149Te minologia | 2015 | 22
Desk ip y iosios e minologijos
u ilização dos esul ados das
pesquisas e minologia na p á ica
JOLANTA K OVALEVSKAIT
Uni e sidade Vy au as o G ande
AGN B IELINSKIEN
Uni e sidade Vy au as o G ande
ESMINIAI VOZŽI: desc ip i ioji e minologija, e minologijas ensino(is), e minologijas
p á ica, in o ma i usis con ex o, especialis ex ynas ĮVADAS
Desk ip i iojoje e minologijoje (lie u ių kalbo y oje ambém é chamado
desc i omąja e minologija) usados ins umen os e aplicados mé odos
podem p a e s i no p á ico abalho de e minologia. A p á ica da
Te minologia nes e caso pe cebemos como a i idade, que ab ange não só
p á icas ( e minologos, adu o es, edi o es e e c.) abalho, mas ambém
es udan es de ensino. Com base em pesquisas de e minologia desc i i iação,
o ensino da e minologia pode se o ganizado de modo que solução p á icas
p oblemas yk ų induk i amen e, baseado em einamen o(si) p ocesso
in eg ada eo ia da e minologia (plg. angl. p oblem-sol ing p inciple, consul e
Ko kas e al. 2010; lea ning h ough disco e y, consul e Alcina 2011).
Te minologia como assun o de ensino incluída em lingüo y os, es udos de
adução e e c. p og amas, undamen os da e minologia ou
conc e amen e à emá ica s ičiai p i aiky i cu sos ensinados em á ios
ní eis de es udos, o ganizam-se seminá ios pa a p a ican es, escolas de
e ão (Pich 2011: 21), po ém sob e o ap endizado de e minologia a é ago a
esc e ia pouco (Alcina 2011 8). De ido à ampla aplicação na sociedade da
in o mação, a impo ância do ensino de e minologia e a necessidade de
e minologas aumen a (Buche 2007). Úl imamen e, habilidades de
e minologia são pa icula men e en a izadas em discussão de
compe ências necessá ias aos adu o es (Ko kas e al. 2010; Maskaliūnienė
e al. 2012; Siko a 2013). O obje i o des e a igo ap esen a como a e minologia desc i i a esul ados de pesquisas (š iniai, e amen as e mé odos) podem se aplicados e mos-
150 Jolan a Ko ale skai ė Desk ip y iosios e minologijos y imų ezul a ų
Agnė Bielinskienė panaudojimas e minologijosp ak ikoje
nologijos p ak ikoje, po que aqui mui a a enção é a ibuída e minų a osenai
em ex os (ou eks ynuose) anali iza . Te minų a osenos analizė p a a i
esol endo ques ões ak ualias ao manejo da e minologia: in es igando os
comuns e dis inguimosos aços do concei o, es abelecendo o luga do concei o
no sis ema de concei os, a aliando de inição qualidade e (ou) compondo ex ualmen e
pag įs ą e mino apib ėž į i pan.
1. PAGRiNDiNiAi DeSKRiPTyViOSiOS
TERMiNOLOGGIJOS PRICEIPAi
Em uma das di ecções desc i i á ias de ges ão de e mos exynais baseado em
e mos de ges ão (angl. co pus-d i en e minology managemen , Budin 2012)
oco é dado p incipalmen e ao e mo a osenai e a osenos ex yne
análiseei. Impo an eíssimo a o de o ma imosi da signi icância
e minológica conside ai inas con ex o (plg. Zelle 2005), i. i. p ecisamen e a
pa i con ex o pode decidi -se se um de e minado ocábulo ou conjuninys de
pala as é e mo, ou não e mo. Es a ques ão su ge equen emen e pa a as
p á icas que abalham na á ea da e minologia. A e minologia desc ip i ioja
ca ac e iza-se po ou os p incípios de manejo do e mo, on es e meios do
que a e minologia p esc ip i oia (Ma cinke ičienė 2000; Budin 2012).
P esk ip i ioja e minologia p incipalmen e baseia-se documen os, pad ões,
ap o ados e minos conjun os ou bases, e p incipais on es de e minologia
desc ip i ioia são ex os, p incipalmen e especiais, compos os de analisada
subjec kinesa á ea ex os (plačiau sob e especiais eks ynų suda imą lie u ių
kalba ž . Ma cinke ičienė 2000; Bielinskienė e al. 2015). Desc ip i iojoje
e minologia os ex os especiais são p incipalmen e necessá ios pa a no os
e mos da á ea analisada ob e , po ém não menos impo an es e ou a
in o mação sob e o e mo col a , po exemplo, de inição de e mo, con ex os
de consumo de e mo, e mo conjunlum e equência. Te mos em ais ex os
são in es igados usando au omá icos de econhecimen o de e mos e
e amen as de análise. Desk ip y iosios e minologia mé odos, e amen as
e on es podem se usados abalhando ou ap endendo abalha p á ico
e minologia abalho.
