2 Se giusz G iniewicz | A i idades e minológicas: p incípios e pe spec i as
A i idades e minológicas:
P incípios e Pe spec i as
SERGIUSZ GRINIEWICZ
TC 55 Te minology RF,
Uni e si y o Bialys ok
PALAVAS-CHAVE: di ecções da in es igação e minológica, ipos de abalho e minológico,
meios de o mação de e mos, planeamen o e minológico
Nas ac i idades e minológicas, podemos dis ingui dois aspec os: o abalho
ou ciência da e minologia e a i idades p á icas, ou es udo cien í ico da
eó ico. Na ISO WD 1087: 94 a ciência da e minologia é de inida como as a i idades,
e minologia dos concei os e e mos encon ados em línguas especiais. (A úl ima
pa e, na nossa opinião, é supe icial e desnecessá ia, po que os concei os e
e mos pe encem a línguas especiais e di icilmen e podem se espe ados em
ou o luga .) De aco do com o mesmo documen o, o abalho e minológico é
qualque a i idade elacionada com a sis ema ização e ep esen ação de
concei os ou com a ap esen ação de e minologias com base em p incípios e
mé odos es abelecidos. A e são o icial pos e io des e documen o (ISO
1087-1:2000) o e ece uma de inição semelhan e: "T abalho elacionado à cole a
sis emá ica, desc ição, p ocessamen o e ap esen ação de concei os e suas
designações", embo a a ciência da e minologia seja de inida de o ma di e en e
como "ciência que es uda a es u u a, o mação, desen ol imen o, uso e
ge enciamen o de e minologias em á ios campos", excluindo assim concei os de
seu escopo.
A análise das publicações e minológicas mos a a iações his ó icas na elação
en e as ac i idades eó icas e p á icas. No início, na p imei a me ade do século
XX, as in es igações eó icas o am subo dinadas às a e as e p oblemas
p á icos - inicialmen e o denando e minologias. Os p imei os g upos
e minológicos, que apa ece am no início do século XX na Li uânia e na Le ónia, bem
como os pionei os da ciência da e minologia - Eugen Wüs e , Dmi ij Lo e, E nes
D ezen, G igo ij Vinoku e Aleksand Re o ma skij - i e am de lida com a
de inição
5Te minologia | 2013 | 20 as p incipais p op iedades dos lexemas especiais e a
descobe a de manei as de lida com as suas des an agens. De aco do com
o p o esso He ibe Pich , a é o inal da década de 1950, Wüs e es a a
p incipalmen e in e essado em aspec os p á icos do abalho
e minológico (Pich 2011: 10[…]11).
Mais a de, a pa i dos anos cinquen a do século an e io , na linguís ica
apa eceu um in e esse conside á el em p oblemas e minológicos e isso
esul ou em uma mul idão de in es igações pu amen e linguís icas e
desc ições de á ias e minologias que não es a am imedia amen e ligadas ao
abalho e minológico p á ico e, po an o, le a am à di e gência na eo ia e
na p á ica. Resul ado indi e o da ausência de supo e eó ico das decisões
p á icas oi um g ande núme o (mais de 500) de pad ões e minológicos de baixa
qualidade p epa ados nos anos 60 e 70 na URSS. No en an o, um pouco mais
a de, nas décadas de 1960 e 1970, uma sé ie de di eções de pesquisa
e minológica de na u eza aplicada começa am a se o ma . Isso oi
ca ac e izado po in e esses especí icos egionais, po exemplo, cien is as
de São Pe e sbu go in es igando a his ó ia de á ias e minologias (Kuzne sy
(1966-1970, So okole o (1970-1978), Ge da (1968-1971)), linguis as de Go ky
concen ando sua a enção no uncionamen o de e mos e e minologias na
ala (Golo yn, Kob in, Peka skaya 1981), e minologis as de Vo onezh
especializados em aplica mé odos es a ís icos à pesquisa e minológica e
p oblemas de elabo ação e a aliação de dicioná ios de adução (I ano
(1967-1977), Anushka (1977-1978)), cien is as de Omsk a aídos po p oblemas de
his ó ia de e mos e ambém em aspec os sociolinguís icos da e minologia
(1977-1987).
Канделаки 1977; Лейчик 1989; Суперанская, Подольская, Василье ва
1989, 1993).
