Ac a Linguis ica Li huanica
2025, ol. 92, pp. 119
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ISSN 2669-218X (online elek oninis) /
Copy igh © 2025 Ha ald Bichlmeie . Published by he Ins i u e o he Li huanian Language. This is an Open
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Recei ed: Gau a: 2025-02-03. / Accep ed: P iim a: 2025-05-15. /
1
ZUR
ETYMOL-
OGIE VON
LIT. AL TI,
ALMUÕ,
ÁLM, EMS
ETC.
UNDEN DERA ZECOMPANHANDO COM DEM GERMENHEN ambém
ORTSNAMEN
ULM UND
DESSEN VARGUNTEN
Lie . Dėl
al i,
almuõ,
álmė,
emės i
ki ų
e imolog-
ijos bei
jų san ykio su okiečių
ie o a džiu
Ulm
i jo giminaičiais
HARALD BICHLMEIER
Sächsische Akademie de Wissenscha en zu Leipzig
Ma in-Lu he -Uni e si ä Halle-Wi enbe g (Academia Saxônica das Ciências de Leipzig) é uma uni e sidade alemã.
E-mail: [email p o ec ed]
ORCID ID: h ps://o cid.o g/0000-0003-0001-1677 Fields o esea ch: Onomas ics ( oponymy), his o ical
phonology o he Ge manic languages, Indo-
Eu opean linguis ics, Aljamiado- ex s.
h ps://doi.o g/10.35321/all92-01
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
ANNOTATION
Li . al i ‘ ließen, öp eln, lau en, eilen, nual i ‘übe lau en, (Felde ) übe schwemmen, almuõ (3) m. ‘Ei e , álmė alm (4)
. ‘ou o he body aus e ende ma e ie, emės (4) . Pl. ‘dass. são adicionalmen e e imologizados sob e base de
uma aiz, que ‘ ließen de e signi ica . Aqui é a gumen ado, que aos e mos pelo menos duas di e en es aízes
subjun em de e em es a : po um lado u idg. * h1elh2-‘wohin eiben ou u idg. * h2elh2-‘ziellos gaan, po ou o lado
a aiz u idg. * h1el(H)-‘mod ig, aulig se . Com base da aiz u idg. * h1el(H)-‘mod ig, aulig se são ambém do
o sname nhd. Ulm e com isso elacionados nomes pa a explica . Mos a-se que es a namensippe no ehes pa a
u ge m. * ulma-‘Mode , Fäulnis a coloca é. Das ou as ês em p imei a is a uncionando he leições pa a es a
namensippe em-se uma cedo como inadequado p o ado, dois ou os são seman icamen e sensí el, po ém apenas
uma delas é ambém sonicamen e possí el. A p opos a, o nome a u ge m. * al(l)-, * ul-‘wallen pa a coloca , em
lau his o icamen e nenhum supo e. A he ança de um ‘al eu opeu aquece name pe manece no p incípio uma
possibilidade, a e imologia desde Hans K ahe mandada de e mas se modi icada. Uma ez que uma e imologia
ge mânica é passá el, é es a da ‘al eu opäischen solução a p e e i .
2
SCÜSSELWÖRTER: Al eu opäische hyd onymie, li auische E ymologie, alemães Toponyme, his ó icas
Lau leh e das línguas ge mânicas.
ABSTRACT
Li h. al i ‘ o low, o d izzle, o hu y, nual i ‘ o inunda e ( ields), o low o e , almuõ (3) m. ‘pus, álmė (1), alm (4) .
‘ma e lowing ou o a body, emės (4) . Pl. ‘id. ha e been adi ionally e ymologized as de i ing om a oo
meaning ‘ o low. This a icle a gues ins ead ha hese wo ds o igina e om a leas wo dis inc
P o o-Indo-Eu opean (PIE) oo s. On he one hand, hey may be linked o PIE * h1elh2 - ‘ o d i e somewhe e o PIE *
h2elh2 - ‘ o go a ound aimlessly, o wande a ound. On he o he hand, some o hem appea o de i e om PIE *
h1el(H) - ‘ o be oul, o en.
The oo PIE * h1el(H) - ‘ o be oul, o en also unde lies he place-name NHG Ulm and ela ed oponyms in Ge many.
These names can be connec ed o PGe m. * ulma - ‘ oul(ness), pu id(i y). Among he h ee p e ailing explana ions
o hese names, one can be uled ou en i ely, while he emaining wo o he s a e seman ically plausible bu only
one o hem also i s phonologically. The p oposal o connec he names o he oo PGe m. * al(l) -, * ul - ‘ o boil, o
see he is impossible. The al e na i e hypo hesis in e p e ing hem as ‘Old Eu opean hyd onyms, a i s p oposed
by Hans K ahe emains possible bu equi es e ision. Howe e , since a Ge manic explana ion ee o seman ic and
phonological con adic ions can be p o ided, i is me hodologically p e e able o he ‘Old Eu opean hypo hesis.
