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Perceptyviosios dialektologijos instrumentai ir tyrimų kryptys: variantų arealai mentaliniuose žemėlapiuose (Biržų atvejis)

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Perceptyviosios dialektologijos instrumentai ir tyrimų kryptys: variantų arealai mentaliniuose žemėlapiuose (Biržų atvejis)

Author: Daiva Aliūkaitė; Danguolė Mikulėnienė
Year: 2016
Source: https://journals.lki.lt/actalinguisticalithuanica/article/download/877/968
S aipsniai / A icles 89
DAIVA ALIŪKAITĖ
Vilniaus uni e si e as
As di eções de pesquisas acadêmicas: geoling is ica,
pe cep i ioji dialek ologija, socioling is ica, kogni y ioji ling is ica.
DANGUOLĖ MIKULĖNIENĖ
Ins i u o dos idiomas Li uãos, Uni e sidade de Vilniaus
Mokslinių y imų k yp ys: geoling is ika, bal ų kalbų
dialek ologija, sinch oninė i diach oninė akcen ologija,
mo onologija, his o ia kalbos, his o ia lie u ių kalbo y os.
PERCEPTYVIOSIOS
DIALECTOLOGIJOS
INSTRUMENTAI IR TYRIM
CRYPTYS: VARIANT
AREALAI MENTALINIUOSE
ZEMLAPIUOSE (BIRŽ
ATVEJIS)
Pe cep ual Dialec ology Ins umen s and
Di ec ions o Resea ch: A eas o Va ian s in
Men al Maps (Case o Bi žai)
ANOTACIA
O a igo discu e nes a possibilidade de aplicação das disposições da pe cep y iosios
dialek ologijos nos es udos de a ian iškumo egional dos li uanos, além disso, ap esen a-se
umpa his o ia da o ma imosi p incipios da pe cep y iosios dialek ologijos. Ti iamosios a igo
pa e undamen o cien í ico p oje o Bend inės lie u ių kalbos ie a men aliniame lie u ių
kalbos žemėlapyje medžiaga. Com base em um dos pon os do p oje o dados de pesquisa ealizada
na zona Bi žų geolek o , o a igo demons a-se como as pesquisas baseadas nos p incípios da
pe cep y iosios dialec ology podem se in eg adas in es igando adicionais a mos Li uães e no os seus de i inos.
DAIVA ALIŪKAITĖ, DANGUOLĖ MIKULĖNIENĖ
90 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIV
O a igonyje maio a enção olkiam a o chamado mapélapio de lápis (an. d aw a map)
a e a de Bi žų geolek o zona dados. Su okimo isoglosias pobūdis e densis jo ens
bi žiečių peš iniuose mapasapios e ela que p os ieji língua comunidade memb os em
di e en es a miškumo como dis ingui i os aožų imagindinos. Os jo ens bi jãos
penš iniai mapas mos am nãocon lik inį elação com código ambien e, e isso em sua ez
b êžia op imis ines Bi žų geolek o pe spec i es.
ESMINIAI VOODŽIAI: pe cep i ioji dialek ologija, men alinis žemėlapis, kalbinė gim ip inciples o
nė, lie u ių a mės, Bi žų geolek as.
ANNOTATION
The pape discusses he possibili ies o applica ion o he p inciples o pe cep ual dia-
lec ology in he Li huanian egional a iabili y esea ch. In addi ion, a b ie his o y o he
pe cep ual dialec ology o ma ion is in oduced. The ounda ion o he esea ch pa o he
pape is he ma e ial om he scien i ic p ojec S anda d Li huanian Language Place in he
Men al Map. On he basis o esea ch da a o one o he a ea poin s he geolec o Bi žai his
pape shows how he esea ch based on he p inciples o pe cep ual dialec ology can be
in eg a ed in o he s udy o adi ional Li huanian dialec s and new new a ie ies. The a icle
ocuses on he da a o he ask d aw a map in he a ea o he geolec o Bi žai.
The cha ac e and densi y o pe cep i e isogloss in he d awn maps o he young esiden s o
Bi žai e eals ha he o dina y membe s o he language communi y ha e di e en images
o dialec icism as dis inc i e ea u es. The d awn maps o he young esiden s o Bi žai show
a non-con lic ing ela ionship wi h he code o en i onmen , which, in u n, d aws op imis ic
p ospec s o he geolec o Bi žai. KEYWORDS: pe cep ual dialec ology, men al map, linguis ic
homeland, Li humo possibilidades Li uães egional do a ian iškumo y imuose. Baseia-se
anian dialec s, geolec o Bi žai.
Šiame s aipsnyje ap a iama pe cep y iosios dialek ologijos nuos a ų aiky-
eó ico me odológico de pe cep y iosios dialec ology e analí ico egional a ian iškumo
discu sos (pi miausia geoling is inės min ia sklaida). No mundo ais pesquisas não são no as.
Šiuolaikinės pe cep y iosios dialek ologijos p incípios já adap ados JAV, Reino Unido, Japão,
em alguns países eu opeus. Úl imo décimo ano ambém gausėja des e pa adigma de abalhos
na Li uânia (plg. Aliūkai ė 2009; Aliūkai ė, Me ky ė-Š a cienė 2012).
A igos A icles 91 /
Pe cep y iosios dialek ologijos inst umen ai i y imų k yp ys:
a ian ų a ealai men aliniuose žemėlapiuose (Bi žų a ejis)
Em mais an igos abalhos de admė y ado es li uanos de na u eza
socioling is inio ambém se passaiikyda a concep uais jungčių com
pe cep y iosios dialek ologijos disposições (ž . G umadienė 1980: 9193;
Kačiuškienė 2003: 8891; Kačiuškienė 2004: 103108; Kačiuškienė 2005: 4954; Kačiuškienė,
Ba ydy ė 2006: 814; Tumėnas 2003: 238242; Tumėnas, Račkauskas 2004: 222224 e k .),
po ém um dos mais impo an es componen es do es udo pe cep i io a a e a do
mapa men al a é ago a não é sis ema icamen e aplicada. Assim, o obje i o des e
a igo pademons a , como disposições de pe cep y iosios dialek ologijos
podem se aplicadas in es igando adicionais a mes li uãos e no os seus
de i inos.
