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Naujausias senovės baltų ir finų kalbų kontaktų tyrimų penkiasdešimtmetis

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Naujausias senovės baltų ir finų kalbų kontaktų tyrimų penkiasdešimtmetis

Author: Santeri Junttila
Year: 2014
Source: https://journals.lki.lt/actalinguisticalithuanica/article/download/922/1012
102 ac a Linguis ica Li huanica LXXI
esMiniai ŽodŽiai: bal ų i inų kalbų kon ak ai, inų kalbų bal izmai, inoug is ika, e i-
mologija, compa igamoji kalbo y a, kalbo y os e a queologijas
elações, algi das sabaliauskas.
keyWo ds: bal ic- innic con ac s, bal ic loanwo ds in innic, inno-ug ian
linguis ics, e ymology, compa a i e linguis ics, ela ions be ween linguis ics
and a chaeology, algi das sabaliauskas.
san e i jun iLa
uni e sidade de helsinkio
Di eções de pesquisas acadêmicas: e imologia e compa adoji
linguo y a, bal ų e inų kalbų kon ak ai.
mais ecen es an igoVés baL e in kaLb kon ak ano ação os mais an igos con a os en e
bal as e inas línguas o am p incipalmen e in es igados de linguis as de línguas inlandesas e
y iMŲ PenkiasdeŠiM Me is
he La es i y yea s o s udies in o he
P ehis o ic con ac s be ween bal ic and innic
u alo. Nes eas pesquisas, os bal is as mais equen emen e ci am algi do sabaliausko 1963 m. o
apj algão da língua li uânica. u alo línguas pesquisado es de conhecimen o sob e línguas
con ac os du an e o úl imo cinqüen a anos signi ica i amen e pagausceu. discu e a mais
ecen e si uação ge al de odos os qua o subg uppias, os quais desc e eu sabaliauska:
emp és imos de línguas inas em línguas bal as, bal iços emp és imos em línguas inas,
semelhanças g ama icais en e os dois g upos de línguas e linguís icas e ci cuns âncias
a queológicas no con ex o de con ac os p é-his ó icos.
anno a ion
he oldes con ac s be ween bal ic and innic languages ha e mos ly been esea ched by
innic and u alic linguis ics. When e e indo o hese s udies, bal ologis s mainly quo e a
Li huanian-language e iew by sabaliauskas 1963. howe e , he u alicis knowledge on he
con ac s has subs an ially inc eased du ing he las hal a cen u y. his a icle p esen s an
upda ed o e all iew o all ou sub- ields sabaliauskas ea ed: innic loanwo ds in bal ic, bal ic
loanwo ds in innic, g amma ical simila i ies be ween he wo language g oups, and linguis ic and
a chaeological conside a ions on he p ehis o ic con ex o he con ac s.
naujausias seno ės bal ų i inų kalbų kon ak ų
y imų penkiasdešim me is
103s aipsniai a icles /
An es de cinquen a anos alen oso e mui o bem alando suomias ap esen ação
kalbininkas algi das sabaliauskas publika o s aipsnį „bal ų i Pabal ijo suo-
mių kalbų san ykiai“ žu nale Lie u ių kalbo y os klausimai. sabaliausko emos
naquela época e a mode nus e baseadois melho is do me o inoug iskai ki oks negu
ikos skolinių y imų šal iniais. bėgan dešim mečiams inų kalbų kon ak ų y i-
mai spa čiai obulėjo i šiandien požiū is į seno ės bal ų i inų kon ak us isiš-
1963 anos.
Li u iškoje bal ų kalbos is o iją i p iešis o ę nag inėjančioje li e a ū oje
kon ak ai ainda assim aindaė a desc i os baseado sabaliausko esc i os.
