BENDRINĖ KALBA 93 (2020) h p://jou nals.lki.l /bend inekalba ISSN 2351-7204
F ans Hinskens
Mee ens Ins i u e (KNAW), Ams e dam,
Uni e sidade de Radboud, Nijmegen, Países Baixos Uma iagem
u ís ica de se e leguas a a és do passado e
P esen e do pad ão holandês
Resumo das conclusões
O holandês pad ão é uma língua o icial nos Países Baixos, na pa e no e da Bélgica (Fland as e
B uxelas) e no Su iname, mui o mul ilíngue. O p ocesso de no malização começou no início do século
XVI; de ido à sepa ação polí ica das Dezesse e P o íncias após 1585, pa ou no sul (ap oximadamen e
a a ual Fland es). A pa i de en ão, o holandês pad ão desen ol eu-se à sua manei a no no e e no
sul, no sul com um a aso a é a segunda me ade do século XIX. No Su iname, o holandês oi impo ado
como língua colonial; Nas décadas após a abolição da esc a idão (1863) e as leis de educação ap o adas
em 1876, os descenden es neg os dos esc a os, a população c ioula e os á ios ou os g upos é nicos
começa am a adqui i-la g adualmen e. Es e a igo esboça o desen ol imen o di e encial do holandês
pad ão nas ês pa es da á ea linguís ica e elaciona a di e gência esul an e com a ques ão de se
o holandês de e se is o como uma língua plu icên ica ou, em ez disso, como uma língua plu ia eal.
Com base em dados ecen es (p incipalmen e a pa i de ques ioná ios on-line em g ande escala), a
posição da língua e o seu u u o são discu idos nos p incipais domínios sociais nas ês pa es da
á ea linguís ica.
Pala as-cha e: holandês, no malização, polí ica linguís ica, his ó ia das línguas
ex e nas, no mas, plu icen icidade, plu i ealidade, domínios de u ilização da língua.
O F ans Hinskens. Uma iagem u ís ica de se e leguas a a és do passado e do p esen e do holandês pad ão |
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ANOTACIJA (em inglês)
Bend inė olandų kalba y a o iciali kalba Nyde landuose, šiau inėje Belgijos dalyje (Fland ijoje i
B iuselyje) i daugiakalbiame Su iname. Kalbos no minimo p ocesso começou no início do século
XVI. Po 1585 m. sep yniolikai p o incijų a sisky us, šis p ocesas pie uose pie uose o ma osi
(maždaug daba inėje Fland ijoje) s ab elėjo. Nuo ada bend inė olandų kalba šiau ėje i
ski ingai: pie uose kalbos no minimo p ocesas išsijudino ik XIX a. an oje pusėje. Su iname
olandų kalba a si ado kaip kolonijinė kalba: p aėjus dešim mečiams po e go ės panaikinimo (1863
m.), 1876 m. p iėmus š ie imo įs a ymus, juodaodžių, k eolų i į ai ių ki ų e ninių g upių palikuonys
ilgainiui ėmė šios kalbos moky is. Šiame apž elgiama ski inga bend inės olandų kalbos aida
ijose kalbinėse ie o ėse i su uo susijusi di e gencija, aip pa keliamas klausimas, a olandų
kalba y a pliu icen inė a in e ne klausimynais), language padė is i jos a ei is ijose kalbinėse
plu ia ealinė kalba. Remian is naujausiais duomenimis (daugiausia didelio mas o
ie o ėse ap a iama į a ojimo kalbosines pag ind s i is isuomenės gy enime. ESMINIAI ŽODŽIAI:
língua holandesa, pad onização, linguagem polí ica, ex e na his ó ia da linguagem, no mos,
pliu icen inis, pliu ia ealinis, á eas de consumo de linguagem.
1. INTRODUÇÃO
Es a b e e isão ge al de alguns dos p incipais desen ol imen os do holandês pad ão baseia-se na
pe cepção de que as no mas da linguagem pad ão são ipicamen e anco adas na his ó ia, mas
uma ez que em uma língua i a (como o holandês) elas es ão em mo imen o, elas são his ó ia i a.
Uma língua pad ão é uma a iedade de p es ígio de uma comunidade de ala que supos amen e
"co e as di e enças egionais" e o neça "um meio uni icado de comunicação e, po an o, uma
no ma ins i ucionalizada que pode se usada nos meios de comunicação de massa, no ensino da
língua a es angei os e assim po dian e" (C ys al 2005: 431).
A á ea de língua holandesa é di idida en e o no oes e da Eu opa (Os Países Baixos e a Fland es, ou
seja, a me ade no e da Bélgica) e a Amé ica do Sul (Su iname). Tan o a ase como a na u eza da
no malização êm a sua p óp ia dinâmica nas ês pa es da á ea linguís ica.
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Eles se ão cen ais nas seções 2, 3 e 4 des a con ibuição, enquan o a seção 5 especula
sob e o u u o do holandês pad ão.
