5 Liudmila Mockienė Análise da o mação de e mos em li uano,
Sigi a Racke ičienė Russian and English Te minology Wo ks
Análise da o mação de e mos em li uano, usso e inglês
LIUDMILA MOCKIENĖ
Uni e sidade Mykolas Rome is
SIGITA RACKEVIČIENĖ
Uni e sidade Mykolas Rome is
PALAVAS-CHAVE: e minologia, o mação de e mos, o mas de o mação de e mos, meios
de o mação de e mos, on es de e mos, análise con as i a
INTRODUÇÃO
O a igo ap esen a uma pesquisa con as an e de abo dagens pa a a análise
de o mas e meios de o mação de e mos, como discu ido em ob as
e minológicas li uanas, ussas e inglesas. A pesquisa concen a-se em uma
isão ge al de á ias classi icações de meios linguís icos ípicos de
o mação de e mos ap esen ados em abalhos e minológicos em li uano
(Keinys 1980, 2005a; Gai e nis 2002, 2014), usso (Даниленко 1977; Лейчик 2009;
Суперанская, Подольская, Васильева 2005, 2012; Гринев-Гриневич 2008) e inglês
(Sage 1990, 1997, 2004; ISO 704:2009 (E)).
A o mação de e mos como um p ocesso é ge almen e consis en e com os
p ocessos de o mação de pala as usados em uma língua pa icula . No
en an o, a o mação de e mos di e e da o mação de pala as no sen ido
de que, como eg a ge al, é uma a i idade delibe ada e conscien e, em ez de
um p ocesso espon âneo. Além disso, a o mação de e mos é uma noção mais
ampla, pois ab ange a o mação de pala as e ases. O esul ado do p imei o
p ocesso é e mos de uma pala a, enquan o o úl imo esul a em e mos de
á ias pala as. O e minólogo li uano S asys Keinys a i ma que os e mos
são c iados e pad onizados conscien emen e (Keinys 1980: 60). De aco do com
S . Keinys, a e minologia é uma pa e da linguagem pad ão, no en an o, é em
alguns aspec os dis in a e independen e dela. Po um lado, a e minologia é
consis en e com as endências ge ais no desen ol imen o da língua; Po
ou o lado, ca ac e iza-se po ca ac e ís icas especí icas, ce as
exigências e desen ol imen o (Keinys 2005g: 231).
5Te minologia | 2016 | 23
A ideia de que a o mação de e mos é uma a i idade egulada, con olada e
conscien e ambém é discu ida po linguis as ussos, como Vale ija Danilenko
(Danilenko, 1977: 91, 93), Vladimi Lei chik (Lei chik, 2009: 62), Aleksand a
Supe anskaya, Na alia Podolskaya e Na alia Vasilie a (Supe na skaya e al., 2012:
194). De aco do com V. Danilenko, a o mação de e mos no domínio da linguagem da
ciência depende do sis ema de cons ução de pala as que dis ingue a o mação
o he Russian s anda d language. Ne e heless, he e is a numbe o ea u es
de e mos na linguagem da ciência e a cons ução de pala as na linguagem pad ão
e o a o de que os e mos são c iados de o ma p oposi al e conscien e é uma
dessas ca ac e ís icas (Danilenko 1977: 90 […] 97). Juan C. Sage ambém pa ilha a
opinião de que a o mação de e mos é uma "a i idade humana conscien e e di e e
da a bi a iedade dos p ocessos ge ais de o mação de pala as pela sua maio
consciência de pad ões e modelos p é-exis en es […]...>" (Sage 1997: 25). Es e
p ocesso não se baseia apenas nos elemen os léxicos exis en es e os combina de
manei as pa icula es, mas ambém pode se desc i o em e mos de pad ões de
aco do com os quais esses elemen os são combinados, que po sua ez podem se
usados pa a a o mação de e mos subsequen es (ibid). Uma ez que a o mação
de e mos é um p ocesso delibe ado, conscien e, con olado e egulado, é
necessá io es a cien e dos pad ões e modelos ípicos de o mação de no as
pala as em uma de e minada língua pa a pode c ia no os e mos e a alia sua
sis emá ica e exa idão. Assim, o objec i o da in es igação é e e as p incipais
abo dagens pa a a análise das o mas e meios de o mação de e mos em li uano,
usso e inglês e ealiza uma análise con as i a dos mesmos. Pelo e mo o mas
de o mação de e mos, en endemos o uso ou modi icação de on es in e nas ou
ex e nas de o mação de e mos, enquan o o e mo meios de o mação de
e mos no a igo se e e e a ipos especí icos de o mação de e mos, po
exemplo, e minologização, ans e minologização, a ixação, composição,
con e são, emp és imo di e o, adução de emp és imo, e c. A classi icação de
icle analyses and compa es he main c i e ia applied by e minologis s o
pad ões de o mação de e mos com o obje i o de e ela semelhanças e