em pa e comp eende-se que os bal is as li uanos não es ão escalamados a ní el da
discussão inoug is as, uma ez que sob e bal os e inos con ac os desde jalo kalima
ado ėlio I äme ensuomalais en kiel en bal ilaise lainasana (bal iški skoliniai inių
kalbose, abaixo ibL, 1936) não es á esc i a apž algų, e o mais impo an e eikalas
ebė a Vilhelmo homseno Be ö inge mellem de inske og de bal iske (li auisk-
le iske) en e (san ykiai suomių i bal ų (lie u ių-la ių) kalbų, abaixo b b, 1890). No
en an o, nos úl imos anos apa eceu alguns cu os des e ema apj algos: sob e udo
angliški Lembi o Vabos (2011b) e san e i jun ilos a igos e es ų kalba pa ašy as Vabos
(2011a) a igo. as mais ecen es lis as de emp és imos cons i uí am seppo suhonenas
(1988) e Vaba (1990a), po ém es as lis as en e si não coincidem e são em pa e
desa ualizadas, plg. jun ila 2011. O obje i o des e a igo o e ece aos cien is as
li uanos meios de lacunas do pe íodo de cinquen a e cinquen a anos p eenche em. nele
são ap esen adas as p incipais di eções de pesquisas de con ac os do úl imo meio
século e as mais impo an es on es. colhendo on es es endeu-se a concen a -se em
idiomas indoeu opeos esc i os ex os, po ém a alguns e imologijas lembinimi ambém
suomias e es as línguas esc e e on es. sabaliauskas seu a igo di idiu em qua o
pa es: Ge as ano ações, G ama ís icas peculia idades, Bal as línguas skoliniai
Pabal ijo suomios línguas e Pabal ijo suomios skoliniai bal os línguas. se á analisadas
odos os qua o emas, po ém a buline o dem, deixando mais impo an e men is, . y.
conclusadas, pabaigai. sabaliausko Pabal ijo suomios idiomas (i äme ensuomalaise
kiele , lääneme esoome keeled, die os see innische Sp achen) signi ica o mesmo, o que
mais a de consumida są oka inų kalbos (Finnic languages). Pabal ijo suemii pe ence
ao mesmo passinhos concep os do conjun o como Pa olgio suemii. ambos es es
concei os podem se inco ec amen e en endidos como desc e en es dos ma es
Bál icos e Volga cos ei as esiden es inlandeses, po an o nenhuma delas aqui não
a osiu. Em ez da p imei a concei os melho usa inai, em ez da segunda mo d iai e
ma iai. De aco do com con empo âneo pon o de is a mo d iai e ma iai nesuda o de uma
Pa olgio suomias (ou Pa olgio inas) g upo, além disso, mo d ių língua é ap oximότερη
inas línguas negu ma ias línguas.
104 ac a Linguis ica Li huanica LXXI in skoLiniai baL kaLbose como sabaliauskas
san e i jun iLa
ašė, a maio pa e inų skolinių andama só naqueles la ių pode aze a conclusão,
que esses skoliniai são signi ica i amen e mais no os do que elhei os bal iški
skoliniai inų kalbose. que eles são mais ecen es, pode-se e ambém a pa i do
kalbos dialek uose, ku ių a ealai geog a iškai ibojasi su ly ių i es ų kalbų a ealais.
ki i andami ik la ių kalboje, kele as jų oliau pa eko i į lie u ių kalbą. iš o
a o de que nelas não se no a semelhan es de elações de sons como nos elhos
skoliniuose. Esses mais no os emp és imos de la ias de línguas inas do sul são
nuodugniai y ęs Vaba (plg. Vaba 1997a, 2006). Todo o mais ecen e abalho sob e eles
é ka eřinas kolle o os (2013). do sabaliausko lis os de dí idos esama pag indo
emo e só uma pala a, . y. lie. kadagys ~ la. kadiķis ~ p . kadegis. Lie u iškas e
p ūsiškas pala as não podem se se emp es adas de la ių kadiķis e la ių pala a
não é de inų, mas de Pabal ijo okiečių Kaddik, de qual eio es. kadakas. do mesmo
signi icado inoug ichas pala as suo. ka aja, es. kadakas, no e samių gaskkas,
komių kač e mansių a mių köös e koś impossí el deduzi nenhuma o ma comum
pi mykš ės. eles são, que bem, subs a o emp és imos de línguas desconhecidas,
pelas quais alado na egião, e da mesma o igem, pode se , são pala as das línguas
li uãs e p ūsų. po ém lie. na ios < la. nai a < inos idiomas, como aço sabaliauskas,
mas i. na io não há < ge m. *hlaiwa-, só ge m. * lauja- (koi uleh o 1970: 178).
sabaliauskas o nece não sólida a Paulo a is es alegação, que a in luência inas
línguas a bal as línguas menca in es igada, mas p ocu ando ainda é possí el
encon a ambém mui o elhas skolinių. A ualmen e sabemos que a is es hipó ese
não es á apoiada po a os: dezenas de pala as de línguas li uãs e p ūsų o am
p opos as como inizmas, mas nenhuma dessas o igens pode se p o ada (jun ila 2014).
