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Varia Onomastica: Sarmato-Alanica (Danapria, Bohus)

Abstract

The research is aimed at singling out the Iranian language heritage in the toponymy of the Dnieper and the Bug regions. In particular, it dwells upon the reconstruction of the Sarmatian-Alanian lexical stratum, whose existence does not run counter to the data of the history and archaeology of the areas under investigation. The research has resulted in the reconstruction of 20 lexemes supposed to be affiliated with the vocabulary of Sarmatian and Alanian. Such a conclusion is substantiated by the etymology of the reviewed toponyms, explained due to the vocabulary of the Ossetian language. The latter, in its turn, being the only surviving      descendant of the Alanian language, has inherited the typical features of the Sarmatian and Alanian dialects on one side, and the old Eastern Iranian dialects closely related to the dialects of the Alans and Sarmatians, on the other side. A strong argument in favour of the Sarmato-Alanian origin of the reconstructed lexical fund is grounded by a range of exclusive whole-lexical Alanian-Ossetian parallels. Lexical reconstruction is confirmed with certain phonetic and morphological peculiarities inherent only in the structure of the assumed Alanian prototypes and the words from the Ossetian language. The parallels in the reconstructed Sarmato-Alanian vocabulary and the vocabulary of the other Iranian languages are also described.

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Varia Onomastica: Sarmato-Alanica (Danapria, Bohus)

Author: Alexander I. Iliadi
Year: 2025
DOI: 10.35321/all92-05
Source: https://journals.lki.lt/actalinguisticalithuanica/article/download/2477/2463
Ac a Linguis ica Li uanica
2025, ol. 92, p. 1 a 28
Ligação de con eúdos Tu inio nuo oda
ISSN 2669-218X (online elek oninis) (em inglês)
Di ei os au o ais © 2025 Alexande I. Iliadi. Publicado pelo Ins i u o da Língua Li uana. Es e é um a igo de
Acesso Abe o dis ibuído sob os e mos da Licença de A ibuição C ea i e Commons, que pe mi e uso,
dis ibuição e ep odução ilimi ados em qualque meio, desde que o au o o iginal e a on e sejam c edi ados.
Ins i uições de Língua Li uana. Šis s aipsnis é a i os p ieigos, pla inamas pagal C ea i e Commons
p isky imo licencijos sąlygos, leidžiančias ne ibo ai naudo i, pla in i i a ku i u inį be kokioje laikmenoje,
nu odan au o ių i šal inį.
Recebido po : Gau a: 2025-04-18. Acei o: P iim a: 2025-05-28 .
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VARIA ONOMASTICA: SARMATO-ALANICA (DANAPRIA, BOHUS)
VARIA ONOMASTICA: Sa ma o-Alanica (Dniep as, Bugas) VARIA ONOMASTICA: Sa ma o-Alanica (Dniep as, Bugas) VARIA ONOMASTICA: Sa ma o-Alanica (Dniep as, Bugas) VARIA ONOMASTICA: VARIA ONOMASTICA: VARIA ONOMASTICA: VARIA ONOMASTICA VARIA
ALEXANDER I. ILIADI (p esiden e da Comissão)
A Ins i uição Es adual […]Uni e sidade Pedagógica Nacional do Sul da Uc ânia com o nome de
K. D. Ushinsky
E-mail: alexand [email protected]
ORCID ID: h ps://o cid.o g/0000-0001-5078-8316 Campos de pesquisa: e imologia, linguís ica
compa a i a-his ó ica, linguís ica ge al e ipológica.
h ps: doi.o g/10.35321/all92-05
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Resumo das conclusões
A pesquisa em como obje i o des aca o pa imônio linguís ico i aniano na oponimia das egiões do Dniepe e do
Bug. Em pa icula , abo da a econs ução do es a o léxico sa ma iano-alanino, cuja exis ência não é con á ia
aos dados da his ó ia e da a queologia das á eas em in es igação. Os sa má icos e os alanos. Tal conclusão é
esea ch has esul ed in he econs uc ion o 20 lexemes supposed o be a ilia ed wi h he ocabula y o
comp o ada pela e imologia dos opônimos e isados, explicada de ido ao ocabulá io da língua osse a. Es e úl imo,
po sua ez, sendo o único descenden e sob e i en e da língua alaniana, he dou as ca ac e ís icas ípicas dos
diale os sa ma iano e alaniano de um lado, e os an igos diale os i anianos o ien ais in imamen e elacionados com os
diale os dos alanos e sa ma ianos, do ou o lado. Um o e a gumen o a a o da o igem sa ma o-alanina do undo
léxico econs uído é undamen ado po uma sé ie de pa alelos alano-osse ianos exclusi os de odo o léxico. A
econs ução léxica é con i mada com ce as peculia idades oné icas e mo ológicas ine en es apenas à
es u u a dos supos os p o ó ipos alanos e das pala as da língua osse ia. Os pa alelos no ocabulá io
sa ma o-alaninho econs uído e no ocabulá io das ou as línguas i anianas ambém são desc i os.
Pala as-cha e: e imologia, elíquia da língua sa ma o-alanina, econs ução, p o ó ipo, e lexo, á ea
oponímica.
2
ANOTACIJA (em inglês)
Ty imo ikslas išski i i anėnų kalbos pa eldą Dniep o i Bugo egionų oponimijoje. Ypač daug dėmesio ski iama
sa ma ų-alanų leksinio sluoksnio, ku io egzis a imas nep ieš a auja i iamų ie o ių is o ijos i a cheologijos
duomenims, ekons ukcijai. Tokią iš adą pag indžia apž elg ų oponimų e imologija, paaiškin a ose inų kalbos
žodynu. Pas a oji, būdama ienin elė išlikusi alanų kalbos palikuonė, iš ienos pusės pa eldėjo sa ma ų i alanų
a mėms būdingus b uožus, iš ki os pusės senosioms y ų i anėnų a mėms, glaudžiai susijusioms su alanų i
sa ma ų a mėmis. S a ų a gumen ą ekons uo o leksikos ondo sa ma ų-alanų kilmės naudai pag indžia isa eilė
išski inių alanų-ose inų leksikos pa alelių. Leksinę ekons ukciją pa i ina am ik os one inės i mo ologinės
ypa ybės, būdingos ik spėjamų alaniškų p o o ipų i žodžių iš ose inų kalbos s uk ū ai.
S aipsnyje aip pa ap ašomos ekons ui os sa ma ų-alanų žodyno i ki ų i anėnų kalbų leksikos
pa alelės.
ESMINIAI ŽODŽIAI: e imologia, Sa ma ijos alanų kalbos elik as, ekons ukcija, p o ó ipos, e lexas,
oponiminis a ealas.
1. INTRODUÇÃO: A língua i aniana pe manece na oponímia das
egiões do Dniepe e do Bug
1.1. A ques ão das elíquias linguís icas baseia-se comumen e na implicação dos es ígios das
peculia idades exis en es an e io men e da língua em in es igação, p ese adas na oponimia.