di e enças da análise da o mação de e mos em di e en es línguas. Em algumas
CLASSIFICATION OF WAYS AND MEANS OF TERM FORMATION
ob as de e minólogos li uanos Es a seção ap esen a uma análise das ob as de
dois dos mais p oeminen es e minólogos li uanos, S asys Keinys e Kazimie as
Gai enis, que unda am a base da e minologia li uana mode na. Também
ap esen a
5 Liudmila Mockienė Análise da o mação de e mos em li uano, e minologia
Sigi a Racke ičienė Russian and English Te minology Wo ks
some ideas om he wo ks by Al ydas Umb asas who in es iga ed he
ju ídica li uana e seu desen ol imen o his ó ico. Os e minólogos li uanos
dis inguem ês manei as de o mação de e mos: 1) usando o ocabulá io
exis en e da língua pad ão e dos diale os, 2) c iando no as pala as
(neologismos) e 3) emp es ando e mos de ou as línguas (Gai enis 2002, 2014;
Keinys 2005a). É digno de no a que as duas p imei as o mas de o mação de
e mos são baseadas em on es in e nas, enquan o a e cei a depende do uso
de on es ex e nas. A u ilização do ocabulá io exis en e da língua pad ão e
dos diale os como o ma de o mação de e mos baseia-se na u ilização de
ocabulá io de o igem na i a. Signi ica que uma pala a que já exis ia na
língua ou seu diale o é e minologizada, ou um e mo que já exis ia em ou o
campo e minológico é ans e minologizado (Keinys 2005g: 231). A e minologia
de uma pala a da língua ge al ou de seu diale o pode se alcançada de duas
manei as: seu signi icado léxico é es endido ou es ei ado (Gai enis 2002:
52[…]53). Nes e caso, o con eúdo, o uso e a alência das pala as
e minologizadas ge almen e são al e ados. Quando pala as da língua ge al
ou do seu diale o são usadas como e mos, elas ge almen e adqui em no os
elemen os de signi icado, que não possuem na linguagem ge al (ibid.), A maio ia
dos e mos que consis em em uma única pala a e são simples em es u u a,
e.g. banga ‘wa e’ (‘wa es o a sea/a lake’ → ‘ adio wa es’).
de a o, o am e minologizadas pala as da língua ge al não signi ica que
enha sido c iada como al po meio de cons ução de pala as. Como a i ma K.
o i s dialec . Mo eo e , he me e ac ha a e m is complex in s uc u e
Gai enis, há casos em que os e mos com uma es u u a complexa (ou seja,
são o mações) não podem se a ibuídos à ca ego ia de e mos c iados po
meio de cons ução de pala as, po que, de a o, eles o am e minologizados,
ou seja, a pala a como al oi o mada na linguagem ge al (ou seu diale o) e,
em seguida, oi usada como um e mo. Assim, pode se bas an e di ícil
es abelece se um e mo oi o mado como esul ado do p ocesso de
o mação de pala as ou se é uma pala a e minologizada ou
ans e minologizada. Um dos c i é ios que pode ia ajuda aqui é oma em
conside ação o campo da ciência e a his ó ia de desen ol imen o de um e mo
não é mui o con iá el, po que os mesmos meios podem se usados pa a c ia
minology o ha pa icula ield. None heless his c i e ion o ‘newness’
uma no a pala a em di e en es locais onde a língua é alada e em di e en es
pe íodos. Mesmo o a o de que uma pala a exis iu no passado e oi
5Te minologija | 2016 | 23 usado em algum documen o his ó ico não signi ica que a
pala a oi i ada dessa an iga on e e não c iada como uma no a en idade (Keinys
2005d). S . Keinys suge e que odos os e mos que podem se sinc onicamen e
is os como o mações de em se a ados como esul ado da o mação de
pala as em ez de e minologia (Keinys 2005d: 22). Ele dá dois a gumen os pa a
es a posição: 1) em mui os casos é impossí el es abelece se um e mo oi c iado
como um neologismo, ou oi i ado da linguagem ge al; 2) e mos que o am
o mados com base em pala as comuns, no en an o, e le em ce os ipos de
o mação de pala as, po an o, se ia imp eciso não con2005d: 22; Keinys 2005e:
113). Al ydas Umb asas, que analisou a e minologia ju ídica li uana usada no
side hem as ep esen a i es o hose ypes o wo d o ma ion (Keinys
pe íodo de 1918 a 1940, ambém compa ilha como pala as e minologizadas e
e mos de es u u a complexa o mados pa a ins especí icos; sua abo dagem é
his iew and does no dis inguish be ween e ms o complex s uc u e
o mal e ele a ibui odos os e mos de es u u a complexa (de i ados e
compos os) à mesma ca ego ia (Umb asas 2010: 67-68). Po an o, nas ob as de S .
