S aipsniai A igos 287 e 287
VICTORO.NTABO
Depa men o Languages,Ka a inaUni e si y
Iden i icação ORCID: o cid.o g/0000-0002-2618-7884
Domínios de in es igação: Linguís ica Cogni i a, Eco-Linguís ica,
Educação em Línguas Indígenas.
CATHERINE W. NDUNGU (em inglês)
Depa amen o de Línguas, Uni e sidade de Ka a ina
Iden i icação ORCID: o cid.o g/0000-0002-9345-3388
Campos de pesquisa: educação da língua inglesa, educação
especial, Linguís ica Aplicada.
DOI: doi.o g/10.35321/all91-12 (em inglês)
Explo ando e ap eciando
METÁFORAS En e os Swahili
Jo ens em Mombasa
COUNTY, KENYA: Insigh s
A pa i do concei o
MAPES
Susiža ėjimą iš eiškiančių me a o ų, a ojamų
Mombasos apsk i ies, Kenijos s ahilių jaunuolių,
y imas: įž algos iš koncepų žemėlapių
Ano ação
As me á o as amá eis são aliosas pa a en iquece a comunicação e omen a elacionamen os mais
p óximos e signi ica i os a a és da exp essão de a e o e in imidade, mas a in e p e ação das me á o as
amá eis pode se di ícil de ido às suas dis inções cul u ais e signi icados dependen es do con ex o.
VICTOR O. NTABO, CATHERINE W. NDUNGU
288 Ac a Linguis ica Li uanica XCI
Os dados p imá ios o am cole ados a pa i de qua o jo ens do sexo masculino Swahili, cole ados de
o ma p oposi al, a a és de uma p og amação de en e is as, e os dados cole ados o am en ão
subme idos ao P ocedimen o de Iden i icação de Me a o as da Uni e sidade de V yheid (MIPVU), no qual
qua o MIPVU o am subme idos ao p incípio de mapeamen o concei ual pa a e ela seu signi icado.
anno a o swe eused oiden i yendea ingme apho s.Se enendea ingme apho s ha a e
commonlyusedby heMaleSwahiliyou hsinMombasaCoun ywe eiden i ied h ough
Pala as-cha e: me á o as encan ado as, suaíli, mapeamen os concei uais, cogni i os
in imacywhileaiminga buildinga ela ionshipbasedonca eandmu uala ec ion.The
s udyconcludes ha endea ingme apho sa euse ulcommunica ion ools,andshouldbe
Linguís ica, MIPVU.
ANOTACIJA (em inglês)
Susiža ėjimą (meilinimąsi) é um con ex o de me á o as de análise p a u ina bend a imą i ina
a imesnius i p asmingesnius ela ionship o be based upon p ie aišumo i in ymumo. Dėl šių me a o ų
kul ū inių komunikacijų i nuoš usančių jų eikšmių paaiškin i me a o as gali bū i sudė inga.
A siž elgus į ai, y ime analizuojan is ku ios y a iš eišimas siek as, dažniausiai a oja Mombas
apsk i yas s ahilių koncep ai, dažniausiai už ilbin i mylimąs us, dažniausiai kaip aišiai žemaišiai,
dažniausiai kaip aišiai kaip aišiai žemaišiai, dažniausiai kaip aišiai kaip aišiai kaip aišiai, dažniausiai
iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai
iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai
iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai
iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai
ESMINIAI ŽODŽIAI: susiža ėjimą eiškiančios me a o os, s ahilių kalba, koncep ų žemėlapiai,
kogni y inė ling is ika, MIPVU.