De ido a á ias azões, a oponímia man ém a caismos, enquan o no apela i o é deslocada.
lexicon, compe i ion be ween he olde and he mo e ecen uni s he old ocabula y is o en
Po an o, a oponímia p ese a o que oi pe dido no ocabulá io apela i o. A mesma pe i e ia léxica
peculia man ém as e idências da p esença an e io de alan es das ou as línguas (subs a o,
supe s a o) nas á eas das línguas mode nas. Os es udiosos êm ecen emen e adicionalmen e
e e ido o e mo elíquia da linguagem especi icamen e ao subs a o onomás ico (ob as do
acadêmico Oleg N. T ubače , bem como á ias publicações de Vladimi E. O el, Alexande K.
Šapošniko , Alexande V. I anenko). A linguís ica indoeu opeia con empo ânea
compa a i a-his ó ica em dados sob e as elíquias da língua esla a (Sla ica, Scla ania) na á ea da
oponimia g ega e alemã, elíquias do Bál ico (Bal ica) na hid onímia da egião do io Dniepe , a
he ança da língua indo-a iana na egião do Ma Neg o do No e (Indoa ica), o componen e i aniano
(Scy hica, Sa ma o-Alanica, Alanica) na oponimia da C imeia, da egião do Ma Neg o do No e, da
egião do io Don, da egião do io Volga, da egião do io Dniepe , da egião do io Bug.
A Eu opa.
1.2 Os ma cado es da úl ima das ca ego ias acima mencionadas de elíquias linguís icas (I anica)
são discu idos a segui . O oco do es udo é a he ança dos diale os i anianos, que já o am
comuns no e i ó io ao longo do cu so do Dniepe e no in e lu o Ingul e Bug. A expe iência
an e io de desc ição das an iguidades léxicas i anianas na egião do Dniepe pe mi iu delinea
pa cialmen e os limi es de sua á ea na ma gem esque da do Dniepe (Moszyński 1957; Topo o ,
T ubače : 1962228; T ubače 1968: 276; O el 1986: 111; Šapošniko 2007: 291, 309; a e isão das
e imologias eja ambém: S yžak 1981: 31). As unidades léxicas i anianas na hid onímia da
ma gem di ei a do Dniepe são menos equen es (O el 1986: 111). No en an o, ecen emen e
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o am adicionadas seis elíquias à lis a, ês das quais são a es adas na bacia do io Ros (Iliadi
2021). Inciden almen e, as elíquias i anianas es ão ausen es pe se na in es igação especial de
I ina M. Železniak sob e a hid onímia da ma gem esque da do Dniepe Médio, enquan o os nomes
es angei os das línguas u ca, bál ica, ilí ia, cel a e acia na bacia de Ros são desc i os em
de alhes. Isso pode se de ido ao oco nas conclusões, an e io men e ei as po O. N. T ubače ,
em pa icula sua ideia de que os "i anismos do sul es ão nas bacias dos a luen es da ma gem
esque da do Dniepe " o Sula, Psel, Sama a e pe o deles; apenas o Su a, o Domo kan e o Samo kan
luem no Dniepe à di ei a, pe o da oz do io Sama a. No en an o, de ou a o ma, a Uc ânia da
Ma gem Di ei a, em um sen ido amplo, acaba po es a li e de es ígios i anianos em hid onímia
(T ubače 1968: 276). A busca da hid onímia i aniana na egião de Bug passou po duas e apas
condicionais. O p imei o esul ou na suposição da omissão dos lexemas i anianos (T ubače 1968:
276), enquan o pesquisas e imológicas adicionais não undamen a am essa hipó ese (O el 1986: 112;
Lučyk 1999: 9[…]10, 12[…]13). No en an o, hoje a lis a de pala as i anianas na hid onímia da egião
do Bug, bem como o co pus das e imologias dos hid onímicos i anianos na egião do Dniepe ,
p ecisam se subs ancialmen e e isados. C . a conhecida e imologia i aniana do nome do
a luen e esque do do io Sula, A opolo (Артаполотъ), ao qual os au o es dos es udos sob e a
hid onímia do Dniepe apelam sem c í ica: de *Артапород = i aniano *A a-po d ~ Alanian αρδ
[…]God[…] e Osse ian o d […]big i e […] (S yžak 1963: 83[…]84). Suge e-se a á-lo como um
elemen o do es a o bál ico na onomás ica local, ou seja, como *a a-pal a […]close/nigh
s eam[…] ~ a us li uano […]close, nigh[…], a […]nea , beside, nex o[…] e pa s le ão, pal e
[…]puddle[…], […] ain low[…].
2. P opósi o e Obje i os
O obje i o do es udo p opos o é des aca o es a o léxico sa ma o-alaninho como pa e do
pa imônio linguís ico i aniano na oponímia da egião do Dniepe e Bug. O obje i o decla ado
é alcançado esol endo á ias a e as: 1) A o mulação dos c i é ios oné icos, léxicos e
mo ológicos da a iliação da língua sa ma o-alaniana/alaniana das o mas i anianas
econs uídas; 2) a análise e imológica do ma e ial léxico selecionado pa a a pesquisa e a
e isão das e sões e imológicas in oduzidas an e io men e; 3) A econs ução de um
agmen o do ocabulá io dos diale os sa ma o-alanos/alanos das egiões de Dniepe e Bug na
sua ligação e imológica com o ocabulá io osse o;
4) A dis inção de algumas isoglossas que ligam o ocabulá io sa ma o-alanino ao léxico
das ou as línguas i anianas.
3. METODOLOGIA de ma e iais e de in es igação
3.1. O co po conhecido de lexemas i anianos em onomas ica das egiões do Dniepe e Bug ab ange
hoje algumas dezenas de unidades; No en an o, não pode se conside ada de ini i a a é que odas
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as on es disponí eis enham sido ainda en ol idas. A in odução de no as descobe as a e a a
pe spec i a inicial sob e a á ea e á ios lexemas i anianos. A base da pesquisa é o mada po
opônimos, p esumi elmen e de o igem i aniana, e i ados de documen os his ó icos (c ônicas,
mapas, desc ições geog á icas) e das on es do ocabulá io onomás ico das línguas esla a e
i aniana. Esses nomes geog á icos em suas ca ac e ís icas onomo ológicas são
co elacionados não com os léxemos esla os, bál icos ou u cos a caicos, mas com o
close o iden ical I anian onomas ic and appella i e ocabula y. In o he wo ds, hey a e
es u u almen e explicado exclusi amen e com base no ma e ial da língua i aniana, que é
ca ac e izado po uma ce a o ma de aízes e a ixos.
3.2 Na nossa opinião, no as pesquisas das an iguidades da língua i aniana na onomás ica
das egiões de Dniepe e Bug exigem a adesão às ês condições impo an es
seguin es:
1) A análise dos dados das á eas acima mencionadas não de e limi a -se à hid onímia, ou seja, o
objec o de in es igação de e se unidades de odas as classes oponímicas. Is o pode ala ga
signi ica i amen e o leque de opo unidades pa a os in es igado es, uma ez que os nomes de
á eas, o mas de ele o (colinas, mon anhas, ochas, passos de mon anha, ápidos lu iais, ilhas,
e c.) em alguns casos ambém sal am o subs a o léxico;
2) O ocabulá io i aniano, econs uído com base na oponímia do Dniepe e do Bug, de e se is o
não a pa i das pe spec i as da condição da língua i aniana an iga com algumas
ca ac e ís icas oné icas de " ipo esci a ou osse o", mas como pa e do ocabulá io dos
sa ma o-alanos/alanos, que se es abelece am nos e i ó ios mencionados mui o mais a de.
