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Baltic Layer in the Hydronymy of the Dnieper River Region

Abstract

The research aims to identify the Baltic language heritage in the hydronymy of the Dnieper region. In particular, it dwells on the reconstruction of the Baltic lexical stratum, the existence of which is not at odds with the historical and archaeological data for the areas under analysis. The research has resulted in the reconstruction of 50 lexemes that are believed to be part of the vocabulary of the Old Balts. Such a conclusion is substantiated by the etymology of the reviewed water names, explained by the vocabulary of the East and West Baltic languages. Lexical reconstruction is possible due to compliance with some conditions of the etymological procedure: 1) highlighting the stages of Baltic hydronymy Slavization with the description of the phonetic and morphological processes, which accompanied the adaptation; 2) separating Slavonic derivational extension as a mean of adaptation of Baltic words in a foreign language environment; 3) determination of the relationship between the reconstructed “Dnieper” Baltisms and the archaic vocabulary of the East and West Baltic languages. Compliance with these conditions resulted in (a) the singling out of several types of parallels linking Old Baltic hydronyms in the Dnieper area with the toponymy of the different Baltic Languages; (b) the assumption of possible Proto-Lithuanian affiliation of the most numerous group of Baltic lexical relics.

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Baltic Layer in the Hydronymy of the Dnieper River Region

Author: Alexander I. Iliadi
Year: 2026
DOI: 10.35321/all94-05
Source: https://journals.lki.lt/actalinguisticalithuanica/article/download/2577/2515
Ac a Linguis ica Li uanica
2026, ol. 94, p. 1 a 19
Ligação de con eúdos Tu inio nuo oda
ISSN 2669-218X (online elek oninis) (em inglês)
Di ei os au o ais © 2026 Alexande I. Iliadi. Publicado pelo Ins i u o da Língua Li uana. Es e é um a igo de
Acesso Abe o dis ibuído sob os e mos da Licença de A ibuição C ea i e Commons, que pe mi e uso,
dis ibuição e ep odução ilimi ados em qualque meio, desde que o au o o iginal e a on e sejam c edi ados.
Ins i uições de Língua Li uana. Šis s aipsnis é a i os p ieigos, pla inamas pagal C ea i e Commons
p isky imo licencijos sąlygos, leidžiančias ne ibo ai naudo i, pla in i i a ku i u inį be kokioje laikmenoje,
nu odan au o ių i šal inį.
Recebido po : Gau a: 2026-05-05. Acep ado: P iim a: 2026-05-14 . 1
Camada BALTICA na HIDRONIMIA
DA REGIÃO DO RIO DNIEPER
Bal ų kalbų sluoksnis Dniep o upės egiono hid onimijoje
ALEXANDER I. ILIADI (p esiden e da Comissão)
A Ins i uição Es adual […]Uni e sidade Pedagógica Nacional do Sul da Uc ânia com o nome de K. D. Ushinsky[…]
E-mail: alexand [email protected]
ORCID ID: h ps://o cid.o g/0000-0001-5078-8316 Campos de pesquisa: e imologia, linguís ica
compa a i a-his ó ica, linguís ica ge al e ipológica.
h ps: doi.o g/10.35321/all94-05
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Ano ação
A pesquisa em como obje i o iden i ica a he ança linguís ica bál ica na hid onímia da egião do Dniepe . Em
pa icula , abo da a econs ução do es a o léxico bál ico, cuja exis ência não es á em desaco do com os dados
his ó icos e a queológicos pa a as á eas em análise. A pesquisa esul ou na econs ução de 50 lexemas que se
ac edi a que azem pa e do ocabulá io dos an igos bál icos. Tal conclusão é co obo ada pela e imologia dos
nomes de águas e isados, explicada pelo ocabulá io das línguas do Bál ico O ien al e Ociden al. A econs ução
léxica é possí el de ido ao cump imen o de algumas condições do p ocedimen o e imológico: 1) des acando as
e apas de esla ização da hid onímia bál ica com a desc ição dos p ocessos oné icos e mo ológicos que
acompanha am a adap ação; 2) sepa ação da ex ensão de i a i a esla a como um meio de adap ação de pala as
bál icas num ambien e de língua es angei a; 3) de e minação da elação en e os bal ismos econs uídos do
"Dniepe " e o ocabulá io a caico das línguas do Bál ico O ien al e Ociden al. O cump imen o dessas condições
esul ou em: a) a iden i icação de á ios ipos de pa alelos que ligam os an igos hid onímicos bál icos na á ea do
Dniepe com a oponímia das di e en es línguas bál icas; (b) a suposição de uma possí el a iliação p o o-li uana
do g upo mais nume oso de elíquias léxicas bál icas.
Pala as-cha e: e imologia, econs ução, p o ó ipo, e lexo, línguas bál icas, hid ônimo, á ea.
ANOTACIJA (em inglês)
Ty imo ikslas išski i bal ų kalbų pa eldą Dniep o egiono hid onimijoje. Vykdan y imą ypa ingas dėmesys
ski iamas bal ų leksikos sluoksnio ekons ukcijai, ku io egzis a imas a i inka analizuojamų ie o ių is o ijos i
a cheologijos duomenis. Ty imo ezul a as 50 econs uídos leksemų, ku ios, kaip y a manoma, susijusios su
senuoju bal ų žodynu. Šią iš adą pag indžia apž elg ų anden a džių e imologija, paaiškin a emian is y ų i
aka ų bal ų kalbų žodynu. Leksikos ekons ukcija įmanoma laikan is kai ku ių e imologinių sąlygų: 1) iš yškinan
bal ų hid onimijos sla inimo e apus, ap ašan one inius i mo ologinius p ocesus, lydėjusius adap aciju; 2)
exclusão de o mas de exp essão das línguas esla as, como as línguas bal as, como as línguas s e imos, como as
línguas ambien adas, como as línguas bal as, como as línguas s e imos, como as línguas bal as, como as línguas
bal as, como as línguas bal as, como as línguas bal as; 3) es abelecen e econs uído Dniep o egiono bal izmų i
a chajiško y ų i aka ų bal ų kalbų žodyno są yšį. Šių sąlygų laikymasis lėmė (a) kelių ipų pa alelių, siejančių
senuosius bal ų hid onimus Dniep o s i yje su ski ingų bal ų kalbų oponimija, išsky imą; (b) p ielaidą, kad
gausiausia bal ų leksikos elik ų g upė gali bū i p iski a p olie u ių a mių pa eldui. ESMINIAI ŽODŽIAI: e imologia, econs ução, p o ó ipos, e lexas, bal o idioma, hid onimas, s i is.
