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Terminas prie termino. X

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Terminas prie termino. X

Author: Jonas Klimavičius
Year: 2016
Source: https://journals.lki.lt/terminologija/article/download/510/600
208 Jonas Klima ičius | Te minas p o e mo. X
Te minos à p azo. X
JONAS KLIMAVIČIUS
Nobnie pessoas não a acam à es anha e não
supo a iam, que du an e ap oleidimen o mo essem p óp ia
Dionisías Halika nasie is
TeaT as, Teo ija, Teo ema, isTo ija: skolyba e c iação: aidyKla e egyKla,
žiū a e įž alga, būTo ė i pasaKojimas aTiTikmenys e aTski Tys kelių
elacionados (kilme, į a dijimo mo y acija), mas seman iicamen e mui o
nu olusių in e nacional das pala as e a sua p o ocada inducção seman ina
e os seus esul ados não de e ia encon a uma in es igação descon ia
pa a e de qual elho kelmo spi as. Ao con á io, es e é um dos mui os e
amplamen e cul u almen e, e dialing is i icamen e, e e minologicamen e, e
de e minizaci elmen e complexos, mas ac uais casos de sem im amplo
complexo, pa icula men e obs aculizando in e nacional dos e mos e suas
co espondências a in e ação peculia enomškinį desinonimização espécie
não de um ka o sinonimo odpadamen o, e a sua a issi imen o di e enciação de signi ica i os.
iSTO iN P iEiGa
O emp és imo de pala as in e nacionais como yksmas e (pa) eguliá el
ação (pa s assun o mais p ecisamen e chamin inas skolyba) é pelo menos
d ejopas 1) sa is azimen o da necessidade de signi ica i os
indispensá eis não subs i uí eis de pala as es angei as sua ên ase e
inig ina inclusão no p óp io sis ema de léxico (i e minologia) (não
passando po ás dos quais se esgo a o des ino de a chaismos ou
ocasionalismo), segundo 2) o p óp io idioma possuído de possibilidades de
ex ensão, segundo o seu p óp io u ilismo ugsis.
Em condições no mais, quando de e minam só a o es linguís icos, būdo a
escolha demia ekmės (paklausas), e não akla o e a. e en ão o mais comum é
o p imei o modo. A necessidade de ida in e p au iškumo semp e oi e
c esceu, e línguas é nicas zai igamas in aleisusios em seus au iškumų necessidades
209Te minologia | 2016 | 23 e isgales. No en an o, a lexica in e pau içismo
di e e mui o e á eas (maio men e ciência e cul u a no sen ido amplo,
menos ainda poesia e na ū os), e ainda mais po línguas e especialmen e
po suas amílias (e isso é pois e di e en es cul u as e ci ilizações).
Po an o, mui as ezes, especialmen e quando a o e a excede a demanda
da língua, o emp és imo é não inig ino, e só o p imei o in e psnis: 1)
umpas signalinis s e imžodžių pasibeldima, mas não į sis emą, mas só
eks us, po an o imi p op ios pala as linguis iciamen e acilmen e os
subs i uí am (aũkš as e ažas, pen u ėsiai uinos, kaukė maskė, pie ag y
g i as šampinionas, aumuo kulas, aupsai lep a, sp ogimas bisplosija,
šil inas iidis, po as), a é mesmo sinonimismos (kap izas į aikš is, musge,
nikno is, nikka);
2) mais longos signalinho s e imzodžių subs i uição con idos p óp ias pala as,
mas eles adap ados de aco do emp inamąsią signi icado (kūgis konusas,
bagaminas aliza e čemodanas, lingė eso as, pusiaujas equa o ), às ezes
mui o dis an e (ląs elė celė, lininys okusas); 3) não ump, mesmo za uc inis
no osada os (pakai ų, a leas a i ikmenų) c iação (juod aš is b uljonas,
d i a is bicicle a, į a is golas, kal aa a o ogenezė, c užia odis k os o das,
jo nalis as gazie a i cai unga, palyd konduk o ius, palydo ė s iua desė, slapis
manusc ip as, s ay a dis pseudónimo, s aidės skie is, sligmena siu p izas,
zip ukas, chau eu šo e is, andenilis, odnikas, mo o bu k, publicis, hidusk,
publicis, publicis). Lexicologia e e minologia mais impo an es os p óp ios
esul ados no ada os, e alo es, segybos e de ou a indução dados
signi ica i os apenas de melho es a ian es de seleção, po exemplo, e alų
kei imo (ben pa inio) alo iniais (k epšias ydis → k epšinis, į aka → po eikis)
p opósi o. Už uk inis en epsnis pode i s i ealmen e zádels iniu, e de
con o midades i imo subs i ui ais oda is įs i mesmo com a k yčiais já po
codi ikações ou ap oba os. mas o lobbis a em que olha pa a sis ema, e não
dai y is em ex os, mesmo se o qual consolidado po o dem de algum di ec o
do cen o ou nu a ia de comissão. Es as ês ações são conhecidas desde
mesmo Ma ino Maž ydo, pa ió icamen e e linguis icamen e g įs i já
Mikalojaus Daukšos, nãožai p a ica já do Vilnius Uni e si y p o esso us
kons an ino Si ydo (įsidėmė inas auklė inis ie oj aliumno!). In elizmen e,
amplamen e inundadas s e imkalbys és e -žodys ės não pediu pa a mesmo já
kylan à comum língua, e liūdnai ga si nãoquali icadoočiausia auš ininkų e como
nemem as eab i ainda depois de alguns décadas-
210 Jonas Klima ičius | Te minas p o e mo. X čių alguns (mas não de um)
e minologos não kalbininkų naujada a s e ê colnus abalho sob e Jono
Jablonskio cabeça. Naujųjų laikų ašomosios bend inės kalbos ė as y a i
mokslinės naujada os, além disso, neapsigaukime! não pa alelas
co espondências, mas comple as subs i u as de c iação e consumo
undado e p oduzu e bem sucedido (cons ojamos sob e 600 seu naujada ų!)
c iado (Pi očkinas 2000: 10 6). T umpais anos da p imei a epública de ido às
negações das o ças kalbinis as e insu icien emen e o alêjanço
edagação quan o é p eciso neišsiplė ojęs e nesub endęs es e yksmas
nauja bangele, be išsklaidy as pasi eiškęs s e u (LkV 113: 1950 e […] 604 […]
Žodynas), a em ies d ikalbys ės sąlygomis ypač suak ualėjęs u in p ieš
akis pla esnės isuomenės eikalus[…] (Ska džius: 1998) e glos ai su 43
ex ended p o asano ska dž (Čikščio) 1973 m. Pá ia em anos de dependência
no o no oada os a psnio não hou e, es eng asi só man e legadimen o.
segundojo epublikee leksikos i e minija no mų kodi ikacijai is
ak ualėjan mencionada knygelė pasida ė plačiai p ieinama i Tė ynėje
(Ska džius 1998: 428507), o os mesmos anos излещен и большой (200 p.) ak ualus
Vidos udai ienės i skol au o Vykausko aka ų žodyninis da bas kalbų
naujieji. T abalho u gen e ao assun o u gen e ainda não icou necessá io
aidmens (klima ičius
2015: 44–47). P esen ic ai abundan emen e ma e iais p ecisa ne inginių,
empo e quali icação con endocios lei y ojos abalho, além disso,
in eligen as es o angos man e a linguagem egula ingo, he eldė ą e
ikslingo ( udai ienė, Vi kauskas 1998: 29) p ecisa ne abs ac s, dekla a y ių,
e su elk ų em abalho con ínuo. Po an o são esul ados. mas a si uação
ape cebeu-se de al que e eles de uem. Mui os s oi de abalhos
p epa a ó ios à meia ou só acessos a decisões a ian es de seleção, čiau
no mas o alėjimosi, čiausiai codi icação de ixação inal. Em amplo
abalho ba a necessá io e semân ica zammojis. Nes e simul âneo seguindo
um ne umpą e šako ą yksmą que -se mos a e e esnį, embo a p a ique
já obse ė ą ( ab ikas áb ica, objec as предмет, enchi idionas manualas
manualis), in e psnį 4) das pala as in e nacionais e suas co espondências
seman íneas a é a di e enciação de signi ica i os.