Nos anos 80 e 90, como esul ado de um amplo escopo de pesquisa
e minológica que esul ou em mais de 100 disse ações de endidas
anualmen e (G ine 1993), su giu uma sé ie de disciplinas e minológicas,
incluindo a ciência e minológica compa ada, p eocupada com a adução e
ha monização da e minologia (Лейчик 1988; Циткина 1987, 1988);
e minologia, p eocupada com a o imização do p oje o e elabo ação de
dicioná ios e minológicos e bancos de e mos (Герд 1986; Гринев 1986,
1995; Марчук 1992), ciência da e minologia his ó ica, p eocupada com a
descobe a de endências no desen ol imen o de concei os e o mas e minológicas (Ткачева 1987б;
2 Se giusz G iniewicz | A i idades e minológicas: p incípios e pe spec i as
Диа нова 1995, 2000; Хижняк 1997а, б; Борнхвальд 2000; Фельде (Борнх
alde) 2001) e a ciência e minológica ipológica p eocupada com o
es abelecimen o de ca ac e ís icas ge ais e especí icas das e minologias (Kaza in 1998;
Володина 1997; Авербух 2004; Сложеникина 2005).
Nos pad ões ussos da década de 1960 e, em pa e, da década de 1970, de ido à
eno me quan idade de abalho a se ei o em um cu o pe íodo de empo, à
di e gência acima mencionada na eo ia e na p á ica e à ausência de
e minólogos einados e ma e iais me odológicos (a p imei a ins ução sob e
a pad onização da e minologia apa eceu apenas em 1977), pode-se encon a
odos os e os clássicos na de inição de concei os e na escolha de o mas
e minológicas ó imas. A ausência de sis ema ização e coo denação
p elimina es esul ou na sob eposição de no mas que con êm os mesmos
e mos com de inições di e en es, com a ausência simul ânea de no mas pa a
á ios domínios. Ao mesmo empo, nos anos 70 e 80, acumulou-se um
expe ience o coo dina ion in p epa ing in o ma ion e ie al hesau i ha
may be used in o ganising sys emic o de ing o special ocabula y. Wi h
an es ablished in e es o linguis s in e minological p oblems, s anda d
conside á el núme o de guias e ins uções pa a a o ganização do abalho
e minológico em odo o país, pa a: - o ganização das p incipais o ganizações
p o issionais esponsá eis pela no malização da e minologia;
[…] o ganização e ges ão de bases de e minologia pad onizada nas
amas; - coo denação da no malização da e minologia com o
desen ol imen o de meios linguís icos de sis emas de ecupe ação de
in o mações; - coo denação de e minologias sepa adas no âmbi o do
sis ema ge al de e mos;
no malização da e minologia;
- pad onização de ab e iações de pala as e combinações de pala as pa a o
Língua ussa;
- ha monização da e minologia, e c.
Uma sé ie de di eções de abalho e minológico inha omado o ma na
Rússia no inal dos anos oi en a. Um deles é o in en á io e minológico […]
coleção e desc ição p elimina de léxemos especiais do campo emá ico
escolhido […], que pode assumi a o ma de um abalho independen e que
esul a em um dicioná io e minológico desc i i o, embo a ge almen e si a como condição p elimina
2Te minologija | 2013 | 20 e es ágio de o denação e minológica […] o abalho
e minológico cen al e mais impo an e des inado a ans o ma e minologias
[…] coleções na u almen e o madas de e mos de campos emá icos
pa icula es em sis emas de e mos […] conjun os o denados de e mos com as
elações es abelecidas en e eles que e le em as espec i as elações en e
concei os. A expe iência mos ou a na u eza complexa da o denação da
e minologia, que consis e em á ias e apas, desc i as pelo p o esso Pich
(Pich 2009: 15 […] 16) e no abalho de e minologia ISO 704: P incípios e mé odos.
Ou as di ecções do abalho e minológico incluí am: coo denação das
ac i idades e minológicas nacionais (um conjun o de acções pa a o
es abelecimen o de um sis ema de ins i uições e p ojec os
comp ome idos com a egulação e o p og esso das e minologias
nacionais); coo denação de e minologias sepa adas no âmbi o do sis ema
ge al de e mos; concepção e cons ução de sis emas de e mos pa a
no os domínios de conhecimen o; aqui, além de c ia um no o sis ema de
e mos baseado em ce os pad ões, um conjun o de eg as pa a a
o mação de no os e mos é elabo ado e suge ido; abalho e minológico
[…] compilação de á ios dicioná ios e minológicos e bases de dados; edição
e minológica; adução e minológica; se iços de documen ação
e minológica e de in o mação; implemen ação de e minologia
e minological expe ise;
no malizada; o mação e minológica de especialis as; o mação
e minológica de não especialis as; ges ão e minológica; planeamen o
e minológico.
As di ecções da in es igação e minológica o am moldadas pelos p oblemas
que inham de se esol idos no abalho e minológico. Como esul ado
dessas pesquisas, o am o mulados alguns p incípios eó icos ela i os a
á ias e apas e ipos de abalho e minológico. Es es p incípios não
pe encem exclusi amen e à escola cien í ica ussa, po que o am
elabo ados cole i amen e com a pa icipação de e minólogos de
p a icamen e odas as an igas epúblicas so ié icas.