2
1. INTRODUÇÃO: A he ança bál ica na hid onimia de
REGIÃO DO DNIEPER
Os bál icos que mo a am no e i ó io da bacia do Dniepe na segunda me ade do p imei o milênio
a.C. (Vi kūnas, Zabiela 2017: 34[…]36, com a li e a u a), deixa am aqui não apenas os es ígios
ma e iais na o ma de mui os obje os a queológicos, mas ambém um subs a o linguís ico na
nomencla u a geog á ica local. A expe iência mais signi ica i a no es udo des e p oblema é
ap esen ada pelas in es igações dos acadêmicos Vladimi N. Topo o e Oleg N. T ubače (Topo o ,
T ubače 1962) e nos abalhos de Ana olij P. Nepokupnyj (1981) e I ina M. Železniak (1987). No
en an o, desde a sua publicação, no as on es o na am-se disponí eis pa a comple a a lis a
exis en e de lexemas bál icos na oponimia da egião do io Dniepe . In elizmen e, es e ma e ial
ainda não oi de idamen e a aliado como e idência da his ó ia p é-al abe izada das línguas
bál icas a é ago a. A azão é que, du an e mui o empo, o complexo p oblema dos con a os
linguís icos esla o-bál icos na bacia do Dniepe e a econs ução do ocabulá io dos an igos
diale os bál icos nes e e i ó io po dados da oponímia pe manece am na pe i e ia da
linguís ica indoeu opea compa a i a-his ó ica, daí o a aso em seu desen ol imen o (a di e ença,
po exemplo, da busca a i a da an iga hid onímia do Bál ico no no oes e usso). É signi ica i o que
o p oblema da in e ação das línguas bál ico-esla as nas bacias do Dniepe , Don, Oka, Vis ula, e c.,
seja o almen e igno ado em um dos p incipais abalhos ecen es sob e a his ó ia das línguas
do Bál ico O ien al po dados de seus con a os (Jakob Jakobsson, 1984), embo a uma abo dagem
semelhan e ao es udo das elações linguís icas p ussiano-alemãs e da oponímia do an igo
p ussiano como on e de econs ução dos oponímicos pe didos no ocabulá io apela i o enha
sido p a icada nos es udos linguís icos bál icos (Topo o , 1979; 1980). Tendo em con a isso,
qualque pesquisa ocada em p eenche as lacunas no es udo do es a o bál ico na hid onímia da
egião do io Dniepe pa ece se ele an e.
2. P opósi o e Obje i os
O objec i o do es udo p opos o é des aca o pa imónio bál ico na hid onímia de alguns
a luen es do Dniepe , nomeadamen e os ios Desna, P ipya , Psel e Te e e , cujo luxo delineia
pa cialmen e os limi es das á eas de cul u a a queológica do Bál ico. As condições p é ias pa a
isso são: 1) os hid onímicos da egião do Al o e pa cialmen e do Médio Dniepe , cuja gênese já oi
iden i icada nos abalhos de nossos an ecesso es; 2) um g ande g upo de nomes geog á icos,
que não o am in oduzidos cedo no uso cien í ico (po exemplo, eles es ão ausen es na pesquisa
especial de I. M. Železniak (1987); Eles não êm e imologia esla a, no en an o, mos am uma o e
semelhança com o ocabulá io apela i o e a oponímia das línguas bál icas.
O objec i o decla ado é alcançado a a és da esolução de á ias a e as: A análise e imológica
dos hid ônimos da á ea do io Dniepe , que, em uma sé ie de ca ac e ís icas o mais, podem se
en a i amen e gene icamen e co elacionados com o ocabulá io bál ico; […] A econs ução
dos lexemas do an igo Bál ico, sal os na hid onímia esla a; A de e minação das egula idades
oné icas e mo ológicas que acompanha am a esla ização da hid onímia bál ica em di e en es
épocas; […] A de e minação do luga dos lexemas econs uídos no ocabulá io dialec al a caico
das línguas bál icas.
P opomos uma sé ie de e imologias que in oduzem no os dados sob e os es ígios linguís icos
deixados pelos an igos bál icos no uso cien í ico da linguís ica his ó ica bál ica, na oponímia da
á ea do Dniepe . T a a-se da econs ução das elíquias léxicas da língua da população bál ica,
que i ia na cos a dos ios Desna, P ipya , Psel e Te e e e seus a luen es ( e a li e a u a
necessá ia sob e es ígios a queológicos bál icos nas bacias desses ios em: Topo o , T ubače
1962; Železniak 1987: 93, 107 […] 10). Consequen emen e, o objec o do es udo são á ios nomes de
águas, localizados nas bacias dos ios mencionados.
3
A gênese do Bál ico é iden i icada po : a) Os hid onimos do Dniepe , que não
ecebe am a enção na linguís ica compa a i a his ó ica esla a e bál ica; b) Os
lexemas, que o am an e io men e explicados com base em dados de ou as
línguas.
