Dai a Š eikauskienė.
Ges ão ou šliejimen o:
nede inamasis pažyminys i p ielinksninė kons ukcija
kilmininku eiškiamas 209
DAIVA ŠVEIKAUSKIENĖ
Lie u ių kalbos ins i u as
ORCID id: h ps://o cid.o g/0000-0002-7570-9132 MOKSLINI TYRIM KRYPTYS: kompu e inė ling is ika,
lie u ių kalbos sin aksė i mo ologija. DOI: h psdoi.o g/10.35321/bkalba.2024.97.10 VALDYMAS AR
ŠLIEJIMAS: KILMININKU REIŠKIAMAS NEDERINAMASIS INSPIRMINYS
PRIELINKSN CONTRUÇÃO
ESMINIAI ŽODŽIAI:
sin aksiniai yšiai, aldymas, šliejimas, kilmininkas, nede-
inamasis pažyminys, p ielinksninė kons ukcija.
ANOTACIA
O a igonyje e isãoam-se na li e a u a cien í ica o necidas p ijungiamojo yšio
a aliações. De alieu panag inizada ou os au o es opinião sob e con ole e šliejimo
elhões, especialmen e dispu i inais casos. Au o ė apelia a enção em daik a a džio
kilmininko, indoančio nede inamuoju pažyminiu, elação com pažymimuoju pala a.
Sepa adamen e discussam-se des e aleg nio con ole e shliejim casos, e jun o
conside a-se p ielinksninių kons ukcijų sin aksinių yšių ques ão.
ABSTRACT
The a icle e iews he es ima ion p esen ed in he scien i ic li e a u e ega ding
he subo dina ing ela ion in wo d combina ions. The opinion o o he au ho s on he
ela ionships o con ol and adjoining a e examined in mo e de ail, especially in
con es ed cases. The au ho d aws a en ion o he ela ionship o geni i e case o
he noun, which is a non-ag eeing a ibu e, wi h he head wo d, and also discusses
cases o con ol and adjoining he geni i e o he noun. P eposi ional cons uc ions
a e also discussed sepa a ely in aspec o con ol and adjoining.
ĮVADAS
Compu u e izando a língua às ezes eme gia p oblemas po causa das
g ama icas ap esen adas di e en es a aliações do mesmo enômeno da
língua. P ócedendo cons ui a pa e sin ác ica do Sis ema de In o mação G ama ical do Li uânico (LIGIS) descob iu-se que g a-
210 BENDRIN KALBA | 97 em ma ikos e di e sos abalhos sin aksês desiguodai
a aliam alguns casos de ligações sin aksíneas. Aqui gos a ia-se a jiau
panag ina a elação do nede ina i o sinal com a pala a ma cimuoju. Gana
habi ual conside á-lo con ole, po ém p ocessando li uãos língua a compu ado
isso apa eceu bas an e incon enien es gumo pesquisas, que são o ien a pa a
bend ąsias possibilidades de pala as junglum, lymas), an o loginį seman inį ou
ak as. Kompiu e izuojan lie u ių kalbos sin aksę, a siž elgiama į alen in-
leksinį žodžių junglumą, plg. Kepu ê do pai kabojou em inies, mas não *Kaiko
a spindinčias iek sin aksinį (plg. labai ge as pasiūlymas, be ne *labai pasiū-
cu iosidade kabojou em inies (Babickienė, Vencku ė 2013: 169). Valen inguma,
como é conhecido, é a peculia idade de impo ância decisi a da pala a ab i um
ce o núme o de luga es azios, que numa ase (ou combinação de pala as)
ocupa pala as de um ce o signi icado com sua o ma ou suas len ingumas
ocódnai ou ou os abalhos pe mi em decidi sob e a ques ão de
a i ikmenys (p z.: Sližienė 1994: 16; Vaičiuly ė-Semėnienė 2023: 182). Va-
alen ingumas de pala as (p.ex.: Sliženė 1994, 1998, 2004), Vai z,
Vaičiuly ė-Semėdomė 2001), bem como alguns dos quais o domínio das
daik a a dzes (p. ., Vaičiuly ė-Semėdomė 2023) não é alenciado. Falbą
compu ado izando, ce os pala as (daik a a dzes, p ie eiksmių,
nume a dzes) o domínio pode se de e minado de aco do seman icos
a ibu os da pala a, mas o go e nomo nede ina i o sinalinho não pode se
de e ado po nenhum meios acessí eis ao compu ado . Po an o, o obje i o
des e a igo a idziei panag ina a elação do nede inamojo sinal com a
sinalimuoju pala a, i. i. passa s y i, se isso maneamen o, ou šliejimas, ambém
chama a enção a p ielinksninių kons ukcijų sin aksinius yšius e indica , que
solução se á obse ada no sis ema in o macinês da g amá ica da língua
Li uânia. O a igo é de análise c í ica, esc i o aplicando o mé odo deduccinio.