Todos o a igo ap esen ados empi icas insj algos ilus ações do p oje o cien í ico
Bend inės kalbos ie a men iniame lie u ių kalbos žemapapėje ma e ialageoling is inės
ga1. Pe 2014–2016 m. laiko a pį, naudojan pagal pe cep y iosios dialek olo-
gijos p incipus pa eng ą empi inį y imo ins umen ą e balizuojamoms i i-
zualizuojamoms men aliniuose žemėlapiuose sąmoningosioms nuos a oms i i,
kompe encijos y imas ealizado em algumas e nog a iniuose egiões da Li uânia
(pon os im į ž . 1 ig.). 1 PAV. P oje o Bend inês luga da língua no men al mapeamen o da
língua li uânica pon os de pesquisa
Rengian p ojek o Bend inės kalbos ie a men aliniame lie u ių kalbos žemė-
lapyje ins umen ą, guiu ando-se pelos p incipais de o mação de anke as dialec ologicas,
socioling is inas, . i. siek a escla eškin i e za ikso i 1 P ojek as Bend inės kalbos ie a men aliniame
lie u ių kalbos žemėlapyje engiamas pagal Lie u os bend inės kalbos, a mių i ki ų kalbos a mainų
unkciona imo i kai os y imo y imo p og ama. 20112020 m. Jį inancia Es adoybinė lie u ių kalbos
komisija (p ojec o ado ė doc. d . Dai a
Aliūkai ė).
DAIVA ALIŪKAITĖ, DANGUOLĖ MIKULĖNIENĖ
92 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIV dados sociodemog á icos dos inqui idos, que
nas e apas subsequen es do es udo o nam-se p imá ia e e ência da
classi icação e sis ema ização dos dados, de modo que os inqui idos inham de
indica a idades, o sexo, o igem e local de esidência. Ty ime pa icipou mais que
2000 jo ens. Nes e a igo não se o ien a em odo o p oje o de dados macisi o,
pe cep y iosios dialek ologijos disku są p e ende cons ui só ilius aciniu
p incípio, po an o abo daamà só de um egional cidade escola jo em
geoling is inė compe ência. Todos os dados do p oje o se ão discu idos em
de alhe em ou os abalhos cien í icos de disseminação do p oje o.
Geoling is inė kompe encija é conhecimen o e habilėjimas econhece o
a ian iškumo da língua e o elaciona com ce os a eais geog á icos (i. i.
e i o iškumo in amaisiais), socialiniais (i. i. socialiniais in amaisiais), cul u ais
(i. i. in amaisiais kul ū iniais dimensijomis). žiú iu e sua geoling is ís ica
Šio s aipsnio y imo objek as – y ų aukš aičių pane ėžiškių pa a mei
p iski iamos Bi žų apylinkių šnek os e inimas jaunųjų Bi žų gy en ojų po-
compe ência.
Pon oėž ina, que o modelo de pesquisa geoling is ís ica compe ência
comunidades de Li uânia egionas não é só mecânica con empo anias
pe cep y iosios dialec ology acessos epe o ė: consis en emen e se es o ça
segui o p incípio de pe cep y iosios dialec ology, es a pa adigma dis ingui do
ou os ou os linguís icos disposições écnicas de pesquisa, quando in es igadas e e balizadas, e isualizadas línguas
a o ojų nuos a os.
1. REGIONINIS VARIANTIŠKUMAS PERCEP-
TYVIOSIOS DIALEKTOLOGIJOS POŽIŪRIU s o ų Ch is Mon gome is e Joana Beal,
Kaip aikliai pas ebi ieni iš šiuolaikinės pe cep y iosios dialek ologijos a -
pe cep i ioji dialek ologija é em alė oja o ien ada pa adigma (an.
speake - ocused pa adigm) (Mon gome y, Beal
2011: 121).
A ques ão da compe ência geoling is ís ica na io da comunidade de linguagem
simples começou a le an a -se no mesmo momen o, quando na Eu opa começa a
elabo a os p imei os a las a mių, plg. In es imen os de Geo go Venke io na
Alemanha, Jules Louis Gillié on em F ança (Mes h ie 2003: 4475; Sch ambke 2010:
87106). C í ico simples da comunidade de linguagem na io a aliação do ambien e
lingubiné em a ian iškumo análise discu są p imei os incluukê Cien is as da Holandijos e Japonijos.
A igos A icles 93 /
Pe cep y iosios dialek ologijos ins umen ai i y imų k yp ys:
a ian ų a ealai men aliniuose žemėlapiuose (Bi žų a ejis)
1.1. Pe cep i ioja holandês dialec ologia
Na Olandijoje pe cep y iosa dialec ologia começa dei i i o em 1886, quando
apa eceu Pie e io Willemso pesquisa anke a, cuja uma pe gun a des inada a
escla ece , onde comum dos memb os da língua comunidade ala o mesmo ou
simila men e como e no seu i en e najeo (Goeman 1999: 138139, P es on
2010: 89).
O p imei o sis emá ico es udo das pe cepções dos limi es (an. pe cep ual dialec
bounda ies) oi ealizado já XX a., 1939 m., po expedições de es udo dos holandos
(Mon gome y, Beal 2011: 123). Uma na pa e do ques ioná io (an. Ques ionnai e #8)
o am o necidas duas pe gun as de conscien idade a minio. Pi muoju (caip e
1886 m. Willemso klausimyne) explicin asi simplic o linguagem comunidadees na io
gebėjimas ski i sa osios kalbinės aplinkos aišką – . y. ku , i iamojo nuomo-
ne, ala-se assim mesmo ou quase assim mesmo como e no seu habi amoje localo .
Segundo cla i icando-se opos os assun os, onde se ala comple amen e
nei pa eikėjo gy enamoje ie o ėje. Be o, i iamųjų p ašy a pa a dy i speci i-
nių ie os kalbinių b uožų (Rensink 1999 (1955): 3).
di e en e (ski ingai) Ou a e apa de es udo dos e mos holandês […] 1944 m.,
quando, guiando-se acumulada pelo ma e ial da ques ão dos e mos holandeses,
mąjį umpųjų odyklių me odą (ol. pijl jesme hode) (P es on 1999a: xx i–xxix):
An onius A. Weijnenas c iou adina odyklėmis y ėjas sujungė um locais com
ou os […] eles e am conside ados como ão usados ou mui o semelhan es com o
seu p óp io dialec o. Assim, com base nos dados de conscien idade a minio,
ob e imaginá eis a mių a ealas. Tęsdamas Weijneno abalho, 1955 m. W. G.
Rensinkas p epa ou desc end in ą subjec i ųjį Olandijos a mių žemėlapį. A
jus iça, ao elabo á-lo, baseia-se apenas nas espos as da p imei a pe gun a
sob e a semelhança dos e mos (Gooskens, an Bezooijen, Ne bonne 2013: 569).
Pab ėž ina Rensinko p e ê que o mapa subjec i o se a ouo ina como
empo á io (Hee inga 2004: 12). Assim cla amen e exp essa-se insj alga, que os
subjec i iais mapas e le em kin anços imaginá ios sob e a mių a ian iškumą.
