scieee Open visual document viewer

Exploring Endearing Metaphors among Swahili Youths in Mombasa County, Kenya: Insights from Conceptual Mappings

Victor 0. Ntabo; Catherine W. Ndung’u

Abstract

Swahili youths in Mombasa County to woo their beloved. The research was anchored within a descriptive research design. Primary data was collected from four purposively sampled Swahili male youths through an interview schedule. The collected data were then subjected to the Metaphor Identification Procedure Vrije Universitei (MIPVU) in which four annotators were used to identify endearing metaphors. Seven endearing metaphors that are commonly used by the Male Swahili youths in Mombasa County were identified through MIPVU. The endearing metaphors were then subjected to the principle of conceptual mappings to reveal their meaning. The paper reveals that young Swahili men in Mombasa County use endearing metaphors to express affection, admiration, and romantic interest in their beloved. They also use these metaphors to inspire a sense of connection and emotional intimacy while aiming at building a relationship based on care and mutual affection. The study concludes that endearing metaphors are useful communication tools, and should be interpreted within the Cognitive Linguistics framework.

Full text

S aipsniai A igos 287 e 287 VICTORO.NTABO Depa men o Languages,Ka a inaUni e si y Iden i icação ORCID: o cid.o g/0000-0002-2618-7884 Domínios de in es igação: Linguís ica Cogni i a, Eco-Linguís ica, Educação em Línguas Indígenas. CATHERINE W. NDUNGU (em inglês) Depa amen o de Línguas, Uni e sidade de Ka a ina Iden i icação ORCID: o cid.o g/0000-0002-9345-3388 Campos de pesquisa: educação da língua inglesa, educação especial, Linguís ica Aplicada. DOI: doi.o g/10.35321/all91-12 (em inglês) Explo ando e ap eciando METÁFORAS En e os Swahili Jo ens em Mombasa COUNTY, KENYA: Insigh s A pa i do concei o MAPES Susiža ėjimą iš eiškiančių me a o ų, a ojamų Mombasos apsk i ies, Kenijos s ahilių jaunuolių, y imas: įž algos iš koncepų žemėlapių Ano ação As me á o as amá eis são aliosas pa a en iquece a comunicação e omen a elacionamen os mais p óximos e signi ica i os a a és da exp essão de a e o e in imidade, mas a in e p e ação das me á o as amá eis pode se di ícil de ido às suas dis inções cul u ais e signi icados dependen es do con ex o. VICTOR O. NTABO, CATHERINE W. NDUNGU 288 Ac a Linguis ica Li uanica XCI Os dados p imá ios o am cole ados a pa i de qua o jo ens do sexo masculino Swahili, cole ados de o ma p oposi al, a a és de uma p og amação de en e is as, e os dados cole ados o am en ão subme idos ao P ocedimen o de Iden i icação de Me a o as da Uni e sidade de V yheid (MIPVU), no qual qua o MIPVU o am subme idos ao p incípio de mapeamen o concei ual pa a e ela seu signi icado. anno a o swe eused oiden i yendea ingme apho s.Se enendea ingme apho s ha a e commonlyusedby heMaleSwahiliyou hsinMombasaCoun ywe eiden i ied h ough Pala as-cha e: me á o as encan ado as, suaíli, mapeamen os concei uais, cogni i os in imacywhileaiminga buildinga ela ionshipbasedonca eandmu uala ec ion.The s udyconcludes ha endea ingme apho sa euse ulcommunica ion ools,andshouldbe Linguís ica, MIPVU. ANOTACIJA (em inglês) Susiža ėjimą (meilinimąsi) é um con ex o de me á o as de análise p a u ina bend a imą i ina a imesnius i p asmingesnius ela ionship o be based upon p ie aišumo i in ymumo. Dėl šių me a o ų kul ū inių komunikacijų i nuoš usančių jų eikšmių paaiškin i me a o as gali bū i sudė inga. A siž elgus į ai, y ime analizuojan is ku ios y a iš eišimas siek as, dažniausiai a oja Mombas apsk i yas s ahilių koncep ai, dažniausiai už ilbin i mylimąs us, dažniausiai kaip aišiai