1.SINTAXINI RISHI TIPE INVAIRIOSE PUBLICACIJOSE
Ap a ian sen inho cons i uindo pala as yšius ge almen e dis inguidos semências
e sin aksiniai elações, e dos úl imos ge almen e dis inguidos dois p incipais ipos,
exemplo. : As pala as, que o mam sen ença, êm ce as in e ações um com o
ou o. No malmen e as elações en e pala as se di idem em duas pa es: 1)
in e nas, ou semências, yšius e 2) ex e nas ( o maliuosius), ou g ama inius
(sin axinius), yšius. As ligações in e nas en e pala as são obje i as, na u almen e exis indo elações. <...> Na adicional línguao ype
Dai a Š eikauskienė. Ges ão ou šliejima: kilmininku eiškiamas 211 ex e na ( o malusis) conexão
chamado g ama iniu yšiu. Em linguís ica lhe equen emen e usado é o e mo de ligações
nede inamasis pažyminys i p ielinksninė kons ukcija
sin aksá ias. As ligações sin aksís icas podem se de dois ipos: 1) conjugá eis; 2) p ijungiamieji1
(Aliye a 2014: 4142). Bene p incipalmen e de opiniões con adi ó ias pasakoma po causa p ijungií eis
ligações. Sin ase Li uânica de aco do yšio o maliąją aišką ge almen e dis inguem ês modos de
p ijungimen o: ha monização, con ole e šliejimas (ž . Babickienė, Vencku ė 2013: 171). Po causa da
ha monização maio es desaco dos como e não su ge. Mui o simila men e unsakoma es a elação em
di e sa li e a u a: De inimu chamado p ijung osios o ma da pala a adap ação à p incipal de
aco do mo ologina ca ego ia. Cominama p ijung ojo o ma da pala a ob ém à o ma p incipal
o ma ca ac e ís ica aleg nio, núme o, giminês ca ego ia indiclius (Amb azas 1986: 8); De inime
chama-se a adap ação da o ma de dependen e degem à o ma de p incipal degem (LKG 1976: 11);
De inimen o é al manei a de p ijungimen o, quando do e mo p incipal giminė, núme o e linksGal só
nos mais ecen es, em abalhos o ien ados pa a a linguís ica Ociden al é paudajojado po causa
de uma linksinha; aiškiu é conside ado apenas a combinação de núme o e giminés (Hol oe 2009: 110).
Aqui discu indo exemplo, que o um sabo oso bolo Axelis Hol oe as mini, que segundo sandos eo ia
se ia a i mado, que a i ada a enção, que a manei a de desc ição sin ácse ou na u eza de análise
sin ác ica, pe ei amen e adequada a uma língua sin aksina con ida ansmi ida, necessa iamen e
nis lemia p iklausomojo žodžio a i inkamą o mą“ (ŽS).
não p ecise ou a linguagem sin aksine peculia idades (Š eikauskienė 2013). Vi as Labu is ambém é
des acado a enção a aqueles ski ums, . i. esc e eu, que ame icanos c iada azios g ama ica
p incipal p incípio desc e e a língua endo em con a apenas à linei iina es u u a do sen encio, . i.
segundo a pala a apsup į jungian g upos de pala as em sandus, línguas Li uãs não cabe: Ne u in
linksnį gauna isas sandas skanaus py ago: „P iklausomybių g ama ikoje
logiška many i, kad būd a dis linksnio požymį gauna iš daik a a džio, o
šis – iš eiksmažodžio. Sandų s uk ū a pa em oje sin aksėje bū ų eigiama,
kad skanaus py ago suda o sandą, ku is kaip isuma gauna linksnį iš eiks-
mažodžio“ (Hol oe 2009: 111). Tačiau šio da bo au o ės jau i anksčiau
g iežčioje1 Wo ds, which a e combined and cons i u e a sen ence, should ha e some link ela ions
be ween each o he . No malmen e, he ela ions be ween he wo ds a e di ided in o wo pa s: 1)
he in e nal o he meaning ela ions and 2) ex e nal ( o mal) o g amma ical (syn ac ical)
ela ions. The in e nal ela ions be ween he wo ds a e he objec i e ela ions which exis in he
na u e. <...> In adi ional linguis ics he ex e nal ( o mal) ela ionship is called he g amma ical
connec ion.
