BENDRINĖ KALBA 88 (2015) www.bend inekalba.l ISSSN 2351-7204
SOLVITA LABANAUSKIENĖ
Lie u ių kalbos ins i u as
BUDINGUAZIAS SINTAKSS ERRORES
PIETŲ AUKŠTAITIJOS ABITURIENTŲ RAŠINIUOSE
ESMINIAI ŽODŽIAI: sin aksės klaidos, linksniai, p ielinksniai, polinksniai, daly iai,
padily iai, semdily iai, sakinių jungimas.
ĮVADAS
Ins i u o de Li uães do Ins i u o Mokyklinės li uanis ikos g upo i ia Li uânia mokinių kalbą.
Ob endo Nacional do Cen o Examinos pe missão, examinados dois milha es de 2014 anos
esc e e do es a al li uãos de língua e li e a u a exzamino abalhos. Os e os de sin axe
são pe igososíssimos, pois elas sub e em o p óp io sis ema da linguagem. Nenhuma singula
má pala a imp óp ia à linguagem an o danos não az, quan o e ada cons ução sin ác ica,
à qual ge almen e en am ainda ou as pala as (Šukys 2001: 101). Po an o, pa a pesquisa e
escolhidas es e gêne o de e os. Elas o am ecolhidas de 104 pie as al oš aičių (Aly aus
apsk i ies) 2014 m. do es ado Li uânico de língua e li e a u a examinao ašinių, e pos e io es
pesquisas de ou os apsk ičių dados de em mos a se exis e quais os que egionais desses
enomenos a osenos di e enças. Obje i o do a igo escla eça os mais ca ac e inguais
2014 m. Abi u ien os do Sul Aukš ai ijos es a al de língua e li e a u a li uanas examinaino
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e os de sin axe esc i os.
Nus a egulingumu dos enômenos sin akses esc i as em asi Kalbos pa a imuose
o necidos dos enômenos sin akses di e si icojan es: e os de linguagem conside a
eng ini e ne eik ini a ian es.
O p incipal obje o da sin axe é a ase como o conjun o de pala as de in e - elações e
elações signi ica i as (DLKG 2006: 476). A sin akse pe ence não só ases, ex o, mas
ambém in e mediá io unidade pala as combininys (Si au as, G enda 1988: 9). Es a
ciência ab ange aleg nius, p ielinksnius e polinksnius, daly ius, padaly ius e pusdaly ius,
ambém assun os de conjunção sen ini. A ipsnyje ski s an sin aksės klaidas
emiamasi a habi ual sin aksės eiškinių klasi ikacija, ap esen ada em á ios no mminamuosiuose publicações.
1.LINKSNI USAZÃO ERROS
Dos e os sin aksês i uas nos abalhos abi u ien as equen iá ias aleg nių e os.
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Da s . Au elijas Tamulionienės a igo Būdingiausios e os de o og a ia mokinių ašiniuose i
inkla aščiuose nes e Bend inės kalbos omo.
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1.1. Viena iš didesnių a dininko a ojimo klaidų mokinių ašiniuose –
ne inkamai eiškiamas – neapib ėž as daik ų kiekis a daik o dalis ( ie oj dalies
kilmininko) com accionmažodžiu se :
Visada oi ka ai, susi ėmimai (= ka ų, susi ėmimų) po causa de iquezas,
zemias, eligiões pažiū ų ski umų (A 9).
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1.2. Re ka čiais esc i ó ios api aiko nãoisyklicamen e usado ac ionmažodinių daik a a džių
naudininkas p opósi oi, paski čiai eikš i. Tokie eiksmažodiniai daik a a džiai de em se
subs i uídos compan a imi (su bene iciinhoku): P ecisamen e ela sen ida meilė o az um
melho , esbel e homem, ugdo kilnų Mykoliuko būdą, […]... a é incen i a išsižadė i sel , seu
espi asią e isica jó ga sac i ica do i mão u u os g ažinimui (= a eičiai g ažin i) (A 44).