S aipsniai A igos 289 e 299
Explo ing Endea ing Me apho s among Swahili You hs
in Mombasa Coun y, Kenya: Insigh s om Concep ual Mappings
1. INTRODUÇÃO
Os e mos ca inhosos ge almen e se em como exp essões linguís icas de a e o e in imidade
den o de elacionamen os omân icos.Es es e mos, desde ca inhos clássicos como que ido e
que ido a é apelidos emocionais mais pe sonalizados, mui as ezes ca egam camadas de
signi icado único pa a cada casal (Floyd, 2006).Os e mos ca inhosos ambém se em como
ma cado es e bais da conexão compa ilhada en e pa cei os e ajudam a omen a uma
sensação de calo e in imidade.De aco do com Su i T. Koi anen (2015), os e mos ca inhosos
ambém c iam uma comp eensão mais p o unda das necessidades e dos desejos de um
pa cei o.Es es e mos ambém se em como uma base pa a e o ça a admi ação e o espei o
mú uos. En e a comunidade swahili no condado de Mombasa, os e mos ca iñosos não são apenas
e amen as linguís icas, mas exp essões cul u ais p o undamen e inco po adas no ecido do
omance. de aco do com Jane M. Omba i e Phil N. Onchikku (2021), os jo ens do sexo masculino
whe e ulne abili yisemb acedandlo eisopenlyceleb a ed.
Beyondme ewo ds, heuseo endea ing e msinin ima e ela ionships
en e os swahili no condado de Mombasa, mui as ezes emp egam uma ica a iedade de e mos
ca iñosos pa a a ai e encan a sua amada.
O uso de e mos ca iñosos po jo ens do sexo masculino ambém e le e não só suas
in enções omân icas, mas ambém uma p o unda ap eciação pelas adições de namo o e
omance. Além disso, esses e mos são emp egados com inesse pa a cap u a a essência do
omance swahili, onde os ges os de a e o são en elaçados com a beleza da linguagem.
VICTOR O. NTABO, CATHERINE W. NDUNGU, Ac a Linguis ica Li uanica XCI, em seu li o The
Me apho ical Language, a i ma que as me á o as são pode osas em sua capacidade de
ansmi i emoções complexas, embo a possam se desa iado as de ido à sua na u eza
abs a a.
pe spec i esandcul u alcon ex s.Thiscanlead opo en ialmisunde s andings.
In e p e a ion o me apho s equi es a clea unde s anding o language and
É impo an e no a que as me á o as amá eis são exp essões igu a i as usadas pa a
ansmi i a eição e p oximidade emocional, compa ando um amado com algo ap eciado ou
admi ado. Essas me á o as ão além da linguagem li e al pa a e oca sen imen os mais
p o undos, aumen ando assim a conexão emocional en e os indi íduos a a és de imagens
simbólicas.
O es udo em como obje i o analisa as me á o as amá eis emp egadas po jo ens swahili no
condado de Mombasa como e amen as pa a exp essa a eição e in enções omân icas em
elação à sua amada.Examinando essas me á o as den o de seu con ex o cul u al, o es udo
p ocu a descob i como elas e le em a dinâmica emocional e social do namo o na comunidade
swahili.Pa a alcança isso, o es udo se concen a em iden i ica os e mos comumen e
usados, de e mina quais deles são me a ó icos, analisa seus mapeamen os concei uais no
âmbi o da linguís ica cogni i a e in e p e a como essas me á o as e le em as no mas e
alo es cul u ais de amo e namo o en e os jo ens swahili. Uma me á o a pode se de inida
como uma igu a de ala que desc e e uma coisa em e mos de ou a.De aco do com Geo ge O.
Ogal, Moses G. Ga higgia e Joseph N. Mai a ia, o es udo da me á o a emon a à G écia an iga,
onde A is ó eles explo ou o concei o em seu abalho in i ulado Poé ica.No en an o, não oi
a é o século XX que os es udos de me á o a ealmen e começa am a lo esce como um
campo de in es igação dis in o.O abalho seminal de linguis as e ilóso os como Geo ge
Lako e Ma k Johnson (1980) lançou as bases pa a a eo ia mode na da me á o a.