Exis em e idências linguís icas essenciais, apoiadas pelos achados a queológicos e his ó icos
(c .: a) os assen amen os da época sa ma iana na egião do Baixo Dniepe ; Viazmi ina 1962; (b) os
Alans no Dniepe ; Kazanskij, Mas yko a 1999: 119); e a Comissão concluiu que a Comissão não
cump iu as ob igações que lhe incumbem po o ça do a igo 107.o, n.o 1, do T a ado. 3) Os
p o ó ipos de em se es au ados na o ma co esponden e à condição da língua i aniana média
com as ca ac e ís icas peculia es dos diale os i anianos o ien ais. Os lexemas analisados são
p incipalmen e ino ações sa ma o-alaninas; Po conseguin e, a econs ução do an igo I ã, ealizada nos es udos an e io es, nem semp e é adequada.
3.3 Os mé odos u ilizados no es udo p opos o são os seguin es: e imológico e
compa a i o-his ó ico (em pa icula , as seguin es écnicas são ele an es pa a: es abelece a
iden idade gené ica das o mas compa adas, de e mina a c onologia ela i a dos enómenos
linguís icos, econs ui p o ó ipos).
3.4 Os p o ó ipos i anianos ap esen ados a segui são econs uídos, e imologizados e
e i icados p incipalmen e endo em con a o ocabulá io da língua osse ia, ou seja, o sucesso
gené ico das línguas dos sa ma o-alanos e alanos. Com base nisso, as o mas i anianas
es au adas são de e minadas como alanianas ou sa ma iano-alanianas. Assim, emos léxemos
alânicos, p ese ados na oponimia; es es são os p o ó ipos, ou seja, o mas, que e le em a
an iga condição oné ica e mo ológica do ocabulá io osse o.
As cons uções linguís icas são combinadas com dados his ó icos. O nome Alano-Sa ma s e a
comumen e emp egado po es udiosos pa a deno a odas as ibos de língua i aniana da
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es epe e e i ó ios adjacen es, descenden es dos an igos Sa ma s e Alans. "Na cos a do
Ma Neg o, no início do pe íodo da G ande Mig ação, a maio ia deles já e a conhecida como os
alanos" (Kazanskij, Mas yko a 1999: 119).
C i é ios de a iliação sa ma o-alaniana ou alaniana do
ocabulá io econs uído
Lexical: b) O compos o econs uído não em a con apa e e imológica lexicológica in ei a no
a) The es o ed I anian o m has he whole-lexical analog in he Osse ian ocabula y;
ocabulá io osse o, no en an o, os análogos osse os são encon ados sepa adamen e pa a cada
pa e do compos o; c) Os pa alelos e imológicos lexicais in ei os são encon ados nas línguas
pami , pe encen es ao g upo i aniano o ien al. Nes e caso, a a-se de unidades de ocabulá io
a caico, comuns aos diale os dos sa ma o-alanos e an epassados do Pami is; d) O p o ó ipo
sa ma o-alaniano, econs uído com e e ência às co espondências comple as no ocabulá io
i aniano ociden al, ep oduz o pa alelo a caico do g upo das isoglosses sa ma o-alano-i anianas
ociden ais sepa adas (conclusação p elimina ). Foné ica (peculia pa a a oné ica his ó ica das
línguas alaniana e osse ia): a) Mono ongização de di ongos *ai > i, *au > u an es de n; b) Síncope
de cu o a, i; c) Muda *k > x sob a in luência de i na sílaba seguin e; d) Al e ação de *p > an es
de i; e) Muda * > c an es de i; ) queda espo ádica de w na en ada depois de sonan es e
consoan es an es de ā, a; g) Mudando o g upo oné ico + i + č em a icado assobiado geminado
(depois do síncope de i): ič > cic > cc (> esla o ц [ s]); De i acional e mo ológico: a p esença de
su ixos e complexos su iciais -ak- -āk-, -čī-, -al-el-, -ag-ān-, -i-či-ā, -ič-ain nas pala as
econs uídas. 4. RELICIAS LINGUÁRICAS SARMATO-ALANIANAS: E imologia e Á ea
4.1 A á ea da egião do Dniepe
* -sa ak (< * pi ša -aka-)
Авсорок, Овсорок o esque do. do io Bol a, a esque da . do io Desna. V. N. Topo o e O. N.
T ubače econhecem o ca á e i aniano des e hid ônimo com e e ência ao osse iano æ sū
[…] il a o de ce eja[…] (li e almen e […]água e melha[…]) (Topo o , T ubače 1962: 222 (æ su […]):
sem exclui a possibilidade da o mação esla a local). Embo a acei emos es a e imologia,
conside amos, no en an o, que as opo unidades do a amen o da gênese do hid ônimo ainda não
o am esgo adas. Po exemplo, na mesma ex ensão, es e subs an i o pode se a ado como a
pala a alânica * -sa ak (< * -ša ak) […] [ io com] ápidos de água / co en es[…], que

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su giu com base na ase colapsada * pi ša -aka- = água, que lui / cai com o ba ulho. Em sua
composição, o e lexo de * pias a o ma eminina do p o o-i aniano *āp- ‘água (é a es ado no
ocabulá io apela i o osse o (Abae 1949: 153; 1958: 84) e hid onímia) é econhecido. A segunda pa e é
p o a elmen e o su ixo (-ak-) do caule onoma opéico i aniano *ša - […]o mu mú io da água[…], c . Wakhi
šo -šo […] o mesmo […], ša ša á […] cachoei a […], […] limia do io […], pe sa šā īdan […] pa a lui com o
ba ulho […], ajik šo idan […] pa a lui […], […] pa a lui como um io […] (Abae 1958: 220;
S ebline-Kamensky 1999: 328, 329). O p o á el p o ó ipo alaniano * -sa ak (> con empo âneo Авсорок)
co esponde ao pe sa ābšā ‘cachoei a (Abae 1958:
220) com *āpa-.
*dū -as u ou *dū -us u
Di ékh u […] a ped a na en ada do ápido Dniepe Vo niga. Na li e a u a onomás ica, es e nome é
a ado de ido à e imologia popula como uma o ma dialec al de di éктор, po que, de aco do com
as his ó ias, "um inciden e acon eceu a um di éx u " pe o des a ped a (Čabanenko 2008: 42).
Ac edi amos que a o ma mode na do opônimo é o esul ado do epensamen o do nome não-esla o
no discu so esla o local. P esumi elmen e, é alano *dū -as u ou *dū us u […]g ande ped a[…].
