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Língua na e a homem e máquina: cien is as de odos os con inen es unem
o ças pa a p e e como no as ecnologias muda ão as nossas línguas e
comunicação1 Eu opean moKslo e Echnologijų bEndiação (anglês moKslo e
Echnologijų, cos ) Língua na e a homem e máquina: como no as o mas de
linguagem ecnológicas muda ão a nossa comunicação e a p óp ia linguagem? em
b e e i á homem e máquina e a: empo em que ecnologias se ão di e amen e
elacionadas com nossos sen idos, não se á ape ada apenas po mobiliaisiais
equipamen os. as len es espe as e au iculi as pode ão aduzi as pala as da
ou a pessoa, e isso pa ece á como se ou a pessoa alasse com nós na nossa
língua. po ém a ecnologia não só in e media á pa a o que emos, ou imos e
dizemos em empo eal, isso se á cada ez mais complicado con e sas com a
gen e. uma no a c iada ede de pesquisas Linguagem na e a humano-Machine
(li hmE) com 52 países memb os es uda como ecnologias cons an emen e
mudan es podem subs i ui nosso quo idiano uso da linguagem e a p óp ia
linguagem. li hmE lançou ela ó io de ab ição (angl. open access epo ), na qual
en a em cima de dezenas de ecnologias de linguagem e linguís icas á eas de
pesquisas especialis as. li hmE é sob e o u u o. é sob e no as ecnologias bem
ao lado, elas muda ão o nosso uso da linguagem, é como nós alamos,
encon amos in o mação e in e agimos com compu ado es, diz o p esiden e da
ede da eas saye s (ju eskiulės uni e sidade, inlandia). com base nas a uais e
p e is as mudanças ecnológicas, pode desc e e -se duas ine i á eis mudanças
de comunicação das pessoas: ala -se a a és ecnologias e ala -se com
ecnologias. signi ica que os p imei os disposi i os po á eis pa icipa ão
a i amen e nas nossas con e sas. p on o nós não olha emos pa a os nossos
mãos os ele ones mó eis que es ão nas nossas mãos a in o mação apa ece á
dian e dos nossos olhos de pequenos óculos. Jun amen e com os no os ones de
ou ido in eligen es e emos e escu a emos in o mação adicional sob e o mundo
que nos odeia: os p incipais assun os, p z., indicações de iagem, e conhean1
in o mação já aclab ada no si e www.manok as as.l .
Pa elas Sko upa | 280 gesnį con eúdo, po exemplo, au oma inius ansli us de
ou os idiomas. as nossas p óp ias pala as se ão ampli icadas, co igidas,
aduzidas e sub i uladas enquan o nos alam; e ou as pessoas isso e ão e
ou i ão, explica d. saye sas. nós ambém ala emos com pokalbių obo ais (angl.
cha bo s) nas elas e ealis icamen e pa ecendo pe sonagens da no a ge ação
em ealidade i ual. os úl imos se ão mui o de mais in eligen es do que os
pokalbios obos hoje, p epa ados pa a con e sas complexas ajuda a p onuncia
p oblemas, discu i planos, consuos a ou o gulha -se sėkme, a i ma d. saye sas
e p idu ia: udo isso em eno me in luência a língua. O que essas mudanças de
comunicação signi icam pa a as pessoas se iden i icando com de e minadas
línguas ou subs i u os alan es? Como eles a e a ão a manei a de ap ende
línguas, de adução de ex os ou de esc i a e in e p e ação de leis? se g ande
con iança em ecnologias de línguas em empo eal pode ia muda a es u u a da
linguagem? se, ao longo do empo, mudanças nas in e aces cé eb o-máquinas
pode iam complemen a ou mesmo subs i ui a linguagem? es as são algumas das
ques ões que a a li hmE. Unikalus kalbininkų i echnologų bend ada bia imas
Ke e ių me ų ede de c iação o p oje o, inanciado pela Eu opa Coope a ion in
Science and Technology (angl. he Eu opean Coope a ion in Science and
Technology, cos ), começou 2020 m. ou ub o mês. Ac ualmen e pa icipa-lhe
memb os de odos os 27 Es países e ep esen an es de 25 ou os países de cada
con inen e. li hmE p ocu a supe a a opamen o en e lingubiná ios e