S aipsniai A igos 291 e
Explo ing Endea ing Me apho s among Swahili You hs
in Mombasa Coun y, Kenya: Insigh s om Concep ual Mappings
"Dalibo Pa lós, C. V abel e J. Kozme de inem me á o as como ""exp essões linguís icas que
desc e em uma coisa em e mos de ou a,"" segundo eles, isso é conseguido des acando as
semelhanças en e duas coisas e imbuindo o assun o de signi icado adicional.Me a o as, de
aco do com Moses G. Ga h, anscendem o signi icado li e al das pala as e nos pe mi em
ansmi i ideias complexas, emoções e expe iências a a és da linguagem simbólica.Além
disso, as me á o as uncionam como e amen as cogni i as, moldando nossas pe cepções e
como en endemos a ealidade. (C. L. Naicke , 2016), os me a o as acili am a comp eensão,
o necendo es u u as de e e ência, pe mi indo-nos pensa em e mos mais conc e os e
angí eis."
No núcleo da CL es á a c ença de que a linguagem não é um sis ema es á ico de símbolos, mas sim
uma e amen a dinâmica pa a a cons ução de signi icado e comp eensão.Os linguis as
cogni i os mui as ezes in es igam como as es u u as da linguagem, como me á o as, idiomas,
analogias e aciocínio con a- ac ual, eme gem de p ocessos cogni i os como ca ego ização,
esquemas de imagens e mapeamen os concei uais, en e ou os. Vale a pena no a que a me á o a
é um concei o cen al na linguís ica cogni i a (CL).De aco do com Pamela Fabe (2002), a me á o a
é undamen al pa a des aca a na u eza simbólica e concei ual da linguagem na CL. Os linguis as
cogni i os a gumen am que as me á o as não são apenas embelezamen os e ó icos, mas
mecanismos undamen ais a a és dos quais concei ualizamos e damos sen ido às nossas
expe iências. (1980) Lako e Johnson ambém no am que as me á o as são gene alizadas na
linguagem e no pensamen o.
VICTOR O. NTABO, CATHERINE W. NDUNGU o nece in o mações aliosas sob e a in incada
292 Ac aLinguis icaLi huanicaXCI
g oundedinembodiedexpe iencesandcogni i ep ocesses, hep esen s udy
elação en e linguagem, pensamen o e pe cepção em elação às me á o as ca iñosas
usadas pelos jo ens do Condado de Mombasa.
O po o swahili é uma comunidade di e si icada e cul u almen e ica, cuja his ó ia e
iden idade es ão p o undamen e en elaçadas com a cos a do Oceano Índico (Mwalawa, 2018),
o iginada de uma usão de po os de língua ban u com in luências á abes, pe sas, indianas e
ou as in luências a icanas, a cul u a swahili é um mosaico ib an e de adições, es ilos,
cos umes e cos umes (ibid.), his o icamen e conhecidos po seu papel no comé cio e
comé cio ma í imo, os swahili es abelece am cidades-es ado ao longo da cos a, como Kilwa,
Mombasa e Zanziba , que se o na am cen os de in e câmbio cul u al e a i idade
econômica. Si uada ao longo das pi o escas ma gens do Oceano Índico, a comunidade swahili
do condado de Mombasa inco po a uma mis u a única de he ança cos ei a e di e sidade
cul u al (Mwalewa, 2018), no co ação de sua iden idade encon a-se a língua swahili, que
se e como uma o ça uni icado a que une di e sas o igens é nicas e in luências his ó icas.