1
2. His ó ia Mode na P imi i a (Final do Século XV a Século XIX)
O holandês médio oi azoa elmen e bem documen ado, embo a apenas um conjun o
limi ado de a iedades locais e sup a-locais es eja disponí el pa a pe íodos his ó icos
2
especí icos. Não ha ia uma linguagem pad ão a é o inal da Idade Média. Nos Países Baixos,
os an ecesso es dos diale os a uais ( lamengo, b aban e, holandês) e diale os de línguas
egionais ( isão, baixo saxão, limbu gês) e am alados.
No início do século XVI, começa am a su gi as p imei as endências em di eção à uni icação,
o he dialec landscape. These endencies we e o a comme cial and poli ical na u e – in
além do espí i o in elec ual e cul u al do humanismo (Ma ynissen 2017: 63[…]64).
2.1. Incipien s anda disa ion
Pensando em seus me cados, as p imei as ge ações de imp esso es começa am a sen i a necessidade de uma
linguagem que ambém pudesse se lida e comp eendida em ou os luga es. Em 1550, o imp esso de Gan e
Lamb ech publicou o p imei o manual de o og a ia; Kilian, que inha uma posição p oeminen e na imp esso a de
An ué pia Plan ijn, publicou seu dicioná io la im-holandês em 1574, e o e ó ico de Ams e dã Spiegel publicou a
p imei a g amá ica holandesa em 1584. Um desejo semelhan e de uma língua sup a- egional desen ol eu-se em
conexão com concu sos li e á ios ealizados em euniões in e egionais de câma as de e ó ica ("landjuwelen").
No século XVI, com a ascensão do humanismo, su giu o in e esse pela "língua e nácula". Jan an Go p, um médico e
es udioso de Hil a enbeek, que se chama a Johannes Go opius Becanus, Ag adece aos pa icipan es da 26a
Con e ência Cien í ica In e nacional de Jonas Jablonskis Di e sidade Linguís ica no Mundo Mode no: Pode e
1
P es ejo da Língua em Vilnius, 3 de ou ub o de 2019, po comen á ios ú eis sob e a ap esen ação o al e aos
e iso es anônimos. Pelo menos an os ag adecimen os de em-se a F i s Beukema po poli o meu inglês e pelas
suas ines imá eis obse ações e suges ões.
2
Uma lis a de manusc i os e imp essões holandeses médios digi alizados em biblio ecas
domés icas e es angei as pode se encon ada em nen-_en_bui enlandse_biblio heken.
h ps://nl.wikisou ce.o g/wiki/Lijs _ an_gedigi alisee de_Middelnede landse_handsch i en_en_d ukken_in_bin
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published his O igines An we pianae in 1569. In his ex ensi e his o ical s udy he ied o
demons a que o holandês e a a língua mais an iga do mundo e elogiou as suas excelen es
qualidades (Hagen 1999: 7 […]8).
Wi h he g owing sup a- egional comme cial and cul u al con ac s, he need o a sup a-
sis ema linguís ico egional c esceu. Inicialmen e, isso oi desen ol ido apenas pa a uso esc i o.
Foi o p imei o passo signi ica i o no p ocesso de pad onização do holandês. Eina Haugen (1966)
dis inguiu qua o aspec os da no malização:
● seleção
● acei ação
• elabo ação
• codi icação
No caso do holandês, a língua selecionada oi baseada em diale os holandeses, alados na pa e
no oes e da a ual Holanda, embo a a língua selecionada não osse pu amen e holandesa, mas sim um
koinè, com elemen os e es u u as de ou os g upos de diale os. Os g amá icos deba e am a melho
o ma de pad oniza a língua e quais as escolhas que de e iam se com a a ian e holandesa do que é
made. Men o le e s like he 17 h cen u y poe s Vondel and Hoo also ac i ely conce ned
conhecido na I ália como a ques ione della lingua, a ques ão de como de e ia se a língua
sup a- egional. Ha ia ambém uma necessidade polí ica de pad oniza a língua e es abelece
no mas. Naquela época, o p o es an ismo, em pa icula o cal inismo, e a a eligião do es ado. Ao
con á io dos ca ólicos, os p o es an es liam a Bíblia - ainda não ha ia uma adução comple a da
Bíblia no " olks aal" (a língua do po o, a língua e nácula). Assim, o […]S a en-Gene aal[…], o go e no
(a eunião de ep esen an es das á ias classes das Ze en ien P o inciën, as dezesse e p o íncias,
incluindo a a ual Bélgica), encomendou a um g upo de eólogos, adu o es e co e o es que ie am
das di e en es egiões esc e e a p imei a adução da Bíblia in ei a na língua e nácula com base
nas on es heb aica e g ega. O comi ê c iou uma linguagem uni o me, pa cialmen e cons uída, que,
além do holandês, ambém con inha elemen os de diale os b aban es e lamengos e cons uções
