Te minologia e e minologia
2025, ol. 32, p. 1 a 19
Ligação de con eúdos Tu inio nuo oda
ISN 2669-2198 (online elek oninis) (em inglês)
Di ei os au o ais © 2025 Judi F eixa. Publicado pelo Ins i u o da Língua Li uana. Es e é um a igo de Acesso Abe o
dis ibuído sob os e mos da Licença de A ibuição C ea i e Commons, que pe mi e uso, dis ibuição e ep odução
ilimi ados em qualque meio, desde que o au o o iginal e a on e sejam c edi ados. Ins i uições de Língua Li uana.
Šis s aipsnis é a i os p ieigos, pla inamas pagal C ea i e Commons‚ p isky imo licencijos sąlygos, leidžiančias
ne ibo ai naudo i, pla in i i a ku i u inį be kokioje laikmenoje, nu odan au o ių i šal inį.
Recebido po : Gau a: 2025-07-22. Acei o: P iim a: 2025-11-06. 1
Va iação e minológica e al e ações climá icas
1
Te minų a ian iškumas i klima kai a (Te minos de a ian iškumas e clima)
JUDIT FREIXA (em inglês)
Uni e sidade Pompeu Fab a
E-mail: [e-mail p o egido]du
ORCID ID: h ps: o cid.o g/0000-0002-1440-5514 Campos de pesquisa:
neologia, e minologia, lexicog a ia, es udos de gêne o.
h ps: doi.o g/10.35321/ e m32-01 (em inglês)
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Resumo das conclusões
Es e a igo explo a a a iação e minológica e cogni i a den o do discu so sob e mudanças climá icas. A a és da
análise de 80 concei os de glossá ios ambien ais e bases de dados e minológicas, iden i ica como os e mos e oluem
e a iam - g a icamen e, mo osin a icamen e, léxicamen e ou po edução. O es udo des aca como e mos
a ian es, como camada de ozônio, escudo de ozônio ou ozonos e a, deno am o mesmo concei o, mas p opõem
abo dagens di e en es e a i am di e en es quad os cogni i os. Pala as-cha e: a iação e minológica, a iação
cogni i a, mudança climá ica.
ANOTACIJA Šiame s aipsnyje nag inėjamas e minų i kogni y inis a ian iškumas klima o kai os disku se.
Išanaliza us 80 są okų iš aplinkos apsaugos specialiųjų žodynų i e minų duomenų bazių, nus a y a, kaip e minai
e oliucionuoja i kin a g a iniu, mo osin aksiniu, leksiniu lygmenimis a dėl edukcijos. Ty imas a skleidžia, kaip
e minų a ian ai, okie kaip ozone laye (ozono sluoksnis), ozone shield (ozono skydas) a ozonos e a
(ozonos e a), žymi ą pačią są oką, ačiau pe eikia ski ingus požiū ius i ak y uoja ski ingus kogni y inius
modelius.
ESMINIAI ŽODŽIAI: e minų a ian iškumas, kogni y inis a ian iškumas, klima kai a.
1
Uma e são an e io des e ex o oi ap esen ada na 6a Con e ência Cien í ica In e nacional "Dimensões
Cien í icas, Adminis a i as e Educacionais da Te minologia", que oco eu no Ins i u o da Língua Li uana, em
Vilnius (Li uânia) nos dias 16 e 17 de ou ub o de 2025.
2
INTRODUÇÃO
A pa i do ano 2000, o e mo biocombus í el o nou-se um dos e mos mais usados no campo da
ciência ambien al. Os biocombus í eis podem se usados pa a ge a ele icidade, p oduzi calo
ou mo imen o e se i a ou os ins domés icos, indus iais ou elacionados ao anspo e. O
biocombus í el é impo an e po que es á a ajuda a e i a os combus í eis ósseis. Os
biocombus í eis são ob idos a pa i de ma é ia o gânica (biomassa), que pode se
ans o mada em combus í eis líquidos, sólidos ou gasosos a a és de p ocessos ísicos,
químicos ou biológicos. Um desses p ocessos é a biogasi icação, uma écnica baseada na diges ão
anae óbica (ou seja, na ausência de oxigênio) de esíduos o gânicos em biogás. O gás p imá io
p oduzido a a és da biogasi icação é o me ano, azão pela qual es e p ocesso ambém é
conhecido como biome anização (ou biome anização, dependendo da a iedade de inglês usada). No
en an o, po azões de economia linguís ica e de neu alização semân ica do p e ixo bio-, é
comumen e e e ida simplesmen e como me anização (ou me anização).
Es es ês e mos - biogasi icação, biome anização e me anização - jun amen e com as suas
a ian es o og á icas, o necem um exemplo ilus a i o que in oduz o assun o des e a igo:
a a iação e minológica no ocabulá io das al e ações climá icas. Es e ocabulá io é um
e eno pa icula men e é il pa a o es udo da a iação e minológica e, mais
especi icamen e, pa a a análise da a iação cogni i a. Nes e a igo, explo a emos a conexão
en e a a iação denomina i a - ou seja, o uso de e mos di e en es pa a se e e i ao mesmo
concei o - e a a iação cogni i a.