TEATRAS
Vyksmo começo longe e an igamen e, di íamos, e niekuo nepam as a: g eikų
ea as consis iu de ês pa es: o ches os, scenos e am i ea o. žiū o ų
ie os suda ė ea ą siau ąja no signi icado da pala a ( heas ai žiū ė i)
211Te minologia | 2016 | 23
(Damb auskas 1974: 299). pala a […] ea as (θέατρον), pada i u de eiksmažodžio
žiū ė i (θεασθαι) e eiškiančiu egyklą, p incipalmen e chamadas žiū o ų luga es.
elas assim o am chamadas e em ou o luga , po exemplo, es ádio. mais a de o
e mo ab angeu odo o complexo de cons ução do ea o e os e en os ali
oco endo (SenG k 2007: 168). Vie a aidin i (i šok i, dainuo i) e a apsk i a
o ches a (ρχήστρα), mais a de sob e dian e da endapina skenę (σηνή)
cons uída pakilos p oskenijo (προσήνιον) e só omėnai consolidou como u im
ago a sceną (scaena) como mais impo an e a pa e ea o ( odėl mui o
signi ican e a es escenos ea as). omėnų įnašas é e lo . spec ac(u)lum 1. eg
inys, imagem → 2. espec áculo, aidiação, 3. pp . pl. žiū o ų ie os, 4. p k. ea o,
an i ea o, a é 5. muda do mundo: sep em spec ac(u)la se e ma a ilhas do mundo
LoLieŽ 2007. Šia pi mykš e g . θέατρον i lo . spec ac(u)lum mo y acija g įs a
oda pla i ea o ne scenos meno seman ika as onomijos ea as dangaus
skliau as, ana omijos ea as p ozek o iumas (o angl. ope a ing hea e
ope acinė), ea as de ações, naujesni a imesni poli ikai ea as iQ 2010 42 (plg.
poli inio ea o ak o ius iQ 4 2011 14, poli inio ma ione ės Vd 2010 33 62) e ea as
de eleições iQ 2010 7 6. Mui o ex ao dinas mundo ea o pasaulio his ó ia e
ea o pasaulis: eu comedian e! o, su aidinsiu eu ocês comedia, que odos
audosi e <...>.
meu ea as pasaulis; nele eu desempenho o papel de an i ião e au o us; o
comedian es me ocês odos: papezes, eis, nações! lance, pelo qual eu os
o nou isso baimė! (bonapa as) P ap 1979 185 (al edas de Vinji). é e
his o ismos, po exemplo: <...> X iii a. id. ilniaus un- e ins i u i e neišlikę
ma ema os e Fisikos muziejai. <...>pa a abalho cien í ico abalha e pa a
ensino ilus a . Gabine e de Física Museu da sala mecânica es a a o ea o
de máquinas de á iasdozenhas apa elhos e apa elhos sob e uma g ande
ele ação sumon agem cons ução TechEnc iV 2010 752. Apa eceu e em línguas
li uanas não i ia não se ou i , po exemplo: odas as pa es alguma ez
pe cebidas senslês e consciências ea o elas são e dadei as imp essões
J. Gaa SP 1998 211. consciência é um ea o esan icicioso, no qual uma após a
ou a apa ecem á ios concei os de Gaa J. Gaa SP 1998 213.
quando al ea os di e sidade, não comple amen e quei a, que e o p incipal
ea o pode ob e (nem o icialmen e) seu pažyminį mask os dailės ea as
(1898) художественный, embo a seu p incipal kū ėjui (d iese) k. S anisla ski
não conseguiu segui sis ema isso e a só d ama ea as, só mais a de
(1928 1941) ele inha e seu ope os ea ą. dailė XX a. p . e a a eas, mas
212 Jonas Klima ičius | Te minas p o e mo. X ainda e ago a
chamá-los dailininkai L. Mal, i. Gi Č 1989 517 já é anach onismo.
Po omėnų ea o au inių pakai ų (a e a i ikmenų) adosi au inių
sąjūdžių laikais ček. di adlo, ok. schaubühne (labiau scena), schauspiel
aidinação, ambém K iegsschaupla z ca o ea as de ações, angl.
playhouse (lyg aidilhos palmai). Ma o P e o ijaus XVii a.pab. esc i o eikalas
deliciae p ussicae ode p eussische schaubühne lie u iškai e s as
p ūsijos g ožybės, ou p ūsijos ea as (L. Ginei is Lli Enc 2001), 1999 m.
expulso sob o nome p ūsijos įdomybės, ou p ūsijos egykla
(Vilnius: P adai).
Nem k. Si ydo egyklė (widokdiwowisko k o o ilne. spec aculum, hea um,
egikłe SD 1642), egyklė (no os esc i os aidinas, spek aklis, Vydūno scena
LkŽ Xi 1978), nem an es do amanhece Sinski. Daukan o žinyčia, seu e L. i aimo
inpsonė, M. Valančiaus ypsosena, ainda mais a de do Tė ynės ypsos sa os
(1896) 1999 LkŽX não e a semelhan e, pnyko be didako como ou os
semelhan es eplėdsionė, epli, skapo ius, eos o , bu es! siekė e XX a. p .
Ju gio Šlapelio SNŽŽ 1907 ea o egykla; luga ou casa, onde mos a e assis e
comédias, d amas, agédias, e egikla quad oikslas, scena; cena ie a
ea o, da qual a uina; eginys, egykla; espec áculo eginys; ea o a uação,
ap esen ação de comediagens. STŽ 1923 nem ea o, nem espe áculo não. SNŽ
1924 ea o não, spek aklis eginys, aidinimas ea e. 1920 m. įku os d amas
aidykla e ope os aidykla 1922 m. sues a ybin os e in i uladas es a al
d amas ea as (nuo 1925 m. ea as dos es ados) e es ados ope a. TŽ 1936
ea o apenas 1. <...> edi ício (2. campo de ações de gue a ou po a de
g andes acon ecimen os, 3. ana omias <...>), embo a ea al ea o
[pas a o? J. k.] amado ; equen e o ea o isi an e, e espe áculo 1.
ea alinis ep esen ação (2. eginys).
Assim icou só aidyba e olho ( ėl e žiasi olė...). Toli já e ea inė egykla
mai iii2 1992 661 (1908). be galimà não como e mo, e desc údiimo, aškinimo
pala a: d ama g eikiamen e eiksmas. Tea as egykla. a ação de e se e
isão kV 1977 35 11. como pasaulis pode se ea o, assim às ezes ele e egykla:
<...>, Cal inas esc e eu: mesmo não passássemos ocasião pasisem i de deus
a i aimingas a i ai os de deus e elleis as e pe an e nós de ob as que su gem
nes a ma a ilbio egykloje NŽa 2009 12 456. Tea o eginys iQ 2010 5 25
necessa iamen e combininys! ambém bas an e na u al.

213Te minologia | 2016 | 23
Teo iKoNas
aqui nos é impo an e de qualque o ma pu o ea o his o izmas
eo ikonas: <...> pe ikliu é a ibuída ainda e in odução dos ea inos
dinhei o ( eo ikon), que e am emi idos aos cidadãos comp a em je
Labaionui ou bilhe e pa a ea o aidinimus (SenG i 1955: 206). in oduzindo
eo ikoną pe iklis ez ea o acessí el a odos os cidadãos a ênicos (277).
his o izmo, mas de e ia pe manece al, e não nusakomasis junginys penigai ea ui (τὸ θεωριόν) (193).
Teo ia, Teo as, Teo ema
Tea o monigai eo ikonas a cada dedo p ikišamai indica com ea o comum
eo ia kelmę. Só sua his ó ia e seman inė aida ainda ilgesnė. Isso e
cul u almen e não é inespe ado ambas as aízes es ão no mesmo
chamadoameíame ásiniame séjiue, nos mais cla os países da Eu ásia
alcançame sob e Vii V a. p . k . No en an o a p imei a luz do mundo não oi
súigus nuçilização ou iluminação ela adosi paleng a e não paleng ai encendo
pi mykščių cul os endacies e mi ines ūkanas. Tea o miglo ai conhecido aidá
aqui deixamos nuošaly, pois ela impo an e só agedias e comedias, e não
ea o seman inei aidai.