3. METODOLOGIA de ma e iais e de in es igação
Hoje, emos uma lis a bas an e ex ensa de léxemos bál icos na oponimia da egião do Dniepe ;
No en an o, na nossa opinião, pode se signi ica i amen e ampliado a a és dos no os dados. A
base da pesquisa é o mada po opônimos, p esumi elmen e de gênese bál ica, e i ados de
documen os his ó icos (desc ições geog á icas), ma e iais de expedições dialec ológicas e
onomás icas (OA) e on es do ocabulá io onomás ico das línguas esla as e bál icas. Esses
opônimos, em suas ca ac e ís icas onomo ológicas, são p óximos ou e imologicamen e
idên icos ao ocabulá io onomás ico e apela i o do Bál ico. Em ou as pala as, são explicadas
exclusi amen e com base no ma e ial linguís ico bál ico, que se ca ac e iza po uma o ma
pa icula de aízes e a ixos. Alguns p é- equisi os me odológicos pa a a e imologia e a
econs ução de p o ó ipos bál icos. De aco do com V. N. Topo o e O. N. T ubače , […]<...> há
uma sé ie de indicado es, que [gene icamen e] podem se an o bál icos quan o esla os na
mesma medida. Nes e caso, apenas a análise especí ica, cob indo an o a pa e aiz quan o o
p óp io p incípio do nome, ajuda a iden i ica a on e an iga des e hid ônimo (Topo o ,
T ubače 1962: 159). Es a conclusão é ele an e pa a o es udo p opos o. Nes e con ex o, os
hid ônimos com aízes e o man es "bal o-esla os" comuns não são conside ados no es udo,
dada a complexidade de iden i ica a sua a iliação bál ica. Po ou o lado, acei amos pa a
conside ação os compos os com um conjun o de componen es ( oncos) que são ípicos da
hid onímia bál ica, e ambém de i ados su ixais das aízes, a es ados no bál ico, mas não
encon ados nas línguas esla as. A " ipicidade" e a "a es ação" são con i madas pelos dados
da compa ação com o ocabulá io bál ico.
3.1 A e imologia bál ica é de inida pa a:
[…] Os hid onimos compos os e os hid onimos su ixos, que êm os equi alen es de ulllexeme pelo
menos numa das línguas bál icas; […] Os hid ônimos-composi os, que não êm as con apa es de
léxico comple o no ocabulá io bál ico, mas ais análogos são encon ados sepa adamen e pa a
cada pa e do compos o hid ônimo econs uído;
[…] Os hid onimos su ixos, que não êm as iden idades léxicas no ocabulá io bál ico; No
en an o, aqui es ão os seus equi alen es com mo ologia de i a i a a ian e. Assim, a
o igem bál ica dos nomes é p o á el, cuja composição e imológica é elucidada
exclusi amen e apelando ao ma e ial em língua bál ica. Cada caso de co espondência
gené ica en e o lexema bál ico econs uído e os opônimos e lexemas apela i os
his o icamen e a es ados das línguas bál icas é e i icado po écnicas de linguís ica
compa a i a-his ó ica.
Os mé odos u ilizados no es udo p opos o são os seguin es: e imológico e
compa a i o-his ó ico (em pa icula , as seguin es écnicas são ele an es pa a es abelece a
iden idade gené ica das o mas compa adas, de e mina a c onologia ela i a dos enômenos
linguís icos e econs ui p o ó ipos).
3.2 Os aspec os c onológicos da econs ução da hid onimia do Bál ico na á ea do Dniepe . O
conhecimen o dos esla os com a hid onímia bál ica não oi um e en o único, daí a a iação
no e lexo de sons bál icos e onemas de g upo du an e a esla ização dos nomes das águas.
4
3.2.1. Os casos de esla ização p ecoce são ap esen ados pelas o mas com o
seguin e desen ol imen o.
3.2.1.1. Vocalismo
O Bal . * um > esla o. *o: *Rasapē > Rosopa;
O Bal . *ā > Esla o. *a: *Mānas > Ман;
O Bal . *e > Esla o. *e: *Up[a]leiā > Воплея; O Bal . * u > Esla o. * (ъ> [ø]): *Gu -ap- > *Гърапъ >
Грап; *I upē > *Иръпа > Ирпа. Uma si uação semelhan e é obse ada nos su ixos, c . de i ados
com *-uā. O Bal . anlau *uwas e le ido como * ъ na língua esla a an iga: a ogal *ъ não podia
es a no início da pala a, po an o, a p ó ese apa eceu an es de *ъ, c .
* Up[a]leiā > * Vъpleja > Воплея;
O Bal . *U> Esla o. *y: *K ūmas > Крымъ; *Mūkā > Мыка; O Bal . *i > Esla o. * (ь> [е], [ø]
dependendo da posição): *Gi dis > *Жьрдь > Жердь; *Pikils- > *Pchelсъ > *Pchelсъ e c. A
si uação é semelhan e nos su ixos, onde *ь < *i pe deu em uma posição aca, c .
exemplos com -i -, -in-. A inicial Bal . *iin A ala esla a ecebeu p ó ese j po causa da
impossibilidade da inicial *ь- < *ihe e, c . *I upē > *Jь ъpa > Ирпа; O Bal . *ī > Esla o. *i:
*Aldažīg- > Ladojiga; *ī ia-aduā > Виревíдва;
O Bal . * um > esla o. *u: *Aušu ā > Ушвá;
O Bal . *ei[…] > Esla o. *i: *Eis a ā > Истровка; *Leiž-e as > Лизер(ъ)т; *eišada - >
Vúsoso a;
O Bal . Esla o. *ě: *Sē inas ou *Sē inā > Стное. T a a-se de esla ização de o mas
one icamen e desen ol idas, onde o p o o-bal o. O di ongue "ei" já se o nou "na ow".
Des a o ma, es e di ongo desen ol eu-se no discu so do Bál ico O ien al, onde o * oi
en ão con e ido no di ongo ie, c . um desen ol imen o pos e io semelhan e ė > ie no
diale o samogi iano (Zinke ičius 1980: 77). A mesma ca ac e ís ica é a es ada em emp és imos bál icos em diale os ussos
(Anikin, 2005) e, em seguida, a Comissão conclui que as medidas em causa cons i uem auxílios es a ais na aceção do a igo 107.o, n.o 1, do T a ado.
O Bal . Um esla o. * (> [u]): *Palangā > *Palga > Палужа; O Bal .
* em > esla o. *ę (> [a]): *Išminč- > Смячъ-рчка (= *Смчь).