2. Quad o eó ico
Analysiso heme apho ical e msemployedbymaleSwahiliyou hs owoo
hei belo edinMombasaCoun ywasguidedby hep incipleso Concep ual
A Teo ia da Me a o a (CMT), p opos a po Lako e Johnson (1980), um dos pila es eó icos
básicos da CMT é que as me á o as são p incipalmen e uma ca ac e ís ica da linguagem que
pe ence ao eino do pensamen o (ibid.), A CMT suge e que a me á o a não é apenas um
S aipsniai A igos 293 e
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in Mombasa Coun y, Kenya: Insigh s om Concep ual Mappings
disposi i o linguís ico, mas um mecanismo cogni i o undamen al a a és do qual en endemos
uma coisa em e mos de ou a. Ou o p incípio undamen al da CMT é a p o isão de que
exis em dois domínios concei uais que são: o domínio de o igem (SD) e o domínio de des ino
(TD).O SD é o domínio concei ual a pa i do qual a me á o a é desenhada, enquan o o TD é o
domínio concei ual ao qual a me á o a é aplicada (N abo, 2020).Lako e Johnson (1980) ambém
obse am que o SD é o que ge almen e é conc e o, angí el ou ísico, enquan o o TD é o que é
abs a o e in angí el. "A exis ência de mapeamen os concei uais en e o SD e o TD é ou o
pila signi ica i o da TCM que o ma a base des e es udo: os mapeamen os concei uais são um
conjun o sis emá ico de co espondências que exis em en e os elemen os cons i uin es do
SD e do TD.O concei o de mapeamen o concei ual o nece um modelo de pensamen o que liga
dois ní eis que incluem o SD e o TD, com o esul ado sendo o signi icado em que uma coisa é
comp eendida em e mos de ou a.Po exemplo, na me á o a, o amo é uma iagem, o SD é
comp eendido em e mos de uma iagem.Nes e caso, concei os como ""p og esso,""
""obs áculos"" e ""des inos"" são mapeados na expe iência do amo ."
3. Me odologia
O es udo ado ou um design de pesquisa desc i i o.Cellini N. Anudo (2012) a i ma que o obje i o de
um desc i i o é o nece um ela o do es ado.Hossein Nassaji (2015) obse a de o ma
cu en s a eo a ai sa aspeci icmomen .Consequen ly, esea che s ocuson
ecognizing,ca ego izing,andassessing esea chphenomenain hei cu en
semelhan e que os desc i i os equen emen e se es o çam pa a des ela ealidades
exis en es e a ando com p ecisão um enômeno e seus a ibu os como eles são.No p esen e
es udo, os dados p imá ios, que são os e mos ca i an es comumen e usados pelos jo ens
swahili masculinos pa a a ai suas amadas no condado de Mombasa, o am cole ados a a és
de um c onog ama de en e is as de jo ens masculinos.
VICTOR O. NTABO, CATHERINE W. NDUNGU 294 Ac a Linguis ica Li uanica XCI conside ou um
c i é io de inclusão pa a a amos a de pesquisa po que, em suaíli em busca de
elacionamen os omân icos (Mwaliwa 2018), essa dinâmica e le e no mas his ó icas e
cul u e, adi ionalgende oleso endic a e ha youngmen ake heini ia i e
incou ingyoungwomenwhichembodies ai so b a e yandasse i eness
expec a i as sociais, onde os jo ens são cul u almen e enco ajados a demons a seu
a e o e comp omisso a a és de a os de co ejo e co ejo.
O c onog ama da en e is a, que oi p oje ado como a p incipal e amen a de cole a de
dados, incluiu pe gun as abe as com o obje i o de explo a o uso li e al e me a ó ico de
e mos amá eis.As en e is as o am conduzidas ao longo de cinco semanas pa a pe mi i
um en ol imen o comple o com os pa icipan es.As pe gun as p ocu a am iden i ica
e mos amá eis especí icos, seus signi icados e ele ância cul u al, bem como como como
esses e mos e am pe cebidos po seus amados.Os pa icipan es ambém o am
pe gun ados sob e o impac o emocional do uso de ais e mos no namo o.
