Ac a Linguis ica Li uanica
2026, ol. 94, p. 1 a 19
Ligação de con eúdos Tu inio nuo oda
ISSN 2669-218X (online elek oninis) (em inglês)
Di ei os au o ais © 2026 Alexande I. Iliadi. Publicado pelo Ins i u o da Língua Li uana. Es e é um a igo de
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Recebido po : Gau a: 2026-05-05. Acep ado: P iim a: 2026-05-14 . 1
Camada BALTICA na HIDRONIMIA
DA REGIÃO DO RIO DNIEPER
Bal ų kalbų sluoksnis Dniep o upės egiono hid onimijoje
ALEXANDER I. ILIADI (p esiden e da Comissão)
A Ins i uição Es adual […]Uni e sidade Pedagógica Nacional do Sul da Uc ânia com o nome de K. D. Ushinsky[…]
E-mail: alexand
[email protected]
ORCID ID: h ps://o cid.o g/0000-0001-5078-8316 Campos de pesquisa: e imologia, linguís ica
compa a i a-his ó ica, linguís ica ge al e ipológica.
h ps: doi.o g/10.35321/all94-05
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Ano ação
A pesquisa em como obje i o iden i ica a he ança linguís ica bál ica na hid onímia da egião do Dniepe . Em
pa icula , abo da a econs ução do es a o léxico bál ico, cuja exis ência não es á em desaco do com os dados
his ó icos e a queológicos pa a as á eas em análise. A pesquisa esul ou na econs ução de 50 lexemas que se
ac edi a que azem pa e do ocabulá io dos an igos bál icos. Tal conclusão é co obo ada pela e imologia dos
nomes de águas e isados, explicada pelo ocabulá io das línguas do Bál ico O ien al e Ociden al. A econs ução
léxica é possí el de ido ao cump imen o de algumas condições do p ocedimen o e imológico: 1) des acando as
e apas de esla ização da hid onímia bál ica com a desc ição dos p ocessos oné icos e mo ológicos que
acompanha am a adap ação; 2) sepa ação da ex ensão de i a i a esla a como um meio de adap ação de pala as
bál icas num ambien e de língua es angei a; 3) de e minação da elação en e os bal ismos econs uídos do
"Dniepe " e o ocabulá io a caico das línguas do Bál ico O ien al e Ociden al. O cump imen o dessas condições
esul ou em: a) a iden i icação de á ios ipos de pa alelos que ligam os an igos hid onímicos bál icos na á ea do
Dniepe com a oponímia das di e en es línguas bál icas; (b) a suposição de uma possí el a iliação p o o-li uana
do g upo mais nume oso de elíquias léxicas bál icas.
Pala as-cha e: e imologia, econs ução, p o ó ipo, e lexo, línguas bál icas, hid ônimo, á ea.
ANOTACIJA (em inglês)
Ty imo ikslas išski i bal ų kalbų pa eldą Dniep o egiono hid onimijoje. Vykdan y imą ypa ingas dėmesys
ski iamas bal ų leksikos sluoksnio ekons ukcijai, ku io egzis a imas a i inka analizuojamų ie o ių is o ijos i
a cheologijos duomenis. Ty imo ezul a as 50 econs uídos leksemų, ku ios, kaip y a manoma, susijusios su
senuoju bal ų žodynu. Šią iš adą pag indžia apž elg ų anden a džių e imologija, paaiškin a emian is y ų i
aka ų bal ų kalbų žodynu. Leksikos ekons ukcija įmanoma laikan is kai ku ių e imologinių sąlygų: 1) iš yškinan
bal ų hid onimijos sla inimo e apus, ap ašan one inius i mo ologinius p ocesus, lydėjusius adap aciju; 2)
exclusão de o mas de exp essão das línguas esla as, como as línguas bal as, como as línguas s e imos, como as
línguas ambien adas, como as línguas bal as, como as línguas s e imos, como as línguas bal as, como as línguas
bal as, como as línguas bal as, como as línguas bal as; 3) es abelecen e econs uído Dniep o egiono bal izmų i
a chajiško y ų i aka ų bal ų kalbų žodyno są yšį. Šių sąlygų laikymasis lėmė (a) kelių ipų pa alelių, siejančių
senuosius bal ų hid onimus Dniep o s i yje su ski ingų bal ų kalbų oponimija, išsky imą; (b) p ielaidą, kad
gausiausia bal ų leksikos elik ų g upė gali bū i p iski a p olie u ių a mių pa eldui. ESMINIAI ŽODŽIAI: e imologia, econs ução, p o ó ipos, e lexas, bal o idioma, hid onimas, s i is.