Comp. (em inglês) Osse ian dū , do ‘s one e (æ)s u , (u)s u ‘big (Abae 1958: 376; Abae 1979: 158),
opônimos com in e são de pa es S u -do Big S one (Abae 1958: 376), Устур дори цор Nea he Big
S one (Tsagae a 1975: 36 i. e.3), com o mesmo устур дор. A econs ução dos p o ó ipos a ian es é
di ada po uma qualidade bas an e ince a da p ó ese (ao u-?) em alano adj. *s u ; a an iguidade
das o mas com a p ó ese ocal é indi e amen e con i mada pela e imologia do mode no Днестр
como esci a *Dan-æs (u) ou *Dan-us (u) ~ ossiano us u -don ‘g ande io (Kambolo 2006: 114). O
compos o con ém o nome de ped a, emp es ado das línguas caucasianas, po an o, é lógico
conclui que o *dū -as u /*dū -us u pe ence ao ocabulá io dos alanos, cujos an epassados
ie am do P é-Cáucaso.
The e ymology in (Iliadi 2018) needs o be subs an ially e ised.
*lakand
Lochany, 1594 […] o nome do e cei o ápido no Dniepe (Lasso a 1866: 209). Fo mas pos e io es são:
Лоханнои, 1627: […]А ниже Сурского 2 версты порог Лоханнои[…] (Kniga 1950: 111), Порогъ Лохан[…]й, 1697
(Veličko 1855: 47 Luchan, 1736[…]1737 (PTT 1736[…]1737), Luchanskoy, 1769 (NAM 17 1780), Порогъ Лаханский,
1779, (no mapa do Baixo Dniepe po Ê. A apo ) Порогъ Лоханинъ, (DPND 1779[…]1780), ago a é Лоханский
[…] um ápido no Dniepe acima da ilha S elča yi. A e são de sua o igem na li e a u a sob e
onomás ica é a seguin e: o caule des e opônimo es á elacionado ao dial uc aniano. Lóxunni "a ba e
desespe adamen e", po que a co en e de água "es a a desespe adamen e ba endo con a o limia
de g ani o em seu caminho" (Čabanenko 2008: 95). No en an o, a di e ença na posição de ensão nas
o mas compa adas não é comen ada.
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As a ian es do opônimo demons am ocalismo de aiz lábil (о: у: а), a di e ença da es u u a
de de i ação e p op iedades g ama icais, c .: -ø || -ы (-y) || -н-ой || -ей ou -ий (-й) || -ский (-skey) || -ин.
Tais casos são comuns pa a o ocabulá io dese imologizado: a obscu idade da o ma in e na da
pala a le a à sua con e gência com pala as he e ogêneas one icamen e semelhan es e, em
seguida, esul a em sua mudança mo ológica. No caso de Лохань, emos o esul ado do
epensamen o e imológico popula do opônimo es angei o. Há uma azão pa a ac edi a que
em do i aniano médio * lakand como um e lexo da pa e p o o-i aniana. agi . *lakan -, c .
Yazghulami lakánd […] ocha sob essalen e […] P o o-i aniano *1lak- < PIE *lek- […] dob a , inclina ,
lexiona […], […] pendu a […], […] sal a […], […] sal a […] (S ebline-Kamensky 1999: 223; Edelman
2015: 57, 59, 60). T a a-se de uma imagem isual das ped as que se e guem sob e a água, um
g adien e íng eme, causando um aumen o na elocidade da água ou u bulência. A água "sal a" e
es a me á o a explica plausi elmen e o uso do i aniano médio * lakand […] ocha, ped a nas
co edei as […] como o nome do limia do io. Pa a a es u u a e a semân ica de * lakan c .
pa e. *ba ź-an o *bź-an - ‘ o ei o, al o (: A es an bə əzan - ‘al o, Osse ian bæ zond ‘al o) <
*ba ź- ‘ascende (Abae 1958: 254).
A a ípica do inal -d (e ge almen e o esul ado -nd) pa a a oponimia esla a con ibuiu pa a a
modi icação o mal des e nome na língua esla a: es e som oi eliminado e a o ma co ada
*Лакан assimilada com o dial. лоханя, лохань […]clay bowl[…], […]jug[…], […]bucke […], de onde é a
subs i uição do p imo dial *a > о (no en an o, *a po um empo ainda oi man ido, comp. acima
de Порогъ Лаханский) e *k > х. No que diz espei o ao PIE e ymon, e : (Poko ny 1959: 673; LIV 2001
The e ymology in (Iliadi 2018) needs o be subs an ially e ised.
[1998]: 411). De aco do com o dicioná io de Helmu Rix, a aiz *lekis é ince a. No en an o, es e
e imônio é a es ado não apenas nas línguas bál icas e ge mânicas (LIV 2001 [1998]: Ibid.), mas
ambém no esla o (ESSJ XIV 147[…]148: com a análise de alhada das e sões conhecidas) e no
g ego (Beekes 2010: 856: *lek- […] jump[…]) ocabulá io p imo dial. PIE *lekis econhecido nos
es udos ecen es ambém, c ., po exemplo, (Edelman 2015: 57[…]60: o as o aglome ado
e imológico i aniano com um amplo espec o semân ico) e (Adams 2013: 613: lyak), onde é uma das
possí eis on es de pala as Tocha ian.
* sag-ba z
Sagba sa […] o nome local na á ea da aldeia Zolo aja Balka no dis i o de No o o on so skij da
egião de Khe son (o cu so in e io do Dniepe , a ma gem di ei a) (g a ação de 1973; OA).
P o a elmen e, é o esul ado da e olução do p imo dial *Сагбарз no ambien e es angei o.
*Сагбарз ep oduz a pala a alânica *sāg-ba z […]dee hill[…], c . Oosse ian Сагбарз = Dee Hill de
саг ‘dee + барз ‘hill, ‘bump, ‘upland (Tsagae a 1975: 429).
*san- o d/*sān- o d
Russo an igo Снопородь, 1169 (слышєвшє жє князи, ожє Половци побгли и
оставившє кошѣ свои поидоша по них вборзѣ, оставившє у возъ своихъ Ярослава
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Всеволодича. Пришєдшє жє взяша вєжи Половєцкы на Углѣ рѣцѣ, а другыє по
Снопороду, а самхъ постигоша у Чёрного лса, и ту избиша...; Mosko skij s od em 1949:
77), Снєпородъ, 1187 («кнѧзи Роускиѣ поидоша по Днѣпроу <…> и доидоша до
Spon oda; Ipa ie skaja le opis 1962: 653), Снепородъ, 1552 (Литовская метрика: Князь)
великій Литовъскій Гедиминъ, завоевавши надъ моремъ Кафу и весь Перекопъ и Черкасы
Питигорское, и приведши Черкасовъ часть з княгинею ихъ, посадилъ ихъ на Снепородѣ
а иншихъ на Днепре), Слпородъ, 1887 (Laza e skij 1887: 39), Slipo ok, 1665, ago a é Слипорид, -оду (a
o ma com Слип- apa ece desde o início do século XVIII) io, o di ei o . do Sula, o esque do. do
Dniepe (SHU 1979: 510). A e isão an e io men e decla ada ( e Iliadi 2021: 504 […] 505) da e imologia
acei a po O. N. T ubače Снопород, Снепород como e olução do i aniano médio
*san-po d/*san- o d […]con luence, con luen […] […]san-pa a a- (a composição do p e ixo a iano
*sanand *pa a a- […]big i e […]) nos poupa a necessidade de nos concen a na pa e his ó ica
da ques ão. De e-se no a apenas dois pon os impo an es: 1) O p e ixo a iano *san já em
p o o-i aniano soa a como *han- (!), po an o, p ecisamos p ocu a ou a explicação pa a *san-;
2) O p o ó ipo p o o-i aniano pa a o i aniano médio -po d/- o d, de aco do com es udos ecen es,
é *paud- a- ‘(g ande) io (← […]algo em mo imen o[…]), que não es á elacionado com *pa a a
Scy hian Πόρατα ( e : Dzi s soi y),
2021: 265).