O es udo ob e e se e e mos amá eis que são comumen e usados po jo ens swahili masculinos
pa a a ai sua amada no condado de Mombasa.Os se e e mos amá eis o am aduzidos pa a o
inglês pa a pe mi i que os alan es não swahili os en endessem.A pesquisa u ilizou a T adução
Sen encial No mal (NST) pa a aduzi ex o do swahili pa a o inglês.Essa escolha oi in luenciada
po John M. Kobia (2016), que a gumen a que á ios aspec os con incen es dos e mos me a ó icos
são acilmen e aduzí eis. O es udo emp egou o Me apho Iden i ica ion P ocedu e (MIPVU) de
Ge a d J. S een e al. pa a es abelece a me a o icidade dos se e e mos amigá eis.O MIPVU é um
p ocedimen o de iden i icação de me á o as desen ol ido po es udiosos da Uni e sidade de
V yheid em Ams e dã (Na ebo e al. 2018).O es udo usou qua o ano ado es (incluindo os
pesquisado es) pa a alida a na u eza me a o ica de cada um dos se e e mos usando o
p ocedimen o MIPVU. Cada um dos qua o ano ado es oi iden i icado com base em se um
g aduado uni e si á io.O ac o de quali icação educacional na escolha dos ano ado es pa a es e
es udo oi mul iplicado po 0.25% (2005), enquan o o MIPVU oi iden i icado po um mé odo de análise
me a o ica. O es udo iden i icou se e me á o as que são ap esen adas na Tabela 1.1 abaixo. As
me á o as o am subme idas ao p incípio de mapeamen os concei uais pa a e ela seu
signi icado. O p incípio de mapeamen os concei uais, que é um p incípio-cha e da Teo ia da
Me a o a Concei ual (CMT) de Lako e Johnson (1980) , se e como uma es u u a pa a en ende
como a linguagem e le e e molda nossos p ocessos cogni i os.
S aipsniai A igos 295 e 295
Explo ing Endea ing Me apho s among Swahili You hs
in Mombasa Coun y, Kenya: Insigh s om Concep ual Mappings
Condado de Mombasa
- Não, não. Gloss em suaíli
1. Ua la wa idi Flo de osa
2. Kidege Um pequeno pássa o
3. Ba a u wa moyo O gelo do co ação
4. Mel de Asali
5. Malaika Um anjo
6. Dawa ya mapenzi Lo epo ion
7. Malkia Queen
As me á o as ca i an es, como indicado na Tabela 1.1 acima, são comumen e usadas
pelos jo ens swahili do sexo masculino no condado de Mombasa pa a a ai sua amada.
VICTOR O. NTABO, CATHERINE W. NDUNGU 302
Ac a Linguis ica Li huanica XCI No. SD: asali
(mel) TD: mpenzi (um aman e)
4. O mel é uma subs ância na u al,
li e de adi i os a i iciais.
Isso simboliza a na u eza genuína e
au ên ica do amo compa ilhado en e
duas pessoas, en a izando a since idade e
a con iança.
Como mos ado na Tabela 1.5 acima, a me á o a (4) ap esen a mapeamen os concei uais que
e le em a essência dos elacionamen os omân icos den o do con ex o dos jo ens swahili
no Condado de Mombasa. Po exemplo, a associação do mel com a doçu a se alinha com a
pe cepção de um aman e como alguém que az aleg ia e delei e pa a a ida de alguém.
Além disso, a ca ac e ização do mel como pegajoso co esponde ao sen ido de p oximidade e
apego ine en e aos elacionamen os omân icos.Es e mapeamen o suge e um ínculo que não é
apenas o e, mas ambém du adou o, o que e le e uma p o unda conexão emocional en e
pa cei os.O pegajoso do mel simboliza a na u eza ín ima do amo .Também implica um ní el de
p oximidade di ícil de ompe .Além disso, a associação do mel com a nu ição e o sus en o des aca
o papel de um aman e em o nece alimen o emocional e subs ância de apoio i al.Assim como o mel
é uma on e de ene gia e since idade, um aman e, como Paule o e al. (2017), mui as ezes
en iquece a ida com amo , cuidado e en endimen o, con ibuindo pa a o bem-es a pessoal.
A me á o a (5) e e e-se a um anjo, é um e mo ca inhoso onip esen e, mui as ezes usado pa a
ansmi i a eição ou admi ação pela na u eza bene olen e ou ações amo osas de alguém
(Ma lowe e al. 2005), ge almen e simboliza o papel de um amado como on e de con o o e apoio na
ida dos ou os, seu uso anscende cul u as e línguas e é uni e salmen e econhecido como uma
exp essão since a de ap eço pela bondade e g aça encon ada naqueles que amamos.
S aipsniai A igos 303 e 304
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(5) Mpenzi ni malaika […] um aman e é um anjo[…].