2.DeSKRiPTyViOSiOS TeRMiNOLOGiJOS TyRiM iR MOKSLiNi PROJeKT
REZULTATAi na Li uânia, bem como o Cen o de Te minologia do Ins i u o de
Li uânia e a Comissão Es adual de Li uânia da Língua Te minológica, po meio
do abalho de e minologia con ínuo ealizado e de ecu sos
cons an emen e eno ados (Lie u os RespubŠiMTAi 1 e ŠiMTAi 2 (VDU) 3
Te minologia | 2015 | 22 es an es e minos banco, Te minyno,
S anda ização depa amen o e minos bases, eu oTe mBank e k .), ainda
es á execu ado e 151 p oje os de pesquisas, elacionados com a
acumulação de ecu sos e minologias da língua li uana, po exemplo,
suda y a sis ema de classi icação e e minologia SNOMeD CT1, d ikalbis
(anglêslie u ių) de ciências sociais adap ado à língua li uana LiDA2 e k .
p ojec os) c ia á ios ex os em isynais li uanos, me odica. Elemen os
kalbai p i aiky i į ankiai i iš ekliai, aip pa e minų apib ėžimo, emian-
des a me odologia (p.j., in o ma i iões con ex os concei o) podem se
aplicados p a icamen e analisando e minos a osená e de inindo e mo.
2.1. Iš ecles e e amen as ŠiMTAi 1 e ŠiMTAi 2 p oje o de es udo ealizado
guiado pelos p incípios da e minologia desc ip i iosa, po an o
p incipalmen e p epa ada necessá ia on e […] 4 mln. pala as especializ
Educa ional and science ield ex yn (au oma icamen e mo ologicamen e
ano oado). Es e ex oyn é cons i uído de Minis é io da Educação e ciência,
ou as ins i uições documen os de, ab angendo escudimen o, o supe io
cien á e e c. (plačiau ž . Bielinskienė e al. 2015: 24). Texs ynas ep esen a a
escolhida especí ica á ea de educação e ciência, po an o espe ė ase que em
ais documen os es eja p incipalmen e e minos des a s ia. A base des e
ex o cons i ui um on-line dicioná io de Te mos de Educação e ciência ( oliau
ŠMTŽ) e in e ne li emen e acessí el On ologia de Te mos de Educação e
ciência (plačiau Ma kiewicz e al. 2013). Suku i e á ias e amen as: 1)
au omá ico de ixação de e mos eks yne e amen a, 2) e amen a
JungLe, des inado a á ias do mesmo e mo cai ybinėms o mas a ibui uma
i ulação o ma (Boizou e al. 2012) e 3) e amen a de análise do con ex o Qa e.
Dado que os dados selecionados po Qa ankiu Qa e o am e podem se
u ilizados no p ocesso de ensino(si) da e minologia, o seu p incípio de
uncionamen o ap esen a emos mais de alhadamen e.
Apa elho Qa e des inapon is au oma icamen e analisa con ex o de
indi iduais e mos e de e mina nele ansmi ida subje i ă in o mação, chamadascios
1 h p://www.lmb.l /index.php?-538029741.
2 h p://www.lida a.eu/idex ez.php.
3 Iden i icação au omá ica de e mos de educação e ciência p oje o de duas pa es inanciado pelo Conselho
de ciência da Li uânia, ealizado VDU Kompuu e inės ling is ikos cen e 20092010 m. (ŠiMTAi 1) e 20102012 m.
(ŠiMTAi 2).
152 Jolan a Ko ale skai ė Desk ip y iosios e minologijos esul ados de
Agnė Bielinskienė panaudojimas e minologijosp ak ikoje
pesquisas in o ma i iuosius con ex us (ž . 2.2 posky į), nos quais se ia is o
e mo in oduziamas concei o a ibu os e seman iniai ligações com ou os
concei os. Ga ęs į ankiu Qa e selecion os con ex os e minologis a pode mais
apidamen e consis emiza e isanaliza in o mação sob e e mo in oduzi ijamo
concei o. Į ankiu Qa e é p ocu ado de pa aling is inių modelos, nos quais a espi a
in o ma i ios con ex os (p z., e minų apib ėž ims) ca ac e ís ica es u u a e
ou os elemen os daquelas es u u a leksiniai, g ama iniai e k . Es abeleceu-se
que as de inições, nas quais ge almen e se e le e hipe oniminis hiponiminis ligação,
no ex o podem se de ec adas em busca de ais modelos como [Tn é N], [Tn N], [Tn é
conhecido como] e e c.4 (mais sob e os modelos esc e e Bielinskienė e al. 2015:
768).7 U ilizando a e e ida suí e de modelos pa aling is á ios, ú ankiu Qa e
au oma icamen e selecionam-se os possí eis con ex os in o ma i os5. Po
exemplo, analisando o e mo as disciplinas ob iga ó ias, au oma icamen e o am
econhecidos 7 con ex os in o ma i ões, e quase odos eles [b ūkšnys] são as
su ink i pagal modelį [T– Nn ], pa yzdžiui, p i alomieji dalykai [T] –
disciplinas [Nn], dando o necendo escolhida di eção de es udos undamen os de
conhecimen os e compe ências. Es e in o mi usis con ex o co esponde à
habi ual es u u a de de inição ge almen e de inindo o concei o ap esen a-se
hipe onimo e os dis ingui í eis. Henceasi, p ocu ando in o ma i iais con ex os é
possí el au oma icamen e econhece e p on o de inições, dos quais pode
api aiky i exyno ex os.