2 Se giusz G iniewicz | A i idades e minológicas: p incípios e pe spec i as
Supõe-se que a ciência e minológica lida com os p incípios de: […] elabo a
mé odos ge ais de es udo de e minologias; - in es iga os p incipais ipos de
concei os, as suas de inições e as elações en e eles;
- iden i icação e desc ição dos p incipais ipos de unidades léxicas
especiais, análise das suas peculia idades; […] análise semân ica
(semasiológica) de e minologias; - análise es u u al (onomasiológica)
das e minologias e dos p incipais meios de o mação de no os
e mos em á ias línguas e á ios domínios de conhecimen o;
- analisa as peculia idades da o mação e do desen ol imen o de
e minologias em á ias línguas e di e en es domínios de
conhecimen o; - es abelece os p incípios ó imos de concepção,
elabo ação e ape eiçoamen o de á ios ipos de dicioná ios; - análise
compa a i a dos á ios modos de implemen ação da e minologia
no malizada;
- elabo a meios e icazes de edição e minológica e
e minological expe ise;
[…] elabo ação de meios e icazes de adução e minológica;
es abelecimen o de mé odos e icazes de o mação em e minologia; -
ul imamen e, g aças aos cons an es lemb e es do p o esso Pich ,
in es igando ou as deno ações semio icas dos concei os além das
e bais; - in es iga o papel das e minologias na cognição e na aquisição
de conhecimen os, bem como na educação especial e na comunicação; -
elabo ação dos p incipais p incípios de o ganização das ac i idades
e minológicas nacionais e do planeamen o e minológico.
Ha ia mui as publicações ussas p eocupadas com os mé odos de es udo de
e minologias. Alguns dos mé odos ge ais já o am b e emen e desc i os
em G ine -G iniewicz (2011). Ao in es iga os p incipais ipos de concei os,
pa ece necessá io p es a a enção à di e enciação de concei os na u ais
ou lexí eis, que são concei os que êm um núme o ini o de
ca ac e ís icas essenciais que o mam o núcleo do concei o e uma
pe i e ia lexí el, onde não há opinião es abelecida e uni e salmen e acei a
e concei os de ma iz […] p ecisamen e de inidos e uni e salmen e
ap o ados […] os p imei os não mencionados nos guias exis en es sob e a
o denação da e minologia. A in es igação dos p incipais ipos de concei os
e das elações en e eles é adicionalmen e conside ada o domínio da
9Te minologia | 2013 | 20 lógicos. No en an o, no que diz espei o às de inições, os
e minólogos consegui am adiciona alguns equisi os de ca á e linguís ico,
como a uni o midade na o ma do e mo (G ine 1993: 89 […] 90; G ine […]
o syn ax and lexical ea u es in de ini ions o simila concep s, b e i y
o de ini ion wi h exclusion o edundan in o ma ion and idle exp essions,
a oiding unnecessa y de ini ions when he speci ic ea u es a e ep esen ed
G ine ich 2008: 85 […] 87). Iden i ica e desc e e os p incipais ipos de lexemas
especiais começou com o p oblema de es abelece ca ac e ís icas
especí icas de um e mo em con as e com uma pala a comum. No inal da
década de 1970, a dispu a sob e a di e ença en e um e mo e uma pala a
comum oi inalmen e esol ida com base no a o de que o e mo deno a um
concei o - uma unidade de conhecimen o c iada po uma combinação única de
ca ac e ís icas - e a pala a comum deno a uma noção que é uma imagem
senso ial di e a e gene alizada de obje os e enômenos da ealidade que é
p ese ada e ep oduzida na memó ia sem a in luência di e a desses obje os e
enômenos nos ó gãos senso iais. Na escala da consciência, as noções são um
deg au mais baixas do que os concei os e pe encem ao ní el da memó ia.
Descob indo ao mesmo empo que o ocabulá io especial não se limi a apenas a
e mos, causou alguma cons e nação e a necessidade de iden i ica e
desc e e os p incipais ipos de unidades léxicas especiais. Já na década de
1980, ipos p incipais como e moides, p é- e mos, quasi e mos, p o o- e mos,
p o issionalismos e nomes o am ge almen e desc i os (G ine 1996; G ine
1993: 41[…]52; Šelo 1985), embo a não in es igados ão comple amen e quan o os
e mos, o núme o de á ias ca ac e ís icas e eladas dos e mos alcançando
mais de duzen os […] 265 (G ine 1998: 61[…]76). Pa ece con enien e es uda mais
a undo odos os lexemas especiais com a enção especial aos nomens […] nomes
de concei os únicos, e isso po duas azões. Em p imei o luga , ul imamen e
p e alecem em léxicos especiais, cons i uindo al ez 99% do núme o o al de
léxemos especiais; Em segundo luga , uma g ande pa e delas pode se
acilmen e egulada e o mada de aco do com ce as eg as. A o denação de
e mos em dois aspec os: a uni icação des inada a elimina disc epâncias
en e o signi icado léxico de um e mo e o signi icado e minológico (o con eúdo
do espec i o concei o) e a o imização, elacionada com a escolha das o mas e
meios ó imos de o mação de e mos. As di eções de pesquisa
co esponden es o na am-se adicionais nos es udos e minológicos e, hoje
em dia, assumi am a o ma das espec i as subdisciplinas e minológicas -
ciência da e minologia semasiológica e ciência da e minologia onomasiológica.
