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Lietuvių kalbos trumpųjų ir ilgųjų balsių kiekybės ir kokybės etalonai

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Lietuvių kalbos trumpųjų ir ilgųjų balsių kiekybės ir kokybės etalonai

Author: Jurgita Jaroslavienė
Year: 2015
Source: https://journals.lki.lt/bendrinekalba/article/download/180/203
JURGITA JAROSLAVIEN
Ins i u o das línguas Lie u ių
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LITUVI KALBOS TRAMPJ E LONGJ BALSI KIEKYBS IR KOKYBS
ETALONAI
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1.INVADINS NOTABS
Não há mui a quan idade e qualidade de pesquisas das band inhas ins umen ais de língua li uana cu as e longas. No
en an o, e elhos (a opelados na segunda me ade do século XX), e mode nos mé odos con empo âneos[1] , eles a é ago a
ac uais não só do pon o de is a da pu a linguo i a. Todos eles di e em espec i amen e obje i os e a e as, ma e ial a
se omado, mé odos de pesquisa de sons e de g a ações, in o man es, sexos e dados, po an o, quando se azem
pesquisas expe imen ais e quando se compa am com dados de ou os es udos, é impo an e pe manece em ele an es,
pois os mé odos e os alo es de análise dependem de di e en es línguas e ações.
P incipalmen e á ios pesquisado es um ou ou o aspek u pesquisa e desc e e bend inês línguas li uanias ki čiuo i e (o )
neki čiuo i ozes, p onuncia i in o man ų y ų a ski uose ienskiemeniuose, d iskiemeniuose, iskiemeniuose e
ke u skiemeniuose pala asas (plg. Pake ys 1982: 3134 e k . ; Kliukienė 2002: 7378, 2003: 8191, 2005: 361367; Gi denis 2003: 222;
Kaukėnienė 2002: 4159, 2003: 3547, 2004a, 2005: 6571; Балшайтите 2004: 169175; Kliukienė, Raudžiū ė 2013: 111119 e k . (Ce os esul ados
e conclusões ge almen e se ão discu idos mais adian e nes e a igo.) No en an o, não emos pesquisas de alhadas de
sinc onizadas (e diach onizadas) ins umen ais e ipologicas a ian es de oz da língua saky inė. Nuosekliau pesquisa ce os
sons, seus a ibu os, aspec os no con ex o da mudança da língua o icial (publicada) li uana ou e c. (plg. Čiopienė, Kaškienė 2008:
3842; Vaicekaus 2011: 191207; Ne ins 2013: 118136; Ki ačė 2014: 58 e c.). Di o is o, ainda al a uma ce a quan idade de in o mação
sob e o e ei o da ação ins umen al ( iešiai e do discu so) e qual pode se o con ex o de acús ica de di e en es línguas.
