scieee Science in your language
[en] (orig) [lt] [de] [fr] [it] [es] [pt]

Terminology and social-economic globalization

Read accessible full text
Machine-translated document

This is a machine-generated translation of the original document and may contain errors, omissions, or changes in meaning. Do not rely on this translation for quotations, citations, or authoritative references. Please consult and cite the original document.

Terminology and social-economic globalization

Author: Ágota Fóris
Year: 2007
Source: https://journals.lki.lt/terminologija/article/download/572/662
Te minologia | 2007 | 14 49
Te minologia e globalização
socioeconómica
Ágo A FóRis
Be zsenyi Dániel College, Te mIK O objec i o des e es udo é demons a os
e ei os dos p oblemas e a e as implicados na economia pa a a e minologia.
os ipos de pequenas línguas di e em acen uadamen e nas azões uni e sal e
As línguas mundiais e a globalização social sob e a globalização linguís ica, e
especial causas de di iculdades e minológicas apa ecem elacionadas com
línguas e no os domínios. No meu es udo, examino es es e ei os e ilus o o
enómeno com exemplos.
Globalização
O p ocesso de globalização semp e ez pa e do p ocesso de desen ol imen o,
de modo que a globalização em si não é um enômeno no o ( e Kozma 2002,
Kozma[…]Fó is 2002a); É apenas a escala e a elocidade da mudança que
aumen a am ecen emen e. De ac o, de ido ao i mo acele ado do
desen ol imen o cien í ico e écnico, o que es á a acon ece ago a é que as
consequências da globalização ambém apa ecem apidamen e e em g ande
núme o. Es as consequências são: um eno me aumen o da p odu i idade, a
concen ação da p odução mundial nas mãos de poucas emp esas
mul inacionais, o esgo amen o das on es globais de ene gia, a explosão da
população mundial, a poluição ambien al em g ande escala, o ápido luxo de bens
manu a u ados a g anel, a escala gigan esca da quan idade e elocidade da
in o mação, a o mação de no os ipos de edes de aliados, e c. Nes a no a
ase de desen ol imen o, as edes in o má icas e elemá icas mundiais
o e ecem eno mes possibilidades pa a odas as á eas da ciência, da indús ia,
da economia e das ac i idades sociais. As g andes edes globalizadas que
con olam a economia mundial, as edes sociais, as edes biológicas e as edes
de in o mação são odas go e nadas po leis semelhan es (Ba abási 2002, cse mely 2005).
À medida que o i mo de desen ol imen o se acele a, eme ge um g ande
núme o de p odu os e mé odos que melho am ou modi icam subs ancialmen e a nossa qualidade de ida.
50 Ágo a Fó is | Te minologia e ida da globalização socioeconómica. O
a mazenamen o e a acessibilidade da in o mação a uma elocidade quase
ilimi ada e em quan idade quase ilimi ada, p opo cionam, en e ou as coisas, a
opo unidade de ap endizagem ao longo da ida. In elizmen e, as condições
subje i as pa a a explo ação eal de ais opo unidades não es ão disponí eis.
As ins i uições e os pe i os nos domínios da educação, do desen ol imen o e da
o mação são a e sos a no as opo unidades. A p odução em massa de
ma e iais elabo ados pa a es es ins e o desen ol imen o de mé odos e
e amen as mode nas pa a acili a o p ocessamen o es ão a asados.
Apesa disso, podem se obse adas algumas endências posi i as. A
ap endizagem à dis ância e as uni e sidades i uais, possibilidades já
disponí eis e u ilizadas na In e ne , indicam que a no a o ma de ap endizagem
independen e do espaço e do empo já começou (Kozma[…]Fó is
2002b). A Comissão conside a que a Comissão não cump iu as ob igações que lhe incumbem po o ça do a igo 107.o, n.o 1, do TFUE.