pesquisado es de con ac os inões e bal as línguas são mencionėję duas possí eis
azões, po quê em bal as línguas não há elhas inas dí idas. P imei o, sem du ida ,
con ac ada a língua bal os é ex in a e não ansmissa seus possí eis inisms a
ou as línguas bal as. segunda, ge almen e oi man ido que o p es ižas da língua
con ac ina bal os oi signi ica i amen e maio negu inos p okalbės. po ém, ano
Vladimi o opo o o (1990) e ambém Pe i kallio (2014: 113), bal izmas elhos de línguas inas são não supe s a as, mas subs a os.
baL skoLiniai in kaLbose sabaliausko bal izmos lis a p incipal on e oi ibL 1936,
como secund aeiliai on es usa : b b 1890, suomių kalbos e imologinio žodžio
pi mosios d i dalys ( oliau skes 1955 i 1958) e Lau io hakulineno suomių kalbos sanda a
i aida e imas in o usų kalba su Paul a is e‘s apêndis (a is e 1953 i 1955).
sepa adas e imologiijas sabaliauskas ėmė de ka lo abeno (1947), eino niemineno
naujausias seno ės bal ų i inų kalbų kon ak ų
y imų penkiasdešim me is
105s aipsniai a icles /
(1955 e 1963b) e opo o o e ubačio o (1962) eikalos. Os p incipais des e emas
eikalos pag indo sabaliausks publicou lei o es li uãos um a igo que ap esen a uma
isão ge al. não se pode alega que algum qualque isolado suomiškas on e i esse
sido melho do que sabaliausko lie u iškas a ikulas. do o al sabaliauskas
ap esen a am 109 neabejo inus e 116 abejo inas inas skolinių. ele ambém
ap esen ou du bal izmos, dos quais al a ibL: hei iä ~ heide ~ hedelmä ( opo o as e
ubačio as) e sii (niemienenas). além disso, mui o kalima dispu ijados e imologiões
sabaliausko lis ache indicado como equío inos (ka s a, ka a, kekäle, ki s u, a si,
lai a, lielo, liika, ii a (sabaliauskas klaidingai pa ašė ii a), uskea, sammas, ee i,
es. ka is ama, es. kuk u, ly . kē ) ou a é como neabejo ina e imologija ( eps. hähk).
de ibL abejo inas e imologijas sabaliauskas explicino como neabejo inus pala as
hä kä, uohi e es. ku b. sabaliauscas ambém ma cou kalimos neabejo inados
conside ado e imologias como dú idosos, especialmen e se qualque ou o
pesquisinė ojas jomis duejojo: homseno b b conside y us dú o inais a a, me i,
a is a e ly . āis a , SKeS elki, kelle, kääppä, laiska, lunka, napa e mä kä, a is es
hanhi, hihna e kappale e sem on e sapa, inka e uona. sabaliauskas não ecebeu de
odos kalimas skolinių e imologijų. de odo ele não menciou 11 bal iços skolinių
e imologijų de ibL, dos quais no en an o são ce as me sä, halme, luhis ua e ohla. ibL
al a ela i amen e mui o homseno e ou os in es igado es desc i os bal izmos.
po an o o núme o de emp és imos e imologijas no a igo sabaliausko icou
ganė inai pequenos. se ele i esse cole ado odas as e imologias de p imei os skes
duas pa es, e ia ido 11 e imologiías mais, dos quais possí eis se iam aa kela,
a i o, kampi, kiiliäinen e lii a. sem isso, sabaliausko a igo al axa homseno
pa eik as ge as e imologijas ha a, juh a, oka, umma, a pa e i a. alguns queė ini
ou possimi bal izmai icou sabaliausko nepas ebė i: jä i (būga 1922b: 29295), es.
(endzelīns Ku a 1912: 7172), ku sua (Mägis e 1923: 3536), malo (Loo i s 1929: 17576), es.
nuum (nieminen 1959: 204), o hi (ojansuu 1921: 29), od. äüdäs (ojansuu 1921: 38), ly .
ē bikš ~ eps. bä bi ada (Pos i 1946: 386) e i ka (kalima 1941: 21011).
