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Lexical Representations of the Concept of “SEN” (‘dream, sleep’) in the Onomasiological Słownik pojęciowy języka staropolskiego Online

Abstract

The article provides a description of the Słownik pojęciowy języka staropolskiego (Conceptual Dictionary of the Old Polish Language), available online (hereinafter also referred to as SPJS). It was edited at the Institute of the Polish Language of the Polish Academy of Sciences in Kraków in the years 2011–2015 based on the printed eleven-volume Słownik staropolski (Dictionary of Old Polish) (hereinafter also referred to as SStp). It is a database for conducting onomasiological and other research on the oldest Polish vocabulary recorded from the 12th century to the beginning of the 16th century. The article also presents the results of the onomasiological analysis of continuous and discontinuous medieval lexical units representing the concept of SEN // DREAM, SLEEP in SPJS. It is one of 231 concepts of the SPJS conceptual structure. Within this concept, there are 19 discontinuous auto-semantic units and 86 continuous auto-semantic units. The conducted onomasiological analysis shows that they belong to 10 separate zones of the semantic field, each of which is complementary to the others. Most of the analysed words have survived to modern times in unchanged meanings, some of them are archaisms, and the rest are competence homonyms.

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Lexical Representations of the Concept of “SEN” (‘dream, sleep’) in the Onomasiological Słownik pojęciowy języka staropolskiego Online

Author: Bożena Sieradzka-Baziur
Year: 2025
DOI: 10.35321/all93-08
Source: https://journals.lki.lt/actalinguisticalithuanica/article/download/2488/2479
Ac a Linguis ica Li uanica
2025, ol. 93, p. 1 a 16
Ligação de con eúdos Tu inio nuo oda
ISSN 2669-218X (online elek oninis) (em inglês)
Di ei os au o ais © 2025 Bożena Sie adzka-Baziu . Publicado pelo Ins i u o da Língua Li uana. Es e é um a igo de
Acesso Abe o dis ibuído sob os e mos da Licença de A ibuição C ea i e Commons, que pe mi e uso,
dis ibuição e ep odução ilimi ados em qualque meio, desde que o au o o iginal e a on e sejam c edi ados.
Ins i uições de Língua Li uana. Šis s aipsnis é a i os p ieigos, pla inamas pagal C ea i e Commons p isky imo
licencijos sąlygos, leidžiančias ne ibo ai naudo i, pla in i i a ku i u inį be kokioje laikmenoje, nu odan
au o ių i šal inį.
Recebido po : Gau a: 2025-05-24. Acei o: P iim a: 2025-09-18.
1
Rep esen ações léxicas do concei o de SEN (DREAM, SLEEP) no POJOWNIK
ONOMASIOLOGICIWY JZYKA STAROPOLSKI ONLINE SAPEGO Koncep o (‘sapnas,
miegas) leks ep ezen ações linguís icas onomasiologinio Senkinio lenkų są okų
žodyno na a ian e online
BOŻENA SIERADZKA-BAZIUR (em inglês)
Ins i u o da Língua Polonesa
E-mail: bozena.sie [email protected]
ID ORCID: h ps://o cid.o g/0000-0002-4214-7268
Domínios de in es igação: linguís ica.
h ps: doi.o g/10.35321/all93-08 (em inglês)
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Resumo das conclusões
O a igo o nece uma desc ição do Słownik pojęciowy języka s a opolskiego (Diccioná io Concei ual da Língua
Polonesa An iga), disponí el on-line (a segui ambém e e ido como SPJS). Foi edi ado no Ins i u o da Língua
Polonesa da Academia Polonesa de Ciências em C acó ia nos anos 2011-2015 com base no Słownik s a opolski
(Dicioná io do Polonês An igo) imp esso em onze olumes (a segui ambém e e ido como SS p). É um banco de dados
pa a a ealização de pesquisas onomasiológicas e ou as sob e o ocabulá io polonês mais an igo egis ado do
século XII ao início do século XVI. O a igo ambém ap esen a os esul ados da análise onomasiológica de unidades
léxicas medie ais con ínuas e descon ínuas que ep esen am o concei o de SEN//DREAM, SLEEP em SPJS. É um dos
231 concei os da es u u a concei ual do SPJS. Den o des e concei o, exis em 19 unidades au o-semân icas
descon ínuas e 86 unidades au o-semân icas con ínuas. A análise onomasiológica conduzida mos a que eles
pe encem a 10 zonas sepa adas do campo semân ico, cada uma das quais é complemen a às ou as. A maio ia das
pala as analisadas sob e i eu aos empos mode nos em signi icados inal e ados, algumas delas são a caísmos e o
es o são homônimos de compe ência. Pala as-cha e: Polonês an igo, linguís ica diac ônica, onomasiologia, léxica,
concei o, campo semân ico do sonho/sonho, classi icação concei ual, a caísmo semân ico.
