S aipsniai / A icles 57
MINDAUGAS STROCKIS
Ins i u o das línguas Lie u ių
Di e izes de pesquisas acadêmicas: elhos g egos e la ynos
linguas p ozodia, li uães língua ki čia ação, leksicog aphijas
bases de dados.
DOI: doi.o g/10.35321/all85-03
KIRČIAVIMO SKYRIUS 1737
MET LIETUVI LABOS
GRAMATIKOJE
The Chap e on Accen ua ion in he 1737
Li huanian G amma
ANOTACIA
Em 1737 oi edi ada desconhecido au o iaus g ama ica do idioma li uânico Uni e si as
Lingua um Li uaniae é p ecoi íssimo conhecido on e, no qual co e amen e desc i as e
sužymė as p iegaidês do idioma li uânico. No en an o, as desc ições p iegais, ap esen adas
naquela g ama icana, ao lei o mode no às ezes às ezes é di ícil en ende po causa da não
comum XVIII século la yniška e minologia; adução li e al aqui não é de mui a ajuda.
Išsiaiškinus ha me o e minologiją explica-se, que udo, que lá paliudido sob e p iegaides da
língua li uãs, co esponde comple amen e aquilo, que sob e elas sabe ago a.
ESMINIAI VOODŽIAI: ki čia imas, p iegaidės, 1737, Uni e si as Lingua um Li uaniae,
skiemens kiekybė, la ynų kalba, e imas.
ANNOTATION
A g amma o Li huanian, w i en in La in and published in 1737 in Vilnius wi hou an au ho s
name unde he i le Uni e si as Lingua um Li uaniae, is he ea lies known wo k o co ec ly
desc ibe he syllable ones o Li huanian. Howe e , he desc ip ion o syllable ones in his
g amma is no always easy o unde s and o a mode n eade because o i s unusual 18 h
cen u y e minology. When his is disen angled, i becomes e iden ha all ha he g amma
es i ies abou Li huanian syllable ones is ully in line wi h wha we know abou hei
p onuncia ion oday.
KEYWORDS: accen ua ion, syllable ones, 1737, Uni e si as Lingua um Li uaniae,
syllable quan i y, La in, ansla ion.
MINDAUGAS STROCKIS
58 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXV
Desconhecido au ó ious la yniamen e esc i a e anos 1737 em Vilniuje expleida li uãos
língua g ama ica, chamada Uni e si as Lingua um Li uaniae (pazodžiui Lie u os kalbų
isuma, e isso signi ica uni e sali lie u ių kalbos o ma ou isuo inai sup an ama
a mė), ma ca pelo a o de nele pela p imei a ez li uanis ikos is o ijoje
p ecisamen e desc i as e sužymė as Li huanian language p iegaidės. Vis deles su ge
dėl o jos sky iuje, ap ašančiame ki į i p iegaides, y a i neaiškumų; kai ku ie iš
de ido não exaclaus adução lançada em 1981 anos, e alguns miglo a soa e
la iniciškame o iginalalo ex o. Nes e a igo le an a-se obje i o quan o mais
p ecisamen e aduzi desc ição de p iegaidzes da língua li uãs e escla eça a
au o iaus men į, escondinçada po nossos empos neįcomodas e minologias. Pa a
esse im alcança um mé odo adequado se ia escla ece os e mos do século XVIII,
e iuin indo os casos de seus pa o ojamen o em ou as lojas daquele empo, onde
signi icado dos e mos explica á do con ex o. Toda a desc ição de p iegaidzes da
língua li uânica Uni e si as g ama ikoje es á não nume o ame na 4a página, 3-ajame
capí ulo, subdi idido em posky ius de 1 a 5, e em odo ex o g ama ícos p iegaidės
sužymė as em odas as pala as (com pequenas exceções po e os de imp ensa).