KEYWORDS: Old-Eu opean hyd onymy, Li huanian e ymology, Ge man oponyms, his o ical phonology o he
Ge manic languages.
1. LITHUANICA
1
Diepe(n) um
li . al i
‘ ließen,
2
öp eln,
lau en, eilen,
nual i
‘übe lau en,
(Felde )
übe schwem-
3
men, almuõ (3)
m. ‘Ei e , (1),
álmė alm (4) .
‘ou do co po
aus e ende
Ma e ie, emės (4) . Pl. ‘dass.
4
oi(n) po Se gio Ne i (em
Ne i, Ziegle 2012: 56 . e em
Ne i e al. 234 .) em conexão
5
com nhd. 2016: dial. Elle
‘ag onômicamen e não
1
A con ibuição baseia-se na pales a On he E ymology o he Placename Ulm and i s Rela i es in Ge many and i s
Po en ial Connec ions wi h Some Bal ic Wo ds, ealizada na con e ência 5-oji in e nacionalinė mokslinė
Aleksand o Vanago kon e encija Kalbos i kul u dialogas XXI amžiaus nomas ikoje 5 h In e na ional Scien i ic
Aleksand as Vanagas Con e ence Language and Cul u e Dialogue in 21s Cen u y Onomas ics, Vilnius, 7.8.
No emb o 2024. Eu ag adeço aos dois anônimos e iso es do pos po suas ano ações; elas são amplamen e em a
con ibuição. Ainda exis en es e en uais e os e inge eim hei as e an wo e eu sozinho.
2
Não em Li EW (don se ão Li EW I 7 só
al i ‘a m se e al i ‘alala u en
indicado); Li hED I 17 coloca al i 1
‘ ickle, d ip, ooze, wande a uma aiz
u idg. * h2el -, sem lhe uma impo ância
a ibui (ibenso SEJL 2024 s. . al i 1) e
e e e-se à lemma almuõ ‘pus,
pu ulen e usion om a wound,
pu ulen spu um (Li hED I 20 .;
semelhan e SEJL 2024 s. . almuõ), onde
o e edic o mas es a aiz
u indoge manica não menciona, mas
no amen e a al i 1 e e e. Zu
P oblema ik eines solchen Ansa zes s.
ambém ainda mais abaixo no a igo.
3
Vgl. Li EW I 8; Li hEW I 20 . ;
SEJL 2024 s. . almuõ (e a
an ecesso a oo no e).
4
Vgl. Li EW I 8.
Li hEW I 20 .
(s. . almuõ) e
SEJL 2024 s. .
almuõ decla a
álmė como
neubildung com
base da de
almuõ
abs ahidos
neowu zel
u (os )bal ./li .
* alm -/* elm -.
Es a he ança
não pode o acu
em álmė explica .
5
Vgl. Li EW I 8;
Li hEW I 20 .
(s. . almuõ) e
SEJL 2024 s. .
almuõ explica
e mės como
neubildung
sob e base da
de almuõ
abs ahidos
neowu zel
u (os )bal ./li-
. * alm -/* elm
-.
3
usou Fläche, Ödland ou seja,
em conexão com nhd. dial.
Ülme ‘ e u ene á ea, úmida
S elle no Acke , ülmig
‘s ellenweise nass discu ido.
To almen e, são na decla ação ês aízes u indoge manicas pa a a he ança do um ou
ou os das o mas mencionadas em Anschlag: - u idg. * h1elh2 - ‘wohin eiben (IEW I 306 .;
LIV 2001 [1998]: 235), - u idg. * h2elh2 - ‘ziellos gehen (IEW I 27 .; LIV 2001 [1998]: 264), - u idg. *
h1el(H) - (ou * [s]h1el[H] -?) ‘mod ig se (IEW I 305).
6
7
Seguin e E eco dações esp. De i a ões são ci adas:
Bei Ne i 2012: 57 são almuõ, álmė, emės en a i o com li . álksna . ‘P ü ze, Lache,
le . al(u)ksna . ‘einschießende mo as ige S elle conec ado, sendo as
le z menann en o mas de o u bal . *h1ol(H)-s-nah2 - ‘die Mo as ige (com
inne bal isch sekundä eingeschobenem * -k - an es *s -) se em decla ados. As
ou as ês o mas não são explici amen e e imologizadas, se pode mas bem
seguin es p e o mas implici a :
8
- li .
almuõ <
u bal . *
almōn,
Gen. *
almenes
<
o u bal-
.
*h1ol(H)--
mōn, Gen.
*menes, -
li . álmė <
u bal . *
almiā - <
o u bal-
.
*h1olH-m-
iah2 -, - li .
emės <
u bal . *
elmiā - <
o u bal-
.
*h1el(H)-miah2 -.