A eo ia indica pa adooksalų caminho do cul o e em a le iką, e em iloso iją,
mokslą: a pala a heō ia e imologicamen e elacionias com a pala a heos
deus. Teo ais g eikai chama a cidades embaixado es em eligiosas š en es,
uėjusios sak alinių įgaliojimų a.ŠliogD e M 1988 30. Olimpias de odos os g egos e
pa ienios polios jogosynes, ambém a ênieços Pana ėnajos e Espa a
gimnopedia, de odos os g egos gimnas ika es ei amen e elacionada com
eligioso cul o e oda espi i ual ida. No en an o Jano Pa ando ski no apissaco
his ó ica disco olímpico isso não é yšku e a é al a de cla eza: s ojo ečia
jauna is po asa os saulėg ąžos <...>. <...>. […] choc u o caminhas ca elhos […]
[…] […] ėjo p ocessões, nob ezas eo ias, siųs os es ados e cidades, a
jun amen e com os ep esen an es o iciais aukė pap as i pilg imai OD 1984
110. p imei o p esen a am-se a chi eo , líde es p ocessiones, […]...>, e
de ė a-se sob e o luga , onde ica OD 1984 114115. apysakoje a chi eo as (179,
236, 237, 242-2x) é usado sem co espondências, eo ia ou só jun amen e com
p ocessija (151, 157, 234, 236, 237-2x, 242, 243-2x, 244), ou só eisena (112, 234, 27),
mesmo ilks inė (111), in equen emen e sumišai, ej.: ei ynę baigė pa ėla ė
pilig imai de p óp ia elidės p ocesijos (150). explicações al am mui o de de alhe:
eo ia ischlimminga eisena, p ocesija, eo ia sua pa icipan e (278), a chi eo as
che e da eo ia (273). Isso pusinė a osena, palin-
214 Jonas Klima ičius | Te minas p o e mo. X kusi em li eu ização p o a elmen e do conhecido adu o Dominyko
U bo nes e caso exage ados es o ços, limi ando a necessidade his ó ico e umą1. ocabulá io de e mos
espo i os eo ia explicação 1. an igamen e na G écia cidade-es ado siųs a a jogos Olímpicos g upo de cidadãos (STŽ
1996) mais a de especi ica 1. <...> eligiosa dos supe iso (g . heō ia) g upo (STŽ 2002). E já bem bem an es ha ia
p ecisos e de alhados escla ecimen o: eo as sen. na G écia pessoa que ep esen a o es ado ou uma cidade du an e
eligiosas e ian es e jogos ou au o izado a consul a com o akulu, o nece emplos a dons, sac i ica TŽŽ 1985,
2001, 2013, só g . heō os não žiū o as, mas ce o ipo de ce imônias p ižiū ė ojas ex ao diná ios lei u gijos
execu ado : kadangi olada e a uma das eligiões de odas as helenas, polia siųs Olympiaiaia (θεωρία) chama a-se
p incipalmen e em nome da cidade, pa a que elas o e ecessem a Dzeus (G ampi 2007: 247). Es a pi mykš ė eo ia (com
seus eo ais e a chi eo u) não é sepa á el da a ual comum comum da eo ia cien í ica ao con á io, é um ce o sua
p o aizdis: Theo ia isso e simples olha , e olhalhsnis da alma. enômenos isí eis com os olhos in e nos e seus
sis emas g ecais ambém chamam de eo ias HŠ 1994 22. G . θεωρέω bū i žiū o u, olha pa a; apxiū inė i, isi a ;
obse a ; aze ape u a; examina , samp o au i, y inė i; esol e G LŽ 1979 desen ol ida signi ica i os le a de
pa icipan es ou isky ojos (ap)ge iamen o pa a abs ac íssimo e especialíssimo ac o obse ação, įsižiū ėjimo e
já não eginio, mas essencialmen e įž elgimen o: Jonėnų iloso ai manė, que heō ia é pensamen o sob e abs akčius
na ū us. <...>. a is o eliui bios heō e ikos ( eo inis ida) é y ėjo ilóso o pa a e lexão de á ios assun os ida.
aqui de heō ia cien í ico es udo, mokslas (p ak ikos, ac i idades, g . p axis, p iešybė; apenas mais ecen es e as
eo ia o pon o de is a ou olhado de um indi íduo cien is a; signi icada nega i a sausa eo ia (an Ž 1998: 503).
G aikijoje moks1 J. Pa ando skio apysakoje (g eičiausiai e ime) passada boa ocasião e dadei a no signi icado da
an iguidade pa a o i ezau ą apysakoje nem seque lobynas, e sandėliška lobių saugykla (235, 237, 271, 177, 197) e
simplesmen e saugykla (237, 178, 179, 236, 271). G . hēsau os no seu p incipal signi icado u as, lobis; lobino; iždas
línguas li uãs longgai não alcançê, mesmo sob eŽ 1998 ezau as lobynas g aikos mies ai inham seus lobynus
Olimpijoje e Del uos, onde gua daė Dzeus Olimpiecium e apolonui Pi ijiu o e ecidos p esen e. <...>. ∆ o am
echacados po mui os ech ak os, e cada cha e a gua da a semp e ou o homem. <...>“. Embo a isso e nesis emiška
não pama o, e ediniai e minai ezau ização penigos poupança pas own namie, emui eles in oduziuus ao banką ou
economomąją kasą TŽŽ 1951, ezau ação aukso como lobio acumimas. <...> TŽŽ 1966, 1969: ou o ., capi al . ETŽ
ezau ação hoa ding 1. pp . Cus odiação de me ais p eciosos, 2. u o acumimas p eciosigões me ais o ma b e kŽ
1997, ambém ezau uo i TŽŽ 1985, 2001, 2013. mas ezau as noujaisiais amžiais didelis ku ios s ies žodynas
(leksikonas) em Ž 1998 leksikog a ijoje ixado bas an e a de TŽŽ 1985, 2001, 2013. E já pois 1921 m. kazimie as būga
esc e e: Tobulo e cheno ocodyno, ao qual não se ia e gonhas da o nome Thesau us linguae Li uanicae, šiandie
expos os nós ainda nepajêgsimos. <...>. Tezau ai são p epa ados de á ias dezenas e não de uma ge ação de pessoas
(būga 1959: 379).
215Te minology | 2016 | 23 liais eo ias nenaudingumas conside ado não
de iciência, e p anašumu. S ebė ojo ida (βίος θεωρητικός) conside ado idealu
(SenG k 2007: 298). Mąs ymas começa a pa i obse ação, po ém e pensando
es e peculia yksmas não se limi am: Mąs ymu apčiuopęs cosmo es u u a,
an icos homem pai a a seu g ožį e pa i da o θεωρια, . y. es e inį
pasi enkinimą. assim como a de e minação da es u u a do cosmos causa a-lhe
al es adoena, isso g adualmen e θεωρια ( eo ija) en ou no p óp io sen ido da
es u u a, a θεωρειν ( eo e izuo i) men inių ações, di ecionadas em al
es u u a saaiškinimą, p asmę (Jankauskas 1987: 36). Na his ó ia eu opeia a
eo ia k ypo já logo, em seguida e p axis umo ao adquilamen o. Só oman izme
ainda hou a pi mykš ės g eikos me a ísicos e dadei as eo ias
eminiscenções, exemplo.: <...>, eu saudei esc e e eo ia omano, que se ia
eo ia pi mykš e nes e sen ido da pala a: calma, gied os umaaly ės espí i o
de isão em obje o, como e de a com exul an e aleg ia obse a signi icmingą
die iškų aizdų džiaugsmą. Tokia eo ia omano ela mesma de e ia o na -se
omance, <...> (F ied ichas Schlegelis P e LE i 1978: 270). Noujaisiais empos já
su icien emen e en âs-conscienciado essencial dou as dou as como
sup an ančių e aiškinančių, e não mesu ojančių e (ap)skaičiuojančių. omėnai,
gausiai sėmęsi de g eikos cul u a a uodo, skolinį heō ia só an ikos saulėlydyje
eikiau c is ianismo já ne anks y ojoje auš oje ecebeu de um ig eja pais,
ulga os e ėjo š . Je onimo (347419) mãos de (ž . LoLieŽ 1996). boecijus (ce ca
de 480 a is oc a as omos anções amília em 1980 ce ca de 524 os go os eios
Teodo iko, a ijono, nugaluo as), pasku inhas omênos e p imei o scholas as,
úl imo ilóso o an igo e p imei o medie ais (L e i aducedo : 242), a aduo , do
g ego a pala a passinhas signi icado, deu aos la inos ilos specula ion 2. plg
speculiacia obse ação, in ospecção, medi ação e con empla io ou quase o
mesmo como o concei o de heo ia; <...> (FilŽ 2002). Mais a de e a eo ia, e a
especulação signi icam um do ou o e uma da ou a olo: eo ia 1. ik o ės
eiškinių aiškinimas abs akčia logine o ma, 2. e cei o sis ema de a i mações
cien í icas que explicam o assun o de inqué i o TŽŽ 1985, 2001, 2013, especiação 3.