Assim e subjec i os, e objec i os mapas mos am apenas de ce o pe íodo
si uação: no p imei o caso e li imi imagensni, segundo o a minių peculia idades dis ibu ion.
Pe cep i ioji japonų dialec ologia 1.2.
Dialek os pe cepção a enção é dedicada e nos p imei os abalhos de japonas
dialec ologia, publicui os em 1927. (ž . Mon gome , Beal 2011: 124). Fundamen al
no eikale Japonų dialek ologija (1954 m., ja. Nihon hôgengaku) japonų
dialek ologijos clássico Misao Tôjô išdės ė požiū į, que de e minando

DAIVA ALIŪKAITĖ, DANGUOLĖ MIKULĖNIENĖ
94 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIV
dialek ų egionus eikia a siž elg i į ai, kaip juos su okia pap as i žmonės. Ti-
pe cepções iciais eme giskam p ecisamen e aqueles linguinos aožus, que
ajudam dis ingui um e me dos ou os (ci . de Siba a 1999: 39). eleje e a
Pažymė ina, kad adicinės pe cep y iosios dialek ologijos p incipai Japoni-
di e en es do que Olandijoje: os úl imos accen a o dialek os semelhança, japões
cien is as i iá eis pede am classi ica dialec os segundo g aus de di e ença
mú ua.
Te minium conscien izismo es abelece Os lingüis as japoneses pedi am a alia
kaimelių šnek ų a ian es como: 1) nesiski iančius; 2) um pouco esquisa ão; 3) bem
bem se dis inguianços; 4) quase incomp eendidos (Siba a 1999: 40). Os in es igados
e am ques ionados ês adicionais pe gun as, des inadas a escla ece : se há
algum luga ao edo , que é bem conhecido po a es anha a ian e de ala; se os
inqui idos, ou indo algo enquan o alguém ala, podem iden i ica de que á ea é
aquele alan e; ou, quando e a pequeno, lhes não pa eceu, que do ila ejo izinho
jimo a ian as y a keis as (Siba a 1999: 60).
Klausimų logika, . y. ski ies, o ne panašumo aspek as, lėmė, kad Japonijoje
não e a possí el aplica o mé odo kalbė odyklių. No en an o, ob idos dados de
conscien idade in e minio os pesquisado es japoneses ambém ma ca am nos
mapas eles u iliza am pe cepcões de limi es de ma cação écnica (plg. Mase 1999
(1964): 7297. Di e en e lógica de pe gun as anke á ias semelhança ou di e ência
iden i icação o nou-se lem inga dos mapas subjek í ios (ne) ikslumo e suas (ne)
con o midade aos mapas objec i iais p ízas imi: Os a hões Holandeses, po
p incípio subjec i os, mos ado es, mapea am mui o mais co elia am com os
mapas objec i os do que os japoneses.
Šiuolaikinė pe cep i ioji dialek ologija: acessos e
ins umen os 1.3.
Olandijoje i Japonijoje susi o ma usios adicinės pe cep y iosios dialek o-
logias, que consolida am a pe spec i a ma io da comunidade de linguagem p on a
nas classi icações de a ian es egionais, o am es endo os no inal XX a. Aqui
p incipalmen e menė inos ep esen an es da dialec ologia e socioling is ica
japoneses, po exemplo, Kikuo Nomo o (19993): 6369 sumodelia ęs linguís icos
izoglosių i ski umų (a similumo) da ha monização izoglosių (an. pe cep ual
isoglosses)2 p incípios, ou Fumio In (1999): 14715 expandido samp a do e mo
dialec o (an. dialec ) e see image. k . 1999b: 161. P es on
A igos A icles 95 /
Pe cep y iosios dialek ologijos ins umen ai i y imų k yp ys:
a ian ų a ealai men aliniuose žemėlapiuose (Bi žų a ejis)
Tačiau šiuolaikinė pe cep y ioji dialek ologija pi miausia siejama su Denniso
R. P es ono penkių komponen ų pe cep y iojo y imo modeliu (P es on 1989a;
1999a: xxiiixl; 1999b: 359373; 2002: 57104), que, Ka ie Wales (2006: 57 66) a i maim, D. R.
P es onui lėmė a mais signi ica i a ep esen ação des a di ecção. Como
mencionado, o modelo de es udo pe cep i o de D. R. P es on inclui cinco componen es
a e as: 1) a e a de um lápis de a iões mape (an. d aw-a-map); 2) in e mediá ios
a iões egula idade e a aclidade (an. co ec and pleasan ) a e a de a aliação; 3)
da medição das a ian es de di e ença (an. deg ee o di e ence); 4) a a e a de
econhecimen o de dialec os (an. dialec iden i ica ion); 5) concep ual a aliação
a e a (P es on 1999a: xxxi xxx ). Peš inis das línguas a iadas mapélapis. Du an e
a p imei a a e a, os es udados dão-se um mapa da á ea, no qual é p eciso sužymė i,
de ini a ian es ( a mes). Zadaduo ies mapápisis pode se ás icas ou com
qualque que seja o ien y ais (geog á icas, adminis a i as, e c.) (ex aiu s .
P es on 1988: 379392; 1999a: xxxi xxx ; Aliūkai ė 2009: 167169). cog ni i ely eal) (P es on
2013: 169). Assim, embo a e não exa oslus, ele e le e a i os consumido elação de
Kaip pab ėžia P es onas, kogni y iuoju (pažin iniu) požiū iu i iamajam nu-
pieš as ( . y. su į ai iomis a ian ų ibomis i pan.) žemėlapis y a ik as (an.
com a ian iškumu. Recognizado ou não econhecido a ian iškumo pode
de e mina dilbinį compo amen o ma io comunidade. Po an o, guiando ais
nupieš ųjų mapápii in o mações, é possí el a alia obje i ųjį a ian iškumą e
p ognos ica egionalinių a ian ų kai ą bei aidą. Te minais a aliação de a ian es
egula idade e a a lidade. Ao o ganiza um es udo de a aliação da egula idade e
a ação das a ian es in e linguís icas, a a e a dada aos inqui idos su ei inga e
a alia as a ian es segundo a ian es implica in o mação sob e a (ne)segu idade
linguís ica das comunidades inqui idas, o chamado (ne) is e iškumo dialec o (an.
aisyklingumą i pa auklumą (P es on 1999a: xxxi –xxx ). Toks klasi ika i-
mas, a siskleidžiančios pap as ųjų kalbos bend uomenės na ių nuos a os dėl
diale in e io i y complex)3. No malmen e, ao ealiza es a a e a, os inqui idos são
o necidos p eenche em escala de a aliação de di e encial semân ico (plačiau e .