3.2.1.2. Consonan ismo e aglome ados
O Bal . *k, *g an es de *e, *ē, *i > esla o. *č, *ž: *Ne ēke - > Невечера; *Kibi - >
Chib a; *Pikils- > *Pchils; * e s-akis > Ve esóчь; *Degē > Deža; *Gē ē > Жерева; *Gi dis >
Жердь;
O Bal . *š > Esla o. *š: *Ša a ā ou *Še ā ā >
Šá o a; O Bal . *ž > Esla o. *z: *Leiže as > Лизерт;
O Bal . * > Esla o. * : * a -apē > Vó opa;
O Bal . *š > Esla o. *s : *Še a- > Свто-;
O Bal . *i[…]a> Esla o. *e: *ī ia-adu ā > Vie e íдва.
3.2.1.3. G upo onemas
O Bal . Ta T > Esla o. To oT: *Da galis > Do ogol; *Nemaldu ā > Némolo dois; O Bal . Te T >
Esla o. Te eT: * e s-akis > Вересóч; *Gē ē > Жерева; O Bal . *ald- > Esla o. *lad-: *Aldažīg- >
Ladóžiga; *Aldin- > Ladinha. 3.2.2. Exemplos de esla ização a dia. Alguns hid ônimos do
Dniepe êm o mas que são one icamen e p óximas de seu p o ó ipo do Bál ico An igo
(com *a, *u, *i, *a , Te T). Esses nomes de água o am esla icizados em uma época
pos e io , quando os p ocessos oné icos co esponden es ( e acima) ha iam sido
concluídos em línguas esla as. C . ambém n. Não, não. * um > esla o. a: *Še a-balino
*Še a-alinē > Свтовалное; O Bal . * u > Esla o. u: *Dulupē > Dulup. Da mesma o ma é nos
su ixos -u - -uč-, -u i-, c . *Rad-u iā ou *Rad-u is > Радý a e c. ; O Bal . *i > Esla o. i: *Žižmā >
Сизма (no início da esla ização se ia espe ado *Сьзма > *Сезма com ocalização de ь > е); O
Bal . *a e- > Esla o. a e- *A a-pal is > A opolo ;
5
O Bal . Te T > Esla o. Te T: *e den- > Vé din; O Bal . Ta T > Esla o. Ta T: *Ža denā > Жарденя
(na adoção inicial se ia espe ado *Жереденя ou ou o *Зороденя com omada em con a a
iden idade e imológica comple a do Bal O ien al. *ža das: Sla . *zò dъ, c .: De ksen 2015:
513); O Bal . *ž, *š > Esla o. z, s: *Leiže as > Лизерт; *Išminč- > Смячъ-рчка; *Ušnā >
Юсенка.
Isso ambém inclui as o mas com o deslocamen o de […]consonan e assobian e […] consonan e
assobian e […] e a dissimilação adicional em oicing/ oicelessness (*Žižmā > Sizma), e as o mas com
a al a de esul ados da 1a pala alização de consoan es ela es, c . *Kem-ūlis > Кемúль. Nes e
úl imo exemplo, a adução de *ū como esla o. *y [ы] em ez do espe ado у [u] (como *Кемуль) em
caso de esla ização a dia é causada pela in luência da analogia es u u al da oponimia esla a
com o esul ado -ыль amplamen e ep esen ado na bacia do io Dniepe , c . Войтыль (SHU 1979: 549),
Горбыль, Бадиль ( egião de Che nigo ), Кордиль, Бургиль ( egião de Sumi) e c. (OA).
A adap ação oné ica da oponímia bál ica no discu so esla o oi acompanhada po
mais alguns p ocessos.
A é ese (*a-, *i-), c .: *Ala nā > Ларна; *Išminč- > Смячъ-рчка.
P o ése: (j) *Ēnā ā > Єнава; *Ušnā > *Юсьна.
Epen ese: *Eis a ā > Iстровка. O som [ ] apa eceu na o ma esla iciada do hid ônimo
como a inse ção posicional, c .: *os o ъ > *os o ъ, срам > диал. Es am, S eтение > dial.
Es e amen o. Em seguida, amos apon a o exemplo com l-epen he icum em
*Ta piiā > To óпля.
3.3 Os aspec os mo ológicos da econs ução da hid onímia do Bál ico na á ea do Dniepe . A
econs ução de qualque lexema bál ico, gua dado na hid onímia, é ei a le ando em con a o
a o de sua adap ação de i acional e g ama ical na língua esla a. Consequen emen e, em
alguns casos, podemos es au a a o ma p imo dial do nome bál ico nas seguin es condições:
a) ao sepa a o hid ônimo de […]laye ing[…] de i a i o esla o, po exemplo, do su ixo -k-
(Истров-ка, Ладин-ка, Рон-ка, Юсен-ка), -ец- (Могуп-ецъ); b) ao e em con a os esul ados do
epensamen o da mo ologia do lexema bál ico no espí i o da mo êmica de i acional esla a,
c . O Bal . Não, não. Subs . -in-, -n- > Esla o. Não, não. Adj. -n-; O Bal . - uā > Esla o. - a, - a (depois
de uma consoan e es iden e); -aā, -ā ā > -o a, -a a, -ūlis > -ylь (-ыль), -mā > -(ь)ma. É di ícil
di e encia en e os hid ônimos do Dniepe com os o man es -aā e -ā ā, po que no uso esla o
eles o am incluídos an o na ca ego ia de nomes geog á icos com -a a quan o -o a de ido ao
p ocesso de analogia. A pa i daqui, e o ca á e condicional da econs ução da pa e su ixal
de alguns lexemas bál icos subs a o. Em alguns casos, a esla ização dos hid ônimos bál icos
oi acompanhada pela pe cepção de sua o ma singula como plu al, c . sing.
