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„Meilės“ konceptas ir jo sinonimai lietuvių kalbos pasaulėvaizdyje

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„Meilės“ konceptas ir jo sinonimai lietuvių kalbos pasaulėvaizdyje

Author: Agnė Aleksaitė
Year: 2018
Source: https://journals.lki.lt/bendrinekalba/article/download/80/74
BENDRINĖ KALBA 91 (2018) www.bend inekalba.l ISSN 2351-7204
AGNĖ ALEKSAITĖ
Lie u ių kalbos ins i u as
MEILĖS KONCEPTAS IR JO SINONIMAI
LIETUVIŲ KALBOS PASAULĖVAIZDYJE
ESMINIAI VOODŽIAI: concei oas MEIL, kogni y inė ling is ika, concep ualioji me a o a, lie u ių
kalbos pasaulė aizdis.
Meilė não em elação. Meilė laça, mas isso não elações. As elações são um des ei o assun o. Isso i ik a a dis.
Honeu mês acabou, elações pa a am no luga . Não há aleg ia, não há en usiasmo, udo acabou. Você pode
con inua a elação só po que, pa a cump i em dadas p omessas. Pode con inua elações, po que assim é Meilė
pa ogu, jauku, malonu. Nes ki aip negali e. Nes jeigu san ykius nu auk umė e, susiku umė e daug
ūpesčių... San ykiai y a baig as, užda y as, išsem as dalykas.
de nenhuma manei a não há elações. Meilė comunhão. Meilė semp e é como ioė, ela lui e não em im. Isso não é
um omance, que começa aqui e lá acaba. Meilė nunca comple amen e não pá a honeaus mêsis começa, mas não
acaba. Tai yksmas. Mylimieji elacionamen o e minam, e meilė ęsiasi, po que ela nãou ūks ama. Meilė é
eiksmazodis, e não daik a a dis. (Osho Meilė, lais ė, ienuma. Vilnius: Meilės kelias. 2013; p. 63) ĮVADAS Obje o de
pesquisa des e a igo de Daba inės lie u ių kalbos eks yno ( oliau DLKT) pa es de li e a u a e publicis ikos
g ožinės iš al i 108 exemplo de pala a meilė e seus sinonimos a osenos. Sinonimes de pala a ( oliau SŽ) indica
que a pala a meilė sinônimas são des as leksemos: įsimylėjimas, mylimas, ap išimas, ais a (s ip i, ka š a
meilė). Na opinião da au o a do a igo, como concei o MEIL sinônimo pode se usado e a pala a susiža ėjimas,
po an o DLKT p ocu ada mencionados seis leksemų a osenos exemplos. Na u almen e, al olume de dados
não pe mi e aze g andes gene alizações, po ém e no escasso ma e ial empi ico é possí el
AGN ALEKSAIT. Meilės koncep as e seus sinónimos de línguas li uanas pasaulė aizdyje | 2 insegui gu
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alguns yškėjančius polinkius, juolab que linguo y oje li uanos MEILS koncep as a é šiol não oi
i as. Jus iça, pa ienios a igos, nos quais in es igam ou os concei os KELIAS (Cibulskienė 2005:
5164), GRIS e GROŽIS (Aliūkai ė, Side a ičiū ė-Mickienė 2006: 16 22), ZEM (Aliūkai ė, Šo ocho a 2006: 47;
2011 Ruškys: 120 140), LIGA (K ašy ė, MEIL) e o concei o de sinónimos, a especi icidade nacional e
Papau ėly ė-Klo iene 2013: 107–117) i daugelis k . – aps u
1
, odėl p a a u pa y inė i
endências de me a o izações. Da y ina p essupos a, que nãoideliame agmen o de
mundialė aizdžio da língua li uãs osse e eladas p incipais (com sen imen os elacionadas)
disposições e ybinas li uãs. No es angei o, ao con á io, publica-se á ios MEILS concei o de
análise de abalhos (L , Zhang 2012: 355359; Киреенко 2013: 286291 e k .), a é mesmo em uni e sidades
de es udos de bacha elado e mes ado pos os es udan es in es igam endências des e concei o
2
de me a o izações de amsios execu o es, exemplo, Ma iah Ca ey e Kylie The obje i o des e
a igo consis indo de DLK de li e a u a de beleza e publicís ica escolhidas me a o as concei uais,
Minogue, dainose (Ga elin 2015; Ha pela 2015).