1.3. Mokiniai e oneamen e usa galininką inde inedz am quan iki de daik os ou daik o pa ia
eikš i ( ie oj pa e kilmininko), np. : Amando ou o, o homem pode aze mais a iadas coisas
(= di e sos dos coisas), mesmo ais (= ais), que podem pa ece mui o a ąsús ou mesmo k aila,
mas isso azia do homem uma dignidade e uma excepcional pe sonalidade (A 38). O úl imo inha
pa icula men e boas habilidades diplomá icas (= boas habilidades diplomá icas), que pau ado
en ou in e ompe puldinėjimas o dino c uziočių <...> (A 23).
Gana mui as ezes esc i os oco em casos, quando galionis a é usado com
anzi y iniu eiksmajodžiu o nece , embo a se ia p eciso da pa e kilmininko,
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especialmen e, quando se ala sob e abs akčios signi icância assun os, exemplo. :
Assim, meilė não semp e é uma o ma adequada de da nob eza (= nob eza) […]...> (A
12). Es a p op iedade dá ao homem não só elicidade, aleg ia pojūčius (= pojūčių),
mas ambém de espei o, de espi i ualidade in e na e do os (A 28).
1.4. Usoodami įnagininką, abi u ien ai às ezes e am, sem necessidade escolhendo
es e aleg niji obje o e e e s i com plenį žyminčiais eiksmažodžiais, u inčiais p iešdėlį p i-:
Se á ealmen e a meilê p ipilha a co idienybę do homem dignnumu (= dignidade) (A 20)?
Acon ece esc i os, nos quais įnagininkas e oneamen e é usado com abundą
ma cinčiais būd a džiais, p z. :
O poema desc e e o passado o es s da Li uânia, que e a ica p es inciais o es ais,
limpa as e a kingas upėmis <...> (= quando ha ia abundusu p es inços o es s,
š a ių i a kingų upių, didelių pie ų) (A 20).
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Pa yzdžiuose ašinių ašybos i sky ybos klaidos y a iš aisy os.
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Indicada Aly aus ok i is e código de esc i a.
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Jonas Šukys classi ica ais casos a dos mais di íceis de de e mina (Šukys 1998: 199).
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Ve dade, uma ez ca ac e a dis ico aleg inho b iskiau ne aldo, melho , onde
possí el, usa ou os aiškos meios.
Em alguns casos esc i os daik a a džio įnagininkas é usado com eiksmažodžiu быть, que
eng inas pe manen iu bū iui eikš i. Nes e caso ele keis inas em a dininką, p z. :
Liudo pais deseja a que seu ilho osse kunigu ( kunigas) (A 10). Sendo uma pessoa de al a
mo al ( homem), Vaižgan as esc e eu kū inį, no qual e elleis a his ó ia de amo é
e dadei a p o a de nob eza (A 56).
Ras as aseys, quando mokinys us oja įnagininką de es ado de alguma não-al e adas
condição no signi icado. Nes e caso ele é eng ina (KP S1: 77): Po an o, embo a o homem
enha sido inju ado do amado humano, ob iga a pe manece uma digniga e nob e pessoa (
digniga e nob e pe sonalidade) (A 68). 1.5. Esc ínios eqünokai oco em e os do ice. Aqui
encon a-se não des iná eis e eng inas de alo es, ais como: a) eigoje: Meilė a imam,
apoio ambien alinos e zajau imo, melho amen o ou kū inija a aliação, eigoje da ida (
i ando) de e o nece pilna ę (A 41). Kū inio eigoje ( Kū inyje) ele įsimyli e apanhado de
amo oblis a udo, o que e a bom e y a. Agnės meilė Tiliui y a, ela não pode ninguém
sug iau i, po ém do abalho eigoje ( kū inyje) Tilius deixa
Agnę <...> (A 91); b) pag inde: Tu bū pag inde (= p incipalmen e) sob e meilę šnekama i
ašoma (A 5); c) pasekoje: Na minha opinião, b ogoji lado da amo ė é a paixão, cuja pasekoje
(= po que) apa ece neiš ikimybė (A 4). […] meilė não con e e dignidade ao homem co idiano e
isso acon ece ge almen e em ais casos, quando do amo pasekoje (= po causa do amo )
homem é humilhado […]... (A d) ou os casos: Em An igos empos ( Anks esniais empos),
41);
quando odos os habi an es da nação de iam se abalhš ús, a asslús pessoas (A 26). Meilė
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pode exis i em á ias pau adas (= á ias pau adas), nes e caso: ao homem, à amília, à mãe
(A 66). Assim mesmo Rašiniuose mui as ezes pik naudžiaujama einamuoju in e no ie ininku
a dan. Alguns kalbininkų ele é a ibuído a no osybinių p ielinksnių (ž . Klima ičius 1993: 20 21).