ilos. o almen e abs a os, pensamen o eó ico, pa a ob e a possibilidade de
conhecimen os sob e obje os que es ão além da expe iência TŽŽ 1985 (não ão
p ecisamen e abs ak us, pensamen o eó ico, não associado com p á ica,
expe iência TŽŽ 2001, abs ak us p o a imas, não associado <...>) TŽŽ 2013), O
dono do conhecimen o
216 Jonas Klima ičius | Te minas p o e mo. X (senslino) da expe iência e sua
cien í ica e i icabilidade anscendendo em que po p incípio não acei a, não
conheço e não undamen a, á a me amen e in en ada coisa (p ynoji
spekuliacija) (FilŽ 2002). Con empliação da mesma in oduzição [la . con empla i
1. (įsi)žiū ė i, s ebė i (a i inka g . θέασθαι), 2. p k. (ap)mąs y i, (ap)s a Lie Lie
Lie 2007] leksinė eikšmė y a lais esnė (i d ilypė) 1. g andel acen uação,
susi elkimas, susimus ymas (2. mis icizme aulščiausio ipo de cognição, que se
baseia in uicija; passi us eal o és pe cepção) TŽŽ 1985, 2001, 2013, mas isso não
é nem iloso ia 2001, nem psicologia e minas2, e a in e p e ação g andel
acen uação, susimus imas, medi ação elŽ 1991 são esmiquemen inco e as.
medi ação, ao con á io, p incipalmen e 1. assumi ção, pasinė imen o em seus
pensamen os, p o undo assen amen o es a áena ( elŽ 1991), ainda mais uma
das a iedades de es ado de consciência al e ada [ou os sonho, hipno inis
ans, psichodelinė būsena, senso y izoliacijos būsena e c.] g ande
assen amen o es a áena, aplicada à p á ica de eligiões o ien ais, aplicada em
psico e apia pa a eduzi o s ess, elaxação, anquilidade (PŽ 1993). Na
iloso ia é na ida co idiana mui as ezes não exp imidos e pe e idos do
e dadei o conhecimen o e p incípios de a i idade (FilŽ 2002), po que lo .
medi a i 1. (ap)mąs y i, (ap)gal o i, (ap)s a s y i, min y i LoLieŽ 2007.
Assim a eo ia começa a pa i obse amen o ( isionamen o), especulação comple amen e abs ak i, sem
ele, con empliacia susimus ymas susconcupus em ik o ê, medi acia įsimus ymas susi elkus em si mesmo e
ida. As mesmas como eo ia de o igem e eo ema (g . heō ēma ensinamen o, egla < heō eō apmąs au) a
p oposição eó ica, cuja co e i ude pode se ou é logicamen e p o ada, com base nas an e io men e
es abelecidas eiginhas cien í icos TŽŽ 1985, 2001, 2013. No en an o, eo ema limojasi ma emá ica e lógica.
algumas línguas êm seus p óp ios e mos de lenk. wie dzenie (i eo ema ), ček. ě a, poučka (i eo ém),
ok. leh sa z (i Theo em). 2 Segundo mo i ação aqui šlieja e skepsis, скептицизм de oda semelhan e
signi ica i os aidos g . σκέπτομαι žiū ė i; изтърныть, изжвалgy i, узнать; a a ; pensa , pensa ; exp au i,
esol e ; p e e (G LŽ 1979), oglądam, p zyglądam się, sképsis obse wacja SWO 1997 (no s mui os pala as
in e nacionais de dicynów nenunodo esmines pi mykš ės signi icados, à qual depois só con ibui sema
abejojando, c i icamen e, e i icando). No en an o leksinė o signi icado do ce icismo comple amen e
des iada ilos. di eção, ejei ando a possibilidade de conhece a e dade, ob e con iá eis, baseados
conhecimen os TŽŽ 1985, 2001, 2013, pa icula men e complexa e mininė iloso inė, onde do ce icismo de
con eúdo dis ingue-se mé odo do ce icismo k i inis pap as ai mąs yme e eikloje esančių p io ações
e i icação (especialmen e kan o iloso ijoje, onde daquele modo ica-se con a dogma ismą)
(FilŽ 2002). Na ida Ocasional Ce icismo 2. (i cépsis) simplesmen e k i iškumas, du ida de algo TŽŽ 1985,
2001, 2013. É impo an e nãopainia aspec os.
223Te minologia | 2016 | 23 nos gos a simplesmen e assis i . <...>. <...>.
pomisê olha indica que exis e conhecimen o, que é o p óp io
obje i o, […]...> M.-D. PhilTi 2009
105. augus ino men ão: passado p esen eis é memó ia, p esen e p esen eis
obse ação, e u u o p esen eis espe a au augišp 2004 281 quase exa amen e copia
o homem dos nossos empos eudalismo epochos sa imonės y inė ojas: p aeičiai
pe cebe nos deu a memó ia, ago ačiai ži, a ime a eičiai il is i lūkes is a ži. Gu kk
1989 104. mas ele ambém: eu oposmos socie y paleng a pe semp e ia o aspek u de
ac i ação do seu elacionamen o com o mundo a Gu kk 1989 136. Os monges de hoje
em dia ambém az sa i ą di e ença: […] pe igoso con undi eologinho e iloso inį
en oque em mo alê. o p imei o em si ab ange a ixímia de sabedo ia, e o segundo em
de e minis ixímia de xímia M.-D. PhilTi 2009 84. a lei na u al depende essencialmen e
da ixímia de xímia: […]...> (84). e úl ima impo an e di e ência: o žiū a do sujei o não a
uma única disciplina das ciências humani á ias é o único modo de conhecimen o,
comple amen e inacei á el nas ciências p ecisas, mas na u almen e a opelando o
indi idualidade do se humano e a espí ios be ibiškumą isso com que
undamen alizada a c ia i idade a ís ica kb 1999 5 12. žiū a é de pon o: pasak H.
Ka delo, ai kaleidoskopinis, nuola os besikeičian is aškas y a kogni y inės
g ama ikos (...) a GudE 2000 34. „<...>. Es a pa e da cul u a [lingua] […] o nece
ca ac e ís icos es a cul u a a dicas de concep ualização e ca ego ização, sis ema
de al ybių, žiū os aškus, sociomeniškai į i in ą elação com pasauliu (...) a. GudE
2000 35. <...> Č. milošą e sua ob a a nós pe cebemos p incipalmen e da Li u iško
žiū os aško MkslL 2011 15 7. Nė a mesmo mulhe es pe sonážų de homens žiū os
aško se i os analizės Li iš ii 1997 74 (V. kele ienė). […]...> pe mąs i i o seu canôn
da li e a u a de no os žiū os aškų Li iš ii 1997 76 (V. kele ienė); žiū os aško
slink ys NŽa 2013 3 230, subs i ui žiū os ašką NŽa 2014 6 22. a pa i aško
de e mina-se e kampas: <...> concep ualização <...> é possí el dedica
conc e e esniąją, empi inę, pa e e abs ak esniąją, są okinę, s i į.
