L. Ne iNskai ė. A aliação da polí ica
de língua em comen á ios in e ne
245 kaLba e isuomeNė
LAIMA NEVINSKAITĖ
Lie u ių kalbos ins i u as
VALORIAMENTO DE COLBOS POLÍTICOS
INTERNETO KOMENTARUOSE
Nos úl imos anos bas an e i amen e discu ida sob e polí ica de linguagem e
kalbininkos. Es e ema is exp essou em con e ências des inadas às ques ões
do idioma, ela é a ada em á ias publicações do idioma. Po exemplo, ques ões
de implemen ação da polí ica da língua são in es iginėję Laima G umadienė
(2003), a noldas Pi očkinas (2004), Lo e a aicekauskienė (2007), comen á ios da
In e ne sob e linguininkos e sob e a elação en e sociedade e linguininkas
analisou i a miliūnai ė (2006). in e esse da sociedade no ema da polí ica da
língua mos a g ande núme o de comen á ios a a igos des inados às
ques ões da língua em po ais in e ne . Po exemplo, a maio ia 20072008 m. com
língua elacionados a igos del i.l po ale ecebia sob e 200 comen á ios,
alguns a igos núme o comen á ios alcançou a é 400600, e Jono aiškūno e
y au o . Landsbe gio a igo a apginsime Li uães língua a pa i Li uães
língua comissão a é meio mil comen á ios. ema a ualidade mos a e o a o de
que em dois anos del i.l po ale apa eceu dois pe gun as de língua des inados
a igos de lei o os sky elyje ox Populi.
enquan o não há possibilidade de ealiza ep esen a i as pesquisas de opinião
pública, discussões na in e ne é uma das mais acilmen e acessí eis on es
pesquisado es, que desejam da uma olhada nas disposições da sociedade po
causa da polí ica de linguagem. obje i o do a igo isanalisa a a aliação da
linguagem polí ica em comen á ios da In e ne . o pon o de is a dos
comen a is as em ques ões de polí ica de linguagem da in e ne é examinado
baseado schema de análise de linguagem, nos comen á ios exp essa-se men is
e idėjas a ibuindo de um ou ou o elemen o de polí ica de linguagem
246 kaLbos kuL ū a | 81 inami posi i amen e, e quais nega i amen e, quais deles
são p oblemiški e causa p incipalmen e discussões. in e p e ando os
esul ados do es udo, baseia-se um dos aspec os eó icos da análise de
discu so, que pode se chamado de pe gun as pa eik ies schemų analize (angl.
aming analysis). comen á ios sob e linguis as da in e ne o am analisados .
miliūna a igoi ės in e ne inė isuomenė i kalbininkai (2006). Nele bas an e
de alhe descleis a comen a ado es de disposições di e sidade. Nes e a igo
p ossegue-se iniciė oji ema, mas no o nele é isso que exp essadas opiniões
sis ema izadas segundo modelo de polí ica de linguagem.
O a igo TyRIMO METOdIKA não se assume a ab ange oda a di e sidade de
a aliação da polí ica de linguagem, e deseja mos a o p incípio da análise de
comen á ios e e ela p oblema iskidade da a aliação da polí ica de
linguagem. quali a i a análise de comen á ios é ealizada com o obje i o de
de e mina á ios elemen os da polí ica de linguagem a aliando opiniões.
Segue-se o p incípio de ap esen ação de dados quali a i os ap esen am-se
suc e o mulados osse ações gene alizá eis com exemplos de
comen á ios (análashes como ao analisa quali a i os in e iu).
a aliações. al análiseê é ú il, po que pode e ela , quais aspec os são
e in e ne o comen á ios colhendo como on e de análise, necessá io e em
men e a ques ão de ep esen a i idade isso ambém diminui a escolha da
me odologia de pesquisa quali a i a. po ém análise comen á ios pelo menos em
pa e pode basea -se, po que seus au o es, embo a e nep opo cingai, são
ep esen an es de á ios g upos idade. espec i amen e, em meses de ma ço
de 2008 m. balandço, de um es udo da opinião pública ep esen a i a ealizada
po encomenda do p oje o elek onická demok acia, en e os comen á ios
egula es sob e ida e polí ica da sociedade em po ais de no ícias ašančių
žmonių (uma ez po semana ou mais equen emen e) o am: 1829 anos de
idade 67,4%, 3039 anos de idade 10,9%, 4049 anos de idade 15,2%. uma ez po mês
en e os g upos de pessoas de idade ašančių nes es g upos o am 52,4, 16,9,7 e
5%. segundo a mesma pesquisa, o po al de no ícias, em que mais se esc e em
comen á ios, é del i.l nele esc e e comen á ios quase ês ezes mais
pessoas do que em qualque ou o po al ( ilmo us, 2008). analisam-se no a igo
popula iausio del i.l a igos do po alo, ski ų linguagem polí icas ou
gene iesiems linguagem pe gun as, comen á ios. Es e po al
L. Ne iNskai ė. A aliação da polí ica da língua nos comen á ios da in e ne 247
escolhido ainda e po causa de que es e é um po al de na u eza ge al,
ap op iamesse pesquisa simples das disposições dos usuá ios da língua. Vi as
discussões sob e á ios assun os da língua acon ecem e es a al da língua
li uânica comissão de discussões si e, po ém nela, many ina, comen á ios mais
ašo adu o es e edi o es. a im de explo a á ias pe spec i as, o am
escolhidas di e en es disposições sob e a polí ica da língua e elando a igos
(ž . lis a de on es). de o al analisados 5 a igos comen á ios pe cibida mais do
que 1000 comen á ios. o am selecionadas os comen á ios mais aliosos em
e mos de con eúdo, nos quais esc e e-se sob e assun os essenciais, e
omi em-se aqueles, onde des ia-se em ou os emas ou não diz-se nada no o.