žemaišiai, dažniausiai kaip aišiai kaip aišiai žemaišiai, dažniausiai kaip aišiai kaip aišiai kaip aišiai, dažniausiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai iš eišiai ESMINIAI ŽODŽIAI: susiža ėjimą eiškiančios me a o os, s ahilių kalba, koncep ų žemėlapiai, kogni y inė ling is ika, MIPVU. S aipsniai A igos 289 e 299 Explo ing Endea ing Me apho s among Swahili You hs in Mombasa Coun y, Kenya: Insigh s om Concep ual Mappings 1. INTRODUÇÃO Os e mos ca inhosos ge almen e se em como exp essões linguís icas de a e o e in imidade den o de elacionamen os omân icos.Es es e mos, desde ca inhos clássicos como que ido e que ido a é apelidos emocionais mais pe sonalizados, mui as ezes ca egam camadas de signi icado único pa a cada casal (Floyd, 2006).Os e mos ca inhosos ambém se em como ma cado es e bais da conexão compa ilhada en e pa cei os e ajudam a omen a uma sensação de calo e in imidade.De aco do com Su i T. Koi anen (2015), os e mos ca inhosos ambém c iam uma comp eensão mais p o unda das necessidades e dos desejos de um pa cei o.Es es e mos ambém se em como uma base pa a e o ça a admi ação e o espei o mú uos. En e a comunidade swahili no condado de Mombasa, os e mos ca iñosos não são apenas e amen as linguís icas, mas exp essões cul u ais p o undamen e inco po adas no ecido do omance. de aco do com Jane M. Omba i e Phil N. Onchikku (2021), os jo ens do sexo masculino whe e ulne abili yisemb acedandlo eisopenlyceleb a ed. Beyondme ewo ds, heuseo endea ing e msinin ima e ela ionships en e os swahili no condado de Mombasa, mui as ezes emp egam uma ica a iedade de e mos ca iñosos pa a a ai e encan a sua amada. O uso de e mos ca iñosos po jo ens do sexo masculino ambém e le e não só suas in enções omân icas, mas ambém uma p o unda ap eciação pelas adições de namo o e omance. Além disso, esses e mos são emp egados com inesse pa a cap u a a essência do omance swahili, onde os ges os de a e o são en elaçados com a beleza da linguagem. VICTOR O. NTABO, CATHERINE W. NDUNGU, Ac a Linguis ica Li uanica XCI, em seu li o The Me apho ical Language, a i ma que as me á o as são pode osas em sua capacidade de ansmi i emoções complexas, embo a possam se desa iado as de ido à sua na u eza abs a a. pe spec i esandcul u alcon ex s.Thiscanlead opo en ialmisunde s andings. In e p e a ion o  me apho s equi es a clea  unde s anding o  language and É impo an e no a que as me á o as amá eis são exp essões igu a i as usadas pa a ansmi i a eição e p oximidade emocional, compa ando um amado com algo ap eciado ou admi ado. Essas me á o as ão além da linguagem li e al pa a e oca sen imen os mais p o undos, aumen ando assim a conexão emocional en e os indi íduos a a és de imagens simbólicas. O es udo em como obje i o analisa as me á o as amá eis emp egadas po jo ens swahili no condado de Mombasa como e amen as pa a exp essa a eição e in enções omân icas em elação à sua amada.Examinando essas me á o as den o de seu con ex o cul u al, o es udo p ocu a descob i como elas e le em a dinâmica emocional e social do namo o na comunidade swahili.Pa a alcança isso, o es udo se concen a em iden i ica os e mos comumen e usados, de e mina quais deles são me a ó icos, analisa seus mapeamen os concei uais no âmbi o da linguís ica cogni i a e in e p e a como essas me á o as e le em as no mas e alo es cul u ais de amo e namo o en e os jo ens swahili. Uma me á o a pode se de inida como uma igu a de ala que desc e e uma coisa em e mos de ou a.De aco do com Geo ge O. Ogal, Moses G. Ga higgia e Joseph N. Mai a ia, o es udo da me á o a emon a à G écia an iga, onde A is ó eles explo ou o concei o em seu abalho in i ulado Poé ica.No en an o, não oi a é o século XX que os es udos de me á o a ealmen