*[A] uslā > plu al. Výsla, -sel. (em inglês)
Aqui, ale a pena lemb a as conside ações de V. N. Topo o e O. N. T ubače da in es igação
acima ci ada: "Gene almen e, ao p ocu a es ígios de hid onímicos bál icos, de e-se e em
con a que eles podem se dis a çados de odo econhecimen o em o ma esla a. Es a o ma
secundá ia, po sua ez, es á incluída em uma sé ie de nomes esla os ex e namen e p óximos,
c iando oda uma cadeia de o mas híb idas de ansição, sob e as quais é di ícil dize onde
e mina o bál ico e começa a o ma esla a. Es a ese é bem ilus ada pelo ma e ial
ap esen ado a segui , c ., po exemplo, a ans o mação de Bal . * el-i-alas Вуливáло,
Веливела, Веливала, Вуливело, Вуливала, Валивала; * ida-lakis como Выдолочь, Видоличь,
Видолочь, Wi olicz. A adap ação mo ológica do ocabulá io bál ico no uso esla o oi ei a
mudando os indicado es g ama icais bál icos com seus análogos gené icos. Os ac o es que
de e minam es e p ocesso são:

6
1) Comp eensão in ui i a dos alan es na i os da a inidade de ambas as línguas de
con a o, a sabe : ap oximadamen e o mesmo p incípio de oposição do gêne o masculino e
eminino (Bal . -as masc. VS -ā em. = Sla . -ъ masc. VS -a em.), elação gené ica en e os
sis emas de o man es em ambas as línguas; 2) A condição pa a o bilinguismo
bal o-esla o em uma ce a época ( al é assumido pa a o e i ó io do Al o Dniepe ;
Topo o , T ubače 1962: 161, 162). Os exemplos das subs i uições oné icas e mo ológicas
nos hid onimos bál icos são dados abaixo: ā-s ems (c . P o o-Li h. N. sg. *-; Zinke ičius
1980: 189): *Eis -aā > Истровка; Ša -aā ou *Še -ā ā > Šá o a; *Ušnā > Юсенка; ā-s ems (Bal .
iā-s ems, ipo sua e de ā-s ems; Endzelīns 1971: 141): *Ta piiā To óпля. Isso ambém inclui
o ipo com *-ē (Bal . (i) as caules; Ibid.: 146, c . Li h, po a o . de i a com -ė):
*Ras-apē > Rosopa; *a -apē > Воропа com Wes Bal . *apiā, c . O elho P ússia. macaco;
*Dul-upē > Дулюпа; *I -upē > Ирпа (*Иръпа) com o Bal O ien al. *upē; *Degē > Deža. O
indicado -ē em is a do a o de que e a impossí el no nomina i o do esla o
Feminina oi subs i uída po -a.
Há casos mais complexos, em que os esla os. A lexão -a pode ia subs i ui o Bal . *-iā, bem
como -is, c . : Велькуча = *ilku iā (en ão -ч- é na u al de j) ou * ilku is (com um ni elamen o
a dio po analogia do esul ado de opônimos com -ча, c . Вербча, Славча); Radý a =
*Rad-u iā ou *Rad-u is. A suposição de ambas as o mas é de ido à p esença de á ias
a ian es des e o man e nas línguas bál icas. (-s ems (Bal . N. sg. *-a-s): *K ūmas >
Крымъ; *Leiž-e as (~ Li h. e as) > Лизерт; *Ragas > Рогъ; *Mānas > Man; […]-s ems (Bal .
i-s ems): *A a-pal is (~ Li h. Pál is) > Артополоть; *Kem-ūlis > Кемул; * e s-akis > Ve esóчь;
* ida-lakis > Vúdoloch. O indicado g ama ical dos de i ados com su ixo. - (i) é impossí el
de e mina de ido à comp eensão desses nomes como os adje i os, cujo gêne o
g ama ical nas línguas esla as a ia a dependendo da conco dância com um ou ou o
e mo opog á ico. C . ambém n. Стное (o lago) a ás do qual es ão *Sē -inas ou *Sē -inā.
4. RELICIAS LEXICALES BALTICAS na HIDRONIMIA do Dniepe
Região lu ial
4.1 Bacia do Desna
*Al-A na
La na: […]С. Lo óquios em ch. La n[…] (притокъ Палужи)[…], início do século XVIII (Laza e skij
1888: 366). O hid ônimo man ém o Bal . *Al-a nā […]Fluindo a na[…], dis o cido no uso e bal
esla o (aphae esis). No que diz espei o à composição da pala a c . Li h. (em inglês) Alỹs […] o
lago, Al-ùpė, Al-upė, A- akas, La . Ala […] os ios ~ Li h. alė i […]a lui […], […]a go eja […], […]a
go eja […] (Vanagas 1981: 38) e La . Ā ni, Ā nis, Li h. O que é isso? (de i ado) A nėnų km.,
P ússia an iga. A now, 1322 […] {*a n-}, T ácia. […]ρνη, Καλ-αρνα […] opônimos (Topo o 1975:
104). O componen e *a n-, apa en emen e, pe ence ao ipo de nomes de água […]Old
Indo-Eu opean[…], sendo um de i ado PIE com su ixo. -n da aiz *e -/*o - […]se in mo ion,
exci e[…] ( e : K ahe 1964: 45[…]46: A n-). A semân ica de *a nis econs uída como "água
co en e" (Woudhuizen 2020: 49, com e e ência a Jü gen Udolph).
*Alda-žīg- (?)
Ladojiga, 1786 […] o io na icege encia de Che nigo (Ša onskij 1851: 215) = *Alda-žīg- (?),
c . Li h, po a o . Ald kis, A dos ~ T ácia. Alda-, Dacian alda […]luga húmido, pân ano[…]) e
Žỹgis (Vanagas 1981: 38, 402).
*Ald-inLadinka: […]С. Ladinka, em p p . Ladink[…], 1765 ( egimen o de Che nigo ;
Laza e skij 1866: 38) = *Ald-in- ~ La . Àldiņi […] hid ônimo ~ Li h. Aldonà (Topo o
1979: 24: *eld-).