P es on 2013: 170). Ano ece-se que concep ualmen e es a a e a elacionada com a
época linguís icas disposições (caip socioling is ikos pa adigmas) discou se
espė o adas Howa d Giles, Richa d Y. Bou his e k . concepções p igim inės [ga sų,
a ian ų] alo es hypo hese (an. inhe en alue hypo hesis) e p imes ų no mų
hypo hese (an. imposed no m hypo hesis) (Giles, Bou his, T udgill, Lewis: 1974 405406).
P igim inas hipó eses de alo au o es na opinião dos au o es, algumas linguagens
a ian es soa ag adá el, eles são a auklesni e po isso adqui ja p es igiosidade. O
com base p imes ų 3 Po es e Takesi Siba o concei o c . Inoue 1999: 148.
DAIVA ALIŪKAITĖ, DANGUOLĖ MIKULĖNIENĖ
96 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIV
no mų hipo eze, a ian ams p es ižiškumo e ę su eikia kul ū inės no mos –
po exemplo, do pad ão a ian e (Lie u oje bend inės kalbos) pode de e mina o
p es igiiskismo s a us da língua es a al e e c. Te minių a ian os di e ência
ixação. A endendo à a e a de de e minação de a iações de di e ença (an.
deg ee o di e ence) (P es on 1999a: xxxi compa ando com suas p óp ias
xxx ), pe cep y iojo y imo daly iai a ian us klasi ikuoja pagal ski ingumą,
egiono língua a ian e. A ae-se a a enção, que es a a e a co esponde japões
pė o a modelo de conscien idade a minio. Dialek os econhecimen o. Pe
dialek os a econhecimen o (an. dialec iden i ica ion) a e ao į (P es on 1999a:
xxxi xxx ) in es igamieji ou i ex os-s imulų, iden i ica ou imen o a ian e e
elaciona ele com algum que seja a ealu. A aliação concei ual. Pe a a e a de
a aliação concei ual ensa o opinião sob e a a e a ealizada ou a ian es de
kami kokybiniai duomenys (ang. quali a i e da a) – i iamieji p ašomi išsaky i
linguagem em ge al, e c. (P es on 1999a: xxxi xxx ).
Como is o, P es on cinco componen es de pesquisas écnica em essência é
d ina ė: ab ange e e balizá eis, e isualizá eis ní eis de disposições.
Menciona-se que um dos mais impo an es componen es da pesquisa do lápis, ou
ou a men al, mapeio, a e a me odologicamen e elacionada com o pa adigma
da geog a ia cul u al (Mon gome y, Beal 2011: 128129). Po ou o lado, nos mapas
men ais desenhados in es igados pe cepção isoglosês liga o mapa de P es on
com pe spec i as de adicionalis as pe cep y iosios dialec ology holandes
cu os indicado es mé odo e japonês pe cepcões de ma cação écnica. Ilgaíno
acessos con empo ânea da pe cep y iosios dialec ology espalhado, cinco
componen es dos es udo pe cep i io modelo o nou-se apenas p imá io
p o ó ipo, que cons an emen e p eenchido uni o moka ou aloka a ian iškumo
pe spec i a de a aliação. No en an o, apesa de ce as d i ças e acessos
adicinė, iek šiuolaikinė pe cep y ioji dialek ologija, nai iojo y ėjo ž ilgs-
niu iden i ikuojan i kalbinį a ian iškumą i k aš o aizdį, išlieka desk ip y i
a ian izidade, an o e mul idiama é.
A desc i i idade des e pa adigma é c í ica e e lexi a. Ao con á io que
con empo ânica in es igado a a mė y a, pe cep i ioji dialek ologija é
desc ip i i concep ualmen e, i. i. iden i ica não qual a ian iškumas é, mas qual ele é
ao ingênuo consumido e a aliado .
A igos A icles / 97
Pe cep y iosios dialek ologijos ins umen ai i y imų k yp ys:
a ian ų a ealai men aliniuose žemėlapiuose (Bi žų a ejis)
2. VARIANT AREALAI MENTALINIUOSE
ŽEMĖLAPIUOSE
2.1. Li u iškasis ques ionimyn
Pa a os dados dos p oje os acumula p epa ada anoniminė sąmoningųjų
nuos a ų anke a.
No inqué i o de es udo, aos pa icipan es do p oje o é o necida d ejopa
a e a de mapeia de lápis (ž . Fig. 2).
Pa e 1 Pa e 2
2 PAV. P oje o Bend inês luga da língua no men al no mapa do idioma li uano mapápio a e a
Como is o de Fig. 2, o p imei o componen e do modelo de es udo pe cep i io de
P es on a e as de mapa de lápis pesquisa in eg a de imedia o á ios pe a
cep y iojo y imo elemen us. Pieš inio žemėlapio užduo ies pa ikslinimai (Pa-
ašyki e, kokia a mė, pakomen uoki e, kaip ją e ina e – g aži a neg aži, aisyklinga
ne aisyklinga e e c. e anke os a e a Fig. 2.) implicou mais cla amen e a
segunda a e a de dialec ologia pe cep i io a ian es de egula idade e
a ação.
A a e a do mapeamen o men al ambém es á di e amen e elacionada com a
qua a pe cep y iosios dialec ology pesquisas econhecimen o de dialec o
a e a. Espe a-se escla ece na consciência dos memb os da comunidade de
linguagem comum įsi i inusių sis ema de pe cepção das a ian es egionais
isoglosias, à qual não p ecisa s imulos, pa a que seja ac ualizu (z . 2 ig. 1 mapa. O
mesmo pode-se dize e sob e bend ines lingua a ealus (z . 2 ig. 2 mapélapį). Na
opinião dos in es igado es, isualizada kalbinė nuos a a memb os da comunidade
das línguas simples em mapas pode e mais con eúdo do que apenas e balinis a aliação de a ian iškumo do idioma.
DAIVA ALIŪKAITĖ, DANGUOLĖ MIKULĖNIENĖ
104 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIV
P ecisamen e al dos poucos conhecimen os ( ambém e e oneos
nių) sis emos lemia a ian iškumo koncep ualiza imo nenuoseklumą.
Dalyje pieš inių žemėlapių a sispindi ik a ski ų ie ų, kaip a minių zonų,
imagemdiiden i icação, i. e. no mapeamen o penš iniame in es igados como
luga es de ala in e minio ma ca apenas zonas conc e as, e a disposição sob e ou os luga es linguís icos códigos não-
nu odoma (ž . 8 pa .).