I is o en called syn ac ic ela ions in linguis ics. Syn ac ic ela ionship is exp essed in wo
o ms: 1) Coo dina ing ela ions; 2) Subo dina ing ela ions (Aliye a 2014: 4142).
212 BENDRIN KALBA | 97 aquelaog ama izada o dem de pala as da sin aksês da
língua li uânica apsupčių p incípio quase nep a aikomas (Labu is 1998: 15).
P iklausomidades g ama ica, cuja base a cons i ui alen ingumo eo ia (Tesniè e
1959), e oi suanglų kalbos. Do pon o de is a da g ama ica de a i udens, <...> a a e a
da sin axe é não an o ag upa pala as em ases, quan o es abelece ligações
ku a Eu opos leksinėms kalboms, nes jų s uk ū a iš p incipo ski iasi nuo
di e as en e as p óp ias pala as (Kay, Gaw on, No ig 1994: 53). Assim, a g ama ica
de pe encimen os espalhou-se, po que ela icou lexí eis, lexão de pala as com
a anco de ala num diccioná io eu opeias mui o mais do que sandais ope uojan es
azios g ama ica: Nea si i amen e a g ama ica de pe encimen os mais icou aos
pesquisado es daquelas línguas, nas quais a o dem de pala as é bas an e li e e
nas quais o concei o de ase pa ece não impo an e, po que o p incipal de pala as
e de sua o dem de e bos não são semp e sen ados na mesma, nem seque podem
Gaw on, No ig 1994: 55).
Cad a na u eza da análise sin ác ica pode se mui o di e en e e isso depende
da linguagem, aço e ou os países linguis as. Aqui indica-se que na língua
usas mui o o decida aleg niai e o mas e bi ol, um pouco de in o mação pode
e e o dem de pala as, e em inglês quase udo nulimia o dem de pala as, e
daik a a džio e a ian es de o mas e bi ol pa a aze análise sin ác ica
pouco egali ajuda (Henisz-Dos e , Macdonald, Za echnak 1979: 116). Segundo
galūnes inglês alboje sin aksiniai elações es abelecem apenas mui o a is
jais, p z., I know Danny and Toni knows me i I know Danny and Toni know
a eme (Winog ad 1983: 136), po an o eo ianças, o ien adas p incipalmen e
kalbą, isiškai nenuma y as in o macijos paėmimas iš žodžių galūnių, ku ios
u i lemiamą į aką a liekan lie u ių kalbos sakinių sin aksinę analizę.
Tačiau naujausiuose lie u ių kalbos sin aksės da buose de inimas, ku į
pa odo žodžių galūnės, nebelaikomas ienu iš ijų sin aksinio yšio būdų.
em inglês Plė ojamas em dois p ijungiamojo yšio ipos o ien ados modelis
(p.j.: Hol oe , Judžen is 2003; Hol oe 2009). Tal modelo como sin axis elacionios
p e a o complemen ação e modi icação; a ha monização segundo ele ende-se
a conside a não sin aksiniu, e mo osin aksiniu ligu ou sin aksinio elšio
indicikliu. isso mais amplamen e se á esc i o Sob e 1.3. sky elho, e ago a
á ase ges ão e šliejimo, po que bene mais opiniões di e em p ecisamen e po causa deles.
2 I is no acciden ha dependency g amma has appealed mos o s uden s o languages wi h
ela i ely ee wo d o de whe e he no ion o a ph ase appea s less impo an because a head
and i s dependen s may no always appea in he same o de o e en adjacen o one ano he
(Kay, Gaw on, No ig 1994: 55).
Dai a Š eikauskienė.