A no a e imologia do hid ônimo como i aniano médio *[a]sang-po d*[a]sang-pa a ‘ io de
ped a/água (Iliadi 2021: 504505) p ecisa se escla ecida. Em pa icula , o p o esso Yu y A.
Dzi s soi y na discussão o al (2021) apon ou pa a a possibilidade da elação gené ica da p imei a
pa e do compos o com o p o o-i aniano *san- […]mon a , ascende […], […]ascende […] (em
de alhes sob e es e e ymon e : Bailey 1979: 419; S ebline-Kamensky 1999: 307; Cheung
2007: 330–332).
Em elação a es a in e p e ação, a explicação des e hid ônimo como de o igem sa ma o-alanina
não pa ece con adi ó ia *san- o d/*sān- o d, compos o po : 1) o e lexo do p o o-i aniano
*san-a- (pa e. a o.) ou *sān- (causa.) ~ *san- […]mon a , ascende […], […] subi […]; 2) Fo do
Sa ma o-Alaniano (Fo do da Ossé ia […] g ande io[…]).
Pa a uma comp eensão mais cla a da semân ica de *san-/*sāni s ú il p es a a enção aos seus
cognados, c . A es an sanaka- […] oz do io[…] (ou […] luga , onde [linha cos ei a do io] nasce[…]),
e mo opog á ico osse iano sæn *[…]moun ainside[…] em Sæna (o onym) e Do gin-sæn (Dzi s soi y
2018a: 100; 2020: 105[…]107). Tal ez *san- o d/*sān- o d osse a designação desc i i a do io, onde o
ní el da água sobe po causa de obs áculos na u ais, ou apenas o io com casca as.
A de inição do hid ônimo como uma unidade do ocabulá io sa ma o-alano é de ido não apenas aos
dados das línguas in imamen e elacionadas aos diale os sa ma o-alanos. A inclusão de San o d
na lis a de elíquias léxicas sa ma o-alaninas é indi e amen e con i mada po sua geog a ia: a
á ea des e nome (a ma gem di ei a do Sula) coincide com a á ea de sepul amen os sa ma ianos
dos séculos I[…]II dC (P ijmak 2022: 224: o mapa) e az on ei a com a á ea de sepul amen os
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alano-sa ma ianos dos séculos III[…]IV dC, uma pa e dos quais é encon ada na bacia do io
Vo skla (Kazinsk, Mas yko a 1999: 119, 126). *wā -dax-āl ou *wā -dax-el (< *wā - ax-āl/-el)
Вордахель o di ei o. do io Moloh a, a di ei a . do Veh a, a di ei a. do Sozh. Em um es udo
clássico de O. N. T ubače e V. N. Topo o , es e hid ônimo é dado como uma a ian e de Ведрихан.
Es e úl imo é de e minado como obscu o, mas a conclusão é acompanhada pela suposição sob e a
semelhança da e minação da pala a com o nome do io Khan (bacia do io Seim) = i aniano χan- […]
bem, on e[…] e labilidade de d : d (como em osse o), peculia a ce os diale os, embo a a
ausência dos ou os hid onimos i anianos nes a á ea Vo dakhel e Ved ikhan sejam as o mações
he e ogêneas com a meno semelhança oné ica. De emos deixa de lado Ved ikhan an es de
educes he likelihood o I anian e ymology (Topo o , T ubače 1962: 223).
escla ece os de alhes de sua mo ologia e elações gené icas e concen a -nos em Vo dakhel. A
e olução es u u al em isolamen o do ambien e da língua na i a mudou a o ma da pala a, mas
pa ece ha e alguns es ígios de sua composição e imológica. Que emos dize a p ese ação do
sa ma o-alaniano *wā -dax-āl < *wā - ax-āl […] io com co edei as[…] no hid ônimo. O compos o
consis e em: *wā < P o o-i aniano * a -/* ā - […] ain[…], […]wa e […] (: A es an ai i- […]lake[…],
ā - […] ain[…];
Ba holomae 1904: 1364, 1410; Va (di e en emen e […] Danab i) […] o io na Cí ia (em Jo danes);
Io danes 2001: 166; Osse ian wa yn, wa un […]i ains[…]; Abae 1989: 52) e * ax- […] apids[…], […] apid
cu en […] (: Osse ian æx […] apids in i e […], […] apid, as cu en […], […] as […], […] apid[…],
[…]s o my[…] (< P o o-i aniano * axa-); 1979 Abae : 284; тæх […] empes uosa, o e, ápida co en e
de io[…], […] ápidos[…]; Takazo 2015: 528). A Comissão conside a que a Comissão não cump iu as
ob igações que lhe incumbem po o ça do a igo 107.o, n.o 1, do T a ado. A ex ensão da segunda
pa e po -āl é o su ixo, comp., po exemplo, ep esen ação de imp odu i o -a-l e a ian e -e-lin
oponímia osse a: Xiz-al-a, Me -el-a-skæ e c. (Dzi s soi y 2018a: 103; e ambém Gaba ae 1977: 59).
Assim, é pe missí el econs ui não apenas a o ma *wā daxāl, mas ambém a a ian e
*wā daxel, le ando em con a Me -el-a-skæ e exemplos osse ianos semelhan es. Em p incípio,
a amos do lexema, cuja o ma *wa dæxal **ua dæхал) ou *wa dæxel **ua dæxel) é bas an e ípica pa a a língua osse ia.
A ipologia da nomeação é comp o ada, c . Osse ian (Digo ian) æx don […]s o my i e […]
(Abae 1979: 284), Тæхгæ дон […]Flying Wa e […] o esque do. do io Zakadon (Tsagae a
1975: 16, 212).
A singula idade des e nome i aniano na á ea da hid onímia esla a é explicada po sua
ans e ência na bacia de Sozh po esla os, que ie am do e i ó io onde os nomes i anianos
são a es ados. V. E. O el ê um caso semelhan e na " eplan ação" secundá ia do hid ônimo
i aniano Mo ozha na bacia do io P ipya de á eas mais me idionais (O el 1986: 109 […] 110: não nega
a e imologia bál ica).
