51 a igos de s aipsniai
Lucie ho í koVá
Uni e sidade Masa yk, B no campos de pesquisa: es udos
eno-ug os, especialmen e inlandês, es oniano, saami.
VácLaV bLaŽek (em inglês)
Uni e sidade Masa yk, B no campos de pesquisa: es udos
indo-eu opeus, especialmen e línguas esla as, bál icas, cel as,
ana ólicas, Tocha ian, indo-i anianas; O enug ico; a o-asiá ico;
e imologia; classi icação gené ica; modelos ma emá icos na
linguís ica his ó ica.
baL ic Loanwo ds in saaMi
O objec i o do p esen e es udo é esumi e in e p e a os lexemas de o igem bál ica em
saami, no con ex o das elações eno-saami e eno- olgaicas. A nossa conclusão é que ce ca de
20% dos pa alelos léxicos en e o bál ico e o saâmico de ce ca de 40 compa ações
bal o- eno-saâmicas são sem as con apa es bal o- ênicas. Signi ica que é p o á el que os
an epassados dos bál icos e dos saami es i essem em con ac o di ec o. Nes e es udo,
a aliamos o papel das pala as de o igem bál ica no ocabulá io saami numa pe spec i a
eno-saami e eno- olgaica mais ampla. Os abalhos ecen es de au o es inlandeses o am as
p incipais on es que u ilizámos, ais como aikio (2006, 2009), häkkinen (2010), kallio (2009),
koi uleh o (2006), sammallah i (1998, 1999), mas ambém omámos em con a es udos an e io es
de homsen (1890), i konen (2001) e ko honen (1981). De aco do com Mikko Ko honen (1981), os
p imei os con a os en e os an epassados do po o saami e do po o inlandês começa am na
época em que as línguas enosaâmicas já es a am cla amen e sepa adas das línguas
eno- olgaicas e es a am no começo da sepa ação em bal o- enno-saami ao mesmo empo.
Assim, ha ia apenas uma ligei a di e ença dialec al en e as línguas bal o ênica e saami.
Vilhelm Thomsen (1890) da ou esses con a os mui o mais a de, pois ele assumiu que os
con a os não ha iam começado a é a i ada da e a ou pouco an es. E kki i konen (1961)
o neceu como o úl imo pe íodo possí el as pala as-cha e: con a o, emp és imo,
emp és imo, izinhança, in luência.
52 ac a Linguis ica Li huanica LXIV[…]LXV ano 500 aC. Em ez disso, ele es a a inclinado à
Lucie ho í koVá, VácLaV bLaŽek
opinião de que os con a os com os alan es de línguas bál icas ha iam começado mui o
an es. De aco do com Ko honen, a da ação do ma Bál ico co esponde à chegada da
ce âmica com co das a es a á ea no inal do e cei o milênio a.C. No en an o, essa
a chaeologis s a e inclined o he opinion ha he a i al o he bal s o he a ea
da ação não conco da com a a i mação acima mencionada de que os p imei os
con a os com os po os bál icos começa am após a sepa ação do p o o- enno- olgaico
(século XIX a.C.) (Blažek 2010; e apêndice). De aco do com Ko honen, podemos
conco da com es a hipó ese se le a mos em con a á ios a o es que de alguma
o ma in luenciam es a da ação. Um desses a o es é o empo que se passou desde a
chegada dos po os bál icos à á ea do Ma Bál ico an es do início dos emp és imos.
Ce amen e le ou algum empo an es que as duas nações cul u almen e e
linguis icamen e mui o di e en es começassem a in luencia uma à ou a. De aco do
com Ko honen, os p imei os emp és imos bál icos es a am se mo endo pa a o
eno ogaico en e 1800 e 1500 aC (Ko honen 1981: 32-34). No en an o, não é necessá io
assumi que o con inuum enno- olgaico es a a di idido no momen o dos con a os.