Ma cėjimui são usados os seguin es sinais: 1) umpas a úl ima pala a skiemuo
ma cação cai iniu sinal (g a iu), como e ago a; 2) i agales ocalmen e ma cidi
lauž iniu ci kum leksu (â, ê e . ; es e signo nos empos li uanis as é usado pa a
ou o p opósi o e quando lhe é necessá ia uma denominação, chamado s ogeliu); 3)
i ap adžiai oias e d iga sia ma cimi s a menojo š i o aide (li e a an iqua),
inse a em cu sy u a sp essdin o pala a. Há g ande p obabilidade de que no
manusc i o o iginal do au o i ap adė p iegaidė enha sido ma cada dešininiu sinal
(akū u), e o mé odo an iqua aidės enha apelhado-se na imp esso a de ido a
ecniscos obs áculos, al ando a quan idade necessá ia de imp essmenas com
acū es; isso pode se is o an o po e os de imp ensa que e elam a condição do
manusc i o, e pelo a o de que di icilmen e alguém se a e e ia a g a a uma le a
no manusc i o de ou a calig a ia (S ockis 2007: 107). 4) T i agalhos duplica sia,
es an es não no úl imo da pala a skiemenyje, sinalimi no mesmo g a io sinal, como e
os cu os ozes, es an es da pala a a inal. Exis e p obabilidade, embo a e
nãolambai g ande, de que no manusc i o o iginal i agaliams doppa siam enha sido
usado la yniškas ildės sinalkas (ũ e . .; S ockis 2007: 108), usadous g eikiškam
ci kum leksu, a ojamam e a ualmen e p iegaidės žymėjime nuo Ku šaičio laikų,
cujo spaudmenų uome inei spaus u p i ūkus, oi ou a ez usado g a io znakklas.
(5) Se a umpa oz oco a não no úl imo pala a skiemenyje, ele ge almen e é
deixado sem sinal de ki cio; ki čiação capí ulo isso nãoap a a, mas plg. daly io bù ęs
linksniuo ę 27-ame (kaip mencionada, nenume uo ame) página em: Buwias, Buwusio,
Buwusiam, Buwusi e . . Se na úl ima pala a skiemenyje oco a i agaly dibólis,
ele ou é deixado sem ki čio ženklo, ou ma cado g a iu, mas neilgame g ama icos ex o
desses pala as não há mui os, e imp ado e os ambém apsidiam en ando en ende
A igos A icles 59 /
Ki čia imo sky ius 1737 me ų lie u ių kalbos g ama ikoje
au o iaus in enção, plg. 49 na página a daw (a daũ), a diey, bu żinàw g e imose
dą à dziàw (a džiaũ). Kad au o ius u ėjo de in is p ie spaus u ės ne obulumo,
eilu ėse; ambém e ao lado si uada aki aizdžią imp udos clima i i e do que, que
imp us u ė não inha le as de em e ų ( an o mais ki čiuo ų), ais, po exemplo, a
pala a conheįs a e e de esc e e pażins a (com es ômago aide em ez de akū o
ženklo e com aide n ins ead nosinės), e adiciona a no a: No andũ quòd non
p o e a u hic in sed i cancella b a, que aqui não de e ia se pe cibida in, mas pe ũ
i1. A pa i daqui pode oda undamen adai adi inha , que inicialmen e au o iaus
manusc i o bu a ki čiuo as em nosinas, e nosinas ais empos anka ainda e am
esc i as seno iškai, i. i. como pe b auk os aidés, embo a an iqua š i p in dinamos já do a ual pa ilhão.
Ob iamen e, que g ama ika Uni e si as oi des inada a es udan es com na ąja
lenkų kalba, es udia u os no en ão Vilniaus uni e si e e (Eigminas 1981: 20) e
in encionusiam o na kunigais Li u iškose pa apijose. Isso ê a pa i do a o de
que, embo a o ex o g ama ícos esc i o la yniškai, lie u iški pala as nela aduzi
não em la ynų, e em lenkų kalbą. Henceasi, pode-se espe a , que e g ama iniai
desc ições, ambém e li uães de língua p iegaidžių, se á p ide in i polkų
s uden ams. Também, isnag inėjus p iegaidžių sky ių, não deixa á dú idas, que
Uni e si as au o ius mesmo pôdė lecs ė lie u ių kalbą, po que alguns sen inhos
esc e e apenas aquele, que mesmo e a ouėjęs s uden ų klaidas.
Po an o ale pe consul a 4-oha página ex o a, a cla i ica
Li huanian linguagem p iegaides.
Accen us es mul iplex, summa au em ejus obse andi necessi as, quia con a
accen um loquens e è non in elligi u , (u pa ebi ex p axi) qua e lice non possun
omnes dic iones in hoc libello compingi, amen sal em supe his quæ ponun u
adjungen u no æ; e quidem.