úl imo ojoje mui o impo an e é o aspec o do pe il žiū os kampas, pa âme o,
que o na-se esmagado em ce a si uação ixação daik ą ou eiškinį, <...> a. GudE
2000 49. acho, b i iško polinkio di e mai olha pa a eiškinius e lie u iškos na ū os
bei ealybės de inys pe mi e imagina e al žiū os kampą iQ 2010 410. O in į i angle
žiū os lhe pe mi iu acessa a aqueles emas NŽa 2014 4 72. odos os concei os […]...>
de imedia o dá unila e alšką žiū os ašką Schopenhaue 1995 107. <...> p ocu a
no os jú aus e a aliação campas MkslL 2014 13 5. mui o a ima aqui

224 Jonas Klima ičius | Te minas p o e mo. X é a a iação de
pe spec i as de žiu os p óximos e dis an es SLL XXiii 2007 315. Da e
campo: pa a a semio ica de žiū os campo en a udo (...) NŽa 2016 5 68,
expandecia žiū os campo NŽa 2015 3 58.
De aco do aqueles kampus, campos andasi e žiū os á eas de: esc i o , lei o , o óg a o, pin o e lexões
suku ia žiū os į ai o ę, pe sonažų kai ą L e M 2013 45 14. […]...> ilóso o, e lexionando ecnologias de eologická
žiū a aško iQ 2010 7 112. <...>, lelewelis e seu Hys o ika in e i e en e apa encia e his o ismo, como duas
di e en es adições de his o ios de ciência žiu ais NŽa 2015 8 57. e á ios e ybių descobe a ao homem
ga an a sua e ybná žiū a. ela é pa e do senso de ealidade, pelo qual o sujei o cons an emen e a alia a
si uação de ida e mo o inius enominius E E Vi 1982 172. Da apa ece me odológica žiū a M.-D. PhilTi 2009 176,
neme odologická žiū a mksll 2016 8 8, s ačia ikiškoji žiū a NŽa 2011 7 489. Pode se e mais4. No en an o mais
impo an e, conhecida já Pla ão, é esmių žiū a: <...> obje o de conhecimen o é não o que é pe cebida senslėmis,
e o que é de aco do seu idėją, que p o essas pe cepokiamybes a si p asiš iečia. Conhecimen o, como p ocesso
de aquisição de conhecimen o (epis eme), é p o u (nous) ado nada alma ascensão em nejuslinių e po empo
nepa aldžių esmių eino e d age a ūkimen o (ka ha sis) de udo o que jusliška (...). Šį kilimą p omo e e osas
(sielos die ybė, daimonion), e e namen e pe eulos es a ies aspi ais espi i ualmen e esmių žiū oje ( heo ia),
que à alma signi ica bênção (FilŽ 2000: 162). Ainda sem co po alma egėjo idėjas só dėl o ege ada e lemb ada
žiū a é possí el (162). No en an o isso comp eendida ou não, acei á el ou não é a sa ea da his o ia da
e minologia sujeikinesa. mas em ex os especialícios, embo a a os, žiū a, não alguma espi i uinė, e
in elek inė, i. i. g ynasis mąs ymas: conhecimen o, adqui ido adqui ido de pu ajo mąs ymo, in elek inės žiū os
manei a, é semp e eidos, idėjų conhecimen o (Nek ašas 2004: 140). Tokia ambém a a e eó ica žiū a: a mesma
pos mode nnybę ele pe cebe como sa i e lek y ią mode nnybės pakopą, quando mode nnybė nelyg issine ia
dos seus concep uais bem ideológicos įp očius e os suobjek y ina eo inės žiū os lauke a. baumG 2007 20 (V.
uba ičius). No en an o DŽ 1993 žiū os e LkŽ XX 2002 žiū os 4. aiškinimą juslinis poznanie; <...> udo isso nega. 4
Embo a nes e signi icado nos diccioná ios não ixada, como žiū os sinônimo pai aiko e ega: i ma o seu egos
ašką MkslL 2011 16 10, in inidade pode ab ange -se de in ini os egos aškų elF 1997 38, pasikeičia egos aškas
elF 1997 45, seu egos dominan es su o ma <...> akademikai NŽa 2014 4 37, b uscamen e ols ama do in ui y
į is inės egos Li iš ii 1997 176. mas ma iai es e mundo semelhan e ao ma ū į i mading. Se á que az sen ido
sepa a egos e žiu os?
225Te minologia | 2016 | 23
Tão signi icado, mais p ecisamen e signi icados en ando de ini p imei o é
p eciso basea -se no p incipal signi icado da língua i a. Em seguida é
p eciso en ende que a eo ia da iloso ia a is o élica como espi i ual žiū a
em oda a exis ência mesma a si mundialėžiū os palaimai é es ada na
his ó ia, mas ago a há mui o i emos em eo ias da ciência, aiškinančios
enominius, s oppa ančių dėsnius e a é duodančių naudą, mundo (menos
eo ias pe manecem a imos samp a ai a is o élico), e em luga daquela
emos a única eo ia a iedade de žiū , anaip ol ne juslinių, a požiū inių,
kon empiacinių. Shi ai sem dú ida, lėmė no os empos à iloso ia
ca ac e ís ico po um pūkis em suje (anzenbache 1992: 150) e já al, ao qual
p ecisa não do na u almoxlino pasaulė aizdžio (204), o o isum do humano
pasaulėžiū os (214), embo a ela ine i á elmen e seja kalbinė e só gim akalbė
(167), semp e conc e amen e is o iška e pelo menos quan o subjec i . kan o
à pessoa peculia o único modo de žiū os do mundo, que é de e minado lhe
p óp ios e da sua expe iência independen es, i. i. ap io iniai, espaços e empo
imaginá ios e ap io ines pu os in elec uais concei os (ca ego ias)
(Nek ašas 2004: 181). Thomas kuhnas (19221996), ao con á io, conside a que ha
mui as manei as de olha do mundo, po que isso de e mina pa adigma
pseudo de pensamen o do mundo, ede de concei os, a a és do qual
cien is as olham pa a a ealidade (181). Ginčijama, pa a cada uma delas se igualmen e co e a, mas ce amen e não odas igualmen e signi ica i as.
Es e žiū a é usado amplamen e, embo a não uni e salmen e (anzenbache 1992 não). mas
sua de inição não es á nem alois halde io FilŽ 2002, nem Williamo aepe io e lindos smi h
li o po idėjų pasauli: eligija i ilozo ija senão e ago a (Vilnius: alma li e a, 1996)
pala ayėlyje (219258). ób io, que es a žiu a não ai além da iloso ia e espaiha ciência
on ei as. e ago a passamos em es é ica, po que es a a segunda pa e des a
explicação Es e ical obse ação. Es a especial jū a ambém em sua aidão. Ela começa
a pa i da an iga p imei os séculos: <...> o concei o de Home o de a e ainda assim
pe manece não po nada mais do que só menu, suselianço pu onai a ís ico cha esį,
a y um ele só e se ia c iado dos ou in es žiū ai5, pasigė ėjimui, pasimėga imui (S oškus
1981: 23). XX a. ilóso o enomenologas Nicolaius Ha mannas seu capi aliniu shopalo
es é ica (išleis o após mo e 1953 m.) a pa i o só inicia: Es e inis pensamen o em odos
os casos é secundá io. Ele pode começa depois de se e e minado es e ica žiu a e
be a piškas a si5 Aqui lemb emos já mencionė ą olha a signi icação 13. klausy is (pp .
gė ė is o s ebė is).