Keinys e K. Gai e nis, pala as de es u u a complexa são mais equen emen e
a ibuídas à segunda ca ego ia de o mação de e mos […] c iando no as pala as
(neologismos). A c iação de no as pala as (neologismos) com base nas pala as
exis en es de aco do com odos os p incipais ipos de o mação de pala as é
ou a manei a p odu i a de c ia no os e mos em li uano. Exis em qua o
p incipais meios de o mação de e mos em li uano: p e ixo, su ixo, de i ação
lexional e composição de pala as (Gai enis 2002: 54; Keinys 2005g: 232; EC 2006). De
aco do com S . Keinys, que conduziu uma ex ensa análise dos meios de o mação de
e mos em di e en es campos da ciência, a maio ia dos e mos é o mada po
meio de su ixação, a maio ia dos quais é de e bal. Exis em á ias ca ac e ís icas
dos e mos o mados po meio de su ixo, a sabe , ge almen e são subs an i os
abs a os, ca ecem de cono ação emocional e mui os deles são híb idos (Keinys
2005d). Os híb idos, que são e mos que consis em em uma base es angei a e um
su ixo na i o, são analisados como de i ados e a ibuídos ao mesmo g upo que as
o mações de o igem na i a (Keinys 2005d: 75). No en an o, A. Umb asas, que aplica o
c i é io e imológico como pon o de pa ida, dis ingue os híb idos como uma
ca ego ia sepa ada, que são dis in os dos e mos de o igem na i a o mados po
meio de su ixo (p. ex., kon abandininkas […]smuggle […] (← kon abanda
[…]smuggling[…] + um su ixo na i o -ininkas), e discu e ais meios de o mação de
e mos como um sub ipo de o mação de e mos baseada em elemen os de o igem
es angei a (Umb asas 2010: 132-133).
5 Liudmila Mockienė Análise da o mação de e mos em li uano, Ou o meio de
Sigi a Racke ičienė Russian and English Te minology Wo ks
o mação que é mui o equen emen e usado pa a c ia no os e mos em
li uano é a composição. S . Keinys a i ma que a composição é o segundo meio mais
p odu i o de o mação de e mos depois da su ixação e é bas an e popula em
ce as á eas da linguagem p o issional (Keinys 2005c: 129). O ac o de a
composição se ão p odu i a na o mação de e mos pode se explicado pela
necessidade de se e e i a um concei o complexo. Além disso, os compos os
cump em equisi os de impo ância i al pa a os e mos, como p ecisão, cla eza
e concisão. Embo a esses equisi os pa a e mos possam se a endidos usando
um e mo de á ias pala as, os e mos de uma pala a são mais con enien es de
usa e podem se c iados como nomes gené icos ela i amen e cu os sem usa
a ibu os. As pa es mais comuns da ala usadas pa a c ia compos os na
e minologia são uma combinação de dois subs an i os, uma combinação de um
subs an i o e um e bo e uma combinação de um adje i o e um subs an i o (Gai e
2005c), e.g. meds aig is ‘sc ewnail’ (medis ‘wood’ + s aig as ‘sc ew’), anden-
nis; 2002 Keinys iekis […]linha de abas ecimen o de água[…] ( anduo […]água[…] +
iek i […] o nece […]). Ou o meio bas an e p odu i o de o mação de e mos,
que é peculia ao li uano, é a de i ação lexional. Em con as e com o inglês, onde
a lexão se e apenas como um a ixo uncional, no li uano pode se usado pa a
de i ação. Como um meio de o mação de pala as, a de i ação lexional é mui o
semelhan e à su ixação em na u eza, signi icado e o ma de i acional (Keinys
2005b). Os e mos o mados po meio de de i ação lexional são mui o
con enien es de usa po causa de sua es u u a simples. Assim, a de i ação
lexional pode ia se usada mais ex ensi amen e como um meio de o mação de
e mos (Keinys 2005b). A maio ia dos e mos o mados po de i ação lexional são
de e bal e dejec i o mo o, enquan o subs an i os, p onomes e núme os são
mui o a amen e usados como base de de i ação, po exemplo, sąnaudos
[…]consumo, despesa[…] (( sunaudojo […]usado[…]).
Um meio ela i amen e menos p odu i o de o mação de e mos em
li uano é o p e ixo, po que é usado apenas pa a o ma subs an i os
denominacionais (Keinys 2005e); Em con as e, a su ixação e a de i ação
lexional são usadas pa a o ma subs an i os de e bais, dejec i os e
denominacionais. No en an o, o papel do p e ixo na o mação de e mos é
bas an e signi ica i o (Keinys 2005e), po exemplo, į ė is […] pai ado i o […] į + ė as […] pai […], neda bas […] desemp ego […]
(ne […]no[…] + da bas […] abalho[…]).