O ins umen o Qa e usa a in o mação linguís ica pode adap a -se di e amen e
ou indi e amen e. Di e amen e u ilizando-se dos dados ex au ios do
ins umen o, o in es igado pode au oma icamen e ecolhe in o ma i iu
con exs us e os analisa . Se a e amen a não o usada, é possí el adap a
os p incípios de uncionamen o da e amen a, po exemplo, conhecendo a
es u u a dos modelos usados pela e amen a, é possí el e manei a manual
e mo conco dance p ocu a agmen os, que indicam sujei ina in o mação e
e c. (apie isso mais amplamen e. Ve na pa e 3). Toda ou pa e da in o mação,
ob ida de in o ma i iais con ex os, pode se u ilizá el pa a e mos de ini .
4 Tn nomeado do e mo humo nis; N i ik a odis; é, é conhecido como, b ūkšnys leksiniai e g a iniai sinais,
bū ini ieškomame kon eks e.
5 Nes e a igo e e u (p z., Bielinskienė e al. 2015) u ilizados e mos podemimi e mosinai, podemimi
in o mi ieji con ex ai. Tal dis inção é necessá ia, po que en e os dados au oma icamen e ob idos pode
api aiky i e não exa os.
153Te minologia | 2015 | 22
2.2. Me odologia de de inição de e mos, com base nos ex os
Dado que no p oje o ŠiMTAi 2 ŠMTŽ se p ocu a a o nece de inições dos e mos
desc i os a pa i ex yno, um dos e apas do p oje o oi des inado à de inição de
e mos, com base ex ynais, me odikai p epa eng i e p i aiky i. Te mos de inidos
a in o mação sujeikê ecebida au oma icamen e į ankiu Qa e iselec us aqueles
con ex o e mino, que o am conside i inos possí eisis in o ma i iaisiais
con ex os. in o mi os con ex os no mencionado p oje o o am pa e
binių iš eklių, pa eng ų i naudo ų e minams apib ėž i6.
kalAnalizando ex os ou especialuosius ex yns de de e minada ma é iakinés
á ea, é possí el não só escla ece amce o e mo a osens peculia idades
(us ojimo eqünum, equuni pa ne s con ex uais e pan.), mas e ecolhe
in o mação sob e e mo in i ulinamá concep á. A p incipal sujeikine in o mação
sob e o e mo é ansmi ida po ligações seman inais, que são ealizadas em
in o ma i iuosios con ex os (angl. knowledge- ich con ex s, éa Meye 2001).
ing id Meye (2001: 281) in o ma i iu con ex o conside a al con ex o, no qual es á
pelo menos um um e mo in oduziada concei o de sinal. Em ou as pala as, al
con ex o de e mos a a ca ac e ís ica do concei o ou a elação do concei o
com ou os concei os. i. Meye (2001) dis ingue dois ipos de con ex os
in o ma i iais: de inêziamuosius (angl. de ining knowledge- ich con ex s) e
aškinamuosius (angl. explana o y knowledge- ich con ex s). Ap edêzií eis
con ex os base de hipe onimias e hiponimias, ečiau me onimijas7 seman íneas
elações.
in o mi os con ex os com hipe onimais e hiponimais são p óximos à clássica o ma de de inição: T ( e minas) = X
(hipe onimas) + dis inguidó ios, ex.: ac edi ação é uma a aliação, usada no sis ema de ensino supe io (a a aliação
é hipe onima de ac edi ação). Ab e iní elisiais con ex os, nos quais ge almen e e le e a in o mação essencial
sob e o concei o, ge almen e ap o ei ada o mando de inições. Os con ex os explicanamiais dos de inidi eis
di e em em que não êm hipe onimo, e simplesmen e indicam um ou mais a ibu os do concei o, que não
necessa iamen e são essenciais ou dis inguamiais (Meye 2001: 288). Aiškinamiais con ex os impo an es no que
o nece ou os sujei os de conhecimen os sob e e mą, e mo u ilização, po exemplo, mos a, o que e mo
pode, de e e , ge almen e é, é conhecido como e . . Tais con ex os podem se in o mação p imá ia 6 Oi i a
pa i exyno dados ob idos são ap esen ados Educação e ciência e minos diccioná ia: e mo kai ybinės
o mas, koloka ai, exemplos, konko dansas, s . ŠMTŽ h p://daukan as. du.l /moksliniai- e minai/. 7 Ou os
abalhos podem se usados os e mos pa onimija e pa onimai.