7
*A a-pal is
A opoló […] nome de á ios ios: a ibo esque da. dos Mnoga, a ibo ce a. dos
Lysogo , a ibo da esque da. dos Sula, a ibo da esque da. do Dniepe (Артополоть,
1785, 1852; SHU 1979: 24, Артополотъ, 1786; Ša onskij 1851: 525, 580581); A ibo da esque da.
do Sula e do Dniepe (A opolo ъ, XVI, A apolo ъ, 1769 e c. (SHU 1979: 24). A ciência
mode na em duas e imologias do hid ônimo. Ago a ambos p ecisam de e isão,
p incipalmen e em oné ica.
1. A e são i aniana, à qual os au o es dos es udos sob e a hid onímia do Dniepe apelam sem
c í ica. É po aqui que es á o p imo dial *A apo od = I ã. *A a-po d ~ Alan. A […] Deus […] e
Osse . Fo e do "g ande io" (S yžak 1963: 83[…]84). No en an o, essa e imologia não explica as
azões pa a sal a o *a - inicial, que oi subme ido à me a ese * o -/* a - (c . *o ky a >
oki a, ракита) no discu so esla o. Além disso, a mo i ação po ás do nome "Rio de Deus" é
du idosa. 2. A e imologia esla a implica a lei u a do hid ônimo como *Vъ o-pol ъ > *Вартополот >
Артополот. P o o-esla o. *pol -, bem ap esen ado na oponimia esla a, é gene icamen e
o ien ado pa a PIE *pel- […] la go, la go[…] (Kazlo a 2000: 167[…]169, 170). A e são é a gumen ada
apelando à p o á el a é ese de в-. No en an o, em p imei o luga , não apenas o som вis caiu nos
diale os, mas ambém кand х-, po an o, na mesma medida, os p o ó ipos p imo diais
*Kъ o-pol ъ e *Xъ o-pol ъ são ambos p o á eis. Em segundo luga , cai apenas an es da
p óxima ogal labial, mas não an es de а. Em e cei o luga , o e lexo esla o o ien al do
p o o-esla o. * ь - (* ь ě i) semp e em e, mas não um like em *варт- (só há bielo usso.
вярцець com а < е). Uma en a i a de undamen a a a ian e *Vъ oby apelando a Pol. "co po
de água de e uga" não con ence, po que a pala a polonesa é o e lexo do p o o-esla o. * ъ
com o desen ol imen o no mal * > a an es do du o.
Suge imos a a A opolo como um elemen o do es a o bál ico na oponimia do Dniepe , ou
seja, como Bal . *A a-pal is […]Fe a ou echa o luxo[…]. C . ambém n. Li h, po a o .
a ùs […]close, nigh[…], a […]nea , beside, nex o[…] e La . pal s, pal e […]puddle[…], […] luxo de
chu a[…], e ambém econs uído Li h. *pal is, e o hid ônimo Pál is […] nome do io e do lago
(Smoczyński 2019: 1178[…]1179). Ve ambém (De ksen 2015: 6162). P ese ação do uso esla o a in
sem a me a ese espe ada aqui de Bal . *a e- > Esla o. *o - > * o o * a pode se explicado
pela pos e io esla ização do hid ônimo bál ico, que oco eu no pe íodo em que esse p ocesso
oné ico oi concluído nas línguas esla as. A pleo onia no segundo componen e su giu não
one icamen e po que o hid ônimo em is a da p ese ação da a e oi esla izado mais a de,
mas de ido à analogia dos opônimos esla os com o onco
Полот-.
An e io men e, a e imologia bál ica oi ap esen ada em e mos ge ais em Alexande I. Iliadi
(2025: 3).
*Auš-uā
Ush á, -ú (Ушва, XIX) […] o io, um a luen e do Sejm, o ib esque do. dos Desna, a ibo
da esque da. do Dniepe (SHU 1979: 582) < *Ушьва = *Auš-uā o de i ado com a o man e
-uā de *[a]ušē ( ide in a).
*Da g-alis
Dou ogol […] o lago: […] isse na ues e a a és da desnu eku […]...> da po o lago Dou ogol[…]
(GS 1901: 256) = Bal . *Da g-alis, c . com su ixo a ian e *Da g-el- > Li h. Dá gelė […] hid onimo
~ da gùs […]inclemen […], […]desgus oso, mau[…] (Vanagas 1981: 80), da gà […] empo
chu oso[…], discagem. " e ing" (De ksen 2015: 115[…]116). A Comissão conside a que a medida
cons i ui uma sub enção es a al na aceção do a igo 107.o, n.o 1, do TFUE. Toponimização dos
apela i os com su ixo. -el-, -al- (Li . -elis (-ė), -alis); um dos signi icados de ambos os su ixos
nas línguas bál icas é o signi icado de "po ado de p op iedade, a ibu o" (Amb azas 2000:
176 […] 177). Os nomes de ios com -alė, -alis cons i uem uma das ca ego ias mais nume osas na hid onímia li uana, e : (Vanagas 1981: 80).
8
*Dul-upē (em inglês)
Дулюпа […] o io: […]Д. Ильбовь, на р. Дулюп (Laza e skij 1866: 422, 428) = *Dul-upē. C . ambém
n. Li h, po a o . Dùlpis […] *Dul-upis, Dul-upỹs ~ Li h. Doulas, La . duls […]cinza, cinza cla o,
ama elado[…] (Vanagas 1981: 96), e ambém d lia a (ibid.: 95). A segunda pa e con ém Eas
Bal . (Li ., La .) *upē < *up-iiā […] i e […], […] low, s eam[…] ← […] i e mou h[…] (Smoczyński 2019:
1982). *Eis -aā
Iстровка: […]Х. Is o ka, na . Is o k[…] (Laza e skij 1866: 420), Is a ka, Íстровка […] o io,
esque da ib. Da ibo Sno , da di ei a. dos Desna, da ibo esque da. do Dniepe (SHU 1979:
224) = P o o-Li h. *Eis -aā, c . Li h, po a o . Éis a a ~ Éis a (Vanagas 1970: 102: Éis -a a;
Vanagas1981: 132). O o man e -aā (< -o-ā; Zinke ičius 1987: 14; Amb azas 2000: 50) é des acado em
mui os hid onimos bál icos, pa e dos quais são os de i ados an igos
(Vanagas, 1970: 101). A Comissão conside a que a Comissão não em compe ência pa a de e mina a compa ibilidade de uma medida com o di ei o comuni á io.