The las way o e m o ma ion discussed in he wo ks o he Li hua-
nian e minologis as é o emp és imo de e mos de ou as línguas. O p ocesso
de emp és imo de um concei o jun amen e com o e mo que signi ica esse
concei o é bas an e comum na linguagem em ge al e na ciência da e minologia
5Te minologija | 2016 | 23 emp és imos em e minologia, além de não se semp e
speci ically (Keinys 2005g). As K. Gai enis claims, i is a he ha d o a oid
necessá io azê-lo (Gai enis 2002: 57). O que é necessá io é e i a o uso
excessi o de emp és imos. Além disso, os emp és imos de em es a
in cases when hey may supe sede he exis ing e ms o na i e o igin, and,
con o mes com as eg as da onologia, classi icados de aco do com o g au de
phology and spelling o he Li huanian language. Bo owed e ms can be
sua assimilação em ês g upos: 1) emp és imos an igos; 2) pala as
in e nacionais; 3) e ba ba ismos. Os an igos emp és imos o am
absolu amen e assimilados e adap ados ao sis ema linguís ico, po exemplo,
s iklas […]glass[…] (Gai enis 2002: 58). Na e minologia, eles não são conside ados
como emp és imos eais, na e dade são pala as e minologizadas de
ocabulá io ge al. Ou a ca ego ia, pala as in e nacionais, se em como
e mos de di e en es campos da ciência. Eles o am emp es ados ao li uano
p incipalmen e de línguas clássicas, como o g ego e o la im, di e amen e ou
a a és de línguas in e mediá ias, po exemplo, hipo eka […]mo gage[…] (do
g ego), espublika […] epublic[…] (do la im). A úl ima ca ego ia, os ba ba ismos,
são pala as que não es ão de aco do com as no mas da língua (Gai enis 2002:
57). Os ba ba ismos nunca azem pa e do léxico pad onizado. Obse ou-se
ambém que a dis ibuição dos emp és imos em di e en es domínios
e minológicos é desigual. A gumen a-se que a quan idade de emp és imos nos
mais ecen es amos cien í icos e écnicos da e minologia é maio do que em
campos que êm longas adições e dependem em g ande pa e do ocabulá io
indígena (Keinys 2005 ). S . Keinys ambém discu e aduções de emp és imos
(Keinys 1980: 92-96). A maio ia desses e mos não cump e as no mas da língua
li uana e não é ecomendada pa a uso. Aqueles que se con o mam às no mas da
língua e são o mados com base em um modelo p odu i o de o mação de
pala as ambém são equen emen e p oblemá icos, pois mui as ezes é
di ícil de e mina se um e mo é uma adução de emp és imo ou uma
o mação na i a. A semelhança da es u u a de uma pala a em á ias línguas
não indica necessa iamen e um caso de adução de emp és imo. Na maio ia
das ezes, ais e mos são pe cebidos como o mações na i as (Umb asas
2010: 134). Os e minólogos li uanos classi icam os e mos de aco do com a sua
es u u a o mal em e mos de uma pala a e e mos de á ias pala as. Os
e mos de uma pala a podem se classi icados de aco do com sua es u u a
em simples e o mações, enquan o os e mos de á ias pala as são
ag upados de aco do com o núme o de pala as cons i uin es (Keinys, 1980:
16-17; Gai enis, 2002: 17) e são analisados de aco do com sua o igem e a elação
sin á ica das pala as den o do e mo (Umb asas, 2010).
5 Liudmila Mockienė Análise da o mação de e mos em li uano, Tan o os e mos de uma
Sigi a Racke ičienė Russian and English Te minology Wo ks
pala a como os cons i uin es de e mos de á ias pala as são o mados de aco do
com os mesmos p incípios (usando on es in e nas ou ex e nas e á ios meios de
o mação de e mos) que são esumidos no Esquema 1. Esquema 1. Classi icação das
p incipais o mas e meios de o mação de e mos em li uano (baseado nos abalhos de
K. Gai enis e S . Keinys)
Fo mação de e mos em li uano
(baseado nas ob as de K. Gai enis e S . Keinys) Fon es
in e nas Fon es ex e nas U ilizando exis en es C ia
emp és imos Fon es de emp és imo de no as pala as
pad ão aduções de linguagem e diale os (neologismos)
Calques Te minologia De i ação Emp és imo de e mos
Te minologia Composição T anologização de pala as
emp es adas
Pa a esumi , os es udiosos li uanos, como K. Gai enis e S . Keinys, apoiam a
isão de que a p incipal on e de e mos de e se in e na: ou a língua na i a,
ou seja, o ocabulá io ge al ou seus diale os, ou os meios na i os de
cons ução de pala as. Assim, a base da o mação de e mos em li uano
são os meios semân icos ( e minologização de pala as da língua na i a e
an igos emp és imos), os meios mo ológicos ( o mação de pala as) e os
meios sin á icos ( e mos de á ias pala as).