226 Jonas Klima ičius | Te minas p o e mo. X da imas gė ėjimuisi g ožiu, <...> (G ožk 1980: 335336). Embo a
denominado pensamen o es é ico ( ikslle se ia pe cepção), imedi e eba iza-se žiū a e sepa a-se do
pensa : <...> mui o p azū ingesnė e o pensa que a pe cepção es é ica (žiū a) em ge al é um dos modos
de conhecimen o, do mesmo ní el, como e o conhecimen o acional (336). mas o que en ão es a pois
bejožis não é daik o on inė p op iedade (345). En ão começa a segunda žiū a: Es e inė žiū a é só meio
pojū inė žiū a. Sob eš dela é ainda de segundo g au žiū a, que sensaūčios causa imp essúdis, mas que
com ele nãousilieia e ak e é cla amen e de ele dependoma. Essa segunda žiu a não é nem esmėžiū a, nem a
pla oniciosa pe cepção de comunhidade, nem in uição, <...>. Ela ainda es á di ecionada a um único e
indi idual dos sepa ado a obje o, mas inspeciona nele aquilo que pojūčiai be a piškai não alcança: <...>
(312). a segunda žiū a é idu a in e na (343), pojū inę žiū i iš idaus apš iečia i špojū inė žiū a (344), que é
c ian e ou pelo menos ec ian e žiū a (343). Pode-se en ende que ai, o que ela inspeciona, não é dada
sensūčios, sensūčiai isso só įgalina (343), embo a pe maneça ques ão como? Fal a mui o pouco, e udo
mui o signi ica i o6. N. Ha manno con empo âmjis e compan amin is Vosylius Sezemanas em seu s udio
es é ica (1970, esc i a 1962) esminminhanho apildo, pa yškina e apibend ina: Mūsų pe sonalidade emocional
a iliepim em obje o pasi eiškiančią gy ybę ou jausminį onalumą nekliudo pa a que nós em elação a esse
obje o man eniky me kon emplia y ų nuss a imą, pajonando lhe e aquela nuo aiką, pela qual nos zak ė ė
o p óp io obje o. Tokio ca ac e é como só es e ica ziu a, es e ico apidamen o, e ela iąs nos e
obje i ą, an indi idualinę sensacões i enciamen os signi icado (Sezemanas 1970: 256). No en an o
es e icas e eó icas žiu as iden idade, às ezes anunciada oda di e mukai, susci a negio: <...> a i ma ,
que eó ica e es e ica žiū a em essência coincidem, que isso uni o memen e obje i ous jolgnsnis, é
ne ikslu. <...>. <...>. A eó ica žiū ai p eocupa-se mesmo conc e ous, indi idualus daik as, obje o, seu
essencial <...>. A i ma que o olho es é ico nós pe cebemos a pu a o igem da coisa e e c., ou seja, se
en ega à ilusão L e M 1989 49 10 (k. as enis). 6 Mui o an es a hu as Schopenhaue is, dis inguido em
iloso ia uma in ellec ualinę žiū ą ou absoliu ųjį mąs ymą (Schopenhaue 1995: 30 p o o žiū ą (73) e juslinę
žiū ą (131), e es e ikoje já sepa ou de sua chamada obse ação es é ica duas insepa á eis suded
pa es: o conhecimen o do obje o (não como um indi íduo de coisa, mas como pla oniškės idėjos, i. e.
como o mas du adas, especí icas de ce as coisas); e conhecêndo-se (não como indi ido, mas como pu o,
be alio sujei o de conhecimen o) sa imonê (286). A p imei a chama obje i ia žiū a (288), aquela
obje i idade genialumu (289), mas a pa e subje i a da beleza p omê simplesmen e nug imz i em pu yną
es e ine žiū ą (317).
227Te minology | 2016 | 23 įž alga žiū a da ybiškai из смотреть, но
семантически не отличается и от жлегти, связывается и с словами
жлигсник, реженю жлигс 1. ž ilgsnis (S. Daukan o pož ilga), 2. s . pon o de
is a 1 ( . y. a ž ilgis, pož ilgis), 3. s . pon o de is a 2 ( . y. pažiū a,
nusis a imas, pozicija) LkŽ X 1976, np.: p ak iškumas é o p incipal aožas,
pelo qual somos olha em nós, . y. spinduli, e diz que ela é jus amen e al
G ožge is 1980 (M. 217 Heideg). zhelg i, mes i zhlgsnį, ž algy is eigiška, não
inalina, não ezul a i u, aigi de essencia di e en e negu olha ė i, po que
en ão e . No en an o g e a žiū os (i e . egos) en y a e ž alga:
Nema umas é indi idualidade sendo a inal expi ação <...>. <...>. Isso esp alga,
p o undamen e sulei usa aiz na c is ianidade solo k. b adP s 1990 452453 (V.
Zabo skai ė). Č. milošą a alia a pa i de um di e en e pon o de is a MkslL
2011 18 9. <...> cada um decide a pa i de seu pon o de obse ação MkslL 2014
11 7. […]...> in ac a aspec o de espionagem […]> es udos MkslL 2013 5 12 (čia lyg
espionagos... ž ilgsnis aspekgis!..). Es a ž alga não es á ixada diccioná ios7,
al ez nem se á. Te minologicamen e não e necessidade.
Tudo a que mais acon ecimen o e di eção signi ica i os enxe ga em e
enx alga. Não su p eenden emen e, que a é jan ina com įžiū ė i:
p adžioje oi a pala a. Tão pode en a em is a só sem pala as;
Žmogiškieji pala as não ajuda á isso a enxe ga . ka kŽ 1989 256. <...> ele
com sua maio inszugua nelas in oxicou ciência da his ó ia símbolo T. ManLV 1969 253.
įž alga e įž algus não há pala as da língua i a (LkŽ iV 1957 signi icado oli ma an is de aseiniai não de
pa ikimųjų). Eles su gem de pala asynas e mui o paleng a ai em a osená. LŽ 1924 проницательный
ž a bus ( ėjas), šaižus; esc a bus; įž algus, įmanus, прозорливый įž algus, akylas, прозорливость
įž algumas, a провидьнie uma ap aizda, ou a p e isão, mesmo LkŽ ii 1967 p e isão, p ama ymas e só LkŽ
iii 1984 p e isão, nuspėjimas, įž alga (ki a elig. ap aizda, p o idencija). E ec i amen e aqui emos
alo inio o iginal p imio: lo . p o ide e 2. p k. 1) p e e , p o idus 1. p e an is, įž algus, p o idens, en is 2)
adj. įž algus, apdai us, p udus, p uden e, p o iden ia 1. įž algumas, p e isão LoŽLie 2007. Lk Ž 1948 só
įž algus, LkVŽ 1950 įž algus sugebąs įž elg i; akylas, sumanus, a įž alga įž elgimen o, in ospekcija, 7 que
ou a compu ado ijos ž alga ie oj escaneamen o (sem desc ição); embo a mais cla o pe ž alga
(ž algy u as absolu amen e nuncačia abandoná-la).