exó icas baseadas no modelo das línguas clássicas e do heb aico. As ca ac e ís icas são o uso
equen e (po exemplo, hebbende, zijnde, zeggende, […]ha ing[…], […]being[…], […]saying[…]) embu ido
em uma ase complexa (De Coninck He odes nu [di ] gehoo hebbende, wie on oe , […]Ago a o
o he geni i e (e.g. de God de goden, ‘ he God o gods’) and he equen use o pa iciples
ei He odes, endo ou ido isso, oi ocado[…]). Mesmo naqueles p imei os dias, a linguagem des a
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p imei a adução holandesa de oda a Bíblia e a conside ada a caica e mui o ele ada. De ido à
adição p o es an e de lei u a da Bíblia no cí culo amilia , a linguagem esc i a sup a- egional do
[…]S a enbijbel[…] (depois de udo, encomendada pelo S a en-Gene aal) e ia po séculos uma ampla
ci culação com base na p imei a edição de 1637. O ma emá ico Simon S e in (1548-1620), um espí i o
pa en e de Becanus (Hagen 1999: 10), in oduziu a e minologia holandesa pa a noções como
ma emá ica ( iz. wiscons e, holandês mode no […]wiskunde[…]), iângulo (d iehouck, […]d iehoek[…],
li . […] ês ângulos[…]) e decimal ( hiende, […] iende[…], […] décimo [pa e][…]). A linguagem ambém
so eu elabo ação pa a ou os p opósi os (o e cei o aspec o da pad onização na isão de Haugen),
não apenas pela ex ensão de seus meios linguís icos, mas ambém pelo uso da linguagem em no os
domínios (Ma ynissen 2017: 68), uma dialé ica que Kloss (1978) classi icou como "Ausbau".
Já em 1548, a unidade polí ica das Dezesse e P o íncias oi queb ada pelos espanhóis (Los Reyes
Ca ólicos, "os eis ca ólicos", a pa i de 1506 […] Filipe, o Boni o […] a pa i da Casa de Habsbu go),
que começa am a empu a o p o es an ismo pa a ás da pa e sul dos Países Baixos: a
Con a-Re o ma e a in ame Inquisição. Após a queda de An ué pia pa a as opas espanholas em
1585, uma g ande pa e da eli e p o es an e do B aban e e da Fland es (com seu capi al
econômico, in elec ual e cul u al) mudou-se pa a as cidades holandesas, com odas as
consequências demog á icas e econômicas que isso implicou pa a o Sul. O núme o de e ugiados
e a g ande, e mui os e am educados e icos. Além disso, alguns inham conexões come ciais
signi ica i as no ex e io . Como esul ado da imig ação do Sul, uma g ande quan idade de
holandês de co b aban e e lamengo podia se ou ida, especialmen e nas cidades holandesas no
início da Idade de Ou o. De ido à sua o igem, a maio ia dos alan es desses diale os goza a de
p es ígio e esse p es ígio se ansmi ia ao seu uso da língua, o que, po sua ez, deu o igem ao
idículo da "moda b aban e". Em 1617, o poe a e d ama u go de Ams e dã Ge b and Ad iaenszoon
B ede ode (1585-1618) esc e eu a comédia Spaansche B abande , na qual, en e ou as coisas,
zombou da moda b aban e a ual. O p o agonis a é Je olimo Rod igo, um also nob e e um iga is a
alido; Apesa do seu nome, ele é de ascendência B aban e. O p imei o a o começa com um
monólogo de
FRANS HINSKENS. A Se en-League S ides Sigh seeing T ip Th ough Pas and P esen o S anda d Du ch | 6
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Je olimo lidando com Ams e dã e seus habi an es. Suas p imei as linhas são ( aduções
ap oximadas):
[…]T'is wel een schoone s ad , moo ' olcxken is e ies:[…]
Ce amen e é uma cidade boni a, mas as pessoas são mui o
sujas […]Em B aban e dizem de liens ghemaynlijck exkies[…] em
B aban e as pessoas são ge almen e e inadas […]In kleeding
en in d ach , dus op de Spaansche mode,[…] em seu es ilo de
oupa e es imen a, en ão na moda espanhola, […]Als kleyne
Konkinsckexelay de sien Goden[…] como se ossem eis
meno es ou deuses isí eis.
No inal da Gue a dos Oi en a Anos, a sepa ação do No e e do Sul o nou-se um a o polí ico no
T a ado de Müns e (1648) com a undação da República das (Se e) P o íncias Unidas. O amoso
T a ado de Paz de Müns e esul ou, en e ou as coisas, na sepa ação polí ica dos Países
Baixos do sul e do no e. O sul pe maneceu sob (o amo aus íaco de) os Habsbu gos, o no e
desen ol eu-se no Republik de Ze en Ve enigde Nede landen, a República dos Se e Países Baixos
Unidos. A queda de An ué pia em 1585 anunciou um pe íodo de es agnação pa a o sul (ago a sob o
amo aus íaco dos Habsbu gos). Jun amen e com a economia, a ida cul u al icou pa alisada.
