scieee Science in your language
[en] (orig) [lt] [de] [fr] [it] [es] [pt]

Corpus-Based Analysis of the Slovak Term Naratív as an Example of Determinologisation

Abstract

This study aims to analyse the use of the Slovak term naratív “narrative” both in specialised and journalistic texts included in corpus databases, with the aim of identifying linguistic indicators of its potential determinologisation. The first part of the paper deals with a frequency analysis of the term, while the second one compares its collocations with adjectives in specialised and journalistic texts. Specifically, attention is paid to the number and semantic content of the term’s collocating adjectives, especially to anomalous ones. The author argues that this methodology can reveal differences in usage of the term between specialised and general communication. Furthermore, corpus data demonstrate that, in certain cases, the term can be replaced without altering the meaning of the statement.

Read accessible full text
Machine-translated document

This is a machine-generated translation of the original document and may contain errors, omissions, or changes in meaning. Do not rely on this translation for quotations, citations, or authoritative references. Please consult and cite the original document.

Corpus-Based Analysis of the Slovak Term Naratív as an Example of Determinologisation

Author: Jana Levická
Year: 2025
DOI: 10.35321/term32-04
Source: https://journals.lki.lt/terminologija/article/download/2527/2482
Te minologia e e minologia
2025, ol. 32, p. 1 a 24
Ligação de con eúdos Tu inio nuo oda
ISN 2669-2198 (online elek oninis) (em inglês)
Di ei os au o ais © 2025 Jana Le ická. Publicado pelo Ins i u o da Língua Li uana. Es e é um a igo de Acesso
Abe o dis ibuído sob os e mos da Licença de A ibuição C ea i e Commons, que pe mi e uso, dis ibuição e
ep odução ilimi ados em qualque meio, desde que o au o o iginal e a on e sejam c edi ados. Ins i uições de
Língua Li uana. Šis s aipsnis é a i os p ieigos, pla inamas pagal C ea i e Commons‚ p isky imo licencijos
sąlygos, leidžiančias ne ibo ai naudo i, pla in i i a ku i u inį be kokioje laikmenoje, nu odan au o ių i
šal inį.
Recebido po : Gau a: 2025-09-22. Acei o: P iim a: 2025-10-29. 1
Análise baseada no co pus do e mo eslo aco NARATÍV AS
Exemplo de DETERMINOLOGIAção
Slo akiško e mino na a í eks yninė analizė: exemplo de de e minologização
JANA LEVICKÁ Ľ. Š ú Ins i u o de Linguís ica, Academia
Eslo aca de Ciências
E-mail: jana.le icka@ko pus.juls.sa ba.sk
ORCID ID: h ps://o cid.o g/0000-0001-6027-604X
Campos de pesquisa: e minologia, linguís ica de co pus, his ó ia da e minologia.
h ps: doi.o g/10.35321/ e m32-04 (em inglês)
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Resumo das conclusões
Es e es udo p e ende analisa a u ilização do e mo eslo aco na a í ‚na a i e‘, an o em ex os especializados
como jo nalís icos incluídos em bases de dados de co pus, com o objec i o de iden i ica indicado es linguís icos
da sua po encial de e minologia. A p imei a pa e do a igo a a de uma análise da equência do e mo, enquan o a
segunda compa a as suas colocações com adje i os em ex os especializados e jo nalís icos. Especi icamen e,
p es a-se a enção ao núme o e ao con eúdo semân ico dos adje i os de colocação do e mo, especialmen e aos
anômalos. O au o a gumen a que es a me odologia pode e ela di e enças no uso do e mo en e comunicação
especializada e comunicação ge al. Além disso, os dados do co pus demons am que, em ce os casos, o e mo pode
se subs i uído sem al e a o signi icado da decla ação.
Pala as-cha e: de e minologização, colocação, co pus, adje i o, medida de associação.
ANOTACIJA Es e objec i o do es udo […] išanalizuo i slo akiško e mino na a í (na a y as‚) a ojimą
specializuo uose i žu nalis iniuose eks uose, į auk uose į eks yno duomenų bazes, siekian nus a y i jo
po encialios de e minologizacijos ling is inius odiklius. Pi moje dalyje nag inėjamas e mino consumo dažnis, o
an ojoje lyginamos jo kolokacijos su būd a džiais specializuo uose i žu nalis iniuose eks uose. Ypa ingas
dėmesys ski iamas šių kolokacijų skaičiui i seman iniam u iniui, ypač anomalijoms. Au o ė eigia, kad okia
me odika gali a skleis i e mino consumo specializuo oje i bend ojoje komunikacijoje ski umus. Be o, eks yno
da i odo, kad kai ku iais a ejais e miną galima pakeis i nepakeičian eiginio p asmės. ESMINIAI ŽODŽIAI:
de e minologizacija, kolokacija, eks ynas, būd a dis, asociacijos ma as.
2
Embo a a de e minologização não seja um enômeno desconhecido na e minologia ou na
linguís ica, é um ópico de pesquisa ela i amen e ma ginal. É ge almen e ca ac e izado como
1
um p ocesso no qual uma unidade e minológica especí ica, o iginalmen e uncionando em uma
es e a de comunicação es ei amen e especializada, en a na linguagem co idiana. É uma das
mani es ações da elação dinâmica en e a e minologia e o ocabulá io ge al. O objec i o
des e es udo é analisa a u ilização do e mo eslo aco na a í ‚na a i e‘, que apa ece
equen emen e nos meios de comunicação social. Vamos concen a -nos na sua oco ência
an o em ex os especializados como jo nalís icos incluídos em bases de dados de co pus,
com o objec i o de iden i ica indicado es linguís icos da sua possí el de e minologização.
De inição de DETERMINOLOGIA
2
Na linguís ica eslo aca, o concei o de de e minologização oi p o a elmen e mencionado pela
p imei a ez po Ján Ho ecký em seu li o Základy slo enskej e minológie [Os Fundamen os da
Te minologia Eslo aca] de 1956, embo a na o ma de um e bo en e aspas: Não é incomum que
mesmo ais e mos al amen e " écnicos" en em em uso comum e, assim, se o nem
"de e minologizados" (1956: 36). No abalho cole i o Dynamika slo nej zásoby súčasnej
slo enčiny [DVCS, Dinâmica do Vocabulá io do Eslo aco Con empo âneo], es e e mo oi de inido
como "o p ocesso pelo qual um e mo que e a o iginalmen e es ei amen e especializado, com
um signi icado e um luga p ecisamen e de inidos em um ce o sis ema de concei os, é
selecionado do sis ema de concei os, en a em uso gene alizado e, assim, pe de sua inequí oca
de inição e sis ema" (DVCS 1989: 260).
Julie Humbe -D oz e al. en a izam a na u eza mul idimensional des e enômeno linguís ico,
usando o e mo não apenas pa a se e e i ao p ocesso em si, mas ambém ao seu esul ado
(2019: 2). Běla Poš olko á (1980: 56) apon a que a de e minologização oco e g adualmen e e sob
a in luência do uso equen e de uma de e minada unidade e minológica e, em alguns casos,
sua popula idade ambém desempenha um papel. A pe spec i a do usuá io do p ocesso de
de e minologização é des acada po Ing id Meye e K is en Mackin osh (2000: 112), segundo os
quais a de e minologização oco e quando um e mo começa a "cap u a o in e esse do
público em ge al". Es a ên ase nos usuá ios é e iden e em á ias de inições ancesas: Louis
Guilbe (1975: 82, ci ado em Humbe -D oz 2021: 10) a i ma que quando um e mo passa de um
1
As exceções incluem a monog a ia de 1984 de Běla Poš olko á Odbo ná a běžná slo ní zásoba současné češ iny
[Vocabulá io especializado e comum do checo con empo âneo]. Um dos es udos mais ci ados é o abalho de
Ing id Meye e K is en Mackin osh (2000), "When e ms mo e in o ou e e yday li es", mas ambém de emos
menciona o ecen e abalho checo de Zuzana Hono á), Le e me dans sa a iabili é [O e mo em sua
a iabilidade], e a disse ação ancesa de Julie Humbe -D oz (2021): Dé ini la dé e mina ion: app oche
ou illée en co pus compa able dans le domaine de la physique des pa icules [De ining de e mina ion: a
ool-based app oach in compa able co pus in he ield o pa icle physics] (2020), no qual es e enômeno es á
ligado, en e ou as coisas, à ans e ência de conhecimen o, lexicog a ia e neologismo.