Nos comen á ios a aliados os aspec os da polí ica de linguagem são
a ibuídos com base . L. Coope io p opos o modelo de análise da polí ica
de linguagem, que é bem conhecido e equen emen e aplicado na
li e a u a de planejamen o de linguagem ( ambém e língua Li uânia, plg.
aicekauskienė 2007). a mais de alhada a ian e des e modelo é a seguin e:
quais a o es p ocu am in luencia que compo senão, que pessoas, po
que ins, em que condições, po que meios, como omando decisões e que
esul ados alcançando? (Coope 1989: 98; adução de: aicekauskienė 2007:
109). mais de alhe explicação elemen os do modelo, como econhece
elemen os de polí ica de linguagem em comen á ios, ap esen a-se nes a abelhe.
LeN eLė. polí ica de linguagem modelis (Coope 1989: 8798)
Kalbos poli ikos
elemen o
Ap ašymas
Veikėjai P z., o malusis eli as,
con ašiškos g u- (cas?) pės, ou os
sociedade in luenciingi indi íduos,
eli ui independan ys eikėjai.
Obje os (a) es u u ais (ling is iniai) sinais do compo amen o
simili ude). (b) objec i os da unção, pa a que é usado o p ocu ado
p e endido a e a (kokią elgseną?) (p.g., homogeniškumas,
in luencia compo amen o. /
(C) p e endido ní el de acei ação de compo amen o
(conhece , a aliação, pagamen o, u ilização).
Tikslinė g upė (a) a ge inės g upės
(quan ias
pobūdis (p z., pessoas ou o ganizações, di e io-
pessoas?) ginês ou in e mediá ias).
(b) possibilidades de g upo al o de ap ende o compo amen o p e endido.
(C) incen i os (s imulos) do g upo obje i o ap ende o
compo amen o p e endido. (D) incen i os do g upo obje i o ejei a a p e endida condu a.
kaLbos
kuL ū a 248 | 81
Kalbos poli ikos
elemen o
Ap ašymas
In enlai (quais (a) abe os
elacionado). pa a ins?) (b) Passeėp i
(compo amen o com língua
(não com a língua elacionado
compo amen o, ins de sa is ação dos
(į ykiai, umpalaikės sąlygos).
in e esses). Sąlygos (ko kio (a) si uação
condições mis?) (b) a o es
es u u á ios: polí icos, econômicos, sociais, demog á icos e ecológicos.
(C) cul u á ios: socie á ia san a ka (poli inė kul ū a), no mas
cul u ais, expe iência dos ac o es da polí ica de linguagem. (D)
a o es ambien ais (in luência ex e na). (e) a o es in o ma i os
(dados que são necessá ios pa a uma solução adequada).
P iemonês (ko P z., ju ídicas,
c edeninėjimu. kiomis p o
monėmis?)
coe a, incen iimu,
(a) Fo mulação do
p iėmimas (b)
(como são
omadas as decisões?)
objec o das soluções do p oblema.
P iemonių o mula imas.
Resul a ai (koks ou
esul ado?)
a ingiu do esul ado desejado.
Não odos . L. Coope io lis ados elemen os de polí ica a o es ak ualús
analisando linguagem polí ica na Li uânia; po ou o lado, pesquisando
comen á ios da in e ne , encon a am idéias adicionais, elacionadas com
es es elemen os de polí ica da língua. As a aliações da polí ica da língua em
comen á ios da in e ne in e p e am-se pô em p á ica a ideia de schemas
(angl. ames), que ajuda a explica al análise signi ican e. como a i ma
ag ad ies schemų concei o p opôs sociologo e. Go man, pessoas
pe cepcionam in o mação de aco do ce o ce o schemes de in e p e ação.