(Gi denis 2003: 224 e min. li .). Além disso, pesquisado es des aca em que em ce os casos não é su icien e pesquisa apenas
apenas a du ação dos osios, po que p ecisamen e qualidade pode se es abilότερη do que du ação (plg. Vai ke ičiū ė 2001:
7980; Kazlauskienė 2002: 3335, 2009: 27; Kaukėnienė 2004a: 6263; ambém e Pake ys 1982: 94, 2003: 26). Po exemplo, cons a ou-se
que o con as e quan i a i o de ozios especí icos mui o di e e, e es a is icamen e signi ica i o pode se já e 1520 ms a
di e ença de du ação de osios (as ozias mais longas nes e caso ap oximadamen e 1,11,2 ezes ilgesio do que umpucios), se
o expe imen o oi adequadamen e ealizado e me odicamen e, i. e. escolhe o mesmo empo dik o iai, eles eci am as
pala as compa a i as (ge almen e homodas ou mui o semelhan es a sanda as sono as) com a mesma in onação, em
condições semelhan es e . (Kazlaus 2002: 46, pl. Não hou e es uda e isoliuo ai[2], i.e. sepa adamen e emi idos, os sons com os
quais se ia possí el basea -se no exame da an ecipada a ian izmidade dos alo ones ocais, especialmen e explicando opius
as ques ões da quan idade e qualidade dos balsios, e que pode íamos conside a p o ó ipos ou aspi aamybe da língua comum,
alando sob e a a inha como alo ( a es cul u a[4]) e em ge al a polí ica da língua na década de 21s cen u y.[3]
Specialized 2015 Zabili, em pesquisa de p es igio de posições geoling is icas, mos a que a di iculdade de in e p e ação
mode na é: a língua comum, assim como a língua comum, unciona como uma eg a e uma eg a, e ambém uma eg a e uma
eg a. Tendo em con a o que p ecisa, de pesquisas si uadas de e mina , quais quais elações de du ação de balsiões de em ou
pode iam se conside adas no ma da língua bend inesa e quais ecomendam-se exempla es e alões de qualidade
(a ikuliaciniai) de balsiões, o obje i o des e a igo baseado em dados ins umen al[6], panag inė i izoliuo ai (sem qualque
con ex o, quan o mais na u al) o es udo es a us pas o ios a iculações ilguosius e umpuosius balsius da língua
li winesa como possí eis e alões de a e bend inesa li uanos, in es igando ambém a oposição quan i a i a ( uk quali y
ela ions). Bend inė lie u ių kalbos a ies e alonas necessá io e ydingai lie u ių kalbos mokymo me odikai pe ecciona :
desejadau ina, que ga sinės mokymo p iemonės a i ik ų bū inuosius bend inės kalbos a ies equisi os (plg. Miliūnai ė 2013:
208)[7].
Combine li uãs língua nes e a igo é conside ada oji a ian e da língua, que é usada como suno min oji, pad izuji
a ian e da língua, des inada do público ida bem como necessidades cul u ais (plg. LKE 2008: 879 Como sabe, ela
se o mou uns aka ų aukš aičių kauniškių a mės pag indu[8].
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2. TIRIAMOJI MEDŽIAGA IR JOS TYRIMO METODIKA Do o al comb inée das línguas
li uanas designa-se 14 balsinių onemų (DLKG 2005: 23):
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1 PAV. Es es sis emas de ozios da língua li uânica são usados sepa adamen e (izoliuo ai) p onuncia da a ual comunhinha
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li uana as ozes longas e cu as ( ambém a pe i e ia do sis ema onológico é a ibuído o umpasis [ ]) e são o obje o des e
es udo (da . e abelê 2003). No en an o, du an e o es udo, descob iu-se que in o man e como sepa ado, i. e. izoliuo ai i a o,
não ep esen a o umpo [] (di i eidesa a ian o, ou […]si alo ono) e endem a suja com o sua as u [e] ( ocis y inae
a ian u] []), Gi emes len em wi hou a [] [] [] [] [] [] [] [] [] [] [] [] [] [] [] [] [] [] [] [] [] [ ] [ ] [ ] [ ] [ ] [ ] [ ] [ ] [ ] [ ] [ ] [ ] [ ] [ ] [ ] [ ] [ ] [ ] [ ] [ ] [ ] [ ] [ ] [
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Fo a des e limi e ainda as es a am e isoliuo ai p onuncia [10] no sis ema onologico da língua li uana, e e com base nos mais
ecen es es udos expe imen ais (ž . Gi denis 2009: 213242), ie, uo unciona a como sa a ankiškos ilgosios aukš u inės kin amo
pakilimo onemos (Gi denis 2009: 240). Nes e a igo elas não são nag inadas po causa de uma ou a pesquisa e me odologia de
desc ição.