2
Na linguís ica angló ona, o e mo a ian e de- e minologização pode se encon ado; na linguís ica ancesa,
ou os e mos (quasi) sinônimos que deno am es e enômeno são usados: banalização, dédomanialisa ion,
ulga ização, déspecialisa ion/dé-specialisa ion.
3
e minologia ou ocabulá io especí ico a ou o, adqui e um no o signi icado que não é
de e minado exclusi amen e pela sua elação com o no o e e en e, mas ambém pelo no o
ambien e p o issional dos alan es (1973: 23, ci ado em Humbe -D oz 2021: 10). Robe Galisson
(1978: 9) a gumen a ainda que es e p ocesso é mais ou menos conscien e e isa acili a a
comunicação en e pe i os e leigos.
No en an o, apenas alguns au o es mencionam as consequências da de e minologização a ní el
concei ual […] a de e minologização az com que um e mo pe ca seu luga (Poš olko á 1980:
55), pe dendo assim ambém suas elações den o do sis ema de e minologia pa cial
(Mikelionienė, Be kmanienė 2018: 238). Poš olko á especi ica que uma unidade e minológica,
consequen emen e, adqui e ca ac e ís icas ípicas de pala as comuns. Po isso, ela
en ende a chamada lexibilidade (p o a elmen e combinabilidade) em pa icula , e a unidade se
en ol e em elações comuns no ocabulá io não especializado (1980: 55).
Na u almen e, o aspec o semân ico é mais p oeminen e nas de inições de de e minologização.
A ex ensão das modi icações do signi icado e minológico o iginal é pe cebida de á ias
manei as: como uma pe da de signi icado especializado (Masá 1991: 150), o desapa ecimen o de
ca ac e ís icas semân icas especí icas (DVCS 1989: 266), uma pe da de ce eza semân ica
(Buzássyo á 1983: 135), uma pe da de p ecisão de signi icado (Poš olko á 1980: 55), a aquisição de
no as cono ações (No á 387), o alongamen o ou a é mesmo a diluição do e mo o iginal (No á 38:
meaning (Meye , Mackin osh 2020: 115), o he eme gence o an en i ely di e en meaning
2018). Como Klá a Buzássyo á esume, o signi icado de um e mo " o na-se menos especí ico,
mais ge al, en aquece-se ou muda" (1983: 135). O con eúdo semân ico do e mo o iginal muda
assim e, em alguns casos, pode esul a no su gimen o de um no o signi icado. Ambos os
p ocessos oco em simul aneamen e. Um caso ex emo é a pe da comple a de
"ca ac e ís icas especializadas", em que a o ma léxica dada apenas desempenha uma unção
exp essi a e seu signi icado igu a i o é c iado em con ex os não especializados (Mikelionienė,
Be kmanienė 2018: 239). A p á ica linguís ica mos a que os signi icados e minológicos e não
e minológicos mui as ezes uncionam em pa alelo - um na es e a de comunicação écnica
o iginal e o ou o na linguagem ge al (Poš olko á 1980; Buzássyo á 1983). Poš olko á e e e-se a
isso como homonimia in e -sis ema (Poš olko á 1980: 56). Finalmen e, quando um e mo passa de
um campo especializado pa a os meios de comunicação, às ezes a é mesmo pa a a
comunicação coloquial, adqui e exp essi idade e uma combinabilidade mais di e si icada nos
ex os (Buzássyo á 1983: 135).
Vá ios au o es dis inguem en e dois ipos de de e minologia: 1. no sen ido amplo (Poš olko á
1984: 106) ou sensu la o (Holubo á 2001: 158), que se e e e a e mos popula es que
equen emen e apa ecem na mídia e, assim, en am na linguagem dos leigos, que os usam de
o ma semelhan e aos especialis as, com a única di e ença sendo o g au de comp eensão dos
concei os o iginais (Meye , Mackin osh 2000: 114); 2. em um sen ido mais es ei o (Poš olko á 1984:
106) ou sensu s ic o (Holubo á 2001: 159).
4
(Meye , Mackin osh, 2000: 115). A Comissão conside a que a Comissão não em
compe ência pa a de e mina a compa ibilidade de uma medida de auxílio com o me cado
in e no. A o ma léxica não se e e e mais ao concei o o iginal e, em casos a os, pode
a é se o na pa e de um aseologismo. A pa i da isão ge al das ques ões eó icas sob e a de e minologização, podemos de i a duas a e as pa a a nossa análise de co pus:
1. dado que a de e minologização esul a num e mo u ilizado pela maio pa e da
comunidade linguís ica, aumen ando a sua equência na comunicação co idiana,
e i ica emos a equência da na a i a nos ex os jo nalís icos; 2. dado que um e mo
de e minologizado ende a aumen a o seu po encial combina ó io, compa a emos a sua
combinabilidade em ex os especializados e jo nalís icos. Especi icamen e, examina emos
a) o núme o e b) a na u eza dos adje i os colocados. Ao analisá-los, concen a -nos-emos
no seu con eúdo semân ico e na sua cono ação, bem como nos colocados anômalos.
( e pa e 3).
No en an o, somos plenamen e conscien es do ac o de que o p ocesso de de e minologização
em on ei as di usas e é um dos enómenos linguís icos ca ac e izados pela escalabilidade.
enhanced by he ansi ion o e minological uni s in o e e yday communica ion, and by he
Es a é a ince eza dos leigos ao usa e mos mais concei ualmen e agos. Isso esul a em mais
'ins abilidade concei ual' deles. Os meios de comunicação social ambém desempenham um papel
aqui. Embo a pe mi am a disseminação de esul ados cien í icos e a pene ação de e mos na
linguagem co idiana, eles ambém con ibuem pa a o es aziamen o de seu con eúdo semân ico e a
cons ução de no os signi icados na comunicação co idiana (Humbe -D oz 2021: 27). Es e é
p ecisamen e o caso do e mo na a i a, que é conside ado ambíguo nos es udos li e á ios,
como desc e e emos na p óxima seção.
Na ação
3
O e mo na a i a em suas o igens na eo ia li e á ia es u u alis a da na a i a, ou seja, na
na a ologia, que se desen ol eu a pa i de meados da década de 1960. Em seu ex o "F on ei as
da na a i a", o p oeminen e es u u alis a ancês Gé a d Gene e a i ma que a na a i a é
uma adução do e mo ancês éci , que signi ica "his ó ia" e a de ine como " ep esen ação de
um e en o eal ou ic ício ou sé ie de e en os pela linguagem, e mais especi icamen e pela
linguagem esc i a" (Gene e 1976: 1). Além disso, o e mo na a i a so eu um desen ol imen o
conside á el den o de sua disciplina e ago a é en endido mui o mais amplamen e como "uma
imagem men al ou cons ução cogni i a que pode se a i ada po á ios ipos de sinais" (Ryan
2003; 2014). A é po ol a da década de 1990, o e mo na a i a pe encia quase exclusi amen e à
e minologia dos es udos li e á ios, mas isso mudou adicalmen e no inal do século XX com a
chamada " i ada na a i a" nas humanidades. Além disso, es e mé odo, o iginalmen e ocado
3
In o mações mais de alhadas sob e as o igens, his ó ia e ans o mações da pesquisa na a ológica podem se
encon adas em The Li ing Handbook o Na a ology (2014), ou na publicação de J. D o ský de 2017 Od na a í nej
g ama iky k in e disciplina i e na a í u [F om Na a i e G amma o Na a i e In e disciplina i y] ou no
Hype lexikon li e á no edných pojmo [THL, Hype lexicon o Li e a y Te ms] em 2025.