Jolan a Ko ale skai ė Desk ip y iosios e minologijos 154 esul ados de
Agnė Bielinskienė panaudojimas e minologijosp ak ikoje
pesquisas o mulando de inição į ou en a em de inição į como uma ce a pa e
(pe einian i požymį), p z. : Successi amen e comple ando o p og ama os
g aduados e ão adqui ido o conjun o de compe ências necessá ias a uma
de e minada a i idade p o issional. in o mi ões con ex os são aliosos ainda e
po causa de que são au en iškos a osenos exemplos de um conc e o e mo
konko danso. É impo an e menciona que os exemplos de gas osência au en icas
não são ão ideais como algumas de inições, o necidas em bases de e mos ou
diccioná ios de e mos, po an o i. Meye (2001: 284) aqueles con ex os, que êm
aços ca ac e ís icos de inido es de diccioná io, po exemplo, d i aškį ou
b ūkšnį po e min, chamam de diccioná ios de inidos com con ex os in o mi ia
(angl. dic iona y de ining knowledge- ich con ex s). iš ealos a osenos gau us
in o ma i iuosius con ex os, cujas es u u a sen inė li esnė, į ai esnė, i.
Meye chama na u aliais (angl. na u ally occu ing de ining knowledge- ich
con ex s). P ecisamen e os úl imos con ex os cons i uem a maio pa e do
con ex o do e mo eks yne. Tais con ex os na u alásios mencionados a ibu os
do concei o necessa iamen e são dis inguamiais, como e mais p óxima mencionada
concepção não semp e conside á ila mais p óximo hipe onim (angl. closes genus),
qual exigida esc e endo de inição . Assim analisando o e mo a oseną eks yne
mui as ezes in o ma i iuosios con ex os pode se e necessa iamen e essencialė in o mação.
3. TeRMiNO VARTOSeNOS ANALiZė
SPEALiAJAMe TeKSTyNe
Te minologia e e minog a ia êm mui o impo ância os seguin es aspec os:
e mo, concei o, a ibu os do concei o, concepções elações ( yšiai),
concepções sis ema, de inições p incípios de esc i a. Po an o, analisando o
e mo a osená é impo an e de e mina os comuns e dis inguia eis
a ibu os do concei o, o concei o luga no sis ema de concei os, a alia a
qualidade da de inição e (ou) elabo a ex o baseado uma de inição do e mo.
P esk ip i ioja e minologia e mos são de inidos p incipalmen e em
unção da luga dos concei os po eles in ocados em hie a chizada sis ema
de concei os e ligações com ou os concei os (Ma cinke ičienė 2000: 6).
Assim, de subs ância de habilidades es abelece comuns e dis inguamucios
dėl o, kad bū ų galima sužino i apie pačią są oką i (a ba) pa eng i e -
a ibu os do concei o p ecisa mino de inição . U ilizando ce a á ea
especial de ex o, é possí el pesquisa conco dansus de e mos
especí icos e assim escla eça -se, que concei o a e mo in oduzia, que
seus a ibu os e com que ou os concei os ela é elacionada. Des a manei a
o sis ema de concei os cons i ui-se de apação em cima, i. y. baseado in o mação do e mo a osens.
155Te minologija | 2015 | 22
3.1. Análise do con ex o e mo aspe o de in o mação sujei esa
Pa a que a in o mação sob e um de e minado e mo in oduziama concei o osse
possí el encon a numa especialia ex oyne, o ex oyn em que e lindê a sujeikinę
á ea, e o e mo nele se bas an e equen e, en ão o pesquisado ob e maio
conco dansá, ou seja, e in o mações mais sob e e mo. Pa yzdžiai de e mo
cien í ico abalho konko danso eks yne: (1) Te cei a causa abalho cien í ico
bu oc a ização. (2) O abalho académico oi mais equen emen e ealizado na
Alemanha, F ança, Polónia, Le ónia e Suécia (3 anexo, abela 4). (3) Pesquisas
Cien í icas (ki aip abalho cien í ico) pesquisas, subdi ididas em undamen ais e
aplicadas pesquisas cien í icas. (4) Os abalhado es de Ciência, além do abalho
cien í ico, de em abalha abalho pedagógico. Ve i i, que sen inhei os o mesmo
e mo é usado a iadamen e: 1, 2 sen inhei os e mos mencionado, po ém, embo a se
ala sob e assun os, elacionados com abalho cien í ico, sujeikinês in o mações
sob e es e e mo in oduzi ijama concei o aqui não. 3, 4 exemplos já menciona em e
ou os e mos, elacionados com o concei o abalho cien í ico: pesquisas
cien í icas, pesquisas undamen ais, pesquisas aplicomieis, uncioná ios de ciência,
abalho pedagógico. A e minog a ia mais impo an es são p ecisamen e ais
agmen os do con ex o e mo, pois eles podem ajuda a en ende , como o e mo
in ociado assun o en endido, qual sua des inação ou pobúdis, − isso ajuda a de ini o
e mo in ociado concei o. Tendo em is a, ao e minóg a o p ecisa do odo con ex o
do e mo su gi i apenas os luga es onde menciona ou os com analizá el e mo
elacionados e mos ou ap esen adas ga a as de inições.