Vanagas (1980: 119) de iniu os limi es supe io es da á ea hid onômica do Bál ico da
seguin e o ma: o no e […] a on ei a no e da Le ónia, as cidades de Psko ,
To opec, Zubco e Kalinin; a les e […] as cidades de Moscou, Kaluga, O el e Ku sk; ao sul
[…] os ios Seim, P ipjať e Buh ociden al; O oes e […] o io Wisla. Assim, os po os bál icos
es a am na izinhança imedia a com os an epassados dos po os Mo d a e Ma i no
no des e e os emp és imos pode iam e acon ecido mais a de, após a sepa ação do
eno olgaico, de o ma independen e em con a os bal o- eno olgaicos. Isso ambém é
apoiado pelo esquema de classi icação 2 ( e apêndice) que e le e uma elação mais
p óxima da língua ma i com as línguas pe micas do que com a língua mo d a. Assim, a
p esença de emp és imos bál icos em Ma i pode se explicada como esul ado de
emp és imos independen es das elações gené icas, mas esul an es das elações
e i o iais (cinco dos seis emp és imos bál icos discu idos em Mo d a ambém
oco em em Ma i).
Pala as emp es adas p o o-bál icas
1. saan biebma ‘ o eed < Ps *pēmmō (yss: 936) < s *pämmi < Pb *penima-
(sammallah i 1998: 127; 231; aikio 2006: 40). A aiz *pen apa ece em Li h. pẽnas […]
alimen o, penj i […] alimen a , engo da […], o de i ado de -mis a es ado em pẽ
nimas […] engo dado […], pen[…]mis […] engo dado , po co engo dado […] (Lew 569; smoczyński 2007:
449–50).
2. saan buo ggs ‘p oibido, p oibido < Ps *puoē < P es *pō/a kos < Pb *bā gas
(c . La . bags ‘es ic o, c uel, não ca i a i o) (sammallah i 1999: 77).
bal ic Loanwo ds in saami
No en an o, es a compa ação é seman icamen e ambígua. A pala a ambém
pode se de o igem escandina a, c . sw. - Não, não, não. Ba k […] um homem
mal-humo ado […], ba kun […] g ossei o, g ossei o […] (Poko ny 1959: 163).
3. saan čiehka ‘ o hide (~ inn. säe ä id.) < Ps *ćēke (yss 146) < s *śäke- < Pb
*seg()e La /a- (c . seg ‘ o co e ; o u n on, o uck) (sammallah i 1998: 127; 23).
de aco do com aenkel (Lew ii 770), no en an o, o signi icado o iginal de La . O
seg e a o mesmo que o Li h. sèg i […] ixa , anexa […] e o e bo em o signi icado
[…]ocul a […] po p e ixo: apseg = Li h. Apsèg i "pa a conse a ". Um p o á el
pa en e do elho P ússia. seggī […] o do, o make[…] é seman icamen e mais
adian e. En ão oda a compa ação é ince a.
4. saas dak e e ‘ ilha (~ inlandês. y ä id.) < Ps * ek ē (yss 1211) < s * ük ä
< Pb *duk ē: gen. *duk e es (c . Li h, po a o . Duk ė, elho p ussiano. Idên ico
a um pa o. (Lew i 110) (sammallah i 1998: 121; ko honen 1981: 30; homsen 1890: 167). 5.
saan duo li ‘ inde (~ inn. aula id.) < Ps * ō lē (yss 1311) < P es * akla < Pb
*dagla- (c . La . (em inglês) Dagla […]id., inde de casca de bé ula[…]; Li h, po
a o . dãglas, dẽglas ‘spo ing p e o (Lew i 86)) (aikio 2006: 31; ko honen 1981: 30;
sammallah i 1998: 127; homsen 1890: 165).
6 . saan gahpi ‘cap’ (~ inn. kypä ä ‘cap; helme ’) < Ps *kepē ē (yss 317) < s
*küpä ä < Pb *kepu iā (c . Li h, po a o . kepù ė […]cap, coi […], La .
Iden i icação pu a. (Lew i 241) (sammallah i 1998: 127; aikio 2009: 250; homsen
1890: 185). 7. saan gea di ‘ imes (~ inlandês. ke a id.) < Ps *k ē (yss 391) < s
*ke a < Pb *ke dā (c . an igo p uss. kē dan […] empo […] (Lew i 242; opo o
iii 315[…]23), enquan o Li h. ka as […] imes[…] (Lew i 224))1 ica de lado
(sammallah i 1998: 243; ko honen 1981: 30; homsen 1890: 185[…]86). C . ambém n.
Mo d a Mokša ky da, e zja ki da […] imes[…] ( homsen 1890: 186); Ma i kb ke δə em uma ase pülä-γe δə
"mui o empo a ás" (uew 659).