Ges ão ou šliejimen o:
nede inamasis pažyminys i p ielinksninė kons ukcija
kilmininku eiškiamas 213
1.1. Desc ição da ges ão
Alguns nos mais an igos abalhos de au o es li uanos sališkinama apenas
ao açõesmažodži ca ac e ís ica de con ole, ex.: Veiksmažodinius
junginius is accep ed o classi y acco ding o aldomų linksnių o linksnių su
p ielinksniu pobūdį (G enda 1964: 137). Mais a de mais amplamen e é
discu ida e a ou as pa es da língua ca ac e ís ica manejo:
podem c ianças e pala as de á ias pa es da língua: açõesmažodžiai (ku i laužą,
bijo i ilko, saky i d augui, domė is muzika, sėdė i palapinėje, zo i na b ódio, ei i pe
mišką, su a i su kaimeniu), daik a a džiai (šuns k o a s u i labu ku, puodynė be ąsų,
maišas bul ių, medžio šaka...), alguns adje i os bei p ie eiksmiai (pilnas de água,
palankus, įs abus, uo, a go...), p onomias (šim as de li os, d eje as, dešim ,
os......)...> (Lis 1998: 34). Sob e a de inição ge al de go e no a pa i da isão igual e
conco da-se: Valdymu chama-se p ijung ojo o ma kai oma (ge almen e di e en e)
escolha, dependen e da pala a p incipal conjunjão (Amb azas 1986: 8); <...> quando a
o ma do dependen e pala a de e minam a p op iedade do dedimen o p incipal se
jun a a uma ce a aleg ia, <...> ambos os dedimen os es ão unidos de manei a de
con ole (Babickienė, Vencku ė 2013: 172); O con ole de pala as numa ase é al a
sua elaçãoção, quando uma pala a ecebe aquela o ma (linksnį) que ou a pala a
exige segundo o signi icado (Žiugžda 1960: 16); Valdimo ca ac e ís ica (Hol oe ,
Judžen is 2003: 18).
a eju ienas žodis p ime a ki am am ik ą o mą, ku i jam pačiam nė a
No en an o, di e e opiniões sob e sepa as aleg niji a a imo con ole ou
šliejimo pon o de is a. An ai ie ininką Vi as Labu is (1998: 35) o nece como
exemplo um desc ibindo açõesmažodžių go e no: sėdė i palapinėje.
T i omėje Lie u ių kalbos g ama ikoje ( oliau LKG) esc e e que apie
go e namen o do ie ininko pode ala só com um ce o islyga (LKG 1976: 12) e
eiksmažodžių junginiai com ie ininku abo dam pe šliejimo. Oona Ald
Paulauskienė a gumen a que localis a ealmen e não é mandomasis aleg nis,
pois seu signi icado (caim e p ie eiksmio) de odo não depende do e bo ódio
com o qual ele o ma conjuni i o (Paulauskienė 2002: 25). Como a gumen ą,
negigiando, que o subs i uyen e é mandomas, au o ė o nece ac o, que
numa eiksmažodiniame pala as conjunção es e aleg nį mudi us
p ie eiksmiu, например., lá, já ob ém šliejimen o.
Na escola sin ác icos laços es abelece ensinam le an ando pe gun a. Pa a
i e onde? não há go e no, mos y ų al ase: Depois eles boni amen e e lai-
BENDRIN KALBA 214 | 97 kelai ê 2009: 81). Sob e i e não pode dize -se que ele
seman icamen e insu icien e. P esen ada ase Depois eles boni amen e e
mingai gy eno. Tačiau no ė i aip pa a o i negalima. *Jie labai no ėjo – be
papildinio nepakankamai aiški sakinio eikšmė, ūks a in o macijos. Papil-
dymo eikmės p iežas is – „žodžio seman inis nepakankamumas“ (ž . Vas-
elizmen e i iam é comple amen e cla a. Assim, a pa i de ais exemplos
se ia esol ido, que eiksmažodis no ė i aldo kilmininką, e eiksmažodis
i e icininko ne aldo.