e começa am a lo esce como um campo de in es igação dis in o.O abalho seminal de linguis as e ilóso os como Geo ge Lako e Ma k Johnson (1980) lançou as bases pa a a eo ia mode na da me á o a. S aipsniai A igos 291 e Explo ing Endea ing Me apho s among Swahili You hs in Mombasa Coun y, Kenya: Insigh s om Concep ual Mappings "Dalibo Pa lós, C. V abel e J. Kozme de inem me á o as como ""exp essões linguís icas que desc e em uma coisa em e mos de ou a,"" segundo eles, isso é conseguido des acando as semelhanças en e duas coisas e imbuindo o assun o de signi icado adicional.Me a o as, de aco do com Moses G. Ga h, anscendem o signi icado li e al das pala as e nos pe mi em ansmi i ideias complexas, emoções e expe iências a a és da linguagem simbólica.Além disso, as me á o as uncionam como e amen as cogni i as, moldando nossas pe cepções e como en endemos a ealidade. (C. L. Naicke , 2016), os me a o as acili am a comp eensão, o necendo es u u as de e e ência, pe mi indo-nos pensa em e mos mais conc e os e angí eis." No núcleo da CL es á a c ença de que a linguagem não é um sis ema es á ico de símbolos, mas sim uma e amen a dinâmica pa a a cons ução de signi icado e comp eensão.Os linguis as cogni i os mui as ezes in es igam como as es u u as da linguagem, como me á o as, idiomas, analogias e aciocínio con a- ac ual, eme gem de p ocessos cogni i os como ca ego ização, esquemas de imagens e mapeamen os concei uais, en e ou os. Vale a pena no a que a me á o a é um concei o cen al na linguís ica cogni i a (CL).De aco do com Pamela Fabe (2002), a me á o a é undamen al pa a des aca a na u eza simbólica e concei ual da linguagem na CL. Os linguis as cogni i os a gumen am que as me á o as não são apenas embelezamen os e ó icos, mas mecanismos undamen ais a a és dos quais concei ualizamos e damos sen ido às nossas expe iências. (1980) Lako e Johnson ambém no am que as me á o as são gene alizadas na linguagem e no pensamen o. VICTOR O. NTABO, CATHERINE W. NDUNGU o nece in o mações aliosas sob e a in incada 292 Ac aLinguis icaLi huanicaXCI g oundedinembodiedexpe iencesandcogni i ep ocesses, hep esen s udy elação en e linguagem, pensamen o e pe cepção em elação às me á o as ca iñosas usadas pelos jo ens do Condado de Mombasa. O po o swahili é uma comunidade di e si icada e cul u almen e ica, cuja his ó ia e iden idade es ão p o undamen e en elaçadas com a cos a do Oceano Índico (Mwalawa, 2018), o iginada de uma usão de po os de língua ban u com in luências á abes, pe sas, indianas e ou as in luências a icanas, a cul u a swahili é um mosaico ib an e de adições, es ilos, cos umes e cos umes (ibid.), his o icamen e conhecidos po seu papel no comé cio e comé cio ma í imo, os swahili es abelece am cidades-es ado ao longo da cos a, como Kilwa, Mombasa e Zanziba , que se o na am cen os de in e câmbio cul u al e a i idade econômica. Si uada ao longo das pi o escas ma gens do Oceano Índico, a comunidade swahili do condado de Mombasa inco po a uma mis u a única de he ança cos ei a e di e sidade cul u al (Mwalewa, 2018), no co ação de sua iden idade encon a-se a língua swahili, que se e como uma o ça uni icado a que une di e sas o igens é nicas e in luências his ó icas. 2. Quad o eó ico Analysiso  heme apho ical e msemployedbymaleSwahiliyou hs owoo hei belo edinMombasaCoun ywasguidedby hep incipleso Concep ual A Teo ia da Me a o a (CMT), p opos a po Lako e Johnson (1980), um dos pila es eó icos básicos da CMT é que as me á o as são p incipalmen e uma ca ac e ís ica da linguagem que pe ence ao eino do pensamen o (ibid.), A CMT suge e que a me á o a não é apenas um S aipsniai A igos 293 e Explo ing Endea ing Me apho s among Swahili You hs in Mombasa Coun y, Kenya: Insigh s