A conexão a
nhd. dial. Elle ,
espec i ame-
n e, a es e
p eceden e mhd. * elle
‘un u á el Acke exis e sob e a ambém es e subjazen e mesma aiz: mhd. * elle < ahd. *
elana < u ge m. * elanō ‘Mo as , Sump < o u ge m. *h1el(H)-onah2 - ‘Fäulnis, o que uma
subs an i ição a u ge m. * ulana -< o u ge m. *h1(H)-ono - ‘ e aul é.
Li . al i não é
mencionado
nes e con ex o.
Em Ne i e al. 2016 é o odo um pouco di e enciado ep esen ado: A decla ação de 2012 é
basicamen e mais is a como possí el. Daneben é sob e e ência em Ha ald Bichlmeie
2013a: 406 . e Bichlmeie 2011: 184 mas e wogen, as li auischen
9
Pala as, o ‘Ei e , a pa i do cadá e luindo
massa signi icam com o e bo li . al i ‘ ließen,
öp eln, lau en, eilen conec a .
6
A aiz em segu os appella i ische o se ze só no G ego e A menico e é no LIV 2001 [1998] com ‘?
es abelecido; o Ve . man ém a abo dagem mas pa a con incen e.
7
A aiz em segu as appella i ische o se ze no g ego, la inês e al ez no le ão.
8
Vgl. Li EW I 8; gl. além ALEW 34, onde mas nenhuma e imologia no p óp io sen ido é o e ecida; Li hED I 19
(s. . a ksnis) le a li . álksna ‘place co e ed wi h alde ees, alde g o e e le . àlksna ‘ o es ma sh
em mais elhas * aliksna < * alis nā - de ol a, sendo que o acu no âmbi o de uma subs i u e e de
ex ensão após Schwund do médio *i - enha su gido, e não conside a nem mesmo uma conexão com li . al
i, álmė e c. Em SEJL 2024 s. . a ksnis menciona o au o ago a depois de udo uma indoge manische
o o m u idg. * h2elis no -, po ém ambém encon a aqui nenhuma e knüp ung com a em Anm. 2
mencionados aiz * h2el - luga .
9
In Ne i e al. 2016: 244 é no bibliog á ico sob Bichlmeie conside ações alsamen e Bichlmeie
2013b em ez Bichlmeie 2011 indicado.
4
Pa a li . emės é com isso implici u bal . * elmiā - < o u bal . *h1elh2-miah2 econs ui,
enquan o pa a ebenda (Ne i in Ne i e al. 2016: 234 . em elação a nhd. dial. Ülme, ülmig)
discu idoes u ge m. * ulman - seja um amphikine ically lek ie ende n -s amm
*h1élh2-mon -*h1h2-mn- ́ ‘com líquidez e sehenes > ‘Ei e , äulnis (nes e caso se ia
assumi que li . almuõ uma secundá ia o -S u e in oduziu) ou uma só inne ge manice
subs an i ia ion do adjec i o * ulma - ‘mod ig < *h1h2-m(n) ó - ‘ei ig, luüssig é
assumi . /
Con inua
pode ia-se
igualmen e
*h2élh2-mon
-*h2h2-mn- ́ ‘com líquididade e séenes /
> ‘Ei e , Fäulnis ado a , o que às ge manicas e li auicas o mas sem
Zusa zannahmen sub asa encon a.
A ques ão pe manece aqui, na u almen e, se se pode do aqui assumido desen ol imen o
semân ico ‘com líquidez e séenes > ‘Ei e , ôulnis assim sem ul e io es conco da ,
sob e udo já que é mesmo ambém a o.a. Wu zel u idg. * (s)h1el(H) - ‘mod ig se (IEW I 305)
ealmen e exis e, mesmo se a ques ão, se se a a de uma aiz com s mobile, .a.
10
disso depende, se g egicas e indoi anische pala as, a ‘wasse becken, lake, Sump u.Ä. (ai
signi ica . sá as - n. ‘Wasse becken, Teich, [End-]See, ja . * ha ah - n. no cho onym ja .
Ha ax ai ī - ., ape s. ha au a ī-/ . ‘A achosien, g . / λος n. ‘humuch e Wiese, sump ige
Niede ung, Sump , Ma schland) ago a jus de uma Wz. u idg. * sh1el(H) - ‘mod ig se deduzi
são ou lhes uma p óp ia aiz u idg. * sel - ‘Sump , sump ig ( gl. IEW I 901) sub ondo es á.
11
Pa a as o mas de pala a bál icas em-se uma aiz p é-u bal ica sem anlau endo * s -,
mas com enclausen ando La yngal anse zen (also u idg. * h1elH -), já que ou a aku ie e
o mas de pala a da sippe não são a explica , enquan o as pala as indoi anenses e
g egas anlau endo * s - exigi , mas nem em *h1 - nem em explau ando *-H - da a meno
indicação (also u idg. * sel -). Um pode ambos Sippen ago a sob uma abo dagem u idg. *
(s)h1el(H) - uni , ocê pode isso ambém deixa ; isso é bem
Geschmackssache.