A me á o a oi subme ida ao p incípio de mapeamen os concei uais pa a e ela suas
cono ações. (m) Malaika (um anjo) é o SD, enquan o Mpenzi (um aman e) é o TD co esponden e
pa a me á o as. (n) A in o mação co esponden e en e o SD e o TD, nes e caso, inclui: em
p imei o luga , a pu eza e a g aça associadas aos anjos são compa á eis à compaixão e ao amo
mui as ezes ca ac e izados pelos aman es. (n) Em segundo luga , espelhando a na u eza
p o e o a dos anjos, que são pensados pa a igia e sal agua da aqueles sob seus cuidados, um
aman e é is o como um gua dião do co ação que o e ece consolo, o ien ação e anquilidade. Os
mapas concei uais pa a a me á o a des acam o signi icado emocional e mo al do amo en e os
jo ens swahili do condado de Mombasa. (1) Em p imei o luga , a compa ação de um aman e com
um anjo des aca a pe cepção dos aman es como se es de pu eza e g aça. (2) Os aman es
ge almen e possuem qualidades de i ude, bondade e compaixão que ele am e inspi am os que os
ce cam. (3) Isso suge e uma p o unda ap eciação pelo apoio emocional e mo al o necido po
aman es cujo amo desin e essado e espí i o bene olen e se em como on es de con o o e
enco ajamen o. (4) Em segundo luga , a me á o a aça pa alelos en e a na u eza a a i a dos
anjos e o papel dos aman es como gua diões do co ação. (6) Po isso, o amo e a p esença de um
aman e podem in luencia o co ação e o co ação.
Me apho (6)belowd awsacompa isonbe weenalo e andalo epo ion.
Ma ga e E.Toye(2010)a gues ha alo e canbecompa edwi halo epo ion
hence,accep able.Thus:
(6)Mpenzi ni dawa ya mapenzi–‘alo e isalo epo ion’.
VICTOR O. NTABO, CATHERINE W. NDUNGU 304 Ac a Linguis ica Li uanica XCI Dawa ya mapenzi (poção
de amo ) é o SD enquan o mpenzi (um aman e) é o TD nes e caso. pa a es abelece o signi icado
concei ual pa a (6) acima, a in o mação concei ual no SD oi mapeada pa a o co esponden e no
TD em linha com a Teo ia de Me a o a Concei ual (CMT) de Lako e Johnson (1980). O signi icado
concei ual de i ado dos mapeamen os concei uais pa a (6) acima é que um aman e em o pode
ans o mado de e oca espos as emocionais in ensas.Como suge ido po Sa a Can illon e
Ka hleen Lynch (2016), um amado mui as ezes ca i ou o co ação, esul ando em uma p esença
emocional al a semelhan e à p oduzida po um po en e elixi . Isso mui as ezes az com que uma
pessoa se sin a eu o ica, p o undamen e apaixonada e in ensamen e a aída po seu aman e.
ogene a eac a ing o hepe sononeisenchan edby(Toye2010).The eis
no mallydeepyea ning ha usuallyaccompanies oman iclo e.I is, he e o e,
5. Conclusões
O es udo conclui da seguin e o ma com base nas descobe as da pesquisa: me á o as
ca inhosas desempenham um papel signi ica i o no aumen o da comunicação en e os jo ens
swahili no condado de Mombasa; as me á o as são pa icula men e ú eis pa a exp essa
a eição e p oximidade emocional; essas me á o as não apenas acili am a a iculação de
sen imen os omân icos, mas ambém se em pa a o alece o ínculo emocional en e os
pa cei os, pe mi indo exp essões de amo uni e salmen e e cul u almen e ele an es que
essoam p o undamen e em seu con ex o social; Além disso, emp egando o p incípio de
mapeamen o concei ual, a pesquisa mos a como essas me á o as se em como pon es en e
S aipsniai A igos 305 e 305
Explo ing Endea ing Me apho s among Swahili You hs
in Mombasa Coun y, Kenya: Insigh s om Concep ual Mappings
sen imen os abs a os e exp essões angí eis. No con ex o da língua suaíli, o uso de
me á o as ca i an es eme ge como um meio pode oso de comunica amo e a eição; essas
exp essões me a ó icas en iquecem os elacionamen os in e pessoais, en elaçando alo es
cul u ais e dimensões emocionais; isso pe mi e que os indi íduos ansmi am seus sen imen os
de manei as que essoam p o undamen e com seus pa cei os; o es udo ambém conclui que
me á o as ca i an es não são me amen e linguagem deco a i a, mas componen es essenciais
do léxico suaíli que encapsula a beleza e a complexidade da exp essão omân ica.