Ki is são de á ias espécies e a maio necessidadebê de o segui , po que não segundo ki čius
alan e pe manece quase nãocomp eendido, como ica á da p á ica; po isso, embo a e
impossí el em es a li oela encaixa odas as pala as, mas pelo menos naquelas que são
ap esen adas, se ão adicionados [ki čio] sinais. Is o é: ... Nes e ex o bas an e cla amen e se ê
a si discussão com 84 anos an e io men e edi ada Kleino g ama ica. Kleino g ama icane sob e
a ma cação ki cio di o assim: 1 1981 m. edição aduz in e p e ando, i pe nosį (ULL 1981: 105).
Tokia in e p e ação, na u almen e, é bas an e co iga, embo a e nea spinga o iginal
o mulamen o. A pa i des e li o dos li uanos ap ende si polkų es udan es, na u almen e, de
sua na i íssima língua le as ą e ę inha puikiai знать, como supos as pe b auk os aidés.
MINDAUGAS STROCKIS
60 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXV
Accen us iplex es , u apud G æcos: Acu [us], G a is, & Ci cum lexus; qui amen
non sempe dic ionibus imponun u , nisi in e dum disc iminis & pe spicui a is
g a iâ. (PLKG 1957: 115; pg 21 da publicação o iginal). Ki is exis em de ês espécies,
como g eikos: akū as, g a is e ci kum leksas; [ jiešie znakŽinoma, Uni e si as
lai] is dėl o ne isada dedami žodžiuose, o ik ka ais, dėl a sky imo i aiškumo.“
au o iaus du an e a ida Kleino g ama ica oi expulsa há mui o, oli e além de isso,
luu e onų aplinkoje, a Uni e si as au o ius dės ė ka alikiškame Vilniaus
uni e si e e. Po isso kažin se ele podia ela usa o icialmen e como ins umen o de
ensino (a é esc e endo a sua); oda ia es es sakiniai sob e ki čio ma cação quase
não deixam dú idas, que Uni e si as au o ius oi Kleino g ama iką lendoęs e
ei o nęs suas de iciências. Kleine diz ki is são de ês espécies, como g egos,
endo em men e ês sinais de c uz: akū ą, g a į e (lauž inį) ci kum leksą, que ele
usa a não da o ma como eles são usados ago a, e como explici a i os signos
diak i icos, de aco do XVIXVIII a. la ynos de esc i a exemplo explicančius a o ma
g ama ical da pala a (S ockis 2007: 44105). Tal sis ema, cla o, se ia di ícil usa pa a
ins didác icos: se, como habi ual na esc i a de Klein, lauž inis ci kum leks apodando
kilminko galūnê, e ki čiuo o, e não ki čiuo o (pa y způsobem, e ga bês, e mo ês), como
polkų es udan e pode ia sabe , que em uma pala a al galūnê p ecisa ci ciua , e em
ou a não? Discussão com Kleinu aqui aki aizdi: Klein diz que ki is é ijų espécies;
Uni e si as au o ius esponde que ki is são de á ias espécies ( endo em men e
pelo menos 4 a ian es one icas); Kleine diz que os sinais de c uço ma cimi não
isu , mas só qual onde (disc iminis g a ia, i. i. ge almen e lá onde eles são ú eis
homog a inemas o mas sepa a , como daquele empo la ynos esc i os de
linguagem); Uni e si as au o ius esponde que os sinais de ki čio esc e em isu ,
po que sem eles besleg an e não pode á co e amen e ki čiuo i das pala as
Li u ichas, e inco ecamen e ki čiuojančio línguas quase impossí el en ende .
Toliau na 4-ajame Uni e si as página ala-se sob e indi iduais sinais de c uço. 1.
g a is acen us in ul imis syllabis posi us no a eas singula i b e i a e
p onunciandas [e bi] g[ a ia] awìs.
G a io sinal, padecido nos úl imos skiemenyse, signi ica que eles a ini com
especial ab e iação, po exemplo, a s. Linha polonês balsių ilgumai desapa eceu XV e
XVI secções (DługoszKu czabowa 2006: 134); po an o, século XVIII, como e a ual,
polkų es udan e p ecisa explicado sob e lie u iškų umpųjų balsių peculia ingo
(lenkų kalbos požiū iu) b e umas. P onunciando al pala a como a s lenkišku
A igos A icles 61 /
Ki čia imo sky ius 1737 me ų lie u ių kalbos g ama ikoje
acen o, ao li uano ele pode ia nuskambė i como bep asmis pala a, kažin que
pa eçau em a ỹs. 2. Accen us ci cum lexus no a syllabam longam p onunciandam
quasi duplicando ocalem [e bi] g[ a ia] Pônás [spaudos e o; inha se Pônas].