1.2. Desc ição de esmagamen o
Pa į p imi i íssima de inição de shliejim é o necida Na min Alije a: <...> se
yšys a p d iejų žodžių nė a de inimas a aldymas, adinasi, ai y a
shliejim3 (Aliye a 2014: 43). Schliejim LKG chama-se al ligação, quando o
dependen e dememb o jun a-se ao p incipal, o úl imo não sendo eque ido; ele
não é o malmen e de inido, apenas logicamen e ligado a um p incipal dėmeniu
(LKG 1976: 12). De o ma semelhan e desc e em es e elacionamen o en e
pala as e ou os au o es: <...> šliejimo é al modo de exp essão de elação
p ijungia i o, onde a pala a ou sepa ada sua o ma sin agminio elação não
indica o malmen e, ele é de e minado só de aco do com o sen ido (Labu is 1998:
36); Es e é um modo de p ijungimen o, que com o mas kai a não se elacionou
( o malmen e não demė asis), baseia-se apenas em pala as semân icas
conexões e não écondicionado de p incipal sujeição conjunção ( alen ingum).
Des a manei a ge almen e adjuliam nekai omi pala as ou nekai omosas
sepa adas suas o mas: an e eiksmiai (esc e e egula men e, mui o olo,
juodai ma gas, a de noi e), companha ys (ėmė esc e e , di ei o ap ende ,
desejo ag ada ), subli iai (a sikėlė auš an , pa ėjo sugulus) (Bučienė 2014: 30).
P ido-se que shliejimo pap as ai es i apnasis p ijungiamasis yšys (Bučienė
2014: 31), po que shliejamasis pala a não é essencial ao signi icado do p incipal
dėmens (užmigo lendo, em oz al a leio, pensei pabudęs) (Bučienė 2014: 31). Ao apnąj e o alųj, po jei o, spli omas e con ole, p z. :
Dis ingui-se necessá io, ou o eusis, domínio, quando açõesmažodžiai necessa iamen e
exigem um ce o aleg nio o ma, apildanças seu signi icado, e nebū inas, ou apnasis,
domínio, quando açõesmažodžiam um ce o aleg nio o ma é nebū ina, só acul a i i.
[…]...> No en an o, deduzi linhas ígidas en e o o e e o aco domínio, bem como en e
o aco domínio e shlieging não é possí el (LKG 1976: 12). 3 <...> i he e is no conco dance
and con ol ela ion be ween wo wo ds, hen i is he adjoining ela ion (Aliye a 2014: 43).
Dai a Š eikauskienė. Go e namen o ou šliejimas: kilmininku eiškiamas 215 Jus iça,
A. Paulauskienė chama a enção a uma po la gada concepção de go e no apnasis
nede inamasis pažyminys i p ielinksninė kons ukcija
go e namen o, sua opinião, de e se conside ado šliejimas: Aišku, que aleg niai,
esponden es a pe gun as co?, a?, o?, a?, a?, são maldomi, que seus simplesmen e
i eigia, kad aldymu u ė ų bū i laikomi ik s ip aus aldymo a ejai, o
exigem ac ionmažodis, e eles são suplemen iniai. Mas como chama não obje i o, e
sim ci cuns ância a elação, es ando en e accionmajo ício e mais di e ido. Juk
ci cuns âncias eiškian es p e eiksmias são shliejami <...>. Kai mesmo
daik a a dis ja não aqueles aldomieji, e šliejamieji aleg niai, especialmen e
icininkas. Tal ez po isso sejam a ibuídos á ios g aus de o ça de con ole
eiškia ne daik ą, o aplinkybę, kai ku ie linksniai sup ie eiksmėja. I p ie eiksmė-
( o e e acuz). E subs i uído isso ce amen e não é go e nas mais, pois seu
signi icado (kaip e p ie eiksmio) de odo não depende do e bma odo, com o qual ele
o ma conjun i o (Paulauskienė 2002: 25). Essencialmen e essa opinião é
ap esen ada e na li e a u a mais ecen e: Sibnasse con ole do pon o de is a de
elações semân icas já não é con ole, po que dependomasse pala a não é
exigida (Judžen is 2022: 148).
Compa ação de modelos de desc ição de ligações adjacen es 1.3.
Como e ela no es angei o desen ol idas eo ias sin aksís icas, nelas
ope oamada não de con ole e šliecimen o, e de complemen amen o e
modi icação concei os. Complemen ação e modi icação dis inguem como dois
ipos de sin axião yšio (sin aksinės p iklausomybės). Isso e is o de 1991 m.