As conside ações em H. Bichlmeie 2011 e 2013a o am emp egados, sem uma aiz u idg. *
(s)h1el(H) - ‘mod ig se em a in es igação mi einzub ia . Como é es as ago a desp o idamen e
.a. do es emunhado con inuado em línguas ge mânicas indubidadamen e dá, le an a-se a
ques ão de se as mencionadas pala as li uanias são odas o madas com base da mesma aiz
u indoge manica, ou lhes não es ão pelo menos dois subjacen es:
Li . al i
‘ ließen,
öp eln,
lau en, eilen,
nual i
‘übe lau en,
(Felde )
übe schwem-
men podem
mais
simplesmen e
em o u bal .
* h2elh2 eh1
-/* h2elh2 eo - /
10
A abo dagem de uma aiz com s mobile ao lado de uma ou a com La yngal anlau an e aiz é embo a não o
egel all, deixa-se mas du chaus ambém ou a p o a elmen e aze ; gl. Ma k R. V. Sou he n 1999 passim.
11
Pa a a discussão a es a p oblemá ica seja em Ne i 2016: 234 . e e i am; es as ep oduzi , i ia aqui le a a
longe.
5
se em
de ol idos;
o u bal . *
h1olh2 eh1 -/*
h1olh2 eo -
apa ece de ido
da en ão a
adhe man es o
-S u e menos
p o á el.
Li . almuõ (3) m. ‘Ei e é o mais simples sob e o u bal . * h1olH mon - com u idg. * h1elH - ‘mod ig
se a liga : a ansição ‘Mode > ‘Fäule > ‘Ei e apa ece unp oblema icamen e. A ligação com
os ‘Bewegungs e bwu zeln u idg. * h1elh2 - ‘wohin eiben (IEW I 306 .; LIV 2001 [1998]: 235) ou
u idg. * h2elh2 - ‘ziellos gehen (IEW I 27 .; LIV 2001 [1998]: 264) a ia necessá io aze assumi que o
nomennungsmo i pa a a pala a pa a ‘Ei e se ließen se ia. Wohl com isso a conec a é
en ão ambém li . álksna . ‘P ü ze, Lache, le . al(u)ksna . ‘einschießende mo as ige S elle <
o u bal . *h1olH-s-nah2 - ‘die Mo as ige. Li . álmė (1), alm (4) . ‘ou do co po aus e ende
ma e ie, emės (4) . Pl. ‘dass. são menos segu os classi ica : Se o ‘Aus e en da massa, en ão
cujo mo imen o de e ia e sido o denominennungsmo i , pode uma das duas ‘ e bes aízes
sub u a (u bal . * álmiā - < o u bal . * h2elh2 mieh2 mieh2 mieh2 . * h1olh2 mieh2 . * élmi u bal - <
h1elh2 mieh2 mieh2 mi. Foi mas isso
Denominungsmo i , que se na da massa aus e en e jus amen e a auliges em han ado, mag
aqui ambém u bal . * álmiā - < o u bal . * h1olH mieh2eine sei s en e u bal .
* élmiā - <
o u bal-
. * h1elH
mieh2ou -
as
ezes a
coloca se .
Se bem pode não encon a a gumen os pa a que odas as ês inicialmen e mencionadas aízes
no li uáus são con inuadas, mas um con as e ‘Be egungs e bwu zel e sus ‘Mode , Fäule
apa ece ainda como p o á el. Se a ‘Be eguns e bwu zel ago a u idg. * h1elh2 - ‘wohin eiben
(IEW I 306 .; LIV 2001 [1998]: 235) ou u idg. * h2elh2 - ‘ziellos gehen (IEW I 27 .; LIV 2001 [1998]: 264) oi, ou
se ambos no (Vo -)U bal ischen a uma aíze ühu bal . * elH -/* alH - zusammenge allen são,
deixa-se não mais decidi ou depende disso, a qual alo a gumen a i o um eo icamen e
possí eis (p e-)u bal icos mo phologischen Bildemechanismen zuges ez. Além da jus amen e
ep esen adas explicação dos di e en es ocales (a -: e -) do anlau das pala as li auicas sob e a
base de á ias u indoge manische aízes e/ou sob e a base de á ios ablau s u en osse
ambém ainda e e enciado, que ambém a possibilidade exis e, que se a a aqui de uma
(dialek ale) inne li auische esp. inne bal ische a ia ion, na qual segundo a ‘Lex Rozwadowski,
li . e - eben mi li
12
dial. - a oca, como z.B. in li . ẽže as m. ‘See s. li . dial. aža as, aže as m. ‘dass., ap euß.
assa an ‘dass.. Decidi -se isso deixa p o a elmen e di icil. Na possibilidade de di e en es
subjacen es aízes pode o in ona iondi e ence das pala as li uanias indica : o mas com
acu (álksna, álmė) podem di icilmen e de ou a o ma do que com base de uma aiz
u indoge manica com exluen ando la yngal, ais com zi kum lek ie e aiz podem aqui
pouco a uma decisão con ibui , já que aqui ambém com o iginalmen e choß onig in onie e
aiz o su ix *iā - o zi kum lex he ocado
12
Vgl. pa a isso Jan Rozwadowski 19141915.