meilė į žmogaus kasdieninį gy enimą įneša kilnumo, ačiau eikia sup as i, jog ši e ybė gali
egzis uo i daugybėje į ai iausių o mų (= gali u ė i daug o mų) (A 67).
As conselhas da língua indicam que a dan ne a o inas pa a o p opósi o, mo i očiai ou ação
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Em es ilos de linguagem li es o empo pode se nusp os o plu alis a local, e nos o iciais mais
comum do empo įnagininkas (ž . Šukys 1998: 296).
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undui eikš i (KP S1: 124). Isso é li oginis in e nacional e inys, plg. us. o imia, angl. in he
name (o ). Kons ukcija com a dan jus i ica-se apenas de duas ezes žegnonėje (Va dan
do Pai) e himne (Va dan os Li uânia). Em odos os ou os casos keis ona em po , dėlei, kieno
no s labui, exemplo. :
Ela azia o homem sen i -se melho ho (= se melho ), enuncia ydų, sac i ica alguma coisa
a dan (= po ) do escoi ado ou aze pic a si po causa de ou o elicidade (A 1). Nes es
empos os homens a dan o que que enunciasse (= emuo enunciê) de uma (mo e s S. L.),
pasilieka is dėl o d i. Alguns icam o çados a enuncia à libe dade a dan (= po ) ou os
bemo ės (A 10). Al o ių šešėly enuncia a also apelido a dan (= de ido) à libe dade
a ís ica (A 10). Pu in sua libe dade sac i icou a dan (= po ) pais no o, mas no amen e
escolheu a libe dade, enunciando o que lhe não e a amá el (A 10). Įsimelėjėliai sac i icam
suas idas ou i idas a dan (= po causa) nobnios amo (A 56). Meilė pa a seus memb os da amília, p óximos aos, nos es imula a sac i ica a dan (= po ) seus bemo is (A
96).
1.6. Sepa adamen e é p eciso menciona a mais eqüen emen e ei a pelos alunos links de
consumo e ada, a qual aisê e Jonas Jablonskis (Jablonskis 1957: 551672), isso é nãoe u iško
(sla iškojo) es ado de es ado de in odunagininko uso em ez de d ejybinių linksnių. D iginais
aleg nios chamadas cons uções, as quais cons i uem a ibwa dis ou būd a diškasis
pasaky u a numanomu sakinio daik a a džiu a daik a a diškuoju žodžiu. Kaip nu odo
An anas Rasima ičius, būd a diškųjų kalbos dalių lie u ių kalboje eiksmažodis ne aldo,
pala a, ha monizado com adinasi, eiksmažodžiai seu domínio não pode iam exigi da pa e
būd a diškosios linguagem ao įnagininko (ž . Rasima ičius 1972: 4).
Na a ual alança Li uãs as no mas de consumo dessas cons uções não são i mes. Pa ain
escla eça , quais que se pode espe a a osena mudanças no u u o não dis an e,
panag ini ada ais cons uções a osena, quio modelo de es ado de aiškos no mas, com
quiais açõesmajodžiais pa ece silpniausios, endo em men e e o a o, que a uais mokiniai,
exce o ki akalbius, nebepe i ia di ec inas nem usų, nem mais aquilo polkų língua in luência.