Esses esquemas ajudam a simpli ica o p ocesso de pensamen o e pe cepção
e deemia, em que elemen os ou aspec os da ealidade são apon ados a enção
(Zhou e al. 2007). Po exemplo, bū elí ao lado da es ada es acionando pessoas
passei is pode en ende segundo au obuso s o elas schemá. Es e conc e o
schema es u u aia a pe cepção a enção a aiu-se a um luga suscū usí um
Con inuidade da Len elha
L. Ne iNskai ė. A aliação da polí ica da língua nos comen á ios da in e ne 249
mos sinais de. schema ambém chama a a enção pa a ou os elemen os da
si uação, po exemplo, a sinalklá da es ação dos ônibus. ao mesmo empo, ela
des ia a a enção de ou os de alhes, po exemplo, da es uá io, composição
ísica dos passagei os do au obús supos os ou da comunicação en e eles
(koenig 2004). comunicação pesquisado es a i mam, igualmen e assim
ap esen a-se e pe cebe-se in o mação na mídia ou ou os ex osi exalškinando
ce os aspec os do a ado p oblema, su o mói-se pe spec i a a a ado
p oblemá e de ine-se, qual é o p oblema. a ap esen ação de in o mação segundo
ais schemas cien is as es angei os explicam a pô a mão da imagemlo ėmų
me a o a, que e lėmė a abo dagem in oduzição em inglês ( ame analysis).
Pa eikslo ėmai ap esen a uma de e minada pin u a (nuo aukos, pin ybos)
gabalėlį, e não ou os, e chama a a enção nis o, e de aco do escolhida
agmen ą espec ado o ma uma imp essão sob e oda a si uação e a ada
( anka d 2001: 99). . m. en manas (1993) dis ingue qua o p incipais unções de
ag adção schemų mídiaje. segundo ele, esses esquemas de inem p oblem a e
des aciskam os aspec os mais impo an es dela; de ine a causa e indica as
o ças que ge am o p oblemą; o nece uma a aliação mo al; o e ece u u as
ecomendações de compo amen o e ações.
maio núme o de pessoas, que é um dos kažko wachiących ludzi sche aigi
pa eik ies schema é uma signi ica i a escolha, em que sen ido é examinada
qualque ema esol ida a ques ão ap esen ada de aco do com uma, e não
ou o schemą pode de e mina , que medidas se á imamasi esol endo es a
ques ão. Po causa do pode de de ini p oblemą e indica manei as de solução
ap esen a o concei o de schemų é equen emen e opcional à análise de polí ica e do discu so polí ico ( anka d 2001).
au o es, analisando schemos de ag adecimen o concepção aplicação aos
es udos mídia, di ide schemes de ag adecimen o mídia ( exs o) e indi idualias
(in o mação ga ėjo) schemes. aqueles schemes, segundo os quais são
ap esen ados ex os, exp essam ce as signi ica i as pala as, azês,
es e eo ipinhas imagensdžiai, escolha de on es de in o mação e ases,
ansmi indo um conjun o de ac os e a aliações. o des ina á io da in o mação
hinks com base a esquemas indi iduais, que podem coincidi ou não coincidi com os esquemas de ap esen ação ex o (scheu ele
1999; en man 1993).
aigi nos comen á ios en a izados aspec os da polí ica da linguagem pode
conside a -se indi idualidades pa eik ies schemų, nas quais baseia comen á ios
au o es, exp ess aška. nos comen á ios dos lei o es ge almen e se a i a a
a enção a ce os aspec os da ques ão em ques ão e p ecisamen e eles são acen uados e conside ados mais impo an es,
250KaLbos kuL ū a | 81 não ec eipiendo a enção em ou os. assim a a-se
ques ão (nes e caso de iciência de calia e . .
bos poli ika) su okiamas i pa eikiamas kaip am ik a p oblema, pa yzdžiui,
ne inkamas kalbos a kybos objek o pasi inkimas, kalbininkų kompe enci-
komeN a ų aNaLiZės eZuL a ai ainda é e is o análise de comen á ios de
aco do an e io men e lis ados elemen os do modelo de análise de polí ica de
linguagem. é impo an e en a iza que aqui são ap esen adas as opiniões
exp essadas nos comen á ios, não as a aliando segundo se elas co espondem
a ealidade, po exemplo, se os esc i o es dos comen á ios co e amen e
en endem as decisões da polí ica de linguagem, se suas exp essi as opiniões
es ão baseadas (komen a ų kalba aisy a minimamen e).