Quad o eó ico
Va iação e minológica
A a iação e minológica ecebeu conside á el a enção dos es udiosos nos úl imos 25 anos, que a
2
abo da am a pa i de uma sé ie de pe spec i as eó icas. Cab é (1999), em sua Teo ia
Communica i a da Te minologia, p opõe uma abo dagem in eg a i a que conec a as dimensões
linguís icas, cogni i as e comunica i as. A pa i des e pon o de is a, a a iação não é
conside ada uma alha e minológica, mas sim uma espos a uncional a di e en es con ex os de
uso. Além disso, pa a Cab é, os e mos não pe encem a sis emas echados e uni o mes; Em ez
disso, exis em em di e sos con ex os comunica i os, que dão o igem a múl iplas exp essões pa a o
mesmo con eúdo especializado. Nes e sen ido, a a iação e minológica e le e não apenas
di e enças linguís icas no uso, mas ambém di e enças na pe cepção e ep esen ação do
conhecimen o. F eixa (2003; 2006; 2013; 2022) abo dou a a iação e minológica a pa i de uma
pe spec i a mul idimensional, in eg ando ambém aspec os linguís icos, cogni i os e
comunica i os. Em linha com Cab é, F eixa (2003) en a iza que a a iação denomina i a de e
2
Va iação e minológica é, es i amen e alando, qualque a iação que a e a e mos, mas nes e a igo a usamos
em seu sen ido mais comum, como a a iação que a e a denominações, e assim a usamos como sinônimo de a iação
denomina i a.
3
não se is o como um enômeno ma ginal ou inciden al, mas como uma ca ac e ís ica ine en e
da linguagem especializada. A a és de es udos de co pus de ex os com di e en es ní eis de
especialização no domínio ambien al, ela iden i ica múl iplos a o es que in luenciam o
su gimen o de a ian es: o p opósi o comunica i o do ex o, o ní el de conhecimen o do au o e
do público-al o, o canal de comunicação e a es u u a concei ual do domínio, en e ou os. Em
seu a igo de 2006, F eixa p opõe uma ipologia das causas da a iação e minológica que nos
pe mi e en ende a a iação não simplesmen e como uma mul iplicidade de o mas, mas como
uma es a égia uncional e cogni i a que a ende a di e sas necessidades comunica i as. Em sua
pesquisa mais ecen e (2022), ela insis e na na u eza dinâmica do conhecimen o especializado,
mos ando como esse dinamismo se e le e nas denominações lu uan es que eme gem den o
dos discu sos em que o conhecimen o é cons uído e comunicado. Ela des aca pa icula men e
os papéis da popula ização cien í ica e da ans e ência in e lingüís ica e in e cul u al. A es e
espei o, ela a gumen a que a a iação de e se is a como um ecu so que pe mi e a adap ação
do discu so especializado a di e en es con ex os de uso, sem necessa iamen e esul a em uma
pe da de p ecisão e minológica. O seu abalho con ibui, assim, pa a consolida uma isão
in eg a i a e não p esc i i a da e minologia.
A pa i de uma pe spec i a sociocogni i a, Temme man (2000) analisa a e minologia como um
enômeno anco ado na expe iência cole i a e no conhecimen o compa ilhado. Seu modelo
desa ia a igidez das abo dagens clássicas e econhece a na u eza dinâmica, lexí el e
con ex ualizada dos concei os, com especial a enção à a iação concei ual. Po ou o lado, da
pe spec i a da Te minologia Baseada em Quad o (Fabe e al. 2009; Fabe 2022), a a iação é
examinada na in e secção da cognição, do discu so e das ecnologias da linguagem. Es as
abo dagens demons am que a a iação e minológica é um enômeno complexo e p odu i o, que
eque abo dagens in e disciplina es e dinâmicas pa a a sua plena comp eensão.
Va iação cogni i a
Ao con á io da a iação denomina i a, que diz espei o às di e en es denominações usadas
pa a um único concei o, a a iação cogni i a ou concei ual e e e-se às á ias manei as pelas
3
quais um de e minado concei o pode se cons uído, in e p e ado e ep esen ado,
dependendo de a o es con ex uais, cul u ais, ideológicos ou disciplina es. Es e ipo de
a iação é equen emen e e le ido no uso de e mos di e en es pa a abo da o concei o a
pa i de pe spec i as dis in as. Fe nández-Sil a (2011; 2016; 2022) começa com a necessidade
de i além da isão adicional do concei o como uma en idade ixa e uni e sal, p opondo, em
ez disso, uma concepção dinâmica, si uada e cons uída pelo discu so. De aco do com
Fe nández-Sil a, a a iação concei ual é ine en e à e olução do conhecimen o cien í ico e
écnico, bem como à sua
3
Nes e a igo, usamos esses dois e mos como sinônimos, embo a a a iação concei ual seja mais equen emen e
usada pa a se e e i a mudanças ou di e enças no p óp io concei o associado a um e mo, enquan o a a iação
cogni i a se e e e a como um alan e concei ualiza ou pe cebe um concei o em um de e minado momen o ou em um con ex o especí ico.