Quando os es udan es em mapas canš inos di e enciam zonas de códigos
a mínicos e não a mínicos, obse am-se duas p incipais endências de
iden i icação de ais zonas a mínicas: 1) os es udan es ma cam apenas a zona
de 51 lingubinas (pelo e mo e Die cks 2002: 52); 2) os es udan es a ibuem um
ce o, pode íamos dize p o o ipine zonas de códigos a mínicos em mape
canš ino (pág. 8). Só kalbinę na alina em mapeamen o a láš , no a 7,22 p oc.
i iá eis (ž . Bi ž_1(4)_V03, Bi ž_1(4)_V01 mapaėlapius Fig. 8). Mapas men ais, nos
quais kalbinė gim inė isualmen e ou e balmen e iden i ica-se como zona de
alamen o in e minio, mos am obje i ų i iamųjų elação com epe ua ais de
códigos lingüís icos seus habi amoje ambien e.
Kon lik inį san ykį (ben seu p essupos o) com o código do ambien e kalbinės
men iniame žemapyje a skleis ų kalbinės gim inės a ibujimas nuo a minės
aiškos, po ém Bi žų zonos elimina de a minių kodų pieš inio žemapio não
lins ama. Vos 3,09 po cen o. a zona dos Bi žų não pakliū a en e os codos a minių
zonas (pijzdžius c . Fig. 9).
Ne 69,59 po cen o. A eal da língua de es udo ma cou en e os códigos de a m
(pa y, Bi ž_1(4)_M30, Bi ž_1(2)_M03, Bi ž_2(2)_V11, Bi ž_2(4)_V18 mapėlapius e Fig. 8).
A zona de geolec o de Bi žų não eliminada mesmo e a pa i de ais mapas de
lápis, nos quais in es igam os apenas sepa a am alš aičius e zemaičius (ž .
exemplos de mapas de lápis igu a 7). Tendo em is a isso, os mapeamen os de
pincel mos am uma elação não-con lic inho com o código ambien e, o que em sua ez b ėžia op imis ines
Bi žų geolek o pe spec i ai as.
No en an o, as espos as dos jo ens bi jães a ab idó io ques ioná io ques ão
sob e a miamen e alan e humano asocia ų indicam que o egional
a ian iškumo concep ualiza imas é mul iasluoksnis e nenuoseklus. Os mesmos
jo ens bi žiečiai indicam esan ys ep esen an es do código a minio mesmo 82,14
% dos in es igados a i ma am alan es a miškai ( aim ambém ê. Fig. 8) e
penš iniame map map mapapyje Bi žų zoną ma ke ėjo como a minio código zoną,
po ém, chamando a miškai kalbančio žmogaus asocia us, ne engė a i iba -se do
ipiško a minio kodo a s o o. 30,61 po cen o. das espos as in es iga i as
yškėjo no sen ido amplo opoziciniai a iamieji, po exemplo, elho ( y esnis) homem; homem do campo; menquesnio de e udição e

S aipsniai / A icles 105
Pe cep y iosios dialek ologijos ins umen ai i y imų k yp ys:
a ian ų a ealai men aliniuose žemėlapiuose (Bi žų a ejis)
pan.4, . y. a miškai albančio humano socioling is inis e a o a ibuição a pa i dos mesmos
i iá eis e a o: jo ens, habi an es na cidade, besila inan es de pessoas. e não de cono ações
Ki a e us, socioling is inio po e o s uk ū oje esama daugiau eigiamų,
nega i as dėmenas (p z. : Bi ž_1 (2) V08: com um homem comum, com quem pakalhã se o na di e ida;
Bi ž_1 (2) V13: com unção de en o da sua egião; Bi ž_1 (4) M08: com suas a mę poselėjanças
pessoas; Bi ž_1 (4) V06: uma pessoa que pag ažinando ou puoselėjando a sua his ó ia; Bi ž_1 (4) V13: com
nascime; Bi ž_1 (4) V20: mais ácil e mais ápido susišnekção com amigos e ou os; Bi ž_2 (2) M14:
a mialmen e alan e homem mais a osse ando). Ano e-se que in es igados, a é e associcijuodami
a mialmen e alan e homem com kaimu ou ancião idade alė oju, es as ca ac e ís icas
socioling is iniam a miškai alan e humano po ai o necem como objec i ius, e não quali iccinius
ma cenis, p z. : Bi ž_1 (2) V06: a miosamen e alando homem asocijuojasi com às ezes.
En epi ien es abe os de espos as po causa a miamen e alan es pessoas asocia as são
pa icula men e e lek y ių, p z. : Bi ž_2 (4) M41: às ezes com kaimiečiu, mas só às ezes; Bi ž_2 (4)
senu žmogumi, ku is išlaikė, išsaugojo sa o a mę; Bi ž_2 (4) M16: su kaime gy e-
nančiu žmogumi, ačiau ai nė a blogai; Bi ž_2 (4) M41: ka ais su kaimiečiu, be ik
M16: com um po o que i e na aldeia, po ém isso não é mau. Tokie conside andoys espos as mos am
in es igado in e essada, esponsá el espos a. Considi a, que o egional a ian iškumo
concep ualizamen o nenuoseklumas (pa y example, eu albu a miškai, minha kalbinė gim inė é
a minių kodų zona, mas meu a miškai kalbančio žmogaus p o o ipo é elha ( y esnis) žmogus do
campo) é aiški e i a a e e ência em a minių kodų daugiasluoksniškumą. Como e obje i ojoje
a mė y oje ho izon al a ian iškumas pode se di idido de aco do ele an inių e ou os aožos
sclaidá e in ensi idade (plg. Aliūdingo e simples memb o da comunidade da língua, só, cla o, nes e caso
não c iadas aiškias de um pag indo classi icação schemas. A pa i de ais eklek iços mapasapios e
sumišusių disposições como jus e econs uo ina p on s o alido io mul iasluoksnio a ian iškumo
expe iência. A econs ução da pe cepção a ian idade são pa icula men e signi ica i os aqueles
kai ė, Mikulėnienė 2014b: 260–262). Tas pa s p incipas, kaip ma y i, y a bū-
penš iniai jo ens bi žiečių mapas, nos quais sepa adas zonas a minės não apenas iden i icadas, mas
e quali icadas, i. i. no penš iniame mapa mape não só os i iam obse a 4 Exclu inai a miškai kalban į
žmogų koncep ualizuoja Bi ž_1 (2) M07 i iamoji: [ almiškai kalban is žmogus] […] qual é a língua.
Aukš aičių i žemaičių a mė asocijuojasi
su kaimu. Ti iamoji pieš iniame žemėlapyje ski ia aukš aičių, žemaičių, dzūkų i su alkų a -
mes, aip pa šias a mes iš a dija i pasku iniojoje y imo anke os užduo yje. Iš okio a sakymo,
galima da y i p ielaidą, kad a mės su okiamos pagal hie a chizuo ą sis emą.
DAIVA ALIŪKAITĖ, DANGUOLĖ MIKULĖNIENĖ
106 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIV zonas conc e as como locais de ala
in e mediá io, mas e explica a a aliação da zona lingubinês ma cė osios (ž .