CLASSIFICATION OF WAYS AND MEANS OF TERM FORMATION
Em algumas ob as de e minólogos ussos Es a seção ap esen a a análise
das ob as dos e minólogos ussos e de Sie giej G ine -G iniewicz.
V. Danilenko, М. Lei chik, A. Supe anskaja, N. Podolskaja, N. Vasilje a,
Os e minólogos ussos, como os e minólogos li uanos, ge almen e
dis inguem ês manei as p incipais de o mação de e mos. Os dois
p imei os baseiam-se na u ilização de on es in e nas, a sabe , a u ilização
de uma pala a exis en e da língua (ou seja, a e minologia de uma pala a do
5 9Te minologija | 2016 | 23
e minologiza ion o a eady-made e m om one ield o ano he ) and
ocabulá io ge al ou a o mação de ans e mos po meios de cons ução de
pala as e meios sin á icos; Enquan o que o úl imo é baseado no uso de
on es ex e nas, ou seja, emp es a um e mo de ou a língua,
adap ando-o one icamen e e mo ologicamen e às no mas da língua (Лейчик 2009: 81[…]84; Суперанская e al.
2012: 194, 203).
A. Supe anskaja, N. Podolskaja e N. Vasilje a a i mam que, embo a haja um
uso mais ex enso da e minologia de pala as da linguagem ge al em ce os
campos, o meio dominan e de o mação de e mos é a cons ução de pala as
(Суперанская e al. 2012: 201). Eles suge em combina dois pa âme os ao
p oje a uma classi icação das manei as em que os e mos são o mados, a
sabe , a língua de o igem (na i a e sus es angei a) e o p incípio léxico que é
usado como base pa a o ma um e mo (uma pala a p on a e sus uma
pala a c iada in encionalmen e) (Суперанская e al. 2012: 196). Isso esul a ia
em um esquema de o mas de o mação de e mos, que, como a i mam os
au o es, é de ca á e mui o ge al, pois não inclui a ans e minologização ( e
esquema 2).
Esquema 2. Classi icação das p incipais manei as e meios de o mação de e mos em
usso (baseado nos abalhos de A. Supe anskaja e al.)
Te m o ma ion in Russian
(baseado nas ob as de A. Supe anskaja e al.) Recu sos da
língua na i a Recu sos de ou as e minologias Cons ução
(s anda d language and dialec s) languages
de pala as Emp és imo Fo mação de e mos p on os com
base em e mos de elemen os emp es ados
Da mesma o ma, V. Lei chik ambém dis ingue ês manei as de o mação de
e mos, a sabe , a o mação de e mos com base nos ecu sos da língua na i a
po meios de cons ução de pala as e sin á icos; e minologia de pala as de
ocabulá io não especial (lingua pad ão e diale os) e especial; e emp és imo de
e mos de ou as línguas onde o am c iados como e mos ou emp és imo de
pala as e sua e minologia (Лейчик 2009: 81[…]84).
6 Liudmila Mockienė Análise da Fo mação de Te mos em Li uano, Como obse a V.
Sigi a Racke ičienė Russian and English Te minology Wo ks
Lei chik, embo a os modelos de o mação de e mos sejam os mesmos que os meios
de cons ução de pala as da linguagem ge al, alguns deles são mais p odu i os,
enquan o ou os são menos. Ao classi ica e mos, p imei o, ele dis ingue e mos
de uma pala a e de á ias pala as. Embo a a p odu i idade da composição como
meio de cons ução de pala as não seja ão al a no usso, V. Lei chik obse a uma
endência ge al de usa ases de dois e ês pala as (especialmen e no domínio da
in o má ica) e a é mesmo e mos de qua o ou cinco pala as (especialmen e no
domínio da iloso ia). Os cons i uin es da maio ia dos e mos de á ias pala as em
usso são subs an i os e adje i os. Uma combinação de á ios subs an i os pode
se usada com ou sem p eposições, po an o, os subs an i os podem se
dependen es de ou os subs an i os (Лейчик 2009: 48[…]62). Esquema 3. Classi icação
das p incipais o mas e meios de o mação de e mos em usso
(baseado em ob as de V. Lei chik)
Te m o ma ion in Russian
(baseado em ob as de V. Lei chik)
Recu sos da língua na i a Recu sos de ou os e mos Pala as de
(s anda d language and dialec s) languages
emp és imo sin á ico Te minologia logização cons ução de meios de e mos
de pala as emp es adas As duas classi icações discu idas an e io men e
di e em na abo dagem dos emp és imos. Jun amen e com o p ocesso de
emp és imo de pala as p on as, A. Supe anskaja e al. ambém dis inguem a
o mação de e mos com base em elemen os emp es ados. A posição des e
úl imo não é cla a na classi icação de V. Lei chik. No en an o, ao lado do
p ocesso de emp és imo de e mos, ele dis ingue o p ocesso de
e minologização de pala as emp es adas de ocabulá io ge al es angei o,
o que signi ica que essas pala as emp es adas não o am usadas como
e mos na língua- on e e se o na am assim apenas na língua-al o. Ou o
linguis a usso dis in o, V. Danilenko, a gumen a que, em essência, os e mos
são o mados com base em pala as de ocabulá io ge al e especial de aco do
com odos os ipos es u u ais de pala as que são ca ac e ís icos de uma
de e minada língua nacional (pala as simples, de i adas e pala as
compos as). Ela dis ingue os mesmos meios de nomea concei os
6Te minologia | 2016 | 23 no as en idades, po que os no os e mos êm de
e le i as elações dos no os concei os com os exis en es, ou seja, o
p ocesso de c iação de no os e mos em de se sis emá ico, o que pode se
acilmen e alcançado po meio de a ixação e composição. Nes e pon o, J. C.