3 0 Se giusz G iniewicz | A i idades e minológicas: p incípios e pe spec i as A
o denação de e mos de e p essupo uma análise mul i-aspec o da
e minologia, que é ealizada com o objec i o de es abelece não só os
incon enien es exis en es, mas ambém as endências do seu desen ol imen o.
Es a in es igação de e consis i , em p imei o luga , numa análise semân ica,
com o objec i o de descob i á ios des ios da co espondência "um-a-um"
en e os signi icados léxicos e e minológicos dos e mos. De em igualmen e
se e ec uadas análises es u u ais e e imológicas o mais pa a de e mina
os meios e pad ões mais e icazes de p odução de e mos no domínio emá ico
escolhido, bem como as o mas e meios exis en es inadequados pa a a sua
melho ia ou subs i uição; Em seguida, a análise uncional pa a encon a
peculia idades de uso de e mos (Gak, Leychik 1981) e, inalmen e, a análise
diac ônica pa a descob i endências de desen ol imen o da e minologia escolhida (Aleksee a 1994; Alesenko
2000; Клепальченко 1999; Миронова 2002; Филиппова 1996; Герд 1971;
Ku ina 1964, 1966), e abo dagem pa amé ica (G ine 1992; G ine […]
G iniewicz 2011: 30). Tal abo dagem pode ga an i decisões co e as na
o mação de um sis ema de e mos.
Na análise semân ica das e minologias ainda há mui o a aze . Na sinonimia,
pa ece con enien e es abelece uma classi icação ge almen e acei a de
sinônimos e ambém de ini com mais p ecisão a p opo ção de á ios ipos de
sinônimos comple os que podem se usados como ecu sos léxicos pa a c ia
nomes de espécies no p ocesso de cognição. Além da sinonimia e da polisemia,
o am encon ados ou os ipos de disc epância de signi icados léxicos e
e minológicos. Às ezes, o signi icado da o ma léxica pode con e
ca ac e ís icas supé luas em e mos au ológicos, como apa amen os, casas
i as, lesões aumá icas, planos pa a o u u o, ou, pelo con á io, pode ca ece
das ca ac e ís icas essenciais do concei o. Es es são casos de uso de uma
o ma léxica com um signi icado amplo pa a um concei o es ei o - o pad ão
b i ânico BS 4118: 1967 Glossá io de Te mos de Saneamen o suge e o e mo
capacidade pa a nomea um concei o mui o especializado - capacidade de cis e na
de a mazenamen o - , o e mo ângulo no signi icado - um acessó io usado em uma
calha de água da chu a pa a muda a di eção da calha - e o e mo cadei a no
signi icado - um quad o me álico pa a cons ui uma pa ede di isó ia ina e o chão,
a im de o nece meios de apoia uma bacia, panela de la agem ou ou o apa elho
sani á io. No glossá io de e mos de cou o da B i ish S anda d BS 2780: 1972, o
e mo amplo cu a é ap esen ado no signi icado es ei o […] […] me ade de uma
bunda de cou o de gado, ob ida di idindo-a ao longo da linha da espinha do sal […],
e c. Também se o na necessá io in es iga um no o enômeno
3 1Te minologija | 2013 | 20 que é a pa onímia que desempenha o papel de limi e no
uso de a iação de e mos na c iação de no os e mos elacionados (po
exemplo, os e mos onomasiologia e onomás ica são equen emen e
con undidos pelos es udan es de ilologia). A análise dos p incipais meios de
o mação de no os e mos é necessá ia pa a a escolha dos mais e icazes. A sua
classi icação é ap esen ada em G ine G iniewicz 2011: 36; aqui podemos indica
os seus p incipais mé i os e alhas. Fo mação de e mos semân icos. Uma das
o mas adicionais mais an igas de o ma den es (de uma se a), capuz (de um
new e ms is me apho ic ans e o he meaning o a common wo d (la e
o a e m) on he basis o compa ison. I is based on wo main ypes o
simila i y — ex e io simila i y o shape, e.g. neck and body (o a column),
en ilado ) ou posição, po exemplo, pé (de uma página, de uma mon anha), cabeça
(de um pa a uso); e semelhança de unção, po exemplo, buzina (disposi i o de
sinalização de ala me); líde (di igindo a canalhei a do d eno do elhado). Os
e mos ambém podem se o mados po me onimia […] uma ans e ência do
signi icado com base na con iguidade. Exis em á ios ipos de me onímia: - o
ma e ial de um objec o pode o na -se o nome do objec o, po exemplo, um