P incipalmen e encon ado casos, quando būd a džių e būd a diškai a ojamų pala as
įnagininkas es ado iui eikš i é usado em ez de: (a) de nomeado ; (b) do bene iciá io e c) galhei o.
1.6.1. Falando sob e o nomeado aleg niji, nos in es igu u esc i os usa ais enganosos
modelos de es ado aiškos: a) (pode, se es o ça, de e...) se + kokiu: Abu esc i o es a i mam,
que ė ynė homem de e se a mais impo an e (= a mais impo an e), odos a de e ama e
p o ege (A 20). Em odos os empos o homem se es o çou se do u, kilniu (= do as, kilnus) (A
36). <...> pa a isso p ecisa apoio e comp eensão, po que se isso não i e , o homem
simplesmen e nebesis engs (= al al) se d) (ne) ampa + kokiu: Es e poelgis con a, que mesmo
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(A 41). Há de pessoas, que (= quem) po causa ou os elicidade podem se sac i ica e se
nob e e sup a ingu (= kilnūs e sup a ingi) (A 57). T abalhando em ele ado de e ala com
es anhos pessoas, lhes so i , se nuolankiu (= nuolankus) (A 84); b) sen ichiasi + kokiu:
Po an o kilniu (= kilnus) pode sen i -se só em si pessoa de amo à mãe. Š u ho e ninguém
nejau ė (= nesijau ė) e mesmo não podia sen i -se li e u (= li e) (A 70). Só lemb anças
eįndando a ju en ude, de ol a à sua na i a k aš ą, passa a-se li e e elizingo (= li e e
eliz) (A 70); c) pe manece + kokiu: De odos os p imei os, gos a ia de esc e e , que e
quan as lemb anças i am no in e io humano, mais impo an eis (= mais impo an es)
semp e pe manece ão aqueles, que p o oca xipsená a é ou ų
<...> (A 74).
e maio es iliokliai įsimylėję pode o na -se nobnias e hono ingais (= nobnūs e hono ingi) (A
103). Dados mos am que ečiau abi u ien ai e ys a nominine po ção do con o escolhendo
būd a diškąjį įnagininką, quando g e a bend a imi pasaky o eiksmažodžio bū i eina
eiksmažodžiai pode, se es o ça, em.
Mais equen emen e klys ama, quando jun i o na a i o ai (a) apsmo eiksmažodžiai, (b)
em pa e lhes p óximo eiksmažodis pe manecem ou c) á ios sen imen os açõesmaojodžiai,
exemplo. : a) Po an o, as a e as diá ias pa ecem udo não-pesadas, mas como que áceis,
po que g aças ao amo ampi nob e (= nob e) e às a e as diá ias dão odo de si […]... (A 28).