Sage obse a que em inglês é mui as ezes p oblemá ico aze uma
dis inção en e a c iação de neologismos genuínos po meio de de i ação
usando elemen os de pala as la inas ou g egas e emp és imo de e mos
como pala as p on as do la im, g ego e ancês. Além disso, nem semp e é
possí el de e mina a on e dos emp és imos, po que o inglês em ido uma
adição ão longa de emp és imos de odas as ês línguas que é mui o
equen emen e impossí el dize se di e amen e de uma das línguas
a wo d has come in o English ia F ench o whe he i has been aken
clássicas (Sage 1990: 38). Em con as e, no inglês mode no, o emp és imo de
ou as línguas é bas an e a o. Ge almen e é o inglês mode no que se o na
a on e de emp és imo de no a e minologia pa a ou as línguas.
Jun amen e com o emp és imo di e o, J. C. Sage discu e a adução de
emp és imo, ou calque, que é o esul ado da adução li e al, subs i uição
pala a po pala a dos componen es léxicos dos compos os. J. C. Sage
a i ma que "a adução de emp és imo é p e e í el ao emp és imo di e o,
mas nenhuma das o mas de c iação de e mos é acei á el se iola as
écnicas na u ais de o mação de pala as de uma comunidade linguís ica".
(Sage , 1990: 87). A Comissão conside a que a Comissão não em
compe ência pa a de e mina a compa ibilidade de uma medida com o
di ei o comuni á io. Is o signi ica que an o os emp és imos di e os
como as aduções de emp és imos êm de es a em con o midade com
Scheme 6. Classi ica ion o he main ways and means o e m o ma ion in English (based on wo ks o J. C. Sage )
os equisi os da língua de des ino. O esquema 6 esume as o mas e meios
de o mação de e mos desc i os po J. C. Sage em seus abalhos em
1990, 1997 e 2004: Fo mação de e mos em inglês (baseado em ob as de J. C. Sage ) Uso de on es exis en es Modi icação C iação de no as on es de en idades linguís icas exis en es
(neologismos)
Ex ensão de signi icado De i ação C iações o almen e no as
Emp és imo in e lingüís ico de composição semelhan e
Me a o a C iação de e mos aciais T adução de emp és imos/calques
Con e são de e minologia
Emp és imo in e disciplina Comp essão
6 Liudmila Mockienė Análise da o mação de e mos em li uano, Ou a
Sigi a Racke ičienė Russian and English Te minology Wo ks
classi icação uni e sal de o mas e meios de o mação de e mos é
ap esen ada na no ma in e nacional ISO 704 ( abalho de e minologia […]
P inciples and me hods) o he In e na ional O ganiza ion o S anda diza-
ion (ISO 704: 2009 (E)). As p incipais o mas de o mação de e mos ap esen adas no
ISO 704, which apply o he English language, a e:
• c iação de no os o mulá ios; •
u ilização de o mulá ios exis en es; •
emp és imo anslinguís ico ( e esquema 7).
A c iação de no as o mas ab ange meios de o mação de e mos como
de i ação (adição de um ou mais elemen os mo ológicos ou a ixos a uma aiz
ou uma pala a), composição ( esul ando em e mos complexos, ases ou
mis u as) e o mas ab e iadas ( o mas cu as, e mos co ados,
ab e ia u as, inicialismos e ac ônimos).
O uso de o mas exis en es inclui meios de o mação de e mos como
con e são (ou seja, mudança de pa e da ala), e minologia (a ibuição de
no os signi icados, equen emen e análogos ou me a ó icos, a e mos
exis en es em campos elacionados ou pala as de linguagem ge al),
ans e ência semân ica den o de uma língua especial e emp és imo
ansdisciplina (me a o as). Po úl imo, os emp és imos anslinguais são
de dois ipos: emp és imos di e os e aduções de emp és imos.