Uma a iedade pad ão de holandês que ab ange os diale os locais e egionais não se desen ol eu e a
quan idade de exposição à a iedade no e em desen ol imen o de holandês pad ão oi limi ada;
Ha ia pouco con a o com o no e p o es an e independen e. O código supe io das escolas
secundá ias usa a o ancês; e o cle o in e io , as Câma as de Re ó ica e as au o idades locais
usa am o holandês dialec almen e colo ido, que e a olhado com descon iança.
Ca holic chu ch was La in; he hinned-ou socie al uppe c us , he highe au ho i ies and
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Mais a de, a pa i da e a ancesa, que su giu no sul em 1794, o ancês o nou-se
ob iga ó io pa a assun os adminis a i os e adminis a i os. Pa a o sucesso na sociedade
O ancês e a indispensá el.
3. HISTORIA MODERNA (ÚLTIMO QUARTO DO SÉCULO XVIII - Segunda Gue a Mundial) A posição dos
anceses na Fland es quase não mudou nos quinze anos seguin es à euni icação do No e e
do Sul após o Cong esso de Viena (1815). Uma das geopolí icas Nes a ex ensão geog á ica
esul s o he Vienna Cong ess was he eme gence o he Uni ed Kingdom o he Ne he lands.
(ap oximadamen e a é o a ual Benelux) o eino ecém-ins alado exis iu de 1815 a é 1830. O ei
Guilhe me I seguiu uma polí ica linguís ica a i a, impondo o holandês como a única língua
nacional. Assim, ambém nas p o íncias do sul, Fland es Ociden al, Fland es O ien al,
An ué pia e Limbu go, e a pa i de 1823 ambém no B aban e bilíngue, o holandês o nou-se a
língua o icial pa a a adminis ação, ju isdição e educação. Nas uni e sidades, o am
es abelecidas cadei as de língua holandesa. Tudo isso encon ou esis ência en e o cle o
ca ólico, os libe ais e a g ande massa do po o lamengo, em g ande pa e anal abe o, pa a
quem o holandês holandês es a a a quilôme os de dis ância das a iedades que ala am. Em
1830, a Bélgica o nou-se uma nação independen e. Na no a cons i uição, a libe dade de língua
(escolha) oi ga an ida. Na p á ica, o ancês pe maneceu a língua da classe dominan e.
3
3.1 Fland es
O Vlaamse Beweging, iluminado. Mo imen o Flamengo, um g upo de in elec uais lamengos que se
opuse am à dominação ancesa: eles es a am comp ome idos com a emancipação da Fland es e o
uso do holandês na Fland es (Ma ynissen 2017: 75).
Ha ia duas posições: os in eg acionis as (lide ados pelo ilólogo de Gan e e his o iado eis e
Jan-F ans Willems, a suppo e o he House o O ange-Nassau, which supplies he Du ch
ainhas) de endiam o cump imen o das no mas holandesas pa a o holandês pad ão,
ejei ando pala as de emp és imo, especialmen e pala as de emp és imo ancesas. Os
3
pa icula is as, po ou o lado, não são assim nos Países Baixos; C . ambém n. Ki chmeie (2020). A Comissão concluiu que a Comissão não cump iu as ob igações deco en es do a igo 107.o, n.o 1, do T a ado.
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de endeu a con o midade com uma língua holandesa sup a- egional de co dialec al. A posição
pa icula is a oi apoiada pela ig eja ca ólica; Pa a os ca ólicos na Fland es, o holandês holandês
e a uma coisa p o es an e. O p incipal po a- oz da posição pa icula is a oi o pad e e poe a
Guido Gezelle. O holandês que ele de endeu inha um holandês dis in amen e lamengo ociden al
colou ing. Howe e , he kind ed spi i Hend ik Conscience, who was a success ul no elis ,
p omo ido um holandês pad ão com uma incon undí el colo ação de An ué pia (B aban ).
The in eg a ionis s p e ailed; one o hei s ongholds was o med by he Du ch
Con e ências de língua e li e a u a pa a esc i o es e acadêmicos lamengos e holandeses, que
o am o ganizadas egula men e a pa i de 1849. O pad ão holandês o nou-se líde e os des ios
dele o am es i amen e ejei ados. Em 1898, oi ap o ada uma lei que es ipula que as leis belgas
de em se edigidas em ancês e holandês, colocando o holandês legalmen e ao mesmo ní el do ancês.
3.2 Fland es e Países Baixos
As pessoas comuns ge almen e não inham a o mação educacional pa a ap ende a língua pad ão
[…] e, po an o, a maio ia não sabia le ou esc e e . Tan o pa a a Fland es como pa a os Países
Baixos, é e dade que a é ao inal do século XIX, pa a a maio ia da população, a língua alada e a o
seu diale o (local ou egional). Nos cí culos supe io es, o ancês e a a língua co idiana […] e não
apenas na e a ancesa, que e minou em 1813.