id o, ábuas, e o, e c. ;
- o nome do local pode o na -se o nome de um obje o encon ado ou
p oduzido lá, po exemplo, caná io (pássa o), pe u, po celana, caxemi a
( ecido de lã);
- os nomes dos in en o es mui as ezes se o nam e mos que deno am as
coisas que eles in en a am, po exemplo, wa , ohm, oen gen, e c. ; - o nome
de um p ocesso adqui e equen emen e um signi icado secundá io de: a)
esul ado do p ocesso: classi icação (p ocesso) […] classi icação ( esul ado),
de inição (p ocesso) […] de inição ( esul ado), emp és imo (p ocesso) […]
emp és imo ( esul ado); b) meios de ealização de uma ação: cap u a (ação) […]
cap u a (disposi i o de janela ou po a); pul e ização (ação) […] pul e ização
(disposi i o); c) local de acção ou espec i a cons ução: me cado (comé cio)
[…] me cado (cons ução). Alguns nomes de ope ações, como e es imen o,
e es imen o, piso, isolamen o e a a, ambém são usados pa a nomea an o
o ma e ial de o igem quan o o esul ado. C onologicamen e, o p óximo é
especializa o signi icado de uma pala a co idiana ou um e mo mais amplo,
po exemplo, caso com um signi icado ge al "ci cuns âncias em que uma
pessoa ou uma coisa es á" é especializado o nando-se um e mo em di ei o
(um p ocesso legal), em g amá ica (uma o ma no pa adigma de um
subs an i o) ou em medicina (uma doença). Ele ação na linguís ica o na-se ele ação (de signi icado); na cons ução emos cal (cimen o) o mado a pa i de uma pala a que signi ica "qualque subs ância colan e".
3 Se giusz G iniewicz | A i idades e minológicas: p incípios e pe spec i as
C onologicamen e mais a de apa ece o emp és imo de ou as e minologias:
em e mos de cons ução, ânco a, oldo eio da e minologia na al, an enas […]
da biologia, paisagem […] da e minologia de pin u a, inchei a […] da
e minologia mili a , e c.
A o mação de e mos semân icos é esponsá el po ap oximadamen e 3% do
ocabulá io especial, embo a nas e minologias jo ens a quan idade de ais
e mos seja maio , mas ge almen e o mam o núcleo da e minologia e são
usados como base pa a de i ação, composição e combinação de pala as
(Гринев 1993: 134). Eles são cu os, mo i ados e são equen emen e usados,
mui as ezes são hipe onímicos, mui os deles são nomes de e minologias. Ao
mesmo empo, o uso da o mação de e mos semân icos le a à polisemia e à
homonimia. Quando ais o mas homônimas são usadas em di e en es
ields i does no cause any p oblems ( e minological o m mo phology
assun os, é bas an e con enien e em biologia, geologia e linguís ica; mas
quando, como esul ado da ans e ência semân ica, duas o mas são usadas
na mesma ciência, como, po exemplo, duplo (e imológico) e duplo (sinônimo
absolu o) em lexicologia, ou como nomes de p ocessos, seus meios e esul ados,
o na-se mui o incon enien e.
A o mação de e mos mo ológicos ep esen a ce ca de 5% de odo o
ocabulá io especial (Гринев 1993: 134). O meio mais p odu i o de o mação de
e mos mo ológicos é a su ixação. A análise do uso de su ixos na cunhagem de
no os e mos e ela alguns enômenos in e essan es. Em p imei o luga , há
uma endência a exp essa ca ego ias po ce os su ixos: - pelos su ixos
-ing/1/ e -a ion/1/ […] ex ação, polimen o, esca ação, descolo ação; - pelos
su ixos -e /1/, -o /1/, -an […] soldado , expedi o , ele icis a; - equipamen o com
os su ixos -e /2/ (-ou/2/) […] aspado , ca egado , en ilado ; - esul ados pelos
su ixos -ing/, -a ion/, - pa imen os, isolamen o; Aqui ambém encon amos
su ixos especializados de mine ais: -i e […] bio i a, dia omi a, c omi a; e
subs âncias químicas: […]a e, […]ine, […]ide, […]oid, […]um […] clo a o, clo o,
clo e o, celulose, cálcio.
Em segundo luga , podemos no a an o a sinonimia quan o a polisemia dos
su ixos: o su ixo -e /o pode se usado pa a o ma e mos com os seguin es
signi icados: agen e, ealizado da ação exp essa pelo onco ( alan e),
p o issão (p o esso ), uma e amen a ( ansmisso ), um agen e químico
( e a dan e, endu ecedo , plas i ican e), ul imamen e um p og ama de compu ado (conduc o , supe iso ).