4
ci culação en e di e en es comunidades. Ela a gumen a que os concei os especializados não são
en idades echadas, mas es u u as abe as moldadas a a és de p ocessos de enquad amen o
e econ ex ualização. A es e espei o, ela se baseia em F ame Seman ics (1977) de Fillmo e pa a
en a iza que os concei os são a i ados a a és de es u u as cogni i as complexas que
de e minam quais aspec os do conhecimen o se o nam salien es em cada si uação comunica i a.
Des a pe spec i a, a a iação concei ual eme ge como um enômeno na u al e necessá io na
comunicação especializada, especialmen e quando o conhecimen o ci cula en e comunidades com
di e en es p io idades, ní eis de expe iência ou posições ideológicas. Den o da abo dagem de
Te minologia Baseada em Quad o, Fabe e al. (2009) e U eña Gómez-Mo eno e al. (2013)
desen ol e am e amen as pa a ep esen a a a iação concei ual nas bases de conhecimen o
e minológico. Combinando elações semân icas, mis u a de quad os e dinâmica cogni i a, sua
abo dagem cap u a como um único e mo pode se concei ualizado de o ma di e en e em odas
as disciplinas. Bení ez e León-A aúz (2023) explo am ainda mais como a a iação concei ual pode
se as eada po meio de mé odos compu acionais aplicados a co po a mul ilíngues, e elando
como o mesmo concei o pode se enquad ado de o ma di e en e en e línguas e cul u as. De
aco do com os au o es, isso le an a desa ios signi ica i os pa a a adução especializada, a
comunicação in e nacional e a ges ão global do conhecimen o. Da mesma o ma, Te cedo (2011)
abo da a dinâmica cogni i a dos concei os, des acando a in luência da mudança social na
econ igu ação do conhecimen o especializado. Ela examina como os concei os e oluem ao longo
do empo, ge ando ensões en e ep esen ações mais an igas e mais no as, e como essas
ensões se mani es am no discu so. A a iação concei ual, en ão, ambém é ap esen ada como o
esul ado de um p ocesso e olu i o, não apenas comunica i o - uma isão compa ilhada po
es udiosos como Du y e Le ad (2008), e mais ecen emen e, Du y (2022) e Du y e Pic on (2024), que
se concen am na a iação e minológica de uma pe spec i a diac ônica. Em conclusão, a
a iação concei ual é ine en e à na u eza si uada e dinâmica do conhecimen o especializado. Seu
es udo melho a nossa comp eensão de como os e mos - e seus signi icados - são p oduzidos,
ansmi idos e negociados em discu sos que inco po am di e sas isões do mundo.
Te minologia das al e ações climá icas
A mudança climá ica é um enómeno complexo que exige uma e minologia p ecisa capaz de se
adap a ao co po de conhecimen os em cons an e e olução nes e domínio. Nas úl imas
décadas, o ocabulá io associado às mudanças climá icas se desen ol eu apidamen e,
in luenciado po a o es cien í icos, polí icos, de mídia e educacionais. Po an o, não é
apenas impo an e iden i ica e mos especí icos, mas ambém en ende como esses
e mos eme gem, a iam e são comunicados, dependendo do con ex o comunica i o, do ní el
de expe iência e de ou as a iá eis que podem a e a seu uso.
5
Guslyako a, Valee a e Va ko a (2020) analisam como no os e mos ambien ais (neologia e de)
eme gem e se espalham na educação e na mídia. Esses neologismos e le em o su gimen o de
no os concei os (po exemplo, ga bologia) e a necessidade de encon a manei as e icazes de
nomeá-los e comunicá-los. Os au o es a gumen am que os componen es ideológicos e
educacionais são undamen ais pa a a al abe ização ambien al e que esses neologismos se em
não apenas uma unção denomina i a, mas ambém a uam como e amen as pe suasi as que
moldam o discu so educacional e polí ico. Consequen emen e, uma das ca ac e ís icas
de inido as do discu so climá ico é a sua cons an e p odução de neologismos. Es e dinamismo
es á ambém elacionado com a na u eza in e disciplina do conhecimen o climá ico. Moo e e
al. (2021), po exemplo, analisam o e mo ans o mação no con ex o da mi igação das mudanças
climá icas. Em sua e isão sis emá ica, eles obse am que o e mo é usado de o ma ambígua e
com múl iplos signi icados, a iando de mudanças ecnológicas a p o undas econ igu ações
sociais. Es a polissemia e le e a complexidade dos enômenos climá icos e a di e sidade de
pe spec i as disciplina es en ol idas. Assim, e mos como ansição ene gé ica,
ans o mação sis êmica ou jus iça climá ica êm não apenas peso écnico, mas ambém
signi icado polí ico e é ico. Assim, Moo e e al. concluem de o ma semelhan e que a e minologia não apenas desc e e a mudança, mas pa icipa a i amen e na sua cons ução discu si a.