5
nos es udos li e á ios, pene ou g adualmen e em ou as ciências e o nou-se
signi ica i amen e in e disciplina (HLT 2025).
Isso suge e que a na a i a não é um e mo ácil de de ini po duas azões: 1. de aco do com a
ipologia de S a a a Macho á (1995: 144), pode se pe cebido como um e mo pseudop esc ip i o,
ou seja, um cujos limi es concei uais são de e minados pela pe cepção ou opinião de um au o ,
escola ou g upo especí ico. Macho á salien a que, ao p ocessa es e ipo de e mo (que inclui a
maio ia das e minologias das humanidades), um e minóg a o nunca pode e ce eza do
signi icado concei ual de um de e minado e mo em um ex o especializado. No con ex o dos
es udos li e á ios, isso é con i mado po á ios es udiosos li e á ios que en a izam que os
e mos na a ológicos e am concei ualmen e ambíguos já no pe íodo es u u alis a (D o ský
2017: 14); 2. como esul ado da chamada i ada na a i a, a pesquisa na a ológica adqui iu
g adualmen e um ca á e in e médio, ansmédio e a é mesmo mul idisciplina . Nas úl imas duas
décadas, a na a i idade ambém oi es udada em disciplinas que podem se classi icadas como
(p edominan emen e) não- e bais, como pan omima, cinema ou música. Nes as disciplinas, o oco
mudou dos elemen os cons i u i os o iginais da na a i a (pe sonagens, na ado , pe spec i a,
empo e espaço) pa a o en edo como a ca ac e ís ica undamen al da na a i idade (D o ský
2017: 104).
Embo a não discu amos em de alhes as di e en es pe cepções da na a i a nessas disciplinas, é
impo an e no a que a na a i a - na ciência polí ica e no ma ke ing polí ico - pode se undi com a
his ó ia, deslocando signi ica i amen e a pe spec i a in e p e a i a em di eção ao au o . Como
a i ma Alžbe a Hanuliako á (2021: 31), "o papel das na a i as é in luencia a pe cepção da sociedade
e, em úl ima análise, a sua comp eensão da ealidade, con ando his ó ias con incen es". Pa ece que
a ques ão da in e p e ação de e en os ou his ó ias na ados e seu impac o no des ina á io pode
desempenha um papel signi ica i o em ex os jo nalís icos.
Pa e analí ica
Em ge al, a de e minologização pode se obse ada com emp és imos (DVCS 1989: 266 […] 267). A
p imei a azão pa a isso é que eles êm um signi icado menos cla o pa a o público em ge al; A
segunda azão é o seu uso mais equen e em campos cien í icos mais ecen es. De aco do com a
pesquisa de Václa a Holubo á (2001: 156), os e mos que o am de e minologizados em checo
pe enciam aos campos que ie am à en e do in e esse ge al após 1989, como economia, ciência
polí ica, ecnologia e ciências na u ais. No en an o, es e não é o caso do e mo na a i , uma ez
que sua disciplina o iginal - es udos li e á ios - nunca oi amplamen e discu ida na comunicação
4
co idiana. Pelo con á io, p e e imos coloca o e mo na pe i e ia do ocabulá io ge al. No
en an o, ac edi amos que a sua in e disciplina idade e os mé odos na a ológicos amplamen e
aplicados, pa icula men e na his ó ia e na ciência polí ica, es imula am o seu uso mais ge al e
equen e, le ando à sua pene ação na comunicação jo nalís ica. O
4
A segui , u iliza emos o equi alen e eslo aco.

6
A c escen e equência de seu uso na úl ima década ambém é indicada pelo a o de que, enquan o
os au o es do Slo ník cudzích slo [Diccioná io das pala as emp es adas, 2005] não o incluí am
em seu dicioná io, ele apa ece no e cei o olume do Slo ník súčasného slo enského jazyka M […] N
[Diccioná io da Língua Eslo aca Con empo ânea, M[…] N, 2015] com o ó ulo odb. "especializado". O
c i é io pa a a inclusão de um e mo nes e dicioná io é, p incipalmen e, a p e alência do e mo
além dos limi es do campo, como e idenciado, en e ou as coisas, pela sua oco ência em á ios
ipos de ex os (Ja ošo á e al. 2006: 14). De aco do com Pa ick Hanks, as en adas do dicioná io
o necem uma ep esen ação aga e imp essionis a do signi icado de uma pala a e, em ez disso,
indicam seu po encial de signi icado (Hanks 2013: 88). Ele a gumen a que a análise da e idência do
co pus não o nece e idência di e a do signi icado de uma de e minada unidade, apenas pis as
indi e as sob e pad ões de seu uso. P e endemos aplica a eo ia de no ma léxica de Hanks, ou
seja, o uso p o o ípico de uma unidade léxica pela g ande maio ia dos usuá ios, o que ambém se
e le e em sua signi icância es a ís ica, e seu uso c ia i o na ala, conhecido como explo ação
(Hanks 2013: 211). Ao examina as colocações do e mo analisado com adje i os, en a emos
iden i ica qualque e idência de c ia i idade, po exemplo, quaisque anomalias delibe adas,
deslocamen os ou des ios da no ma de colocação (Hanks 2013: 147), enômeno ou si uação, ou pa a
which can occu o a ious easons, such as linguis ic economy o o name an unusual
e ei o comunica i o.
Desc ição das bases de dados de co pus
Nossa análise se á baseada no co pus p im do Co pus Nacional Eslo aco (SNK), e são
5
11.0-public-all, que con ém mais de 1,859 bilhões de okens. Isso nos pe mi e pesquisa
especi icamen e em dados jo nalís icos e especializados sepa adamen e, seja den o do
subco po a especializado (p im-11.0-public-p e p im-11.0-public-in ), ou il ando a consul a de
pesquisa pa a ex os ele an es. Uma an agem signi ica i a, não apenas pa a a nossa análise
linguís ica do co pus, é que o ano de publicação de cada ex o incluído no co pus selecionado é
egis ado.
Na a í em ex os especializados
Ao pesquisa o mas de pala as do e mo na a i no subco po especializado p im10.0-public-p
(217 milhões de okens), dois a os de em se conside ados: 1. a possibilidade de uma ce a
po cen agem de lema ização inco e a, uma ez que na a i é um emp és imo de o igem la ina
6
ado ado no eslo aco. Po es a azão, decidimos p imei o p ocu a a cadeia na a í . * e, em
seguida, use a unção de il o nega i o pa a exclui lemmas i ele an es dos esul ados de
pesquisa, bem como e os de digi ação. Os esul ados da pesquisa mos am uma equência
absolu a de
2140 oco ências
7
(9,85 ipm, ARF: 263,08);
5
Mais in o mações podem se encon adas em h ps://ko pus.sk.
6
A lema ização é o esul ado da a ibuição manual ou au oma izada da o ma básica (lemma) às o mas de
pala as em ex os incluídos na base de dados do co pus.
7
O núme o . 9,85 en e pa ên eses ep esen a a equência ela i a da na a i a que exp essa o núme o médio de
oco ências da unidade num ex o ou co pus hipo é ico com o amanho de 1 milhão de pala as e pe mi e a compa ação
7
2. a exis ência do e mo na a i um do campo da didá ica, da psicologia aplicada e da linguís ica
aplicada, quase sinônimo de na a i . No en an o, não o excluímos das conco danças il adas
po que descob imos, g aças à e i icação manual, que a lemma ização esul ou num
"c uzei o" dos pa adigmas na a i o e na a i um. Ao a alia e analisa conco danças
indi iduais, conside amos apenas aquelas com o mas co e as do lema na a i o.