228 Jonas Klima ičius | Te minas p o e mo. X embo a in ospecção įž alga,
sa iž alga, sa is aba (mas sa is aba só in ospecção, e sa iž alga sel es
olhagem, sa is aba). in ospecção sua p óp ia ida in e io obse ação (mé odo
de in ospecção psicologia ou o indi íduo conhecimen os de enômenos
psíquicos, julgando a pa i de seus in e nos pe i imen os, i ências) su ge só
TŽŽ 1936 e imedia amen e isso sel is aba: pasigau a Jono Jablonskio naujada o
(LkŽ Xii 1981). in uj algos e sel is abos in ospecção sinoniminimas pode iam
aze į aigą, que in ospecção (la . in ospec a e apžiū inė i (desin e io )
LoLieŽ 2007) ambém pode ia se p imis in uj algos o iginalas, se não sua
a imesnė e pla esnė união com mui o senesne p o idencija. in ospecção
psicologiainha po causa de sua subje i idade é conside ada noekusia
signi icância (PsichŽ 1993), mas ale nãožma š i, que isso sa is aba Šalk ii 1991 329,
Ska džius 1998 461, po que como não e mo de odo possí el. p o idencia ambém
ixada só TŽ 1936 (somen e ap aizda), ainda não apidamen e ela 1. p e isão TŽ
1969, 1. p e isão, apdai umas TŽ 1985, inalmen e 1. įž algumas, p e isão,
apdai umas TŽ ii 2000. Na no mamojade lexicog a ia e no a e minog a ia a
įž alga apa ece p incipalmen e no sen ido simplesja įž elgimas, įsigilinimas,
įsis ebėjimas DŽ 1954 (no s įž ilgis knyg. 1. įsis ebėjimas, įž alga, 2. ž ilgsnis). LkŽ
iV 1957 e DŽ 1972 apa ece e cien í ica įž alga. Não só e balmen e, e ealmen e
cien í ica įž alga e minos diccioná ios: angl. insigh , ok. einsich , us. инсайт
s aigus di iculdades e p oblema esolução, inespe ada complicação de elações e
cla idade de elações; alunos diagnós icas complexos de pe sonalidade aožos,
emoções, mo i os, que an e io men e o am neaiškūs, p a egulação e no a
escla eškinima. <...> (PT 1993). Psichologos decidi am de ou a manei a negu
pedagogai como usai: įž alga ( us. инсайт, angl. insigh ) di e en e insai as,
embo a aiškinimas panašus: insai as ( us. инсайт, angl. insigh ), įž alga s aigus i
anks esne pa i imi a si nepag įs as si uações de comp eensão das elações e
de oda a es u u a esm, esolução do p oblema. ∆ su i impo an e é a ase
p epa a ó ia p ecoce ia da a i idade humana, adqui ida social expe iência e
medidas de pe missão ( alba) das expe iências his ó icas sociais (PsichŽ 1993). Os
pedagogos sua disposição con i ma am įž alga EncEdŽ 2007. En ão secundinis, bu
be a piškas o iginalas angl. insigh . Dalyko specialis as de kalbininkų eik ų
a i ikmenų nuojau a, įž alga, in uicija ( udai ienė, Vi kauskas 1998) baseadai
ope iko įž algą. insai as a osenoje neįsigalėjo, sua es animidade a é
ma cado, po exemplo: ipasjana signi ica sh a ų, pu yną ma ymą, ao qual
ca ac e iza peculia es a si ė imas, insigh s e aquilo que os psicólogos chamam
insai u (insigh ) J. i anTM 2004 27.

229Te minologia | 2016 | 23
Na iloso ia de Pla ão jun amen e com o senslinho olha ėjim a ua e e e ninhas
idėjos, especialmen e do bem, espi i uinė įž alga isso e é eo ia (FilŽ 2002). E a
p óp ia in u alga começa a pa i siau osios signi icação diálogo senslinis
sepa ado da ealidade enómeno pe cepção ega (FilŽ 2002), o que de a o
apenasgu ainda in u alga. A e dadei a in ospecção não sabe po que
chama-se pe kel ine signi icado (palbo y oje, quando a ansêlim não é mais
sen ida já isblésęs, o signi icado não é chamado pe kel ine, e de es ine ou e c.).
in ujgos dis inguem p incipalmen e ipos: nepa ienis senslinis p esença das
p incipais o mas de pe cepção pa ilhão kan o g ynoji įž alga (s ebėjimas), i. i.
iso de possibilidade de expe iência condicionan e o mas de espaço e empo
in ujga; comple amen e nejuslinė in elec ualė įž alga (min inė, są okinė) e
Husse lio ka ego inė įž alga, especialmen e esmės žiū a (panaši į Pla ono idėjų
žiū ą). No en an o é desc end i a a ida e mundo ínj alga gene oji
espi i ualinė, e inė, eliginė e . . ik o ės apsk i ai e do se humano samp a a
(pasaulio, humano pa eikslas), que se o ma indi idas, g upo, epocha. <...>. níšku
endência a a a a insj ald como aqui e ago a eme ação de algo que
e e namen e não mudaiça e pe manece apa u, a que de p incípio pode
qualque ez basea (FilŽ 2002). Ainda menciona-se nemap asčiausia espécie
neklys an i die o įž alga, isio in allibilis ap io i conhecimen o espécie NŽa 2014
1 50 não como conhecimen o expe iencial (52). Neap ėpiamoje a osenos
di e sidade em p imei o luga nãožmi š inas a is o elio iškeliamas na mesma
essência do espí i o humano (in ellec us animae humanae) glūdin is polinkis į
juslinę įž algą (FilŽ 2002: 218). Ela al ez p óxima be a piamen e baseada įž alga
Schopenhaue 1995 127. mas e ago a iamen e: polí icos azem g andíssimas
decisões impo an es, mas não podem suas cien í icamen e explica . eles
a um sen iça ealidade, em poli ina sensau à, baseada não cien i icinais
calculquia imen os, mas mais emo iliniu elacionamen o com eal o e. isso
in oduzida como in uição, nuojau a, įž alga e p ak inė sabedo ia. ealidade
sensaū is não é mis ico assun o iQ 2010 3 40 (a. Jokubai is). esc i o es hoje
ocupam <...> li e a u a. ai, sua in uição, menina nuo oka e įž alga às ezes pode
dize mais do que cosdienybės jo nalis as ou poli ologijos anali ikų
samp o a imai Sa com TV 2015 29 22. meninė kū yba y a in ui y i bū ies ies
įž alga G ožk 1980 14 (b.kuzmickas). ou a g upelka gi asi sob e si mesmo
conhecimen o po sa is abão e pan. : Es a p og amá ica encíclica indica
caminho da ig eja a ual: au o-conhecimen o e insj algos caminho,
a enuujimen o caminho e caminho diálogo ka kŽ 1988 122. seu Š en enybės dalai
lamos Xi li o Como conhece a si mesmo é a ibuída a sa is abai ugdy i. amo e insz alga nos le a pa a nushilhação <...> Sa
230 Jonas Klima ičius | Te minas p o e mo. X com TV 2012 5 81. Aqui šliejasi cha izminė e (pseudo)poe inė:
Cha izmos do anas, <...>, c is ianidade ainda chama de apa ecimen o dons, milag osos dons. Isso
conhecimen o de dons (sabedo ia, conhecimen o, espí ios in uz alga), linguagem de dons (...) e pode de
dons (...) Sa com TV 2016 38 18. Aqui é po que ba dos ão gos am inha, midų, d ogas, ca ą, eba ă, opijų,
sandalmedgio smilkalus e abaką ou ou a, o que pe mi e sen i o ele amen o de jãs. […]...> isso […]
subs i ui ai néc a o, do e dadei o deus dos bebedou o, que a ua a men e humana, quando es e
ap oxima-se à e dadei a insigh . mundo espí i oia, didžiulė amybė, ca ac e ís ica Kū ėjo būčiai,
nea siskleidžia pe inho e opijaus ke us . W. emP 2000 4849. A e dadei a in ospecção de e dade é a
pa i pensa : […]...> nenhuma na a i a sob e isa á não pode se e dadei a, se não deixa possibilidade
ao nosso pensamen o se ans o ma em e dadei a in ospecção C. S. LewS 2007 22. me a me a 8 8,
in uj alga eó ica mksll 2012 8 8, in uj alga H. D. To V 1985 157, in uj alga a. Mac Vi 1994 303 (1977)8,
in uj alga iloso inha NŽa 2014 1 43, in uj alga eligiosa elF 64, 1997 11.37 in uj alga iloso inha NŽa 2013
50, in uj alga enomenológica Gė k 1989 8 (b.mickas), in uj alga psicológica e enomenológica SLL XXIII 2007
300, in uj alga F idG 1977 462. Is o possí el só a um homem de nãop ais pode es espi i uais, chamado de
genijumi, pois só ele é capaz de se ies e daik ų esmę pe cebe como o alidade, u na isso seu
absoliučia ema e es a especialíssima in uj algą mui o sa i ai exp esss i mene, poesia ou iloso ia a.