Líbos polí icos ac o es
Embo a adicionalmen e planejamen o da língua osse conside ado
obje i o e ideologicamen e neu alu p ocesso, a ualmen e au o es que
examinam polí ica da língua chamam a a enção no a o de que agen es que
execu am planejamen o da linguagem é impo an e a o da polí ica da
linguagem. Nemaža au o ių duejoia sob e o adicional papel dos planejado es
de linguagem e a gumen a que na ealização da polí ica de linguagem de e ia
se incluída e sociedade, i. i. pessoas, às quais são aplicadas as decisões da polí ica de linguagem (kaplan 1997).
analisando os comen á ios da in e ne , à ca ego ia de ac o es da polí ica de
linguagem o am a ibuídos odos os ac o es, sob e cujas decisões e ações se
esc e e nos comen á ios. Nag inė a, não só quie ac o es minimi, mas e como eles
são a aliados. a pa i comen á ios ê-se que as pessoas en ol idas na ges ão da
língua pa ece às pessoas como ien isa g upo nos comen á ios ge almen e
esc e e abs akčiai sob e kalbininkus (į a dijan a iedias pala as ê. abaixo),
ečiau indicando conc e as ins i uções ou pa a des. en e as ins i uições mui o
equen emen e mencionada es a al Comissão das línguas li uanas, bem como
p esiden e da Comissão e ou os uncioná ios; apenas umas ezes mencionado
ins i u o da língua Li uânica. a pa i de mui os i os comen á ios da in e ne
b ilha uma isão bas an e c í ica pa a aqueles que ealizam a ges ão da linguagem.
aos comen a is as echklū a, que a e minija de á eas especiais é c iada
semconsul a com os espec i os á eas specialis as (daí c i icada, que em
ac o es de polí icas de linguagem não são incluídos os necessá ios g upos) e que
kalbininkai em ge al sa inasi a língua, c iando pala as, decisões omando a sua
L. Ne iNskai ė. 251 A a aliação da polí ica da língua nos comen á ios da in e ne
ce amen e se ia imensamen e ag adá el, se ca os no osada os compa a o es pelo
menos quan o consul assem-se com os especialis as das á eas co esponden es.
lendo, po exemplo. i s ičiai suge omão diccioná io no isi só k a o is.
disc e ão: a língua p ecisa de p o ege de alguns que idos kalbininkų, que
conside am que a língua é sua p op iedade e eles podem com ela aze o quê só.
comen os esc e en es usuá ios da língua c i icam não só ins i uições polí icas da
língua execu ando, mas e seus aožus, em ge al kalbininkų imagemdão, que de
analisuadas comen á ios yškėja bas an e nega i o. is o conside o-se um sinal
impo an e quando alamos sob e a ealização da polí ica de linguagem, pois a
imagem dos ac o es da polí ica pode e in luência na a i ude, disposição ou
acei a ejei a as suas o e ecimen os. Po exemplo, nos comen á ios a alia-se a
p epa ação p o issional kalbininkų: como e p o esso es, médicos, assim e de odos
cien is as eo e ikų g e os silps a. o que nós que emos, an es e a hon a é se
o ado , inhas os maio es concu sos passi i, e ago a? Não exis e pe sonalidades,
guia -se omasi a esininkai ais e esul ados. como e em oda pa e, p ecisa de
uma abo dagem c ia i a e olia egiško, e não de bloco de aplicação de eg as. Não
ejo saída.
Neigiama imagem dos kalbininkis mos a e al lakoniška ci a a: baisiausia quando
aidinama pa io us ( as ai ês línguas se gė ojas, cons an emen e g ūmojanças
senme gišku p š eliu), e ealmen e lingima di b e c ia a isiška makalynė... Požiū į į
kalbininkus apibend ina lhes desc i os pala as u ilizadas: kalbinykai, kalbišiai, kalbos
da ky ojai. Anais nomes e . miliūnai ės ealizada na análise de comen á ios: kalbainiai,
kalbiai, kalbos sa gai e k .
(miliūnai ė 2006: 52).
Obje os da linguagem polí ica a ca ego ia de obje os da linguagem polí ica indica,
que lingubinho compo amen o p e ende subs i ui pelos meios de planeamen o da
linguagem, que p opósi oem de e ia se isso azido, qual é p ocu ado aquele
compo amen o de acei ação (exe cício) ní el. Pa a es a ca ego ia inclui as
ge alizá eis di ações, co esponden es al de inição de obje os de planeamen o da
linguagem, sem apigila -se a especí icas decisões de polí ica da linguagem (p.ex.,
a aliação de no osada os e e c.). a aliação dos au o es de comen á ios, os
es o ços de ges ão da linguagem não semp e encaminham pa a os obje os
ap op iados. queixama-se que lingüis as pe nelyg assim, quando o ou ido acos ama à
252 kaLbos kuL ū a | 81 kišasi em okias s i is, às quais, comen a o ios opinião, kiš is
nede ė ų. be indicoma e á eas, onde pasigendama kalbininkų da bo. Não um au o de
comen á ios obúca isso, que, sua opinião, lingüis as p ocu am egula iza šnekamąją
kalbą. comen á io, po exemplo, indica não só a di e ença en e esnekamó ia e esc i a
língua, mas ambém, pala as do au o , a pessoa comum não alcança o mais al o ní el
de ap endizagem da língua: sakyčiau, que a língua expu yny a é nada ale, po que cada
homem a poecia com seus pe a ais, posakiais, naujada ais ( aikys ėje dūzgiančią
didelę musę adinda au ki mėLsėJa:). além disso, cada um de nós linguagem é
in luenciado e o aspec o li mal... minha opinião é al de e se ŠNekamoJi ou sLeNGiNė
ala e aŠomoJi ou oFiCiaLioJi. Pois na Li uânia al ez apenas 5 pessoas (smalinskas,
Pupkis, malakauskas) pode šnekė i obula lingua. odos ou os como a maio ia...