Du an e o úl imo cinqüen a anos mui os sabaliausko menė ų e imologijas o am
ejei ados e a as a no os. de no as e imologias li uãs língua o am examinadas
ka i Liukkoneno (1999) e ee os elinos uo ilos (2000) ap esen adas e imologias
(Vencku ė 2001 e 2002; a k . dėm. ambém kaplas e eikä, Liukkonen 1973). discu ida
oda ia apenas maça pa e du an e os úl imos cinquen a anos encon ados
ikė inų bal iškų skolinių e imologijų. mais bal izmos são encon ada Lau i Pos i
(siikanen 1969, kaus a ehma o 1970, 1972, lah i, ohdake i ly . kilandõks 1977), jo ma
koi uleh o (ka si, ki si, ko si, a si 1979a, siula 1979b, iš a 1986, huoli, pola i ilja, 1987,
peu a 1988, jou aa, lie e 1989, lapa i akka 1990b, s. mõskma Šiasko 1953), como uma
1990a, huone 1992, äljä 1993, kaukalo 1994, kii e 1998, sy jä i es. ma ma 1999,
106 ac a Linguis ica Li huanica LXXI pä e 2001b, uo o ssa iii 475 e hii a LÄgLos i 10203), olli
san e i jun iLa
nuu inen (suo a 1987a, seipi 1987b, sa o e alkama 1989, päl i 1992), Vaba (es. lohm, es. loja e
es. ahu 1989, es. käblik, s. käh 1992a, es. nä i 1992c, a mo, ehmas, s. älmäs 1994, es.
ihne 1996a, yhmä 1996b, es. hü n 1997b, es. suga 1997c, ampa 1997d, es. 1998, es ang. 2012
agel e mui os ou os y ėjų (hai a o man 1993: 99100, halea e lenko suhonen 1989,
hanka Linde 1994, ha en hahmo 1990: 212, heijas aa uibo helma aikio 2012: 107, kuhis a i
laukea e en je 1990: 30, 2007, leina sköld 1982 e a as nieminen 1963a). Vabos (1990b) e
ecke o (1990) conclusões sob e comum sla ų, bal ų i inų bi ininkys ės leksiką ambém
são mui o in e essan es. sabaliausko pa eik ų bal iškų skolinių e imologiją nega an ys
ni i 1964: 138–64, muhea salmela 1965, paukama hahmo 1998: 228, peijas ~
peikko i e 1977, säe ä sammallah i 1998: 123, sä ky i e 1993: 14, aljaa
a gumen ai de odo nepa eko à Li u iška li e a u a. isso pa icula men e lamen o po
ais pala as, que o am usadas como p o as p e es o es de bal os. no li o Tau os
kilmė (zinke ičius, Luch anas, Česnys 2006, adian e k) esc e e: inams emp es ado a
pala a pi i ‘gy enamoji dūminė oba indica que, no momen o do emp és imo, bal ų
gy enamoji e a oba dūminė e sem la ei a, na qual as pessoas não só i iam, mas
ambém pė ė k (2006: 41). No en an o já nieminenas (1940: 384) p o ou que pi i é
sla iškas skolinys: ele pe ence suomių kalbos i-kamienams, que são mui o mais ecen es
negu con a os com os b ancos (plg. ambém nieminen 1953:21617, Vah os 1966:6168). suomių
ai as ‘dangus é ėlgi de aco do c i é ios one icos e semân icos a ijų skolinys
(La sson 1984b: 132, koi uleh o 1990b: 149, an ila 2002: 97), po an o po es e mo i o não
se pode dize nada sob e o elho bal o ės bal ų pan eônio, como en a aze k (49 p.).
impo an es e mosdi bys ês annas ‘no agas e äes ‘akėčios são ge maniški skoliniai
(ka s en 1915: 8485, Vilkuna 1971: 4755, koi uleh o 1971: 591). exa a ambém jus i icadas
c í icas a es as sabaliausko ap esen adas como neabejo inas skolinių e imologijas:
eps. hähk (Wichmann 1911: 253, kipa sky 1972), jää ä (nieminen 1944), ka sina (jun ila
2012: 278), ku ko (aikio 2009: 189191), kypä ä (nilsson 1996), i. kä pima (Mägis e 1977: 16768),
panu (Mägis e 1966: 117), salo (anke ia 204: 11920, saa iki i apa i 20 sii (Linde 2007: 14950), 1934
(ke unen 22425, koi uleh o 115118), es. (Mägis e uba 1977: 17374), aaja (ho s a 1985: 189),
aikku (Mägis e 196061: 29698) e i pi (Mägis e 1962: 26).