2
ANOTACIJA (em inglês)
S aipsnyje ap a iamas Senosios lenkų kalbos są okų žodyno (lenk. SPJS) In e ne inis a ian as. Jis, emian is
spausdin u ienuolikos omų Senosios lenkų kalbos žodynu (lenk. SS p), 20112015 me ais o am su edaguo as Lenkijos
mokslų akademijos Lenkų kalbos ins i u e K oku oje. Tai duomenų bazė, ski a onomasiologiniams i ki iems lenkų
kalbos seniausios leksikos, už iksuo os nuo XII a. iki XVI a. p adžios, y imams. S aipsnyje aip pa pa eikiami
ęs inių i ne ęs inių idu amžių leksinių iene ų, SPJS ep ezen uojančių są oką SAPNAS SAPNAS, MIEGAS,
onomasiologinės analizės ezul a ai. Tai iena iš 231 SPJS concep ualiosios s uk ū os są okų. Šioje są okoje são 19
ne ęs inių au oseman inių iene ų i 86 ęs iniai au oseman iniai iene ai. A lik a onomasiologinė analizė odo, kad
jie p iklauso 10 a ski ų seman inio lauko zonų, ku ios iena ki ą papildo. Daugumos išanalizuo ų žodžių eikšmės iki šių
dienų išliko nepaki usios, kai ku ie iš žodžių y a a chaizmai, o ki i kompe encijos homonimai. ESMINIAI ŽODŽIAI: senoji
lenkų kalba, diach oninė ling is ika, onomasiologija, leksika, koncep as, žodžių sapnas miegas seman inis laukas,
są okų klasi ikacija, seman inis a chajiškumas.
1. In odução
Os es udos onomasiológicos êm uma longa adição, iniciados na segunda me ade do século XIX
no campo das línguas omânicas po linguis as como F ied ich Diez, E ns Tappole e Adol
Zaune . O e mo onomasiologia, que oi c iado a pa i da pala a g ega onomasía, nomeação e
g . -logía, oi in oduzido na linguís ica po Zaune no início do século XX. De aco do com o
signi icado e imológico do e mo, onomasiologia é a ciência da nomeação. Na ealidade, no
en an o, seu escopo é mui o mais amplo, po que os onomasiologis as es udam, en e ou as
coisas, as manei as pelas quais os usuá ios da linguagem ca ego izam a ealidade dando nomes a
elemen os dis in os do mundo. Em 1932, Ka l Jabe g, um dos mais impo an es eó icos da
onomasiologia, o mulou suas a e as de o ma mui o ampla: no con ex o do es ado
con empo âneo da pesquisa, a onomasiologia é uma disciplina linguís ica que, a pa i de imagens
ou g upos de concei os elacionados mais ou menos delimi ados e í idos na consciência de uma
de e minada sociedade linguís ica, eúne suas á ias possibilidades lexicológicas, es ilís icas,
me a ó icas e odas as possibilidades ex a-g ammá icas de exp essão na língua li e á ia e nos
diale os de um de e minado e i ó io linguís ico. Des ina-se a in e p e a [exponen es
linguís icos] le ando em con a odos os a o es concei uais, his ó ico- ác icos, geog á icos e
psicológicos, em uma abo dagem diac ônica e sinc ônica (Jabe g 1932: 21, ci ado após Puzynina
1968: 119 […] 120).
A onomasiologia é um amo da lexicologia no qual as unidades au osemân icas con ínuas ou
descon ínuas são es udadas de á ios pon os de is a no con ex o dos nomes dos concei os aos
quais são a ibuídas. Um onomasiologis a es á igualmen e in e essado na semân ica dessas
unidades e nos concei os que elas ep esen am. O p oblema de in es igação colocado pela
onomasiologia pode, po an o, se esumido em duas pe gun as: 1. Que concei o ep esen a uma
de e minada unidade au o-semân ica? 2. Onde se si ua es e concei o num esquema de classi icação
especí ico cons i uído po nomes de concei os?
3
Es e p oblema de pesquisa deu o igem a uma pesquisa onomasiológica conduzida no Ins i u o de
Língua Polonesa da Academia Polonesa de Ciências (Ins y u Języka Polskiego Polskiej Akademii
Nauk IJP PAN) em C acó ia de 2011 a é o p esen e. 2. O Dicioná io Concep ual on-line da língua
polonesa an iga como uma base de dados modi icada
1
A im de conduzi abalhos lexicológicos onomasiológicos pos e io es, o IJP PAN em C acó ia
c iou o Dicioná io Concei ual onomasiológico on-line da Língua Polonesa An iga nos anos 2011-2015.
Es á disponí el na In e ne desde 2015. Chamo-lhe base de dados modi icada po que, nos anos
2
2015-2025, como esul ado de abalhos onomasiológicos ealizados com base em dados sob e as
ca ac e ís icas das unidades au o-semân icas a ibuídas aos concei os des e dicioná io, 1) o
seu esquema de classi icação oi e es á a se melho ado aumen ando ou diminuindo o núme o de
concei os nele con idos; e 2) hou e e es ão a oco e modi icações na a ibuição de unidades
au o-semân icas aos concei os con idos no SPJS. O Dicioná io Concei ual ele ônico da Língua
Polonesa An iga é, po an o, uma ob a abe a e sis ema icamen e expandida.
2.1 Me odologia de desen ol imen o do Dicioná io Concep ual do Polonês An igo
Língua
3
O obje i o de c ia o Dicioná io Concei ual da Língua Polonesa An iga on-line e a inclui em seu
esquema de classi icação, compos o po nomes de concei os, odo o ocabulá io polonês an igo
con empo âneo, a ibuindo unidades au ossemân icas con ínuas e descon ínuas a es e
esquema, ou seja, signi icados com exemplos ex aídos das en adas de dicioná io do Dicioná io
Polonês An igo imp esso, pa a pe mi i um abalho adicional sob e o léxico polonês an igo,
incluindo pesquisas onomasiológicas.