No úl imo e ço do século XX, a p essão econômica deixou cla o que a
p odução con inada po on ei as e p i ada de conexões na u ais não é
compe i i a. E a ób io que só a a és da coope ação en e os países a
economia e a cul u a eu opeias pode iam compe i com uma Amé ica do No e
in eg ada num sis ema polí ico e económico coe en e e com um Ex emo
O ien e in eg ado pelo capi al. Jun amen e com a globalização cien í ica e
écnica, su gi am conexões egionais além das on ei as. No início, as
elações bila e ais o am o madas, desen ol endo-se g adualmen e em
coope ações egionais mul ila e ais (como a comunidade de abalho dos
Alpes Ad iá icos, e ho á h 1998, Földes[…]Ino ai 2001, Fó is 2002). Es a
es u u a a o ece no amen e o pensamen o em egiões mul inacionais. O
egionalismo, que sublinha a igualdade dos memb os em odas as ques ões e a
coope ação mu uamen e bené ica, é um dos pila es das polí icas económicas e cul u ais da União Eu opeia.
União.
A língua, pa a além do seu papel no pensamen o e na ans e ência de
in o mações, em sido semp e um po ado signi ica i o da iden idade
nacional nas cul u as eu opeias. Desde a Idade do Iluminismo, de ido ao papel
i al da língua, o di ei o de usa a língua ma e na o nou-se um dos p incipais
obje i os dos mo imen os que lu am pela independência nacional; e ao
con á io: nega al di ei o e a um meio de assimila as mino ias. Mui os
conside am o impe ialismo linguís ico da língua inglesa uma consequência
na u al ou mesmo ine i á el da globalização (Phillipson 1992). Os esul ados
mais ecen es do desen ol imen o endem a apa ece p imei o nos países
economicamen e mais desen ol idos e a espalha -se a pa i daí. No os obje os e p ocessos
apa ecimen o das edes de elecomunicações e elemá icas, bem como o luxo, o
Te minologija | 2007 | 14 51 são nomeados pela p imei a ez na língua de seu
in en o . Na maio ia dos casos, a é mesmo os in en o es êm di iculdade em
in oduzi no os e mos. Po exemplo, os ísicos descob em con inuamen e
no as pa ículas elemen a es, e es ão icando sem possibilidades de
di e enciá-las com no os nomes, de modo que são o çados a usa os nomes de
co es pa a iden i ica as pa ículas adicionais ( e de, ama elo, e melho). A
ligação en e concei os e sinais linguís icos é desambiguada com a ajuda de
léxicos e dicioná ios.
O aspec o linguís ico das aquisições po uma á ea linguís ica de ou a, pode
acon ece de á ias manei as. Uma possibilidade é que o sinal linguís ico seja
assimilado jun amen e com o concei o: po exemplo, pala as e exp essões
es angei as emp es adas sem mudanças signi ica i as, pala as
emp es adas, aduções emp es adas, ou as o mações de pala as; ou
no a c iação de pala as. A cul u a eu opeia con empo ânea e oluiu a pa i
das conquis as das ci ilizações an e io es e az uso de mui as coisas delas.
Es a in eg ação ambém oco eu a ní el das línguas. pala as de ci ilizações
an e io es (g ego, la im) podem se encon adas em odas as línguas
eu opeias. Ob iamen e, isso ambém é e dade pa a línguas mundiais como o
inglês, o espanhol ou o alemão. O emp és imo de pala as es angei as é um
componen e na u al das elações cul u al-econômicas e da he ança cul u al.
Po exemplo, de ido ao desen ol imen o indus ial, um g ande núme o de
emp és imos alemães o am inco po ados à língua húnga a, e um e ei o
linguís ico semelhan e oi causado pela disseminação dos espo es.
De ido ao boom cien í ico- écnico, os no os desen ol imen os apa ecem em
núme os mui o múl iplos pa a se em inco po ados espon aneamen e à língua,
e po es a azão, a ha monização nacional o nou-se necessá ia. É ób io que,
em ez de igno a es e desen ol imen o, emos de desempenha um papel
ac i o no p ocesso. O que is o signi ica é acei a an o os e ei os posi i os
como os nega i os da globalização.
Tendo em con a as conquis as do início do século XXI, podemos dize , em
elação à p ese ação das cul u as e línguas mundiais, que a ecnologia
mode na, a a iedade de meios disponí eis, a mobilidade pessoal e o sucesso
o e ecem no as opo unidades de ap endizagem e educação. No decu so de
al desen ol imen o, emos odas as opo unidades de man e a di e sidade
cul u al e linguís ica que e oluiu ao longo de milha es de anos. A endência
pa a a uni o midade ambém az pa e do desen ol imen o écnico e, mui as
ezes, pa ece se o caminho mais ácil pa a molda o nosso u u o,
especialmen e po azões económicas.