3.2 Países Baixos
No início do século XIX, a g amá ica e a o og a ia o am codi icadas (o qua o aspec o da
pad onização na isão de Haugen) pela p imei a ez, o que oco eu po o dem do go e no, a im de
p omo e a unidade nacional. O p o esso de Leiden Ma hijs Siegenbeek oi o au o do guia de
o og a ia, que apa eceu em 1804. Um ano depois, o Nede dui sche Sp aakkuns de Weiland oi
publicado, que já e a conside ado mui o conse ado na época. Em 1851, o linguis a de Leiden
Ma hias de V ies começou a compila o que se o nou o maio dicioná io do mundo. Tem 21 pa es;
‘Woo denboek de Nede landsche Taal’ (Dic iona y o he Du ch Language), which was o
A úl ima seção apa eceu em 2001. No decu so do século XIX, o holandês pad ão oi cul i ado e
"en ichado" com, po exemplo,
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• peculia idades sin á icas (ce as cons uções pa icipais e in ini i as) que nunca o am
comuns. Exemplos mais an igos de ais cons uções pa icipa i as são Al ‘ ko en op o alimen o
synde, we d he oede de bees en […] menschenkos , ‘because all he g ain had been spen ,
dos animais o nou-se alimen o pa a o po o, e ende, alhoewel maa ij ich oo lochsschepen
s e ck wesende, haben wy ons aens ond s de wae s e oech , ‘e, embo a ôssemos apenas
cinquen a na ios de gue a o es, nós [no en an o] imedia amen e p osseguimos pa a lá;
• dis inções de casos que caí am em desuso, po exemplo, a dis inção en e hen en hun, (3 pl
accusa i e, p eposi ionless da i e, espec i amen e), que como al não oco e em nenhum
diale o e que a é hoje não se en aizou na língua alada holandesa;
• a dis inção en e als e dan (‘zo g oo als e sus ‘g o e dan, ‘as big as s.
"maio do que"
A lacuna en e o holandês pad ão esc i o e o holandês alado c esceu e alguns esc i o es
começa am a esis i . Em um ensaio sob e o ema, o au o Mul a uli (Edua d Douwes
Dekke ; 1820-1887) esc e eu […]Ik leg mij oe op ' sch ij en an le end hollands[…]. Mas os
schoolgegaan”, oughly ‘I ocus on w i ing li ing Du ch, bu I’ e been o school’. Educa ional
e o mado es ambém começa am a p o es a .
4. HISTORIA CONTEMPORAR (Segunda Gue a Mundial a é o p esen e)
Inicialmen e, o holandês pad ão holandês e o lamengo pa eciam con e gi , mas essa
endência (se hou esse uma em g ande escala) pa ece e sido in e ida mais ecen emen e.
4.1 Fland es
Pa a os lamengos, a pad onização do holandês (que se es abeleceu ela i amen e a de) e a
u gen e de ido ao seu p oblema linguís ico com o ancês alão. Em 1963, a Bélgica oi
o icialmen e di idida em qua o á eas linguís icas. A língua o icial da Fland es é o holandês, nas
p o íncias alones da Bélgica é o ancês, a aglome ação de B uxelas é o icialmen e bilíngue
holandês- ancês e, no les e, há uma á ea de língua alemã ela i amen e pequena
Comunidade). Ve Mapa 1.
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("Deu schsp achige"). Ao mesmo empo, oco e uma eqüen e oca e mis u a de códigos
en e o s anan e o holandês do Su iname.
Today abou 60% o he inhabi an s o he coun y (N=560.000) speak Du ch. The
A segunda língua é o s anan ongo (367 mil alan es) e a e cei a é o sa nami (160 mil
alan es). No o al, há ce ca de 16 línguas di e en es em uso diá io, mas línguas
ame índias como A awak e Wa ao es ão pe o de ex inção. Cada g upo é nico em o seu
p óp io coque el de línguas que colo ei a sua a iedade de holandês. En e as
ca ac e ís icas mais di undidas do holandês do Su iname es ão:
• a ealização bilabial es e eo ipada de […]w;
• o ligei amen e nasalizado […]/ an es dos nasos (como em, po exemplo, mens, 'se humano'), um olamen o […]/
/, uma ica i a ela menos "agudamen e" a iculada;
• não- ealização a iá el de pala as de unção pequena, como e ("lá") em, po
exemplo, "Ik heb geen zin in" em ez de "Ik heb e geen zin in", do sujei o exple i o he
(‘i ), dos obje os p onominais e do p onome e lexi o;
• é como um ma cado de oco, po exemplo […]Kijk menee , is zo denk die
S ananman[…], g osso modo, […]Olhe senho , é assim que os su inameses (homens) pensam[…];
• equen e o dem das pala as em SVO, como, po exemplo, "Toe allig hij is laa s
doodgegaan" em ez de "Toe allig hij is laa s doodgegaan" (V2), ap oximadamen e "Coinciden emen e, ele mo eu ecen emen e";
• as cláusulas subo dinadas que não são in oduzidas po da , " ha " e as
cláusulas inco po adas podem e a o dem sin á ica da cláusula p incipal;
• "p op ias" pala as como bui en ouw ("mis ess") e " e e enciales
su inamis as" como schaa ijs ("cacho o slush");
• o uso de S anan ongo, inglês, bem como alguns i ens léxicos o iginalmen e indianos
(p incipalmen e pa a se e e i a espécies especí icas de plan as e animais). O holandês do
Su iname é uma a iedade de língua di usa. No en an o, no Su iname, pa ece es a a
desen ol e -se um e cei o conjun o de no mas pa a o holandês pad ão, embo a, com
excepção de um dicioná io (J. an Donselaa 1977, 1989, 2013), ainda não enha sido codi icado.