[Lauž inio] ci kum lekso ki is [ . y. ki čio ženklas] signi ica longą skiemenį, a si
a iną dublubinan balsį, po exemplo, põnas. Akū as galūnėje -ás, de udo
julgando, é e o de imp ensa. Qual a oz da língua o p ecisa duplica , dizendo
Li u išką i agalį õ? Cla o, polkų; gim akalbis XVIII século polkas, que endo
Li u iamen e p onuncia a pala a põnas, de e ia a i a si d igubą lenkišką o,
a si lenkiškais somsais saky ų [poˈonas]. Pode-se adi inha , que dizendo aquela
dupulão o, se ia p eciso c uciua o segundo deles e assim sai i ų acei á el
lie u iškos i agalės p iegaidės imi acija2. 3. Li e a an iqua in e cu si a posi a
no a syllabam longam quidem, sed di e sæ longi udinis à ci cum lexa, & cum
a enua ione quadam ocis e e endam: [e bi] g[ a ia] siena sciana. Wienas einen.
An iqua [ . y. s a menoyo š i o] aidė [ ie oj akū o ženklo manusc ip yje],
inse ida en e cu si inių, signi ica i gi ilgą skiemenį, mas de ou o
comp imen o do que ci kum leksinis e из a iną com ce o ce o
suscepcionamen o ocal, po exemplo, sena, enas.
2 Pode compa a -se quan o mais do que cen omecio mais a denį Ku šaičio esc i oi ou lie u iško e
lenkiško balsio o palyginimą: Bū ina en a iza , que sla ų kalbos [...] não em longgojo echa o o. Rusų e
polkų línguas es e oz sem exceção p esumo b e ai e abi iai. P onunciá-lo echado a sla ams bemaž
impossí el. pa a quem que que pob e não possa e se ace e pa a o es ende , ainda assim pe manece
panašus em meia a. (Ku šai is 2013: 54, § 50; Al onso Teko iaus imas). O iginalalo ex o: Es is
beme kenswe h, dass das Sla ische [...] kein langes, geschlossenes o ha . Im Russischen und
Polnischen wi d diese Vocal ohne Ausnahme nu ku z und o en gesp ochen. Dasselbe geschlossen
auszusp echen is dem Sla en as unmöglich. Denn wenn e in dessen Aussp ache auch mi Mühe
eine Dehnung zu S ande b ing , so bleib es dennoch einem halben a gleich. (Ku scha 1876: 18, § 50).
Na u almen e, isso oi esc i o mais de cên imo depois e é compa ado com Mažosios Lie u os
a mėmis; is e, de semelhan e es emunho de XVIII século sob e Didžiosios Lie u os a mes não
emos; no en an o e es e es emunho Ku šaičio ajuda o ma se imagem a espei o dos li uãos e
polkų línguas balsio o di e ença nos empos anks esniais.
MINDAUGAS STROCKIS
62 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXV
Posakį su a um ce o [a kažkokiu] suscepcionamen o da oz (a enua ione)3 pode
se en endido assim, que dizendo i ap adę p iegaidę, a oz em como nosilpi
pa a skiemens pabaiga. Lo yniški pala as ce amen e não signi icam que essa
p iegaidė seja di a alpnesniu balsu, como aduzida na edição de 1981 (ULL 1981:
61). 4. Accen us g a is non in ul ima syllaba no a e iam longam ab u oq[ue] ex
p io ibus di e sæ longi udinis, & du iùs p onunciandã [e bi] g[ a ia] kàłba. G a io
ki is [ki čio ženklas] não no úl imo skiemenyje signi ica ambém longą [skiemenį],
mas de di e en e comp imen o do ambos anks esniųjų, e a iną kiečiau, po
exemplo, kaba.