6
pode e . E ci icada é a a aliação do alo das in onações pa a a explicação além disso pelo
a o de que além o -s u ige aiz do la yngal segundo a de Saussu esche eg a ealmen e
de e ia e desapa ecido cedo e nenhum acu p esumi elmen e. Nes e con ex o seja
ambém ainda indicado, que um elemen o u bal . * alma - compa a i amen e equen emen e
na li auischen esp. ge almen e bal ic hyd onymie encoun e ed; gl. ap oximadamen e as
lussnamen li . Alm, Almajà, Almuonė ou as Seenames li . A majas, A menas e c. Es as são
adicionalmen e com o e bo alm i ligado ou são a é como de de i ado des e. Nenhum
desses nomes pa ece e uma choß onige aiz.
13
Zudem, esses nomes ambém são mui as ezes com duas pala as os indoge manicas em
conexão, ai. á ma - m. ‘B unnen e och. B ālme n. ‘Quelle. Ambas o mas apon am a uma
o o m sem exluen ando la yngal espec i amen e deixam nenhuma a i mação a. Ambas as
pala as são habi ualmen e em u idg. * h2el mo - pa a aízel u idg. * h2el - ‘e näh en,
wachsen (IEW I 26 . ;
LIV 2001 [1998]: 262) colocados e e imologicamen e com la . almus ‘nah ha , näh end
14
li auischen Gewässe namen eben au diese G undlage au gebau sind und dass zudem auch
li . alm i ein denominales Ve b on diese G undlage is , wobei eilich eine o den liche
seman ische Ve schiebung akzep ie we den muss: ‘e näh en (u idg. * h2el. >
15
iden i izie . Un e diese Vo ausse zung schein es wah scheinlich, dass die genann en
‘he o b ingen > -) ‘Quelle, B unnen (ai á ma -, och Blässme) > ‘Wassend mi Wasse
(li auische Gewübe namen) > ‘schwemmen (li . alm. i). Pa a um p imá es e bo pôde li . alm i,
equen emen e, de qualque manei a nunca se man ido, d.h. es e e bo e as mencionadas
águesse names são mais p on amen e o mações pa alelas da mesma base de pa ida. No
ní el de ‘algém com água/Fließen (lí uuische gewässe namen) pode iam aqui bem ambém as
o mas acima discu idas se inse idas, que com li . a - anlau en e zi kum lek ie e in ona ion
mos am, en ão al ez almuõ (3) m. ‘Ei e e segu amen e ma e (4) . ‘ou do co po
aus e en e almie aku ie e e ais que com e - anlau en, podem com a supos amen e
subjazen e aiz u idg.
* h2el - não
e einha -
em-se.
Vol ando ao alemão: A aiz, que signi ica ‘mod ig, aulig se , é bem con inuada no alemão. As lá
ep esen adas lexeme signi icam consis en emen e só isso e ep esen am o se ze de uma
aiz * h1el(H) -. A abo dagem des a aiz se ia en ão desnecessá io ( iele mi hin Ockhams
asie messe ao sac i ício), se se odas as pala as ge mânicas, que adicionalmen e he on
de i adas se em, comp o adamen e em as duas o.g. ‘Be egungs e bwu zeln u idg. * h1elh2 -
‘wohin eiben (IEW I 306 .; LIV 2001 [1998]: 235) ou u idg. * h2elh2 - ‘ziellos gehen (IEW I 27 .; LIV 2001
[1998]: 264) pode ia de ol e . Mas di e en e do que po exemplo em li . almuõ, álmė, emės, as ‘Ei e ,
de um co po mo o lançando líquido signi icam, não se pode nas pala as ge mânicas
ap oximadamen e uma signi icação aga a , que ainda de alguma o ma com uma mo imen o (um
líquido) pode ia se conec ado. Man e -se-á en ão melho com a concepção adicional. No alemão
colocam-se a es a aiz ap oximadamen e ahd. olmo m. ‘ auliges, mo sches madei a, mhd. ulmic, iges
adj. ‘ on Fäulnis ange essen (MH 2: 1721), em alemães diale os pode-se como ulmig ‘ aulig,
e oul ainda no elsässischen, p älzischen e Wes älischen comp o a , no hü ingischen
ap esen am-se a isso eben Ülme ‘ e u ene gegend, euch e
13
Vgl. 1981 Vanagas: 39 .