52 Ágo a Fó is | Te minologia e globalização socioeconômica TERMINOLOGIA E
alguns p ocessos cujo e ei o não inha sido pe cep í el an e io men e
pa ecem se enômenos no os apenas po que apa ecem de uma o ma mais
obus a. Como esul ado da globalização, no os concei os, e, consequen emen e,
no os e mos, su gem em g ande núme o e a uma al a elocidade. concei os de
no as e amen as, p ocessos, elações, e c., e os e mos que se e e em a
eles se espalha am en e as línguas mui o apidamen e. Po an o, só emos um
cu o pe íodo de empo à nossa disposição pa a combina um e mo com o
concei o e pa a encaixa o no o e mo no sis ema e minológico exis en e. As
línguas pequenas êm duas escolhas: ou ado am a pala a in e nacional jun o
com o concei o ou c iam uma no a pala a. Nascem no as p o issões, o ícios e
disciplinas e su gem um g ande núme o de p oblemas e minológicos que
p ecisam de se esol idos num cu o pe íodo de empo. Os concei os que são
c iados hoje em dia são ão complexos e ão ca egados de con eúdo
cien í ico-p o issional que ajus á-los ao sis ema e minológico eque um
conhecimen o cien í ico ab angen e. Além disso, os abalhos e minológicos
eque em con olo e apoio o ganizados.
As mudanças ápidas e maciças que oco em hoje ambém al e am a qualidade
dos enômenos, obje os e concei os. Se olha mos pa a um pe íodo de empo de
150-200 anos, emos que o ca az pendu ado na en e da o icina oi subs i uído
po écnicas de publicidade mul imídia; Os eículos puxados po ca alos o am
subs i uídos po edes de anspo e mode nas. Em compa ação com os seus
an ecesso es, ambas as melho ias o e ecem qualidades comple amen e
di e en es de empo, espaço, amanho e e iciência. Da mesma o ma, os
enômenos linguís icos apa ecem de no as manei as e no as a iedades.
O isolamen o das línguas pa a ins especí icos diminuiu signi ica i amen e
g aças à melho ia e à di usão dos sis emas de comunicação, e os sis emas
concei uais écnicos já não se es ingem a uma p o issão, mas são
conhecidos ambém en e os p o issionais de ou as á eas. Os sis emas
concei uais e os sis emas e minológicos de á ias p o issões es ão a
o na -se cada ez mais es ei amen e ligados e mu uamen e a e ados. Na
minha pesquisa, eu o iginalmen e me es o cei pa a mos a as no as
ca ac e ís icas das mudanças na e minologia húnga a, mas pe cebi que uma
pa e signi ica i a dessas mudanças são de na u eza uni e sal. Tais
mudanças na e minologia são as seguin es (pa a de alhes, consul e Fó is
2005): (1) Uma mudança de pa adigma causada pelo desen ol imen o. Du an e o pa adigma
GLOBALIZAÇÃO A globalização es á se o nando cada ez mais p onunciada, e
Te minologija | 2007 | 14 53 mudança, mui os p oblemas são causados pelo a o
de que os pa adigmas an igos e no os es ão simul aneamen e p esen es.
(2) No os concei os e e mos que se e e em a es es pa adigmas eme gem em
quan idades imp e is as e a uma elocidade maio do que nunca an es. Es es
e mos são inco po ados em línguas écnicas em mui o pouco empo (o p ocesso
an e io men e de décadas diminuiu pa a alguns meses ou mesmo semanas) e
ambém são in oduzidos na linguagem ge al mui o apidamen e. (3) De ido à al a
axa de di usão e inco po ação, é mui o di ícil co igi e mos inco e os após a
sua c iação ( an o de línguas écnicas como ge ais).