3Te minologia | 2013 | 20
Quando combinações de pala as longas que apa ecem como esul ado da
aplicação de meios de nomeação de sin axe são equen emen e usadas,
elas são equen emen e encu adas, po exemplo, equipamen o de
e ige ação de a […] e ige ado de a , caminho-de- e o de ele é ico […] caminho-de- e o de cabo, e amen as de puxa cabo […] e amen as de cabo.
A análise das peculia idades da o mação e do desen ol imen o das
e minologias acili a a escolha das o mas de p odução de no os e mos. Na
medicina, como esul ado de pesquisas ipológicas, descob iu-se que exis em
ês ipos de e minologias. O p imei o é usado em á ios amos de e c.) e é
su ge y (gene al, abdominal, neu osu ge y, ca dio ascula , auma ology,
ca ac e izado pelo uso de o mas in e nacionais p ecisas, la inizadas,
ge almen e compos as. A e minologia u ilizada na higiene (ge al, comunal,
pessoal, p o issional) é p óxima do ocabulá io comum, imp ecisa e em
ca á e nacional. A e minologia dos amos da medicina clínica usa ambos os
ipos de e mos com uma ligei a p edominância do p imei o ipo. O
es abelecimen o dos p incípios ó imos de concepção, elabo ação e
ape eiçoamen o de á ios ipos de dicioná ios é comple amen e discu ido
em (ГриневГриневич 2007). Bas a dize que, com base na expe iência na
compilação simul ânea de á ios ipos de dicioná ios e na compa ação de mais
de 300 dicioná ios e minológicos de de inição e adução, oi elabo ado um
p ocedimen o ó imo pa a a compilação de um dicioná io de boa qualidade com
base no escopo escolhido p elimina men e (ge al, especializado,
especializado), p opósi o (de ini , aduzi , no maliza , educacional) e núme o
de línguas a se em cobe as (monolingue, bilíngue, poligüe). O egis o do
sis ema de e mos no malizados u ilizado na implemen ação da e minologia
no malizada pode assumi á ias o mas: […] no malização (a o ma mais
igo osa u ilizada pa a as e minologias écnicas); - ecomendação (a o ma
menos exigen e u ilizada pelo Comi é de Te minologia Cien í ica e Técnica da
Academia de Ciências da URSS pa a e mos cien í icos); - o mas indi e as de
no maliza a u ilização da e minologia nos sis emas de in o mação.
A expe iência adqui ida nos úl imos anos ac escen ou uma no a o ma que se
conside ou a mais e icaz: a p epa ação de no os manuais baseados nos
sis emas e minológicos no malizados ou elabo ados. Ve i icou-se que a
u ilização des a o ma de in odução de sis emas de e mos, embo a não
explici amen e es i i a, em um ca á e ainda mais compulsi o do que as no mas, po que ais manuais deixam
4 0 Se giusz G iniewicz | A i idades e minológicas: p incípios e pe spec i as
não há luga pa a ou os nomes de concei os […] os u u os especialis as
abso em o sis ema o denado de e mos jun amen e com o sis ema o denado
The e a e easons o belie e ha he same app oach should be used in
p epa ing new o icial dec ees and no ma i e documen s as well.
The wo k on elabo a ing e ec i e means o e minological edi ing
de concei os. oi iniciado po um g upo de au o es (Квитко, Лейчик, Кабанцев
1986). Ao mesmo empo, o VNIIKI p epa ou um guia pa a a o ganização e
ealização de pe i as e minológicas. Na nossa opinião, a maio ia dos
documen os es a ais, começando com a cons i uição e os códigos legais (que
essencialmen e são coleções de concei os e suas de inições) de em passa po
al especialização.
O es abelecimen o de mé odos e icazes de o mação em e minologia de e
p essupo á ios ipos de ac i idades des e ipo. Podemos di e encia pelo
menos ês ipos de o mação:
- p epa ação de especialis as em eo ia e mé odos e minológicos, que
começa com cu sos especiais pa a linguis as e odos os in e essados em
pa icipa no abalho e minológico e é seguido pela p epa ação de dou o amen o e dou o amen o.
disse ações;
- cu sos de in odução à especialidade baseados na ap esen ação da
ma é ia como um sis ema de concei os e e mos. Já exis e alguma
expe iência e manuais des e ipo na Rússia ( e Pompeye , 1976); - cu sos
de amilia ização pa a linguis as (em p imei o luga adu o es) como
pa e do LSP. Tais cu sos o am o ganizados na URSS na década de 1970
pelo Ins i u o de Fo mação A ançada de Especialis as em In o mação
(ИПКИР); - cu sos básicos de écnicas e minológicas pa a especialis as
en ol idos em abalhos e minológicos (em mui os casos, os aumen os
em e mos de abalho e os p ojec os de baixa qualidade são esul ados
da ausência de compe ência e minológica dos execu o es).