Fig. 10).
Bi ž_1(4)_V08 Bi ž_1(4)_V11
Bi ž_1(2)_M11 Bi ž_1(2)_V12
Bi ž_1(4)_M17 Bi ž_2(2)_M15
10 PAV. En e os comen á ios dos jo ens bi žiečių, em mapas men ais das zonas
a aliadas, exp essam-se á ias endências: p imei o, os códigos a minius
ends ama a concep ualiza como pa auklius, mas mais ne aisyklingus do que
aisyklingus. Em segundo, ho izon alus a ian iškumas di e enciado
mu uamen e de uma a minês zona são pa auklių (i ečiau aisyklingų) códigos,
ou a nepa auklių códigos.
A igos A icles 107 /
Pe cep y iosios dialek ologijos inst umen ai i y imų k yp ys:
a ian ų a ealai men aliniuose žemėlapiuose (Bi žų a ejis)
Salien a-se que nos es udos de dialec ologia pe cep y iosa a con on ação de
egula idade e a aillão in oduções é equen e enômeno da es u u a de
codos de a m 365 (pa y, P es on 1989b: 85111; LEpla enie -Saugy 2002: 351 e c.). O
concep ualizamen o polinkie elacionados com adicionais cole i inios
es e eó ipos, bend inês linguagem ideologia, obje i ia kalbine aplinka. Dos jo ens
bi jães penš inių žemėlapių yškėja kalbinės gim inės kodas: ele
concep ualizuojamas como bonžus, pa auklus, mas ne aisyklingas (ž .
agmen os de penš inių žemėlapių pa yzdžius (ž . 11 ig.). 11 PAV. Kalbinês
Bi ž_1(2)_V04 Bi ž_1(2)_V03 Bi ž_1(2)_V07
Bi ž_1(2)_V11 Bi ž_2(4)_M26 Bi ž_1(4)_M12
gim inas imagdinys Neabejo ina, que a auklumo dėmen o a minio codo imagdinio
co eliuoja com i iá eis linguinio apa inimusi. Bi žų kodas ( i iamieji a dija
assim: Bi ž_1 (2) M06: Bi žiečių kalba; Bi ž_1 (2) V04: aukš aičių bi žiečių; Bi ž_1 (2)
V09: bi žie iška a mė; Bi ž_1 (4) M30: bi žie iškai; Bi ž_2 (2) M21: Bi žų k aš o
a mė i k .) sa as código, po an o a aliado a o a elmen e. Tokiu insj algão
pode ilus a -se dos p óp ios comen á ios in es iga i os, exemplo. : Bi ž_1(4)_M15:
bonzi, po que é a minha na i a a mė; Bi ž_2(2)_M15: a mais boni a a mė. Aqui
ecallam-se Renée an Bezooijen insjö os, explici ando ais opções polinkias de
a aliação, elas desc end adas de comp ehendamidade e econhecimen o hipó es
(ž . an Bezooijen 2002: 15). Espe a-se que a egula idade dėmen o num
ep esen ação de código in e minio (não só kalbinės gim inės) co eliuo inas com
gene inės linguagem ac o ni e explici inas d eBi ž_1(4)_M23 mapėlapį 12 ig.).
jopai. Pi ma, a miniai kodai apsk i ai a sidu ia bend inės kalbos opozicijoje:
bend inė kalba koncep ualizuojama kaip aisyklingas kodas, o a minis ko-
das (holis iškai ne nedi e encijuojan pagal zonas) – kaip ne aisyklingas (ž .
An a, bend inê ala ( iksliau, simples língua da comunidade de na io u imas
bend inê linguagem imagemdinys (dėl adinamojo k azis anda o ž . Long 1996:
118135) é e e ência i iamajam su ei inguindo a minius kodus (ž . Bi ž_2(4)_M56
mapa-apão 12 igu a. ).
DAIVA ALIŪKAITĖ, DANGUOLĖ MIKULĖNIENĖ
108 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIV Aqui lemb a-se R. an Bezooijen (2002: 15)
chamada-moja hipó ese de semelhança, a i mando que semelhan es a comun iná
língua a ian es podem ecebe a o ecido mais comum dos memb os da língua
comunidade de a aliação. De e-se menciona que es a au o ê assim sen o a a
esumindo es e ico polinkios de a aliação de a ian es, mas bas an e é p o á el
que gene inês línguas, como egulingo código p o o ipo, imaginião
s a bus (gal ne s a besnis) a minių kodų aisyklingumo į e čiams.
Bi ž_1(4)_M23 Bi ž_2(4)_M56
12 PAV. Bend inês ação da língua men al em mapasapios comen á ios Ou a e us,
não pode se eliminado e kalbinês ação gim inas. Do pon o de is a es é ico Bi žų
geolek as é a aliado mui o a o a elmen e, aigi espe á el, que sa as código a
alguns es uda iá ios o na e e ência di e enciando do pon o de is a a a lidade
ou as a ian es. Labai in o mi us um comen á io de mapa men al in es igamóide
Bi ž_2(4)_M07: Cada bonji seu a mė, mas ou o egião homem di á, que a sua a mė é
bonji, e ou o neg aži. Me é boni a a minha almia, po que eu a uso. No en an o, é
p eciso econhece que a o ancus do pon o de is a es é ico a a aliação do código
genmís ica da kalbinė é apenas endência, mas não eg a. Há e ou ookios imagens
dos (Bi ž_2(4)_M01 ž . 13 igu a. ).
Bi ž_2(4)_M01
13 ig. Nepalankus kalbinės gim inės imedicino
A igos A icles 109 /
Pe cep y iosios dialek ologijos inst umen ai i y imų k yp ys:
a ian ų a ealai men aliniuose žemėlapiuose (Bi žų a ejis)
Aki aizdu, que a miškumo (apsk i ai) imagemdinys jo ens bi žiečių sąmonėje é
ambi alen iškas: leis inas: ne ole uo inas a miškumas. Tal di e enciação es á
elacionada e com as ca ac e ís icas obje i as das a ian es, e com
es e eó ipos, e com a ação de sucesso comunica i a (ž . Bi ž_1(2)_V09, Bi ž_2(2)_V01
lapiscopius mapėlapius 14 igu a. ).
Bi ž_1(2)_V09 Bi ž_2(2)_V01
Bi ž_2(2)_M11 Bi ž_2(4)_V09
14 PAV. Ta miškumo aizdinio ambi alen iškumas
Como mos am os dados do es udo, a ais p o ó ipos de sons sozinhem
siems bi žiečiams y a labiau aukš ai iški, ki iems – žemai iški, su alkie iški a
jo ensiek . (plg. Bi ž_1(2)_V09, Bi ž_2(2)_M11, Bi ž_2(4)_V09, Bi ž_2(2)_V01 mapas de
lápis Fig. 14). Aqui pode se aplicada R. an Bezooijen sons de sklaidos hipo zė,
a i mando que alguns sons são pe cebidos como mais bonhos do que ou os ( an
Bezooijen 2002: 14).