comen a is as conside am e ybe libe dade de linguagem e di e en e de cada homem
kalbėseną, e pe nelyg egula iga língua, em sua opinião, soa nãona u almen e. e dade,
e en e os p óp ios comen a is as é su gida con a iamen eujan es al a opinião:
clingumo mesmo nemalonu, po que língua pe de lais umą e soambumą, e soamba
simplesmen e manie ingai.
i neduok Die e klausy is i in aisyklingai kalbančio kalbininko. Nuo supe aisy-
miku a ičiaus leibelų [leiblų], à D i ačio conhecimen os blondinių pašnekesių, da
su skio e mauze io skambias línguas, simplesmen e klaikiai di ícil ou i no malias
lie u iškos šnekos. [...] eu ambém acho que Li u oj algo não es á bem, se já e
li uanis ês egula iga šneka ėžia ausį, soaba manie ingai e apenas apenas
comp eendama.
Comen ado es kei a e i eque í eis pa ece en a i as li eu i i bem no mundo
conhecidos dos nomes dos coisas: beje, lemb ou o caso, quandoe di bau es au an e
língua komisija ik ino menu. Ga ome descobadas óbio, p apuolė spage i e ca paccio,
mas opas oi deg inė Finlandia de íamos esc e e suomiška deg inė. O di e o pegou
os ne os e ele ele onou pa a a comissão de linguagem jei já e čia į nome, é pelo
menos e ki exa amen e deg inė suomija:) po exemplo, en ão ainda e mul a pagueiom,
po que de odos os mencionados kla menus ou a e us, embo a os au o es dos
ne aisėm :)
comen á ios pasigenze mais igo oso egulamen o dos insc i os públicos
(noscomen á ios não se dis ingue uma dis inção en e os insc i os públicos e o que já
L. Ne iNskai ė. A aliação da polí ica da língua nos comen á ios da in e ne
253 nimų), c i ica-se que não conseguída esol e nomes em lenkų kalba
ašimo ( ilniaus ajone) p oblemos.
odos os p o esso es de li u iano ... Mui o liūdna, que a es a al linguagem komisija
esugeba cons a a ac s. e onde os u os dela abalho? [...] só je iasa o dinhei o dos
con ibuin es pa a os seus bolsões seu abalho nãoima a absoliučiai nenhumio, nem é
capaz de ilniaus aion exp essalau i lie u iškų už ašų.
Línguas polí ica obje i o g upo ano . L. Coope io, polí icas de linguagem obje i os
e medidas podem se aplicados a ce os es ei eis g upos de sociedade. nos
comen á ios in es ig uos poucos o am de opiniões, que pudessem se a ibuídas a
es e aspe o da polí ica da linguagem. como di e a polí ica de linguagem obje i o
g oup, à qual pode ia se dada mais a enção, mencionadas mino ias nacionais: Mais
imp us i usiukus e lenkiukus, que es udam em suas escolas dos li uãos, po que
linksnių nesude inimai e ca ac e ís icos pa a eles; ) como e aikynas ou me gyna:)
como g upo da sociedade, cuja língua é pio es, nos comen á ios mui as ezes oi
mencionado jo emimas. Jo ens pessoas são acusadas de de uba língua li uanas em
um dos analisados a igos, lei a oja esc i oja opiniões del i.l sky elei ox Populi
(Lie u ių kalba žlunga). nos comen á ios e endossa-se, e opõe-se a al opinião: minha
opinião da língua li uânica mais da ko sla izmai e c imins amo mundo ja gonas. Es a
malidade i in paga jo em a pe. Se ancamen ei, isso adul os mui o mui as ezes
ala mui o não ciclingio do que jo ens. A g ande pa e dos jo ens pessoas na escola
es udam língua cul u a, e ainda assim algo na cabeça pe manece. Jauni educ inê ala
eg asingue do que adul os, exemplo. polí icos, que usa ne aisyklingas de usų língua
nusa in as cons uções, posakius, an esdėlius. ou os g upos, pa a os quais a língua
chama a enção comen a is as, são publicamen e isí eis e oudimas p o issões
ep esen an es jo nalis as e polí icos: mas não p ecisa culpa só só jo em.