Se plu alidade de e mo conco danso eilučių p ecisa se p ocessado
nãoau oma icamen e, e a conco dança é g ande, isso e mo análiseê eks yne
o na-se ine ici i, omando mui o empo. Pois a im de su gi mos
in o ma i iuosius con ex os de e ia lei a oda konko dansá, ap o unda em
cada sen ença con ex o con ênio, e isso a linguis a, adu o ou es udan e,
não possuçam conhecimen os especiais sob e e minos da á ea cien í ica
conside ada, não é ácil. Nes e caso p a a u ap o ei a -se de e amen as,
que pelo menos em pa e au oma izassem análise de e mos con ex os. Toks
e amen ais, como subsc ição 2.1 desc i o a e amen a Qa e, unciona como
um ce o il os, sepa ando in o ma i iu con ex os de ou os e mos
con ex os, que são não ão impo an es, pois nãope me em in o mações sob e concei o.
de o al 224 ŠMTŽ desc i os e mos sob e 60 p oc. de inições esc i as
com base in o mação de in o ma i iais con ex os. Vadinasi,
156 Jolan a Ko ale skai ė Desk ip y iosios e minologijos esul ados de
Agnė Bielinskienė panaudojimas e minologijosp ak ikoje
pesquisas e minologia, o mando essas de inições e minos, ou pe ėmė
eks yne as ą ga a ą de ini į, ou o mou de ini į baseandois in o mi iaisiais
con ex os e (o ) odo o e mo konko dansu. Pa e dos con ex os in o ma i os
não é usada po que, en e os con ex os in o ma i os au oma icamen e
selecionados há e não adequados, i. e. ais que, embo a o malmen e e
co espondam a algum modelo pa aling is ís ico, mas ainda assim não e le em
plašioio laço semân ico ou nenhum aço do concei o analisado (sob e isso, como
se ia necessá io melho a os modelos usados à e amen a Qa e e aumen a a
p ecisão da análise au omá ica, Bielenskienė e al. 2015, pa e 5.2.5).
3.2. Te minologia manuseamen o ak ualús ques ões e suas solução baseada
e minos usaosena análise Resol endo ques ões eme gen es abalho da
e minologia, pode u iliza an o ap op iadas, quan o inadequadas qualidade
in o ma i iu con ex os. A segui , são discu idos qua o p incipais aspec os
eó icos e p á icos do manejo de e mos (sob e es es e ou os aspec os da
eo ia da e minologia ak ualius ao manejo do e mo, po exemplo, a
sepa ação do e mo do não e mo p oblemá, ambém eja Ko kas e al. 2010:
129130). Análise baseia-se conco danças de e mos de ex o especialido e (ou)
de agmen os de conco dança de e mo conc e o de ins umen osu Qa e
de e minados con ex os in o ma i os8.
3.2.1. DALyKiNę iNFORMACiJą PeRTeiKiANČi
TeRMiNO KONTEXTO FRAGMeNT ATPAŽiNiMAS Que in adqui i habilidades de, como no ex o de e mina
e mo in oduziamas concei o a ibu os e peculia idades do e mo usuosens, de e ia analisa e mo de
equência média konko dansá, que baseado baseado in o mi io concei o de con ex o (qui desc i o 2.2
subcy ico) se ia possí el ap ende e minologicamen e encon a luga es impo an es do con ex o e mo.
Como mencionado, o con ex o in o ma i us de e indica : a) pelo menos um e mo in ádia-se o concei o
a ibu o, que pode se necessa iamen e não essencial, po qualque que seja aspe o desc úbi o o concei o, i.
i. indica , como o concei o en endida, qual komis. Abaixo o necidos con ex os indicam que o e mo
in oduziamaia concei o g au de ciência ca ac e ís ico isso, que ele o nece a uni e sidade (1 exemplo),
ambém 8 ŠMTŽ é possí el usa de odos os e mos indicados conco dansas. Nas conco danças não há
o dalyko paski is, požymis i pan., a ba b) ody i yšį su ki omis są o-
sepa adamen e ma cados possí eis in o mi ícios con ex os, e enquan o o ins umen o Qa e não es á
acessí el a odos os usuá ios, in o ma i iuosius con ex os de e ia es abelece neau oma iicamen e.
157Te minologija | 2015 | 22 g au de ciência é necessá io pa a candida a -se a
ce os ca gos como equisi o (2 Ex.):
(1) Teisê o e ece g aus de ciência em a Uni e sidade, Educação e ciência concedidos
di ei o de dou an u as ao Minis é io ou jun amen e com ou as Li uânia ou
es angei as ins i uições de ciência e es udos. (2) Po an o, es e ca go de e ia se
le an ado apenas uma exigência de quali icação e um g au de ciência, cujo aquisição oi
pademons a ada as compe ências e quali icação, necessá ias a um abalhado de
ciência. g aus exis em (dak a o, habili uo o dak a o), como eles adqui i em e e c.