A inspi ação pa a a c iação do SPJS oi, en e ou os, as seguin es ob as lexicog á icas:
Thesau us o English Wo ds and Ph ases, de Pe e Ma k Roge (1852; 2002); […] De
deu sche Wo scha z nach Sachg uppen, de F anz Do nsei (1934; 1970); […] Sis ema de
concei o como base pa a a lexicog a ia. Ve such eines O dnungsschemas po Rudol Hallig
e Wal he on Wa bu g (1952; 1963); Tesau o his ó ico do Dicioná io de Inglês de Ox o d
(HTOED 2009 e HTOEDe);
1
SPJS […] Dicioná io concei ual da língua polonesa an iga, ed. B. Sie adzka-Baziu , C acó ia: Ins i u o da
Língua Polonesa PAN, 2015. Acesso à In e ne : h p:// spjs.ijp.pan.pl [acesso 16.04.2025].
2
Acesso à In e ne : h ps: spjs.ijp.pan.pl.
3
Uma desc ição de alhada do p ocesso de c iação des e dicioná io es á incluída na monog a ia Onomazjologiczny
słownik online. Me odologia. zawa ość, wyko zys anie w badaniach na p zykładzie Słownika pojęciowego języka
s a opolskiego (Sie adzka-Baziu 2020).
4
Wielki słownik języka polskiego PAN (WSJP
4
2018) (O G ande Dicioná io do Polonês)
Língua da Academia Polonesa de Ciências) edi ado po Pio Żmig odzki (dicioná io al abé ico da
língua ge al, no qual as unidades léxicas ambém são ca ego izadas emá icamen e). O Dicioná io
Concei ual Onomasiológico da Língua Polonesa An iga on-line oi edi ado usando o ma e ial con ido
no Dicioná io Imp esso de Polonês An igo de onze olumes (1953-2002) edi ado po S anisław
U bańczyk e baseado no Dicioná io de Polonês An igo. Suplemen o p. I ( e ba absen ia) (SS pS 2014)
edi ado po Ewa Dep uchowa. A base ma e ial do Dicioná io Concei ual onomasiológico da Língua
Polonesa An iga on-line consis e em 22.735 en adas de dicioná io do Dicioná io de Polonês An igo e
1.151 pala as-cha e de seu suplemen o. Essas en adas do dicioná io con êm o ocabulá io polonês
mais an igo do século XII à p imei a me ade do século XVI. O Dicioná io Concei ual da Língua
Polonesa An iga on-line le a em con a a es u u a comple a de odas as en adas do dicioná io do
Dicioná io da Língua Polonesa An iga e seu suplemen o. Os dados ex aídos do Dicioná io
al abé ico e imp esso do polonês an igo o am in oduzidos na memó ia do compu ado e
subme idos a inúme os p ocedimen os de o denação e in e p e ação. Adap ado à na u eza do
abalho a se ealizado, que é um dicioná io ele ônico com uma es u u a hie á quica semân ica,
ap esen ando ma e ial do polonês an igo em á ios a anjos: p incipalmen e concei ual, mas
ambém adicionalmen e al abé ico e g ama ical. O léxico polonês an igo cole ado no Dicioná io de
Polonês An igo e no suplemen o, den o de 23.886 en adas de dicioná io, é mais ep esen ado po
unidades au osemân icas con ínuas (38.234) e unidades au osemân icas descon ínuas (5.943). São
es as unidades au o-semân icas con ínuas e descon ínuas que são undamen ais no dicioná io
concei ual - o am a ibuídas ao esquema de classi icação do SPJS e cons i uem a essência des e
p oje o.
5
Eles o am classi icados e a ibuídos a 231 ca ego ias concei uais de SPJS (dados a pa i de 16
2025).
de ab il).A a ibuição de unidades a concei os oi ei a po mim usando os con ex os em que uma
de e minada pala a ou es u u a de pala as es a a inco po ada, as de inições dos edi o es do
Dicioná io de Polonês An igo, e mui as ezes ambém após analisa os dados e imológicos e de
o mação de pala as ela i os ao ocabulá io es udado.
As unidades lexicais do SPJS, ca ego izadas po signi icado, ep esen ando concei os, azem
pa e das en adas do dicioná io de subs an i os, e bos, adje i os e ad e bios do Dicioná io
do Polonês An igo, no qual é a es ado o mais an igo ocabulá io polonês egis ado em ex os
medie ais, c iados a é o início do século XVI.
O esquema de classi icação do SPJS con ém a ualmen e (16 de ab il de 2025) 79.782
unidades semân icas, ou seja, a ibuições de unidades léxicas a es a es u u a. O
6
ocabulá io incluído no
O Dicioná io Concei ual da Língua Polonesa An iga é um ma e ial alioso pa a a pesquisa
onomasiológica, de ido à iqueza de unidades lexicais nele con idas, ep esen ando á ias cen enas
4
Acesso à In e ne : h ps://wsjp.pl [acesso 16.04.2025].
5
De ido ao a o de que o SPJS é um dicioná io al abé ico comple o, c iado com base no ma e ial do dicioná io
imp esso, ele ambém con ém unidades sinsemân icas e A incomple o, B incomple o e ou os.
6
Acesso à In e ne : h ps: spjs.ijp.pan.plukladSeman /index [acesso 16.04.2025].
5
concei os […], incluindo ocabulá io elacionado, en e ou os, com o uni e so, o mundo, as
plan as, os animais, a ida ísica, men al, espi i ual e social do homem, bem como com o empo, o
espaço, o mo imen o, a o ma, a es u u a, o núme o, as elações.