dú ida sob e as e imologias das escolas issaki as enkais, oi ejei ada junes i: a
(Linde 2007: 1719, 283, ju ila: 283, Lydén 2011: 201, ju ila: 103, ju ila: 191) kabu a
(Mägis e 1977: 16263), kale a (eisen 1910: 1113, Mikkola 1934, oi onen 1955: 10922,
jun ila 2011: 107), es. ka is ama (ibL 107), ka el. ka a (jun ila 2012: 278), kina
(koi uleh o 2001b: 51), ki s u (kalima 1919:

naujausias seno ės bal ų i inų kalbų kon ak ų
y imų penkiasdešim me is
107s aipsniai a icles /
11314, būga 1922a: 17071), kyy ö (Ma ikainen 1962), kyäs (LÄgLos ii 138 39), lai a
bescha enhei (ka s en 1937: 183, ska džius 1957: 377, LÄgLos ii), lai a ‘sei e
(ka s en 1937: 183, LÄgLos ii 1577, jun ila 2012: 283), es. mulk (Vasme 1920), my y i
(jun ila 2012: 284), ka el. nau i (jun ila 2011: 103), paa e gis e 1977: 16970, jun ila
(Wiklund 1904: 156), ahna (nieminen 1940: 380, jun ila 2011: 103), ah u (Mä-
2011: 113), aisu (jun ila 2011: 103), as i (nä hi 1960), a a (nieminen: 381), ii a (ibL
156), uopas (jun ila 2011: 10 uskea (ibL 158), suo a (nuu inen 1987a), a pa (jun ila
2012: 2703), ee i (La sson 1965b: 3739, Linde 2007: 1656) e a si (ibL 17771) é p eciso
pega i Li u iakalbėje adição apacinhando com bal izmų pesquisas is oseną
pa ašiusiam do nemažus e imologinius žodynėlius 1879 anos. homseno abalho na
ija susijusią klaidingą są oką, ku i a si ado ik po sabaliausko s aipsnio, susijusio
su kazimie o jauniaus ank aščio pa iešinimu. klima ičius (1977: 6) ašo, kad
y imo p adžioje „pi menybės palmę eikė ų į eik i k. jauniui, da p ieš V. om-
pesquisa bal izmos iniciou isgi não com o seu p incipal depósi o isleção 1890, mas já
1869 anos, quando apa eceu a sua disse ação sob e ge manos skolinius inos
línguas. nele ele conseguiu ca ac e iza inos camoksmos bal izmos na mesma
manei a, como sob e isso ap oximadamen e um cen o anos mais a de esc e ia
sabaliausks.
g aMa icas yPa idades sob e possibilidades de mudanças g ama icas sob e
(p ieš)his ó icos con ac os de línguas con empo âneos pesquisado es êm mais que
dize do que seus p ede akai há 50 anos, de odos monias de con ac os kylan iem
pi ma odėl, kad daba žinome daug daugiau apie pasaulio kalbas negu ais laikais.
ypač homseno i kau mano pi mieji da bai šioje s i yje da ė y inė ojams p ie-
mudanças de linguagem a alia . homsen e kau man di idiam in luência dos con ac os
em supe s a o susel ada bo owing (bo owing) e em subs a o in luência
(shi -induced in e e ence): no p imei o caso a comunidade linguís ica não
desapa ece nos con ac os e a comunidade que ansmi e o ma e ial linguís ico ocupa
uma posição mais o e do que a comunidade que ecebe o ma e ial linguís ico, no
segundo caso os consumido es da língua que acei a a linguagem mudam pa a a língua
skolinimosi a eju iš ienos kalbos į ki ą plin a isų pi ma leksika, o ik po o
ki a kalbinė medžiaga, okia kaip one inės i sin aksinės sa ybės. senų inų sko-
que ansmi e o ma e ial. linių lie u ių alboje não há, po an o não se pode aze
p essupos os sob e ou ookią in luência skolinių. po ém nas línguas inas há ão
laidą apie bal ų kalbų į aką aip pa sin aksei i one ikai.
apie bal išką supe s a o į aką inų kalbų one ikai ašė Lau i Pos i (1953–54),
mui os leksinių bal izmos que é possí el aze p ie ačiau de suas pesquisas sabaliauskas nepaminėjo (Pos i k i iką c . ambém kallio 2000).