8 . saan giehpa […]soo […] […]Ps *kēpw (yss 425) < Pb (c . La . (em inglês)
Quêpi, uligem,
umaça, apo
[…], k êpê […] pa a
uma […], li . k ep[…] i
[…] pa a chei a […] (Lew
i 325)) (sammallah i 1998:
127; aikio 2006: 40).
9 . saan giekka ‘cuckoo (~ inlandês. käki) < Ps *kēke (yss 418) < s *käke < Pb
*gegiā (c . Li h, po a o . gėgė id., que é explicado como um encu amen o
eg essi o de uma o ma mais longa geguž
, La . Dzguze, elho p ussiano. geguse (Lew 142[…]43) (?ko honen 1981: 88;
homsen 1890: 172). 10. saan guksi ‘ladle (> inn. kuksa ‘pequena igela de
madei a, igela de madei a, ao lado do con inuan e o iginal kauha ‘ladle e
skes 172) < Ps *kuksē < s *ka ša < Pb *kaśa (c . La . (em inglês) kaûss
‘g ande p a o, p a o de bebida; c ânio; Peel […], Li h. (em inglês) 1
seman icamen e mais dis an e é o GMC. *χe ðō […]he d[…] P e-gmc. *ke dhā.
(em inglês)
54 ac a Linguis ica Li huanica LXIVLXV káušas ‘ladle; c ânio; a concha;
Lucie ho í koVá, VácLaV bLaŽek
(Lew i 231232) (sammallah i 1998:
123; homsen 1890: 184).
11 . saan guoibmi […]companion[…] (~ in. kaima […]namesake[…]) < Ps * kōjmē (YSS
504) < s * kajma < Pb * kamā (c . Li h, po a o . kaimýnas […] izinho[…], káima(s)
[…] aldeia (de ag icul o es)[…], kiẽmas […] azenda[…]; La . (em inglês) cems […]
aldeia […], kaĩmiņš […] aldeão ( esiden e da mesma aldeia), izinho […]; O elho
P usso. Caymis […] illage[…] (Lew i 251[…]52) (sammallah i 1998: 127; ko honen 1981: 30;
homsen 1890: 177). 12. saan guo llas […] e ique a em uma colei a de cão […]
(~
inlandê-
s. kaula
[…]
pescoço […]) […] Ps * kō le[…] s < s
*Kakala […]
Pb *kaklas e *kaklā
(c . Li h, po a o .
Kãklas […] pescoço
[…], La . Qual é o id?
(Lew i 205)
(sammallah i 1998: 127; 1999: 83).
13. Lagoa de Saan Já i
(~ inlandês. jä i id.) < Ps
*jā ē (yss 258) < s
*jä ä < Pb *ja ā- (c .
Li h, po a o . jáu a
[…]ma sh […], j ū[…] a
[…]sea […], La . Jū a, jūa,
elho p ussiano. Idū in.
(em inglês) (Mais baixo i
198)) (sammallah i 1998: 249; aikio 2009: 246). C . ambém n. Mo d a
e zja eŕke, Mokša (j)äR’kä and Ma i kb jä , u b je ‘lake
(Uew 633).
14. saan leaibi ‘alde (~ inlandês. leppä id.) < Ps *leajpē < s *lejpä < Pb *lepā
(c . Li h, po a o . lepa, -ė, lepas ‘linden, La . liẽpa, -e, lieps, elho p ussiano. Iden i icação de lípido. (
Leu i
366)
(sammallah i 1998: 127; aikio 2006: 40). C . ambém n. Mo d a e zja
ľepe, Mokša ľepä ‘alde (uew 689).
15 . saan loapmi ‘hole (~ inlandês. loma id.) < Ps *lmē (yss 609) < Pb *lōmā (c .
Li h, po a o . Loma, bu aco, dep essão, La . lãma […]luga baixo no campo ou
p ado[…] […] *lāmā, ao lado de La . luôms […] bu aco em uma ce ca […] *lōma- (
Lew i 385; smoczyński
2007: 34445)
) (sammallah i 1998: 127). C . ambém n. Mo d a Mokša lu na ase käď-lu
[…]espaço en e dois dedos[…]; Ma i kb lo na ase pa ńalo […]espaço en e os
dedos[…] (uew 692). 16 . saan luossa ‘salmão (~ inlandês. lohi id.) < Ps *lōse (yss
627) < s *loše < Pb *lašsa- (c . Li h, po a o . Lašišà, lãšis, La . Lasis id., o
elho P ússia. lalasso, ou seja, *lasaso (
Le i 341) (sammallah i 1998:
127; ko honen 1981: 30; homsen)
1890: 194).