No o al, na a í apa eceu em 241 ex os em quase in e subdomínios do co pus SNK. E a mais
comum na ciência li e á ia e na c í ica, seguida pela his ó ia, cinema, pedagogia e ou os
8
campos. Gos a íamos de salien a que o co pus p im da SNK ambém inclui a igos de e is as
de ciência popula e de in e esse especial. Da pe spec i a da nossa análise, es es ep esen am
um ce o iés.
Em e mos de empo, a na a i a apa eceu pela p imei a ez em p im-10.0-juls-p em 1996.
Nos ex os des e subco pus, a sua axa de oco ência en e 2013 e 2023 a ia de 0,15 a 1,87 ipm.
Po úl imo, de e se salien ado que es e subco pus não consis e em dados
quan i a i amen e, quali a i amen e ou empo almen e ep esen a i os; Po conseguin e,
es as es a ís icas não podem se conside adas um e lexo exac o da u ilização do mundo eal da na a i a em linguagem especializada.
Na a í em ex os jo nalís icos
Ao pesquisa o mas de pala as do e mo na a i no subco po jo nalís ico
p im-11.0-public-in (1,265 bilhões de okens), le amos em con a ambos os a o es, como
no subco po an e io . A pesquisa endeu uma equência absolu a de 1519 (1,20 po
milhão, ARF: 217,01).
9
Nes e subco pus, a na a i a apa ece em 20 on es di e en es, p incipalmen e em dados
do jo nal SME. No en an o, es e subco pus é endencioso de ido à inclusão da e is a.
Týždeň comp eende não apenas ex os jo nalís icos, mas ambém de ciência popula .
Vamos concen a -nos ago a nos dados dos jo nais das PME. A na a i a oco e lá 1018
ezes, mais equen emen e em a igos de opinião. Es e e mo apa eceu pela p imei a ez
nes a on e em 2001 e em es ado p esen e desde en ão, com a sua pon uação de
equência ela i a (ipm) a ingindo 0,01 em 2014. O seu ipm e a 0,04 em 2018, 0,07 em 2019, 0,10
em 2020, 0,12 em 2021 e a é 0,27 em 2022. Em 2023, no en an o, a ingiu apenas 0,10, uma ez que o
subco po comp eende os dados sob e as PME apenas pa a os p imei os cinco meses do ano.
co po a de di e en es amanhos (h ps://ko pus.cz). A pon uação ARF ( equência média eduzida) é uma
equência modi icada que impede que o esul ado seja excessi amen e in luenciado po uma pa e do co pus
(po exemplo, um ou mais documen os) que con ém uma al a concen ação da unidade (h ps:
www.ske chengine.eu/a glossa y/).
8
Mais in o mações sob e a ano ação de gêne o de es ilo podem se encon adas em Debná , Kmeťo á (2017).
9
Gos a íamos de salien a que a pon uação do ARF es á dis o cida nes e caso, uma ez que é dis o cida
pela o ma como os documen os das PME são p ocessados nes e subco po.
8
Conclusão da análise da equência Com base nos dados es a ís icos do p im-11.0-public-p e do
p im-11.0-public-in e, em pa icula , do jo nal SME, pode conclui -se que a equência da na a i a
em indo a aumen a ao longo da úl ima década na comunicação esc i a em si, e pa icula men e
nos ex os jo nalís icos. O p imei o p é- equisi o de de e minologização pode, po an o, se
conside ado cump ido.
Compa ação de adje i os co-oco en es de aco do com o concei o de Slo ník slo ných spojení.
Pods a né mená [Diccioná io de Colocações. Subs an i os, 2017], p ocu amos iden i ica o
po encial de colocação único de na a í , ou seja, o núme o de pala as únicas […] nes a ase
adje i os […] com as quais pode se combinado, bem como sua compa ibilidade, ou seja, a classe
de pala as com as quais pode se signi ica i amen e combinada (Đu čo, Majch áko á e al. 2017:
9). Ao con á io des e abalho lexicog á ico especí ico, no en an o, egis amos não apenas os
adje i os mais equen es e ípicos, mas ambém oda a gama de sua combinabilidade […] a
pa i daqueles adje i os com os quais a na a i a c ia e mos mul i-pala as (po enciais) ou
colocações habi uais, a hapaxes, ou seja, mui as ezes apenas co-oco ências alea ó ias.
Es á amos pa icula men e in e essados nos chamados não-canônicos 2013: 219). No en an o,
colloca ions, i.e. hose ha a e anomalous in some way in e ms o hei con en (Hanks
Hanks (2013: 117) apon a que o des io da no ma combina ó ia é ela i amen e baixo, em o no de
10%. Ao mesmo empo, ao analisa es e ipo de dados, oco e uma ce a pe cen agem de dados
di íceis de classi ica . Nós os ag upamos no úl imo e lexicamen e a iado g upo chamado
miscellanea.
Adje i os co-oco en es
Adje i os combinados com na a í o am consul ados usando a unção Colloca ions do
ge enciado de co pus NoSke ch den o de um in e alo de a é no e posições à esque da. Es a
ampla aixa de colocação oi necessá ia de ido à oco ência de na a i as com co das de múl iplos
modi icado es, pa icula men e em ex os especializados, po exemplo, na a i a
o ali á ia-his ó ica dico ômica e esquemá ica ou na a i a agmen ada, semelhan e a um
mosaico, en elaçada. Com base nos esul ados da pesquisa, pode-se conclui que, apesa das
di e en es equências absolu as de na a i em ambos os subco pos, um núme o compa á el de
seus adje i os de colocação oi encon ado neles. No subco pus especializado (PRF), um o al de 340
lemmas adje i os únicos associados ao e mo o am iden i icados, enquan o no subco pus
jo nalís ico (INF), um o al de 305 lemmas adje i os únicos o am iden i icados (apenas 11% mais do
que no conjun o do PRF). Di isão de adje i os co-oco en es em g upos léxico-semân icos De ido
ao g ande núme o de adje i os iden i icados e à sua di e sidade semân ica, ag upámo-los com base
no seu signi icado esul an e da oco ência com na a i o e con ex o mais amplo. Em á ios casos,
9
oi possí el classi ica os adje i os em mais de um g upo, po exemplo, o mode nizačný
10
‚mode nising‛ pode ia apa ece an o no g upo de con eúdo quan o no g upo de in enção. Po
ou o lado, o d ama ic ‚d ama ic‛ pode se encon ado em dois g upos po que oco eu no INF em
seu p imei o signi icado, bem como igu a i o ‚ u bulen o‘, mas é con ado apenas uma ez. Pa a
maio cla eza, o denamos os adje i os co-oco en es po o dem al abé ica e sublinhamos os
encon ados em ambos os subco pos. Finalmen e, des acamos os adje i os possessi os cunhados
a pa i de nomes p óp ios no g upo de au o es em neg i o, pois ep esen am um conjun o abe o
e não es ão incluídos no núme o o al de adje i os de colocação. Todos os hapaxes de ambos os
subco pos es ão incluídos no apêndice.