(2005: 2326) e Alekso Gi denio Nos Fundamen os Teó icos dos onologias li uanos (2003: 209, abela 23) as a iculações a iá eis/ie,
a ibuem ao neaukš u inių balsių ( ambém plg. Bace ičiū ė 2002; Pake ys 2003; Kauknienė 2003b, 2004a). No en an o, é des aque que a
a ibuição de a iculações a iá eis de longos balsių/ie a ocais onemá icos de um olho ou de ou o olho é condicional. Como is o, 1
abela comum de línguas li uanas de onema e melha insc i a em lauž inais cliaus os e in e nacionais one icas abėcėlės (TFA ou
IPA ang. In e na ional Phone ic Alphabe ) esc i osim (plaça e IPA 2005). Assim ais cujos a iculações cons o ias co espondem a
símbolos balsios adicionais da língua li uana, e, a, ɛ, ɔ, u, i·, , e, e, a·, o·, o·, u· TFA le as: ɪ, ɛ, , ɔ, ɔ, , , , iː, iː, iː, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e,
e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e,
e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e,
e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e, e
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1 LENTEL. Fonologinė lie u ių kalbos balsių sis ema ( adiciniai ašmenys juodi, TFA audoni) e balsius žyminčios
aidės (žalios)[11]
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A Associação In e nacional de Foné ica (ang. In e na ional Phone ic Associa ion) c iada in e nacionalmen e one ical
abėcėlė é uma pad onizada uni e sali sis ema de esc i os, adap ada a sons de á ios idiomas do mundo desc e e bem que,
endo em con a sua a ima. Pa a sons da língua Li uânia, TFA esc i os o am aplicados, po exemplo, em 1997 em uma
g ama ica acadêmica da língua Li uania em Li huanian (LG 1997). Nes e a igo u iliza-se um pouco a ansc ipção TFA, . y.
baseada em no esne (2005 anos). 1 abelhei o as ozes dispo s y i segundo di e encinos a ibu os (plačiau ž . Gi denis 2003:
191 .)[12], sob e eles plačiau se á alada abe indo esul ados analisadas espec al. Ga sus enquad ou 12 in o man es (6
mulhe es e 6 homens, de idades en e 20 e 50 anos), ep esen an es da língua comuninha não possuido es de alamen o (a
maio ia deles em mais ele ado ilologicamen e educado, odos eles usa am a língua comunhinha dia iamen e ou quase
dia iamen e não só no espaço público, po ém ap endem uma ou á ias a mes, línguas es angei as) de odos os
egiolek os eais da língua Li uânia (2., Šiūčiau. Alikai ė, see Mikulė 2014: 257 .), pa a que o ma e ial de es udo osse o mais
obje i o e os esul ados ob idos e lec issem an o quan o possí el a si uação.
(i g á icos) ap esen am-se odos os in o man es esumidos ( idu kis).
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2 PAV. Regiolek ai da á ea da língua li uana e am ei as em ecin os com um ec o onio p o issional (Tascam HD‐P2) e
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di eccional, com um mic o one ocal ixado na cabeça (AKG C 520). Os in o man e inham o ma e ial a p onuncia em elocidade
comum e o mais na u al possí el. As p imei as g a ações o am ans e idas pa a a memó ia do compu ado e sal as em
o ma o de Įwa (de mais de 5 000 a qui os). A segmen ação dos Nag inas oi ei a com os elemen os de p ocessamen o de
som do compu ado : 5.3.63 e 5.4.4 (Fundamen al) e sões (Su i o Paul Boisma e Da id Weine ) e Wa e 1.8.8 (Su i o e She ko).