O que aqui signi ica a pala a kiečiau (du ius)? Isso ce amen e não signi ica
a inho mais o e, como se aduz na edição de 1981 (ULL 1981: 62). Būd a dis du us
em língua la ynas signi ica die as, i me, áu kš us, e não s ip us, sma kus. O que
Uni e si as au o ius aquilo que ia dize aos es udan es polkų? Lenkų g ama ikoje
ala-se sob e kie us e minkš us p iebalsius, semelhan emen e como e li uãos
alados. Já no século XVII la yniamen e esc i as em g amá icas da língua polkų
usados pala as du us (kie as) e mollis (minkš as), simila men e como e ago a. Po
exemplo, Volkma o g ama icane Compendium linguæ Polonicæ (Volkma 1640: 78) diz
que ais polkų kalbos p iebalsia como ź pasižymi minkš umu (excedun in molli ie), e
como ais ż pasižymi kie umu (du i ie). Também e Woynaos 1690 anos g ama ikoje
Compendiosa linguae Polonicae ins i u io esc e e, que p iebalsis ł (que na época,
como pode julga da desc ição, ainda e a p onunciado [], e não [w], como ago a) é
p onunciado kie ai (du e) (Zwoliński 1952: 396). Vadici, XVIII sézio e, quando oi esc i a
g ama ika Uni e si as, al e mo polkų kalbos moksle já e a conhecido. Assim,
la iniciamen e esc e endo du ius, aqui u ecido na cabeça lenkiškas pala a
wa dziej, kiečiau. No en an o assim é comum ala sob e p iebalsius; o que al
posaco signi ica sob e ozį
(a d iga sį)?
Pelo menos já na a ual polkų ala em ozes, a sidū ę en e dois minkš ų p iebalsių,
sup iešakėja (Os aszewska, Tambo 2000: 5253), po exemplo, [a] o na-se [æ] (men idojo li o
usa ansk ipcija [ä]). Šnekamojoje albei polkų isso e não é o icial polkų kalbo y os e mo (PJ
kalbos balsis i kai kada adinamas „minkš u balsiu“ (samogłoska miękka), no s
2006). Não há mo i o pa a conside a que a si uação de a e sido subs ancialmen e di e en e
no século XVIII; ou seja, àquilo que em polkų língua pode se chamado kie u alsiu, elação com o
que se ia nomeado 3 Aqui ainda pode-se menciona que Si ydo 1642 m. pala a a enua io
ansliama numažinimas (SD:
457) e nulaibinima (SD: 493).
A igos A icles 63 /
Ki čia imo sky ius 1737 me ų lie u ių kalbos g ama ikoje
minkš u balsiu, é al como [a] com [æ] ou, po exemplo, lenkų kalbos y [ɨ ~
] com i [i].
Tendo em con a isso, posagem, que i agalis skiemuo em al pala a como kaba
supos o kiečiau, de e ia eikš i, que a oz a aqui o na-se mais za alin. A pa i disso
pode-se p esumi que o au o us u en as em cabeça a imas não [ˈkaːba], mas
kažin algo pa ecido em [ˈkːba] (supap as in ai ansk ibuindo e nežymin
p iegaidžių). Isso não opõe-se à iden i icação Uni e si as au o iaus a mės, expos a ULL 1981:
23–384.
5. Si 1ma syllaba habe accen um quemcùnq[ue] eliquæ b e es sun . Pajoji
pa ece que es a ase diz Jei o 1-o [ e bio] skiemuo em algum que seja ki į
[qualque um dos mencionados sinais de ki cio], isso os es an es são
umpi. 1981 m. edição assim e aduz (ULL 1981: 62). Es e sen ença é a mais di ícil de en ende de odo
Uni e si as ki čio desc ição.
Uni e si as au o ius em luga mais não ala sob e nemi čiuo os skiemenos
comp imen o; comp imen o é discu ido só como c uz e p iegaidês peculia idade.
Nieku Uni e si as ex e não há quaisque ins uções, como es abelece
neki čiuo o skiemens comp imen o. Além disso, es e gene alizamen o, cla o, não é
co e o: alboje li uãos skiemens comp imen o nep iklauso do ki čio luga . Mesmo
se, hipo e icamen e, ele e osse co e o, su gi ia a ques ão, pa a que necessi ou
al gene alização, se não menciona em ou os casos (pa isadamen e, qual se ia a
comp imen o dos skiemenos não co čiuo os, se co čiuo o osse não p imei o, e
alguém ou o da pala a skiemuo?). Po isso su ge a suspei a de que aqui se ala
não sob e skiemens comp imen o, como ele é en endido ago a. Syllaba b e is aqui signi ica neki čiuo as skiemuo.