Ilinojaus uni e si e e apgynusios disse a ion de eó ica e aplicada linguís ica
Ch is inas Bia a ap esen ado desc iúção: complemen ais suas chamadas
signi icado de pala as do sen encial complemen an es elemen os, que são
bū ini, e modi icaka o iais conside am sen inyje nebū ini elemen os. Ainda ela
o nece al in o mação: Modi ica o iais ge almen e ai an e eiksmiai e
būd a diški pala as. Komplemen ai ge almen e são i ik a ó zii ou p é-nomes4
(Bia a 2020). Com base al concei o, a modi icação de e ia ab ange a de inação e
šliejimą dis inguida na sin axe da língua li uânica, e p incipal c i é io de
complemen ação e modi icação é a exigência de complemen o ou não equisição.
al c i é io esboça-se e em abalhos de linguo y os li uãos: segundo um
„Užsienio kalbo y oje sin aksiniai yšiai pap as ai apib ėžiami i ski s omi
c i é io exigência ou não exigência do p incipal
(Vaskelai ė 2003: 145).
4 Modi ie s a e ypically ad e bials and adjec i als. Complemen s a e ypically nouns
p onouns (Bia a 2020).
216 BENDRIN
TALBA | 97
Nos mais ecen es abalhos de sin axe da língua li uânica, complemen amen o e
modi icação p e endo modelo de desc ição de ligações p ijungiá eis é aplicado e às
ligações p ijungiamiesiems da língua li uânica ansmi idos: <...> pode dis ingui dois
ipos sin aksinio yšio (sin aksinės p iklausomybės): komplemen ação (ang.
complemen a ion) e modi ika (ang. modi ica ion) <...>. Es a a ibuição de elações
sin ác icas pode se o mulada e com base na exigência sin ác ica: o complemen o é
um apêndice sin ác icamen e exigido, e o modi icado não eque ido (Hol oe 2009: 72).
Modi ika imui ilus a ap esen am-se exemplos com ad e bio e an e eiksmiu: li o
seman ínio elação en e as pala as de e mina modi ica o io in e domi; p óp io
<...> būd a dis įdomi MODIFIKUOJA daik a a dį knyga. <...> Junginyje įdomi
daik a a džio li o signi icação não equiu sinal de exp essões, mas se sinal de
exp ess, isso é cla o, que o signi ica modi ica o . Uma elação pa ecida obse ada no
conjunção in e essa elmen e con a, onde p ie eiksmis in e essa elmen e desc e e
na a jimen o, mas do p óp io e e akaip desc end ida Ramunės Vaskelai ės
žodžio pasako i eikšmė okio apibūdinimo neapima i ne eikalauja (Hol oe , Ju-
džen is 2003: 14–15).
Iki pa eikian okį modelį lie u ių kalbos sin aksėje bu o įp as a ski i
is p ijungimo būdus, . y. de inimą, aldymą i šliejimą, o jiems ski s y-
i, kaip ma y i iš čia pa eik o de inimo, aldymo i šliejimo ap ašymo i
disse ação, aplica a dois c i é ios: LKG [Li uu ių kalbos g ama ikoje] ap esen ado
modelo de ligações p ijungiciais baseia-se nes es dois c i é ios: 1) do c i é io da
exigência de pe encimen o do sujei o p incipal deco en e do signi icado; 2)
pe encen e dėmens o maliosios aiškos c i e iumi (Vaskelai ė 2009: 101). A es e
modelo de dis ibuição de ligações p ensá eis se ia possí el deduzi -se esquema (ž .
Fig. 1). De inamen o e con ole são ca ac e ís icos uma ca ac e ís ica comum (ji
diag amoje ma cada co e de) complemen amen o eiškiamo o mas. Di e em eles
no que, no caso de con ole, suplemen o é exigido, e de ha monização não exigido.
Combinação e šliejimen o em comum sinalį (pazymė a iole ine co a) em ambos os
casos complemen amen o não é necessá io. Só no caso de ha monização a ligação
exp essiam o mas, e šliejimo não. Nos mais ecen es abalhos de sin aksês kabos
li uãos aplica-se modelo de esca amen o de ligações p ijungiá eis como do p ijungimo
ipos numa o complemen ação e modi ikação. Ele é e a ado 2 igu a.