ŠopGia 1994 68. quando in uj algą us a a ilóso o, isso in uj alga. quando po acaso alguém
pailoso izando, seu signi icado blausi, concei os esumêsa sauluusios: <...> ele e a al condição de alma,
qual eu econheci a em si mesmo e nos ou os: isso de ig umo, insigh os e conhecimen os, espi i uais
g aças es a áena H. HesE 1991 260. <...> klos ėsi mui os acon ecimen os e i ências, a umo ados
ma a ilhosas insj algų L. Jon b 2008 150. <...> udo is o ansmi ido com peculia li e ú ine į aiga, įž alga
e sabedo ia L. Jon b 2008 150. Comple amen e inde inidas e simplesmen e amblo os iloso inas e
li e á ias insj algos a. Jasmk 2001 12 (M. Ma inai is), con empo anies li e a ienės insz algos
zauomazgos NŽa 2012 4 218, meninė įž alga NŽa 2012 5 307, d asios įž alga Sa su TV 2016 38 18. Não di íamos
nem que aqui é simples insigh s ou insj algumas. 8 Te mo insz alga, no en an o, não anne anexo a.
Maceinos li o da eligião iloso ia (1975) anexo explicações de a íssimas pala as Li u ichas (a. Mac Vii
1994 341345) e li o pessoa e his ó ia (1981) explicações de a íssimas pala as (a. Mac Vi 1994 372374).
231Te minologia | 2016 | 23
Não eais, mas bem cla as, comp eendí eis são udo não ilosó inas ou psicológicas
insj algos: ecnológicas desen ol edas insj algos ( o esigh ) Vd 2006 16 10 (E. Vilkas);
u u ologia como u u a in uj alga a. Mac Vi 1994 464; inha não poucos bom senso e
šiokią aką in uj algą NŽa 2011 6 396. pu a espi i ualidade in elek inė in uj alga
desc e e-se e segundo obje os, mas especialmen e segundo peculia idades: sa ia
in uj algos com TV 35 32, in elec ualmen e gilesnės in uj algos NŽa 2014 4 269,
in uj alga . W EmP 2000 35, in uj algos signi ica i os NŽa 2013 4 293, peculia idade a
ŠopG 1994 68. Mui o mais eqüen emen e įž alga aqui é ma ymas; gai ės; p og ama:
Li uânia ciência e es udos insigh os mokslioji Lie u a 2030 o mação mkslL 2013 10 11.
<...> g upo de cien is as p epa ada àz alga da economia li uu as Vd 2009 38 34. <...>
esc e eu in igojanças di e izes de es a égia cul u al. <...>. pa a ma cha ápida
de insigh s es a égicos a é execução seiklos ê as condições adequadas iQ 2010 5 89.
Os p og amas nacionais in eg ados inham de o ma a ce os insigh s
es a égicos o que manusea e muda Mksl 2013 10 5. Tais signi icados são bene e
olia egiška įž alga Sa su TV 2012 37 4, a idesnė įž alga NŽa 2013 1 14, sėkminga įž alga
Vd 2011 4 29, imp essi a įž alga NŽa 2013 5 370, pozi y i įž alga iQ 2011 7 17, adikalios
įž algos NŽa 2011 8 536, skep ikų įž algos NŽa 2014 5 26. Onde alguns êem a impo ância
iš ados; alegações; opinião: analis as insj algos NŽa 2011 6 419, mais ecen es
pesquisas insj algos MkslL 2015 8 10, es u u inines analises insj algos Li iš ii 1997
83. Niekas não que se sem įž algų: bū ėjos įž algos e eks asensės įž algos Sa
com TV 2010 40 25. Te minização p i ali e ap op iada g ama ização sem o inal
g ama ício į o mínio ela como não acaba a. Nes e caso, isso se ia p elinksninė
cons ução: en ada de is a pa a a essência e p asmę in e na Schopenhaue 1995
236, não ap op iada linksninė: en ada de is a pa a ques ões de iden idade e
imagologia mksll 2013 5 12, ainda mais pa icipi ė e subali inė: en ada de is a,
pa abiančios giliau NŽa 43, 2015 8 24, é p eciso nemájosa en ada de is a pa a
sepa a , <...> Vd 2011 8 mesmo a nossa men e: a men e pe ence ao seu p óp io a Mac
Vi 1994 309. Tomo insigh s sob e o bendigen e isão mos a seu desejo de se um
e dadei o con emplpia iwi […] homem, que em Deus olha em sua p óp ia luz e em seu
amo e que po isso ê udo em luz e amo de deus M.-D. PhilTi 2009 513. Czesławo
miłoszo geniali įž alga pa e g ame p o e sob e <...> baimę iQ 2011 5 13. au o us
insigh os sob e c owd enomeną Vd 2011 25 57. <...> lemb a Hannah a end classiaišku,
que įž alga pada y a de įž elg i, embo a a mais impo an e é e inys (angl. insigh ,
lo . p o iden ia). Quase en ende-se que DŽ 1972 e 1993, 2000 in essa -se ainda só
įžiū ė i, pas ebė i. LkŽ XX 2002 1įž elg i 2. p k. įsigilinus pe cebe e isso é conhecido já
de elhos esc i os Vol enbiu elio pos ilės (1573), F. W. Haacko, P. uigio, k. Milkaus
pala asynų, na u almen e, e no os esc i os Mai onio, Ša ijos aganos, Vydūno, V.
232 Jonas Klima ičius | Te minas p o e mo. X insigh s sob e a p opaganda
de umjudo o ali á io NŽa 2014 2 64. aliás, ge almen e aqui es á não a
e dadei a insj alga: insj alga sob e as possibilidades e limi es do
conhecimen o passado NŽa 2011 6 429, insj alga sob e as endências de
pesquisa, pe spec i as Mksl 2009 2, 7 insj alga sob e a a ual si uação da
Li uânia NŽa 2011 3 158, insj alga sob e ou a Li uânia iQ 2010 4 9, insj algas
ilniaus, <...>, e p ahas elações cul u ais 2014 mksll 12 12, insj alga sob e a
o ma de ma ke ing Mksl 2016 7 5, mesmo insj alga sob e 2014 3 Vo ind Vo
37, 2011 18 13 11.
A eo ia p ecisa c ia , pode e , žiū a dada ou simplesmen e é. įž algą é
p eciso e , mas pode e aze MkslL 2013 10 5, es ilo epochos su o ma
MkslL 2013 10 5, ou os o nece Vd 2011 18 37, Sa su TV 2012 3 5, Vo 2014 3
10, be i NŽa 2013 5 370, passili i Vd 13 2014 11, Mksl 2014 7 5, a amen e
expe imen a Sa su TV 35 32. a o compos o pode se incluído
mili a men e em NŽa 2014 2 128, 2014 a. ŠopGia 1994 68, 2014 ela pode chega
a Vd 2005 6 28. Ela pode p eeni i Vd 2011 10 35, Vo 2013 11 15.
Mykolaičio-Pu ino e k . Ve iksmao ício insegui (com con olado galininku) mui as
ezes pasigaun se jus amen e po que que não p ecisa ia dí o compound aze
įž algą, ex.: a e seu esme esąs não in e esso as in ui y us ik o ės s ebėjimas,
peci a espécie de conhecimen o, au en iicamen e inspejando ik o ę G ožk 15 1980 (b.
kuzmickas). his o izmo (...) do ilosó ico e his ó ico cien í ico in e p e ação da
his ó ia XiX a. su gido modo de pensa , que depois ėmėsi dil henaus en endimen os
de enoméns da his ó ia, con endo įž elg i dis in os e kin ančius sen idos de ida em
á ias epochose są yšius FilŽ 2002 97. […]...> peikia pozi y is ina noção de linguagem,
que egi i na pala a é só jungiamujão e e i ão, e não isu ian e nele me a isicas seu
depensas e signi icâncias a. Mac Vi 1994 461 (1977). Isso <...> se i a poe ína es o anga
sa i u poe iniu, mui o sonbiu pala a com ansmi i spi i uio bū į do hoje humano,
sabinanço, que o deus é slėpiningas. Em ou as pala as o poe a maceina que
enxe ga embo a upučiuką de o slap ies, de alguma o ma à ele ap oximi i a čiau
San 1992 2 31. <...> homem