Como uni e salmen e sabido, da la inês clássico da língua ki čio luga au oma icamen e depende de
skiemens quan idade: se o an epas i o da pala a skiemuo é longos, ele é e ki čiuojamas; se
dian epascu inis skiemuo umpas, c uciuojam dian e dele es ando, i. i. e cei o do undo skiemuo.
Nos nossos empos li os didêlios da língua la ina ge almen e ma cimi odos os alsias longumas, mas
nos li os didêlios de empos mais an igos pode e p á ica, quando comp imen o sinal e a ma cado
apenas an epassui i skiemuo e assim comp imen o sinal o na a de ac o ki čio sinal (pa y, leg e, bu
habē e). Assim pala as umpas skiemuo o na-se con enien e manei a la yniškai 4 Aqui ainda é
possí el compa a i agalio d ibalsio -ai ašybą -ey 1589 anos hegzame e ( ansk ibuído eks ą i
eilėda os analizę ž . B ende 1933: 3545), po exemplo ey ( adey), Sismun (šauksmininkas; nome
Sigismundai Žygiman ai ab e iação após la yniškos poe inės o ma exemplį de ido licen ia poe ica; de
aco do hegzame o schemą es a galūnė inha ik ą, i. i. declamando oi c učiuo a); scleidia neki čiuo o
e i agalio d ibalsio ai a imą não [aɪ], mas al ez [ɪ], [ɪ], ou mesmo [əɪ].
iesa, en pa keliomis eilu ėmis žemiau ašoma i skay yk e su -ay-. Toks ašybos s y a imas a -
MINDAUGAS STROCKIS
64 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXV dize neki čiuo as skiemuo. Na e dade, no
século XVIII e a di ícil encon a ou a manei a a isso dize cla amen e. Filólogos
omênios an igos nemi ciu a skiemenim chama am syllaba g a is (sunkus skiemuo,
S ockis 2007: 34, 81, 118n.), li e almen e i e ada dos g egos e miná συλλαβὴ
βαρεῖα (S ockis 2007: 19), mas mode nos empos, o e mo g a ismei signi icou
pa a a nossa conhecida, al posakis se ia nuski us g a i i us absu damen e:
en a quem p ima syllaba e accen uum habcum (e g. g a im), que que quae sun
necess jei skiemuo ki (pa y, g a is), qual que seja, em g a idade. Pelo empo de
Rennes e am usadas e ou as sen enças, po exemplo, o g amá ico Pe us Ramus
em 1559 esc e eu g a i syllaba dep imi u (S ockis 2007: 76) e isso li e almen e
signi ica a g a iu [pazymė as] skiemuo zašpaudo án [i. e. neki čiuojamas] (pelo
ensino dos ilologos An ikos; mais a de, como mencionado, g a io znaklo signi icou
mudou pa a a nossa época conhecida, S ockis 2007: 31). No en an o e isso não
hou esse sido mui o cla o e comum pos agem aos es udan es do século XVIII. Kad
umpas skiemuo e neki čiuo as skiemuo século XVIII signi ica a o mesmo,
especialmen e na Polônia, is o de elho posakio Nos Poloni non cu amus kwan em
syllaba um mes, polkai, nesi ūpiname skiemenų kiekybe, i. i. alando la yniškai
nesi ūpiname ki čio ie a. Komiškumo dhéleia ele p ecisa p onos ica
inco e amen e ki chiuojando cada possibili ada pala a: Nos Póloni non cú amus
quan í a em syllába um. Li e a ū a pode encon a mencionado que es e posaco
su gido no século XVIII, mas Knie: 661 susci a sua o igmiu a é mesmo a publicação de
1591 ano, no qual exusso publicado a é eleginis dis ichas com absu diamen e
ne aisyklingais skiemenų ilgumais, aigi e eleginio dis icho ik ais, 1887 pa odojančiu
lenkišką ki ijučia:
Gē mănŭs ē Plnūs īn ē sē cē ăbăn ōlīm, Quān ă ēm cū ō nōn g
sllăbă ūm... (Vokie is e polkas dispu ybeis uma ez en e si: Skiemenų
kiekybe aš nesi ūpinu...)