(4) O papel da in es igação cien í ica é essencial hoje em dia, de modo que a
aplicação de mé odos cien í icos e pad ões acadêmicos é de impo ância
undamen al no que diz espei o ao desen ol imen o e minológico. (5) A
necessidade de uma coope ação in e disciplina a ní el académico é mais
explíci a do que nunca nos abalhos e minológicos. A o mação de sis emas
concei uais e e minológicos só é possí el com a aplicação simul ânea de mais
conhecimen os écnicos e linguís icos. (6) O con ac o en e as á ias línguas
aumen ou p odigiosamen e g aças à globalização, especialmen e de ido ao
desen ol imen o dos sis emas de comunicação e à subsequen e
in ensi icação da in e acção en e as línguas.
(7) O uso inequí oco da e minologia de uma língua só é possí el a a és da
de inição p ecisa do concei o a que um e mo se e e e, e essa de inição de e
se ei a de aco do com os conhecimen os cien í icos mais ecen es. Is o
ga an i á uma u ilização coe en e nos á ios ní eis linguís icos. (8) A
eno ação da e minologia de e se e ec uada a a és da coope ação de
odos os domínios de conhecimen o en ol idos e com base em undamen os
cien í icos.
(9) As chamadas ob as de e e ência (di e en es ipos de dicioná ios, bases de
dados, co pus) compiladas com a ajuda da ecnologia mode na desempenham
um papel impo an e na pesquisa linguís ica e na aplicação de suas
descobe as ( e ha mann 2001). A p odução des as ob as eque um
ex enso in es imen o in elec ual e inancei o. A ecnologia mode na
(compu ado , In e ne , mul imédia) não só o na es e abalho mais ácil e
ápido, mas ambém o e ece opo unidades pa a a c iação de no os
p incípios e no os mé odos de abalho.

54 Ágo a Fó is | Te minologia e globalização socioeconómica Es es
causas da mudança de abo dagem.
Embo a as ca ac e ís icas acima enume adas dos p ocessos e minológicos
enham apa ecido em línguas aladas em á eas economicamen e
desen ol idas, suas consequências são em mui os aspec os di e en es no caso
de línguas pequenas e línguas mundiais. No que se segue, sublinha ei os
p oblemas elacionados e indica ei o e ei o que ais al e ações êm sob e o
desen ol imen o da e minologia. Como imos, as mudanças que oco e am nos
p ocessos elacionados com a e minologia são uma consequência do
desen ol imen o. A globalização é uma das ca ac e ís icas-cha e das edes
mode nas de elações, e es á p esen e nos p ocessos linguís icos, como em
qualque ou o segmen o da ida social. Po globalização linguís ica
en endemos o p ocesso no qual elemen os linguís icos cada ez mais comuns
são inco po ados em á ias línguas de ido à c escen e equência de
in e e ência linguís ica que acompanha o desen ol imen o. O es ado
a ançado do desen ol imen o ecnológico hoje a o ece a o mação de
elações em odos os campos en e os alan es de línguas di e en es. Es e
con a o con ínuo expande o enômeno da in e e ência linguís ica pa a odo
o mundo desen ol ido e ga an e sua pe manência. A globalização linguís ica é
mais palpá el no p ocesso pelo qual os conjun os de e mos na u ais das
línguas es ão se o nando uni o mes, mas ambém es á p esen e em ou as
á eas de uso da linguagem. (Pense na es u u a cada ez mais uni icada de CVs e concu sos.)
A im de usa as línguas de o ma e icaz e inequí oca, emos de nos ce i ica
de que a e minologia em ápido c escimen o, ca ac e ís ica das sociedades
globalizadas, alcance um es ado que pe mi a que os memb os de uma comunidade
alan e alem sua p óp ia língua en e si. O objec i o de um sis ema
e minológico ou concei ual é ga an i o in e câmbio inequí oco de in o mações
en e os alan es de uma língua, bem como en e os alan es de línguas
di e en es. Nes as ci cuns âncias, são necessá ias ob as de e e ência, ais
como co pus de ex os écnicos monolingues e mul ilingues, bases de dados
e minológicas e dicioná ios e minológicos, pa a a u ilização quo idiana, a
in es igação e o desen ol imen o da e minologia. Só quando es i e em à nossa
disposição pode ão se u ilizados sis emas in o má icos, elemá icos e
mul imédia pa a o desen ol imen o das línguas nacionais.
No caso das línguas mundiais, a compilação de ais ob as de e e ência é um
emp eendimen o come cial luc a i o, pois são usadas em um g ande e i ó io.