Passeiêmos como jo nalis as esc e em ou polí icos alam. Cheia anglicizmos,
ba ba izmos e isokias hib idines pala as.
260 kaLbos
kuL ū a | 81
T a ado es da língua Li uãs o ni am ais eg as de o og a ia, que apenas
poucos Li uãos conseguem esc e e nacionalinho dik an ą sem e os, e
p og amado es não conseguem elabo a eg as algo i mo e inalmen e c ia
p og ama de e i icação de des ilybos. F equen emen e a i ma-se que kalbininkų
es o ços c ia uma disposição nega i a po causa da linguagem aisymo e
aisy ojos ou a é incen i a passa pa a alguma alguma ou as, mais simples, línguas.
A língua Lie u ių é mui o in e essan e e bonzi ap o ei emos isso, e não kiškimos a
língua onde ela nunca oi. [...] o isso que po o ça a b ukama, isad sesilaukia a
i kš čio ansako.
do meus empos escola es nada baisesíssimo do que lições de línguas li uãs não
eco do... Li uãs línguas puoselėjimas į a é al neapykan ą a odo es e assun o, que
após es e dia não posso esquece aqueles his ikios p o esso es de língua, ku iom com
aciocínio e lógica ge almen e e a não pakelui. mas po isso kabinė is po cada cablelio
ou kokio ki čiação, que muda mais eqüen emen e negu mados P ancūzijoj, isso elas
e a am seu abalho p o essionales. o mesmo e com odos esi ais linguagem
se gė ojais. Depois deles abo na ajai kalbai sen i não meilha, mas odian á. ou
al ez esse seja o seu obje i o? A língua na i a é p eciso ama , mas se da ela epelido
kalbininkai isso quem culpa?
é pa a mim a e dade dizendo ainda mais con enien e, que a língua li uânica es a á
só šnekamoji lingua, signi ica i amen e mais con enien e especí icos e minos não
aduzi em li uãos língua, e po i i de inglês [...] eguem aqueles lingüis as poxai o
li e išką mak oekonomikos manual, e en ão šneka, qual língua mais con o á el
ap ende ... ou a banda, há alguma coisa en e neu ais, en ando jus i ica ambos
os oposi o es em lados e esumi a padė í: simplesmen e mui o i i ado, quando a
sua ida se mex. aliás, quando Jablonskis sumiu a pala a lig ukas (e ainda mui os
ou os), eles u bū naquele momen o ambém soambe am queis ai. e hoje? Uma
pala a comum. assim se á e com ou os, hoje suge idas pala as. a , acho que sim.
keblumas ão sis emiškumas do idioma s na u al linguagem aida. aos consumido es
em que man i e a na u alidade, e aos eó icos sis emiskidade. Cu iosamen e, que
odos admi am e os de linguagem, po ém esqueça, que linguagem e esc i a odos nós
ap endemos moçiculada. lá nos esc e iam no as. alguém ga a a melho es, alguém
pio esnius, po ém, acabando escola, de odos já eque em não aze e os.
NeImamaNoma!!! Se algumkieno conhecimen o de línguas li uãs na escola de ido a
e os o am a aliadas apenas sa is a ó io no a, isso ingenu espe a , que aquele
homem, esc e endo não em escola inho sąsiu ínio, ims e milag osamen e nãoeda á
e os.
L. Ne iNskai ė. A aliação da polí ica
de linguagem em comen á ios in e ne 261
Ou os aspec os da a aliação não como obje o da polí ica da linguagem. a pa i delas
išnag inė uose in e ne o komen a uose bu o nuomonių, ku ių negalima
p iski i ku iam no s iš kalbos poli ikos elemen ų, nes juose kalba e inama
pode ge a -se opinião, que a qualidade da linguagem depende de ou os a o es, que não
são egulados pelos meios da polí ica da linguagem. baseando an e io men e
mencionada pa eik ies schemų concep oka, pode-se a i ma que a língua em ge al
en endida não como obje o da polí ica. Po exemplo, em ais comen á ios a qualidade
da linguagem é conside ada a ibu o pessoal da cul u a humana e a é oda a condição
da sociedade e lexo: eg asinga língua é p incipalmen e indicado do po encial
in elec ual. Po azões comp eensí eis pa a a maio ia unkelės isso é simplesmen e
não de aco do o ças. nossa i moj au o idade há mui o empo es i ou pe cebeu.
za a ao admi i no o emp egado em começo dá meia de página dik an á do conse binio
dik an ų compinuko 7 classei. Depois disso imedia amen e ica cla o, com quem ale
ala p ossegui . a é que po xau não aquei. si uação é al, que li a ians g ande
pa e já emoka só bebe , oub i, boš is e abalha sunkius da bus (kai não há quê
ouba , e expi i que isi). Li u ians ala aqui já não ajuda á e isso be il iška.