Es e, embo a e mui o sob e i a, so čia, po ém não o na enš ingu, žiau iu (= enš ingas,
žiau us) (A 42). Kilnumas semp e menos usada a pala a e a inkama (= yški) būdo sa ybė, a
meilė pag indinė, ainda em uma alo g ande a e azão, po causa da qual as pessoas que em
o na -se melho es, nob esniais (= melho es, nob esni) <...> (A 44). <...> nós podemos não só
muda , o na -nos di e en es (= di e en es) do que omos an es, mas ambém delimi a e
pe segui no os obje i os (A 45). Mui as ezes as pessoas o nam-se comple amen e não
econhecí eis (= não econhecí eis), pois a on ade de encan a e ag ada a ou a pessoa
pode aze mui as e ma a ilhosas coisas (A 55). Po an o, o homem, com a ajuda do amo (=
įsimylėjęs žmogus), a odęs sa u (= sa as), o na-se nob enius (= nob enis), do que oi a é šiol
(A 67). Homem de p ègê e p êgs a ce os nemalonumai, mas ele os encendo o na -se só
s ip esniu (= s ip esnis) (A 85). Em p imei o luga , meilê as pessoas age posi i amen e elas
o nam-se mais nob es, es elneses e eligeses (= nob e, es elnesni, elizingesni) (A 85). Assim,
pessoa, deixando pai ynê, aspi a a libe a -se do sielos kančių, o na -se li e u (= li e)
es animame k aš e, a i ibando-se a i ibando) do ainda ainda lembin (= i idas lemb anças
emanescen es) (A 88). Assim, pessoa, deixado pai ynę, p ocu a libe a -se do sielos kančių, o na -se li e u (= li e) es animame k aš e (A 88);
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b) Kad i kiek begalė p isiminimų gy uoja žmogaus iduje, s a biausiais (=
mais impo an es) semp e sob e i e ão aqueles que causam esquissenão a é aos ou idos (A
p aei ose gy enimo akimi kose, sugebėjo išsaugo i sa o au iškumą, e ybės, išlik i a spa iu
(= a spa us) (A 84);
74). Nuola paskendęs c) Kilniu (= Kilnus) só pode sen i -se uma pessoa que enha em si amo à
pa e nidade (A 67). Š u ho e ninguém nesijau ė e mesmo não podia sen i -se li e u (= li e)
(A 70). Nunciou-se que os desg aminados casos, quando ca ac e a džių ou būd a diškai
a ojamų pala as įnagininkas bū iui eikš i usado ao in és a dininko, cons i uem nos
esc i ó ios i uos sob e 33 p oc. de odos d ejybinių linksnių klaidų.
1.6.2. Ou o caso, quando sla iškasis bū io įnagininkas mokinių usado em ez de naudininko.
Ras os ais cons uções e oneamen e usadas: a) se + kokiu: Es e espiesuolis do po o po
suas boas ob as mos ou sua amo ê à paiha, que concedeu-lhe opo unidades se nob e (=
nobilniam) co idiana na ida (A 12). <...> meilê não só impede uma mulhe se eliz (= elizmen e),
mas pai a a ida sumaiš imi (A 12). Tokioje si uação de amo concedidau dignnumą escondėps
pa yčios, e mais a de a é e no ą akim (= okiam) se (A 41). Assim, meilê emana as boas
qualidades do homem e ajuda o homem a se melho ("ge esniam) (A 47). Bū i kilniu (= kilniam),
signi ica besąlingiamen e sac i ica si mesmo e bemo ê, não só seu (A 86); b) ((ne)leis i) sen i is +
kokiu: Tempo, passado jun os, dá co ąsos pega p imei oyn, pe mi e sen i is pakylė u (=
pakylė am) (A1). Assim, Mykoliukas sen e-se nepilna e is (= ne isa e is), a ninguém c ês, e de
udo mais impo an e ninguém amado, e isso em pa e e impede ele mesmo de se sen i nobilniu
(= nobilniam) (A 37). Isso pe mi e sen i -se nob eziam (= nob eziam) po aqueles que nada não
sen em à sua nação são aos quais a nação é nada ale (A 50); c) esis i + kokiu: O pode des e
sen imen o é inap ėpiá el, po que ela o nece jėgų sob e i e e esis i kilniu (= kilniam) (A 18).
Mesmo umapasė meilė ajuda ao homem a pe manece do u (= do am) e nob ios almas (A 47).
Sabe -se que pasielgus (= pasielgęs) al ez injus amen e, mas nãoik a ališkai, se ás en endido
po amado, pe mi e ao homem pe manece s ip iu (= s ip iam) (A 56); d) + o na -se qual:
P ecisamen e esse compo amen o nos ajuda á a escolhe cau elosamen e o obje o de amo ,
po que só com a escolha ap op iada, é possí el e ela odas as qualidades posi i as e
inalmen e o na -se nob e (= nobilniam) (A 44). Assim, posso conclui à conclusão, que se
sac i ica pela p óximos pessoas e meilė lhes ajuda a o na -se nobilniu (= nobilniam) (A 51).