17 . saan luo di ‘ aso de madei a (~ inlandês. lau a ‘boa d) < Ps *lō ē (yss
634) < s *la a < Pb *pla ā (c . Li h, po a o . plaũ as ‘boa d dei ado no
banho de apo ; A p ancha do lado do ba co, La . Plau s […] shel […]
*pla[…] as (Lew i 608)) (sammallah i 1998: 127). compa ação de s isoglosses com o ma e ial samoyedic (uew
239) é menos con incen e.
18. saan luo i […] es u u a pa a a mazena sup imen os […] (~ inlandês. la a […]
s and, pila ; banco em uma sauna; o no de madei a […]) […] Ps *lō ē (yss 632) […] s
*la a […] Pb *lā ā (c . Li h, po a o . Lá a […] bed[…], La . lâ a […] banco de suo […] (Lew i 387)) (sammallah i 1998:
127; aikio 2009: 262).
19. saai lyepi ‘bladebone (~ inlandês. lapa id) < Ps *lōpē (yss 625) < s *lapa <
Pb *lapā (c . Li h, po a o . lãpas […] olha, olha […], La . Lapa id., lãpa ‘pad (Lew i 33940))
bal ic Loanwo ds in saami
55 a igos de s aipsniai
(sammallah i 1998: 127). O que é isso? ou os pa alelos de Mansi, línguas
samoyedicas e língua yukaghi (uew 236) ques ionam a o igem bál ica do saami e
do inlandês […]blade bone[…], bem como a di e ença semân ica en e s e b. 20.
saaL niehpē […] sob inho ou sob inha do ma ido[…] (~ inn. dial. nepaa, a ch. nepas
[…]cousin […]s child[…]) < Ps *n[…]pē < s *nepa- < Pb *nepō( s), acc. *nepa ina (c .
Li h, po a o . ne o, sob inho […] *nepō a- (Lew i 494; smoczyński 2007: 420))
(skes 373; sammallah i 1998: 127; 1999: 84). 21. saan áigi ‘hole (~ inn. eikä id.) < Ps
* ājkē (yss: 1019) < s * VjkA < Pb * akā (c . Li h, po a o . iẽk i […] pa a
co a […], iek[…] […] a ia de pão […], La . ek […] co a […], ika […] a ia de
pão […], àika […] ilha, sulco […] (Lew ii 729; smoczyński 2007:
514 […] 15)) (sammallah i 1998: 127).
22. saan uoida ‘pe na (de um animal) (~ inlandês. eisi ‘coxa) < Ps * ōj e ‘coxa
(yss 1063) < s * aj e < Pb * e iā (c . Li h, po a o . Re as "coxa", La . (Lew ii
731)) (sammallah i 1998: 127; ko honen 1981: 133; homsen 1890: 212). A p o o o ma
* e iā é supo ada po Li h. pa ie i […] pa e in e io do pe ineu […] (smoczyński
2007: 516). 23. saas sae ie ‘co ação (como alimen o) < Ps *sāē (sammallah i 1999: 82)
(*sā ē (YSS 1112)) < Pb *śi d- (c . Li h, po a o . "Co ação" de "Sze da"; La .
(em inglês) Seções: O elho P usso. Sey id., mais a les e de Li h. Še ds, La . sede
‘ma ow, pi h (Lew ii 986987)) (sammallah i 1998: 127; aikio 2006: 40). 24. saan sápmi
‘saami (~ inlandês Häme ‘ egião his ó ica no cen o-sul da Finlândia) < Ps *sāmē
(yss 1106) < s *šämä ‘? e a, e a < Pb *źemē (c . Li h, po a o . Žẽmė,
ma cação do sul. Žãmė, La . Te eno; O elho P usso. semmē, mesmo " e a,
e a" (Lew ii 1299)) (?sammallah i 1998: 127, 262; ko honen 1981: 130). 25. saan sa a
‘elk (~ inlandês. hi i id.) < Ps *se e (yss: 1091) < s *ši e < Pb *śi a- (c .
