e e ências bibliog á icas e as e e ências aos co pus de ex o. Tomando como exemplo as
e e ências bibliog á icas, a o ma mais cu a de e e ência pode se encon ada nos sis emas
de nume ação pad onizados pa a odos os ipos de publicações. Assim, um ISBN é o iden i icado
único de uma e e ência a um li o publicado. A u ilização des es núme os e i a a sob eca ga de
CBmic oCE com dados bibliog á icos e apoia os p ocessos de dados ligados. 3 Domínio ou assun o
pode coincidi com os me adados que se e e em ao mac ocon ex o concei ual.
44 Te minologia e mic oap endizagem: con as es
Thei Respec i e Me hods and Con en
Blanca S ella Gi aldo Pé ez
Ch is ian Galinski
As in o mações secundá ias de aco do com a ISO 10241-1 podem e e i -se a
in o mações g ama icais, in o mações de es a u o, código de língua ou de
esc i a (ou ambos), u ilização geog á ica, p onúncia, e c. Podem se
di idual da a ield con en , sec ions o a eco d o he whole eco d. Lan-
guage iden i ie s o ins ance a e highly ele an o indica e he language
no only o ce ain da a like e bal designa i e and desc ip i e concep
di ec amen e a ibuídos a ep esen ações, mas ambém a qualque ipo de
con eúdo, bem como a in e aces de u ilizado de disposi i os elec ónicos,
e c. Eles são ge almen e omados do código de linguagem ISO 6394, que em si é
um sis ema de QCBmic oCEs. Ce amen e, o acima ambém se aplica aos
CBmic oLOs, embo a seu uso não enha sido o malizado como é nos QTE. Em
QCBmic oLOs, pode iam se u ilizadas in o mações complemen a es ou
secundá ias adicionais, ais como o co(n) ex o educa i o em que oco e um CBmic oLO.
5. Ligação de dados in e nos
E en e QCBMICROCES
In compu ing, linked da a is s uc u ed da a which is in e linked wi h
ou os dados pa a que se o ne mais ú il a a és de consul as semân icas. Os dados
es u u ados e e em-se a dados o ganizados e o ma ados de uma o ma
especí ica pa a o ná-los acilmen e legí eis e comp eensí eis an o po humanos
is ypically achie ed h ough he use o a well-de ined schema o da a model,
como po máquinas. Is o o nece uma es u u a pa a os dados. Os dados
es u u ados são ipicamen e encon ados em bancos de dados e planilhas de cálculo,
e são ca ac e izados po sua na u eza o ganizada. A cada elemen o de dados é
no malmen e a ibuído um campo ou coluna especí icos no esquema, e cada egis o
ou linha ep esen a uma ins ância especí ica desses dados (Geeks o Geeks). As
ligações en e os dados numa en idade são equen emen e de inidas po elações
que exis em en e di e en es elemen os de dados e podem se es abelecidas a a és
de á ios mecanismos, ais como cha es e e e ências (ERD). Jun os, es es
da abase, he s uc u ed da a en i ies a e physically connec ed h ough
cons i uem o modelo de dados dos espec i os egis os da base de dados. Den o de
uma es u u a de base de dados. Depois de enume a mui as an agens, a on e
acima (Geeks o Geeks) obse a: "Os dados es u u ados ep esen am apenas ce ca
de 20% dos dados, mas de ido ao seu al o g au de o ganização e desempenho,
o nam-se a base dos Big Da a pa a le Di e enças en e dados es u u ados, semis u u ados e não es u u ados". No en an o, algumas des an agens
4 Seguindo o código ISO 639:2023 pa a línguas indi iduais e g upos de línguas.
45Te minologia | 2024 | 31 A ligação de en idades de dados es u u ados com
a e also lis ed, such as: “The s uc u ed na u e o he da a can some imes
lead o missing o incomple e da a o da a ha does no i cleanly in o he
de ined schema, leading o da a quali y issues.”
ou as en idades em bases de dados di e en es ac escen a uma dimensão
aos dados ligados que e ia um g ande impac o nos CBmic oCEs cuja
In e ne . This in ol es i s and o emos s uc u ed da a in he o m o
es u u a […] incluindo as ligações in e nas […] pe mi e uma ligação
seman icamen e signi ica i a e, po an o, e icaz […] especialmen e se o QCB
mic oCEs a e in ol ed. Howe e , “I ’s impo an o no e ha he na u e
e a complexidade dessas ligações podem a ia mui o dependendo dos
equisi os especí icos do modelo de dados e da na u eza dos p óp ios dados […] (Geeks-
o Geeks).
A isão de ans o ma a In e ne em um banco de dados global po dados
ligados em odos os ipos de en idades de con eúdo es u u ado oi delineada
pela p imei a ez po Tim Be ne s-Lee em uma no a de design sob e o p oje o
da Web Semân ica em 2006, na qual ele o mulou p incípios básicos que mais
a de o am pa a aseados da seguin e o ma: Todas as coisas concei uais
de em e um nome que comece com HTTP. 2. P ocu a um nome HTTP de e
e o na dados ú eis sob e a coisa em ques ão em um o ma o pad ão.