Tnei ins umen al es udo da a análise oi ge almen e usado p og ama Excel, po exemplo: de aco do An hony Bladon e MS
Fan a o Fan o o mula (Bladon, 1978: 3; e ambém Gunn Fan 1983: 7) o am calculadas médias es a ís icas (he cais e
ba kais), pad ão nuoc ypis (he cais), e ici iõsios an õsios o man ês (F2′) signi icância (ba kais), que p ecisa calcula não
só as p imei as duas signi ica i as, elas i emia as p incipais ca ac e ís icas acús icas dos balsios, mas o man e e cei a,
qua o de signi ica i os e do onal (da e são).
conside a-se a loga i miná na u eza da pe cepção (G igo je s 2013: 303) Psichoacus ânica espaço (ž . 3, 4; ambém plg. Fig. 5)
as ozes es udadas signi icam 1 ba ko amanho de pe íme o cí culos, as dis âncias en e as quais indicam pe cebidas g au
de di e ência de qualidade (Ii onen 1987). Apibúdinan sis ema comum da língua li uana en e os alsios, ambém são usados
ono op ep esen uais (ba ka) en e os p imi i os o man es e da equência ( ono) (F1 ille e os p imá ios e secundá ios
(F2F119)): ais dis âncias es ão in imamen e elacionados com os balsi a omos e com as dis inções masculinas e onal (Mucho
1989: 21).
Os éikšmės (dados apibend in i) e os pa âme os acús icos (kompak iškumas, bemoliškumas, onalumas, empenhamen o)
dos o mados medidos das ozias das mulhe es são ap esen ados an o o iginais, i.e. neno malizados (4 abela; homens
a ies e Tabela 7), quan o no malizados de aco do com 17 po cen o (3 abela) e 14 po cen o (4 abela) dos dados, pa a que
os esul ados ob idos possam se mais obje i amen e compa ados com os dos co esponden es homens a ies (pa a
coe icien es uni e sais de coe icien es, e 8). Os coe icien es de no malização são calculados com base em 1975 [i]
o man es e com base em dados de o ma secundá ia, que dependem de qualque um de e minado e ma (c . 1975: 8 G igo :
45:1-61). A im de desc e e mais p ecisamen e quali a i as elações de línguas li uanas longas e cu as, usa-se o p og ama
FORMANT2. PAS[14], pela qual segundo os médios p imei osõsios, segundõsios e e cei osõsios o manços alo es (Hz)
calcula em es es pa âme os acús icos (signi ica i as numé icas): bemoliškumo, kompak iškumo, in odução e onalumo
(ž . 47 abelas).
Como mencionado in odução do a igo, esul ados quan i a i os e quali a i os dos o os são compa ados com
dados de alguns es udos an e io es (3 abela, ig. 7).
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3. TIRIMO REZULTAT APTARIMAS
3.1. IZOLIUOTAI IŠTĂRT BENDRINS LIETUVI KALBOS BALSI KIEKYB A pa i dos esul ados da medição da du ação das ozias (ž . 2
abelę) ê-se que e das mulhe es, e dos homens p onuncia comunhinhas línguas li uanas [], [] são os mais longos dos balsios
cu os, o [æ], [], [ɪ] dos mais longos; os mais cu os [], [] são os mais cu os dos balsios, o [i], [u], [u] dos [u] Ki ias cu as (ki ias]
cu as e [e], [e] cu as] de du ação) co espondem, espec i amen e, à endência da língua: os mais cu os uminos e os
mais longos co espondem aos balsios, mas os mais longos são os diminhos.
Pake ys 1982: 4348 e min. li . ).
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2 LENTEL. Bend inês línguas li uanas balsių kiekybė: apibend in i homens e mulhe es dados (mo e ų a ies balsių N =
60, y ų a ies balsių N = 72)
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Como pode se is o a pa i dos esul ados esumidos ap esen ados na abela 2, as mulhe es e os homens p onunciam os
longos o os 2,1 ezes mais longos do que os umpues. No en an o, a di e ença quan i a i a en e os co esponden es
in e alos de con iança dos o os cu os e longos não seusci ou (es e e alguma ou a in o mação abaixo desc i a na abela
es a ís ica não é o necida). A di e ença quan i a i a en e eles é es a is icamen e signi ica i a (p. 7 a 20).