Quad o 1. G upos léxico-semân icos de adje i os iden i icados de ambos os subco pos com dados es a ís icos
ela i os ao seu amanho, ao núme o de hapaxes e à ex ensão dos adje i os compa ilhados
Núme o de
lemmas nos
PRF INF
núme o de
lemmas nos
PRF INF
núme o de
hapaxes nos
adje i -
núme o de
hapaxes nos
os 2.
núme o de
compa ilhados
con eúdo
1.
o mulá-
io 29 5 12
3 4 3.
a aliação
49 64 24 36
43 24 29 22
11 4.
au o 17
+ 13 14 +
17 10 8 4 5.
e nia/pol-
17 8.
empo 13
13 7 6 10.
miscella-
nea 41 27
28 17 12
í ica/ge-
og a ia
29 46 19 21
15 6.
his ó ia/-
ideologia
34 46 23 35
12 7.
in enção
25 48 19 37
11 9.
a es/gê-
ne o 60 19
37 12 10
1. adjec i es ela ing o he o m o na a í and i s o ganisa ion
TEXTOS ESPECIALIZADOS ( o al de 29 adje i os): longo, uni o me, coe en e, complexo,
complexo, mediá ico, de ex o, de imagem, de imagem, de imagem isual, de imagens, de ex o,
de ex o, de imagens, de imagens pic ó icas, de o ais, de ex ensas,
10
Po exemplo, classi icamos o adje i o kolabo ačný ‚collabo a i e‘ em g upo de a es em ez de g upo de
in enção com base no seu signi icado e oco ência no campo dos jogos digi ais.
16
pon uação, que ende a supe es ima pa es de baixa equência que podem se me as
coincidências alea ó ias.
Dois dos cinco adje i os compa ilhados êm uma pon uação logDice compa á el (nacionalis ický
‚na ionalis ic‛ e dezin o mačný ‚disin oma ion‘), enquan o os ês es an es konšpi ačný
‚conspi a o ial‛, p ok emeľský ‚p o-K emlin‛ e dominan ný ‚dominan ‛ di e em em ce ca de
dois pon os. Ao compa a duas pon uações logDice, uma di e ença de dois pon os indica que a
colocação com a pon uação mais al a é ap oximadamen e qua o ezes mais equen e e, ao
mesmo empo, es a is icamen e mais o e (Rychly 2008), po exemplo, o adje i o p ok emeľský é
es a is icamen e mais o e e oco e qua o ezes mais equen emen e com na a i no INF do
que no PRF. Os adje i os do quad o do PRF se enquad am em se e dos dez g upos
léxicosemân icos es abelecidos, enquan o os adje i os do INF ep esen am apenas qua o
desses g upos, nomeadamen e o g upo de in enção (oi o deles) e o g upo de e nia (seis deles). A
ca ac e ís ica de pola idade ambém es á p esen e na abela 2: há um adje i o com um p e ixo
posi i o na pa e PRF e qua o adje i os com pola idade nega i a (dois com um p e ixo nega i o e
dois com uma cono ação nega i a). Em con as e, exis em dois adje i os com um p e ixo posi i o
na pa e INF e onze adje i os com uma pola idade nega i a, ep esen ando mais da me ade dos
adje i os INF na abela (qua o adje i os com um p e ixo nega i o e se e com um
nega i e conno a ion).
Conclusão
A sob eposição de adje i os dos dois subco pos ep esen a um o al de 102 lemmas (30% da
pe spec i a do subco po especializado e 33,4% da pe spec i a do subco po jo nalís ico). Os
es an es 66,6% dos adje i os iden i icados em ex os jo nalís icos podem, em nossa opinião,
se conside ados uma ex ensão da compa ibilidade semân ica da na a i a, espondendo assim
à nossa segunda pe gun a de pesquisa. Vale ambém a pena menciona que são os g upos de
a aliação e in enção que êm a meno p opo ção de adje i os e, ao mesmo empo, que di e em
mais em pola idade e colo ação.
A nossa análise semân ica iden i icou apenas alguns adje i os não-canônicos; Es es
adje i os e am pala as de nonce. Po ou o lado, a análise ajudou a en a iza duas
ca ac e ís icas semân icas dos adje i os do INF que es ão sub ep esen adas no PRF […]
pola idade exp essa e colo ação coloquial e pejo a i a, que Buzássyo á pe cebe como um
dos sin omas da de e minologização (1983: 135).
Como mencionado an e io men e, o con eúdo concei ual e os con o nos do e mo na a i são
mui as ezes desc i os como agos pelos p óp ios es udiosos li e á ios. Em con ex os
especí icos, sua equi alência p ecisa é mui as ezes p oblemá ica. Em alguns casos, no en an o,
o au o do ex o indica seu sinônimo en e pa ên eses (po exemplo, "in e p e ações indi iduais
do passado"). Em ce os ex os jo nalís icos, es e e mo pode se subs i uído sem al e a o
signi icado da decla ação […], po exemplo, com a pala a p íbeh […]s o y, ou p es edčenie,
p eds a a […]belie , idea[…]. Pode-se a gumen a que, nes e ipo de con ex o, o e mo o iginal
pe de sua conexão com seu signi icado o iginal e especí ico e se o na pa e de uma sé ie sinônima especí ica.

17
Em conclusão, as análises quan i a i as e quali a i as mos a am que o e mo eslo aco
na a í é de e minologizado num sen ido amplo, al como apa ece equen emen e nos meios
de comunicação e na linguagem dos leigos, que o usam com um g au de comp eensão di e en e do
dos pe i os. No en an o, es e a gumen o de e se apoiado pela análise de ou as duas
pa es-cha e da ala que oco em simul aneamen e: subs an i os e e bos.
REFERENCES
Buzássyo á Klá a 1983: Dynamika odbo nej e minológii [Dynamics in he Specialised
Te minology]. – Jazyko edný časopis 34, 132–144. A ailable a :
h ps://www.juls.sa ba.sk/ediela/jc/1983/2/JC_1983_2_LQ.pd .
Debná Ma ek, Kmeťo á Beá a 2017: Bibliog a ická a š ýlo o-žán o á ano ácia dokumen o
a ex o Slo enskom ná odnom ko puse [Bibliog aphic and S yle-Gen e Anno a ion
o Documen s and Tex s in he Slo ak Na ional Co pus]. – Slo enský ná odný ko pus.
Tex y, ano ácie, yhľadá ania, B a isla a: Mikula, 33–159.
Ďu čo Pe e , Majch áko á Daniela e al. 2017: Slo ník slo ných spojení. Pods a né mená
[Dic iona y o Colloca ions. Nouns], B a isla a: VEDA.
D o ský Ju aj 2017: Od na a í nej g ama iky k in e disciplina i e na a í u [F om Na a i e
G amma o Na a i e In e disciplina i y], Ružombe ok: Ve bum.
Gablaso á Dana, B ezina Vacla , McEne y Tony 2017: Colloca ions in Co pus-Based
Language Lea ning Resea ch: Iden i ying, Compa ing, and In e p e ing he
E idence. – Cu en s in Language Lea ning Se ies: Expe imen al, Compu a ional, and
Co pus‐Based App oaches o Language Lea ning: E idence and In e p e a ion 67, 155–
179. DOI: h ps://doi.o g/10.1111/lang.12225.
Galisson Robe 1978: Reche ches de lexicologie desc ip i e, la banalisa ion lexicale: le
ocabulai e du oo ball dans la p esse spo i e, con ibu ion aux eche ches su les langues
echniques [Reche ches de Lexicologie Desc ip i e, la Banalisa ion Lexicale: le
Vocabulai e du Foo ball dans la P esse Spo i e, Con ibu ion aux Reche ches su les
Langues Techniques], Pa is: F. Na han.
Géne e Gé a d 1976: Bounda ies o Na a i e. – New Li e a y His o y 8.1, 1–13.
Glossa y. Ske ch Engine. A ailable a : h ps://www.ske chengine.eu/guide/glossa y/.
Hanks Pa ick 2013: Lexical Analysis: No ms and Exploi a ions, London/Camb idge: The
MIT P ess. DOI: h ps://doi.o g/10.7551/mi p ess/9780262018579.001.0001.
Hanuliako á Alžbe a 2021: S a égie poli ickej eklamy [S a egies o he Poli ical
Ad e ising], T na a: Uni e zi a s . Cy ila a Me oda T na e.