Po exemplo, o me cado de ob as de e e ência pa a a língua inglesa é
componen es são a essência da mudança de pa adigma e as p incipais
Te minologia | 2007 | 14 55 em odo o mundo. De ido ao eno me núme o de
u ilizado es, o cus o de p odução se á ecupe ado p incipalmen e pela enda
di ec a e, em pa e, pela p odução indi ec a da aplicação. Nas á eas em que os
cus os de p odução de ais ob as de e e ência ainda não alem a pena in es i ,
po exemplo, no caso de domínios ecém-eme gen es, os compilado es inanciam
o seu abalho com o luc o de ou as ob as ou com undos go e namen ais. As
comunidades economicamen e desen ol idas que alam línguas mundiais são
capazes de p omo e esses in es imen os em in aes u u a. No en an o, as
pequenas línguas (Pusz ay 2006) são aladas po pequenas comunidades, o que
esul a em mui os obs áculos no que diz espei o à compilação de ob as de
e e ência. Como a população é pequena em núme o, é impossí el que as pessoas
abalhem em odas as á eas da ciência, indús ia, comé cio, e c. em pad ões e
ní eis igualmen e ele ados de especialização, po an o, as ob as de e e ência
de ce as á eas não são p ocu adas. Uma ez que o amanho dos domínios
es udados é bas an e pequeno, a p ocu a de u ilização de ob as de e e ência
e minológica ambém é baixa e, consequen emen e, não se pode espe a que o
inanciamen o da compilação de ais ob as de e e ência seja um in es imen o
come cial en á el. Po es a azão, o inanciamen o pa a a compilação de ob as
de e e ência e minológica é ge almen e ob ido a pa i de on es
go e namen ais, que o e ecem possibilidades es i as. Nes as ci cuns âncias,
as condições de in aes u u a que se i iam ao desen ol imen o de pequenas
línguas le am mui o mais empo pa a e olui . Como exemplo posi i o, pe mi a-me
menciona a coope ação da Bélgica e dos Países Baixos em bene ício da
e minologia holandesa: os dois países êm inanciado a c iação de bases de
dados e minológicas g a ui as e de acesso abe o (mas não dão apoio inancei o
à publicação de dicioná ios po mo i os come ciais) (S eu s 2005).
Po es as azões, a Hung ia es á a asada na c iação de ob as de e e ência
de e minologia sinc ónica. O co pus nacional húnga o é um co pus de acesso
abe o do húnga o a ual, mas não con ém ex os de línguas écnicas. Ou os
co pos, bases de dados e minológicos ou léxicos de e e ência não são
acessí eis ao público. Vá ios dicioná ios especializados o am compilados com
ins come ciais, e á ias ins i uições húnga as êm bancos de dados pa a ins
e minológicos e pa a uso in e no, mas nenhum deles é acessí el de o ma
li e e abe a. A ha monização e minológica ( e cab é 1996) ainda não
oco eu na á ea da língua húnga a. Ou a di iculdade é causada pelo ac o de a
maio ia das no as no mas da UE (mais de 70% delas) não es a disponí el em
húnga o, apenas em inglês, e a secção de e minologia, em compa ação com as
línguas mundiais, as línguas pequenas são mais o emen e a ec adas pelas
56 Ágo a Fó is | Te minologia e globalização socioeconómica das no mas
in es igação, a adução, a in e p e ação, a educação, e c., es ão odas a
en en a sé ias di iculdades.
O desen ol imen o económico, cien í ico, cul u al, e c., é impensá el sem um
uso adequado da linguagem, que sa is aça as exigências dos empos mode nos,
e a e minologia é um con ibuin e undamen al pa a isso. A e minologia em
um papel-cha e na economia nacional e na ede das nossas elações
in e nacionais. Um exemplo: um p oblema básico dos an igos países socialis as
é que a sua e minologia económica não é compa í el com a e minologia
emp esa ial e inancei a do mundo ociden al o ien ado pa a o me cado. Todo o
sis ema concei ual oi ado ado do oes e, e, como consequência, um no o
sis ema e minológico e e de se es abelecido nas línguas ecep o as.