p ussiano an igo. O senho é um " oe-buck", Li h. o ca alo b anco de ši is; ha e:
ši as ‘cinza, cinza (Lew ii 989)) (sammallah i 1998: 127; ko honen 1981: 30, 130; aikio
2009: 276; homsen 1890: 225). 26. saan sa is ‘ ou o de enas (~ inlandês. hi as
id.) < s *ši as < Pb *śi as […] e imologicamen e o mesmo que sa a
(sammallah i 1998: 127; ko honen 1981:
30, 130; aikio 2009: 276). A Comissão conside a que a Comissão não cump iu as ob igações que lhe incumbem po o ça do a igo 107.o, n.o 1, do TFUE.
27. saan sea i […]company[…] (~ inlandês. seu a id.) < Ps *s[…]p ē- (yss 1127) < s
*sep a < bal . *seb a- (c . Li h, po a o . i mãos […] amigo, pa en e […], La .
[…] sēb s, seb is […] izinho, companhei o […] (Lew ii 768)) (sammallah i 1998: 127, 262; homsen
1890: 215).
28. saas sesnie […]cou o de enas cu ido[…] (~ inlandês. hihna […]bel […]) […] Ps
*se[…]snē < s *šišna < bal . *šikšnā- (c . Li h, po a o . Šikšnà […]cou o
sua emen e b onzeado[…], La . siksna […]bel […] (Lew ii 981)) (ko honen 1981: 30;
aikio 2009: 150 […]151). C . ambém n. Mo d a e zja (k)šna, Mokša šna […]bel […]; Ma i u b šüš ö id. (em inglês) (eu 786). A Comissão conside a que a Comissão não cump iu as ob igações que lhe incumbem po o ça do a igo 107.o, n.o 1, do TFUE.
56 ac a Linguis ica Li huanica LXIV<LXV 29. saan siepman […]seed[…] (~ inlandês
Lucie ho í koVá, VácLaV bLaŽek
siemen) < Ps * sēme[…]n < s * sēmen < Pb * sēmen (c . Li h, po a o .
Seemenys, elho p ussiano. "Semen e" (Lew ii 774) (sammallah i 1999:
85; homsen 1890: 216). A Comissão conside a que a Comissão não cump iu as ob igações que lhe incumbem po o ça do a igo 107.o, n.o 1, do TFUE.
30. saan suoidni ‘g ama, eno (~ inlandês. heinä) < Ps *sōjnē (yss: 1171) < s
*šajna < Pb *šena- (c . Li h, po a o . Seinas, La . sens ‘hay (Lew ii 980))
(sammallah i 1998: 124, 127; ko honen 1981: 30; homsen 1890: 223). 31. saan suoldni
[…]dew[…] (~ inlandês. halla […] ( e eno no u no) geada […] Ps * sōlnē (YSS 1176)
[…] s * šalna […] Pb * šalnā (c . Li h, po a o . Šalnà […] ime, geada le e[…], La .
salna […] ( e a no u na) geada […] (Lew ii 960)) (sammallah i 1998: 124, 127; ko honen
1981: 30).
32. saan suolu […]il[…] (~ inlandês. salo […]was eland, lo es a p o unda[…]) < Ps *
sōlå[…]j (YSS 1177) < s * saloj < Pb * salā (c . Li h, po a o . Salão, La . Sala
[…]island[…] (Lew ii 758) (sammallah i 1998: 124, 127; ko honen 1981: 30; saa iki i 2004:
204; homsen 1890: 214).
33. saan ie ka ‘adze < Ps * ē ke (yss: 1415) < Pb *edegā (c . Li h, po a o .
edegà […] ipo de adze[…], dial o ien al. Vėdegà, La . (em inglês) dga ‘c owba ;
Chisel, elho P ússia. wedigo ‘adze (Lew ii 1211)) (aikio 2006: 40; 2009: 288). A
econs ução p o o-bál ica * […]ōdegā endzelina e e e-se ao e ymon […] ail[…]:
Li h. uodegà ( e Le 1164). a coe ência dos signi icados "cauda" e "eixa" é
du idosa. 34. saan uo as ‘ elho (do po o) < Ps * ō es (yss 1458) < Pb. *ā as (c .
Li h, po a o . Võ as, elho p ussiano. u s […]old[…] (Lew ii 1274; smoczyński 2007:
767) (sammallah i 1998: 127; aikio 2006: 40).