Hype lexikon li e á no edných pojmo [Hype lexicon o Li e a y Te ms], ed. R. Mikuláš,
B a isla a: Ús a s e o ej li e a ú y SAV, . . i. A ailable a :
h ps://hype lexikon.sa .sk/
Holubo á Václa a 2001: K poje í de e minologizace [On he Concep o
De e minologisa ion]. – Te mina 2000, ed. M. Žemlička, P aha and Libe ec: Galén a
Technická uni e zi a Libe ci, 157–160.
18
Hono á Zuzana 2020: Le e me dans sa a iabili é [The Te m in i s Va iabili y], Os a a:
Os a ská uni e si a.
Ho ecký Ján 1956: Základy slo enskej e minológie [The Fundamen als o Slo ak
Te minology], B a isla a: Vyda a eľs o SAV. A ailable a :
h ps://www.juls.sa ba.sk/ediela/zaklady_slo enskej_ e minologie/zaklady_slo enskej
_ e minologie.pd .
Ho ecký Ján, Buzássyo á Klá a, Bosák Ján e al. 1989: Dynamika slo nej zásoby súčasnej
slo enčiny [Dynamics o he Vocabula y o he Con empo a y Slo ak], B a isla a:
Veda.
Humbe -D oz Julie 2021: Dé ini la dé e minologisa ion: app oche ou illée en co pus
compa able dans le domaine de la physique des pa icules [De ining De e minologisa ion:
a Tooled App oach in Compa able Co pus in he Field o Pa icle Physics]: PhD
Disse a ion, Uni e si y o Toulouse – Jean Jau ès & Uni e si y o Gene a.
Humbe -D oz Julie, Pic on Au élie, Condamines Anne 2019: How o Build a Co pus o a
Tool-Based App oach o De e minologisa ion in he Field o Pa icle Physics. –
Resea ch in Co pus Linguis ics 7, 1–17. DOI: h ps://doi.o g/10.32714/ icl.07.01.
Ja ošo á Alexand a, Buzássyo á Klá a, Bosák Ján 2006: Východiská a zásady sp aco ania
slo níka [S a ing Poin s and P inciples o Dic iona y P ocessing]. – Slo ník súčasného
slo enského jazyka A–G, B a isla a: Veda, 13–47.
Macho á S a a a 1995: Te minog a ie [Te minog aphy]. – Manuál lexikog a ie,
ed. F. Če mák, R. Bla ná, P aha: H&H, 13–47.
Masá I an 1991: P í učka slo enskej e minológie [Handbook o Slo ak Te minology],
B a isla a: Veda.
Meye Ing id, Mackin osh K is en 2000: When Te ms Mo e In o Ou E e yday Li es: An
O e iew o De- e minologiza ion. – Te minology 6, 111–138.
Mikelionienė Ju gi a, Be kmanienė Auš a 2018: De e minologisa ion o Li huanian and
English Technical Te ms: The Case o Appa a us. – Readings in Numani ies.
Numani ies – A s and Humani ies in P og ess, eds. O. And eica, A. Ol eanu, 235–246.
DOI: h ps://doi.o g/10.1007/978-3-319-66914-4_15.
No á Jana 2018: Te ms Emb aced by he Gene al Public: How o Cope wi h
De e minologiza ion in he Dic iona y? – P oceedings o he XVIII EURALEX
In e na ional Cong ess: Lexicog aphy in Global Con ex s, Ljubljana, Slo enia, 387–398.
Poš olko á Běla 1977: K li u odbo né e minologie na ná odní jazyk [On he In luence o
Te minology on he Na ional Language]. – Slo o a slo esnos 38, 112–120. A ailable
a : h p://sas.ujc.cas.cz/a chi .php?a =2439.
Poš olko á Běla 1980: K speci ičnos i ýznamu e mínů [On he Speci ici y o he Meaning
o e ms]. – Slo o a slo esnos 41, 54–57. A ailable a :
h p://sas.ujc.cas.cz/a chi .php?a =2652.
Poš olko á Běla 1984: Odbo ná a běžná slo ní zásoba současné češ iny [Specialised and
Common Vocabula y o Con empo a y Czech], P aha: Academia.
19
Přehled základních pojmů ko puso é ling is iky [O e iew o Basic Concep s o Co pus
Linguis ics]. A ailable a : h ps://wiki.ko pus.cz/doku.php/pojmy:p ehled_pojmu.
Ryan Ma ie-Lau e 2003: On De ining Na a i e Media. – Image and Na a i e 6. A ailable
a : h ps://www.imageandna a i e.be/ina chi e/medium heo y/ma ielau e yan.h m.
Ryan Ma ie-Lau e 2014: Na a ion in Va ious Media. – The Li ing Handbook o Na a ology.
A ailable a : h ps://www-a chi . dm.uni-hambu g.de/lhn/node/53.h ml.
Rychlý Pa el 2008: A Lexicog aphe -F iendly Associa ion Sco e. – P oceedings o Recen
Ad ances in Sla onic Na u al Language P ocessing (RASLAN 2008), eds. P. Sojka,
A. Ho ák, B no: Masa yk Uni e si y, 6–9. A ailable a :
h ps://www.ske chengine.eu/wp-con en /uploads/2015/03/Lexicog aphe -
F iendly_2008.pd .
Slo enský ná odný ko pus [Slo ak Na ional Co pus] – p im-11.0-public-p . B a isla a:
Jazyko edný ús a Ľ. Š ú a SAV 2025. A ailable a : h ps://ko pus.sk.
Slo enský ná odný ko pus [Slo ak Na ional Co pus] – p im-11.0-public-in . B a isla a:
Jazyko edný ús a Ľ. Š ú a SAV 2025. A ailable a : h ps://ko pus.sk.
Slo níko ý po ál Jazyko edného ús a u Ľ. Š ú a SAV [Lexicog aphic Po al o he Ľ. Š ú
Ins i u e o Linguis ics], Slo ak Academy o Sciences. A ailable a :
h ps://slo nik.juls.sa ba.sk/.
The Li ing Handbook o Na a ology 2014, eds. P. Hühn, J. Ch is oph Meis e , J. Pie ,