om Concep ual Mappings disposi i o linguís ico, mas um mecanismo cogni i o undamen al a a és do qual en endemos uma coisa em e mos de ou a. Ou o p incípio undamen al da CMT é a p o isão de que exis em dois domínios concei uais que são: o domínio de o igem (SD) e o domínio de des ino (TD).O SD é o domínio concei ual a pa i do qual a me á o a é desenhada, enquan o o TD é o domínio concei ual ao qual a me á o a é aplicada (N abo, 2020).Lako e Johnson (1980) ambém obse am que o SD é o que ge almen e é conc e o, angí el ou ísico, enquan o o TD é o que é abs a o e in angí el. "A exis ência de mapeamen os concei uais en e o SD e o TD é ou o pila signi ica i o da TCM que o ma a base des e es udo: os mapeamen os concei uais são um conjun o sis emá ico de co espondências que exis em en e os elemen os cons i uin es do SD e do TD.O concei o de mapeamen o concei ual o nece um modelo de pensamen o que liga dois ní eis que incluem o SD e o TD, com o esul ado sendo o signi icado em que uma coisa é comp eendida em e mos de ou a.Po exemplo, na me á o a, o amo é uma iagem, o SD é comp eendido em e mos de uma iagem.Nes e caso, concei os como ""p og esso,"" ""obs áculos"" e ""des inos"" são mapeados na expe iência do amo ." 3. Me odologia O es udo ado ou um design de pesquisa desc i i o.Cellini N. Anudo (2012) a i ma que o obje i o de um desc i i o é o nece um ela o do es ado.Hossein Nassaji (2015) obse a de o ma cu en s a eo a ai sa aspeci icmomen .Consequen ly, esea che s ocuson ecognizing,ca ego izing,andassessing esea chphenomenain hei cu en  semelhan e que os desc i i os equen emen e se es o çam pa a des ela ealidades exis en es e a ando com p ecisão um enômeno e seus a ibu os como eles são.No p esen e es udo, os dados p imá ios, que são os e mos ca i an es comumen e usados pelos jo ens swahili masculinos pa a a ai suas amadas no condado de Mombasa, o am cole ados a a és de um c onog ama de en e is as de jo ens masculinos. VICTOR O. NTABO, CATHERINE W. NDUNGU 294 Ac a Linguis ica Li uanica XCI conside ou um c i é io de inclusão pa a a amos a de pesquisa po que, em suaíli em busca de elacionamen os omân icos (Mwaliwa 2018), essa dinâmica e le e no mas his ó icas e cul u e, adi ionalgende  oleso endic a e ha youngmen ake heini ia i e incou ingyoungwomenwhichembodies ai so b a e yandasse i eness expec a i as sociais, onde os jo ens são cul u almen e enco ajados a demons a seu a e o e comp omisso a a és de a os de co ejo e co ejo. O c onog ama da en e is a, que oi p oje ado como a p incipal e amen a de cole a de dados, incluiu pe gun as abe as com o obje i o de explo a o uso li e al e me a ó ico de e mos amá eis.As en e is as o am conduzidas ao longo de cinco semanas pa a pe mi i um en ol imen o comple o com os pa icipan es.As pe gun as p ocu a am iden i ica e mos amá eis especí icos, seus signi icados e ele ância cul u al, bem como como como esses e mos e am pe cebidos po seus amados.Os pa icipan es ambém o am pe gun ados sob e o impac o emocional do uso de ais e mos no namo o. O es udo ob e e se e e mos amá eis que são comumen e usados po jo ens swahili masculinos pa a a ai sua amada no condado de Mombasa.Os se e e mos amá eis o am aduzidos pa a o inglês pa a pe mi i que os alan es não swahili os en endessem.A pesquisa u ilizou a T adução Sen encial No mal (NST) pa a aduzi ex o do swahili pa a o inglês.Essa escolha oi in luenciada po John M. Kobia (2016), que a gumen a que á ios aspec os con incen es dos e mos me a ó icos são acilmen e aduzí eis. O es udo emp egou o Me apho Iden i ica ion P ocedu e (MIPVU) de Ge a d J. S een e al. pa a es abelece a me a o icidade dos se e e mos amigá eis.O MIPVU é um p ocedimen o de iden i icação de me á o as desen ol ido po es