De uma pe spec i a p agmá ica, Ca ió-Pas o e Candel-Mo a (2012) ambém a gumen am que a
e minologia de e se en endida como um enômeno con ex ual e discu si o, além de qualque
p esumida igidez no ma i a. A a és da análise de co pus, eles mos am que a escolha de
e mos elacionados ao clima depende de a o es como o gêne o do ex o (acadêmico, midiá ico,
educacional), o público-al o (especialis as, es udan es ou leigos), bem como o canal de
comunicação e o p opósi o: p ecisão écnica, disseminação simpli icada ou e ei o e ó ico. Eles
a gumen am que a especi icidade comunica i a (quem ala, com quem e pa a que p opósi o) é
cen al na escolha e minológica.
De uma pe spec i a mais o ien ada pa a o discu so, o Bu eau (2024) demons a que as
ep esen ações concei uais das mudanças climá icas a iam não apenas na e minologia, mas
ambém nos quad os de e e ência a i ados em di e en es discu sos. Compa ando co po ações
de especialis as e de mídia, ela encon a di e enças signi ica i as na o ma como as causas,
soluções e esponsabilidades elacionadas à mudança climá ica são concei ualizadas. Essas
descobe as se alinham com Roge s (2004), que obse a que o discu so da mídia ende a
simpli ica e econ igu a o conhecimen o cien í ico sob e o clima, p oduzindo concei os
híb idos e às ezes imp ecisos, embo a mais acessí eis ao público em ge al.
Também se mos ou que as me á o as concei uais desempenham um papel cen al na o mação
da comp eensão das mudanças climá icas. Haddad Haddad e Mon e o-Ma ínez (2021) apon am que
exp essões como pegada de ca bono ou cap u a de ca bono uncionam como me á o as
es u u an es, p oje ando quad os cogni i os especí icos em enômenos abs a os. Essas
me á o as não apenas ajudam a comp eensão, mas ambém o ien am a ação, uma ez que cada
quad o implica uma manei a di e en e de pe cebe e abo da o p oblema. A ans e ência de ais
me á o as en e línguas e cul u as pode ge a ensões semân icas. No seu es udo de
con as i o inglês-á abe, os au o es des acam a di iculdade de aduzi com p ecisão as implicações concei uais, o que pode a e a
6
e icácia comunica i a em con ex os mul ilíngues. Cabezas-Ga cía e León-A aúz (2022)
e o çam es a ideia, demons ando que a comunicação sob e as al e ações climá icas
acomoda a ian es e minológicas adap adas a di e en es necessidades comunica i as.
Po exemplo, a escolha en e o aquecimen o global e a c ise climá ica não é neu a: implica
di e enças na ideologia, no egis o e na in enção comunica i a. A o ma como os e mos
são usados pode molda a pe cepção pública.
No en an o, es udos ecen es, como Goldwe e al. (2024) suge em que a mudança de
e minologia não a e a necessa iamen e as in enções compo amen ais. Em sua pesquisa
expe imen al, eles descob i am que subs i ui e mos como aquecimen o global po c ise
climá ica não e e impac o es a is icamen e signi ica i o na on ade das pessoas de
oma medidas climá icas. Es a cons a ação con ida a uma isão mais ma izada da
in luência di e a da linguagem no compo amen o ambien al, embo a não desca e o seu papel no enquad amen o cogni i o.
Dados e me odologia
A pesquisa empí ica sob e a a iação e minológica baseia-se na análise de ex o, uma ez que
esse é o ambien e na u al dos e mos e onde seu compo amen o eal pode se obse ado.
Pa a es e es udo, decidimos basea -nos em glossá ios, assumindo que a a iação egis ada lá
se á meno do que a a iação que ealmen e exis e. Des a o ma, basea emos as nossas
obse ações nos exemplos que passa am pelos il os aplicados pelos e minólogos ou
especialis as que compila am os glossá ios, e que de em se os mais es abilizados no uso dos
especialis as.
Pa a compila uma lis a dos e mos mais ep esen a i os no ocabulá io elacionado à mudança
climá ica, consul amos á ios glossá ios ecupe ados a a és de pesquisas no Google. Es es
incluem Glossá io de Te mos de Mudanças Climá icas (Agência de P o eção Ambien al dos Es ados
Unidos), The Clima e Dic iona y: An E e yday Guide o Clima e Change (P og ama de
Desen ol imen o das Nações Unidas), Glossá io de Mudanças Climá icas (BBC News), Glossá io de
Mudanças Climá icas: De inição de Te mos-cha e (Sus ainable T a el In e na ional) e Glossá io
(O ice o Clima e Educa ion). Depois de selecciona mos os 100 e mos que apa eciam no maio
núme o de glossá ios, p ocu ámo-los em duas bases de dados e minológicas: IATE (Te minologia
In e ac i a pa a a Eu opa, da União Eu opeia) e Ce ca e m (po Te mca , go e no ca alão,
Gene ali a de Ca alunya). A selecção inal consis iu em 80 concei os, cada um ep esen ado po
um ou mais e mos, odos documen ados em pelo menos uma das bases de dados (a maio ia em
ambas). A lis a comple a dos 80 concei os e suas a ian es es á disponí el no apêndice. Pa a a
classi icação o mal das a ian es, baseamo-nos na ipologia p opos a po F eixa (2003), que
ag upa as a ian es de aco do com se a mudança é g á ica, mo osin á ica, de edução ou léxica.