Minha pesquisa onomasiológica sob e es e ocabulá io isa ca ac e iza os exponen es
linguís icos usados po adu o es medie ais de ex os es angei os, p incipalmen e esc i os em
la im, ou po c iado es na i os, pa a sis ema iza o mais an igo léxico polonês den o de concei os.
As minhas análises a é ago a, baseadas em dados ecolhidos no âmbi o do esquema de classi icação
do Dicioná io Concep ual da Língua Polonesa An iga, dizem espei o às o mas de e baliza na
Idade Média, en e ou os, concei os SPJS como 2.2.2. Emoções; 2.3.5.1.3.1. O BATISMO. O BATISMO DE JÃO. Senho as e senho es
BATISMO; (em inglês) 2.3.5.1.3.4. Missa Sag ada; 2.4.1.4. Educação; 2.4.1.5.3. Mediação;
2.4.4. Língua; 2.4.4.7. Silêncio. A ealização des a pesquisa é di ada pelo desejo de comp eende
7
melho a língua, de ec ando conexões semân icas que oco em den o de g upos léxicos do
pe íodo mais an igo de desen ol imen o da língua polonesa e o necendo dados pa a análises
onomassiológicas e semân icas adicionais des inadas a de e mina como um de e minado
concei o oi e balizado em e as subsequen es.
2.2 Esquema de classi icação do Dicioná io Concep ual do Polonês An igo
Língua em linha
A pa e mais impo an e do Dicioná io Concei ual da Língua Polonesa An iga, sis ema icamen e
expandido e melho ado, é o esquema de classi icação do SPJS com unidades léxicas
au osemân icas medie ais a ibuídas a ele. Foi concebido pa a pe mi i a ealização de
pesquisas sis emá icas sob e o ocabulá io polonês mais an igo com base nos dados léxicos que
con ém. Quad o 1. Esquema de classi icação do Dicioná io Concep ual da Língua Polonesa An iga.
8
In e ne (em inglês)
Acesso: h ps: spjs.ijp.pan.pl [acesso 16.04.2025]
Núme o de unidades léxicas Nome da ca ego ia
concei ual ou desc i i a
Núme o de unidades
semân icas
1.
UNIVERSO
e o MUNDO
34 SKY 32
1.1.1.2. A
Comissão
1.1.1. Co po
Céles e 102 1.3.5.
Plan a de
conclui
que a
Comissão
não
cump iu
as
ob igaçõ-
es que lhe
incumbem
po o ça
do a igo
107.o, n.o 1,
do TFUE.
Fenômeno
a mos é -
ico. O
empo 223
1.2. Te a
50 1.2.1. O
TERRAIN.
LANTSCA-
PE 484
1.2.2. (a)
Qual é a
impo ân-
cia da
paisagem?
(b) Qual é a
impo ân-
cia da
paisagem?
(c) Qual é a
impo ân-
Meadow.
Plan ação
lo es al. Ins alação de água. Plan as o namen ais, e c. 1598
cia da
paisagem?
Mine al. O
ROCK. Tipo
de solo,
e c. 229 1.2.3. Em me al. Compos o químico 197 1.2.4. Águas in e io es. SEA 461 FANTÁRIO 14 1.3.1. 1.3. A p odução de p odu os ag ícolas é e ec uada a pa i de ma é ias-p imas ob idas a pa i de ma é ias-p imas ob idas a pa i de ma é ias-p imas ob idas a pa i de ma é ias-p imas ob idas a pa i de ma é ias-p imas ob idas a pa i de ma é ias-p imas ob idas a pa i de ma é ias-p imas ob idas a pa i de ma é ias-p imas ob idas a pa i de ma é ias-p imas. Desen ol imen o das plan as. Pa e da plan a. F u as. VEGETABLE 612 1.3.2. (a) Qual é a o igem do p odu o? (b) Qual é a o igem do p odu o? Doenças das plan as. Mo e da plan a 51 1.3.3. Á o e. SHRUB. (em inglês) Flo es a 575 1.3.4. Ce eais. FERRA de ce eais 137 1.3.6. Plan a de inida pelos edi o es do SS p apenas em la im 354 1.4 Animais 33
7
Ve a seção expansí el do Dicioná io Concei ual da Língua Polonesa An iga: T abalhos sob e o SPJS e o ma e ial
nele con ido h ps: spjs.ijp.pan.pl/spjss ona/p aceN Slownika [acessado em 16.04.2025].
8
Es e esquema no SPJS em apenas uma e são em polonês.

6
1.4.1.
Desen ol i-
men o
animal.
Raça
animal.
1.4.3. Pa es
do co po
animal.
Jo em
Animal 126
1.4.2.
Doença
animal.
Mo e
animal 84
1.4.4.
Compo a-
men o
animal.
Nu ição
animal 242
1.4.5. Ca ne
animal.
PELE DE
ANIMAL.
(em inglês)
1.4.7.3.
Peixe de água esca. Animais de água esca. Peixe do Ma . Animais ma inhos
131
Mel e e c.
169 1.4.6.
Cama de
Animais.
Ca e na de
Animais.
NEST 13
1.4.7. (em
inglês)
Tipos de
animais 6
1.4.7.1.
Animal de
qua o
pe nas 674
2.1.1.
O Começo da Vida. Nascimen o. As e apas subsequen es da ida. Mo e
1043
1.4.7.2. BIRD
285 1.4.7.4.