udiosos da Uni e sidade de V yheid em Ams e dã (Na ebo e al. 2018).O es udo usou qua o ano ado es (incluindo os pesquisado es) pa a alida a na u eza me a o ica de cada um dos se e e mos usando o p ocedimen o MIPVU. Cada um dos qua o ano ado es oi iden i icado com base em se um g aduado uni e si á io.O ac o de quali icação educacional na escolha dos ano ado es pa a es e es udo oi mul iplicado po 0.25% (2005), enquan o o MIPVU oi iden i icado po um mé odo de análise me a o ica. O es udo iden i icou se e me á o as que são ap esen adas na Tabela 1.1 abaixo. As me á o as o am subme idas ao p incípio de mapeamen os concei uais pa a e ela seu signi icado. O p incípio de mapeamen os concei uais, que é um p incípio-cha e da Teo ia da Me a o a Concei ual (CMT) de Lako e Johnson (1980) , se e como uma es u u a pa a en ende como a linguagem e le e e molda nossos p ocessos cogni i os. S aipsniai A igos 295 e 295 Explo ing Endea ing Me apho s among Swahili You hs in Mombasa Coun y, Kenya: Insigh s om Concep ual Mappings Condado de Mombasa - Não, não. Gloss em suaíli 1. Ua la wa idi Flo de osa 2. Kidege Um pequeno pássa o 3. Ba a u wa moyo O gelo do co ação 4. Mel de Asali 5. Malaika Um anjo 6. Dawa ya mapenzi Lo epo ion 7. Malkia Queen As me á o as ca i an es, como indicado na Tabela 1.1 acima, são comumen e usadas pelos jo ens swahili do sexo masculino no condado de Mombasa pa a a ai sua amada. VICTOR O. NTABO, CATHERINE W. NDUNGU 302 Ac a Linguis ica Li huanica XCI No. SD: asali (mel) TD: mpenzi (um aman e) 4. O mel é uma subs ância na u al, li e de adi i os a i iciais. Isso simboliza a na u eza genuína e au ên ica do amo compa ilhado en e duas pessoas, en a izando a since idade e a con iança. Como mos ado na Tabela 1.5 acima, a me á o a (4) ap esen a mapeamen os concei uais que e le em a essência dos elacionamen os omân icos den o do con ex o dos jo ens swahili no Condado de Mombasa. Po exemplo, a associação do mel com a doçu a se alinha com a pe cepção de um aman e como alguém que az aleg ia e delei e pa a a ida de alguém. Além disso, a ca ac e ização do mel como pegajoso co esponde ao sen ido de p oximidade e apego ine en e aos elacionamen os omân icos.Es e mapeamen o suge e um ínculo que não é apenas o e, mas ambém du adou o, o que e le e uma p o unda conexão emocional en e pa cei os.O pegajoso do mel simboliza a na u eza ín ima do amo .Também implica um ní el de p oximidade di ícil de ompe .Além disso, a associação do mel com a nu ição e o sus en o des aca o papel de um aman e em o nece alimen o emocional e subs ância de apoio i al.Assim como o mel é uma on e de ene gia e since idade, um aman e, como Paule o e al. (2017), mui as ezes en iquece a ida com amo , cuidado e en endimen o, con ibuindo pa a o bem-es a pessoal. A me á o a (5) e e e-se a um anjo, é um e mo ca inhoso onip esen e, mui as ezes usado pa a ansmi i a eição ou admi ação pela na u eza bene olen e ou ações amo osas de alguém (Ma lowe e al. 2005), ge almen e simboliza o papel de um amado como on e de con o o e apoio na ida dos ou os, seu uso anscende cul u as e línguas e é uni e salmen e econhecido como uma exp essão since a de ap eço pela bondade e g aça encon ada naqueles que amamos. S aipsniai A igos 303 e 304 Explo ing Endea ing Me apho s among Swahili You hs in Mombasa Coun y, Kenya: Insigh s om Concep ual Mappings (5) Mpenzi ni malaika […] um aman e é um anjo[…]. A me á o a oi subme ida ao p incípio de mapeamen os concei uais pa a e ela suas cono ações. (m) Malaika (um anjo) é o SD, enquan o Mpenzi (um aman e) é o TD co esponden e pa a me á o as. (n) A in o mação co esponden e en e o SD e o TD, nes e caso, inclui: em p imei o luga , a pu eza e a g aça associadas aos anjos são compa