Es a classi icação pe mi e ambém a análise do g au de equi alência concei ual en e as
a ian es (nos casos com mais de duas denominações, compa ámos as com a meno di e gência
o mal). Finalmen e, pa a analisa o uso e a e olução dos e mos ao longo do empo no discu so
especializado, usamos o Google Ng am
7
Viewe , uma e amen a que pe mi e a compa ação de a é cinco denominações
simul aneamen e em um único eixo empo al, pe mi indo-nos as ea a apa ência e a
equência ela i a de cada e mo ao longo do empo. Pa a compa a os esul ados com o uso
e a e olução dos e mos no discu so jo nalís ico, usamos Fac i a, o maio banco de dados de
4
imp ensa do mundo, da Dow Jones.
RESULTADOS E ANÁLISE
Nes a secção, analisamos p imei o o índice denomina i o dos concei os incluídos na nossa
amos a de e mos. Em seguida, o e ecemos uma análise inicial de exemplos selecionados com
base na sua classi icação o mal, des acando as ca ac e ís icas dis in i as das a ian es
denomina i as e colocando especial ên ase nos casos de a iação cogni i a. Finalmen e,
examinamos aglome ados de e mos selecionados pa a obse a como di e en es a ian es
mos am di e en es pe spec i as cogni i as e como elas e oluí am ao longo do empo ao longo do eixo empo al.
Índice denomina i o
A maio ia dos nossos 80 concei os são ep esen ados po um ou dois e mos. Mas 20%
são ep esen ados po 3 e mos e, como pode se is o na Tabela 1, um concei o é
ep esen ado po 6 e mos e ou o po 7. Assim, o índice denomina i o (ou seja, o
núme o médio de denominações po concei o, de aco do com F eixa 2003) é de 2,37
denominações po concei o.
Quad o 1. Dis ibuição dos G upos Denomina i os po Núme o de Denominações Den Quan idade% 1
25 31,25 2 25 31,25 3 16 20,00 4 6 7,50 5 6 7,50 6 1 1,25 7 1 1,25 To al 80 100% Índice ---- 372, Rep esen ado po
um e mo, emos exemplos como dese i icação, e ei o es u a, p ecu so do ozônio,
an opoceno, ewilding e economia ci cula . Cu iosamen e, os ês p imei os são e mos mais
an igos (nenhum depois de 1970), enquan o os úl imos ês são mais ecen es ( odos apa ecendo
po ol a de 2010), en ão, a idade de um e mo não pa ece de e mina se ele em ou não
denominações al e na i as. A equência ambém não pa ece se um a o decisi o, uma ez que
odos es ão en e os concei os mais equen emen e u ilizados no discu so elacionado ao clima.
Da mesma o ma, nenhum p ocesso especí ico de o mação de pala as pa ece go e na sua
a iabilidade. Assim, a ques ão de po que alguns
4
O Dow Jones. Fac i a. Base de dados. Disponí el em: h ps: www.dowjones.com/p oduc s/ ac i a.
8
Alguns concei os ap esen am a iações e minológicas e ou os não e ão de se es udados
em abalhos u u os. Ou o e ço (31,25%) dos concei os é ep esen ado po duas
denominações, enquan o o e ço es an e (37,50%) é ep esen ado po mais de duas. Os
concei os ep esen ados pelo maio núme o de denominações são: hid o ac u a (com
acking hid áulico, acking hid áulico, hid o acking, hyd o- ac e HF) e ecológico (amigá el
ao meio ambien e, ecológico, ecológico, ecológico).
Dis ibuição o mal da mudança
Abo damos o es udo da equi alência semân ica en e denominações que se al e nam pa a o
mesmo concei o analisando o ipo de a iação o mal obse ada. Como mos ado na Tabela 2 e
seguindo a classi icação p opos a po F eixa (2003), ag upamos os exemplos em qua o
ca ego ias com base em se a mudança é g á ica, mo osin á ica, edução ou léxica.
Podemos e que a maio ia dos exemplos se ag upam nos dois ex emos: a mudança
meno , que é simplesmen e g á ica, e a maio , que en ol e uma mudança léxica. Quad o 2.