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3 LENTEL. Bend inės lie u ių kalbos umpųjų i ilgųjų balsių kiekybės san ykiai dados de alguns es udos
an e io es

POZIÃO A. PAKERYS
(1982: 93, 95, 112) L.
KAUKNIEN (2004a: 62) D.
BALŠAITYT (2004: 174)
Ki čiuo i cu ó ios: longó ios
(ki č. cu ieji: akū iniai: ci kum leksiniai)
1:1,72:2,09 
1:2,2 
1:1,94
Nãoi čiuo i cu os: longos 1: 1,76 1: 1,4

Como oi mencionado no início do a igo, ou os pesquisado es p incipalmen e in es iga am sepa adamen e (isoliuo ai)
p onunciados pala as (skiemenos núme o a ia de um a é qua oas), e não sepa i os sons. In o man ai p incipalmen e
e am homens. No en an o, como emos (z . abelê 3), as elações quan i a i as de ocsios cu os e longos (exce o acú inos)
bas an e semelhan es às desc i as nes e a igo. Os esul ados das pesquisas Panag inėjus mais de alhadamen e,
explica am que as elações de du ação dos ocsios cu os e longos s y uam de 2003 a 2,4 ezes, apenas as acú inas são mais
longas do que os umpuos de 1,5 a 1,9 ezes. As elações en e ocsios cu os e longos (exce o acú inos) podem se
di e en es, mas são impo an es, são es a is icamen e signi ica i as: s y uam de 1,1 a 1,9 ezes. No en an o, é p eciso
dis ingui en e os elemen os onológicos e os elemen os linguís icos.

3.2. SVARBIAUSI KOKYBINIAI BENDRINS LIETUVI KALBOS BALSI POŽMIAI A análise dos esul ados Gau ia mos ou que o espec o de
ozios depende de um conc e o alan e, além disso, as di e enças dos espec os de ozios p onunciados de homens e mulhe es
em in luência e meno amanho do esonado de mulhe es. No en an o, semp e se obse a que pe manecem ce as
cons an es (plg. Gi ašdenis 2003: 222). Como desc e e es e a igo, as di e enças de esul ados en e mulhe es e homens
podem se eduzidas a é a no malização dos esul ados dos homens (plg. 4 abela 5 e abela 5). Visas in o man as (i masculina,
e eminina[15]) de p onunciadas [iː], [eː], [ɪ] mais al a do que 2000 Hz a p imei a o man ê e mui o baixa a p imei a o man ê: de
285 Hz a 450 Hz (ž . 47 ábuelas). Išnag inėjus obse a a dis ância en e a p imei a e a segunda in o man ês e en e a e cei a e
a segunda in o man ês e os o man ês, que da p imei a (e longas, e as p imei as) o man es li uanas é de ap oximadamen e
1200 Hz a 610 Hz [iː], [eː], [iː], [iː], [iː], [iː], [iː], [iː], [iː], [iː], [iː], [iː], [iː], [iː], [iː], [iː],] [iː], [iː], [iː], [iː],] [iː], [iː], [iː], [iː], [iː], [i]: [iː], [iː],
[i]: [i]: [i]: [i]: [i]: [i]: [i]: [i]: [i]: [i]: [i]: [i] [i] [i] [i] [i] [i] [i] [i] [i] [i] [i] [i] [i] [i] [i] [i] [i] [i] [i] [i] [i] [i] [i] [i] [i] [i] [i] [i] [i]] [i] [i] [i] [i] [i]] [i] [i] [i] [i]] [i] [i] [i] [i]]
[i] [i] [i] [i]] [i]] [i] [i]]] [i] [i]] [i] [i]] [i] [i]] [i] [i] [i]] [i] [i] [i]]] [i] [i] [i]]] [i] [i] [i]]] [i] [i] [i]]] [i] [i] [i] mais al a negu segunda [ɑː], [] o man ė e mais
baixa negu segunda [iː], [eː], [ɪ] o man ė (ž . 47 abelas). De odos os longos e cu os balsiões, menos do p imei o dis olusi
balsių [ɑː] e [] e cei a o man ė. A i inkamai mais do p imei a o man ês dis olusi balsių [iɑː], [eː] e [] e cei a o man ė

4 LENTEL. Bend inės lie u ių kalbos umpųjų i ilgųjų balsių o mančių eikšmės (he cais) e suas a aliações:
neno malizadas mulhe es a ies dados


5 LENTEL. Bend inês línguas li uanas cu as e longas alsias o manças signi icanças (he cais) e suas a aliações:
no malizados dados de a ia eminina (k = 17 p oc.)