Tais sen inhei os būd a dis ou būd a diškasis a pala a gimine, skaičiumi e aleg niu
u i bū i de inamas su papildiniu einančiu naudininku, ačiau dažnai as papildinys būna
ik numanomas.
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Bene p incipalmen e as a sakinių, nos quais ne aisyklicamen e usado įnagininkas ao
lado eiksmažodžio jaus is, p z. :
Isso pe mi e sen i -se nob ei o (= nob eniam) po aqueles que nada sen emça pa a seu
po o (A 31). Sua sensação engend ada no co ação pe mi e sen i -se elizinho (= elizingam)
não só a si mesmo, mas ambém aze elizingos (= elizingos) ou os (A 39). Mas dedicação
e espei o é o que pe mi e sen i -se do u e adequamu (= do am e adequamam) (A 104).
Nono miniais doisjybinių linksnių casos abi u ien ų ašiniuose, quando būd a džių ou
būd a diškai a ojamų žodžių įnagininkas bū iui eikš i u ilizado ie oj naudininko,
cons i ui sob e 27 p oc.
1.6.3. D ejybinio galininką cons i ui sudu inio a inio da pa e nomina i a e suplemen inio
galininkai. Suplemen á io galinho exigem na a i o conjun is galininkinis eiksmažodis
(Tolu ienė 1967: 48). D ejybinis galininkas dos li uanos alboje desde an igo i a kons ukcija,
po ém, como mos am dados do es udo, mokslei iam acassa com complemen á io
ha moniza būd a džio, pelo qual eiškiama a dinė a ino pa e. O p incipal esc i os usado
e oneamen e do d ejybinio galininko modelo sin ác ico é: (pa)da y i + kokiu, p z. : Po isso ele
não é chamado sa anaudžiu niekšu, que, sendo in eliz, desg aimingu (= desg aimingo) az e
ou a (A 1). Meilė a dia i-šką ida humana az au esniu (= au esnį). Meilė nos az melho os (=
melho os), azia sen i -se especial (A 2). Es e sen imen o o ça a pessoa a aleg a -se ou lūdė i,
a ida az bela e escu iesiu (= belžų i š iesų) (A 7). Além de udo, ela escla ece as nossas idas,
homem de homem mais eliz e melho (= elizmen e e melho ) (A 13). Assim amo é o que az o
homem melho e mais nob e (= melho e mais nob e) (A 28). […]...Mui os esc i o es ensinam que
amo de undamen os muda a ida do homem, o na-o mais eliz (= elizingês) e ensinou-o a agi
nob emen e […]... (A 28). Meilė šiems aikams i meilė Se e jai azia ele eliz, nob e, ge u (= eliz,
nob e, ge ą) (A 33). Assim, meilê dá ao co idiano humano dignidade, po que meilê az homem mais
bom e cuidadoses ingesnio (= melho e cuidadoses ingês), e a dignidade de essas coisas e
consis e (A 33). Meilė, acho eu, a ida humana pode aze nob e, excepcional, plna e čiu (= kilnų,
exclusi inho, plna e į) (A 38). Meilė Se e ijai Mykoliuko a ida comp eendeu, ez-o g ažesnio (=
g ažesnį) (A 38). Assim esumindo pode-se alega que meilė dia išką ida do homem e ele mesmo
az au esniu (= au esnį) e dá dignidade (A 54). Ela az o homem mais nob e e sąžininges= mais
nob e e sąžiningês) (A 59). Daí pode-se in e i que o sac i ício em a o dos p óximos nos az
mais humanas e nob es (= žmogiškesnius e nob esnius) (A 67). Meilė ainda assim dá ao homem
co idiano uma dignidade, não impo a o que ele amasse, mas mo alė az habi ual a casdienybę
kilnesne (= kilnesnę) (A 92).