14
Vgl. DTB 2013 [1999]: 29, 60; EWAia I 120.
15
Vgl. EDLIL
35 (s. .
alō).
7
16
S elle no Acke ,
ülmig
‘s ellenweise
nass. Todas
essas o mas apon am em u ge m. * ulma -
‘Fäule, Fäulnis de ol a.
Daneben exis e mas ambém ainda o
undamen o nhd. Ulm ‘ auliges Holz,
Mode (DW XXIII 754 [Ulm 2]). Pa a ou as
conexões e imológicas den o e o a do
Ge mânico eja EWAhd VI 11681171.
Unclea pe manece, po quê ebenda
ahd. olmo m. ‘ aules/mo sches madei a
em u idg. * h1elh2 - ‘wohin eiben (LIV
2001 [1998]: 235) espec i amen e u idg.
* h2elh2 - ‘ziellos gehen (LIV 2001 [1998]:
264) de ol ida é, embo a haja a aiz
u idg. * h1elH - ( adicionalmen e 3. - el:
ol wes ge mu ge ./m. * ulma - <
o u ge m. * h1(H) m(n)ó - é
comple amen e unbede klich.
‘mod ig sein, aulen’“ [IEW I 305]) gib . Eine He lei ung wes ge m./u ge m. *
ulm-an
- ←
A es e E ymon pe mi e-se con inua uma Sippe de alemães O sund aquesse names
p oblema amen e acopla , como no ozi o de e se mos ado.
2. ONOMASTICA TEUTONICA
O o sname Ulm e com ele pa en es nomes êm a é ago a ês di e en es explicações
sensí eis encon adas e uma qua a, da qual há mui o empo oi econhecido, que ela não
pode aplica -se. Dieselbe e ymologia do undwo exibem alguns ou os o sund
Aguasse names (Niede -Olm, Obe -Olm, Ulmbach, um mais
Ulm e c.) em, que odas mideal e liche o o mes da
ges al Ulma (no caso de Ulm an de Donau)
espec i amen e. Ulmena, Ulmene, Olmena êm. Essas ês
explicação de em no seguin e a igo uma ez em sua
s ichhal igkei e sua gangabilidade se em examinadas. A
namensippe o nou-se mui as ezes ao e bo u ge m. *
allea -/* ulea - ‘wallen colocado, em segundo luga a um
E ymon u ge m. / / * ulma - ‘Mode , Fäulnis e, inalmen e,
oi com um an igou opeu aquesse name à Gewässe wu zel
* el -/* ol - como pon o de pa ida calculado.
As qua o abo dagens de solução acabadas mencionadas e ou as, aqui não mais a discu i
p opos as, o am mais em de alhe a adas po Lu z Reicha d (1986: 302310, bes. 307310).
Todos os abalhos subsequen es o e ecem a isso nem p og essos nem chamam eles
semp e odas p opos as.
16
Vgl. Ma in, Lienha 1899: 33; Ch is mann 1994: 874; Niebaum e al. 2021: 1075; DW XXIII 758.
8
2.1. Os nomes e suas explicações adicionais
Em li e a u a a ual são seguin es explicações pa a o ma e ial cole ado o e ecidas:
No DONB (= Niemeye 2012: 632) enume a Jö n Riecke odas as qua o soluções a é
ago a ap esen adas em cima e explica os o snamen Ulm assim: 813 Ulmam ... illam
(F. 2. D i el 12. Jh.), 854 Hulmam [O ], 856 Ulma [O ]; Ulm (1334) [<...> Dem ON encon a
um múl iplamen e es emunhado GwN a aiz, o qual ou com uma inne ge mânica
e imologia ao o e e b ge m. * walla - ‘wallen pe ence, ou in Anbe ach ähnlich
lau ende os eu opäische GwN como o ge manisches Gewässe wo (zu * el -/*
ol -) a deu e . Um Anschluss a mhd. ulmic ‘ on Fäulnis ange essen é
linguis icamen e possí el, po que uma e olução de signi icado a ‘sump ig é
concebí el. O Anschluss explica mas a o igem da es an e Ulm-GwN não. A conexão
com Ulme é excluída, já que o á o e no MA elm(boum) é.
J. Riecke segue aqui L. Reicha d 1986, que os mesmos ês possibilidades passá eis
nemb a. Não ci ado é aqui como lá Adol Bach (1953: 157, 235), que a he ança de mhd. ulmic
‘ on Fäulnis ange essen ao lado da a * al(l) - ano a e se no amen e a ainda algo mais
an iga li e a u a in oca.