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6 LENTEL. Bend inês línguas li uanas cu as e longas alsias o manças signi icanças (he cais) e suas a aliações:
no malizados dados de a ia eminina (k = 14 p oc.)
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7 LENTEL. Bend inės lie u ių kalbos umpųjų i ilgųjų balsių o mančių eikšmės (he cais) e suas a aliações: apibend in i
y ų a ies


De aco do com os alo es médios dos ês p imei os o manços calcula em os pa âme os acús icos das ozias (ž . 47
abelas) associam-se com os seguin es a ibu os:,aukš asis‘,žemasis‘,kompak inis‘,di uzinis‘,bemolinis‘,pap as asis‘,
‚į emp asis‘ ,neį emp asis‘. ono ( emb ą), Pagalo hai p onuncia i [i], [eː], [æː] e [ɪ], [ɛ] one ini an i empo, auksi an i empo
(a sua o ma de o ma é mais al a do que 1500 Hz, e o g au de onalidade é posi i o[16]), compa ando com o co esponden e
baixo [17], o aua [aua], [a] ne, [a] onalidade, [a] e [a] onalidade de odas as ozes, exce o o balis a [g] é nega i o. dos a ões e
mulhe es a ie dados (plg. segunda o man é e g au de onalidade len elês), da bend inha das línguas li uanas os balsios
longos mais al os emb o é a oz [iː], e os mais baixos emb o as ozes são [uː] e [oː]. Dos cu os balsios, o mais al o emb o a
oz é [ɪ], e os mais baixos emb o as ozes são [] e [ɔ]. P ecisa en a iza que bem bem bem bem o índice de sono idade (ž .
index 47 len elessi). bem bem bem classi ica [oː], [man], [u], [] como as ozes de maio ac i idade.
Tendo em con a a si uação dos dois o manços, isoliuo ai p onunciadas as balsias do idioma li uano podem se subdi ididas
segundo o g au de compac aciedade (ou di uziedade, que in e so p opo cional à compac aciedade). Como is o a pa i de 47
abelas (plg. 3 e 4 pa pa iškiai), o som mais compac o é [ɑːsio]: como minúsculo, des a balia as duas p imei as o man es
pouco sepa adas uma da ou a e em ge al cen al em um índice de compac aciedade (kompak iškiai). Os núme os mais al os
dos o os do espec o são [a sidu ia] e [uːːː] nekompac a, ou di uziosos, (a sua ene gia do espec o é mais baixa do que a do
p imei o).
linguís icas Li u ias longos e cu os alsiões em ensão signi ica i as (plg. index de em ensão 4 7 len elėse) indicam que
mui o mais al a signi icância média des e pa âme o é ca ac e ís ica aos longos alsiões [iː], [uː], [oː] neguem aos
co esponden es umpiões [ɪ], [] e [ɔ], como e e a possí el espe a (plg. e Gi denis 2003: 222, 22), e suas [ empæː],
[ empemenų [ɛ], [] di e enças de co espondência meno es.