35. saau yöyjee ‘wedge (~ inn. aaja id.) < Ps * ō jē (yss: 1477) < s * akja
< Pb *aga- (c . Li h, po a o . Vágis, La . Vadzis […] id. […] (Lew ii 1179))
1981: 30–31).
( e sões con o e sas ko honen
36. saan gal[…]le […] quan o […] […] Ps *ke[…]llē […] s *küllä […] Pbs? *kel- (c . Li h, po
a o . kel […] quan o, alguns […], keliñ as […]de wie iel e, manche , einige […] (Lew i
236)). No en an o, o emp és imo pode se na di ecção opos a, c . Finn. "Sim" ou
"Sim"; kylläinen […] comple o; kyllin […]su icien e[…] (sammallah i 1998: 242). 37. saan
galmmas ‘cold (~ inlandês. kylmä id.) < Ps *kelme- < P P *külmä (uew 663) < Pbs
*gel(u)mā- (c . Li h, po a o . gelumà, gelmuõ […]geada se e a[…] (Lew i 145: keľmä
gél i ‘ o s ab’)) (sammallah i 1998: 127, 242). c . Mo d a e zja keľme, Mokša
[…] io; geada; Ma i kb kəlmə […] congelado […] (uew 663: *külmä). se o isogloss
enno- olgaico é de o igem bál ica, a p imei a sílaba ocal ü pode se explicada
bal ic Loanwo ds in saami
57s aipsniai a igos po labialização compensa ó ia causada pela
eliminação da ogal -in na supos a on e bál ica.
38. saan luok a ‘gul (~ inn. lah i id.) < Ps *lōk e (
yss 619) < s *lak e < bal . (c . Li h, po a o .
lañks as
‘bend ,
lañk is
‘handle ,
La .
jūas līcis ‘sea bay
(Lew 356
[…]57) (sammallah i 1998: 127; ssa ii 36). No en an o, o isogloss ennosaico é
compa ado com os pa alelos ob-ug ic do mesmo signi icado em uew 234.
39. saan muoh a ‘ne e < Ps *mō ē ‘ne e (yss 696) (~ es . ma ma ‘en e a ) < s
*ma a- < Pbs *ma - (sammallah i 1998: 255; koi uleh o 2006: 185). a on e bál ica
espe ada de e se um de i ado do e bo a es ado em Li h. mès i […] pa a joga […]:
ã -ma a […] esíduo […], […]š-ma a, -mo a […] suca a; esíduos, pã-ma as "base",
p e-mo a "gesso"; La . (em inglês) mes […] o h ow[…], a -ma s […]suppo […],
pa-ma s, -ma a […]base[…]; O elho P usso. pomes s […]submi ed, subjec […], me is
[…] h ow[…] (Lew 442[…]43); No en an o, a pa i dos exemplos, é cla o que o
signi icado "ne e" não oco e nas línguas bál icas. pala as esla as como uss.
Me el […] empes ade de ne e […], Pol. Zamieć […] d i de ne e […] […] elho esc a o.
Os me a i es ão mais pe o. O omeno omá , ome e […]ne e[…] ambém é de o igem
esla a (c . uss. - Não, não, não. Esquece o […]lump[…]. No en an o, o pa alelo mais
p óximo que podemos encon a em Osse . de e o. Meu Deus. Conheceu a ne e
(abae ii 124). a co espondência do e o. É um digo . e e le e o di ongo *a, que
pode se o iginal (mīzyn: mezun ‘ o low ~ a es . maēz- < i an. *maz-) ou
secundá io (i on. mīd-: digo . med- ‘inside ~ a es . maiδiia- ‘middle < i an. *mada-).
Se o di ongo é secundá io, o e o osse iano. Meu Deus. me ‘ne e pode se de i ado da p o o o ma *ma a-, que é compa í el com Ps *mō ē.
40. saan šea a […] cla o […] Ps *
e a e ē <
*śe ä- <
Pbs *źe -
(c . Li h,
po a o . P epa ação de p a os
B ilho, b ilho
(Lew ii 1301) (sammallah i 1999: 79). No en an o, a
pala a saami com š pode se ela i amen e a dia,
como no caso de saan šū on ‘well-
ained dog’.