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Segundo P ano Kniūkš os, oda ia oco em casos, quando e galininkas não semp e limpa,
i naudininkas ne inka, o įnagininkas – klaida (ž . Kniūkš a 1983: 37). Tokiais a ejais
ge iausia ink is ki os aiškos p iemonę (šalu inis sakinys, išplės ine aplinkybė i pan.).
Knygiški e negy i sakiniai ku iami com eiksmažodžiais a) ensina , b) p omo e , c)
aduzi , exemplo. : a) En ão meilê não semp e é eliz, po ém ensina homem a se
melho ...> (= melho o ensino da bondade). Assim às ezes meilê, embo a e in eliz, po ém
ensino homem de se s ip iu, a laidžiu (= o alezas, a laidumo), se econcilia com
p a adimais, nep a as i do os al ybių <...> (A 42). Meilė amília moko se paga biu,
ole an išku (= paga bų, ole an išką paga bos, ole an iškumo), pe mi e en ende que
da ni amília é uma das maio es al ybių (A 68); b) Tal abalho, se sac i ica em em
bene ício na i o país do incen i ou pa isanos a lu a , pe manecem o iais (= o ius elg is
o iai), não cede (A 90). Os sen imen os e i ências de uma pessoa podem desen ol e
mui as qualidades de ca á e posi i as e nega i as, po exemplo, elicidade e aleg ia
es imulam se since ši džiu (= since idade), e ai a ou in eja o ça čia eidmainiau i (A
c) Ty a meilė, du usa os semana, o assal an e base ac ujou men is, o čia o se
90);
ou ookiu (= e okį ki čia keis is) <...> (A 1).
1.6.4. To almen e a os casos em que os alunos não conseguem pa a o i d ejybinio kilmininko
(ge almen e com nega i o o eiksmažodžiu): A maio ia, que amam since amen e,
não se es o ça des ui a pessoa pessoal elicidade, não az seus in eligas (=
nelaamingos), não acei a inganço (A 68). Neno má ios d ejybnych linksnių casos,
quando ca ac e a džių ou būd a diškai a ojamų pala as įnagininkas bū iui
eikš i e oneamen e usado em ez de galininko, mokinių ašiniuose as a sob e 27
p oc., ie oj kilmininko 2 p oc.
1.6.5. Acon ece casos (hipe no malizmų), quando alunos pe sis engia sem
necessidade pa o ados d ejybinį linksnį, egz., com i imo signi icância
eiksmažodžiu i s i e seu ediniais:
Po ou o lado, olhe elėjimas pa a o passado pai a am a ida mais ácil (= pai a a a ida
mais ácil), de que pessoa é p eciso se (A 8). P ecisamen e es as p op iedades em odos
os empos ajudam o homem a e ela o seu lado melho , seu alen o ou ajuda a en ende as
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mais impo an es coisas, o nam a ida mais in e essan e (= ao in e essan e) (A 25). Em se
sac i ica a alma da pe sonalidade i s a au esnė i kilnesnė (= au esne e kilnesne) (A 63).
Kadiniai não a é o im en ende es ado de aiška, explica se a pa i do ê-me mesmo
esc i ó io ap esen ados eg as e ne aisyklingų a ian es, po exemplo: <...> só meilê, que
ele expe imen a dia iamen e, pe mi e-lhe pe manece nobniam, deco iam,
besis engiančiam e okš ančiam p aceugin i ou os. <...> Apibend indoma pode ia Acho
pasaky i, kad šis pasaulis be meilės bū ų niū us i liūdnas, juk bū en jos dėka (= dėl jos)
žmogus anda jėgų keis is, nu eik i kažką ge o i , žinoma, ap i ge esniu (= ge esnis) (A 34).
que é mui o impo an e em elação a si mesmo e ou os pe manece em hono ingam,
exemplingam e nobniam. <...>. Es a ligação incen i a as pessoas a o na em-se pelo menos
um pouco melho es, humaniškesnis e ūpes ingesnis (= ge esnius, humaniškesnius e
ūpes ingesnius) (A 36). Assim, e exemplos da língua mokinių apa en emen e mos am que o
a nio įnagininkas pe me biase em elųjų d ejybinių linksnių kons ukcijas (ž . 1 ig.).