Toliau pe ž elgus šio e mino kon eks ą galima sužino i, kokių mokslo
in o mação esminé (pag indinho dis in i o požymį) sob e o concei o ansmi e con ex o
as a de inição (apie de inição ê. 3.2.4): Mokslo g adnis g au de p o a da quali icação
cien í ica de uma pessoa, concedido apgynus dise ação.
Inciden almen e, es a de inição é dada e ŠMTŽ, como mais
co esponden e à essência do e mo.
En ep au oma icamen e de e minados in o ma i iais con ex os não
odos os con ex os são adequados, i. i. e le e os a ibu os do concei o ou
conexão com ou os concei os, p z. :
Na 8a classe economia é um assun o ob iga ó io, ela é a ibuída uma semana uma lição.
Es e e mo ob iga ó io assun o con ex o es á a ibuído a não ap op iados, po que
nele não pe eik a sujeikinė in o mação sob e o e mo. Embo a e ap endemos que a
ma é ia ob iga ó ia no g au 8 pode se economia, po ém al in o mação não e ele a
noção de a ibu os (i.e., o que é uma ma é ia ob iga ó ia). No ou o exemplody ambém
não encon amos do pon o de is a e minologia impo an e in o mação, o que é
e mo nacionalinė k ali ikacijų sis ema į a dijama sąwoka, qual sua pobūdis e e c. :
Nacionalidade sis ema de quali icações p io idade polí ica di ecção. Se a conco dância
do e mo é g ande, e possibilidade ap o ei a de con ex os il a io ins umen os
Qa e não, o mesmo abalho pode se ealizado ap o ei ando na análise au omá ica
aplicados pa aling is á ios modelos elemen os (z . 2.1), segundo os quais pode p ocu a
in o ma i iais de inêci eis ou escla ecedo es con ex os. Po exemplo, ais elemen os
es u u ais como se , man e , cons i ui , ab ange , ambém b ūkšnys, d i aškis e
e c. podem se usados de iní eis aos con ex os de e mina (plg. Cas agnoli 2006: 167).
Jolan a Ko ale skai ė Desk ip iosios e minologijos esul ados de pesquisas En ep
Agnė Bielinskienė panaudojimas e minologijosp ak ikoje
de inhiá eis con ex os encon ada adequada de inição pode se pe o muluo a endo em
con a a in o ma i os con ex os p e aujan e emá (p.j., p e aja o aspec o ju ídic), essenciį
sinal ou equen emen e pasika ojan o muluo es (Bielinskienė e al. 165): Academia Mokslų
ins i uição ou o ganização que jun a ep esen ando os mais signi ica i os cien is as do país
ou (i ) de ce as di ecções (k ypčių) e desempenha em um papel de ciência, especialis a,
popula ização da ciência. No ap esen ado exemplozdy em p imei o dis in i o a ibu o
(jungian i <...> cien is as) i ado do de inido con ex o (plg. Academia de Ciências da Li uânia
(www Mokslų akademija) é uma ins i uição o çamen al, jun aindo mais signi ica i os da
Li uânia e suas a i idades elacionadas com a Li uânia cien is as es angei os), e
desempenha a unção (a liekan i mokslo a s o aujamąjį <...> aidmenis) su o mulado com
base y aujančia in o mação konko danse. Men ionadas manei as, como a de inição é
esc i a com base no ex o, podem se ú eis esc e en es de inições (aquele mais a ual
e minologos) e edaguojan es em ou as on es encon adas de inições ( e minos basees
p eenchidos po adu o es, e, sem dú ida, edi o es). Juk in es igando a osená pode
explica -se, que esama de inição não plena, po que paki o e mo į a dijama są oka ou pan.
Publica- e, como seguiu esc e e de inição į de ex yno ou a a alia ,
possí el sug e inus seu o muly ą de inição į com al mesmo p incípio
esc i a e minologo de inição imi, a kime, dada ŠMTŽ. Po exemplo,
es udan es, baseando-se in o mi iaisiais con ex os e on ologia, compôs al
de inição pa a o e mo ciência a igo:
1 de inição: Re isada publicação cien í ica, endo o malią es u u a e anunciada em
pe iodís icos, con íns inos ou unico á ios de ciência. Sua de inida compos a eles
compa a am com o a igo ŠMTŽ ap esen ado de inição do e mo ciência:
2 de inição: A igonis, publicado em imp ensa cien í ica e con endo numa de e minada di eção
de ciência habi ual a apa elho cien í ico e co esponden e ou os c i é ios de moksliškumo
daquela di eção.