sme onienê simplesmen e éuis deixa dinhei o. qualidade da língua ambém é a aliada
como sinais de di e ença de ezes: Da elhas ge ações jo nalis as, como p.
ai iekūnas, egulamen iga língua Li uânia le a įdomias laidas. Ele cla amen e e
pe ei amen e esc e e e ensina idéia sem e os!!! e jo ens isso e ibinga ou i , nem
ki čiação, nem esc i a ninguém nãoi a. de g ande ca a saí amm de e aço.
emp a idlinha. enquan o e a eu mesmo niolikinis, in ensi amen e usa a anglicizmos,
po que isso pa ecia es ilinga e du a, mos a a eu lygį (em pa e assim e e a naqueles
empos inglês a língua sabia imensamen e menos). s uk elėjo mais alguns me eliai,
en oupashei a e cei a dezį e mudou pe spec i a. e udo se susi a kê. e aos amigos
ambém. Mesmo na es e a compu acional, na qual abalhamos, começamos a
paukščiukus e nosines usa . acho que ou os, que êm mesmo um pouco mais p o elio,
ambém assim acon ece á. Volodžiu, udo ai ica bem, não p ecisa ondas po causa
de publicidade kel . Gálicamen e, a língua en endida como exp essão de iden idade e
obje o de o gulho nacional, po isso espei o a ela e gue-se como e idade em si
mesma, da qual, e não de ou os ações, mais e depende a qualidade da língua: badidade
não inglês ou usų língua, mas maio badidade não ge eb i sua língua e se apa es em
s e imybių džiunglėse. po odos os modos possí eis de emos p ezai , a
sal agua da , de ende a língua Li uânia e nãouldinė i de um ex emismo a ou o.
262 kaLbos
kuL ū a | 81
Passei a le os comen á ios e i que eles odos ch epli, a cam alguns alguns
lie u iškus pala as. Melho já não comen em. e seus compu ado es p og amas
su u kyiam assim, pa a esc e e Li hu iškai. e se isso não consegui em aze , en ão
não alem sob e os li uãos, que nada espebiam. Respei ando a língua homem aquela
linguagem š eplumu não a á esc i yboje.
IŠVAdOS análise de comen á ios na in e ne e elou pe spec i as pa a
ques ões da polí ica da língua li uana di e sidade de aco do com elemen os da
polí ica da língua: eikėjus, obje o, meios e . . como is o do julgamen o, de
cada polí ica da língua aspec os podem se a aliados e posi i amen e, e
nega i amen e ou neu almen e, embo a mais p e aleça de uma di eção
a aliações, . y. nega i os. po ém nos comen á ios e e šiokia al discussão,
exis a de di e en es opiniões, po an o de opiniões nega i as não pode se
explici ado só em ge al nega i o comen á ios da in e ne na u eza. A maio ia
das a aliações posi i as o am po causa da si uação polí ica da língua. A es e
aspek ui a ibui -se ezinhas sob e li uãs língua kylančias ameaças, quais lemia
p as ėjančią língua condição, e ao mesmo empo kalbininkų abalho
eque ingumą. nos comen á ios in oduzidos g upos-al o, cuja língua
p asčiausia isso jo ens, jo nalis as, polí icos. os aspec os posi i os ie ini com
alguns ou os elemen os da polí ica da língua p opósi os (p i a iama
g ynimen o necessidades) e esul ados (a kū us independomybę kalba
page ėjo). os elemen os da polí ica da linguagem são a aliados p incipalmen e
nega i amen e: ac o es (kalbininkai apapa eci a linguagem, não consul am com
especialis as), objec os ( egula-se šnekamoji kalba, ačiau nesulie u inama
užsienie iški pa adinimai ja nos i i s e im a džių spelling), objec i os
( o nece-se aisymai, po que mui as ezes é p eciso jus i ica seu abalho;
c iam eg as po causa de eg as, e não po causa de uma comunicação mais
simples), medidas (pasosen), modos de omada de decisões (inconsega-se a a ą,
pe canaliza-se eg as e não se usa a gimi a i), esul ados (in ol e-se a sensação
de que a pessoa não ap enda a ala a língua pública). encon ado e ais
a i mações, que não co espondem à polí ica da linguagem pa eik ies schemas
quando língua é en endida não como obje o da polí ica, e como indi idual de uma
cul u a a ibu o, ques ão de di e ença das ezes ou obje o de o gulho nacional.