á eis à compaixão e ao amo mui as ezes ca ac e izados pelos aman es. (n) Em segundo luga , espelhando a na u eza p o e o a dos anjos, que são pensados pa a igia e sal agua da aqueles sob seus cuidados, um aman e é is o como um gua dião do co ação que o e ece consolo, o ien ação e anquilidade. Os mapas concei uais pa a a me á o a des acam o signi icado emocional e mo al do amo en e os jo ens swahili do condado de Mombasa. (1) Em p imei o luga , a compa ação de um aman e com um anjo des aca a pe cepção dos aman es como se es de pu eza e g aça. (2) Os aman es ge almen e possuem qualidades de i ude, bondade e compaixão que ele am e inspi am os que os ce cam. (3) Isso suge e uma p o unda ap eciação pelo apoio emocional e mo al o necido po aman es cujo amo desin e essado e espí i o bene olen e se em como on es de con o o e enco ajamen o. (4) Em segundo luga , a me á o a aça pa alelos en e a na u eza a a i a dos anjos e o papel dos aman es como gua diões do co ação. (6) Po isso, o amo e a p esença de um aman e podem in luencia o co ação e o co ação. Me apho (6)belowd awsacompa isonbe weenalo e andalo epo ion. Ma ga e E.Toye(2010)a gues ha alo e canbecompa edwi halo epo ion hence,accep able.Thus: (6)Mpenzi ni dawa ya mapenzi–‘alo e isalo epo ion’. VICTOR O. NTABO, CATHERINE W. NDUNGU 304 Ac a Linguis ica Li uanica XCI Dawa ya mapenzi (poção de amo ) é o SD enquan o mpenzi (um aman e) é o TD nes e caso. pa a es abelece o signi icado concei ual pa a (6) acima, a in o mação concei ual no SD oi mapeada pa a o co esponden e no TD em linha com a Teo ia de Me a o a Concei ual (CMT) de Lako e Johnson (1980). O signi icado concei ual de i ado dos mapeamen os concei uais pa a (6) acima é que um aman e em o pode ans o mado de e oca espos as emocionais in ensas.Como suge ido po Sa a Can illon e Ka hleen Lynch (2016), um amado mui as ezes ca i ou o co ação, esul ando em uma p esença emocional al a semelhan e à p oduzida po um po en e elixi . Isso mui as ezes az com que uma pessoa se sin a eu o ica, p o undamen e apaixonada e in ensamen e a aída po seu aman e. ogene a eac a ing o  hepe sononeisenchan edby(Toye2010).The eis no mallydeepyea ning ha usuallyaccompanies oman iclo e.I is, he e o e, 5. Conclusões O es udo conclui da seguin e o ma com base nas descobe as da pesquisa: me á o as ca inhosas desempenham um papel signi ica i o no aumen o da comunicação en e os jo ens swahili no condado de Mombasa; as me á o as são pa icula men e ú eis pa a exp essa a eição e p oximidade emocional; essas me á o as não apenas acili am a a iculação de sen imen os omân icos, mas ambém se em pa a o alece o ínculo emocional en e os pa cei os, pe mi indo exp essões de amo uni e salmen e e cul u almen e ele an es que essoam p o undamen e em seu con ex o social; Além disso, emp egando o p incípio de mapeamen o concei ual, a pesquisa mos a como essas me á o as se em como pon es en e S aipsniai A igos 305 e 305 Explo ing Endea ing Me apho s among Swahili You hs in Mombasa Coun y, Kenya: Insigh s om Concep ual Mappings sen imen os abs a os e exp essões angí eis. No con ex o da língua suaíli, o uso de me á o as ca i an es eme ge como um meio pode oso de comunica amo e a eição; essas exp essões me a ó icas en iquecem os elacionamen os in e pessoais, en elaçando alo es cul u ais e dimensões emocionais; isso pe mi e que os indi íduos ansmi am seus sen imen os de manei as que essoam p o undamen e com seus pa cei os; o es udo ambém conclui que me á o as ca i an es não são me amen e linguagem deco a i a, mas componen es essenciais do léxico suaíli que encapsula a beleza e a complexidade da exp essão omân ica. 6.Recomendações O es udo ecomenda o uso do p incípio de mapeamen o concei ual pa a in