41. saan šū on […] cão bem einado […] < Ps *
uo unj e <
s *śō onji
~ *śa onji <
Pbs śuō n(i)- ( e ambém Li h, po a o . šuõ ‘dog , gen. šuñs, elho
Li h. gen. šunès, e especialmen e Li h. - Não, não, não. (Šiaulia[…], g odno)
nome. šo à, (samogi ia) šo à; O p óximo La . Sols, gen. suņa, elho La .
Soles ge ais; O elho P usso. Sunis id. (em inglês)
(Li ii) A Comissão conclui que a Comissão não cump iu as ob igações que lhe incumbem po o ça do a igo 107.o, n.o 1, do TFUE.
1033)
). Sammallah i (1999: 79) obse a que o saami š ep esen a ou o e lexo do
que a adap ação do bál ico *š que se ans o ma em saa sand inn. (Saan
sa is […] ou o de enas […] ~ in. hi as id. < s *ši as). Sammallah i
assume que a azão é um ní el c onológico mais an igo de emp és imo. No
en an o, jaakko häkkinen (häkkinen 2010) e Pe i kallio (kallio 2009: 35) es ão
inclinados a conside a que as duas pala as acima mencionadas
(saan šea a e saan šū on) são emp és imos pos e io es de um lanšuõ < bal
bál ico. *šō(n). se le a mos em con a os nomina i os semelhan es, como Ved. ś ,
58 ac a Linguis ica Li huanica LXIV[…]LXV, em que a al e nância do onema é š-
Lucie ho í koVá, VácLaV bLaŽek
(po exemplo, li uano). Eles baseiam essa alegação an o na baixa dis ibuição das
pala as (saan šea a oco e apenas em Lule, no e e Ina i Saami; saan šū on
oco e em sul, ume, Lule e no e Saami) quan o na es u u a onológica das
pala as. pa ece-lhes que essas pala as o am emp es adas ao saami depois
que o *š secundá io apa eceu no p o o-saami. Es e *š secundá io é p ese ado
no saami a ual, enquan o o *š o iginal (que apa ece nos úl imos emp és imos
bál icos) oi mudado pa a *s no p o o-saami (bem como nas línguas saami a uais).
Es a solução pa ece se mais ácil e, po an o, mais p o á el do que a ideia de
Sammallah i. Po ou o lado, o Kallio es á e ado se manipula a p ojeção do Li h.
śu e g . κύων a o ma li uana ambém ep esen a o con inuan e de ie *uō(n) >
bal . *Su[…]ō. (em inglês) Li h, po a o . - Não, não, não. o šo à […]cão[…] ambém
pode ia se o igina po desen ol imen o in e no a pa i des a p o o o ma.
Häkkinen ac escen a que Ps *
[…]uo unj e[…] oi
emp es ado ao
saami an es da
o ação das ogais, mas
* Ps e a eē (häkkinen: *šea e ē) podia se emp es ado mesmo depois. de
aco do com ele, es a alegação é apoiada pela combinação de ogais
não-e imológicas *eae ( egula men e: Ps cedo *e-a > Ps a de *ea-ē e Ps
cedo *e-i > Ps a de *ielio 2009)
e
, bu ne e *ea-
e
) (
häkkinen 2010; kal-
.
42. saan uossi ‘handle (~ inn. ansa ‘sna e) < Ps * ōssē (yss: 1470) < s *ansa < Pb
*anšā, no en an o, é e idenciado apenas a única o ma *anšas (c . Li h, po
a o . ąšas ‘handle, samogi ian ąnšas id. (Lew ii 1207)) (sammallah i 1998: 127).
Al e na i amen e, o Finn. ansa […]sna e[…] (> saan hānsâ- […]boa d[…]) oi
de i ado da on e bál ica ep esen ada po Li h. ąsà ‘handg i , handhabe,
henkel, La . Uosa, Uoss id., P ússia an iga. ansis […]kesselhaken[…] (Lew i 18), e
homsen 1890: 159; skes 19. in ssa i 77, ambos saan uos[…]si […]handle[…] e inn. ansa
[…]sna e[…] são de i ados de Li h. ąsà, e c.