O que o exclusão da baumbezeinamen o nhd. Ulme ou espec i amen e de suas p e o mas no
âmbi o da decla ação do opónimo a ec ou, pode-se J. Riecke (e an es dele já Reicha d 1986:
307 . e Bach 1953: 235) só conco da : Es a pala a é só a de(es )al hochdeu sch ou
mi elhochdeu sch in Gl. 3,40,59 (12. Jh., bai .) es emunha e é possi elmen e um lehnwo do
la inês, embo a uma decla ação como ge manisches e bwo não possa se excluída ( gl.
EWAhd IX s. . ulm).
17
O que em Riecke não é mencionado, é a ci cuns ância, que no o snamen Ulm a senkung * u > o
não oco eu, embo a na olgesilbe um dunkle okal es á (wes ge m. * Ulmō -). L. Reicha d
(1986: 309 .) explica isso com isso, que os p imei os belege consis en emen e em documen os
la inenses es emunham sejam e isso aqui cedo a uma beein luência da o ma de nome po la .
ulmus ‘Ulme i esse chegado.
Além pe ence aquihe o
nome Ulmen (em a Ei el), o
Alb ech G eule em DONB
632 a a:
17
EWAhd IX: E ymologisches Wö e buch des Al hochdeu schen [E ymological Dic iona y o Old High Ge man] 9:
- u -, h sg. de R. Lüh , e a b. po D. S. Wod ko (A bei ss ellenlei ung), H. Bichlmeie , M. Kozianka, R.
Schuhmann, Gö ingen: Vandenhoeck & Rup ech . O olume se á p e isi elmen e no ano 2026.
9
1074 Ulmena, um 112062
ulmene, 1253 Ulmen, 1434
Ulmen. III. O nome
pe ence em uma sé ie
com os ON Niede -/Obe
-Olm (bei Mainz), Ulm (K .
We zla ), Ulm (Lk .
Ras a ) e Ulm
(O enauk eis), que
odos à águas-ma inhas
e Ulmena /Olmena êm
como o ma básica.
Ulmen (Ei el) ica no
Ulmene Maa . Ulmena,
mais elho * Ulmana, é
mi els n -su ix de
ge m. Adj. *(w)ulma-(zu
* wula-‘wallen)
de i ado.
Ähnliches esc e e A. G eule in DGNB 554 ao aguasse name Ulmbach: 2Ulmbach, .z.
Lahn (z. Rhein), emp ende no Wes e wald ao sul de Mademühlen (Gem. D iedo ,
Lahn-Dill-K eis, Hessen, D), é po a Ulmbach alspe e a um lago au ges au ,
münde em Biski chen (S ad Leun, Lahn-Dill-K eis). 1000 (cópia 12. Jh.) lumen
O mena (lies Olmena), 1313 mi en in de Ulmen, 1325 u de Ulmene, 1341 zuschin ...
de Olmene, 1486 (cópia 18. Jh.) u de Vlme; ON. Ulm (Gem. G ei ens ein,
Lahn-Dill-K eis), 1286 de Olmene (e no as p o as), 1308, 1328 de Ulmene, 1314 de
Olmena (e no as p o as), 1321 de Ulmina, 1495 Olmen.
G und o-
m FlN.
ahd. *
Ulmana >
mhd.
UlmeneOl-
mene,
com n
-su ix de i ado de /
(no d)gm.
Adj. *
wulma-‘ o-
bend (awn.
olm
‘wü end)
ao e bo gm. * wul-a-‘wallen;
FlN. gm. *
wulmanō com
pe da do
anlau endenw-/
o /u > *
Ulmana. Com o
Flussund
o snamen é
uma sé ie de
o snamen, que
hoje OlmUlm lau am, idên ico.
Ou as
o snom-
es, como
po
exemplo
Niede
-OlmObe
-Olm ( gl.
já G eule 1983: 280 /
282) pe encem ambém a es a Sippe; no o al já ap esen a G eule 1983: 281 qua o
o snamen em Alemanha jun o, que como ên eses e idencias no medieal e Ulmena,
Ulmene, Olmene êm, que odos em ahd. * Ulmana < wes ge m. * Ulmanō - ol a em, Ulm
(K eis We zla ), Ulmen (K eis Cochem-Zell), Ulm (S ad Lich enau, K eis Ras a ), Ulm
(O enauK eis), e e ei e ainda em Olmen in Belgium. Na Alemanha encon am-se os
nomes com o componen e Ulm(-) en ão em Hessen, Rheinland-P alz e
Baden-Wü embe g. Neu -Ulm como nome de uma cidade em Ba a ia
(Regie ungsbezi k Schwaben) con a como uma espécie
Sob enome-
amen o
depois Ulm aqui não.
Enquan o A. G eule no DONB e DGNB apenas mais a solução ge mânica com a conexão a
u ge m. * allea -/* ulea - mencionado, nomeia ele em seu mais elho con ibu o (G eule 1983:
281) ambém ainda a possibilidade da he ança dos aos es a Sippe pe encen es nomes da
Gewässe namenwu zel * el -* ol - e oma com isso uma análise H. K ahes /
(1957: 7 .) em.