(a) Qual é a
impo ânc-
ia da
in o maçã-
o? (b) Qual
é a
impo ânc-
ia da
in o maçã-
o? (c) Qual
Funções das
pa es do
co po.
é a
impo ânc-
ia da
in o maçã-
o? (d) Qual
é a
impo ânc-
ia da
in o maçã-
o? (e) Qual
é a
impo ânc-
ia da
in o maçã-
o? O ép il.
An íbio.
INT e c. 189
1.4.8. Animal
de inido
pelos
edi o es
da SS p
apenas em
la im 38
1.4.9. Animal
mí ico.
Animal de
Fada 29 2.
HUMANO
(aqui
ambém
um se
espi i ual
Apa ição 266
2.1.4.2.
SENSE DE
pe soni ic-
ado, e c.)
119 2.1.Vida
Física 17
2.1.2.
Gêne o 127
2.1.3.
Pa es do
co po
humano.
Funções
das pa es
do co po.
Apa ência
1062 2.1.4.
SENSES 10
2.1.4.1.
SENSE DA
VISÃO 127
2.1.4.3.
Sen ido do
oque 60
2.1.4.4. O
sen ido do
sabo 6
2.1.4.5. O
sen ido do
chei o 6
2.1.5.
Es ado de
Saúde.
T a amen-
o 1054
OUVIR 33
2.1.6.7.
Bebida.
2.1.6.
Nu ição.
Bebidas
alcoólicas
242 2.1.6.1.
Re eição. O
pequeno-al-
moço.
Almoço.
Jan a 22
2.1.6.2.
Alimen aç-
ão. P a os
240 2.1.6.3.
Ca ne.
Co es
ias.
Peixe. FAT
94 2.1.6.4. (a)
Qual é a
impo ânc-
ia da
composiçã-
o? a inha.
P odu os à
base de
a inha 149
2.1.6.5.
Diá io.
EGGS 65
2.1.6.6. (a)
Qual é a sua
posição no
ALCOHOL 137
2.2.1.4. (a)
Qual é a sua
que diz
espei o à
aplicação
do
Regulamen-
o (CE) n.o
F u as.
Vege á el.
Que ida.
NUTS. (em
inglês)
PRESERV-
ES 207 2.1.7.
Sonho,
sono 105
2.1.8.
P o eção
do co po
con a o
io, e c. 66
2.1.8.1.
2.2.2.1.16.
So endo. TRISTEZA. (FELIPE) Não, não, não. Nomeação. Desespe o. Desculpe. Desculpe. A epen imen o
390
composiçã-
o? (b) Qual é
a sua composição? (c) Qual é a sua composição? MEMORIA 113 2.2.2.1.8. (a) A Comissão conclui que a Comissão não cump iu as ob igações que lhe incumbem po o ça do a igo 107.o, n.o 1, do TFUE. Uma su p esa. É ma a ilhoso. ASTONISMO 23 2.2.2.1.17. A Comissão conside a que a Comissão não cump iu as ob igações que lhe incumbem po o ça do a igo 107.o, n.o 1, do TFUE. LONGING 8 (em inglês)
Roupas.
Equipamen-
o de
cabeça.
Calçados.
Deco açõe-
s, e c. 438
2.1.8.2.
Fab ic.
Fab ic.
Fab ic.
Fab ic.
Fab ic.
Fab ic.
Fab ic.
Fab ic.
Fab ic.
Fab ic.
Fab ic.
Fab ic.
Fab ica. Fab ica. Fab ica. Fab ica. Fab ica. Fab ica. Fab ica. Fab ica. Fab ica. Fab ica. Fab ica. Fab ica. Fab ica. Fab ica. Fab ica. Fab ica. Fab ica. Fab ica. Fab ica. Fab ica. Fab ica. Fab ica. Fab ica. Fab ica. Fab ica. Fab ica. Fab ica. Fab ica. Fab ica. Fab ica. PELHER. (pessoas em pé de cou o) Fib as, e c. 354 2.1.9. Cuidados com o co po 94 2.1.10. Necessidades ma e iais 31 2.2 VIDA MENTAL 36 2.2.1. COGNITION 0 2.2.1.1. (a) Qual é a sua posição em elação à Comissão? Pe cepção dos sen idos 1046 2.2.1.2. Conscien ização 108 2.2.1.3. A enção 69 2.2.1.5. Imaginação 39 2.2.1.6. Pensamen o 891 2.2.2. EMOÇÕES 94 2.2.2.1. FAMÍLIAS DE EMOÇÕES 0 2.2.2.1.1. Gos o. Amizade. O amo . 109 2.2.2.1.2. Admi ação. P aze . PRIDE 184 2.2.2.1.3. GRATITUDE 19 2.2.2.1.4. (em inglês) PITIDADE. Eu não sei. Compaixão 67 2.2.2.1.5. Sa is ação. P aze . Felicidade. JOY 236 2.2.2.1.6. (em inglês) PEACE. (Paixão pa a odos) Alguma coisa. Relie 59 2.2.2.1.7. Relie 59 2.2.2.1.7. Relie 59 Espe ança. Con iança 57 2.2.2.1.9. Ce eza. Ince eza. DIFÍCILIDADE 29 2.2.2.1.10 Di iculdade 29 Di iculdade 29 Não gos o. Queixa. HOSTILIDADE. (FELIPE) Não é possí el. HATE 74 2.2.2.1.11. (em inglês) In eja. ENVY 14 2.2.2.1.12 A Comissão conclui que a Comissão não cump iu as ob igações que lhe incumbem po o ça do a igo 107.o, n.o 1, do TFUE. Desgos o. - Que nojo. AVERSIÃO 41 2.2.2.1.13. A Comissão conclui que as medidas em causa não cons i uem auxílios es a ais. CONTEMPT 83 2.2.2.1.14. Conclusões do Conselho CONCEIT 72 2.2.2.1.15. Concessão de concessões Agi ação. Rai a. RAGE 99 2.2.2.1.18. RAGE 99 RAGE 99 2.2.2.1.18. RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE 99 RAGE A ansiedade. Medo. Não descansa . TERROR 219 2.2.2.1.19 O que é o e o ? Ve gonha 54 2.2.2.2. Causando emoções 411 2.2.2.3. Exp essão de emoções 373 2.2.3. WILL 0 2.2.3.1. Desejo. Que o. Gos o. Pedido. Exigência 170 2.2.3.2. Libe dade. Desobediência. Resis ência 431
7
2.2.3.3.