Esquema 7. Classi icação das p incipais o mas e meios de o mação de e mos em inglês (baseado na ISO 704:2009 (E))
Fo mação de e mos em inglês
(baseado na no ma in e nacional ISO 704)
C iação de no os o mulá ios u ilizando o T anslingual
(Neo e ms) emp és imo de o mas exis en es
Con e são de de i ados Emp és imo di e o
Te minologia compos a T adução de emp és imo
Ab e ia u a T ans e ência
semân ica den o de uma língua especial
Emp és imos ansdisciplina es
A compa ação das duas classi icações acima mos a que a ca ego ização
das p incipais o mas e meios de o mação de e mos em inglês é bas an e
9Te minologia | 2016 | 23 semelhan es. As classi icações baseiam-se na seguin e
oposição: a u ilização ou modi icação de on es exis en es (in e nas) pa a
c ia no os e mos opõe-se à u ilização de on es ex e nas (emp és imo
anslinguís ico). Ainda assim, as classi icações êm algumas di e enças. Em
p imei o luga , o es a u o de ais meios de o mação de e mos como a
con e são é di e en e. J. C. Sage a ibui a composição; Enquan o isso, na ISO
con e sion o modi ica ion o exis ing sou ces, alongside a ixa ion and
704:2009 (E) a con e são pad ão é a ibuída ao uso de o mas exis en es,
jun amen e com a e minologização e a ans e minologização. A abo dagem
di e en e da posição da con e são nessas classi icações é bas an e
cong uen e com as di e en es concepções de con e são na eo ia da
cons ução de pala as. A con e são é is a po alguns linguis as como um
sub ipo de de i ação (Plag 2003: 17); ou os linguis as o discu em como uma
ca ego ia sepa ada dis in a da de i ação e da composição (Jackson & Zé
Am ela 2012: 100; Šeškauskienė 2013: 123). Ou a di e ença eside na
in e p e ação dos neologismos e no seu luga na classi icação. J. C. Sage
a a os emp és imos de ou as línguas como neologismos (Sage 1997: 38),
enquan o que a no a de inição do e mo neologismo pela ISO IEC 3787-1: 2009
a i ma que apenas e mos ecém-c iados, simples ou complexos, que apa ecem
em uma língua pela p imei a ez e o am c iados po meio de mecanismos
linguís icos como de i ação, composição ou mis u a, podem se conside ados
neologismos (Valeon is, Man za i, 2006). Assim, o emp és imo de línguas
es angei as não de e se a ibuído aos meios de c iação de neologismos.
Nes e sen ido, a dis inção en e on es na i as e es angei as u ilizadas pa a
a o mação de e mos é c ucial. De e-se no a que as classi icações acima das
o mas e meios de o mação de e mos li uanos, ussos e ingleses são
aplicá eis a línguas especiais em ge al, ou seja, ap esen am o mas e meios de
e mo e ecnologia. De o ma inequí oca, eles podem di e i dependendo do
o ma ion o be ollowed when o ming e ms in any domain o science
domínio e da es u u a de uma língua em pa icula .
CONCLUSIONS
A análise das desc ições e classi icações das o mas e meios de o mação de
e mos nos abalhos sob e e minologia em li uano, usso e inglês pe mi e
i a as seguin es conclusões: 1. Nos abalhos dos e minólogos li uanos (S .
Keinys, K. Gai nis), o p incipal c i é io pa a a classi icação das o mas e meios
de o mação de e mos é a oposição de on es in e nas e ex e nas: o uso do
7 0 Liudmila Mockienė Analysis o Te m Fo ma ion in Li huanian,
Sigi a Racke ičienė Russian and English Te minology Wo ks
ocabulá io exis en e da língua pad ão ou diale os e a c iação de no o
ocabulá io usando meios na i os de cons ução de pala as ( on es
in e nas) em oposição ao uso de emp és imos ( on es ex e nas).