Classi icação po ipo de a iação o mal
Exemplos
de
29.89
g a ação
g á ica 29
paleoclima-
ologia
paleoclima-
ologia
mo osin -
á ica 13
13,40
la agem
e de
la agem
e de
Redução de
20 20.83
biomassa
i a
biomassa léxica 35 36,45 me cado de ca bono comé cio de ca bono /
Va iação g á ica
Os exemplos de a iação g á ica ep esen am o mais al o g au de equi alência semân ica. Es es
incluem al e nâncias en ol endo hi enação (po exemplo, ag oecologia, ag oecologia de
biocombus í el, ze o líquido, ze o líquido), espaçamen o (onda de calo de onda de calo , águas
esiduais de águas esiduais, in usão de água salgada, in usão de água salgada) e di e enças
o og á icas en e o inglês b i ânico e o ame icano (paleoclima ologia, paleoclima ologia,
biome anização, e o es ação, e o es ação). Todos esses exemplos são seman icamen e
idên icos e não êm cono ações dis in as além das con enções o og á icas egionais. Isso ambém
inclui inúme os casos de o mas comple as e ab e ia u as, como ac ônimos (ca ego ia de po encial
de aquecimen o global GWP, aumen o do ní el do ma SLR, gases de e ei o es u a GHG), ó mulas
químicas (dióxido de ca bono CO2) ou ou as o mas ab e iadas (po encial de oxidação- educção de
edox, po encial de biodi e sidade, biodi e sidade biológica, ansiedade ecológica, ecoanxie y, e c.).
Em mui os desses casos, o mas ab e iadas (como SLR ou GWP) endem a apa ece com mais
equência em ex os com um maio g au de especialização.
9
Va iação mo osin á ica
A a iação mo osin á ica é menos equen e (13,40%) e es á associada p incipalmen e a
mudanças mo ológicas, como en e o mas nominais e e bais (compensa ca bono, compensa
ca bono, la a e de), ou a iação en ol endo su ixo (mudança climá ica, al e ação climá ica,
e ilizan e ni ogenado, e ilizan e ni ogenado, amigá el ao meio ambien e). Alguns exemplos
mos am ees u u ação sin á ica, como na pe da de biodi e sidade. A maio ia desses casos
ap esen a um al o g au de equi alência, com pouca ou nenhuma di e ença deno a i a ou
conno a i a. A al e nância en e as al e ações climá icas e as al e ações climá icas me ece uma
a enção pa icula . Como pode se is o na igu a 1, ambos os e mos e am a amen e usados
an es de meados da década de 1980 e e am amplamen e es i os a ex os cien í icos. No
en an o, com o a anço da clima ologia e o desen ol imen o de modelos climá icos mais
so is icados, a mudança climá ica ganhou ação como o e mo ge al pa a desc e e mudanças
nos pad ões climá icos globais. Em 1988, o Painel In e go e namen al sob e Mudanças Climá icas
(IPCC) oi es abelecido como o p incipal ó gão de a aliação da ciência do clima, consolidando a
mudança climá ica como o e mo pad ão no discu so polí ico e cien í ico in e nacional. Isso
explica o aumen o acen uado do uso (cu a azul) após 1985, uma endência que con inuou
inin e up a, enquan o a mudança climá ica pe maneceu ma ginal em equência.
Figu a 1. E olução empo al das al e ações climá icas e das al e ações climá icas
Redução
Um ipo de a iação e minológica que é equen emen e negligenciada, apesa de sua ele ância
quan i a i a (20,83%), é aquele que esul a da edução das o mas sin agmá icas. Es as são
mui as ezes eduções ana ó icas, onde a pa e eliminada é ecupe ada do con ex o, mas em
ou os casos a o ma eduzida não é ana ó ica, seja po que se o nou lexicalizada, ou po que a
o ma es endida inclui in o mações menos ele an es ou edundan es. A dis ância semân ica
en e as o mas al e nadas depende de se a edução é ana ó ica (no qual caso a equi alência é
apenas dependen e do con ex o) ou léxica ( ipicamen e mos ando um al o g au de equi alência
semân ica).
16
M.-C. L[…]Homme, Ames e dão: John Benjamins, 421[…]434.
DOI: h ps://doi.o g/10.1075/ l p.23.19du .
Du y Pascaline, Le ad Susanne 2008: La a ia ion synonymique dans la e minologie de
léne gie: app oches synch onique e diach onique, deux é udes de cas [Va iação
sinônima na e minologia da ene gia: abo dagens sinc ónicas e diac ónicas, dois es udos
de caso]. […] LSP e Comunicação P o issional (2001-2008). Du y Pascaline, Pic on Au élie
(ed.) 2024: A dimensão diac ônica nas línguas de especialidade. […] Léxico
35.
União Eu opeia. IATE […] Te minologia in e a i a pa a a Eu opa [Acessado em 17 de julho
de 2025]. Disponí el no ende eço: h ps: www.ia e.eu opa.eu.
Fabe Pamela 2022: Te minologia baseada em quad os. […] Pe spec i as eó icas sob e
e minologia: explicando e mos, concei os e conhecimen os especializados, eds. P. Fabe ,
M.-C. L[…]Homme, Ames e dão: John Benjamins, 353[…]376. DOI:
h ps://doi.o g/10.1075/ l p.23.20 e .
Fabe Pamela, León-A aúz Pila , P ie o Juan A. 2009: Relações semân icas, dinâmica e bases
de conhecimen o e minológico. […]Ques ões a uais em es udos de línguas 1(1), 1[…]23.
Fe nández-Sil a Sabela 2011: Va iação e minológica e cognição: a o es cogni i os na
denominação do concei o especializado [Va iação e minológica e cognição: a o es
cogni i os na designação do concei o especializado]: Ph.D. diss., Uni e sidade Fab a Pompeu.