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4.5 Plu i-o que?
A Taalunie (União das Línguas […] e secção 4.1 acima) econheceu ecen emen e que […]as ês
pa es da á ea linguís ica es ão cada ez mais a o ien a -se em suas p óp ias no mas[…]
(Ad iescommissie Taal a ia ie 2019: 3, 22; c . De Caluwe 126 2017: […]9). A di e gência do holandês pad ão
na Fland es, nos Países Baixos e no Su iname é semelhan e à do alemão na Alemanha, na Áus ia e na
Suíça. Ou al ez à do inglês na Ingla e a, na Amé ica do No e, na Aus ália, na No a Zelândia e na
Escócia e na I landa. O holandês pad ão mode no exibe, po an o, ca ac e ís icas do que oi o ulado
de plu icen icidade, o ipo de si uação em que uma única língua em á ias a iedades pad ão
7
nacionais que in e agem en e si e são usadas pa a ins o iciais den o de seus con ex os nacionais
(Clyne 1992). Nes e pon o de is a, as a iedades pad ão es ão in imamen e associadas aos
es ados-nação, com as a iedades pad ão nacionais mais pode osas a e ando as menos pode osas.
Uma ez que o holandês é a língua pad ão apenas numa pa e da Bélgica, é-lhe a ibuída a
ca ac e ís ica [+ egional] na ipologia p opos a po Aue (a apa ece ); uma ez que a língua oi
impo ada pa a o Su iname como uma língua colonial, ecebe a ca ac e ís ica [+ pós-colonial].
A a iação en e o holandês pad ão holandês e o lamengo é em pa e ambém uma ques ão de
plu i ealidade, o ipo em que a a iação linguís ica nas línguas pad ão é em g ande pa e
independen e das on ei as nacionais e polí icas (p. ex., Niehaus 2015; Elspaß e al. 2017). Nes e pon o
de is a, as a iedades pad ão não são limi adas po on ei as nacionais; Em ez disso, podem
sob epo -se o emen e a a és de on ei as imaginá ias. Is o é álido, po exemplo, pa a pala as
emp es adas que e minam na esc i a […] ie[…], incluindo ambi ie, us a ie, gene a ie, jus i ie,
‘ us a ion’, ‘gene a ion’, ‘jus ice’, ‘na ion’, ‘police’, ‘ ela ion’) he inal syllable may be
na ie, poli ie, ela ie ([…]ambi ion[…], p onunciado como [si] ou como [ si]. Na Bélgica, a p imei a
p onúncia é de longe a opção mais di undida, enquan o nas pa es ociden al, no e e cen al dos
Países Baixos, a úl ima é quase semp e usada (Haese yn 2013: 704). A a ian e [si] ambém pode se
ou ida no holandês alado nas p o íncias do sul da Holanda de B aban e e Limbu go. Ou o exemplo de
phenomenon which a ies in Belgian Du ch bu also in sou he n pa s o he Ne he lands
p eocupação é o p onome demons a i o zon (" al" ou " al a") que pode, na pa e sul de
7
Aue (apa ece ) p e e e o e mo linguagem mul i-pad ão, pois isso não ca ega cono ações de cen o e sus
pe i e ia.
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na á ea da língua holandesa, e especialmen e no holandês belga, se usado em combinação
com subs an i os plu ais e subs an i os neu os singula es e não con á eis (he -woo den
(‘i -wo ds)), po exemplo: Zon huizen wo den nie mee gebouwd ‘Tais casas já não são
cons uídas. e Ik ind zon hou be e geschik oo een uinhek, ‘Eu conside o essa
madei a mais adequada pa a uma ce ca de ja dim. (Haese yn 2013: 706). Es a a iação ambém oco e no holandês pad ão alado em
Limbu go holandês.