3. Qualque ou a coisa com a qual essa mesma coisa enha uma elação a a és de seus dados ambém de e ecebe
um nome começando com HTTP.5 Po mais simples que sejam, exis em obs áculos no caminho pa a ealiza a isão de
2006: pa a o na a Web de Dados uma ealidade, é impo an e e a eno me quan idade de dados na Web disponí el em
um o ma o pad ão, acessí el e ge enciá el po e amen as da Web Semân ica. Além disso, as elações en e as
elações en e os dados ambém de em se disponibilizadas pa a c ia uma Web de Dados (em oposição a uma pu a
coleção de conjun os de dados). W3C Mas Be ne s-Lee insinuou uma solução po encial pa a supe a alguns dos
obs áculos a a és do Linked Open Da a (LOD), que ele de iniu já em sua no a de design de 2006 como "Dados ligados que
são lançados sob uma licença abe a, que não impede sua eu ilização g a ui amen e".
De aco do com Gi aldo Pé ez (2022), apenas ce as elações den o dos CBmic oCEs, que ambém
pode iam se conside adas como links den o das en adas sob a de inição mais ge al de dados
ligados, e ce os links pa a os mesmos ou di e en es ipos de CBmic oCEs em ou as bases de
dados, podem se 5 […]Tim Be ne s-Lee na p óxima Web[…]. A qui ado do o iginal em 2011-04-10.
Recupe ado em 2009-03-15.
46 Te minology and Mic olea ning: Con as ing
Thei Respec i e Me hods and Con en
Blanca S ella Gi aldo Pé ez
Ch is ian Galinski
conside ed as links be ween da a elemen s alling unde co e me ada a o
melho a a localizabilidade e a in e ope abilidade en e os CBmic oCE […] e
pode, em úl ima análise, conduzi a no os mé odos de alidação e melho ia
da qualidade dos CBmic oCE indi iduais.
A pa i das elações in e nas do CBmic oCE, as mais impo an es pa a a
localizabilidade e a in e ope abilidade são as ligações en e o concei o
iden i icado e:
[…] Cada uma de suas ep esen ações concei uais designa i as
( e bais ou não- e bais), […] Seus concei os izinhos, como concei o
supe o dinado, concei os de coo denadas ou concei os de ou a
o ma elacionados […] cons i uindo o mic o-con ex o, […] Uma ligação
en e o concei o iden i icado e a indicação de um domínio ou assun o,
indicando a localização do concei o em seu mac o-con ex o.
O acima pe mi e ep esen ações de concei os designa i os independen es da
linguagem ( iz. mul ilingue), amodais ( iz. em g ande pa e mul imodais) e
independen es do p oje o do sis ema ( iz. de alguma o ma agnós ico do
sis ema). Além disso, a indicação da exis ência de uma ou ou a ep esen ação
desc i i a do concei o se ia ú il, se não necessá ia. As ca ac e ís icas do
concei o em uma ep esen ação desc i i a do concei o ambém são
concei os. A es e espei o, a na u eza sis émica do sis ema concei ual
subjacen e eque um mínimo de consis ência e coe ência. Is o pode ia se
e o çado po ligações en e cada ca ac e ís ica do concei o iden i icado e
o CBmic oCE que ep esen a o concei o da ca ac e ís ica, especialmen e em
abo dagens de e minologia p esc i i a, como a pad onização da e minologia.
As ligações en e di e en es ipos de CBmic oCE com di e en es papéis
comunica i os podem oco e em di e en es ní eis, como: […] ligações de um
concei o iden i icado a concei os iguais ou mui o semelhan es em ou os
ecu sos CBmic oCE, possi elmen e com um papel comunica i o di e en e; […]
ligações en e cada ca ac e ís ica do concei o iden i icado e cada
CBmic oCE que ep esen a o concei o de al ca ac e ís ica. Es e úl imo
melho a ia e acili a ia a cu a do subjacen e
concep sys em – especially in p esc ip i e e minology app oaches, such
as e minology s anda diza ion cha ac e ized by he need o a highe de-
g ee o seman ic and semio ic consis ency and cohe ence.