Fe nández-Sil a Sabela 2016: O papel cogni i o e e ó ico da a iação de e mos e sua
con ibuição pa a a cons ução do conhecimen o em a igos de pesquisa. […] Te minologia:
Re is a In e nacional de Ques ões Teó icas e Aplicadas em Comunicação Especializada
22(1), 52–79.
Fe nández-Sil a Sabela 2022: Abo dagens cogni i as pa a o es udo da a iação de e mos. […]
Pe spec i as eó icas sob e e minologia: explicando e mos, concei os e conhecimen os
especializados, eds. P. Fabe , M.-C. L[…]Homme, Ames e dão: John Benjamins, 435[…]456.
Fillmo e Cha les J. 1977: ópicos em semân ica léxica. […] Ques ões a uais na eo ia
linguís ica, ed. R. W. Cole, Blooming on: Indiana Uni e si y P ess, 76 […] 138. Es e é o p imei o
li o da sé ie. F eixa Judi 2003: La a iació e minològica: Anàlisi de la a iació denomina i a
en ex os de di e en g au despeciali zació de là ea de medi ambien [Va iação
e minológica: Análise da a iação denomina i a em ex os com di e en es ní eis de
especialização no campo do ambien e]: PhD diss., Uni e si a Pompeu Fab a. F eixa Judi 2006:
Causas da a iação denomina i a na e minologia: uma p opos a de ipologia. Te minologia:
In e na ional Jou nal o Theo e ical and Applied Issues in Specialized Communica ion 12(1),
5177.
17
F eixa Judi 2013: Ou a ez sob e as causas da a iação denomina i a [De no o sob e as
causas da a iação denomina i a]. […] Deba e Te minológico, 9 38 […] 946. F eixa Judi 2022:
Causas da a iação e minológica. […] Pe spec i as eó icas sob e e minologia:
explicando e mos, concei os e conhecimen os especializados, eds. P. Fabe , M.-C.
L[…]Homme, Ames e dão: John Benjamins, 399-420. DOI: h ps://doi.o g/10.1075/ l p.23.18 e.
Goldwe Danielle, Doell Kimbe ly C., Van Ba el Jay J., Vlasceanu Madalina 2024: A
e minologia das mudanças climá icas não in luencia a on ade de oma medidas
climá icas. […] Jo nal de Psicologia Ambien al 100, 1[…]5. Guslyako a Alla, Valee a Nailya,
Va ko a Olga 2020: "Neologia e de" e seu papel na educação ambien al (uma abo dagem de
discu so da mídia). […] E3S Web o Con e ences (Web de Con e ências da E3S)
169(4), 05004.
Haddad Haddad Amal, Mon e o-Ma ínez Sil ia 2021: La me á o a en la e minología del
cambio climá ico: Un es udio con as i o inglés-á abe [Me á o a na e minologia das
mudanças climá icas: um es udo con as an e em inglês e á abe]. […] UGR Digibug.
Disponí el no ende eço: h ps: digibug.ug .es.
Painel In e go e namen al sob e a Al e ação Climá ica (IPCC). n.d. Rela ó io Especial:
Aquecimen o Global de 1,5 oC. Glossá io. Disponí el em: h ps:
www.ipcc.ch/s 15/chap e /glossa y. O Me O ice. Não é possí el. Glossá io de al e ações
climá icas. Disponí el em: h ps:
wea he .me o ice.go .uk/clima e-change/clima e-glossa y Moo e B endan, Ve ue h
Ca oline, Minas Angela Mae, Tipping Ch is ianne, Mande Sa ah, Lo enzoni I ene, Hoolohan
Clai e, Jo dan And ew J., Whi ma sh Lo aine 2021: T ans o mações pa a mi igação das
mudanças climá icas: uma e isão sis emá ica da e minologia, concei os e
ca ac e ís icas. Re isões in e disciplina es de Wiley: Al e ações climá icas 12(6), e738.
Esc i ó io de Educação sob e o Clima (OCE). Glossá io. Disponí el em: h ps:
www.oce.global/en/ esou ces/clima e-science/glossa y. Ma ga e Roge s 2004:
Mul idimensionalidade em Sis emas de Concei os: Uma Pe spec i a Tex ual Bilíngue.
Te minologia: In e na ional Jou nal o Theo e ical and Applied Issues in Specialized
Communica ion 10(2), 215240. Viagens Sus en á eis In e nacionais 2024: Glossá io de
Mudanças Climá icas: De inições de Te mos-cha e. Disponí el em: h ps:
sus ainable a el.o g/clima e-change-glossa y. Temme man Ri a 2000: Em di eção a no as
o mas de e minologia Desc ição: A abo dagem sociocogni i a, Ams e dã/Filadél ia: John
Benjamins. Te cedo Ma ibel 2011: A dinâmica cogni i a da a iação e minológica.
Te minologia 17(2), 181197. DOI: h ps://doi.o g/10.1075/ e m.17.2.01 e .