Esc a idã-
o.
Dependên-
cia 192
2.2.3.4.
2.3. VIDA
ESPIRITU-
AL 81
EXERCIS-
SO DE
INFLUÊNC-
IA 913 2.3.1.
Exe cício
de
in luência
Beleza.
Pe eição.
Ma a ilha
192 2.3.2.
Ve dade
100 2.3.3.
Signi ica-
do 156 2.3.4.
Exis ência
550 2.3.5.
RELIGÃO 0
2.3.5.1.
Dou ina.
FÉ 1870
2.3.5.1.1.
(em inglês)
Se es
espi i uais
370 2.3.5.1.2.
Vida
E e na 96
2.3.5.1.3.
Sag ados
Sac amen-
os 0
2.3.5.1.3.1. O
2.3.5.1.3.3.
Con i ma-
ção 3
BATISMO.
O BATISMO
DE JÃO.
Ba ismo
do Senho
40
2.3.5.1.3.2.
PENANCE
59
2.3.5.1.3.4.
(a) Qual é a
impo ân-
cia da
penação
pa a a
Comissão?
(b) Qual é a
impo ân-
cia da
penação
pa a a
Comissão?
Missa
Sag ada 98
2.3.5.1.3.5.
P esbi é -
io 6
2.3.5.1.3.6.
2.3.5.1.3.7
Unção do
doen e
Ma imôn-
io 2 2.3.5.2.
Uniquidade.
MIRACLES
85 2.4.1.3.5.
ORGANIZA-
ÇÃO DE
IGREJAS
403 2.3.5.3.
CULT 939
2.3.5.4. (a)
Qual é a
impo ân-
cia da
in o maç-
ão? (b)
Qual é a
impo ân-
cia da
in o maç-
ão? (c)
Qual é a
impo ân-
cia da
in o maç-
ão?
Reg as de
ida de
aco do
com a
eligião
1253 2.3.5.5.
EMOÇÕES
RELigiosas
204 2.3.5.6.
Li os
Sag ados.
Realidades
P ocessã-
o.
Cou ião.
ap esen -
adas nos
Li os
Sag ados
412 2.3.5.7.
Mi ologia.
Paganism-
o.
WITCHCRA-
FT 189
2.3.5.8. (em
inglês)
Agnos ici-
smo. O
a eísmo.
LUTAR
CONTRA A
RELIGIÃO 38
2.3.7.
Li e a u -
a, po
exemplo.
A igo
537.o 2.4.
VIDA
SOCIAL 0
2.4.1.
ORGANIZA-
ÇÃO DA
SOCIÉTEDE
0 2.4.1.1.
Te i ó i-
o.
Se ido e-
s.
POPULAÇ-
POPULAÇ-
ÃO 295
2.4.1.2.
População
Ges ão 523
2.4.1.2.1.
T ibu a.
Impos os.
Taxa de
insc ição.
Aluguel.
Con ibui-
ção.
Ob igaçõe-
s, e c. 611
2.4.1.3.
Clases
Sociais 92
2.4.1.3.1. O
Rei. O
Magna e.
Ca alei o-
s.
Nobilidade.
DIGNITÁRIO
267 2.4.1.3.2.
Dignidade e
2.4.1.8.2. Ou os países. Con a os
com ou os países. Residen es
de ou os países 186
2.4.1.9. Comunicação
Linguís ica. T ansmissão
de in o mações. Co eio. 382
ÃO DE
SERVICOS
148 2.4.1.5.2. PUNISMENT 381 2.4.2. Punição Família. Linha 45
dignidade
Es a u o
do senho
9 2.4.1.3.3.
População
campone-
sa 226
2.4.1.3.4.
Classe
média 25
2.4.1.4.
Educação 0
2.4.1.4.1.
Fo mação
0 2.4.1.4.1.1.
Escola. A
uni e sid-
ade.
Au o-educ-
ação 251
2.4.1.4.1.2.
GUILD 31
2.4.1.4.2.
SUPRENTA
9 2.4.1.4.2.1.