2 de inição é baseada a um co igido e ab e iado con ex o de inido a a
pa i do ex o:
De ė de endidois con ex o:
A igo Mesclo a igo, publicado na cien í ica p ado ou (i ) con endo numa de e minada di eção
cien í ica habi ual um apa a o cien í ico (išnašas o (i ) bibliog a iją, ou (i ) o mules, ou (i )
b ėžinius, ou (i ) desc ição da me odologia, ou (i ) abule es es a ís icos e pan. ) e
co esponden e naquela di eção de ciência econhecidos c i é ios de ciência.
165Te minologia | 2015 | 22
Kaip ma y i, 1 apib ėž yje iksliau pa ink as hipe onimas (mokslinėpubli-
kacija, e não a igo), mencionando dis in i o a ibu o ece ciada e assim
sepa ando de publicações não- ece ciadas. Abiejas de iniçõesse indica, onde a igo
cien í ico pode se publicado, apenas 1 de iniçãocia isso indica mais de alhiama
publicbiama pe iodizados, con íns ícios ou únicos cien í icos publicações, e 2
de iniçãocie glausčiau publicado em cien í ica p ado. lis a não p ecisa ia, caso no
sis ema de concei os osse o concei o cien í ica p uda. 2 na de inição mencionada
o concei o apa elho cien í ico no con ex o de inící el é de alhadamen e
explicado, aí em ez de 1 de inição no nomeado a ibu o e uma o malią
es u u a mais p eciso se ia do de inící el con ex o pe me ido a ibu o endo
numa de e minada di eção de ciência habi ual o apa elho cien í ico. T abalhando
p a icamen e, mui as ezes em que de á ios em ou as on es já o necidas
de inições escolhe a mais ap op iada. Pa a isso, cla o, podem ajuda os p incípios
expos os na eo ia da e minologia (adequa ez, sis emiškumas, glaus umas, e c.).
No en an o, além desses p incípios, as in o mações sob e o e mo exis en es nas
on es lexicog á icas ainda p a a u compa a com aquela in o mação, que
emi iškėja de e mo a osenos eks yne. Ne e ai e mos são usados não
exa amen e assim, como de inêziam (Kaupai y ė 2010), ou a osenoje exp iscėja,
que o e mo į a dijama concep oka não o almen e coincide com a que à esse
mesmo e mo dada em alguma leksikog a iniame on e. Palyginus de inição, esc i a
baseada ex o, com de inição, dada em diccioná ios ou e minos baseses, é
possí el não só pasi iksli i po de inição de e mo, mas e compa a di e en es
p incipais esc i as de inição. Po exemplo, S udijų e minų žodyne (Sme ona,
Pukelis 2014) pa e dos e mos coincide com ŠMTŽ o necidos e mos.
Em compa ação, e mo assun o de es udos a igos em ambos os dicioná ios: S udijų e minų
žodyne (Sme ona, Pukelis 2014): De á ios es udos o pon o de is a do con eúdo kininingų e
in eg ados esul ados de es udos cons i uída pa e do p og ama de es udos, endo de inida
o núme o de c édi os, obje i o, baseado em esul ados de es udos, cuja ealização é a aliada
po um inal de e ibução (examininu ou ou a o ma; pode se aplicado sis ema de balão).
ŠMTŽ:
1.S udijųp og amospag indinissudedamasis iene as,nuosekliaidės omas ieną
ou á ios semes es; 2. Di eção ou ama de es udos (na in e nacional na
es a ís ica). Abiejos de ini ise menção essenciais sinais de que o assun o de
es udos é pa e do p og ama de es udos, aí p og ama de es udos é a p incipal
concep na, com a qual em ambos casos ligado se analisa o e mo. Te mino konko danse
166 Jolan a Ko ale skai ė Desk ip y iosios e minologijos y imų ezul a ų iš eks yno
Agnė Bielinskienė panaudojimas e minologijosp ak ikoje
não há in o mação sob e ais a ibu os do concei o como de inido núme o de c édi os,
obje i o, baseado nos esul ados dos es udos, cuja ealização é a aliada um ace i ão
inal, na ŠMTŽ de inição ela não incluída. Dês imo du ação é p essupos o,
exp essškėjęs e mo in o ma i iuosiose con ex os, po an o ŠMTŽ de iniçãoção
menciona, que o assun o de es udos é consis en emen e ensinado um ou á ios
semes es. a pa i in o ma i ios con ex os i ykkėjo que es e e mo nomeados dois
concei os, po an o ŠMTŽ ap esen am de inições de dois concei os (1, 2).
Pode-se ac escen a que os con ex os de ini eis podem se ú eis como
exemplos de melho es ou p as esnių de inições, que analisando
e minóg a os adqui em habilidades de dis ingui a adequada de inição do impe ei o ou ydinga
(Meye 2001: 284).