*Gi dis, *Gi d-e- (?)
до Жердеви къ Днепру <...> o io na bacia de Desna (condado de Kie , na p o íncia de Kie ),
a ian e Жердь, -и (SNMKG 2005: 45, 241), до реки Жерди, Że dź (SHU 1979: 195), Жéрджа (Że dź,
Жердь) o io, ib di ei o. Do Zhi ak, da ibo di ei a. dos Go yn, da ibo di ei a. dos P ipya ,
da ibo di ei a. do Dniepe , […]с. G ibó ia em queda de ch. Жерди въ р. Горынь, c . Жердя […]
aldeia no dis i o de Cheme o e sky da egião de Khmelny skyi (SHU 1979: 195) […] *Жьрдь.
É possí el p ese a o Bal . Lexema *gi dis, *gi d-e-, c . Li h, po a o . Gi dė p ado ~ g dy i
‘a água, gi dupė ‘o io, do qual ocê pode bebe (Vanagas 1981: 116), Gi dỹs nome local, P ússia
An iga. Gi dewi higen (*gi d-e -i -) (Topo o 1979: 243). A econs ução a ian e do Bal . O
p o ó ipo é de ido à al a de cla eza do esul ado hid onímico: se -ев e le e o e imológico
Bal . - ou é uma ans o mação g ama ical esla a de Bal . *gi dis pelo ipo de s ems ū (s em
dos casos oblíquos é -ъ -
-O -, discagem. - Quem é?
*I -upē
I pa: […]С. Сачковичи при р. Ирп (Laza e skij 1866: 692), Ирпá o io, a ibo di ei a. dos Sno , a ibo
ce a. dos Desna, a ibo da esque da. do Dniepe (SHU 1979: 223). É possí el a esla ização de Bal .
*I -upē > *Иръпа > Ирпа (como Ръжавєць > Uk . Иржавецъ, c . над рчкою Иржавцемъ, o início do
XVIII; Miako in 1896: 36). C . em Aleksand as Vanagas (1981: 131): Li h. I -upė é p o a elmen e
elacionado a Li h. R i […]a cai , cai […], […]a desmo ona , desin eg a […], […]a es aga […],
[…]desapa ece , desapa ece […], […]enche , me gulha […]. C . ambém de i ado Li h. i is
[…]abyss, abismo sem undo[…], […]maels om[…] (Smoczyński 2019: 566). *Iš-minčСмячъ-рчка, 1714 o
io, a ibo di ei a. dos Sno , a ibo ce a. do Desna (DDH 1993: 229), Смячь, Смяч (KRU 1957: 94, 99,
183) = *iš-minč-, c . Li h, po a o . Mnčia […] o nome do io com um caule e imologicamen e
ambíguo (mink-, men -?), eja, po exemplo, em A. Vanagas (1981: 216[…]217).
*Kib-i Chib a (Chib a, 1729-1730) […] o io (aldeia Kh ipo ka do dis i o de Go odnyansky
na egião de Che nigo ; SHU 1979: 608). Es e hid ônimo ep oduz Bal . *Kib-i - ~ Li h. (em
inglês) k bi as "um pequeno amo seco" (des e apela i o, e Smoczyński 2019: 706). Em
e mos de mo i ação, c . Vé ka, Babina Vé ka […] o esque do. do Dniepe (SHU 1979:
26) ~ ветка […] amo […] como […] luga , onde o io é di idido em a mas […].
*La -aā
Лотва […] o io (aldeia Shabalino do dis i o de Ko opsky na egião de Che nigo ; Лотава,
1765[…]1769) (SHU 1979: 327; em Topo o 1990: 125): […]p ecisa de mais pesquisas[…]) = *La -aā, c .
Li h, po a o . La a à ~ la - *‘ lui (Vanagas 1981: 182; Topo o 1990: 124, 125). A azão pa a a
p ese ação do su ixo cu o *a no uso esla o é a inclusão des e hid ônimo no ipo es u u al
9
de nomes geog á icos com -a a, c . *Db a a, *Lka a, *Mo a a e c.
*Leiž-e as
Lize , 1977 […] o lago (aldeia Veliky Shchimel do dis i o de Shcho sky na egião de Che nigo ; OA),
mais p ecisamen e é Lize = Bal . *Leiž-e as. Em e mos de composição, c . Li h. (em inglês)
Liež s […] o lago ~ liẽž i […]la a (ce ca do io, água) […]; Li h, po a o . E ėja […] o io ~ La . É
um luga la go no lago, onde não há ilhas ne eby, Li h. e as "amplo", "amplo, ex enso" (Vanagas
1981: 47, 190). Sob e a an iguidade de e see: (F aenkel 1962: 15; Ka ulis 1992: 271; LIV 2001 [1998]: 404;
Smoczyński 2019: 395). A al a de pleo onia na segunda pa e é desconce an e (de e ia se
*Лизерет). Não é excluída a con e gência p ecoce com o ocabulá io geog á ico e a oponimia
esla os com * ъ -, c . * ъ ъ, *na- ъ ъ […] op[…], […] op o he moun ain[…] (ESSJ XXIII 21[…]22).
Isso é o Lize ?
*Mag-upē
*Могуп (como pa e de demin. Могупецъ, 1786 […] o lago, ligado ao io Desna na
ice-go e nança de Che nigo ; Ša onskij 1851: 216) = *Mag-upē, c . La . (em inglês)
Maģ-upe […] hid ônimo ~ La . maģs […]pequeno, pequeno[…] (Vanagas 1981: 201).
*Mānas
(Homem) […] o io, a ibo di ei a. dos Moshnia, a ibo ce a. do Dniepe (SHU 1979: 351)
= * Mānas, c . Li h, po a o . Món-a-balė, La . Māņ-upī e com o onco mon- <
*mān- ~ La . manō, -ā e […] lui , co e […] (Vanagas 1981: 219[…]220).