A mig ação em g ande escala do Su iname pa a a Holanda começou na década de 1960 - na maio ia
dos casos de pessoas com um ní el de educação azoá el. Na época da independência do
Su iname, um núme o conside á el de su inameses menos educados eio pa a a Holanda. Hoje em
dia, os su inameses são a maio mino ia é nica em á ias g andes cidades da pa e ociden al dos
Países Baixos. Mui os su inameses i em no bai o "Bijlme " ou "Bijlme mee ", que oi
cons uído no inal dos anos sessen a do século an e io , no sudes e de Ams e dã. Mui as das
ca ac e ís icas do holandês do Su iname des acadas na secção 4.4 ambém oco em em
holandês, que é usado pa a con a o mú uo po su inameses que se es abelece am no
Países Baixos após a independência (1975).
As ca ac e ís icas do holandês do Su iname, que ambém oco em em a iedades indígenas de
holandês, são a de oição de ica i os ocais, o uso de hun (da i o 'eles') como p onome sujei o e
o gaan ('go') as an auxilia y. These a iable phenomena also seem o be a case o
o uso da plu ialidade.
4.6. Países Baixos, Fland es e Su iname
As no mas do holandês pad ão pa ecem, po an o, exibi uma o ça cen í uga. E a posição do
holandês nos ês países? Responde emos a es a pe gun a com base nos esul ados do p ojec o
de in es igação S aa an he Nede lands […]S a e (de assun os) da língua holandesa[…]. O p ojec o
isa es abelece in o mações empi icamen e bem undamen adas sob e o uso do holandês e sob e
o he languages in a ious socie al domains in he Du ch language a ea a la ge. The ocus is
os domínios cen ais das elações sociais, do abalho, das no ícias e da in o mação, da cul u a, da
educação e da ciência.
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O p ojec o baseia-se em dois ipos de dados:
• online ques ionnai es among Du chmen, Flemish and inhabi an s o B ussels and
(desde 2018) Su inamês, es a i icado p opo cionalmen e po sexo, idade, país de nascimen o
e p o íncia de esidência;
8
• dados de acompanhamen o: consul a epe ida de on es ge almen e acessí eis (incluindo
ela ó ios anuais de emp esas, núme os de audiência de canais de ele isão ou de ádio, núme os
de endas do comé cio de li os) e ou os inqué i os (em 2018: ensino supe io e ciência).
2016
Países
Baixos
3.003 3.559
Fland es
3.419 2.489
B uxelas
113 104
Su iname
----621
To al de 6
535 6 773
TABELLA 2 - Reações ad e sas N de en e is ados que p eenche am os ques ioná ios do p ojec o S aa
an he Nede lands em 2016 e 2018, desag egados po egião
No o al, mais de 200 en e is ados pa icipa am em 2018, apesa da diminuição da pa icipação
belga e g aças ao aumen o da pa icipação nos Países Baixos e (cla o) no Su iname. Algumas das
p incipais conclusões se ão b e emen e discu idas aqui. Como mos a a Figu a 3, em 2018 alguns
9
85% dos inqui idos holandeses ela a am que escolhe am "semp e holandês" quando alam com
pa en es, amigos e izinhos.
8
The esponden s a e olun ee s. Fo he Ne he lands and Flande s, hese a e pa ly pe sons who, p io
à digi alização (2010), ecebeu egula men e e p eencheu os ques ioná ios esc i os dis ibuídos pelo Ins i u o
Mee ens. Em g ande pa e, os inqui idos (e odos os su inameses da amos a) o am ec u ados a a és do bole im
in o ma i o ele ónico do Mee ens Ins i uu e das edes sociais.
9
See o he comple e epo Rys e al. (2019).
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Fig. 1 e 2. 3. escolha de língua ela ada ao ala com pa en es, amigos, izinhos […] 2018, Países Baixos Pa a os
en e is ados lamengos, a pe cen agem é ainda maio , ou seja, quase 90% […]semp e
Holandês […] (Fig. 4).
Fig. 1 e 2. 4. escolha de língua ela ada ao ala com pa en es, amigos, izinhos […] 2018, Fland es
Como mos a a Figu a 5, ce ca de 23% dos en e is ados do Su iname ela am que semp e usam o
holandês nes e domínio e pe cen agens não insigni ican es de en e is ados ela am que
mis u am o s ana ongo (ce ca de 14%) ou o sa nami (ce ca de 11%) com o holandês. Os homens mais
equen emen e mis u am holandês com S anan ongo ao in e agi com amigos, o que es á em linha
com a pesquisa que mos a que os homens acham o S anan ongo mais di ícil. Com os pa en es, no en an o, endem a ala exclusi amen e holandês.
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Fig. 1 e 2. En e 2016 e 2018, a escolha da língua nas mídias sociais, an o na Holanda quan o na
Fland es, mudou signi ica i amen e à cus a do inglês (de 23,6% pa a 22,7% pa a a combinação de
holandês e inglês).
De odos os domínios, o ensino supe io pa ece se o único em que o uso do holandês es á a
diminui apidamen e, embo a apenas nos Países Baixos. Como é e iden e na Fig. 6, o uso do
inglês só aumen ou (2016: 10%, 2018: 20% […] mui as aje ó ias de mes ado são o e ecidas
exclusi amen e em inglês), enquan o no mesmo pe íodo o apoio ao ensino em ou as
línguas do que o holandês diminuiu. Is o não acon ece na Fland es ou no Su iname.