é iden i ica o concei o MEILKT e suas endências me a o izações na mundialização. Ao concei o
MEIL e seus sinônimos examina aplicada análise concei ual. P o . Aloyzo Guda ičiaus a güindo (2006:
47), análise de me á o as concei ualis as de e iam se conside adas a p incipal e amen a, pa a
e ela abs akções concep os (p.ex., MEILS) con eúdo e suas nau ină speci ikă ( e ambém
Ru ko ska, Sme ona, Sonienme ė 2017: 7). A es u u a da me a o os concei ualiosios cons i ui i š
a k o s (angl. sou ce domain) e ik s l o (angl. a ge domain) s i č i ų (koncep ų) conjun is. T i k s l o s
i i s isso, sob e o que a nação pen eia e ala, o i š a k os s i i s em que baseia, que concei o a
usa, de modo a mais cla amen e imagina , modela e es u u a o pensamen o con eúdo (Guda ičius
e al. 2014: 18). Nes e a igo baseia-se no ocabulá io de me a o as concep uais Concep ualiosios
me a o as no discu so público ap esen ada pa ulhada Tomaszo Paweło K zeszowskio g andes
1
Reikšminga 2017 m. apa eciusi cole y inė monog a ia Ve ybės lie u io pasaulė aizdyje, cuja au o es K is ina
Ru ko ska, Ma ius Sme ona e I ena Sme onienė bene p imei os na Li uânia ėmėsi nuodugnios e sis emingos
koncep ų analizės. Numa única publicação, e não pabi as, em a igos sepa ados, ap esen amamà a é oi o deles
UGNIES, VANDENS, NAMŲ, ŠEIMOS, DARBO, EUROPOS, LAISVĖS i GARBĖS – koncep ų analizė.
2
Nuodugniai MEILS concei o de me a o ização endências desc i as Geo geʼo Lako o e Ma ko Johnson li o (1980)
Me apho s We Li e By (Me a o os, com as quais i amos): MEIL YRA FIZIN JGA (PH. LOVE IS ADNAYSICAL FORCE),
MEIL YRA PAMIŠIMAS (L. ISE MESS), MEIL YRA MAGI (L. ISE MAGIC), MEIL YRA KARAS (L. LOVE WAR) e . . Ve dade,
nes e a igo me a o izações endências de línguas li uanas e inglesas mundialê aizdjios, po ém isso é um
apsi ibojama lie u ių kalbos pasaulė aizdžio dalies y imu. Žinoma, bū ų p a a u palygin i koncep o MEILĖ
sepa ado, de alho es udo exigen e obje o.
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bū ies g andinės (la . scala na u ae) [daik ai plan as animais pessoas die ai] schema
(Guda ičius e al. 2014: 43). Gau us esul ados desc e endo e compa ando com Daba inės
lie u ių kalbos žodyno ( oliau DŽ7) e Lie u ių kalbos žodyno ( oliau LKŽe) de ini imis, aplicados
desc i omassi e compa amassi mé odos.
NAUJAS POJIŪRIS INDI KALB KOGNITYVINJE LINGVISTIKOJE Kogni y inė lingu is ika como no a
linguo y os a šaka o mou-se 20 a. no inal do décimo oi o (Di enas 2009: 1112). Nes e pe íodo
oco eu impo an e cien í ica (subjek y iosios) linguís ica (Guda ičius 2000: 5, 65; Mikulskas
pa adigmos kai a – pe ėjimas nuo s uk ū alis inės (objek y iosios) p ie kogni y inės
2009: 39). Cogni y inês linguís ica ep esen an es, di e en emen e do s uk u alis ai, a língua
es uda não como em si exis i onha (užda ą) sis ema, e como linguagem e humano capacidades
cogni ó ios, ais como ju iminė cap u a, memó ia, a enção, emoções, pensamen o e k ., odo
(Di enas 2009: 1112; Mikulskas 2009: 39). Kogni y is ai, eškodando as elações da linguagem com o
mundo da consciência humana, soomene e cul u a, explicindandoese o luga da linguagem nos
p ocessos de pensamen o bem como analisuando a in o mação a ualizada no a o de comunicação
(Guda ičius 2000: 6; 2007: 9; e mais Jakai ienė 2010: 45; Guda ičius 2011: 40), eme ê s u u al
abo dagem à semp a âo de signi icância, quando são analisadas sin agmicamen e e
pa adigmicamen e as elações das pala as 109 e ansmi idas po eles (Maume ičienė 2010: 11;
e signi ic Mikulskas 2009: 40). Da imanen ís ica linguís ica, que es uda a linguagem apenas em si
e po si mesmo, passa pa a a an opológica, em se es o ien ados, linguís ica (Guda ičius 2007:
17). P incipais es a linguís ica p oblemas são duas: 1) que in luência a língua az o homem e 2) que
in luência a língua az ao homem, seu pensamen o e cul u a (Rol
1988: 91, ci . iz Guda ičius 2000: 6).