*Ne-ēke - (?)
Невечера, 1760 ac (no io S a y Sejm no egimen o de Che nigo ; Laza e skij 1866: 224) =
*Ne-ēke - (?) ~ Li h. Vėkė, Vėko kalnas ~ La . "Vecis" é um luga onde os pescado es deixam
o pequeno-almoço, Li h. eke ė i […]a com sulcos i egula es[…], ẽke as
[…]ke ėpla, a ado[…] (Vanagas 1981: 370).
*Ne-mald-uā
Немолодва: «Д. Нижняя Злобинка при р. Немолодвѣ», «С. Дымово (куреня
Дымовскаго) при рчк Немолодв, mas ambém (duas ezes) <...> р. Немолод (Laza e skij 1866:
596, 609, 615) = *Ne-mald-uā, c . Li h, po a o . mal[…]das […] eed[…] e o hid ônimo
Mal[…]d-upis (Vanagas 1981: 202). Os ū-s ems, com os quais es e hid ônimo oi iden i icado no
uso esla o, mui as ezes pe dem seu ma cado , daí a segunda a ian e com a pe da de [в].
Sob e a hid onimia bál ica com su ixo. -u e : (Vanagas 1970: 211[…]214).
*Pal-angā
Палужа: «Д. Кибирщина при р. Палужи», «на рѣкѣ Полужѣ», «на рѣкѣ Палужѣ»
(Laza e skij 1866: 747, 761). Ele oi um dos p imei os a esc e e sob e isso. O nome
co esponde o malmen e ao e mo geog á ico esla o палуж, c . A Bielo ússia. - Não, não,
não. páluz […] luga pe o do p ado […], […] p ado pe o do io […], c . ambém o nome do io Páluz
[…] a luen e do io Besed no sis ema do Sozh […] páluz […] luga pe o do p ado […] (Jaškin 2005:
485). No en an o, não es á excluído que o a amen o des e hid ônimo como Bal . *Palang-, c .
Li h, po a o . Palangà […] nome de água jun amen e com o su ixo Li h. Palà […] hid ônimo ~
La . palas, paļas […] ma gem pan anosa do lago […], pali […] inundação, ma é baixa, luxo; água
que ansbo da as suas ma gens na p ima e a ou no ou ono […] (Vanagas 1970: 91[…]92:
Pal-angà; Vanagas 1981: 241). Sob e os de i ados apela i os e oponímicos com es e su ixo,
eja (Endzelīns 1971: 119; Amb azas 2000: 149, 150, 151). O Bal . *Palangā no uso e bal esla o
pode ia se iden i icado com os de i ados com p e . *pa om *lgъ, *lž- ‘meadow, i. e. como
*Палга e depois *Палжа > Палужа. Uma isão di e en e (sem de alhes) é ap esen ada em:
(Topo o , T ubače 1962: 202 e acima).
*Pik-ils- (?)
Пчилсъ, 1786 o lago que é unido po um es ei o com o lago Выръ (Шафонский 1851: 216, 217). Tal ez,
seja um e o de esc i a em *Пчелсъ = *Pik-ils- (c . mode no Звíздил ao lado do his ó ico Звизделъ;
SHU 1979: 210). O nome não es á o almen e cla o. Em elação aos mo emas. Nes es e mos, os
16
opônimos-composi os com léxemos bál icos pa a o io, iacho como a segunda pa e são mui o
indica i os, c . *Dul-upē, *I -upē, *Mag-upē, *Gu -ap-, *Ras-apē, * a -apē. O mesmo ale pa a nomes
com ou os e mos hid og á icos como o p imei o ou segundo componen e, c . *Al-a nā,
*Še a-balino *Še a-alinē, * e s-akis, * eiš-a-da e c. Além de ca ac e ís icas pu amen e
es u u ais, esses compos os di e em dos hid ônimos esla os no modelo de nomeação, c .
[…]Flowing a na[…], […]Ligh pond[…], […]S eam om he swamp/lake[…] o […]Flow wi h
maels om[…], […]Flowing da a[…], e c. No que diz espei o aos de i ados do su ixo, en ão, em casos
de semelhança o mal en e os o man es bál icos e esla os, a gênese bál ica do nome geog á ico
é de e minada de ido à o iginalidade do mo ema da aiz exa amen e pa a o epe ó io de aízes
bál icas, c . *Ab-aā, *Eis -aā, *La -aā, *Ša -aā ou *Še -ā ā, *Sē -inas ou *Sē -inā, *Ža d-enā,
*Kemlis-ū.
6.2 A análise e imológica da hid onímia nas á eas mencionadas dá base pa a a econs ução de
cinquen a lexemas bál icos elíquicos de di e en es es u u as. Os de alhes de sua mo ologia são
mais ou menos escla ecidos ao sepa a a ex ensão de i a i a esla a como um meio de sua adap ação
em um ambien e de língua es angei a.
6.3 A adap ação da hid onímia bál ica nos an igos diale os dos esla os do Dniepe passou po duas
e apas condicionais. A julga pelos esul ados da assimilação oné ica dos bal ismos pelos
esla os, o p imei o coincide com a idade de alguns p ocessos impo an es, com a econs ução da
es u u a oné ica da pala a esla a e ambém mudanças no consonan ismo e ocalismo. O
segundo e e e-se ao momen o em que odos es es p ocessos o am concluídos; Po an o, a
oponimia bál ica oi esla izada com mudanças mínimas, com exceção dos casos de
ans o mação de anlau (aphae esis, p ó ese) e epensamen o olcló ico-e imológico da
es u u a.
6.4 A maio ia dos lexemas bál icos econs uídos em equi alen es es u u ais e e imológicos
apenas no ocabulá io li uano, na sua ausência nas línguas le ã e p ussiana an iga. No en an o,
há odas as azões pa a supo que a in odução de no as descobe as em p ussiano an igo e
le ão possa a e a a conclusão inicial da especi icidade dos pa alelos léxicos mencionados
acima.
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