47Te minologija | 2024 | 31
In addi ion o he abo e, e e ences o links o ex e nal con en esou ces
a e needed o a ious adminis a i e, alida ion o o he pu poses, such as:
[…] Indicação da língua de uma ep esen ação de concei o de designação e bal pa a
o código de linguagem ISO 639, que é um sis ema de iden i icado es de linguagem e seus
elemen os de dados linguís icos, […] Indicação do ipo de ep esen ação de concei o
de designação não e bal que possi elmen e eside em um eposi ó io de
ep esen ações de concei o de designação não e bal au o i á ias semelhan es, […]
Links de indicações de on e codi icadas (como ISBN, ISSN, DOI, e c.) adicionadas a
elemen os de dados em um CBmic oCE pa a a desc ição bibliog á ica comple a do
espec i o elemen o de código. Es e úl imo pe mi i ia uma a aliação cons an e ou
pe iódica da na u eza au o i á ia da on e de dados a a és de uma ou ou a
e amen a eme gen e da Web Semân ica, acili ando assim a cu ação de dados. No
en an o, de aco do com Gi aldo Pé ez (2022:194), "As pe gun as aqui são: Quem
desen ol e e p omo e o o ma o pad ão a que Be ne s-Lee se e e e? Quem
p oje a as e amen as necessá ias da Web Semân ica? Quem es abelece as
elações en e os dados? Tudo is o não em po si só. É ce o que é necessá ia uma
maio ac i idade de no malização, de p e e ência a ní el in e nacional. A es e
espei o, pode-se pe gun a se as abo dagens da Web Semân ica e os aspec os
egula ó ios ( e-es anda dização) exis en es são su icien es pa a ealiza a isão
de Be ne s-Lee. Gi aldo
Pé ez (2022) explica que algumas ques ões eó icas e me odológicas
undamen ais de em se abo dadas e esol idas p imei o an es que a
ecnologia e a no malização possam assumi o con ole. Uma dessas
ques ões e e e-se ao ipo de ligações e e e ências mencionadas acima,
o malize he indica ion o he abo e-men ioned links, which necessi a es
enquan o ou as se e e em à ques ão de como c ia IDs únicos pa a concei os e suas ep esen ações.
6.IDENTIFICADORES ÚNICOS PARA CONCEPTOS
AND THEIR REPRESENTATIONS
Além do acima mencionado, cada concei o de e se iden i icado de o ma única, po
acco ding o ISO/TS 29002-5 adap ed o his pu pose. The me hodolo-
gy o his echnical speci ica ion adap ed o e minological me hodology
would be he baseline o achie ing con en in e ope abili y and eusabili-
exemplo, em di e en es ipos de CBmic oCE complemen a es às no mas de in e câmbio
de dados na ges ão da e minologia. O objec i o da p esen e no ma é pe mi i o
"in e câmbio de dados ca ac e ís icos, po exemplo, em ca álogos de p odu os ou
48 Te minologia e mic oap endizagem: con as es
Thei Respec i e Me hods and Con en
Blanca S ella Gi aldo Pé ez
Ch is ian Galinski
biblio ecas de p odu os... com base p incipalmen e no in e câmbio de pa es de
<iden i icado de concei o, alo >: o iden i icado de concei o de e mina de o ma única
o concei o que desc e e o signi icado do alo ". No caso dos QTEs e dos QCBmic oLOs, os
pa es <concep iden i ie , alue> se iam compos os pelo ID de concei o único e pa a ins
one designa i e concep ep esen a ion (o i s iden i ie ) as he alue. Fo
de pesquisa […] ambém pa a melho a a capacidade de descobe a […] se ia necessá io
adiciona a indicação do papel comunica i o a cada pa <concep iden i ie , alue>, bem
como a indicação do domínio ou assun o em que o concei o em ques ão se enquad a. Is o
eque mais de um me adados pa a
– he da a composing he unique concep ID,
[…] cada ID de ep esen ação de concei o designa i o, […] a indicação do domínio
ou do assun o. É necessá io e em men e que a in o mação comple a sob e o
concei o em ques ão não es a ia con ida num pa <concep iden i ie , alue>,
mas se ia de inida ex e namen e nos espec i os QTEs ou QCBmic oLOs. Os
me adados espec i os pa a os elemen os dos pa es <concei o de
iden i icado , alo > de em se pad onizados in e nacionalmen e e li emen e
acessí eis pa a pe mi i a implemen ação da abo dagem gené ica. Num
ambien e de dados abe os ligados, pode iam se ob idas in o mações
adicionais do espec i o CBmic oCE. Isso aumen a ia a capacidade de
localização e descobe a não apenas a a és de ligações den o dos
QCBmic oCE, mas ambém en e QCBmic oCE de á ios ipos. A abo dagem
gené ica cump e e apoia os p incípios o ien ado es da FAIR: localizabilidade,
acessibilidade, in e ope abilidade e eu ilização, al como de inidos pela GO FAIR.
Gi aldo Pé ez (2022) indica que os QCBmic oCE são mais adequados pa a pe mi i
o cump imen o dos p incípios FAIR.
Pa a e i a a si uação a ual em que os p incípios FAIR são aplicados de o ma
di e en e po á ias comunidades de u ilizado es - impedindo assim a
in e ope abilidade do con eúdo - são necessá ias ac i idades de no malização
in e nacionais. A ges ão da e minologia baseada na eo ia e nos mé odos
anced and la gely ha monized h ough in e na ional me hodology s an-
da ds. As o mic ocon en , he e a e many p ac ical app oaches o man-
aging mic ocon en usually go e ned by pu pose-o ien ed sys em design.
e minológicos é al amen e adThis di icilmen e acili a o in e câmbio de dados,
a in eg ação de dados e a in e ope abilidade en e aplicações sem sé ias
pe das de in o mações […] ou pio , só c ia in o mações desnecessá ias, se não lixo.