Bū ų possí el le an a a ques ão, qual modelois mais se encaixa da língua
li uânica sin aksine sanda ai e ela . Na língua inglesa quase não há galūnių, po an o lie-
Dai a Š eikauskienė. Go e namen o ou šliejimo: kilmininku eiškiamas 217 u ių kalbai būdingo
daik a a diškųjų e būd a diškųjų pala as de combinação jojo ambém não (ž . 2 ig.).
nede inamasis pažyminys i p ielinksninė kons ukcija
Mesmo e capmininko ou plu isci o caso, quando daik a a dis adqui e galūnes -s, -s ou -s, ele
ma ca inis būd a dis nenhuma galūnès não ganha (p z., big dog e big dogs). De eik (angl.
ag eemen ) aqui às ezes denomina-se aquilo que em alguns abalhos de sin aksês da língua
li uânica en endem como co eliação (p z., Labu is 1998: 38, DLKG 1997: 47), . i. escolha da o ma
na a i a de aco do a dažodžiu išš ą eiksnį, como di oame pa yzdyje Danny and Toni know
me e Toni knows me. A ligação en e e bemó el e seu e bodi ino é mui as ezes ma cada
como sis ema de ha monização, na qual ce as o mas de a dazodzes co elaciona com
conc e as o mas e bemó eis5 (Bowe s 2001: 25). Tokia ko eliacija não é a combinação do
e mo usado na sin ase da língua li uânica co espondência. Akademinėje lie u ių kalbos 5
The ela ion be ween a e b and i s subjec nominal, o example, is equen ly ma ked by
an ag eemen sys em in which speci ic mo phological o ms o he nominal co ela e wi h
speci ic o ms o he e b (Bowe s 2001: 25). 1 PAV. A coo denação, o con ole e a šliejimen o
2 PAV. Komplemen ação e modi icikanuma ando imą de ligações p ijungiá eis p e endo
unidades da es u u a da inê p ijungiá eis. Li uães linguo y os ques ões 25, 444. Babickienė
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Receba 2023-12-13
Adop ado 2024-11-04
226 BENDRIN
TALBA | 97
DAIVA ŠVEIKAUSKIENĖ
CONTROL OR ADJOINING: THE GENITIVE MEANS
NON-AGREEING ATTRIBUTE AND PREPOSITIONAL (Con ol ou ADJOINING: THE GENITIVE MEANS NON-AGREEING ATTRIBUTE AND PREPOSITIONAL)
CONSTRUCTION
Summa y
When discussing syn ac ic ela ions in hei mos gene al e ms, opinions usually do
no di e much. Todo mundo admi e ha ag eemen is such a subo dina ing
ela ion, when he dependen wo d acqui es he o ms o he head wo d (genus,
numbe , case). Disag eemen s a ise when de ining con ol. The e a e di e en
iews on he con ol o he loca i e: om p o iding examples o his case in he
con ol sec ion o s ic ly s a ing ha he loca i e canno be con olled. In mos
publica ions, adjoining is de ined as a ela ion when he dependen wo d joins he
head wo d, he la e is no equi ed and he adjoined wo d is no necessa y o
he meaning o he head wo d.
In wo ks ep esen ing o o ien ed owa ds Wes e n linguis ics, wo ypes o
subo dina ion a e dis inguished complemen a ion and modi ica ion. The c i e ion
o hei designa ion is he equi emen o non- equi emen o complemen a ion.
The equi emen o complemen a ion a ises om he seman ic insu iciency o
he wo d. In he syn ax o he Li huanian language, h ee ypes o ela ions a e
dis inguished: con ol, ag eemen and adjoining. Due o he di e ences in opinions
ega ding subo dina ing ela ions, he ela ionship o a non-ag eeing a ibu e
wi h a head wo d is also assessed di e en ly. É cos umei o conside á-lo como a
con ol, bu he noun exp essed by he (noun), he e o e, quando de inindo con ol
geni i e in his case is no needed o supplemen he meaning o ano he wo d
as such a ela ionship, quando uma equi emen é made, i should be conside ed only
he ela ionship o ce ain nouns (deno ing measu e, capaci y) wi h he geni i e,
and he ela ionship o an nonag eeing a ibu e wi h a head wo d should be
assessed as adjoining. The p eposi ional cons uc ion, like he cases, can be
con olled and adjoined o he head wo d, o example, he p eposi ional
cons uc ion o+accusa i e in he wo d combina ion dip in wa e is con olled, and
i is adjoined in he wo d combina ion send o Vilnius.