16
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Dėl lie .
al i,
almuõ,
álmė,
emės i
ki ų
e imolog-
ijos bei
jų san ykio su okiečių
ie o a džiu
Ulm
i jo giminaičiais
SANTRAUKA
1. Apelia y ai lie . al i ‘ ekė i, lašė i, bėg i, skubė i, nual i ‘d iek is (apie laukus), užlie i,
almuõ (3) m. ‘pūlinys, álmė (1), alm (4) . ‘iš kūno išsiski ian i masė, adiciškai aiškinami
siejan su iena šaknimi, jie no s d iejų ski ingų indoeu opie ų šaknų da iniai, . y.
judėjimą eiškiančio eiksmaž šaknis, senoji ide. * h1elh2 - ‘s um i, neš i a ba senoji ide.
* h2elh2 - ‘ aikš inė i ( ai d iejų senųjų bal iškų susiliejusių šaknų * alH -/* elH da inys) i
senoji ide. * h1el(H) - ‘pū i.
E imologiniu pon o de is a eikė ų a ski i lie u iškus, bal iškus
anden a džius su pama iniu * alm - i g eičiausiai o pama o pa ies lie .
eiksmažodį alm i, nes jie galbū sie ini su senąja indų á ma -, ocha ų ā Blme,
lo . almus i kildin ini iš senosios ide. šaknies * h2el -
19
‘mai in i, aug i, augin i.
2. Su pi mosiomis minė omis šaknimis sie ini i okiečių ie o a džiai bei anden a džiai (Ulm
i ki i), suda y i anks y osios okiečių aukš aičių, aka ų ge manų, senosios ge manų
šaknies * ulm - pag indu. Ji su inkama okiečių kalbos bend iniuose žodžiuose, например, sen.
ok. aukš . olmo ‘pū an i, ęš an i mediena, sen. ok. id. ulmic, iges ‘supu ęs, -usi, su ęšęs,
-usi. G eičiausiai dėl andens kokybinių ypa ybių pi miausia aip bu o į a dijami
anden a džiai. Jų į a dijimo pag indu laiky inas sen. ge m. * ulma - < anks y ojo sen. ge m.
* h1(H) m(n)ó - emian is sen. ge m. šaknimi * h1el(H) -
‘supu ęs, -usi, su ešęs, -usi.
3. Senosios ge manų šaknies * elH - ‘suk is, e s is ediniai okiečių kalbos a duose
negalimi. Tokios a dų g upės a ejai aka ų ge manų ( okiečių) kalboje u ė ų p asidė i *
- > W-. Tuome senosios ge manų, aka ų ge manų * ulm - u ė ų i s i senąja okiečių
aukš aičių * wulm -.
4. Ž elgian iš eo inės pe spek y os, galima eig i, kad okie a dai y a Senosios Eu opos,
. y. ikige maninio pe iodo anden a džių palikuonys. Tai galimai a spindi des es šešios
šaknys:
- * el -/* ol
-/* əl -
spal ą
eiškian i
šaknis
‘ audonas,
-a, udas, -a (IEW I 302304)
[šiuolaikinė:
* h1el -], - *
el -/* ol -
‘supu ęs,
-usi,
su ešęs,
-usi (IEW I
305)
[šiuolaikinė:
* h1el(H) -], -
* el -* ol -
skambėji-
mą, ga są
eiškian i
šaknis (IEW
I 306)
[šiuolaikinė:
* Hel(H) -], -
* el - elə* -
*: * lā - - i,
judin i,
judė i, ei i
(IEW I 306 .)
[šiuolaikinė:
* h1elhė2 -
(LIV/E)
2001 [1998]: 235)],
- * al -
‘bal as, -a
(IEW I 29)
[šiuolaikin-
2
ė: * h al-/* h
el-], - * l -
‘ aikš inė-
2
i, bėginė i
(IEW I 26 .)
[šiuolaikin-
ė: * h elh
-(LIV 2001
[1998] 26:4)].
2
2
Šiuo caso em is be ku ia iš šių šaknų negalima.
5. A siž elgian į me odologinį p incipą, kada aiškinan ėlesnę kalbos a mainą pi menybė eikiama
anks esniajai kalbos a mainai, no s abiejų duomenys su ampa, šiuo a eju bū ų į ikinamiau
eig i, kad šios okiečių a dų g upės aiškinimas sie inas su senąja ge manų, aka ų ge manų
šaknimi * ulma -. Tuome a k eip inas dėmesys i į sen. ok. aukš . olmo ‘supu usi, su ęšusi
mediena, ok. id. aukš . ulmic, iges ‘supu ęs, -usi, su ešęs, -usi i k ., i į lie u iškus ‘pūlinys lizdo
žodžius.