A in es igação de á ias deno ações semió icas de concei os p essupõe
pesquisas em semió ica ge al e aplicada (G ine 2000; G ine […]G ine ich,
So okina 2012) , bem como análises na á ea de in e secção da semió ica e da
ciência e minológica (G ine 1997; Pich 2009, 2011). A in es igação do papel das
e minologias na cognição de e basea -se em e em con a o a o de que a
cognição é o p ocesso men al de aquisição de conhecimen o e comp eensão
a a és do pensamen o, da expe iência e dos sen idos, que começa com o
su gimen o da espécie humana e é peculia .
4Te minologia | 2013 | 20 pa a os se es humanos. A de inição da cognição como
um p ocesso de e mina a necessidade de uma abo dagem diac ônica em sua
análise. Es udos diac ônicos e minológicos que esul a am na o mação,
p imei o (em 2000) da ciência da e minologia his ó ica e, em seguida, em 2004
da an opolingüís ica e ela am que, ao lado do desen ol imen o es adual
do aciocínio, há o desen ol imen o es adual da pe cepção da linguagem e
das a i udes em elação à linguagem, começando com a igno ância da
exis ência da linguagem no homem c o-magnon p imi i o, em seguida, a
a ibuição de pode es mágicos à linguagem no aciocínio p imi i o da época
p é-cien í ica e cul u as p imi i as. O pe íodo in e mediá io seguin e
o e ece uma opo unidade de se ol a pa a a egulação conscien e,
me iculosa e planejada da pa e melho á el da linguagem, a sabe , o
ocabulá io especial. Is o de e basea -se numa sé ie de p incípios. A
elabo ação dos p incipais p incípios de o ganização das ac i idades
e minológicas nacionais e do planeamen o e minológico o na-se uma
ob igação pa a as línguas meno es na e a da globalização. Os es o ços
ussos nes a di ecção nos anos 70 e 90 esul a am numa sé ie de
ac i idades: - es ima i a das p incipais di ecções e cobe u a da
in es igação eó ica, que oi conduzida nos anos 80 e 90 e que esul ou na
enque ação de disse ações (G ine 1993), na bibliog a ia de publicações
e minológicas (Татаринов 1998) e na bibliog a ia de disse ações de ca á e
e minológico de endidas com sucesso (Гринев[…]Грине[…]
Vich e al. 2006);
- bibliog a ias das no mas e minológicas em igo , p epa adas no
décadas de 1980 a 1990 no VNIIKI;
[…] banco de e minologia pad onizada (ROSTERM) no VNIIKI, que
con ém ago a mais de 140 000 en adas e minológicas; - glossá ios
da e minologia ussa da ciência da e minologia
(Гринев 1998; Татаринов 2006);
[…] manuais in odu ó ios em ciência da e minologia (G ine 1993;
G ine […] G ine ich 2008) e e minologia (G ine 1995; G ine […] G ine ich
2009) baseados em concei os e e minologia sis ema izados
p elimina es. Há azões pa a ac edi a que as di eções semelhan es
de a i idades (em meno escala), complemen adas po um
4 Se giusz G iniewicz | A i idades e minológicas: p incípios e pe spec i as A
o denação, ges ão e desen ol imen o da e minologia mencionados em
(G iniewicz 2010) de em se ú eis pa a as línguas meno es. Se oma mos, po
exemplo, a Li uânia, a polí ica e minológica de e se de e minada com base na
es ima i a do es ado da e minologia a ual, a sabe : - o que já oi ei o em
in es igação e minológica […] ecolha de publicações e minológicas e a aliação
dos p oblemas exis en es; - ecolha de e mos nacionais no malizados sob a
o ma de um banco de dados e minológicos;
- analysis o endencies in o ming o na ional e minologies based
on his o ical s udies and ecen de elopmen ;
- analysing his o ical endencies in bo owing. In his imp essi e su ey
planejamen o conscien e do passado nacional da língua li uana, Jonas
Klima ičius, comen a am a má in luência do bilinguismo o çado (com
polonês, usso e inglês) na his ó ia da Li uânia (Klima ičius, 2008). Ago a,
como país independen e, a Li uânia pode compa a expe iências de
in e ação com á ias línguas e descob i quais o mas nacionais
pe sis i am e sob e i e am na conco ência com unidades léxicas
es angei as, p es ando a enção não apenas aos aspec os nega i os,
mas ambém aos posi i os de al in e ação;
- es ima as necessidades de o denação/desen ol imen o da
e minologia em á ios amos do conhecimen o.