A p eposi ion canno con ol a case, because syn ac ically ela ed wo ds a e only
con en wo ds. When a e b con ols se e al cases, all o hem a e equally necessa y
and can all be in one sen ence do ano i quê? (gi e wha ? accusa i e) pa a quem? ( o
whom? da i e). I a p eposi ion is applied wi h se e al cases (už behind+ geni i e,
o +accusa i e; po a e +geni i e, wha +accusa i e, unde +ins umen al),
Dai a Š eikauskienė. Valdymas a šliejimas: kilmininku eiškiamas 227 i is always
used wi h only one case, and which case is used de e mines he e b, no he
nede inamasis pažyminys i p ielinksninė kons ukcija
p eposi ion i sel .
KEYWORDS: syn ac ic ela ionships,
con ol, adjoining, geni i e, non-ag eeing
a ibu e, p eposi ional cons uc ions.
DAIVA ŠVEIKAUSKIENĖ
Lie u ių kalbos ins i u as
Pe o Vileišio g. 5, LT-10308 Vilnius
[email p o ec ed]
DAIVA ŠVEIKAUSKIENĖ
VALDYMAS AR SCHIJIMAS: KILMININKU REIŠKIAMAS
NEDERINAMASIS INSPIRMINYS IR PRIELINKSN
CONSTRUÇÃO
Con auka
Ap a iando sin ác icos yšius com os mesmos mais comuns aožais, ge almen e
opiniões não di e em mui o. Todos econhecem que a combinação é al p ijunja i a
ligação, quando a pala a dependida adqui e o mas de pala a p incipal (giminę,
núme os, aleg nį). Desaco damen os su gem de inindo o go e no. Di e en emen e
olha-se pa a o go e namen o do depu ado: umau des e aleg nio exemplos
o necida depa amen o de con ole, ou ou eiškiama ígi a opinião, que o
depu ado não pode se mandomas. Šliejimas na maio ia das publicações de ine-se
como conexão, quando dependomasis dėmeno jun a-se ao p incipal, do úl imo não
eque ido, e šliejamasis pala a não é essencial do p incipal dėmens signi icado.
As linguís icas ociden ais ep esen ando ou em abalhos o ien ados em ela
dis inguem dois ipos p ijungiamojo lišio complemen ação e modi icação. O c i é io
pa a eles designa é exigência de complemen o ou não exigência. A exigência de
complemen amen o c ia a insu iciência semân ica da pala a. Na sin ase da língua
Li uânica dis inguem ês modos de p ijungimen o: con ole, de inação e šliejima.
Ski ian is nuomonėms dėl p ijungiamųjų yšių, ne ienodai e inamas i ne-
de ina i o sinalhinho conexão com sinalimuoju pala a. No male conside á-lo a
dominação, po ém kilmininku eiškiamas daik a a dis nesse caso não é necessá io
ou o daik a a džio) signi icma supildy i, aigi, o go e no in e p e ando como al
ligação, quando há le an ada exigência, nele de e ia conside a -se só ce os
daik a a džių ( eiškiančių ma ą, alpą) a ligação com kilmininku, e nede in pažymimio a
ligação com a pala a é in e p e ado como shliejimas.
BENDRIN
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P ielinksninė cons ução, como e aleg nis, pode se e con olada, e šliejama à
p incipal pala a de conjunção dėmens, exemplo., p ielinksninė cons ução em +
galininkas pala a de conjunção suba di em andenį é aldoma, e pala a de
conjunção siųs i em Vilnių šliejama.
da língua Lie u ių sin aksėje p e ê-se, que p ielinksnis aleg nio ne aldo, sin aksiniais
elações susie i são só sa a ankiškos signi icações pala as. Quando o ad e bo
domina á ios aleg nios, odos eles são igualmen e necessá ios e podem es a em
uma ase odos doa a quem? o quê? Se o p ielinksnis é usado com á ios aleg niais
(už ko?, quê?; po ko?, quê?, quê?), ele semp e na sen ença ica só com um qualque
aleg niu, e com o qual nulemia açõesmažodis, não o p óp io p ielinksnis. inamasis
ESMINIAI ŽODŽIAI:
sin aksiniai yšiai, aldymas, šliejimas, kilmininkas, nede-
pažyminys, p ielinksninės kons ukcijos.
DAIVA ŠVEIKAUSKIENĖ
Lie u ių kalbos ins i u as
Pe o Vileišio g. 5, LT-10308 Vilnius
[email p o ec ed]