W. Schmid . A ailable a : h ps://www-a chi . dm.uni-hambu g.de/lhn/index.h ml.
Appendix
Lexico-seman ic g oups o hapax adjec i es
1. adjec i es ela ing o he o m o na a í and i s o ganisa ion
SPECIALISED TEXTS (12 adjec i e hapaxes in o al)
digi álny ‚digi al‛, dicho omický ‚dicho omic‛, agmen a izo aný ‚ agmen ed‛,
implici ný ‚implici ‛, p eple ený ‚in e wined‛, mozaiko i ý ‚mosaic‛, písomný ‚w i en‛,
y mický ‚ hy hmic‛, schema ický ‚schema ic‛, ús ny ‚o al‛, i uálny ‚ i ual‛, izuálno-
e bálny ‚ i ual- e bal‛
JOURNALISTIC TEXTS (3 adjec i e hapaxes in o al)
implici ný ‚implici ‛, schema ický ‚schema ic‛, úspo ný ‚e icien ‛
2. adjec i es ela ing o he con en o na a í and i s o ganisa ion
SPECIALISED TEXTS (adjec i e hapaxes in o al)
an agonis ický ‚an agonis ic‛, cyklický ‚cyclical‛, escha ologický ‚escha ological‛,
expono aný ‚exposed‛, ak uálny ‚ ac ual‛, aus o ský ‚Faus ian‛, emslasho ý ‚ emslash‛,
homogénny ‚homogeneous‛, i onický ‚i onic‛, komický ‚comic‛, konzis en ný
‚consis en ‛, kozmologicko-kozmogonický ‚cosmological-cosmogonic‛, k i ický ‚c i ical‛,
20
magický ‚magic‛, minimalis ický ‚minimalis ‛, ne ikčný ‚non- ic ion‛, objek í ny
‚objec i e‛, p o ichodný ‚con adic o y‛, p o i eči ý ‚inconsis en ‛, oz inu ý ‚ad anced‛,
samos a ný ‚au onomous‛, seba e lexí ny ‚in ospec i e‛, spomienko ý ‚commemo a i e‛,
symbolický ‚symbolic‛, ši oký ‚wide‛, špeci ický ‚speci ic‛, agický ‚ agic‛, umelý
‚a i icial‛, ži o ný ‚li e‛
JOURNALISTIC TEXTS (22 adjec i e hapaxes in o al)
analy ický ‚analy ic‛, an agonis ický ‚an agonis ‛, an ide elope ský ‚an i-p ope y
de elope ‛, au onómny ‚au onomous‛, ik í ny ‚ ic i ious‛, homogénny ‚homogenous‛,
jasný ‚clea ‛, jednos anný ‚one-sided‛, ka as o ický ‚ca as ophic‛, komický ‚comic‛,
mode nizačný ‚mode nising‛, my ologický ‚my hologic‛, nelogický ‚illogical‛,
nespokojnos ný ‚ ull o dissa is ac ion‛, obja ný ‚o iginal‛, os ý ‚signi ican , c i ical‛,
p ísny ‚consis en ‛, p o ichodný ‚con adic o y‛, spo ný ‚deba able‛, ši oký ‚wide‛,
špeci ický ‚speci ic‛, agický ‚ agic‛
3. adjec i es ela ing o he e alua ion o na a í
SPECIALISED TEXTS (24 adjec i e hapaxes in o al)
čudesný ‚s ange‛, ádny ‚bland‛, cha ak e is ický ‚ca ac e is ic‛, kánonický
‚canonical‛, kodi iko aný ‚codi ied‛, kon o e zný ‚con o e sial‛, kon enčný
‚con en ional‛, k ali ný ‚quali y‛, nega í ny ‚nega i e‛, ne ý azný ‚dull‛, no málny
‚no mal‛, pochybný ‚dubious‛, pok y ecký ‚hypoc i ical‛, p ija eľný ‚accep able‛, p os ý
‚plain‛, pú a ý ‚engaging‛, ezonujúci ‚ esonan ‛, ukážko ý ‚exempla y‛, učebnico ý
‚ ex book‛, ús edný ‚cen al‛, äčšino ý ‚majo i y‛, ýbušný ‚explosi e‛, yda ený
‚deligh ul‛, zmysluplný ‚meaning ul‛
JOURNALISTIC TEXTS (36 adjec i e hapaxes in o al)
ag esí ny ‚agg essi e‛, bežný ‚common‛, blázni ý ‚ oolish‛, hlboký ‚in ense‛,
chy ľa ý ‚ca chy‛, i acionálny ‚i a ional‛, jedo a o-lži ý ‚poisonously decei ul‛, kľúčo ý
‚key‛, mocný ‚migh y‛, módny ‚ ashionable‛, mylný ‚e oneous‛, nebezpečný
‚dange ous‛, nega í ny ‚nega i e‛, nekompa ibilný ‚incompa ible‛, nepekný ‚ugly‛,
ne hodný ‚unsui able‛, ne kusný ‚ ulga ‛, nezmyselný ‚poin less‛, nudný ‚bo ing‛,
ply ký ‚ la ‛, poklesnu ý ‚damaged‛, po chný ‚supe icial‛, p i odzený ‚na u al‛,
e e enčný ‚ e e en ial‛, sces ný ‚misguided‛, sp á ny ‚co ec ‛, s e eo ypný ‚s e eo ypical‛,
ška edý ‚nas y‛, š anda dný ‚s anda d‛, ollský ‚ oll‛, dý ‚ha d‛, hodný ‚sui able‛,
yšinu ý ‚ba shi ‛, záke ný ‚wicked‛, zaujíma ý ‚in e es ing‛, zú alý ‚bloody‛
4. adjec i es ela ing o he au ho (s) o na a í
SPECIALISED TEXTS (6 adjec i e + 7 possesi e adjec i es hapaxes in o al)
And eje o “And eje ’s”, Dziako “Dziak’s”, G ocho “G och’s”, Hu bano
“Hu ban’s”, Ja ošo “Ja oš’s”, kolek í ny ‚collec i e‛, ľudský ‚human‛, masa yko ský
21
‚Masa yk-like‛, mužský ‚masculine‛, neosobný ‚impe sonal‛, O čenášo “O čenáš’s”,
Robbe-G ille o “Robbe-G ille ’s”, ženský ‚ emale‛
JOURNALISTIC TEXTS (8 adjec i e + 12 possesi e adjec i es hapaxes in o al)
Aničkin “Anička’s”, an iso oso ský ‚an i-So os-like‛, Babišo “Babiš’s”,
Hege o “Hege ’s”, Hobbeso “Hobbes’s”, Kisko “Kiska’s”, Ko lebo “Ko leba’s”,
kolek í ny ‚collec i e‛, Miklošo “Mikloš’s”, Pelleho “Pelle’s”, plicko sko-
ma inčeko ský ‚Plicka-Ma inček-like‛, p o ikisko ský ‚an i-Kiska-like‛, pu ino ský
‚Pu in-like‛, Sal iniho “Sal ini’s”, spoločný ‚common‛, S alino “S alin’s”, Sulíko
“Sulík’s”, umpis ický ‚T ump-like‛, Zaľudného “Zaľudný’s”
5. adjec i es ela ing o he e nici y, na ionali y o geog aphical en i y
SPECIALISED TEXTS (19 adjec i e hapaxes in o al)
an iiz aelský ‚an i-Is aeli‛, balkánsky ‚Balkan‛, e nický ‚e hnic‛, e nocen is ický
‚e hnocen ic‛, ancúzsky ‚F ench‛, geopoli ický ‚geopoli ical‛, g éckocen ický ‚G eek-
cen ic‛, lokálny ‚local‛, mul ie nický ‚mul ie hnic‛, nacionálny ‚na ional‛, pa io ický
‚pa io ic‛, poli ický ‚poli ical‛, žido ský ‚Jewish‛, p ouk ajinský ‚p o-Uk ainian‛,
p o uský ‚p o-Russian‛, p o izápadný ‚an i-Wes e n‛, pseudo-balkanis ický ‚pseudo-
Balkanis ‛, osmanský ‚O oman‛, slo ensko-nemecký ‚Slo ak-Ge man‛
JOURNALISTIC TEXTS (21 adjec i e hapaxes in o al)
balkánsky ‚Balkan‛, geopoli ický ‚geopoli ical‛, juhoslo anský ‚Yougosla ‛, lokálny
‚local‛, ná odno-š á ny ‚na ional s a e‛, pa io ický ‚pa io ic‛, p oa ický ‚p o-A ican‛,
p oeu ópsky ‚p o-Eu opean‛, p omosko ský ‚p o-Musco i e‛, p o ib uselský ‚an i-
B ussels‛, p o ik emeľský ‚an i-K emlin‛, p o i ómsky ‚an i-Roma‛, so ie sko- uský
‚So ie -Russian‛, s edoeu ópsky ‚Cen al Eu opean‛, š á o o ný ‚s a e- o ming‛,
ehe ánsky ‚Teh ani‛, uk ajinský ‚Uk ainian‛, ul apopulis icko-p o izápadný
‚ul apopulis -an i-Wes e n‛, iseg ádsky ‚Viseg ád‛, las enecký ‚pa io ic‛, západný
‚wes e n‛
6. adjec i es ela ing o he his o ical pe iod o e en o o eligious, poli ical and
ideological belie s
SPECIALISED TEXTS (23 adjec i e hapaxes in o al)