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Recebido 2015 11 17
Adop ado 2015 12 16
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JURGITA JAROSLAVIEN
Ins i u o das línguas Lie u ių
Pe o Vileišio g. 5, LT10308 Vilnius
[email p o ec ed]
[1] Con empo âneos es udos expe imen ais de sons (no malmen e in es igados sinais acús icos de sons) ge almen e são ealizados especialiais
apa elhos ou p og amas compu acionais. Os mais impo an es mé odos oscilog amos, espec og amos análise, du ação de som, p incipal ono e
in ensidade medições. No in de e mina elemen os es udados onologico sa a ankiškumu, execu am e audiciniai expe imen i. Quando não se
ape am audiciniai expe imen osi, apenas aos es udos ins umen inais desc e e se usa o e mo ins umen inās oné ica
(Bace ičiū ė 2009: 202).
A aia a a enção que o na u al i mo de con e sação isoliuo ai p onunciados ozes não espano á eis com Danielo Jones ca dinaliaisiais (ou ou a ez
ca dinalinas) ozes (Lade oged 1975: 194199; Jassem 1973: 19 13.1) e de aco do com os equisi os especiais de língua li uana (e de ou as línguas) e
in e média isolo aisiais: os ca dinals são usados como cons uções especí icas, um ce o sis ema de ozes ou in e média pa a desc e e e
compa a , mas exa amen e não coincide com o conjun o de sons especí icos (p.g., p. Roca Johnson, 1999: 126; Ja osla , Kaukienė: 2004: 2545; Kaukienė:
2001: 211; Mu nien: 2008: 2932). [3] Dos equisi os de a ia necessi á ios da língua li uana menė ini pelo menos alguns: pa a da umpuosos balsius dos
longos e ki čiuo uose, e neki čiuo uose skiemenyse; pa a da balsius e, ė, a nuo ie, uo ki čiuo uose e neki čiuo uose skiemenyse; pa a da à
doisibalsios e mis ios d iga sios i ap adę mèsgaidę desde i agalė; segui eg as de alimo dos du e ós e do minkš os balsios e pan Ki o os
cu os pailginsios (ne a o seu g iaciclo não pode g iauna ao sis ema de sinais, pois a di e ença en e os balsios li uanos e os li uanos pode se apenas
um. ). Po mais sob e no mas a ie eja.
Es a ubinas das línguas li uanas comissões ( oliau VLKK) nu a imą Dėl lie u ių bend inės a ies bū iniausių eikala imų; ambém e Gi denis,
Pupkis 1978; Gi denis 2003: 2425; Pake ys, Pupkis 2004 e k . [4] Ou ou a cul u a linguagem (ž . Mikulėnienė 2015), como sinal de alo ac escen ada,
que ep esen a não só idiomas cul u ais

sábio, mas e eg asiga, aiški a is.
[5] Como é conhecido, o p incipal obje i o da polí ica da língua es a al o alece o s a us e p es ijão da língua es a al, p omo e seu
desen ol imen o, ga an i a uncionalidade da língua li uana em odas as á eas da ida pública, man e ela no me cado das línguas (ž . VL P ojek
n e imą Dėl als ybinės kalbos a ojimo, no minimo i sklaida p og ama pa i inimo, 2015‐04‐30, N. N‐27)). [6] Os esul ados do es udo são discu idos.
2013 No Li huanian ins i u e2015 m ealizando um p oje o inanciado pelo Conselho da Li uânia Daba : spec al s udy o he cha ac e is ics o he
Bal ic language. Ju is G igo je , d . Inesė Ind ičānė, d . Ju gi a Ja osla ienė (di e o a do p oje o) e d . Joli a U bana ičienė. Taisyklingos, aškios a ies
klausimas ak ualus não só pa a as línguas li uãs, a ibuídaamai a poucas a o mundojamų línguas, mas e pa a as g andes línguas, ais como ingles.