No malmen e albančiajam o signi icado da pala a pa ece de si p óp io comp eensí el coisa,
po ém seu concei o lingüo y oje mui o a ia e depende da comum concepção linguís ica
(Guda ičius 2003: 61), po an o exis e di e ença en e es u u aalis as e kogni y is as
pe cebidas no concei o de signi icado. Comunicação du an e o a o mesmo e comple amen e
(dėl amžiaus, pa i ies, išsila inimo) u in ys komunikacijos ak o daly iai susikalba į ai iose
di e en es conhecimen os enciklopedís icos em si uações habi acionais (Guda ičius 2000: 47),
po an o ob iamen e que a g ande pa e do signi icado é comum a odos os alê ojos
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pa i ies, išsila imo, komunikacijos ak o aplinkybių i ki ų eiksnių nulem ą subjek y ią eikšmę
(Guda ičius 2003: 61; ambém e Maume ičienė 2010: 1718). Explicando a concepção de signi icado
subjec i io, indica-se que leksinė signi icação é signi icação pa a um. Dado que na linguís ica
comunicação pa icipa odos os conhecimen os comunican e ge ais, e si uacionés, elacionados
p ecisamen e com esse con ex o de comunicação e conc e a expe iência, e a di e ença en e
linguíno e não- e bino conhecimen o inap echecí el, é cla o que os usuá ios da linguagem
u i sa as, indi idualias žodžių eikšmes“ (Guda ičius 2007: 20–21). Be abejo, kalbė ojų
nes inga no undamen o léxico cons an e e ais pala as, cuja exp essmê e le e não só a
p óp ia ealidade, mas ambém aquela ealidade a aliação emocional do alan e com o nomeado
objec o ou exp essi o (Guda ičius 2007: 83).
Kogni y is ų eigimu, indi idas pe kalbą ne ik iš eiškia sa o, kaip kalbė ojo,
(Guda ičius 2003: 61). No en an o cogni i y is ai endem a en a iza posi i a ou nega i a
emocional elação com o nomeado assun o, mas e conhece mundo (Guda ičius 2000: 126).
Ponsė ima-se que padis assina signi icação, que p incipalmen e e exis indo cogni inas, ou
kogni y inês, esul ado da a i idade, e es a a i idade, sua ez u, pode se de inida e como
psichinę paga ą, e como pensamen o p ocessą. Conhecimen o esmė nos odeanço mundo di isão
em ca ego ias, ou ca ego ização (Mikulskas 2009: 40; plg. Guda ičius 2003: 62). Cogni y is ai
cogni i a a a i idade humana pe cebe como p ocesso de ca ego ização, onde cogni y inês
ca ego ias, ou concei os, ep esen am na u ais dos indi íduos supančio mundo skaidymą, e não
a i icial classi icação de mundões enomení (Mikulskas 2009: 42). Na u almen e,em cada
linguagem o mundo ca ego iza-se de o ma di e en e (b . Guda ičius 2003: 62), odėl e cada nação em uma isão do mundo um pouco di e en e (Guda ičius 1992: 3).
KONCEPTUALIOSIOS METAFOROS
Já desde os empos an igos as me á o as o am a ibuídas mui o a enção. A is ó eles e
ou os ep esen an es das escolas linguís icas clássicas me a o á a a am como e ó ica
igu a, uma ce a ex o puošmená, que longa- empo oi o bo y os ciência za ibie. Plg. no
In e na ional Wo d Dic iona y (h p: TŽŽ) incluído a me a o os de inição į: me ã o a (g .
me apho a pe kėlimas) iena das opas espécies (ou as conhecidas me onimija, sinekdocha,
i onija, hipe bolė): nesusijusių enômenos sug egamen o, baseado em alguma das suas qualidades
de semelhança; na me á o a o que se compa a ( eidelhas, manelas), is o a pa i do con ex o, e o que, com o que se compa a, eškiama
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conc e amen e imagem ( oželės, lelijėlės), p z.: žydi oželės an mano eidelių /; b ancas lilijênes
em minhas mãos; / zê i anedelhas sob e meus dex é ios. / (Tau osaka). Tais me á o a poé ica são
conside ados de aços sua indi idualidade, no idade, nãoquė ude isso que c ia
emocionalmen eexp essó io ca gaį (Guda ičius e al. 2014: 15). Na e dade me á o a é uma ocul a
compa ação, que de e ia se conside ada uma das essenciais manei as de conhecimen o, po que
mui o mui o que conhecemos compa ando (Guda ičius 2000: 87). É jus amen e es a peculia idade
da me á o a en a iza kogni y inė lingu is ika, que a alia a me á o a não como o ex o poošmeną,
e como medio de conhecimen o e ansmissão de men alidade do po o (Vai adai ė-Kaidi 2011: 9).