Dos jo ens bi jães penš inos mapéis, nos quais zonas de alamen o a mino
con aídas com zonas de alamen o não e mino, des aca-se á ios ipos desse
con aimen o: 1) zones de codos a minos ap oximam ( s olinamos) ao kalbinês
hom ina a ealo (Bi ž_1(2)_M06, Bi ž_1(2)_V06 c ig. 18). 2) iden i icados ocimais de um
a aliado simples ka ščiausi a minių kodų aškai, a eais em oda Li uânia plo e
(Bi ž_1(2)_V14, Bi ž_1(4)_M12 ž .18 ig.); 3) Vidu io Li uânia
a ealas išski iamas a p a minių zonų, be o, a minių kodų zonos olinamos

DAIVA ALIŪKAITĖ, DANGUOLĖ MIKULĖNIENĖ
110 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIV
nuo didmiesčių a didmiesčiai eliminuojami iš a minių zonų (Bi ž_2(4)_M41,
Bi ž_2(4)_M55 s . 15 ig. ).
Bi ž_1(2)_M06 Bi ž_1(2)_V06
Bi ž_1(2)_V14 Bi ž_1(4)_M12
Bi ž_2(4)_M41 Bi ž_2(4)_M55
15 PAV. P o o ipá ias códigos a mís icos de zonas A imiausi egionų
cen ai Pane ėžys, U ena, Šiauliai pakliū a en e p o o ipinių a minių zonų.
Apenas 15,46% dos inqui idos in e minão a ala em mapas penš inos ligam com
oda Li uânia (ž . Fig. 16). Pode ia-se a i ma que al igu dinho é bene mais
p eciso epe uá ios de ins umen os lingüís icos susisluoksniuoja em odo o
ho izon aliaje con inuume do idioma, aigi i iamieji, ma cando, que em oda a
Li uânia se ala a miškai, são co e us.
A igos A icles 111 /
Pe cep y iosios dialek ologijos inst umen ai i y imų k yp ys:
a ian ų a ealai men aliniuose žemėlapiuose (Bi žų a ejis)
Bi ž_2(4)_M19 Bi ž_2(4)_M51
Bi ž_2(2)_V03 Bi ž_1(4)_V17
16 PAV. Obje i os men ais mapas Na u almen e, do pon o de is a dos
pesquisado es, a miškumas di e enciada: a pa i códų com b škios,
dis inamosios peculia idadesmos a é códų, aos quais ca ac e iza apenas e inių
peculia idades a miškumas (plg. Aliūkai ė, Mikulėnienė 2014a: 4647). Ti iamá ios ais
ais lapis á ios mapas em isualizuoja mui o desc end in ą disposição, que
a minio ou a miškojo alamen o pode espe a -se em oda a Li uânia. Tais
mapasapius especi icam in es iga i as espos as a uma pe gun a abe a sob e
alamen o peculia idades, que ajuda a econhece homem, alando a miicamen e.
miškumo įspūdį kalboje i iamiesiems lemia galūnių (ne) a imas, ki čia imas,
En ão se neįp as i pala as. Tende-se, dizendo desc end in ą canš inho mapélapį
i iamiais decla uoja besi ikin ys aiškos di e enças em oda a Li uânia. Mais
como 63% dos jo ens bi jães a i mam a econhecís an es, que um homem ala
a micialmen e de galūnių (ne) a imo, exemplo. : Bi ž_1 (2) M09: alguns onde oco e
nuke amas galūnės, Bi ž_1 (4) M11: ou o ipo de pala as galūnių a imas, Bi ž_1
(4) V02: ai é os galūnės, Bi ž_2 (4) V06: P z.: bi žiečių a mėje não há galūnių, elas
nuke amas: saudá el seja bem, eu ou eu ein e k . Ou o c uci icação (p z. : Bi ž_2
(4) M29: de ou a o ma ki čiuojami pala as, Bi ž_2 (4) M38: nou o luga deda
ki čius), neįp as i pala as (p z. : Bi ž_2 (4) M15: i ens u in ys ou o nomeį, Bi ž_2
(4) V07: neaiškūs / negi dė i žodžiai i juokingai a iami žodžiai) aip pa daugiau
nei 30 p oc. jaunųjų bi žiečių ampa objek y iais a minio kalbėjimo odikliais.
DAIVA ALIŪKAITĖ, DANGUOLĖ MIKULĖNIENĖ
112 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIV
Como is o, pesquisamiais p oje am in e minio alamen o aožus a pa i da
galbinês hom ina pe spec i a. Galūnių encu amen o, ki cio a i ac ion é
obje i o ios Bi žų geolek o ca ac e ís icas.
Tal pe p izmę pessoal da lingubinha expe iência pe leis o a minių ski iamųjų
aužų egis o é impo an e po á ias azões: p imei o, a mė y os disku se
encon a a possibilidade de compa a dis inguimócios aužos do in es igado
pon o de is a com dis inguamaisiais aužos do alan e pon o de is a; em
segundo, al ca ac e is icas consis ência é aiški e e ência em i ybingiausius
punk o b uožus. 2.3. Apibend inamen o: possí el adução pe cep y iões da
dialec ologia Li uânia a ian iškumo es udos Pieš iniai jaunųjų bi žiečių žemėlapiai
e ela am a ian iškumo imagensdinius, que, espe á el, podem (ou unciona)
in luencia os memb os da comunidade de línguas simples linguines p e e encijas e
em ge al kalbinį elgesį. no mapa dados: é p o á el que há di ec a dependemidade
Tokios p ojekcijos dėl kalbinės p e e encijos gali bū i o muluojamos ado-
aujan is kalbinės gim inės, kaip a minės zonos, iden i ikacijos pieš iniame
en e a minio código i ališkumo kalbinėje gim inėje e kalbinės gim inės
žymė umo men aliniame mapape. En ende-se, es a in e ace em odos os casos
e i icá el po mé odos de obse ação di e a.
Guiando-se in es iga i os lapis á ios mapas iden i icados (ne)pa auklių a minių
kodų zonomis é possí el p oje a a con e gência ho izon al. Se a dimensija das
disposições eliminada, p ognos inė a mė y a az-se umapusė.