108
san e i jun iLa
ac a Linguis ica Li huanica LXXI
despei ando isso sabaliauskas su ašė mais impo an es como con a o de in luência a
ap esen ados (mo o)sin aksės eiškinius: eiksmažodžių sudu ines bū ojo empo
o mas, pažymininko kong uenciju, įnag u ilização como na a i o e kilmininko como
nega i o sen inhei o suplemen o. além disso, ele mencionou duas ca ego ias
mo ológicas: lie u iškas supamosios nuosakos e ilia i i o galūnes. inas
açõesmažodžių sudu inas o mas (es. olen lugenud, olin lugenud) endo em con a o seu
uso são mui o mais p óximas ge manas do que bal as línguas empos. as seie ina com
con ac os bal os sumanė a is e, que não inha ou o undamen o como no ą (uus
sumenkin i ge manų kalbų į aką inų kalboms. aip pa pažyminio kong uencija
maja; uuele majale) é mais sie ina com ge manų negu com bal ų į aka. ou a de suas
mencionadas g ama icas p op iedades sabaliauskas ap esen a am como possí el
inas subs a o in luência à línguas bal as. Segundo os concei os a uais subs a o
in luência ge almen e começa a pa i sin aksês e onologia e oca apenas conhecidas
sa ea do ocodino, ais como na u eza e localidade e mos. uma ez que na língua
Li uânia não há one icos inoug ismos (kallio 2001) nem inoug iškos o igem pala as
nem pode indica opo ios nomeiamen os, isso é mais ácil aze p essupos ão, que
seman inas p op iedades são bal os in luência em línguas inas se ela não há
subs a o comum de alguma desconhecida língua passada.
pelo menos já da língua li uãs aonagininko como a inho u ilização é não inoug ų
subs a o, mas an es melho polkų língua in ocada. Mįslinge enómeno é inų
pa i y as, cujo uso bas an e bem co esponde ao uso do pa i y o kilmininko da
língua li uânica. em ou as inoug ų línguas não há pa i y o ca ego ia, mas
semelhan es eiškinias oco em polkų kalboje bem usų kalbos a mėse. ais isso pode
se conside ado bal os in luen e inas línguas, con a iamen e, negu manė
sabaliauskas. Pa i y ą e seus laços com língua li uãs kilmininku são mui o y ęs
La sas-gunna as La ssonas (1981a, 1984a e 2001). Menos p o a elmen e, que a in luência
de ambos os ipos de con ac os é mo ologicas das ca ego ias poslinkis. aigi línguas
li u ias k-liepiamoji nuosaka menkai elacionada com inas línguas, ambém como
ilia y o galūnė, po causa da qual já sabaliauskas oda jus amen e duejou como po
causa casualmen e emenanças suomias ilia y ą. po ém na amília de línguas
indoeu opeias unikali línguas li uanianas secundá ios luga linksnių sis ema le a à
explicação algum que seja subs a u, que da a in luência e inas luga linksnių sis ema aidai . y. isso não é comum inoug ų línguas bend ybė.
ge al No as a mais impo an e, conclusão ap esen an e sabaliausko a igo pa e é,
deja, mais a jų no en kaimynais Pabal ijo suomiais anumo são de á ias opiniões.