33%
2%
27%
38%
E os do binibinho apelido
E os do bibilhinho kilminado
E os do biná io bene iciá io
E os do golinho duplínio
1 PAV. F equência de e os b ejbiná ios linksnių (pe cen ais)
1.6.6. Segundo Vy au as Amb azo, d ejybiniai linksniai é uma das mais b ilhan es
ca ac e ís icas do sakinio ano inių, que a língua li uânica man e eu a é his o inių laikų,
em alguns casos a é ago a ies (ž . Amb azas 2006: 280). Falboje la ios ambém a é ago a
ambém são sob e i idas ais cons uções de es ado de aiškos. O que nas línguas esla as
é usado só įnagininkas (ž . 1 abelę). Ve dade, o lingu inis a la ians Janis Endzelynas (Jānis
Endzelīns) pensou que o a ni įnagininkas esąs bal ų i sla ų kalbų eiškinys (ž . Endzelīns III 2: 456).
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Šukys J. 1998: Li huanian línguas linksniai i p ielinksniai: a osena e no mos,
Kaunas: Š iesa.
Šukys J. 2001: Lie u ių kalba 11 klasei, Kaunas: Š iesa. Tolu ienė B.
1967: D ejybinis galionis a. Cul u a da língua 13, 4850.
Recebido 2015 11 09
Adop ado 2016 01 22
COMMON SYNTAX MISTAKES IN GRADUATES ESSAYS
OF SOUTH HIGHLANDERS
Summa y
Es e a igo discu e common syn ax mis akes ound in he essays w i en by g adua es du ing
he Li huanian Language and Li e a u e Exam 2014. The da a was ob ained om 104 essays o
Sou h Highlande s (Aly us coun y), and u he s udy should show whe he he e a e any
egional di e ences in he use o hese phenomena. Syn ax mis akes p e ailing in he
g adua es essays a e case use mis akes (ap oximadamen e 60%). A common mis ake which has
been desc ibed since Jonas Jablonskis imes is he use only due o he impac o he Sla ic
o no Li huanian (Sla ic) s a e ins umen al case ins ead o double declension. In
mode n Li huanian, use o hese s uc u es a e no sound. Pe haps hey appea ed no
languages bu also o he analogy wi h nouns. The mos p oblema ic e bs which we e mos ly
accompanied by a numbe o non-no ma i e s a e exp ession cases a e быть, изlik i, jaus is,
laiki i, (pa)da y i, ap i (be, emain, eel, keep, do, and become). Hence, i is necessa y o look o
he causes o such use, as well as e ec i e me hods o obse e no ms.
O he ca ego y o ele an mis akes is use o e b o ms, such as pa iciples (ce ca de 18%).
Pe haps majo syn ax mis akes a e made while using pa iciples when a single cha ac e
pe o ms bo h majo and mino oles in pe sonal sen ences. The hi d g oup o syn ax
mis akes con ains use o p eposi ions and pos posi ions (ce ca de 11%). P eposi ions which
a e used mos inco ec ly a e pas, an es, acima (abou , a , be o e, o e ). The mos abundan
a e he cases o inco ec use o pos posi ions dėka, (su) ajuda ( hanks ( o), (wi h he) help
(o )).
When w i ing essays, ewe mis akes a e made while joining sen ences o clauses
(abou 9 %)
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KEYWORDS: syn ax mis akes, cases, p eposi ions, pos posi ions, pa icipan s, e bal
ad e bs, pa iciples, joining sen ences.
SOLVITA LABANAUSKIENĖ
Lie u ių kalbos ins i u as
Pe o Vileišio g. 5, LT-10308 Vilnius
sol i [email protected]