1980 m. apa ecida Geo geʼo Lako o e Ma ko Johnson li o Me apho s We Li e al. 2014: 14).
By (Me a o os, su ku iomis gy ename) eikšmingai išplė ė me a o os samp a ą (Guda ičius e
T adicionalmen e en endida me á o a é apenas um enômeno da linguagem, e kogni y is ai em
concep ualiąją me á o a olhê como em es a égia de pensamen o, pensamen o e modo de
conhecimen o, na ala ealizá elama me a o iniais pasakymais (Guda ičius e al. 2014: 14).
3
Cogni y inês linguís ica ep esen an es en a izam que concep uais me a o as cogni y iną
p ocesso azem comp eensí el odos os usuá ios da linguagem, uma ez que mui as das
impo an es concei os são ab ac as e na expe iência dos usuá ios da linguagem di íceis de ixa
(p.j., meilė), po an o, pa a que endo as en inchei a na consciência, alan es êm de
ap o ei a concei os b iskes (p.g., enómenos da na u eza) (Lako , Johnson, 1980: 115, ci . de
Guda ičius e al. 2014: 14). Hence, concep ualiosas me á o as acili am o p ocesso de
comunicação, po que o e ece possibilidade ala sob e o que mais di icilmen e pe cep í el
(K ašy ė, Papau ėly ė-Klo ienė 2013: 108), i. e. a ibuindo a abs a os (p. ex., ao sen imen o)
aqueles sinais conc e os pe cep í eis com os sen idos, os usuá ios da linguagem abs aus
pada o cla esnius (Guda ičius e al. 2014: 14). As me á o as concei uais não só acili am o
p ocesso de comunicação, mas e e ela a nação mundialê aizdê, men alidade e alo es, pois
[k]equalque nação ala saugo à his ó ia sob e mui os séculos de es o ços de pessoas
conhece em, pe cebe em e paxa em a si o mundo que os en ol e (Копыленко 1995: 19, ci de Guda ičius.
2000: 8)
4
.
3
Me a o a al e amen a comum que nós usamos semconscien emen e, como au oma icamen e,
quase sem pô nenhum es o ço de que isso nem pe cebamos (Lako , Tu ne 1989: xi).
4
Plg. ga siąją Edwa do Sapi o men į: Language [is] a symbolic guide o cul u e. Vocabula y is a e y
sensi i e index o he cul u e o a people (Wie zbicka 1997). [Kalba ak as į nau os kul ū ą. Bū en
jud iausiame leksikos sluoksnyje ma y i nuola inis nau os kismas au . e .]

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MEILĖS KONCEPTO IR JO SINONIMŲ ANALIZĖ
LIETUVIŲ KALBOS PASAULĖVAIZDYJE
LKŽe nu odomos penkios žodžio meilė eikšmės, iš ku ių a liekamam y imui
es as impo an es: 1. de apego, de dedicação a alguém; 2. Pensamen o de o e a ação po
pessoa do ou o sexo. DŽ7 ap esen am-se qua o de inições dos signi icados des a pala a, das
quais as p imei as duas são as mesmas que LKŽe: 1. sen imen o de apego, de dedicação; 2.
Pensamen o de o e a ação po pessoa do ou o sexo. Da LKŽe e DŽ7 de inições ê-se que,
desc e endo o sen imen o de amo , mais impo an es são ês leksemos: ap i išimo, a undação
A liekan y imą, iš DLKT g ožinės li e a ū os i publicis ikos dalių bu o su ink i 62
koncep o MEILĖ a osenos pa yzdžiai (pe ž elg i 1682 g ožinės li e a ū os i 1044
e (s ip i) auka. publicis ikos ns. o mas do sob inho meilė pa a ojimen o casos). Sukaup a
ma e ial empi ica mos ou que a mais p odu i a sa ea de o igem NEGYVASIS PASAULIS (GAMTA)
(29 p oc.). GAMTOS análise da á ea de o igem pe mi e ala de ês p edominan es me a o as
concei uais: MEIL YRA REIŠKINIAI (UGNIS) (12,9%) MEIL YRA DANGAUS KŪNAI (SAUL) (6.5%) e MEIL YRA
VANDUO (4.8%) De DLKT exemplos ê-se que meilė é compa ada com ogo e água os mais
impo an es elemen os do uni e so, cons i uindoças sac alines zonas (Čepienė 2014: 57, 58).
Concep ualiąją me a o à MEIL YRA UGNIS ep esen am os p incipais es ágios de
desen ol imen o do amo nãopuoselėjama ab êpan es a osenos exemplos:
(1) <...> e minha c ū inha žiebėsi meilė [S.