gy enusi. Pačioje s aipsnio p adžioje sabaliauskas eigia, jog „dėl bal ų san ykių su
inicialmen e ele ap esen a a ybinių a cheologų b iuso o e Moo os opinião, de aco do
com a qual daba inių
naujausias seno ės bal ų i inų kalbų kon ak ų
y imų penkiasdešim me is
suomios-ug ões p o ê iai i iam iii milênio an es de m. e. . eu opos mix os da aixa,
apêmusio e Pabal ijį, e é onse p incipalmen e caça e pesca e p oduzi am
duobė ąją-y dan ąją, ou šukinę, ce amiką. 109 / Mais a de, iii milenme ie an es m. e. ao
Pabal ijį chega am daba inių bal ų p o ê iai, que bem conheciam gy ulininkys ę bem
como žemdi bys ę e usa am co d elina ce amiką. Es a eo ia, diz sabaliausko, é man ida
i ou os consybiniai his o iikai e cien is as (sabaliauskas 1963: 109). al começo pa a os
lei o es de e le an a ques ões c í icas. como os a queólogos podem sabe , que
ce âmica p oduziu dos a uais suomios-ug ões ou bal os an epassados, em qual pa e do
mundo eles i iam e qual língua eles ala am? como eles podem sabe que alguns usuá ios
de língua p abal as não muda am ė sua língua com a mudança de ci cuns âncias e seus
descenden es hoje não alam em ou as línguas? como nós podemos sabe que odos os
ab ican es de ce âmica co d elinas, e só eles, ala am bal iškai do começo a é o im, po
milanmeios? a gí bal ai e inoug ai não são g upos linguis icamen e de inidos, cujas
de e minação pe ence à linguo y as, e não à á ea da a queologia? desg aça, es as
ques ões liga šiolei não são exal adas lingüo y o dos li uanos, só ainda décadas após
sabaliausko a igo discussão dominam a cheologiniai ex ai, nos quais bal iškumas e
inoug iškumas são ap esen ados como conhecidos p é-his ó icos a queologicos
cul u as qualidades não obs an e a gumen os linguís icos. se os concei os bal ai e inai
são de inidos como albedo es de línguas bal as e inas, en ão não se pode sabaliausko
manei a c i ica eino niemineno (nieminen 1934 e 1956) min ies
, k ad bal iški skoliniai são o igę não de bal ų p okalbės, mas de sua šiau inių a mių,
pelas quais alėjusius nieminenas chama a os an igos ku šiais. Unin in in elo
a gumen o sabaliausko e a, que sunku imagina a que ii milenme ie an es m. e. bal ų
p okalbė podia se des ilusi em sepa ados idiomas, pois ii milenmeciu an es m. e.
a queólogos da a am co d elina ce amiką. po ém nieminenas conside a a con ac os
signi ica i amen e ju enis e não elacionou deles com i eline ce âmica. ele ėmese
a gumen os sob e emp és imos one ines p op iedades, que con i ma am que a sua
on e oi mais ecen e do que bal ų p okalbės. é e dade que o pe íodo dos bal os
p okalbės não pôde se concluído co d elina ce âmica epochoje, mas isso signi ica
que e seus con a os com ug is o opiniões sob e bal os e inos con ac os peikando,
inų p okalbe u ėjo į yk i ėliau.
oliau sabaliauskas pa eikia „užsienio kalbo y ininkų“ . y. homseno i ino-
que elas apoiadas apenas lingubiniais a gumen os. Aqui sabaliausco engus a: be
linguá ios a gumen s, suomias inoug is as opiniões o am apoiadas e a queólogo
al edo hackman eo ia sob e suomias mig ação nossa e os p imei os seculosiais
(hackman 1905). naquele pag indu se älä e ou os inoug is ai da a am con ac os
empo an es mig ação, . i. nosso e os começo. com isso de a o oi o emen e
apoiada homseno opinião, que inų p okalbe alė a eas e n usijoje liga pa sla ų
ekspansijos Vii e Viii a. (plg. jun ila 2012).
110 ac a Linguis ica Li huanica LXXI sabaliauskas menciona que kazimie as úga e a
san e i jun iLa
endęs encel i bal os kon ak os em quan o anks esnius empos (1000500 p . k .),
mas esqueça que úga isso passeibou do suomių o ois o e e o ka s eno e suedos
inoug is ų ka lo be nha do Wiklundo (būga ge mana 1921). ka s enas, Wiklundas e
bóga p ocu ou da a baseando-se a queologia. aigi Moo os eo ia não e a ão
no a e unikali, como sabaliauskas que ia ap esen a .
a e dadei a e olução nas línguas inas an esis o ê signi ica a só ge manis o
jo mos koi uleh o (19342014) abalhosi no inal do ois uno ano dez. inicialmen e
koi uleh o (1972) apoiou Moo os eo ia da con ínuidade, mas abandonou sua obse ado
em línguas inas e em ou as oca inas inoug as línguas po bal iškąja skolinių
sluoksnį anesnį šiau ės aka ų indoeu opie išką, p iešbal osla išką-p iešge manišką
sluoksnį. A base de disseminação do no oes e indoeu opie iški skoliniai são ob idos da
egião do Ma Bál ico, de modo que eles podem se elacionados com a chegada
p a inos a Pabal ijski e p imei os con a os com locais indoeu opiečiais (koi uleh o
1983). po azões one ís icas bal iški skoliniai de e se signi ica i amen e mais no os.