18
TERMCAT (Cen o de Te minologia da Ca alunha). n.d. *Ce ca e m […] Base de dados
e minológicos* [Ce ca e m […] Base de dados e minológicos] [Acessado em 17 de
julho de 2025]. Disponí el em: h ps: www. e mca .ca /ence ca e m. P og ama
das Nações Unidas pa a o Desen ol imen o (PNUD) 2023: O Dicioná io do Clima: Um
Guia Diá io pa a a Mudança Climá ica. Disponí el em: h ps:
clima ep omise.undp.o g/news-and-s o ies/clima e-dic iona y-e e ydayguide-clim-
a e-change.
Agência de P o eção Ambien al dos Es ados Unidos (EPA) 2016: Glossá io de Te mos de
Mudanças Climá icas. Disponí el em: h ps:
19janua y2017snapsho .epa.go ://clima echange/glossa yclima e-change- e ms_.h ml.
U eña Gómez-Mo eno, Manuel José, Fabe Pamela, Cas o Mi iam Buendía 2013: Mis u a
de quad os em linguagem especializada: lo ação de algas noci as. Te minologia:
In e na ional Jou nal o Theo e ical and Applied Issues in Specialized Communica ion
19(2), 175201. DOI: h ps://doi.o g/10.1075/ e m.19.2.02gom.
Apêndice 1: Lis a de e mos
1. ag oecologia, ag oecologia 19.
2. albedo, in ensidade
3. an opoceno 20. me cado de
4. Comé cio
5. ae osol a mos é ico 21.
6. neu o em e mos de du ação da ida
emissões de gases de e ei o es u a, 7.
biodi e sidade, emissões de gases de
pe da de biodi e sidade, pe da de
de ca bono, compensação de ca bono,
9. biocombus í el, biocombus í el 24.
CO2, 10. biogasi icação,
de ca bono, biome anização de
a mazenamen o de dióxido de
11. biomassa, biomassa
12. bios e a 27. al e ações climá icas,
28. adap ação às al e ações
ca bono, cap u a de CO2, cap u a de
adap ação ao clima, cap u a de dióxido
15. ciclo do ca bono, ci culação do ca bono
16. dióxido de
17. emissões de dióxido de ca bono,
jus iça climá ica emissões de CO2
ao clima 18. pegada de ca bono,
esiliência climá ica pegada de
in ensidade de ca bono, in ensidade de CO2, ca bono
de dióxido de e le ância, CI
ca bono, comé cio de ca bono, emissões
an opogénico
ca bono neu o, ca bono neu o, clima
a mos é ica, neu o em e mos de
neu al em e mos de biodi e sidade,
e ei o es u a, 8. neu al em e mos de
biodi e sidade, pe da de 22. compensação
di e sidade biológica, e osão da biodi e sidade, 23. emoção de ca bono, emoção de dióxido de ca bono, e osão da biodi e sidade CDR
seques o de ca bono, seques o de
biome anização, seques o de dióxido
ca bono, me anização,
ca bono, a mazenamen o de me anização de ca bono 25. sumidou o de ca bono, sumidou o de dióxido de ca bono, sumidou o
i a 26. economia ci cula
al e ações climá icas 13. economia azul
climá icas, adap ação a 14. cap u a de
ca bono, al e ações climá icas,
de ca bono, adap ação à cap u a de CO2
29. c ise climá ica, eme gência climá ica, clima
ca bono, decomposição de CO2
emissões de dióxido de ca bono, 30.
31. esiliência climá ica, esiliência
pegada de CO2, mudança de ca bono,
dióxido de ca bono 32. sensibilidade climá ica, sensibilidade
19
"Ao con á io do que se espe a a, a Câma a
Câma a dos Depu ados da Câma a dos
Câma a dos Depu ados da Câma a dos
Câma a dos Depu ados da Câma a dos
Câma a dos Depu ados da Câma a dos
Câma a dos Depu ados da Câma a dos
Câma a dos Depu ados da Câma a dos
Câma a dos Depu ados da Câma a dos
Câma a dos Depu ados da Câma a dos
Po encial de aquecimen o global, GWP 76.
e ei o es u a 77. ein odução de espécies 52.
em suspensão, SPM 53. g eenwashing,
ondas de calo em suspensão, ondas de calo ,
desen ol imen o sus en á el, SD 55.
57. hid o a u ação, acking hid áulico,
acking hid áulico, hid o a u ação,
hid o a u ação, HF
dos Depu ados da Câma a dos Depu ados da
Depu ados da Câma a dos Depu ados da
Depu ados da Câma a dos Depu ados da
Depu ados da Câma a dos Depu ados da
Depu ados da Câma a dos Depu ados da
Depu ados da Câma a dos Depu ados da
Depu ados da Câma a dos Depu ados da
Depu ados da Câma a dos Depu ados da
Depu ados da Câma a dos Depu ados."""
deg adação do solo, de e io ação do solo 51.
gases de e ei o es u a, GEICO 78. pa ículas
g eenwash, pa ículas de b ilho e de, PM,
ei iço quen e, ei iços de ei iço quen e 79.