5
T. Kond o as. Meilė segundo Juozapą; 2004];
(2) En ão udo zazisginou e sua meilê ainda mais
6
suliepsnoio [I. Bui ydai ė. Romance ele ônico;
2001];
(3) <...> isa baigėsi, isa p aėjo, ik meilė da usena
7
giliausiame ši dies kampu yje
[L. Gu auskas. Sapnų eologija; 2006]; (4)
Gailė sen iu, como blės a meilė Ka minui
8
[R. Kund o as, A. Ly a. O o pilis; 2002].
5
LKŽe acende : 1. ku i (ugnį), a di luz a.
6
LKŽe suliepsno i: 4. p k. su gadus, kilus sma kiai, a i amen e yk i.
7
LKŽe usen i: 1. pamažu a d i, smilk i.
8
LKŽe blês i: 1. ges i, mažė i ugniai, auk is pelenais (apie ža ijas); 2. p k. silp i, bluk i.
AGN ALEKSAIT. Concep os de amo e seus sinônimos de línguas li uanas mundialė aizdyje | 7
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Pe um exemplo de me á o a concei ual de MEIL YRA VANDUO, mos a-se que na linguagem
li uana de amo o pode de amo é compa ado a um dos p incipais s ichijos do mundo à água,
que pe smelkia e liga os p incipais klodos sanda os do mundo (cangais, e a e subsemio),
nujza o começo e o im do mundo (pasa imen o do dugno de andenyno e seu nug am pi zdinimo
em ano), os momen os de equilíb io (c is os, eden es, laido u e k ochi) (BJJ 1999),
E angelium de Papel como o começo do im do mundo [I an De in; 2000].
9
Jun amen e com ou os obje os da na u eza os li uanos ene a am co pos de água
(Būgienė 1999: 17), achaė, que só pu a e co endo on es e ios água posi i amen e a ua
homemų (Būgienė 1999: 58). DLKT encon ando duas concep ualiąją me a o á MEIL YRA
VANDUO (UP) ep esen ando exemplos a osenos: (6) Pe cebeu que sua meilê ambém
nãoilieja po bo dos [Z. Čepai ė. Mo e s his o ia 2003;
10
(7) Não, opõe-uja ela, meilė neišsenka, ik a
11
meilė não pode esgo a [A. Ma ke ičius. Žaliakė
gy a ė; 1996].
Co endo água li auos ikėjimuose sie as com saule (Būgienė 1999: 65), ac edi a-se que ambos
os obje os unia ed ali o ma (p z., de água elkinio), blizgesys, spindesys e mo imen os,
nusacomas ge almen e abiem obje os pala aju ekė i (Būgienė 1999: 64). Além disso, os
li uanos solê ado a am, às ezes conside a a a é deidade, na qual e a ne alia apon a dedo e
pecados su ep am olha pa a nep ideng a olimi em ela (Razauskas 2012: 16, 18). Pe
MEILĖ YRA SAULĖ a osenos pa yzdžius a skleidžiama, kad meilės, įp asminančios žmogaus
concep ualiosios me apho os bū į, nenuslėpsi:
(8) Meilė juk spinduliuoja [A uma; 2003]; (9) Meilė é a única solê do mundo,
que o nece a ida [XXI amžius; 1997].
9
Pi minė a igo au o ei em gal ą a einan i associação zymaus ma inis o I ano Ai azo skio (Иван
Константинович Айвазовский) pa eikslas De in oji banga.
10
LKŽe aplica: 4. e l. gausiai ekė i; na ega s o e; 5. e l. po acima da eke i, sai do agos.
11
LKŽe expedi : 1. nuslūg i, изdžiū i; 3. p k. ap oxima -se ao im, esisem i.
AGN ALEKSAIT. Meilės koncep as e seus sinonimos de línguas li uanas pasaulė aizdyje | 8 DLKT
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ixsuo as me a o as concep ualiosas MEIL YRA UGNIS, MEIL YRA SAUL e MEIL YRA VANDUO
indicam que meilė de línguas li uanas pasaulė aizdyje é pu as sen imen o, pois ela é compa ada
com sac aliais bal os apenas elemen ais ugnimi, saule e andeniu. na á ea de o igens dos
enômenos da na u eza ainda pode dis ingui ês pa ilhões concei uais me a o as MEIL YRA
ORAS, MEIL YRA VJAS e MEIL YRA SPALVA (4,8 pe cen .), pelas quais se desc e em os es ágios de
desen ol imen o do amo começo e im, ex.: (10) Sua meilê não seusilpnou e não i šalo [A uma;
2003] (11) Eu sin o que a sua meilê como calo en e en o gúsia a sklinda de algumakokias
p o undidades [J. I anauskai ė.