6.Recomendações
O es udo ecomenda o uso do p incípio de mapeamen o concei ual pa a in e p e a
me á o as emocionais, como as amá eis, o necendo insigh s mais p o undos sob e como as
emoções abs a as são es u u adas e comp eendidas po meio de expe iências mais
angí eis e amilia es. Além disso, é ecomendado es uda me á o as emocionais, como
e mos ca iñosos, usando o quad o da Linguís ica Cogni i a (CL), po que a CL pe mi e uma
análise ab angen e de como esses e mos e le em p ocessos cogni i os subjacen es e
in luências cul u ais; essa abo dagem pode e ela as es u u as me a ó icas e
concei uais que moldam a linguagem a e uosa, o que ajuda a melho a a nossa comp eensão
de como as pessoas exp essam in imidade e conexão.
VICTOR O. NTABO, CATHERINE W. NDUNGU 306
Ac a Linguis ica Li huanica XCI
REFERENCES
Anudo Cellyne N. 2012:Sexual dysphemisms and euphemisms in Sou h Nyanza
Dholuo: A cogni i e linguis ic app oach: unpublished MA hesis, Nai obi: Kenya a
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Mombasosapsk i ies,Kenijoss ahilių
jaunuolių, y imas:įž algosiškoncep ų
žemėlapių
SANTRAUKA (em inglês)
Mombas são mui as ezes um concei o de es imulan e do amo omân ico. Mombas são mui as ezes um
concei o de es imulan e do amo omân ico. Mombas são mui as ezes um concei o de es imulan e do
amo omân ico. Mombas são mui as ezes um concei o de es imulan e do amo omân ico. Mombas são
mui as ezes um concei o de es imulan e do amo omân ico. Mombas são mui as ezes um concei o de
es imulan e do amo omân ico. Mombas são mui as ezes um concei o de es imulan e do amo
omân ico. Mombas são mui as ezes um concei o de es imulan e do amo omân ico.
S aipsniai A igos 309 e 309
Explo ing Endea ing Me apho s among Swahili You hs
in Mombasa Coun y, Kenya: Insigh s om Concep ual Mappings
Como exemplo, as me á o as das se e emoções o am de e minadas e analisadas. As emoções das se e
emoções ge almen e a iam en e as mulhe es. As emoções das mulhe es ge almen e a iam en e as
Suda iuskoncep ųžemėlapiusnus a y a,kad am ik oss i ys, okioskaipgėlės,paukščiai,
ledasi medus,y ame a o ųiš akųs i ys,ku ioseabs akčiosmeilėsi susiža ėjimosą o-
mulhe es. As emoções das mulhe es ge almen e a iam en e as mulhe es. As emoções das mulhe es
ge almen e a iam en e as mulhe es. As emoções das mulhe es ge almen e a iam en e as mulhe es.
As emoções das mulhe es ge almen e a iam en e as mulhe es. As emoções das mulhe es ge almen e
a iam en e as mulhe es.
Į eik a 2024 m. ugpjūčio 5 d.
VICTOR O. NTABO (em inglês)
Depa amen o de Línguas, Uni e sidade de Ka a ina
Caixa de co eio 1957-10101
Ka a ina, Quênia
n abo ic [email p o ec ed]om
CATHERINE W. NDUNGU (em inglês)
Depa amen o de Línguas, Uni e sidade de Ka a ina
Caixa de co eio 1957-10101
Ka a ina, Quênia
cwai he [email p o ec ed]om