Opinões sob e a polí ica de linguagem de ido schemes podem e an a mesma
impo ância como e em ou as á eas da polí ica. Se na discussão se salien am
alguns aspec os e ejei a ou os, assim é dada p io idade a ce as polí icas
L. Ne iNskai ė. A aliação da polí ica de linguagem em comen á ios in e ne pa a
263 decisões e diminui possibilidade de diálogo. Po exemplo, se a pessoa acha
que os lingüis as abalham não p o issionalmen e, lhe se á di ícil acei a as
decisões que eles p opõem. Se le an adas ameaças à língua se á inclinada a
p o egê-la po quaisque meios. se quem man ém a opinião de que a língua é um
a ibu o de cul u ismo, esse não ê sen ido deba e sob e meios de polí ica da
língua, an o mais a ailesnes, des inado a consumido es da língua p omo e .
Se a ques ão é de inida como ezes p oblema, a a enção ambém é des iada dos
meios da polí ica de linguagem e . . impo an e é que nega i as a aliações da
polí ica de linguagem não podem simplesmen e ejei a a i mando que as
pessoas não en endem a polí ica de linguagem. suge e-se segui disposição, que
nãocomp eendimen o indica e ce o ce o su o de sussu bamen o, as quais
podem se a aliadas como pos e io abalho kalbininkų obje o. como só isso
mos a di eção mais cla a pa a o diálogo da sociedade e kalbininkų. a
conhecimen o da psicologia dos consumido es da linguagem (Pi očkinas 2004: 6);
Panašių eiginių y a i ki ų kalbos y ėjų s aipsniuose: kalbininkams ūks-
da sociedade é exigido mais do que lhe é o necido conhecimen o (G umadienė
2002: 9); isuomenê não gos a de pe manen es insyg ões se mões, po an o o
esul ado não é semp e aquele que se espe a (G umadienė 2003: 11). ealizada
análise de comen á ios mos a que uma das nãousobbamen os azões pode se
e o a o de que se ala sob e di e en es assun os, po exemplo, quando uns
que em discu i sob e meios de polí ica da linguagem e manei as de omada de
decisões, ou os ecusam isso aze alegando, que os p imei os p on amen e
nada neiš sabem sob e a linguagem. Nes e a igo escolhidos os p incípios de
análise podem adap a -se a mais ampla análise de discu so (não só comen á ios),
incluindo ambém na mesma mensagem esclaidoie oco en e discussão. os dados
ambém pode iam se ú eis na composição de pesquisa de opinião pública sob e
polí ica de linguagem, pois selecionados elemen os da polí ica de linguagem
co esponden es alegações podem p a e s i ao desc e e os desa ios da
pesquisa e o mulando a ian es de espos as.
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265
e aLua ioN oF LaNGuaGe PoLiCY
IN INTERNET COMMENTS
Summa y
he pape aims a analysing he e alua ion o he Li huanian language policy in
in e ne commen s. he in es iga ion is based on he me hodology de eloped by
. L. Coope and he elemen s o language policy iden i ied in his analy ical scheme.
his in es iga ion ocuses on commen s w i en o a icles on language policy and
ela ed language issues in he news po al www.del i.l . he in e p e a ion is based
on he concep o ame and he p inciples o aming analysis. he esea ch has
shown ha mos posi i e commen s we e add essed o he si ua ion in language
policy. u e ances a ibu ed o he ame ocused on he h ea s o he Li huanian
language which leads o ea ing he linguis ’s wo k as ex emely impo an . some
o he i ems o posi i e e alua ion e e o he aims o language policy (a need o
pu i y he language is app o ed) and i s esul s (a e he es o a ion o independ-
ence he quali y o language has imp o ed). o he language policy elemen s a e
gi en mo e nega i e e alua ion: ac o s (e.g. linguis s who claim hey own he lan-
guage and ne e discuss p oblema ic issues wi h specialis s in a p o essional ield);
objec s (e.g. an a emp is made o egula e e en spoken language; howe e , public
o eign no ices ha e no Li huanian equi alen s); goals (e.g. ules a e w i en o he
sake o w i ing a he han o he sake o simple communica ion) e c. he e a e
some claims which o e no di ec e alua ion o language policy. hey a e a ibu ed
o addi ional ames, e.g. he quali y o language as a ea u e o indi idual human
cul u e, he quali y o language as a dis inc i e ea u e o a gene a ion gap e c.
he o eg ounding, o aming, some aspec s in he commen s is an impo an
ac o o an ongoing discussion and dialogue abou language cul u e; i he discus-
sion o eg ounds one o ano he ac o o e alua ion, he o he s a e ejec ed. hus
some poli ical decisions a e p io i ised bu he p obabili y o a dialogue dec eases.
he analysis could be use ul o u he esea ch in he discou se o language
policy and quan i a i e esea ch in o public opinion on language policy.
Laima Ne iNskai ė
Lie u ių kalbos ins i u as
P. ileišio g. 5, ilnius L 10308
[email p o ec ed]