Semelhan e à mudança do sis ema polí ico, a mudança do sis ema econômico
ez com que os especialis as dissessem "não emos pala a pa a isso" quando
encon a am p oblemas de e minologia.
línguas es angei as. As p incipais igu as da ciência, da banca, das inanças,
da adminis ação, e c., são p a icamen e bilíngues (inglês e língua ma e na)
no que diz espei o à comunicação p o issional. Po ou o lado, a maio ia das
pessoas que u ilizam os se iços é monolingue. Os cien is as e os líde es da
ida económica e social êm um o e in e esse em aze com que o seu
ambien e comp eenda as suas ealizações e objec i os e em pe mi i ao
público u ilizá-los. Os p oblemas de comunicação na sociedade podem causa
ensões, como no caso das a i udes con adi ó ias em elação às conquis as
da bio ecnologia ou à di usão de on es al e na i as de ene gia. O
desen ol imen o de um sis ema de e minologia nacional que seja ac ualizado
a a és da ha monização in e nacional pode ia se uma o ma de ali ia a
ensão.
Na coope ação académica e p o issional, es ão a e olui simul aneamen e duas
endências: a p imei a é a di e enciação p o issional, que se concen a num
domínio es ei o; O ou o é a in eg ação de camadas académicas e p o issionais
mui o di e en es. A an agem da ede de elações que e olui no século XXI é que
os colabo ado es podem coloca a sua pa e de conhecimen o na ede de
p oblemas a se em esol idos sem demo a e de o ma p on a pa a uso. Mas a
an agem de in eg a o conhecimen o de á ios domínios p o issionais só pode
se explo ada se pude oco e uma comunicação p o issional de di e en es
p o undidades en e os domínios p o issionais en ol idos. Cons ui -
ambém es á disponí el apenas em inglês e a um cus o ele ado. De ido a es a
Te minologija | 2007 | 14 57 a c iação de um sis ema e minológico segmen ado de
aco do com as exigências dos u ilizado es é uma condição p imá ia pa a a ingi
es e objec i o. Acima de udo, isso signi ica de ini e mos em di e en es
ní eis.
Uma o ma de sa is aze a p ocu a cada ez maio de bases de dados
e minológicas em con o midade com os objec i os das pequenas nações
pode ia se a c iação de bases de dados nacionais que si am aos objec i os
pa icula es palpá eis a pa i da u ilização eal (ou seja, de amanho adequado,
a um ní el académico e um con eúdo adequados). As pequenas nações não es ão
en ol idas em odos os negócios (po exemplo, os Es ados bál icos não
p oduzem u as e inho, enquan o os países sem li o al não es ão amilia izados
com a pesca ma í ima), ou podem es a en ol idas apenas em sub-campos de
ce os campos (po exemplo, apenas na enda e ope ação de disposi i os de
elecomunicações, mas não em seu desen ol imen o e p odução); enquan o êm um o e in e esse em ou os domínios (como a adminis ação do
União ou u ismo).
O con eúdo, o amanho e o ní el académico das ob as de e e ência
e minológicas de em se ajus ados às exigências do uso nacional. O conjun o
comum de in e esses nacionais mú uos de e se de e minado em á ias
línguas. A a és de uma selecção p á ica, o in es imen o inancei o e
in elec ual pode ia se signi ica i amen e eduzido. No en an o, é uma g ande
a e a es abelece os e mos que designam os concei os básicos, bem como os
que são de in e esse público e de uso ge al, e, po an o, de em se selecionados
a pa i do es oque de e mos dos o ícios.
Os bancos de dados que já exis em em línguas mundiais pode iam se i de
modelos pa a o desen ol imen o de bancos de dados de línguas meno es.
Ou as bases de dados nacionais exis en es (não públicas, de língua ge al,
e c.) pode iam se i de pon o de pa ida pa a o desen ol imen o da
e minologia nacional, uma ez que um e mo que já enha sido associado a um
concei o e de inido de aco do com ele pode ia se p on amen e u ilizado. As
a e as do desen ol imen o da e minologia nacional incluem: a seleção dos
e mos necessá ios, a ha monização dos sis emas concei uais e
e minológicos da língua- on e e das línguas-al o, a p ocu a do e mo ce o
(signi icado pa a o concei o), o desen ol imen o da e minologia e a
disponibilização pública e li e dos esul ados. Is o assegu a ia não só a
in odução de no os e mos, mas ambém a ha monização dos e mos.