e p e a me á o as emocionais, como as amá eis, o necendo insigh s mais p o undos sob e como as emoções abs a as são es u u adas e comp eendidas po meio de expe iências mais angí eis e amilia es. Além disso, é ecomendado es uda me á o as emocionais, como e mos ca iñosos, usando o quad o da Linguís ica Cogni i a (CL), po que a CL pe mi e uma análise ab angen e de como esses e mos e le em p ocessos cogni i os subjacen es e in luências cul u ais; essa abo dagem pode e ela as es u u as me a ó icas e concei uais que moldam a linguagem a e uosa, o que ajuda a melho a a nossa comp eensão de como as pessoas exp essam in imidade e conexão. VICTOR O. NTABO, CATHERINE W. NDUNGU 306 Ac a Linguis ica Li huanica XCI REFERENCES Anudo Cellyne N. 2012:Sexual dysphemisms and euphemisms in Sou h Nyanza Dholuo: A cogni i e linguis ic app oach: unpublished MA hesis, Nai obi: Kenya a Uni e si y. Came onLynne,Ch is ophe Candlin,eds.,2003:Me apho in educa ional discou se,London:Con inuum. Can illon Sa a, Lynch Ka hleen 2016: E ec i e equali y: Lo e ma e s. – Hypa ia: A Jou nal o Feminis Philosophy 32(1),1–29. Chebe -ChogeSusan2012:Fi yyea so Kiswahiliin egionalandin e na ional de elopmen .–The Jou nal o Pan A ican S udies 4(2),172–223. Fabe  Pamela 2002:ACogni i eLinguis ics iewo  e minologyandsocialized language.–T aining he language se ice p o ide o he new millennium,eds.B.Maia, J.Halle ,M.Ul ych,Opo o:Uni e si yo Opo o,343–534. FloydKo y2006:Communica ing A ec ion: In e pe sonal Beha io and Social Con ex , NewYo k:Camb idgeUni e si yP ess. Floyd Ko y, Ri o gia e Sa ah 2008: A ec ion Communica ion Recei ed omSpousesP edic sS essHo moneLe elsinHeal hyAdul s.–Communica ion Monog aphs 75(4),351–368. Ga higiaMosesG.2014:Me apho s o lo e in Gikũyũ: Concep ual mappings, i al ela ions and image schemas:unpublisheddoc o al hesis,Nai obi:Kenya aUni e si y. Ga zaRay,He ediaRobe oR.,CieślickaAnnaB.2016:Maleand emale pe cep iono physicala ac i eness:Aneyemo emen s udy.–E olu ion Psychology 14(1),1–16.DOI:10.1177/1474704916631614. JandaLau aA.2015:Cogni i eLinguis icsin heyea 2015.–Cogni i e Seman ics 1(1),131–154.DOI:10.1163/23526416-00101005. Koi anenSu eT.2015:“Come on da ling, you can do i .” Gende and age di e ences in he use o e ms o Endea ing as o ms o add ess in spoken B i ish English:unpublished MA hesis,Joensuu,Kuopio:Uni e si yo Eas e nFinland. KobiaJohnM.2016:Aconcep ualme apho icalanalysiso Swahilip o e bswi h e e ence ochickenme apho .–In e na ional Jou nal o Educa ion and Resea ch 4(2), 217–228. Kö ecsesZol án2005:Me apho in cul u e: Uni e sali y and a ia ion,Camb idge, NewYo k:Camb idgeUni e si yP ess.  S aipsniai / A icles 307 Explo ing Endea ing Me apho s among Swahili You hs in Mombasa Coun y, Kenya: Insigh s om Concep ual Mappings Lako Geo ge,JohnsonMa k1980:Me apho s we li e by,Chicago:Uni e si y o ChicagoP ess. Malowe F ank, Apicella Co en, Reed Do ian 2005:Men’sp e e ence o  women’sp o ile:Wais - o-hip a ioin wosocie ies.–E olu ion and Human Beha io 26,458–468. MwaliwaHanahC.2018:Mode nSwahili:Thein eg a iono A abiccul u ein o Swahilili e a u e.–Tydsk i Vi Le e kunde 55(2),120–133.DOI:10.17159/2309-9070/ l. .55i2.1631. Naicke Su en2016:A cogni i e linguis ic analysis o concep ual me apho s in Hindu eligious discou se wi h e e ence o Swami Vi ekananda’s comple e wo ks: unpublished doc o al hesis,P e o ia:Uni e si yo Sou hA ica. Nassaji Hossein 2015: Quali a i e and Desc ip i e Resea ch: Da a Type e sus Da a Analysis. – Language Teaching Resea ch 19, 129–132. DOI:doi.o g/10.1177/1362168815572747. N abo Vic o  O. 2022: Me apho ical concep ualiza ion o he males in Ekegusii: Acogni i e linguis ic app oach:unpublisheddoc o al hesis,Kenya:LaikipiaUni e si y. N aboVic o O.,Nya igo iNaomM.,Ga higiaMosesG.2018:In e p e ing he human being me apho s in Ekegusii pop songs wi hin he cogni i e seman ics amewo k.