Lá mesmo ci ado e mencionado posaco, onde só possí el e oneamen e ki čiuo us e
neki čiuo us skiemenis ma cin sinais de comp imen o e b e idade: Nos Pōlni non
cū ămus quan ī ă em syllābă um. Simila his ó ia con a-se e on Go schall 1884, 354,
onde esc e e que ši aip okiečiai šaipęsi de ne aisyklingo lenkų loquan i á em
yniško ki čia imo, o pa ys ki čiuoda ę aisyklingai (Nós Polóni non cu ámus
syllabá um). Galiausiai Büchmann 1877: 224 anda aquela his ó ia o igens no século XV,
quando o en ão ei da Polônia Casimie as Jogailai is es a a eunído com o ei da
Suécia Ka oli VIII. Nesse encon o o ei da Suécia alecido la iniamen e, mas ninguém
de polkų delegação o nesup a ęs, aigi ekę k ies i ienuolį e ėją. Ficęs Kazimie as
A igos A icles 65 /
Ki čia imo sky ius 1737 me ų lie u ių kalbos g ama ikoje
Jogailai is en ão indicês, que ninguém na Polônia pode ia ocupa al os de ca gos
es aduais, se nemokės ala la yniškai. Po isso la ynas língua na Polônia di undida,
mas menos educa ena pessoas p as ai ki čiuoda ę; de aqui su ęs e posakis. Nes e
a igo não se le an a obje i o es a his ó ia con i ma ou e u a , mas emos que
pa a dize ki čio ie a, oi di o skiemens kiekybė.
Gálicamen e, al piçada en ou a é no d ama de F ied ich on Schille io Deme ius.
A a iz de d ama Ma ina Mniszech K oku a na seima diz A ju iekia e me
iš ikimybę?, e eunidos espondem: Ju ămus! P isiekiame! Aqui pa odia-se
ne aisyklingas lenkiškas la ynų kalbos ki čia imas jú amus (pagal minė ą posakį);
co e amen e se ia ju ámus, mas klaidingą ki čio local con i ma e okiškos jambo
eilu ės i mo: Schwö ih mi T eue? Ju ămus! Wi schwö en! Como is o a pa i
da publicação Boxbe ge io isnašos es e ex o luga es, alguns conheco ai da
li e a u a okiečių o jooko não en endeu e conside ê isso poe o engano.
Zeb ando oda a his ó ia, isso é de a o mui o komiška ( a si o se ia negana, após
essas pala as os memb os do seimo de C okuwa, issi aukę ka dus, g i a Vi a
Ma ina! Russiae egina!, es a ez, pa ece, ki čiuodami egula men e), mas ale
des aca que neki čiuo as skiemuo Schille be ge o ex o oi ma cado como
umpas (Box 1878: 199), i. y. en ende-se que umpas skiemuo = neki čiuo as
skiemuo. Já pode conside a -se condição escla eškin a, que umpas skiemuo
inha eikš i neki čiuo as. No en an o, o que Uni e si as au o ius que ia dize
com isso? Se o p imei o skiemuo em algum que seja ki į, os es an es são
nãoki čiuo i? A p imei a is a isso soa como au ologia.
Como mencionado, g ama ica oi des inada polkų es udan es. Desde sla os
p okalbės empos de polkų kalbos ki is e a li e, mais a de, al ez a pa i do XIV
século, oi ki čiuojamo p imei o da pala a skiemuo, e ainda mais a de apa eceu
la e al ki is longos pala as an espasku iniame skiemenyje, que no século XVIII
o nou-se p incipal da pala a ki čiu (Długosz-Ku czabowa 2006: 133134); assim su giu
al ki čiação da língua polkų, qual amilia izado e ago a. g ama ica c iada ainda
XVIII amžiaus p adžioje; adinasi, labai ikė ina, kad uo me u lenkų kalboje
Uni e si as podia exis i a es ágia pe einamoji, quando pala as longas ainda inham
dois ki čius, p imei ojame e an espasku iniame skiemenyje. En ão Uni e si as
au o ius moko polkų s uden sus o neda y i li uães alados: se o p imei o da
pala a skiemuo ma cado como ki čiuo as, odos os es an es são umpi; em
ou as pala as, longos lie u iškuas pala as em es udan es de e ia se es o ça
neiš a i an inio ki čio p iešpasku iniame skiemenyje, que e como seu exigų sua
ma oji lingua. Isso e ela que Uni e si as au o ius mesmo ensinou li uãos, pois podia al eg a p á ica