Conclusão podemos encon a as pala as de o igem bál ica em odas as línguas
enno- olgaicas, ce ca de se e em Ma i (cinco no nosso minico pus) e eze em
Mo d a (seis no nosso minico pus); ês deles não êm equi alen e em línguas
bal o- ênicas (sammallah i 1984: 140). É mui o di ícil di e encia en e algumas
pala as se elas en a am di e amen e no saami ou a a és do bal o- ênico
po que podemos espe a apenas pequenas di e enças en e o p o o-bal o- ênico
e a língua p é-saami
bal ic Loanwo ds in saami
59s aipsniai a igos na al u a em que os emp és imos começa am. Assim, ainda não hou e g andes mudanças
de som. alguns dos emp és imos bál icos lis ados (oi o de qua en a se elimina mos ##39, 40, al ez 19) não
êm um equi alen e nas línguas bal o- ênicas. Embo a seja apenas 20%, podemos deduzi que os bál icos não
i e am em con a o imedia o apenas com o po o bal o- ênico, mas ambém com os an epassados do po o
saami, que i e am que se seus izinhos po algum empo (mas não po mui o empo). podemos assumi que os
an epassados dos saami cos uma am i e pe o do Gol o da Finlândia e pe o do io Ne a no momen o dos
con a os com os bál icos. Is o ambém co esponde à desc ição de Fenns po Táci o2, que p o a elmen e
pode se aplicada ao po o saami do que aos an epassados do po o inlandês. podemos le a pa i de dados
geog á icos pob es que no p imei o século ad aci us […] enns i eu em algum luga no les e do Bál ico, ao
no e dos aes ies, que são conside ados de o igem bál ica. As pala as que êm alguns equi alen es em
bal o- ênico p o a elmen e o am emp es adas em saami du an e o pe íodo p o o-bal o- ênico ou mesmo
an es, du an e o pe íodo enno-saamico. Es as pala as são qua o ezes mais do que os pa alelos
saami-bál icos, de modo que podemos azoa elmen e supo que as populações bál icas inham elações mais
es ei as e de longo p azo com os seus izinhos do no e do que com os an epassados do po o saami no
pe íodo bal o- ênico ou no pe íodo ênico-saami. á ias dezenas de pala as de o igem bál ica são
conhecidas apenas em línguas bal o- ênicas do no e ( inlandês, ca eliano, ing iano e eps) e em saami; Po
ou o lado, ce ca de dez dos emp és imos bál icos oco em apenas no sul do bal o- ênico (es oniano, o ico e
li oniano). É p o á el que os an epassados do po o bal o- enico i essem em ambos os lados do Gol o da
Finlândia na época dos con a os bál icos e que as pala as de o igem bál ica enham sido emp es adas de
o ma independen e. 2 Fennis mi a e i as, oeda paupe as: não a ma, não equi, não pena es; ic ui he ba,
es i ui pelles, cubile humus: solae em sagi is spes, quas inopia e i ossibus aspe an . Idemque ena us
i os pa i e ac eminas ali ; Passim enim comi an u pa emque p aedae pe un . Nec aliud in an ibus
e a um imb iumque su ugium quam u in aliquo amo um nexu con egan u : huc edeun iu enes, hoc senum
ecep aculum. Sed bea ius a bi an u quam ingeme e ag is, inlabo a e domibus, suas o unas alienasque
spe me uque e sa e: secu i ad e sus homines, secu i ad e sus deos em di icillimam adsecu i sun , u illis
ne o o
quidem opus esse .
Os Fenni são es anhamen e semelhan es a bes as e mise a elmen e pob es; Não êm a mas nem casas; O
seu alimen o são as e as, a sua oupa são as peles, a sua cama é a e a. Eles con iam in ei amen e em
suas lechas, que, po al a de e o, são apon adas com osso. Os homens e as mulhe es são igualmen e
o necidos pela pe seguição; Po que es es úl imos es ão semp e p esen es, e exigem uma pa e da p esa.
As c ianças pequenas não êm ab igo con a animais sel agens e empes ades, mas uma cobe u a de
galhos en elaçados. ais são as casas dos jo ens, al é o luga de descanso dos elhos. No en an o, eles
conside am es a maio elicidade do que geme sob e o abalho no campo, abalhando na cons ução, e
equilib ando a o una de si mesmos e dos ou os en e a espe ança e o medo. Desconhecidos dos homens,
desconhecidos dos deuses, alcança am o mais di ícil dos esul ados, a não p ecisa nem de um desejo. (Ge mania §46; aduzido po a.j. chu ch e alii).