–Issues in Language S udies 7(2),73–86. Ogal Geo ge O., Ga higia Moses G., Mai a ia Joseph N. 2019:When ho sesbecomeminji na ndengu (peasandg eeng ams):Acogni i ein eg a ionanalysis o blendedidiomso poli icalcampaigninKenyannewspape .–Ad ances in Language and Li e a y S udies 10(4),21–27. Omba iJane M.,OnchiekuPhiles N. 2021:Amo pho-p agma icanalysiso  diminu i esinEkegusiilanguage.–In ena ional Jou nal o S udies in English Language and Li e a u e 9(6),1–10.DOI:10.20431/2347-3134.0906001. OnchokeAungaS.2018:Acogni i elinguis ics udyo Ekegusiionomas ics:The caseo  heme apho . – Linguis ics and Li e a u e S udies 6(2),88–89. Paule oF anco,A onssonKa in,GaleanoGio gia2017:Endea men and add ess e msin amilyli e:Child en’sandpa en s’ eques sinI alianandSwedish dinne imein e ac ion.–Jou nal o P agma ics 109,82–94. Pa lasDalibo ,V abel’Ondřej,Kozmé Jiří2018:Applying MIPV Me apho Iden i ica ion P ocedu e on Czeck,Olomouc:PalackýUni e si yo Olomouc. RosińskaSylwiaV.2016:Thecompa isono aHUMANISAPLANTme apho  be weenEnglishandPolishlanguage.–Wo ld Jou nal o Social Science 3(1),15–21. VICTORO.NTABO,CATHERINEW.NDUNG’U 308 Ac aLinguis icaLi huanicaXCI S eenGe a dJ.,Do s Ale aG.,He mannBe enikeJ.,KaalAnnaA., K ennmay  Tina, Pasma T yn je 2010: A me hod o linguis ic me apho iden i ica ion,Ams e dam,TheNe he lands: JohnBenjaminsPublishingCompany. Thu Ho T. Q., Hoa Phan V. 2019:Acul u als udyo linguis icme apho so  lo einpoe y.–Communica ion, Socie y and Media 2(3),106–114. ToyeMa ga e E.2010:Towa dsapoe icso lo e.–Feminis Theo y11(1),39–55. Uma dian iU mila,Supa inah,Ku niawa iWahyu2023:Doeseduca ional backg ound a ec  unde s anding o  Science concep s? Case s udy o  p ospec i e elemen a yschool eache s.–Peneli ian Pendidikan IPA9(8),5798–5805. Susiža ėjimąiš eiškiančiųme a o ų, a ojamų Mombasosapsk i ies,Kenijoss ahilių jaunuolių, y imas:įž algosiškoncep ų žemėlapių SANTRAUKA (em inglês) Mombas são mui as ezes um concei o de es imulan e do amo omân ico. Mombas são mui as ezes um concei o de es imulan e do amo omân ico. Mombas são mui as ezes um concei o de es imulan e do amo omân ico. Mombas são mui as ezes um concei o de es imulan e do amo omân ico. Mombas são mui as ezes um concei o de es imulan e do amo omân ico. Mombas são mui as ezes um concei o de es imulan e do amo omân ico. Mombas são mui as ezes um concei o de es imulan e do amo omân ico. Mombas são mui as ezes um concei o de es imulan e do amo omân ico. S aipsniai A igos 309 e 309 Explo ing Endea ing Me apho s among Swahili You hs in Mombasa Coun y, Kenya: Insigh s om Concep ual Mappings Como exemplo, as me á o as das se e emoções o am de e minadas e analisadas. As emoções das se e emoções ge almen e a iam en e as mulhe es. As emoções das mulhe es ge almen e a iam en e as Suda iuskoncep ųžemėlapiusnus a y a,kad am ik oss i ys, okioskaipgėlės,paukščiai, ledasi medus,y ame a o ųiš akųs i ys,ku ioseabs akčiosmeilėsi susiža ėjimosą o- mulhe es. As emoções das mulhe es ge almen e a iam en e as mulhe es. As emoções das mulhe es ge almen e a iam en e as mulhe es. As emoções das mulhe es ge almen e a iam en e as mulhe es. As emoções das mulhe es ge almen e a iam en e as mulhe es. As emoções das mulhe es ge almen e a iam en e as mulhe es. Į eik a 2024 m. ugpjūčio 5 d. VICTOR O. NTABO (em inglês) Depa amen o de Línguas, Uni e sidade de Ka a ina Caixa de co eio 1957-10101 Ka a ina, Quênia n abo ic [email p o ec ed]om CATHERINE W. NDUNGU (em inglês) Depa amen o de Línguas, Uni e sidade de Ka a ina Caixa de co eio 1957-10101 Ka a ina, Quênia cwai he [email p o ec ed]om