aigi, inoug is ai já há mui o empo nebesieja inos e bal os con ac os da as com
ba cos de comba e ki ias cul u a apa ecimen o. koi uleh o e seus amžininkai
in oduzino eles no neoli o inal kiukaineno cul u a, mas seus núme os de anos
(ca pelan-Pa pola (2001: 8990) mencionou 23001600 m. b. k .) mui o não di e iam do Moo os
da e imen os. isso oi possí el de ido a que na no en a década os a queólogos
começa am a usa calib u os c14 da e imos, que indica am cul u as p é-his ó icas
exis en es anesnes, negu man a (ca pelan-Pa pola 2001: 5558), i. i. odas as da as nusikėlė
em anks esnius empos. Moo a inicialmen e ma inhei os combas machados ( i elinas
ce âmica) cul u a da a a 20001800 m. BC. k ., po ém de aco do calib ados da imos eles
começa am já 32003000 m. BC. k . (Pa pola 2012: 129). queis a, quando em algum luga
lie u iškoje li e a ū oje ( . p. k 2006) ainda minimi senieji nekalib uo i me ų skaičiai.
Con empo âneos calib ados da imas indicam cla amen e que bal os p okalbės não de e
se ece com i eline ce âmica, is o que naquela época li uãs língua e ia de ha e
pe manecido quase inaki usa milha esmeios (koi uleh o 1983: 136). mečių sandū oje
inoug is ų nuomonės spa čiai kei ėsi pe pas a uosius dešim me ų i ūks an-
ei as gene alizações, ais como ca pelan-Pa pola 2001, é kinė-duobelinė ce âmica,
jau pasenę (ž . Pa pola 2012: 119–21). be eik isi šiais laikais p ipažįs a, kad šu-
di undida desde 4200 b. k ., é demasiado dis an e pa a que a possa se ligada com inų
p okalbe (aikio 2012: 9899). língua não pode pe du a imu an e ão po mui o empo. além
disso, nas línguas inoug ões há e comuns me alú gica e mos de, emo endo
da as idas da idade da ped a, e compa a no os a ijų skolinių, que i e am de se
ob idos an es inos chegada à cos a do ma Bál ico (Pa pola 2012). maio ia da jo em
ge ação inoug is as abandona am a suposição de que a disseminação das línguas
semp e deixa a pegadas a queológicas (aikio 2012: 81, 97102). pa e deles ko i uleh o jo
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suMMa y in e ms o innic loanwo ds in bal ic and bal ic loanwo ds in innic, he main conclusion
o sabaliauskas is s ill alid: he oldes bal ic bo owings ha e eached he P o o- innic s age,
whe eas all innic bo owings in bal ic languages a e much mo e ecen . howe e , se e al
loanwo d e ymologies p esen ed by him ha e been p o en e oneous, and many new e ymologies
ha e been p esen ed. he e o e, some claims, which s ill occu in ecen Li huanianguages ha e
globally enabled e alua ion o he g amma ical simila i ies be ween bal ic and innic languages in
language li e a u e on cul u al his o y, ha e become obsole e.
he de elopmen o linguis ic ypology and inc easing knowledge o he s uc u es o lan-
a way ha was no possible e e be o e. some sha ed ea u es men ioned
by sabaliauskas ha e been shown o be acciden al, bu some o he s a e s ill being conside ed
con ac -induced.
124 ac a Linguis ica Li huanica LXXI con ac s, has become obsole e o wo easons, which ha e no
san e i jun iLa
eached he Li huanian o bal ologic discussion so a . i s ly, he e ymological s udies o jo ma
he mos subs an ial pa o sabaliauskas pape , dealing wi h he p ehis o ic con ex o he
koi uleh o since he 1970s ha e e olu ionized ou unde s anding o he ela i e ch onology o
p ehis o ic con ac s be ween u alic and indo-eu opean languages. secondly, he 20 h cen u y
p ac ice o equa ing language, a chaeological cul u e and gene ic ( acial) ea u es in he pas has
p o en o be e y p oblema ic. ins ead o sabaliauskas neoli hic da ing, he b onze age seems a mo e
likely con ex o he bal ic- innic con ac s.
Į eik a 2014 m. ou ub o 26 d.
san e i jun iLa
Uni e sidade de Helsinki
Ins i u o das línguas inomias, inų-ug ų e escandina os e li e a u as
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