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*sa ak ou *sa āk
So oka […] o io (aldeia de Ki ajgo od no dis i o de Alexand o skij da egião de Ki o og ad)
(K i ulčenko 2011: 176) e So oka […] o pequeno io no hid osis ema do io Valuj (bacia do Don)
(O in 2012: 263), Сорока […] nome dos ios: 1) o . esque do. do Bug do Sul; 2) o di ei o. do
Dniepe ; 3) o ão esque do. do Dniés e ; 4) a ma gem esque da. do io Bug Ociden al; 5) a
ma gem esque da. do io Desna (SHU 1979: 521). Os hid ônimos di icilmen e es ão elacionados
com o nome do pássa o, caso con á io, lida íamos com os adje i os Сорочий, Сорочья, Сороча
e Сорочача. O caule Сорокalso não pode se o ien ado pa a a on e u ca como са:ры (< са:рығ)
[…] ama elo[…], […] b anco, de co cla a[…] (espec e comple o de seus signi icados eja: ESTJ VI
220[…]222), po que no uso esla o o ien al es e lexema semp e p ese a а na aiz, c ., po
exemplo, em usso Саратов ~ сары […] ama elo[…] ( e li e a u a e imológica).
Pa ece-nos um caso do one icamen e, mo ologicamen e e seman icamen e subs an- *sa āk
ia ed e ymology Сорок- as he Eas e n I anian lexeme (in i s Middle I anian o m) *sa ak o
(: sogdiano s ysa ē/, s k ‘cabeça, ‘p incipal, ‘p imei o (Gha ib 1995: 362) < *sa aka-, ossiano
sæ agjāka ‘p incipal < *sa -; 1979 Abae : 59[…]60) < *śa a-ka-, *śa -āka om *śa ah- […]head[…],
ep esen ado em oponímia osse iana e sogdiana (e não apenas) no signi icado […]começo[…],
[…]headwa e […]. C . ambém n. Osse ian Донысæр (Донисар) = Headwa e s o he Ri e de доны
gen. sing. дон […]wa e […] + сæ […]headwa e […], […]head[…], e ambém Доны сæ = […]Abo e he
Ri e […], […]Wa e heads o he Ri e […] (Tsagae a 1975: 184, 232, 337, 453, 518). C . ambém pe sa,
ájico sa […]head[…], […]beginning[…] e […] oun […] (Abae 1979: 75). A lexão -a é o meio de
adap ação g ama ical do o ien al i aniano médio *sa ak, *sa āk […]o p incipal a luen e[…],
[…]headwa e […] em esla o modelado nos e mos nomencla u ais * ěka, * oda. Em e mos de
á ea, a o igem i aniana do hid ônimo é comp o ada pela localização nas bacias do Bug do Sul,
Don e Dniepe de ou os nomes de o igem i aniana. São ma cado es oponímicos da á ea de
cul u as a queológicas que es ão ligadas ao
Sa ma s e Alans.
*sa da-gan (< *sa da-kan) ou *sa d-ag-ān Сандаган, -а, 1988 o nome da on e e do luxo seco (o
. di ei o do Ingul na á ea da aldeia Kalino ka no dis i o de Vi o skij da egião de Nikolae ;
H omko 2017: 253). Supomos a e olução do *Сардаган o iginal em e enos esla os, onde o
hid ônimo oi sujei o a assimilação eg essi a р […] н > н […] н, pa a se spo adicamen e
obse ado nos diale os. Hipo e icamen e, es e pode se o caso da p ese ação do compos o
i aniano o ien al *sa da-gan (de *sa da-kan) […] on e de e ão[…], […] on e quen e[…], compos o
pelos e lexos do p o o-i aniano *śa da- […] e ão[…] e *kana- […]bem, p ima e a, on e[…] (do
p imei o caule e : Abae 1979: 80; Bailey 1979: 421[…]422: sala). A p onunciação de *k- > gin na
segunda pa e dos compos os é uma an iga ino ação, peculia ambém às línguas alaniana e
osse ia. Ambos os componen es são equen emen e usados na oponimia osse ia, c . Sæрды
дон Summe Wa e , Сæрды ком Summe Go ge, Сæрды фæндаг Summe Road wi h сæрды gen. sing.
Sê d

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[…] e ão[…] e Ændæ hæn […]Ou a on e[…] com хæn […] on e[…] (Tsagae a 1975: 62, 78, 211, 255).
Es a úl ima ci cuns ância nos impele a pe ence *sa da-gan ao es a o alaniano na
oponimia local.
Comp eendendo a mo ologia de *Сардаган como a de i ada su ixal complexa le a a uma
econs ução al e na i a de *sa d-ag-ān com a con apa e em osse iano Сæрдыгон дарæн
(срдæ […]summe […] + su . -ыгон; Tsagae a 1975: 39) = *sa d-ug-ān? Os opônimos com complexo
de su ixo -ag-ān (< i aniano an igo -ak-āna-) oco em na á ea da língua osse ia, onde es e su ixo
na u almen e se desen ol eu em -æg-on (exemplos ejam: Dzi s soi y 2018a: 99).
*un[i]-gul (< *un[i]-kul)
Ingul […] o io, o esque do. do Bug do Sul: p es uando a a és de Inguli a é Ochako ,
1673 (Veličko 1851: 341), Piaтій отпочивокъ на рчц <...>, которая зъ правой
руки припадаеть отъ Чорного лѣса, а котитъ въ Инкгулъ, на которой лози и терни есть и
вода плесами, а ити по надъ нею не переходячи до Инкгула», «Шестій отпочивокъ на
рѣчцѣ Инкгулѣ <…>, на которой два броди шляховіи <…>, а опрочъ тихъ бродовъ на
иншихъ мѣстцахъ переправи робыти трудно для плесъ многихъ и крутихъ береговъ»,
1697 (Veličko 1855: 484), Inguł, 1882 […] o esque do. do liman Bug (em á a o Jeni-geł; SG III 291),
Angul, Angule Wielki, Ингулъ, ago a Інгýл, -у (SHU 1979: 222). A in e p e ação linguís ica des e
hid ônimo em sua his ó ia. Tan o quan o se sabe, Max Vasme oi o p imei o a ap esen a a
e imologia u ca: em pa icula , ele ligou Ingul com o u co äŋgül […]quie , lazy[…] ou u co,
á a o da C imeia, Kipchak, e c. em […]ca e na, ca e na[…] ou u co, uigu än […]b oad[…] com a
segunda pa e u ca göl […]lake (Vasme 1986 [1967]: 131). Mais a de, O. N. T ubache suge iu sua
e são da o igem esla a des a pala a, na qual o es udioso econheceu a adap ação oné ica
u ca do usso an igo Уголъ: […]Os u cos das es epes do sul da Rússia, po sua ez,
p o a elmen e, emp es a am e assimila am es e nome local usso an igo Уголъ ou mesmo sua
o ma mais an iga […] *glъ, endo-o con e ido no hid onimo Ингул ( a ian e dos hid onimos
Angul)» (T ubače 1968: 206). See also he de elopmen o he idea abou he Sla onic o igin
Ингул, Ингулец […] *gъlъ com subsequen e a amen o oné ico u co em:
(Lučyk 1996: 132[…]135).