Taigi šiuo aspek u koncep ualus pe cep y iosios dialek ologijos desk ip y-
umas y a e ingas y ėjų a mė y ai, ku ios desk ip y umas y a labiau in-
en o izacinis e classi icacinis. Assim simplaziu a pe spec i a na io da
comunidade da língua gilina (gali gilin i) a ian iškumo cai os e aidos pesquisas
discu są. Su okimo isoglosias pobūdis e densis jo ens bi žiečių peš iniuose
mapasapios e ela que p os ieji língua comunidade memb os em di e en es
a miškumo como dis ingui i os aožų imagindinos. Espe a-se que o disponí el
igu a i o de a miabilidade seja igualmen e impo an e an o aqueles
in es igados, cujos mapeamen os manusc ip os iden i icam sepa adas á eas de
códigos a mís icos, quan o aqueles, cujos mapes manusc ip os de códigos
a mís icos ab angem oda a á ea da Li uânia. Ten ando esponde à pe gun a,
po que al caso ob êm ão di e en es mapas men ais, de e ia ala sob e
di e ença i iá eis g iež umá a aliando a minių códigos e bend inês elação de
linguagem do pon o de is a de di e enças obje i adas.
S aipsniai / A icles 113
Pe cep y iosios dialek ologijos ins umen ai i y imų k yp ys:
a ian ų a ealai men aliniuose žemėlapiuose (Bi žų a ejis)
IŠVADOS
Mapas men ais mais sie ini com nąsoningas in es igá eis disposições. No en an o,
aqueles nos quais kalbinė gim inė isualmen e ou (i ) e balmen e iden i icada como
zona de alamen o in e minio, indicam obje i os i iá eis elação com An es de alguns
kalbinių kodų epe ua ais jų gy enamoje aplinkoje.
anos, lide ando obje i ia kalbine ma e ial, de y ųš aičių pane ėžiškių plo o y ėjų
dis inguido Bi žų geolek as. Realų, e não imaginada sua exis ência con i ma as mais
ecen es in es igações dos jo ens bi žiečių: in es iga i os elação econhecís u s.
não econhecís u a minho código p esen e ín imoja lingubine a ambien e alioso
a minių códigos sclaidai p ognoscia e i alidade endências p e e . Pieš iniai
mapasapés mos am nekon lik inį elacionamen o com ambien eRegioninio
kos kodu, o ai sa o uož u b ėžia op imis ines Bi žų geolek o pe spek y as.
a ian iškumo concep ualizamen o nenuoseklumas (pa yみに, eu albu a miškai, minha
kalbinė gim inė é a minių kodų zona, mas meu a miškai kalbančio žmogaus p o o ipo é
elha ( y esnis) žmogus do campo) é aiški e e ência ao a minių kodų
daugiasluoksniškumą. P imei o, a minius kodus ends ama concep ualiza se como
a auklius, mas mais ne aisyklingus do que eg asingus. Em segundo, ho izon alus
a ian iškumas di e enciado mu uamen e de uma a minês zona são pa auklių (i
ečiau aisyklingų) códigos, ou a nepa auklių códigos.
O código da galbinês gim ína concep ualizuojam como bonzus, a auklus, mas
ne aisyklingas. Espe a-se que a eg as do êmen o do código a minio
imageminyje (não só kalbinės gim inės) ko eliuoja com bend inės kalbos eiksniu.
Do pon o de is a es é ico Bi žų geolek as é a aliado mui o a o a elmen e,
aigi sa asis código a alguns in es igados […] um ce o e li is di e enciando
ou as a ian es do pon o de is a de a a lidade.
Žemėlapiai su p o o ipinėmis a minių kodų zonomis odo, kad pap as ieji
kalbos bend uomenės na iai koncep ualizuoja a mę i bend inę kalbą opozi-
ciškai, igno ando as a ian es in e mediá ias, po an o no mapeamen o a lápis
p oeminckėja apenas a chamada adia i a da zona de a miškumo (plg. geolek ų
zonos a mių mapê). Conside a-se que p ecislesse as di e enças de elação en e
linguagem e codos in e míniais, e não alo es, a pe cepção lemb a mais de alhem
o canš inho mapápio. A análise dos dados da a e a do mapa de lápis dos jo ens
bi jães mos a que a pe spec i a de um memb o da comunidade de língua simples
kon olinė a ian iškumo koncep ualiza imo sis ema, papildan i i kai ku iais
a ejais pa ikslinan i y ėjo požiū į. Taigi pe cep y iosios dialek ologijos p iei-
alida como ce a gomi assegu ado mais di e si icado discu so a mė y os.
DAIVA ALIŪKAITĖ, DANGUOLĖ MIKULĖNIENĖ
120 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIV e y a ou ably; hence, o ce ain subjec s in he s udy,
hei dialec al code is a ce ain s a ing-poin in di e en ia ing o he a ian s om he
pe spec i e o hei a ac i eness. The inconsis ency o concep ualiza ion o egional a iabili y
(e.g. I speak a dialec , my linguis ic homeland is he a ea o dialec al codes bu my p o o ype o a
pe son speaking a dialec is an old (olde ) pe son esiding in a illage) is a clea e e ence o he
mul i-laye edness o dialec al codes. Fi s , he e is a endency o concep ualize dialec al codes as
a ac i e bu mo e inco ec han co ec . Second, ho izon al a iabili y is di e en ia ed some
dialec al a eas ea u e a ac i e (and less commonly co ec ) codes, o he s una ac i e codes.
The code o ones linguis ic homeland is concep ualized as beau i ul, a ac i e bu language.
inco ec . I is likely ha in he men al image o a dialec al code (no only ha o one’s
linguis ic homeland) he componen o co ec ness co ela es wi h he ac o o s anda d
Maps wi h p o o ypical a eas o dialec al codes show ha o dina y membe s o a linguis ic
communi y concep ualize he dialec as opposing o he s anda d language by igno ing any
in e media y a ian s; he e o e, only he so called adial dialec al a eas s and ou in he
d awn map. É p o á el que a mo e accu a e pe cep ion o he di e ences a he han he
alue o he ela ionship be ween he s anda d language and dialec al codes de e mines a
mo e comp ehensi e map d awn. A da a analysis o he d aw-a-map ask accomplished by he
young esiden s o Bi žai mos a ha he pe spec i e o an o dina y membe o he linguis ic
communi y is seen as a ce ain con ol sys em o concep ualiza ion o a iabili y which
supplemen s he esea che s app oach o co ec s i in ce ain cases. ogy discou se.
To conclude, he app oach o pe cep ual dialec ology ensu es a mo e a ied dialec ol-
Į eik a 2016 m. maio 2 d.
DAIVA ALIŪKAITĖ
Vilniaus uni e si e as
Uni e si e o g. 5, LT-01513 Vilnius, Li uânia
dai a.aliukai e@kh . u.l
DANGUOLĖ MIKULĖNIENĖ
Ins i u o das línguas Lie u ių
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