(a) A
Comissão
conclui que
a
Comissão
não
cump iu as
ob igações que lhe incumbem po o ça do a igo 107.o, n.o 1, do TFUE. Educação domés ica 5 2.4.1.4.2.2. C iação eligiosa 14 2.4.1.4.2.3. Educação ca alei a 6 2.4.1.4.3. CARE 80 2.4.1.5. (em inglês) Adminis ação da Jus iça 0 2.4.1.5.1. Sis ema Judiciá io 3880 2.4.1.5.3. MEDIATÃO 1 2.4.1.5.3.1. Medida pa a a edução do isco de aciden es causados po eículos a mo o MEDIATOR 21 2.4.1.5.3.2. (a) Qual é a impo ância da medição? MEDIATING 52 2.4.1.5.3.3. (a) Qual é a impo ância da medição? Taxa de mediação 4 2.4.1.5.4. REMEDY (em inglês) Compensação. Man enimen o do comp omisso 96 2.4.1.6. Man endo a o dem. Man endo a segu ança 102 2.4.1.7. O Exé ci o. A gue a. FIGHT 722 2.4.1.8. (em inglês) Mo imen o 646 2.4.1.8.1. Ro a de a e agem. Ro a de água 527 2.4.2.1. Iden idade. Um bom nascimen o. Maus nascimen os 169 2.4.2.2. Es ado ma imonial. Casamen o 375 2.4.2.3. Rela i o. Rela i os 645 2.4.2.4. Fune al 80 2.4.2.5. Fune al 80 Viú a. O o ana o. He ança. DOY 154 2.4.3. Con a os Sociais. E en os. Aduanei as de 1938 2.4.3.1. Mo alidade 2161 2.4.3.2. Comp omisso. P omessa. P omessa. Ju amen o. CONVENENTO 446 2.4.3.3. Ensaio 23 2.4.3.4. Ajuda. KINDNESS 919 2.4.3.5. (em inglês) Conco do. Aco do 275
8
2.4.3.6.
Con li o
1887 2.4.3.7.
HONOUR 241
2.4.3.9. (em
inglês)
2.4.3.8.
Desg aça
233
ETIQUETTE
(em inglês)
Con enção.
VULGARID-
ADE 49 2.4.4.
(a) Qual é a
2.4.4.1. 210 RODO
HABILIDADE de ala. Modo de Fala . A e da p onúncia. Ca ac e ís icas da oz
DE Um Edi ício.
impo ânc-
ia da
ulga idad-
e? (b) Qual
é a
impo ânc-
ia da
ulga idad-
e? (c) Qual
é a
impo ânc-
2.4.4.5.1.
Nomeação; nome p óp io, apelido, e mos de e e ência a luga es, nacionalidade, e c.
301
2.4.4.5.2.
Pala as com signi icados igu a i os; compa ações, usos poé icos
1370
2.4.4.5.3.
Pala as o necidas com no as dos edi o es do SS p sob e semân ica, in lexão, o igem, eu emização, e c.
263
ia da
ulga idad-
e?
LINGUAGE
(em inglês)
Comunicaç-
ão 6 2.4.4.2.
Decla ação
2.4.4.6.2.
Co po e obje os de comunicação não e bal
19
2.4.4.6.3.
Comunicação não- e bal. Obje os e elemen os da na u eza
247
de 1976
2.4.4.3.
INSTRUÇÃO
2.4.5.
Ação. Condicionamen o da acção. TRAITOS HUMANOS QUE CONDITÃO Ação, e c.
3974
468 2.4.4.4.
Con a os
linguís ic-
os.
T adução
de ex o 96
2.4.4.5.
Te mos
linguís ic-
2.4.6.1. 223 P op iedade, Valo , Comé cio. Emp és imo. Salá io. MÉDIOS DE
Resul ados
SUSTENIBILIDADE. DOWRY, e c. O ganização do abalho. Execução do abalho.
os 2.4.4.5.4.
O
signi icado
2.4.6.1.2.
Luga de abalho. Luga de a mazenamen o dos esul ados de abalho
99
não é
cla amen-
e de inido
pelos
edi o es
do SS p
1074 2.4.4.6.
Comunicaç-
ão não
2.4.6.2.1.
P op iedade de e as. Fazenda. Fazenda de camponeses
207
2.4.6.2.1.1.
Li es ock. (T ibunal de Jus iça dos Es ados Unidos) OUTROS ANIMAIS PRECISAMOS COM O HOMEM. C iação animal.
A mações. Ca ões
790
e bal
2.4.4.6.1.
Co po de
comunicaç-
ão não
e bal 348
2.4.6.2.2.
Pesca 129
3. O
2.4.4.7.
Silêncio 79
2.4.5.1.
Sucesso.
P ospe id-
ade.
Sal ação
278 2.4.5.2.
Falha.
In elizmen-
e.
Si uação
2.4.6.4.2.
Pa es de uma es u u a. Pa es de um edi ício. RODANDO de uma es u u a.
Ce ca
338
2.4.6.4.3.
Mó eis. U ensílios de cozinha. Dei a -se. TABLECLOTH. (em inglês) oalhas, e c.
346
di ícil 413
2.4.6.
T abalho 12
2.4.6.1.1.
P o issão.
Ocupação.
2.4.6.4.6.
T abalha den o e ao edo da es u u a. T abalha den o e ao edo do edi ício. T abalho domés ico
125
2.4.7.
Fa igue. Descansa. Fé ias. Celeb ação. Jogos. A i idades mo o as
535
Função 976
2.4.6.1.3.
Fe amen-
2.4.8.1.
Ca ac e ís icas das coisas. Excesso de coisas. Fal a de coisas. U ilidade das coisas, e c.
772
a.
Disposi i -
o. O
anque.
CONTEINER
1062
2.4.6.1.4.
Con aine
2.4.8.3.1.