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Fig. 1 e 2. 6. Língua de ensino no ensino supe io , 2016-2018 Países Baixos. Azul: apoio à u ilização de línguas
di e en es do holandês, e melho: u ilização eal apenas do inglês (a pa i de Hinskens 2020a: 14) Fig. 7. Língua
de ensino no ensino supe io , 2018 […] Fland es e B uxelas (a pa i de Hinskens 2020a: 14)
0
10
20
30
40
50
60
70
2016 2018
Supo e pa a
ou as línguas
Use apenas o inglês.
20,0% (+ 9,6% de pon o)*
54,5% (- 6,4 pon os de pe cen agem)***
0
10
20
30
40
50
60
70
80
2016 2018
Suppo o o he
línguas
Use apenas o inglês.
75,3% (+ 4,2 pon os pe cen uais)**
2,8% (+ 0,3 pon o pe cen ual)
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Na Fland es e em B uxelas, en e 2016 e 2018, o uso do inglês na academia não aumen ou, embo a
enha ha ido um ligei o aumen o no apoio ao ensino em ou as línguas além do holandês (Fig. 7).
Fig. 1 e 2. 8. Apoio a ou as línguas de ins ução (além do holandês) no ensino supe io , 2016-2018 […]
Su iname. A igu a 8 ap esen a os esul ados ela i os ao apoio ao uso de línguas di e en es do
holandês no Su iname pa a os ês p incipais ní eis de ensino. Não oi ela ado o uso do inglês e há
um apoio mode ado ao ensino em ou as línguas além do holandês.
5. O FUTURO
A úl ima cons a ação do p ojec o S aa an he Nede lands diz espei o ao u u o da
Holandês pad ão.
A coluna mais à esque da do quad o 3 ap esen a as pe cen agens de pessoas que conco dam com a
a i mação "Acho impo an e que as c ianças alem holandês". Os alan es na i os de holandês nas
á eas o icialmen e bilíngues da F ísia e de B uxelas mos am uma diminuição na sua adesão ao
holandês pad ão, mas aqui e em odas as ou as á eas uma g ande maio ia é a a o da
ansmissão do holandês pad ão à p óxima ge ação. Há ambém uma g ande maio ia p ó-holandês
pad ão en e os alan es não na i os, exce o no Su iname mul ilíngue. Na medida em que podemos con ia nes es
esul s, he u u e o Du ch does no look g im a all.
40
45
50
55
60
Supo e pa a ou as línguas
P ima y
Educação
Secundá io
Educação
Educação supe io
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[…]Acho impo an e que as c ianças alem
Holandês […]
Países
( o alme-
Baixos
n e)
neu o
93,9 % 92,6
Ano 2016
Pe gun ado
2018 2016
2018 2016
2018
1,1 0,9 4,9
6,5 F ísia
97,8 89,3
0,0 2,2 2,0
8,6
Fland es
94,4 95,1
1,1 0,8 4,6
4,0
B uxelas
95,9 85,4
4,0 1,5 0,8
Su iname
não
dados
8,3,6 não
dados
13,9 não
dados 2,5
não
conco d-
a não
conco d-
a 93,8
88,2 3,7 8,1
2,4,7 2,4,7
Fland es
94,3 0,0 1,1
0,0 4,5
B uxelas
92,8 75,0
0,7 0,0 0,0
100,
Su iname
não
Falan es não na i os
( o alme-
dados
n e)
( o almen e) neu o ( o almen e)
44,5 4,1 0,4
Ano 2016
Pe gun ado
2018 2016
2018 2016
2018
dados
não
dados
TABELLA 3 Tí ulo As pe cen agens dos en e is ados que (des)aco dam com a a i mação "Acho que é impo an e
que as c ianças alem holandês" di ididas po egião e língua ma e na Recen es pesquisas em g ande escala em
linha mos a am que o holandês es á i memen e anco ado e es á el em odas as pa es da á ea linguís ica em
odos os domínios de uso da língua. Mesmo no Su iname, al amen e mul ilíngue, é a língua mais alada. Nos Países
Baixos e na Fland es, é assim em e mos absolu os. A pa i dos mesmos inqué i os, os dados de a i ude ecolhidos
em odas as pa es da á ea linguís ica mos am que a g ande maio ia dos alan es na i os e não-na i os
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( o emen e) ac edi am que é impo an e que as c ianças alem holandês, po isso, po enquan o, não há
necessidade de eme pelo u u o do holandês.
REFERENCES
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Ad iescommissie Taal a ia ie in opd ach an he Algemeen Sec e a iaa an de
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h p:// aalunie e sum.o g/si es/ u / iles/downloads/Visie eks %20 aal a ia ie%20-
(em inglês) %20 eb uá io%202019.pd .
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