Pakalnučių me ai; 2003];
No en an o, com o deco e do empo, meilė es aece como uma elha pin u a [N.
Pečiū a. Vilniaus kibe poema; (12) 2004].
A á ea de o igem dos me ais na u ais e ela a me á o a concei ual MEIL YRA
IERNÉS:
(13) Pala a, posakis, que an iga meilė ne ūdija,
12
es eco pasi i ino [A. Tamaliūnas.
K iminalinės is o ijos 1; 1995];
Sena meilė ne ūdija [P. T einys. Ak o ė; 200 (14)1]. A pa i desses exemplos ê-se que a
con icção di undida da língua li uana mundialê aizdye es udos de e hosacos li uanos, que
p ieš daug me ų užgimusių šil ų jausmų neįmanoma pami š i. Tokią nuomonę pag indžia i
mos am que em meilê semp e žiū ė a como em pas o ų, gilų e neišblės an į jausmą
(Mačianskas 1972: 50).
Segundo p odu umą e cia o igem s i is NEGYVASIS PASAULIS (DAIKTAI) mos a-se que meilė
(19,4 p oc.). Pe koncep ualiosios me a o os MEILĖ YRA DAIKTAI a osenos pa yzdžius
é apus sen imen o, exigindo mui o įsimylėjėlių es o ços, a adamen o. Nepeluosėjama meilė
compa ada com sulūžiausi, sudužiausi coisas, dos quais es a be e čių ske eld ų e šukių
k ū a, p z. :
12
LKŽe ūdy i: 1. auk is ūdimis; 5. p k. paleng a nyk i, gaiš i.
AGN ALEKSAIT. Meilės koncep as e seus sinônimie de línguas li uãs pasaulė aizdyje | 9 (15) Se
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sulūžo meilė, o jeigu ela nunca hou e? pe gun a kikendama [B. Jonuškai ė. G ande ilha, II d.; 1999];
(16) En ão meu Meilê se ia suduzusi, como sudúž a lançada de mãos lėkš ė [A. Ma ke ičius. Žaliakė
gy a ė; 1996].
Na á ea das o igens da na u eza en a iza-se sac alidade do amo , e daik ų ende-se a
des alo iza meilę, ela sudaik indo, compa ando com não desejidaujamais e a é
insyg amen e, pe jėgą b ukamais coisas ma e iais:
Meilė hoje b ukama pe p ie a ą
13
[be na dinai.l ; 17 02 2006].
No domínio da o igem das coisas exis e pionei os exemplos, que ep esen am
concep uais me á o as MEIL YRA MAISTAS e MEIL YRA TRANSPORTAS (1,6 p oc.): (18) <...>
simplesmen e aps aiginan e meilė aos poucos noslops a, con i mou dados do es udo
14
[Ve slo žinios; 2005 11 14];
(19) Meilė p alaužia iena ės kiau ą [I. Kanišauskai ė, N. Se inikai ė, S. Žukas. Li e a ū os
manual de classe 9; 2006].
No 18-ame a osenos exemplode pode econhece -se bebidas alcoólicas, dos quais (caimo e de
amo ) apo suka, apk ais a cabeça, mo y a, e no 19-ame ledlaužio mo y a. No cé di
nascen esis cálidos sen imen os são ão pode osos (como e gelo queb ando na io), que
homem dian e deles o na-se sem éu. Ve dade,nama ase 19, pode-se islumb a não só
ledlaužio, mas e ú ankio mo ī u plonam kiau ui p alauž i comple amen e pakak ų e simples
abalho ins umen os, ainda assim ejei a pi minės acociações ledlaužio não pode, po que
nos ex os sob e s ip ius jausmos yškėja polinkis hipe bolizuo i.
Pe pa ienius koncep ualiosios me a o os MEILĖ YRA AUGALAI (4,8 p oc.)
exempla es mos am-se que meilė é como gležns plan a, à qual en epa e lo esce
p ecisa de condições especiais, e nupuoselėjami calo i sensações p anis a assim, como
nu ys a nep i supe isimi plan as:
13
Plg. das línguas Lie u ių naujažodžių duomenyne ( oliau ND) ixsuo o naujažodį b ukalas: 1. não solici ado
(no malmen e) e-mail, šlamš laiškis; 2. cas insis yg inai, pe jėgą b ukama.
14
LKŽe apses i i: 1. pa us i s aigulį, k ai ulį; aze embi am, apgi s i.