As in o mações ecolhidas podem se i de base pa a acções de polí ica
linguís ica, algumas das quais são mencionadas nas O ien ações pa a
Polí icas Te minológicas p epa adas pela In o e m (GTP), que de em inclui : -
p epa ação ou escolha de um manual adequado de e minologia e
e minog a ia, o ganização de cu sos de ciência e minológica e LSP em
ins i uições de ensino supe io ; - p epa ação de ins uções pa a os
especialis as que pa icipam nos abalhos e minológicos;
- o ganização de cu sos pa a especialis as que pa icipam em
abalhos e minológicos;
- sis ema ização do ocabulá io li uano e p epa ação de um dicioná io
sis emá ico, que si a de núcleo da e minologia nacional; - compa ação
de á ios ipos de o mação de e mos e concepção de pad ões de
nomeação especial pa a á ios amos do conhecimen o; linguís ica
4Te minologia | 2013 | 20
- a alia as possibilidades de u iliza a admi á el in o mação exis en e sob e
o ma e ial léxico dialec al na denominação de no os concei os; - de inição de
uma polí ica de emp és imos […] es abelecimen o de ipos de emp és imos
p e e í eis (emp és imos ma e iais, aduções de emp és imos,
emp és imos mis os) pa a á ios amos do conhecimen o; […] elabo ação de
p incípios de cons ução de denominações écnicas; - in es iga as
possibilidades de con ola as o mas de p agmonímios. Essas a i idades
podem se is as como pa e de um complexo p og ama de expansão da
língua ci ilizada, baseado em uma ca ac e ís ica ão no á el da língua
li uana como sendo uma das línguas indo-eu opeias i as mais an igas,
man endo mui as ca ac e ís icas linguís icas a caicas ambém
ca ac e ís icas do la im e do sânsc i o. Tal ez seja adequado solici a
undos aos ó gãos da União Eu opeia esponsá eis pelo pa imónio cul u al.
Ou as medidas de p omoção do li uano podem se :
- add essing all Eu opean uni e si ies whe e he e a e cou ses o
ge al e compa a i a-his ó ica com suges ões de o ganização de cu sos
em li uano;
- condições p e e enciais de emp ego no país pa a alan es na i os de
ou as línguas que es udam e conhecem o li uano; cu sos de li uano
g a ui os; - p epa ação de p o esso es de li uano pa a á ios países.
Conclusão
A pesquisa de a i idades e minológicas eó icas e p á icas na an iga União
So ié ica e na Rússia nos úl imos 50 anos mos a que o desen ol imen o
in ensi o da eo ia da e minologia nos anos 80 e 90 esul ou na o mulação de
p incípios de á ias di eções do abalho e minológico que oma am o ma
naquela época. Alguns des es p incípios podem se aplicados com sucesso na
polí ica e minológica e no planeamen o pa a as línguas meno es.
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4 4 Se giusz G iniewicz | Te minological Ac i i ies: P inciples and Pe spec i es
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4 Se giusz G iniewicz | A i idades e minológicas: p incípios e pe spec i as
TERMINOLOGIOS VEIKLA: PRINCIPAI IR PERSPEKTYVOS S aipsnyje umpai ap ašomos
pag indinės p ak inės e minologijos k yp ys eiklos i p incipai SSRS i Rusijoje pe
pas a uosius penkiasdešim me ų. A k eipiamas a enção aos e minologijos i
sa a ankiškų jos disciplinų yšį. G ildenamos os p incipais ipos de ad ogados, os
p incipais leksemų ipos de de e minação e desc ição, a komos e minijos
kompleksinės analizės, e minijos seman inio nag inėjimo p oblemos, apž elgiami
pag indinių e minų da ybos s a bų būdų i ipų, suno min os e minijos diegimo būdų,
e minologų engimo p i alumai i ūkumai, e minologijos eiklos o ganiza imo
nacionaliniu lygmeniu p incipai i me odai. Remian is lie u ių kalbos pa yzdžiu apž elgiami
galimi bend ieji nacionalinės e minijos plė os ska inimo i plana imo me odai.
ТЕРМИНОЛОГИЧЕСКАЯ ДЕЯТЕЛЬНОСТЬ: ПРИНЦИПЫ И ПЕРСПЕКТИВЫ
Дается краткое описание основных направлений практической терминологиче-
ской деятельности и ее теоретических принципов в СССР и России за последние
50 лет. Отмечается филиация терминоведения с появлением самостоятельных
терминоведческих дисциплин. Рассматриваются проблемы исследования основ-
ных типов понятий, выявления и описания основных типов специальных лексем,
комплексного анализа упорядочиваемых терминологий, семантического анализа
терминологий, разбираются достоинства и недостатки основных способов обра-
зования терминов, моделей образования терминов, способов введения упорядо-
ченных терминологий, подготовки терминоведов и терминологов, развитие вос-
приятия языка человеком в процессе его эволюции, принципы и методы органи-
зации национальной терминологической деятельности. На примере литовского
языка рассматриваются общие методы организации и планирования развития на-
циональной терминологии.
Gau a 2013[…]11[…]04 (em inglês)
Se giusz G iniewicz
TC 55 Te minology RF,
Uni e si y o Bialys ok
Waska 4, m. 20, Bialys ok, 15-481, Polônia
E-mail g iniewicz@w. kb.pl