especialis as ecnológicos, po an o os p imei os podem ap o ei a melho
insigh ecnológico, e os segundos melho en ende possí eis consequências
linguís icas e sociais das ecnologias eme gen es. Exis em oi o g upos de
abalho, ep esen ando di e en es á eas de es udo de línguas: Kompiu e inė
ling is ika (angl. Compu a ional linguis ics), Kalba i eisė (angl. Language and law),
Kalbos eisės (angl. Language igh s), Kalbos gy i o ė, į aybingumas i pa ojus
(angl. Language di e si y, i ali y and endange men ), Kalbos mokymasis i
mokymasis (angl. Language lea ning and eaching), ideologias, con icções,
ideologias, a i udes), Kalbos specialis ai (angl. Language wo k, language
p o essionals) e Kalbos a iação. Cada g upo de abalho memb os con ibuí am
pa a o p og nozés ela ó io Žmogaus i mašinos e os auš a (angl. The Dawn o he
Human-Machine E a), publicadas maio 19 d. ela ó io desc e a a ual a ual
ecnologia linguís icas e espe ė inas u u as aje o ías ašy inės, saky inės,
hap inės e assinadas modalumo da linguagem. es a é o esul ado de uma
colabo ação única, a i ma
281Te minologia | 2021 | 28 s ia lana höhn (luxembu go uni e si y, belga), li hmE
ice-p esiden e, co-au o a e edi o a do ela ó io. li hmE subu ia pessoas de
di e en es linguas de abalho di ecções. ge almen e essas pessoas não alam
um com o ou o. os p imei os esul ados des a oca de idéias emos no nosso
ela ó io de p e isão: podíamos cap a di e sas opiniões e a os num único
documen o, que p epa ou pesquisado es, que de ou a o ma nunca e iam
p oduzido uma publicação jun os. isso nos ajuda a ap ende uns dos ou os,
das ou as comunidades. A ecnologia em di e en es línguas p og essau
desiguodai publicação de e se única e acessí el, des inado a especialis as da
linguagem e ecnologia, bem como aos o mulado es de polí icas e à sociedade
mais ampla. nós mos amos como á ias no as ecnologias apidamen e
muda ão o nosso uso da linguagem. discu imos so wa e ha dwa e, que
enabola essas no as conquis as, ambém disposi i os de consumido es, ais
como óculos de ealidade aumen i á ias e incluindo espaços de ealidade
i ual. espe amos que nos o memos uma cla a imagem de como udo isso
con ibui pa a a eno me mudança de manei a de comunica , diz d. saye s, que
ambém oi um dos au o es e edi o es do ela ó io.
Po ou o lado, endoin in e essan es possibilidades, ambém ha e á e desa ios.
o ela ó io abo da ques ões ão impo an es como acesso a ecnologias inequibê,
p i acidade e segu ança, no as o mas de aude e c iminalidade. nós
encon a emos com os p oblemas no mais, ex., quem pode se pe mi i adqui i as
mais ecen es a ualizações. Esses disposi i os em algumas línguas ambém podem
unciona não ão bem, e em ou as comple amen e não unciona ão, ale a d.
saye sas. nós que emos con ida as pessoas a bem eclama ecnologias do
u u o. não odos ecebe ão o mesmo bene ício dessas conquis as, e alguns em
ge al nada ecebe ão. ge almen e o p og esso é mais ápido em g andes g andes
línguas do mundo, ais como inglês ou chinês. e linguagem de ges os pa a máquinas é
mui o mais di ícil de comp eendidas, po an o o p og esso ainda assim se á mui o
len ezê. espe amos incen i a nossos lei o os a moni o a a desigualdade, quando
eles êem es es įman ius no os disposi i os. ela ó io Homb e e maquininos e os
auš a pode se encon ado aqui: h ps://li hme.eu/ publica ions. oi esc i o 52
in es igado es e edi ado li hmE p esiden e da eas saye s (ju eskiulės
uni e si e as, inlandia), ice-p esiden e s ia lana höhn (uni e sidade do
luxembu go, belga) e li hmE Kompuu e inės kalbo y os g upo de abalho
p esiden e ui sousa sil a (uni e sidade do po o, po ugal). mais sob e li hmE
a i idades pode descob i aqui: h ps://li hme.eu. ela ó io oi aduzido em li uano línguau d . Pa elas Sko upa