2. As abo dagens dos e minólogos ussos podem se di ididas em dois g upos.
Um g upo (A. Supe anskaja, N. Podolskaja, N. Vasilje a, V. Lei chik) usa a
oposição de on es in e nas e ex e nas de e mos como o p incipal c i é io
pa a a classi icação de manei as e meios de o mação de e mos. Ou o g upo
(V. Danilenko, S. G ine -G iniewicz) em um pon o de pa ida di e en e e baseia
sua classi icação no ipo de meios de o mação de e mos: semân ico,
mo ológico, sin á ico e mo ológico-sin á ico. 3.Nos abalhos sob e a
e minologia inglesa (J. C. Sage , ISO 704:2009 (E)), á ios c i é ios são u ilizados
na classi icação dos pad ões de o mação de e mos: oposição de o mas
exis en es e emp és imos, bem como á ios meios de o mação de e mos. No
en an o, eles in e p e am de o ma di e en e o p ocesso de con e são e
o mação de neologismos e, po an o, as ca ego ias de o mação de e mos em
suas classi icações não coincidem. Os esul ados da análise e elam que os
abalhos sob e a o mação li uana e ussa, no en an o, seus pon os de pa ida
and English e minology p o ide simila app oaches o he analysis o e m
podem se di e en es: com base no c i é io e imológico ou no ipo de p ocesso
de o mação de e mos (mo ológico, nas adições e minológicas
syn ac ic, seman ic). The choice o p inciples o e m classi ica ion depends
p e alecen es e na es u u a da língua. A classi icação da e minologia de uma
língua pode se inadequada ou pa cialmen e adequada pa a a classi icação da
e minologia de ou a língua. Po conseguin e, a análise con as i a da
o mação de e mos de á ias línguas exige o desen ol imen o de uma
classi icação especí ica que ab ange odos os meios e o mas de o mação de
e mos nas línguas em in es igação e si a de base pa a a sua compa ação.
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TERMINŲ KŪRIMO ANALIZĖ LIETUVIŲ, RUSŲ IR ANGLŲ TERMINOLOGIJOS DARBUOSE
S aipsnyje analizuojamos i g e inamos žymiausių lie u ių e minologų S . Keinio
i K. Gai enio, usų e minologų A. Supe anskajos, N. Podolskajos, N. Vasilje os,
V. Lei chiko, V. Danilenko i S. G ine -G iniewicziaus, e minologo J. C. Sage io, y-
inėjusio anglų kalbos e miniją, bei Ta p au inės s anda izacijos o ganizacijos pa eik-
os e minų kū imo būdų klasi ikacijos. A lik a e minologų da bų analizė leidžia da-
y i okias iš adas:
1. Lie u ių e minologų (S . Keinio i K. Gai enio) da buose pag indinis e minų
kū imo būdų klasi ika imo k i e ijus y a opozicija a p idinių i išo inių šal inių: e -
minai ski s omi į da omus, panaudojan sa ąją leksiką ( e minologizuojan ga a us žo-
džius bei ku ian naujada us, pasi elkus sa osios kalbos žodžių da ybos in en o ių), i
į pasiskolinamus iš ki ų kalbų. Pagal o maliąją sanda ą e minai ski s omi į ien isi-
nius ( ienažodžius) i sudė inius (keliažodžius).
2. Rusų e minologai A. Supe anskaja, N. Podolskaja, N. Vasilje a, V. Lei chikas i-
dinių i išo inių šal inių p iešp iešą aip pa laiko pag indiniu e minų kū imo būdų
7 Liudmila Mockienė Análise da o mação de e mos em li uano, c i é ios de classi icação.
Sigi a Racke ičienė Russian and English Te minology Wo ks
Tuo a pu ki i usų e minologai V. Danilenko, S. G ine G iniewiczius klasi ika imo pag indu
enkasi e minų da ybos p iemonės, ski s ydami jas į seman ines, mo ologines,
sin aksines i mo ologines-sin aksines. 3. J. C. Sage is, ku is y inėjo anglų kalbos
e miniją, bei a p au inio s anda o ISO 704 engėjai, klasi ikuodami e minų kū imo
būdus, sujungia kele ą k i e ijų: e minų šal inius bei e minų da ybos p iemones. No
en an o, eles ski ingai in e p e ou a con e são em neologismo, en ão e minos kū imo
modeliai seus classi icações nesu ampa. Análise dos esul ados odo, kad e minologijos
da buose, ski uose lie u ių, usų i anglų e minijai, laikomasi panašių k i e ijų,
klasi ikuojan e minų kū imo būdus: emiamasi idinių i išo inių šal inių p iešp ieša bei
e minų da ybos p iemonių ipologija. No en an o, e minologai mui as enkasi ski ingus
klasi ika imo išei ies aškus, akcen uodami a ba e minų kilmę, a ba jų da ybą. Ne e ai
jie ski ingai in e p e ouoja i uos pačius e minų da ybos p ocesso. A escolha dos
p incípios da classi icação dos e mos é limi ada aos e mos de c iação das adições,
aos e mos de linguagem, aos e mos de classi icação, à es u u a. Vienos linguagem
e minų kū imo būdų klasi ikacija gali isai ne ik i a ba ik iš dalies ik i ki os kalbos
e minų kū imo būdų klasi ikacijai. Po an o, a liekan g e inamąją kelių kalbų e minų
analizę, eikia suda y i i iamoms kalboms inkamą klasi ika imo sis emą, ku i apim ų
isus i iamų kalbų e minų kū imo būdus i y ų suda ą pag indą jų sug e inimui.
Gau a 22 de agos o de 2016
Liudmila Mockienė
Uni e sidade de Mykolo Rome io
A ei ies g. 20, LT-08303 Vilnius
E. paš as liudmila@m uni.eu
Sigi a Racke ičienė
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