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Apibend inando amo sinonimo ais a a osenos exemplos, pode-se dize que concei o MEIL e seu
sinonimo me a o izações endências são semelhan es. Da á ea de o igem dos enômenos na u ais
p e alece a me á o a concei ual MEIL, AISTRA YRA UGNIS, e do humano como isicas essências da
á ea de o igem p e alece a me á o a concei ual MEIL, AISTRA YRA VEIKSMAI. É e dade,
comple amen e di e en es concep os MEIL e AISTRA a aliação emocional. Meilė lie u ių kalbos
pasaulė aizdyje é a aliada como pu as, o es e e e na sensação, endo de sąsajos com sak aliais
bal ų ikėjimų elemen en ais, e a paixão desc e e-se como o e, po ém empo á io sen imen o, ao
qual ca ac e iza anikinan is p adas. Pode-se acha que pa a os li uanos alo idade é meilė, e não
paixão.
IŠVADOS
1. O olume dos dados des e es udo não pe mi e aze g andes gene alizações, po ém e
nãousio no ma e ial empi icale pode-se islumb a alguns yškėjančius polinkius o MEIL e
seus sinónimos (įsimulėjimo, mylimo, p isi išimo, ais os bei susiža ėjimo) concepções de
me a o izações num dos agmen os de pasaulė aizdžio da língua li ue a DLKT gožinės
li e a ū os i publicis ikos daly.se Mesmo e negausio em ma e ial empí ica e elam-se
p incipais (com sen imen os elacionadas) disposições alo i as dos li uanos.
2.Mais p odu i a concei o MEIL de o igem sa ea NEGYVASIS PASAULIS
(GAMTA) (29 po cen o). As me á o as concei ualiças MEIL YRA UGNIS (12,9%) , MEIL YRA SAUL (6,5%) e
MEIL YRA VANDUO (4,8%) e elam que as línguas li uanas mundialė aizdyje meilė é pu o sen imen o,
po que ela é compa ada com sac aliais elemen os de c enças b ancas
ogonimi, solule e aqueniu.
3. Segundo p odu i idade a segunda sa ea de o igem ŽMOGUS KAIP FIZIN BŪTYB (27,4%). Pe a
concep ualiąją me a o à MEIL YRA VEIKSMAI mos a-se que das línguas li uãs
mundialė aizdyje meilė não es á passy i obse ado ha de acon ecimen os, ela a i i eigos
lėmėja de ação. 4. A pa i NEGIVVOJO PASAULIO DAIKT (19,4 p oc.) e AUGAL (4,8 p oc.) das
on es s á eas ep esen ando exemplos a osenos e , que meilė nenu aldomas
sen imen o, exigindo mui os emsimilėjamen os es o ços e a adões.

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5. Koncep o MEILĖ i jo sinonimų (įsimylėjimo, p isi išimo i susiža ėjimo)
me a o izacijos endencijos y a panašios. Iš GAMTOS REIŠKINIŲ iš akos s i ies y auja
koncep ualioji me a o a ĮSIMYLĖJIMAS, SUSIŽAVĖJIMAS YRA UGNIS bei koncep ualioji
me a o a PRISIRIShIMAS, SUSIŽAVJIMAS YRA VANDUO.
6.Mais p odu i a concei o AISTRA de o igem sa ea NEGYVASIS PASAULIS
(GAMTA) (40,5 po cen o). Das p incipais me á o as concei ualiais AISTRA YRA UGNIS
(24,9%) AISTRA YRA SAUL (2,7%) e AISTRA YRA VANDUO (8,1%) ê-se que a paixão (caip e
meilė) é compa ada com os sag alis elemen os das c enças b ancas ugnimi, saule e
andeniu, ik sak alios eikšmės nebelikę, ais a apa inama su naikinančiu p adu.
7. Iš koncep ualiąsias me a o as AISTRA YRA DAIKTAI, AISTRA YRA MAISTAS,
AISTRA YRA LAUKINIAI GYVŪNAI e AISTRA YRA VEIKSMAI ep esen am exemplos de
a osenos e , que mundialė aizdyje das línguas li uanas p e alece nega i o emocional a
a aliação ais os.
8. Koncep o MEIL e seu sinônimo apis a me a o ização endências são semelhan es. Da GAMTOS
REIŠKINI o igem da á ea p e alece a me á o a concei ual MEIL, AISTRA YRA UGNIS, e da HOMMOGAUS
KAIP FIZINS BŪTYBS o igem da á ea p e alece a me á o a concei ual MEIL, AISTRA YRA VEIKSMAI.
Meilė lie u ių kalbos pasaulė aizdyje é a aliada como pu as, o es e e e na sensação, endo de
sąsajos com sak aliais bal ų ikėjimų elemen en ais, e a paixão desc e e-se como o e, po ém
empo á io sen imen o, ao qual ca ac e iza anikinan is p adas. Isso pe mi e alega que pa a os
li uanos e idade é meilė, e não paixão.