No en an o, a noção de "ângulo" se aplica aos g andes ios (po exemplo, no local de sua con luência
com ou as a é ias de água), po an o, o "ângulo" do io é di icilmen e um a ibu o, dis inguindo o
io de ou os ios semelhan es, cujo luxo ambém o ma um "ângulo" em elação à cos a do ou o
obje o de água. "Ángulo" no sen ido geog á ico es á mais elacionado ao e eno, ape ado en e
dois ios con luen es ou en e a planície de inundação do io e uma co dilhei a. Um possí el exemplo
do e lexo do esla o * […]gъlъ na an iga oponímia his ó ica da Eu opa é o nome do e i ó io ao longo
do es uá io do io Danúbio […]γγλος, […]γκλός, Onglos, mencionado pelo pa ia ca Nicé o o. Es a á ea,
ocupada pelos búlga os, é mencionada sob 660 em elação à sua e i ada sob o a aque dos khaza es
(SSS I 203), e na li e a u a cien í ica es e nome é ge almen e e e ido à língua dos búlga os Aspa uh
e explicado como […] Dez ios (lagos) […]. P esume-se que o opônimo con ém um núme o u co on
(Geo gie 2002: 74) (apa en emen e, o e lexo do u co qo:l […] i e […], […] alley[…] ou kö:l […]lake[…] es á
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implíci o na segunda pa e). No en an o, localizado em algum luga en e as encos as dos Cá pa os e
a planície de inundação do Danúbio, o Ongol já ha ia sido colonizado po esla os, com os líde es dos
quais Aspa uh en ou em con a o (KIB 1987: 41), po an o, es e opônimo é p e e i elmen e explicado
como uma pala a esla a, ajudada po suas o mas documen adas.
Na nossa opinião, o hid ônimo é o esul ado da assimilação u ca ( oné ica e mo ológica) do
nome p é- u co. T a a-se de *un[i]-gul < *un[i]-kul, que ep oduz uma pala a compos a
i aniana média (o e lexo do p o o-i aniano *auni-kula-?), compos a po : 1) *un-i- <
p o o-i aniano *aun-i- (au > u an es do sonan e nasal), ou seja, su ixo i aniano (o ien al) *au-:
*u-: * a- ‘ lui (?). C . ambém n. Kho an Saka ai ‘s eams (< *u-ano com aiz diph ong *au-,
onde o som inicial ala e oi pe dido, c . Old Indian a áni- ‘s eam), āma ‘sea, lood (Bailey 1979:
373, 383: o PIE *au-: *u- ‘be wa e y) e Sogdian wnh [āw n] ‘ i e (?), c . wn p (Sims-Williams 1983:
46; Ras o gue a, Edelman 2000: 256), que são a ian es de *un-iin ca ac e ís icas de ocalismo
do o man e e aiz; 2) *kul (> *gul com a p onunciação de k na pala a compos a) de *kula- ~
*kau-l- […]deep[…], […]ca i y, pi […], c . Khol (kwl) […]pi […], cu do (Ku manji) k[…]ōl […]pi , ca idade,
osso[…], kūl […] […]deep[…], Lu ish kol […]hollow, ca idade, pi […], Talysh хъl […]maels om; luga
p o undo […] (Edelman 2011:
356, 357). The a ian s em *čau-l- is kep in Osse ian oponymy, c . Cul-ægon (Dzi s soi y
2018a: 99, 109). A Comissão conside a que a Comissão não cump iu as ob igações que lhe incumbem po o ça do a igo 107.o, n.o 1, do TFUE.
Os signi icados de ambos os componen es do hid ônimo analisado pe mi em econs ui
con o nos ge ais da semân ica da nomeação como "co en e do poço ou a ina" (en ão o nome
inicialmen e se e e ia às on es do io, c . Oosse ian Донадаг Ri e Ra ine, Ra ine o he wa e
= дон ‘wa e , ‘ i e + адаг ‘ a ine; Adage do […]Rio da Ra ina[…]; Tsagae a 1971: 61, 131) ou apenas
"co en e com edemoinhos". Seman icamen e, al e imologia pa ece mais plausí el do que
[…]Quie /Lazy Lake[…] (não há azão pa a a i ma que os lexemas como o u co äŋgül […]quie ,
lazy[…] o am usados em oponímia) ou […]The B oad Lake[…]. Dois a o es con ibuí am pa a a
ein e p e ação u ca do hid ônimo i aniano como Jeni-geł: 1) a p esença do su ixo elic o -iin
*uni-gul (c . acima Kho an Saka ai ‘s eams, Old Indian a áni-); 2) a semelhança sono a ex e na
do pos posi i o *gul com o göl u co. As a ian es Inguł, Angul esul am das en a i as de
in e p e a a es u u a des e nome em elação a ou o ocabulá io u co, eja acima os
exemplos de M. Vasme . Os opônimos Χιγγυλος, Χιγγιλος, ap esen ados po A. K. Šapošniko ,
são de g ande in e esse. O es udioso os compa a ao mode no Жёлтые воды ( on e do Ingul
Pequeno ou dos Ingule s) e os explica como a co upção do indo-meo iano *hingul- ~ Old Indian
hiṅgula- ‘pin u a esca la e, co an e, cho ônimo e hid onimo Hiṅgulā (Šapošniko 2015: 35: as
Hiṇgulā). No en an o, an e io men e, ele se e e iu a Χιγγιλούς, Συγγούλ (o io no país dos
khaza es e húnga os, […]p o a elmen e, o Ingul ou os Ingule s[…]) às elíquias da língua
Sa ma o-Tu anian e econs uiu pa a esses opônimos o p o ó ipo *hingilu- […] ed[…]? (~
Hid onimo indiano an igo Siṅgula-) (Šapošniko 2007: 298: Singula-). Mas a al a de ou os nomes com
a gumen ou
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A e imologia "sindo-meo iana" na oponimia do Bug do Sul causa dú idas sob e a co eção da
explicação Χιγγυλος, Χιγγιλος como *hingul-, bem como Sa ma o-Tu anian
*Hingilu-
Acei a a iden idade his ó ica de odas as o mas (com inicial Χ- e sem ela) como ixações de um
único *hingilu i aniano encon a objeções de na u eza o mal. Não pode se desca ado que a
di e ença de anlau Χι-: I-, Ain Χιγγυλος, Χιγγιλος VS Ингул, Ingul, Angul indica as a ian es
dialec ais, que su gi am na ala u ca: elas es ão one icamen e co elacionadas como Nogai,
Ta a […]a able land[…], […]bo de […] ~ Cumanan […] (Se o ian 1974: 647), u co y yldymaz […]
hy yldag o g umble, oa […], Khalaj a […]aç […] hizce ee[…] (Teniše 1984: 39: 6). Se o som Xis é
um oné ico de língua es angei a […]laye ing[…], en ão chegamos ao o iginal
*Ιγγυλοὺς, Ιγγιλοὺς.