buddhis ický ‚Buddhis ‛, bu žoázno-nacionalis ický ‚bou geois-na ionalis ic‛,
dejepisný ‚his o iog aphic‛, dejino o ný ‚his o y o ming‛, his o icko- e lexí ny
‚his o ical e lexi e‛, ideologický ‚ideological‛, ka olícky ‚Ca holic‛, komunis ický
‚Communis ‛, k esťanský ‚Ch is ian‛, ľa ico ý ‚le is ‛, ľudácko-au onomis ický ‚HSĽS-
like-au onomis ‛, ma xis icko-leninský ‚Ma xis -Leninis ‛, medzi ojno ý ‚in e -wa ‛,
neolibe álny ‚neolibe al‛, no malizačný ‚no malising‛, os ie enský ‚enligh ened‛,
p os alinský ‚p o-S alin‛, socialis ický ‚socialis ‛, s alinis ický ‚S alinis ‛, s edo eký

22
‚medie al‛, s e odejinný ‚wo ld-shaking‛, ianonský ‚T ianon‛, eľkomo a ský ‚G ea
Mo a ian‛
JOURNALISTIC TEXTS (35 adjec i e hapaxes in o al)
an ilibe álny ‚an ilibe al‛, an iúnio ý ‚an i-EU‛, ci ke nohis o ický ‚chu ch-
his o y‛, ci ke ný ‚Chu ch‛, co ido ý ‚co id‛, dejinný ‚his o ical‛, džihádis ický ‚jihadis ‛,
ašis ický ‚Fascis ‛, globalizačný ‚globalising‛, hegemonický ‚hegemonic‛, konze a í ny
‚conse a i e‛, k esťansko-konze í ny ‚Ch is ian-conse a i e‛, kul ú no-poli ický
‚cul u al-poli ical‛, ľudácky ‚HSĽS-like‛, ľa ico ý ‚le is ‛, nacis ický ‚Nazi‛,
ná odo ecký ‚pa io ic‛, nelibe álny ‚illibe al‛, neolibe álny ‚neolibe al‛, os ie enský
‚enligh ened‛, pok oká sky ‚p og essi e‛, pomanches e ský ‚pos -Manches e ‛,
pono emb o ý ‚pos -No embe ‛, po s alecký ‚ ebel‛, p o iepidemický ‚an iepidemic‛,
p o ládny ‚p o-go e nmen al‛, p o isys émo ý ‚an isys emic‛, p o iu ečenecký ‚an i-
immig a ion‛, epublikánsky ‚Republican‛, ežimo ý ‚ egime‛, sekulá no-konzumný
‚secula consume ‛, sexis ický ‚sexis ‛, socialis icko-osla ný ‚socialis celeb a o y‛,
s alinis ický ‚S alinis ‛, s anícky ‚pa y‛, s edo eký ‚medie al‛
7. adjec i es ela ing o he in en ion o he na a í
SPECIALISED TEXTS (19 adjec i e hapaxes in o al)
unkčný ‚ unc ional‛, konku ujúci ‚compe ing‛, manipula í ny ‚manipula i e‛,
mo álny ‚mo al‛, my ologizačný ‚my hologizing‛, obe ný ‚sac i icial‛, osla ný
‚celeb a o y‛, p agma ický ‚p agma ic‛, p opagandis ický ‚p opagandis ic‛,
psychologizujúci ‚psychologizing‛, sub e zí ny ‚sube si e‛, auma ický ‚ auma ic‛,
ply ný ‚in luen ial‛, uni e zálny ‚uni e sal‛, e ejný ‚public‛, zás upný ‚subs i u i e‛,
za ádzajúci ‚misleading‛, zjednocujúci ‚uni ying‛, z kadlo ý ‚mi o ‛
JOURNALISTIC TEXTS (37 adjec i e hapaxes in o al)
bezpečnos ný ‚secu i y‛, dehumanizačný ‚dehumanizing‛, dodá ajúci ‚gi ing‛,
ekonomický ‚economic‛, unkčný ‚ unc ional‛, in e ný ‚in e nal‛, ko upčný ‚co up ‛,
k emeľsko-dezin o mačný ‚K emlin-disin o ma ion‛, mili a is ický ‚mili a is ic‛,
mobilizačný ‚mobilizing‛, mocenský ‚powe -based‛, mo alis ický ‚mo alis ic‛, mo álny
‚mo al‛, mo alizá o ský ‚mo alizing‛, mý o o ný ‚my h- o ming‛, nep ipúšťajúci ‚no
allowing‛, oslo ujúci ‚appealing‛, podpo ný ‚suppo i e‛, pod a ný ‚sub e si e‛,
pola izačný ‚pola izing‛, pola izujúci ‚pola ising‛, poly unkčný ‚poly unc ional‛,
popie ačský ‚p omo ing he denial o he esponsibili y‛, po o ná ací ‚compa a i e‛,
p eda ačský ‚helping o sell he EU concep by emphasizing i s bene i s‛, p o-choice ‚p o-
choice‛, p o es ný ‚p o es ‛, eklamný ‚ad e ising‛, simpli ikujúci ‚simpli ying‛,
spásonosný ‚sa ing‛, uni e zálny ‚uni e sal‛, akz aný ‚so-called‛, ium alis ický
‚ iumphalis ‛, s a egický ‚s a egic‛, účinný ‚e ec i e‛, í ačský ‚suppo ing he a i al o
mig an s o he EU in 2015‛, zdo o i ý ‚de ian ‛
23
8. adjec i es ela ing o ime o empo al phenomena
SPECIALISED TEXTS (7 adjec i e hapaxes in o al)
budúci ‚ u u e‛, dnešný ‚p esen -day‛, dobo ý ‚pe iod‛, nesko ý ‚la e‛,
no o znikajúci ‚newly eme ging‛, súbežný ‚pa allel‛, znikajúci ‚eme ging‛
JOURNALISTIC TEXTS (7 adjec i e hapaxes in o al)
ak uálny ‚cu en ‛, denný ‚daily‛, dlhodobý ‚log- e m‛, dnešný ‚p esen -day‛,
d es o očný ‚bicen ennial‛, počia očný ‚ini ial‛, ži ý ‚li e‛
9. adjec i es ela ing o a and humani ies, a is ic o ms, media, an h opological
cha ac e is ics
TEXTOS ESPECIALISADOS (37 adje i os hapaxes no o al) apologé ico 'apologé ico, au obiog á ico
'au obiog á ico, au opsy olk, báj 'expe imen al', bele is ický hud, biblical, ces opisný
' a elogue', denny 'dia y', de ek í ny 'de ec i e', diege ický ' oman ic' , d ama u gický
'jou nalis ický', episoidal, li e á io 'expe imen al', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic',
'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic',
'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic',
'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic',
'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic',
'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic',
'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic',
'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic',
'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic',
'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic',
'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 'he me ic', 10. adje i os elacionados a miscellanea
ca ac e ís icas semân icas SPECIALISED TEXTS adje i o hapaxes no o al) analisado, único,
único, uni icado, p íbuzný, elacionado, in ei o, di e enciado, cul u al, di e en e, úl imo, di e en e,
de e minado, di e en e, a iado, a iado, a iado, ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho ,
ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho ,
ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho ,
ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho , ho .
24
TEXTOS JOURNALÍSTICOS adje i o hapaxes no o al) o alý ‚o e all‘, exis ujúci ‚exis ing‘,
ho o ý ‚ eady‘, možný ‚possible‘, ne yhnu ný ‚ine i able‘, odlišný ‚di e en ‘, ok ídlený
‚well-known‘, posledný ‚las ‘, p edchádzajúci ‚p e ious‘, p iamočia y ‚s aigh o wa d‘,
p ý ‚ i s ‘, sebais ý ‚sel ‘, sp ie odný ‚companying‘, ýs upný ‚zem ou going‘, z yši ý
‚pe sis en ‘, esidual ‚‘