P z., s . in e ne e English Phone ics and Phonology <[h pswww. acebook.com/English‐Phone ics‐and‐Phonology‐26829‐8984857796? e = s]> (žiū ė a
2015‐1028).[7] [8] Ainda ainda al a ex ensadas discussões e nusis o ėjusios opiniões sob e a a ual comunha língua (angl. common language), pad ão de
línguas (angl. s anda d language), simples línguas (angl. plain language) samp a as, a osenas e á eas de consumo bem como elação com a língua
es a al. Glaus ão de ais e mos como esc i a língua, bend inha língua, li e a u a língua, s anda d li idna língua. e C. 2002: 280282 e en min.
[9] No in panag ina , se a compa ação de pala as de o igem es anha balsio [] ( . y. onemos compa a/ alo ono) a im (especialmen e kokybė) em
posições semelhan es di e e do simples umpojo [e] ( . y. onemos compa ae alo ono), planeja-se ealiza um es udo ins umen al e audicínio
passelman o ma e ial in es igá el de ipo co esponden e. Segundo An ano Pak (2003: 33), balsi [] e [e] unkcinis a sa a ankiškis podem e i ica as
o mas de pala as gè (da gų dgs.) e gès is (da ges a dgs.) e gès is (da elha o ma de gès i) de o igem: 75-80%. dos ou in es co e amen e
econheceu aqueles isoliuo ai p onunciadas pala as. [10] Isoliuo ai iz a as i acional do pakilimo longos balsios exemplos podem ape ce a as
pasp essas [ie] e espec i amen e [uo]. [11] Me niação do sinal de molexi o an es a, ą ipo aides simbolinis (man endo-se consis ência, de íamos
esc e e e pe ū, ų, u, o ipo le as), pa a mos a que naquele caso o som é usado po minkš ojo p iebalsio, po isso sua cocidade pakizada. Duas
homodai aš e ma cimi di e en es de qualidade cu as ozes desc i as e melonai (plačiau po causa de le as e . Pake ys: 29, 2003 li . n. 3 e min. ;
Gi denis
2003: 194; DLKG 2005: 2425).
[12] Como conhecido, pode se e icaz só al classi icação de onemá e al sis ema de sinais di e encínicos e hie a quia, que pe mi e o mais coe en e
e simplemen e desc e e odas as elações de elemen os onológicos e oda a sis ema onológica unciona imen o (Gi denis 2003: 201 .; ambém
plg. Pake ys 2003: 3237; DLKG 2005: 2126). [13] Pa eixlas i ado de início do século XXI língua li uanas: geoling is inis e socioling is inis es udo: mapas e
seus comen á ios, cons i uída Danguolė Mikulėnienė, Viole a Meiliūnai ė, au o es D. Mikulėnienė e k ., Vilnius: B iedis, 2014. [14] P og ama de
compu ado FORMANT2. PAS oi c iado Aleksas Gi denis, com base em Raymond Pio o sky (Пиотровский 1960:
2438) pelo mé odo p opos o.
[15] Os esul ados não no malizados e no malizados dos dados não são de alhados. [16] Quan o maio a emb a, maio a segunda o man ês
nume á ia signi icância e onalidade coe icien e (escala), indicando som al u a.
[17] As ozes [ɔː], [uː], [ɔ], [] ( aip pa [uɔ]) das línguas li uanas ealiza am-se duasjopais alo onais: an es desses ocios pode i e os du e ões, e os
minkš ieji p iebalsiai (i a si j). Sob minkš ųjų p iebalsių (i a si jė) são usados sup iešakė balsių a ian es: no início de seu alamen o a liežušias é
ge lisinkęs į p iekį, mas paskui dažniausiai p incipais (pap as ia) alo onų (įp. Gi denis: 2003 e min. 229; Ja nes 2014: 76). [18] Pa eixlas p epa ado a pa i
de h ps://www.in e na ionalphone icassocia ion.o g/con en /ipa‐cha ( isualizado 2015 09 02). Labializa (lūpiniai) oias escudês em em cada
k aš inės di ei an e pusessa, nelabializa (nelūpiniai) kai ėje. [19] Pa eiksle cí culos ma ca ilguosius balsius, ikampiai umpuosius balsius.
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