ATITUDE pa a com o abalho. T abalho
2935
1062
Con aine
1062
HOMEM e
o
UNIVERSO e o MUNDO 4
Con aine
1062
Con aine
1062
Con aine
1062
Con aine
1062
Con aine
1062
Con aine
Subs ânci-
a. líquido.
MATERIAL
389 2.4.6.2. (a) Qual é a o igem da ma é ia-p ima? (b) Qual é a o igem da ma é ia-p ima? (c) Qual é a o igem da ma é ia-p ima? (d) Qual é a o igem da ma é ia-p ima? P odução de alimen os 13 2.4.6.2.1.2. Ag icul u a. Ho icul u a 867 2.4.6.2.1.3. Man enimen o 120 2.4.6.2.3. Caça 83 2.4.6.3. CRAFTS. (em inglês) Indús ia 481 2.4.6.4. Cons ução. HABITATION 297 2.4.6.4.1. Habi ação e habi ação Es u u a. Edi ício. Habi ação, e c. 249 2.4.6.4.4. Aquecimen o. Iluminação 23 2.4.6.4.5. Abas ecimen o de água. Uso da água 51 2.4.8. Coisas e Homens 22 2.4.8.2. Fenômenos elacionados com a ma é ia 309 2.4.8.2.1. A luz. Escu idão. Fogo. COLOUR 547 2.4.8.3. Valo ma e ial 2.4.8.4. RUIN. (em inglês) Des uição. Danos 338 3.1. Tempo 1182 PAST 115 3.1.2. (em inglês) P esen e 16 3.1.3. Fu u o 111 3.2 Espaço 1108
9
3.3.
MOÇÃO de
1955 3.3.1.
Velocida-
de 132
3.4.1.
3.4
CODEPENDENÇA
Fo mulá-
io 357
3.4.2.
Es u u-
a 293
3.4.3.
Pa e.
TODO 666
3.4.4.
Núme o.
Quan ida-
de.
Dimensõ-
es 1593
In ensid-
3.4.6.
Relação. Indicando. Semelhança. Di e ença. Equilíb io. P opo ções
902
3.4.7.
Mudança. P ocesso. Du abilidade. Repe ibilidade. TIPICIDADE O quad o 1 con ém p incipalmen e
389
ade.
Acumulação. FREQUENÇA 512 SOMMA DE TODAS AS UNIDADES 79782
concei os que co-c iam o esquema de classi icação do Dicioná io Concep ual da Língua Polonesa
An iga. Como é conhecido, os concei os são uma ep esen ação ( e lexão, mapeamen o) de obje os
na men e do usuá io, di idindo-se em conc e o e abs a o. Eles são ca ac e izados pelo a o de que
não es ão sujei os a de inição e êm seus nomes sepa ados. O p ocesso linguís ico de a ibui
nomes a concei os que são supe io es ao ma e ial léxico elacionado po um signi icado comum,
ex aído de um dicioná io ou ob ido de ou a o ma, é e e ido como concep ualização
es u u an e. Uma ca ego ia concei ual é um ou mais concei os colocados den o do esquema de
classi icação do SPJS, cons i uindo sua pa e mais pequena, sepa ada g a icamen e e ma cada
com um núme o. Os concei os nas ca ego ias concei uais são esc i os em maiúsculas e sepa ados
po pon os se apa ece em em sé ie, e , po exemplo, 2.4.3.7. HONOUR, 2.4.6.1.1. P o issão. Ocupação.
Função. Unidades au o-semân icas con ínuas e descon ínuas são a ibuídas a ca ego ias
concei uais de SPJS de ido ao seu signi icado. Todos os nomes de concei os do SPJS c iam o
sis ema concei ual do ocabulá io do an igo polonês.
O esquema de classi icação do SPJS, além de concei uais, ambém con ém ca ego ias desc i i as.
Essas ca ego ias o am a ibuídas a essas unidades au o-semân icas con ínuas e descon ínuas
ex aídas do Dicioná io de Polonês An igo, cuja desc ição incluiu algumas in o mações adicionais,
po exemplo, me alinguís icas, sob e sua oco ência em signi icados igu a i os ou o escopo de
uncionamen o de unidades dadas (po exemplo, como nomes p óp ios, apelidos). Ou as ca ego ias
desc i i as ag upa am aquelas unidades (p incipalmen e os nomes de plan as e animais) cujos
signi icados no Dicioná io de Polonês An igo são dados apenas em la im. Uma ca ego ia desc i i a
sepa ada ambém euniu as unidades cujos signi icados não o am cla amen e de inidos no SS p.
Es es dados complemen am a é ce o pon o a imagem do léxico medie al e o necem algumas
in o mações sob e a língua polonesa an iga. Todas as ca ego ias concei uais do SPJS,
jun amen e com os nomes dos concei os con idos neles e as ca ego ias desc i i as, c iam um
esquema de classi icação hie á quico do SPJS.
Depois de passa sob e a ca ego ia concei ual do Dicioná io Concei ual ele ônico da Língua
Polonesa An iga que in e essa ao pesquisado e selecioná-la, odos os nomes das en adas do
dicioná io apa ecem no lado di ei o da ela, den o do qual há unidades au o-semân icas a ibuídas
a ele.
Clica em qualque uma dessas unidades edi eciona o usuá io pa a a en ada do dicioná io,
que inclui a unidade au o-semân ica que ep esen a o concei o dado.
16
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(Os nomes omânicos dos co pos: uma pesquisa onomasiológica). Romanische Fo schungen [Os nomes omân icos das pa es do co po: um onomasiológico
Es udo 14, 339 a 530.