*wa an, *wā ān
Ворнона, -и o io ( iacho seco), o di ei o. do Sugokleja-Kameno a a, o di ei o. do Ingul, o
esque do. do Bug do Sul (K i ulčenko 2011: 48) e Wo ona, 1736-1737 (PTT 1736-1737), Wo ona R., 1769
[…] o io, a di ei a . do Dniepe (a egião das co edei as; NAM 1769; sob 1779[…]1780 como речька
Вороная; DPND 1779[…]1780), Вóрон, -а […] os ios nas bacias do Dniepe (Воронъ, 1898, Воринъ) e do
Ma Neg o na C imeia (Ворона) (SHU 1979: 121). Os nomes não es ão elacionados com o adj.
воронóй, bem como o o ni honym ворóна (se não, se ia espe ado Воронья, Вороний ou Вороняча,
Воронячий). Em ez disso, a o ma mode na do nomen é o esul ado da adap ação do
sa ma o-alanano *wa an, *wā ān ‘chu a, iacho de chu a (c . Pahla i wā ān ‘chu a, cu do
wa an ‘o mesmo; Abae 1989: 52) no discu so esla o, c . eloquen e combinação de pala as
osse iana wa yny don ‘água de chu a (aplicá el ao io seca ) elacionada ao hid ônimo na
C imeia (Šapošniko 2007: 317). Po ou o lado, ale a pena p es a sé ia a enção ao
p o o-i aniano * a anaas, uma pa e da o mação p e ixal *apaa ana- ~ * a - […] o wa e ou […]
(Ras o gue a, Edelman 2000: 314).
-A Final é uma lexão esla a, adap ando es a pala a i aniana à g amá ica esla a
( al ez, como pa e de *Ворона река).
* xūs-dān
Хуздáн [Хуз|дан], 1988 gully, a di ei a . do Ingul (dis i o de Alexand o skij da egião de
Ki o og ad; H omko 2017: 253). É *xūs-dān, ou seja, one icamen e mudado no uso esla o ( ocação
na u al de с > з an es de д), elíquia da língua da população sa ma o-alanina des e e i ó io. A
pala a compos a oi cunhada como a lexicalização da combinação de pala as a ibu i as *xūs
dān […]d ying up i e […], […]shallowed i e […]. Es a e imologia é e idenciada pelo osse iano
Хусдон = […]D ying up Ri e […] de хус(къ) […]d y[…] + дон […] i e […] (Tsagae a 1975: 415). De ido à
p ese ação de а, a pala a oi emp es ada pelos esla os (u ilizando a mediação u ca?) an es da
mudança de alânico ā > o an es de m, n, ou seja, an es do inal do século XIV.
20
5. Conclusão
5.1 Na nossa opinião, as e imologias desc i as no p esen e documen o pe mi em conclui o
O igem i aniana de á ios opônimos em ce as á eas das egiões do Dniepe e do Bug. Essas
e imologias são impo an es como a e idência linguís ica da esidência das e nozes i anianas lá.
Os c i é ios o mulados acima de a iliação gené ica dos dis inguidos i anismos pe mi em
iden i icá-los como os elemen os do ocabulá io sa ma o-alanino. De ido à ausência de pa alelos
léxicos osse os con iá eis ele an es pa a a econs ução alaniana, a p opos a p opos a
o ypes a e de ined as Sa ma o-Alanian ega ding he phone ic ea u es peculia o he
Língua osse ia.
5.2. As ca ac e ís icas oné icas e de i acionais dos i anismos a es ados, seus análogos
es u u ales imológicos no ocabulá io i aniano, são su icien es pa a p o a a a iliação
linguís ica sa ma o-alanina de 20 lexemas. Es es incluem os opônimos in oduzidos pela p imei a
ez no uso cien í ico (*a s-wa m[ā], *be-gan, * ās-sāyan ou * a s-san, *mā -wā ā ou
*mā - ā -, *xu -sin ou *xu sin), nomes com e imologia u ca (Ингул = Sa m.-Alan. *un[i]-gul <
P.I an. *auni-kula-), esla a (Лахан-Лохан- = Sa m.-Alan.) ou pala as com e imologia i aniana
(Снород = Alan. *san- o d/*sān- o d; - O quê? - O quê? *sa d-ag-ān ou *sa da-gan; Vo dahel = Alan.
*wā -dax-āl ou
*wā -dax-el).
5.3 A econs ução da pa e do ocabulá io da língua i aniana elic a e ela a na u eza da
elação dessas pala as e do ocabulá io osse o. C . ambém n. : a) Os equi alen es
alano-ossé icos lexicais in ei os (Alano-Osse ica): Alan. *dū as u ou *dū -us u : Osse .
(in e ido) устур дор, S u -do ; O Alan. *sāg-ba z: Osse . Saga z; O Alan. *sa d-ag-ān: Osse .
Sæ dagon (da æn) ou Alan. *Sa da-gan: Osse . Cæ dão; O Alan.
*xūs-dān: Osse . Hussão; b) Pala as compos as alanianas sem os análogos e imológicos
lexicais in ei os em osse o, mas explicadas de ido ao ocabulá io osse o: Alan. *a s-wa m[ā]:
Osse . & wæ m(æ); e O Alan. * ās-sāyan (= * ān-sāyan) ou * a s-san: Osse . * on (em
*Ron- ændag) & sajæn o a s & sæn, Sæna; O Alan. *ka d-ā : Osse . lækæ dæ (< * a-ka da-); O
Alan. *mā -wā ā ou *mā - ā -: Osse . ma em *Raw-ma -don, don-ma -æn & Osse . wa yn,
wa un (< *wā ) ou Раро; O Alan. *san- o d/*sān- o d: Osse . sæn, Sæna & o d; O Alan.
*wā -dax-āl ou *wā -dax-el: Osse . Wa yn, wa un e æx e su . - ou -el; O Alan. *xu -sin ou *xu
sin: Osse . Xu e e Digo . Sinæk, sinæg. (Não é possí el) 5.4 As elações ex e nas do ocabulá io
dos diale os sa ma o-alanos das egiões do Dniepe e do Bug den o do g upo i aniano são
ep esen adas pelas seguin es isoglosses: a) Alano-I aniano O ien al: (como pa a a p imei a
pa e) Sa m.-Alan. *dāčī-kāθ: Shug. wiδc; O Sa m. O Alan. *lakand: Yazg. (em inglês) Lakánd; e O
Alan. *sa ak ou *sa āk: Osse . Sêj ag, Sogd. s ysa ē/, s k; (como pa a a p imei a pa e)
Alan. *un[i]-gul (< *un[i]-kul): Kho . Vai, Sogd. wnh [āwn]; b) Alano-I aniano Ociden al: Alan.
* -sa ak: Pe s. ābšā ; (como pa a a segunda pa e) *un[i]gul (< *un[i]-kul): M. Pe s. kōl {kwl},
cu do. O Ku m. kōl, k‘ūl, e c. ;
21
c) Com uma ampla geog a ia de con apa es: Alan. * aspa-xāg (< * aspa-xāk):
O Yagn. Aspi xok, o Taj. Aspi xoki чашма [Aspi xoki čašma], Аспти хок [Asp i xok];
O Alan. *wa an, *wā ān.
De e se apon ado que os lexemas econs uídos com signi icado geog á ico êm
con apa es não apenas no ocabulá io apela i o das ou as línguas i anianas, mas ambém
em sua oponímia.
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