Es apasnyje dados exemplos da á ea da educação e ciência, pois como on e
oi usado p ecisamen e es e campo ex yns. No en an o, p á icas, que
en en am com ou as á eas e minija, podem se necessá ias e ou as
á eas ex os, po an o aplicando mé odos de e minologia desc ip i iosa,
além já exis en es eks ynas, pode usa e de aul a e aočia especialis
e amen as9 susc i a eks ynas (angl. Do-I -You sel (DIY) specialized
co po a, Zane in 2002, ci . de Cas agnoli 2006). Que in apidamen e acumula
al ex oyno, ge almen e ima as são publicados in e ne ex os da á ea
eque ida, nos quais e le e concei os ac uais e mais ecen es e mos, o que
não semp e se pode espe a de s a iško, i. e. de um de e minado pe íodo
compa y o e já nãoa naujinamo ex o (Cas agnoli 2006: 160).
APiBeNDRiNAMOSiOS PASTABOS
Na Li uânia aplicando p incípios da e minologia desc i y iosa a é ago a p epa ada apenas
alguns ecu sos e ins umen os. Nes aMTAi 2 as p imei as en a i as ealizadas pa a
ob e dados de ocabulá io e on ologia de e mos da á ea da educação e ciência podem se
adap adas esol endo ac uais ques ões de e minologia, su gindo especialis as
p a ican es, que di e amen e abalham com os ex os e a pa i deles ecebem ou c iam
ce as á eas e miniją eles mesmos, bem como es udan es, es udando e minologia,
adução e edagação disciplinas. A possibilidade di e amen e analisa e mos no seu
con ex o de consumo pode ajuda a subme e e esol e p oblemá icas ac uais à
e minologia. Nes e a igo discu ida a de inição de e mos, com base ex ynais, me odica
o nece 9 Po exemplo, e amen a WebBoo Ca , o e ecido Ske chengine:
h p://www.ske chengine.co.uk/.
167Te minologija | 2015 | 22 a possibilidade de econhece e mo
in o ma i iuosius con ex us, es abelece concep os hie a chinius yšius,
o ma e minos de inições. nenhuma às especí icas g upos de
Ap ašy i e minologijos da bo aspek ai nė a ienodai ak ualūs čia mi-
pesquisado es, po exemplo, esc e e a de inição ge almen e incumbe aos
e minologis as, e de en e á ios escolhe a melho ou edaguo a
encon ada de inição aos adu o es ou aos edi o es que p eenchem base
de e mos. e a e minologis as, e a adu o es, e a edi o es, se os e mos
analisados não es i e em em bases de e mos e diccioná ios de e mos, pode
se impo an e econhece as in e ligações ou o ipo de ligação dos concei os in oduzidos po e mos, bem como aqueles concei os de ini .
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RESULTS OF THE DESCRIPTIVE TERMINOLOGY RESEARCH FOR TERMINOLOGY PRACTICE
The pape discusses he desc ip i e app oach, which only ecen ly has been mo e
widely used in Li huanian e minology p ac ice. Te minologis s, ansla o s,
p oo eade s and o he p ac i ione s dealing wi h e minology can bene i om
me hods and ools ha a e applied in desc ip i e e minology managemen .
Fu he mo e, he app oach o desc ip i e e minology can be adop ed o e minology
eaching and lea ning pu poses. The pape aims o desc ibe possible applica ions how
he desc ip i e e minology esea ch ( esou ces, ools and me hods) can be used in he
e minological p ac ice.
Fi s ly, we in oduce esou ces and ools de eloped du ing he p ojec ŠiMTAi 2
(Au oma ic iden i ica ion o educa ion and Science Te ms). The esou ces and ools ha e
been de eloped o he semi-au oma ic analysis o Li huanian e ms: i.e. specialized
anno a ed co pus, ools o au oma ic ex ac ion o e minology and a ool o
semi-au oma ic de ec ion o knowledge- ich con ex s o e ms in he specialized
co pus, which hen can be used o p epa ing de ini ions o e ms. Knowledge- ich
con ex s a e discussed in mo e de ail. Knowledge- ich con ex s con ain concep ual
cha ac e is ics abou he analyzed e m, which a e e lec ed by seman ic ela ions and
a ibu es. Applying he app oach o he co pus-based desc ip i e e minology, we show
a) how knowledge- ich con ex s can be de ec ed; b) how pa icula seman ic ela ions
can be iden i ied in knowledge- ich con ex s; c) how he concep ual sys em can be
cons uc ed by analysing he usage o e ms; d) how knowledge- ich con ex s o a e m
can be used o i s de ini ion w i ing and e alua o he p ac i ione s who a e wo king in
ion. We exempli y he possibili ies o me hods and ools o desc ip i e e minology
he ield o Li huanian e minology.
Recebida 2015-06-15
Jolan a Ko ale skai ė
Uni e sidade Vy au as o G ande
Cen o de Compu au e ís icas Linguís icas
K. Donelaičio g. 52206, LT-44248 Kaunas
e. paš as j.ko [email p o ec ed]
Agnė Bielinskienė
Uni e sidade Vy au as o G ande
K. Donelaičio g. 52, LT-44248 Kaunas e.
paš as a.bielinskiene@hm . du.l