ŠALTINIAI
DLKT – Daba inės lie u ių kalbos eks ynas. P ieiga in e ne e:
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Лингвистика ХХІ века: сб. науч. ст.: к 65-летнему юбилею проф. В. А. Масловой.
Серия Концептуальный и лингвальный миры. Вып. 3, 286–291. P ieiga in e ne e:
h p://dspace.luguni .edu.ua/jspui/bi s eam/123456789/1079/1/Ki ienko_21.pd .
Į eik a 2018 07 14
P iim a 2018 11 12
THE CONCEPT OF LOVE AND ITS SYNONYMS
IN THE WORLD-VIEW OF THE LITHUANIAN LANGUAGE
S u m m a y
The subjec o his a icle is 108 cases o he usage o he wo d lo e (Li h. meilė) and
i s synonyms (c ush, ondness, a ec ion, passion, in a ua ion) ound in he ic ion and
publicis ics sec ions o he Co pus o he Con empo a y Li huanian Language. The
endencies o me apho isa ion o he concep LOVE and i s synonyms in he wo ld- iew o
he Li huanian language we e es ablished by s uc u ing he concep ual me apho s:
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2. The mos p oduc i e sou ce domain o he concep LOVE is he INANIMATE
WORLD (NATURE) (29%). The concep ual me apho s LOVE IS FIRE (12.9%), LOVE IS
THE SUN (6.5%), and LOVE IS WATER (4.8%) show ha , in he wo ld- iew o he
Li huanian language, lo e is a pu e eeling o i is compa ed wi h sac al elemen s o he
Bal ic eligions: i e, sun, and wa e .
3. The second mos p oduc i e sou ce domain is MAN AS A PHYSICAL
BEING (27.4%). The concep ual me apho LOVE IS ACTION shows ha , when i comes o
he wo ld- iew o he Li huanian language, lo e is no a passi e obse e , bu a he an ac i e
o ce ha d i es he cou se o ac ion.
4. The cases o usage ha ep esen he sou ce domains o ITEMS OF THE
INANIMATE WORLD (19.4%) and PLANTS (4.8%) indica e ha lo e is an unchecked
eeling ha equi es a lo o e o and dedica ion om hose in lo e.
5. The me apho isa ion endencies o he concep LOVE a e simila o hose o i s
synonyms (c ush, a ec ion, in a ua ion). Amids he sou ce domain o NATURAL
PHENOMENA, he concep ual me apho s CRUSH, INFATUATION IS FIRE, and
AFFECTION, INFATUATION IS WATER p e ail.
6. The mos p oduc i e sou ce domain o he concep PASSION is he
INANIMATE WORLD (NATURE) (40.5%). The unde lying concep ual me apho s
PASSION IS FIRE (24.9%), PASSION IS THE SUN (2.7%) and PASSION IS WATER (8.1%)
show ha passion (much like lo e) is compa ed o sac al elemen s o he Bal ic eligions: i e,
sun, and wa e , only he sac al meaning is no longe he e, and passion associa es wi h he
des uc i e sp ing.
7. The cases o usage ha ep esen he concep ual me apho s PASSION IS
THINGS, PASSION IS FOOD, PASSION IS WILD ANIMALS, and PASSION IS ACTION show
ha he e is a nega i e emo ional a i ude owa ds passion in he wo ld- iew o he
Li huanian language.
8. The concep LOVE and i s synonym passion sha e simila endencies o
me apho isa ion. The sou ce domain o NATURAL PHENOMENA is domina ed by he
concep ual me apho LOVE/PASSION IS FIRE, while he sou ce domain o MAN AS A
PHYSICAL BEING, by he concep ual me apho LOVE/PASSION IS ACTION. In he wo ld-
iew o he Li huanian language, lo e is a pu e, s ong, and e e nal eeling, one ha is ied

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wi h sac al elemen s o Bal ic eligions, while passion is de ined as a s ong ye lee ing
emo ion ha has a des uc i e sou ce. I can be said ha Li huanians alue lo e and no
passion.
O cou se, he scope o da a does no acili a e making any majo gene aliza ions, ye he
limi ed empi ical ma e ial, oo, can gi e insigh in o some clea ends, all he mo e as he e
ha e been no e o s o s udy he concep o LOVE in Li huanian linguis ics so a . KEYWORDS:
he concep LOVE, cogni i e linguis ics, concep ual me apho , wo ld- iew o he Li huanian
language.
AGNĖ ALEKSAITĖ
Lie u ių kalbos ins i u as
Pe o Vileišio g. 5, LT-10308 Vilnius
[email p o ec ed]