2
1. INTRODUÇÃO: A he ança bál ica na hid onimia de
REGIÃO DO DNIEPER
Os bál icos que mo a am no e i ó io da bacia do Dniepe na segunda me ade do p imei o milênio
a.C. (Vi kūnas, Zabiela 2017: 34[…]36, com a li e a u a), deixa am aqui não apenas os es ígios
ma e iais na o ma de mui os obje os a queológicos, mas ambém um subs a o linguís ico na
nomencla u a geog á ica local. A expe iência mais signi ica i a no es udo des e p oblema é
ap esen ada pelas in es igações dos acadêmicos Vladimi N. Topo o e Oleg N. T ubače (Topo o ,
T ubače 1962) e nos abalhos de Ana olij P. Nepokupnyj (1981) e I ina M. Železniak (1987). No
en an o, desde a sua publicação, no as on es o na am-se disponí eis pa a comple a a lis a
exis en e de lexemas bál icos na oponimia da egião do io Dniepe . In elizmen e, es e ma e ial
ainda não oi de idamen e a aliado como e idência da his ó ia p é-al abe izada das línguas
bál icas a é ago a. A azão é que, du an e mui o empo, o complexo p oblema dos con a os
linguís icos esla o-bál icos na bacia do Dniepe e a econs ução do ocabulá io dos an igos
diale os bál icos nes e e i ó io po dados da oponímia pe manece am na pe i e ia da
linguís ica indoeu opea compa a i a-his ó ica, daí o a aso em seu desen ol imen o (a di e ença,
po exemplo, da busca a i a da an iga hid onímia do Bál ico no no oes e usso). É signi ica i o que
o p oblema da in e ação das línguas bál ico-esla as nas bacias do Dniepe , Don, Oka, Vis ula, e c.,
seja o almen e igno ado em um dos p incipais abalhos ecen es sob e a his ó ia das línguas
do Bál ico O ien al po dados de seus con a os (Jakob Jakobsson, 1984), embo a uma abo dagem
semelhan e ao es udo das elações linguís icas p ussiano-alemãs e da oponímia do an igo
p ussiano como on e de econs ução dos oponímicos pe didos no ocabulá io apela i o enha
sido p a icada nos es udos linguís icos bál icos (Topo o , 1979; 1980). Tendo em con a isso,
qualque pesquisa ocada em p eenche as lacunas no es udo do es a o bál ico na hid onímia da
egião do io Dniepe pa ece se ele an e.
2. P opósi o e Obje i os
O objec i o do es udo p opos o é des aca o pa imónio bál ico na hid onímia de alguns
a luen es do Dniepe , nomeadamen e os ios Desna, P ipya , Psel e Te e e , cujo luxo delineia
pa cialmen e os limi es das á eas de cul u a a queológica do Bál ico. As condições p é ias pa a
isso são: 1) os hid onímicos da egião do Al o e pa cialmen e do Médio Dniepe , cuja gênese já oi
iden i icada nos abalhos de nossos an ecesso es; 2) um g ande g upo de nomes geog á icos,
que não o am in oduzidos cedo no uso cien í ico (po exemplo, eles es ão ausen es na pesquisa
especial de I. M. Železniak (1987); Eles não êm e imologia esla a, no en an o, mos am uma o e
semelhança com o ocabulá io apela i o e a oponímia das línguas bál icas.
O objec i o decla ado é alcançado a a és da esolução de á ias a e as: A análise e imológica
dos hid ônimos da á ea do io Dniepe , que, em uma sé ie de ca ac e ís icas o mais, podem se
en a i amen e gene icamen e co elacionados com o ocabulá io bál ico; […] A econs ução
dos lexemas do an igo Bál ico, sal os na hid onímia esla a; A de e minação das egula idades
oné icas e mo ológicas que acompanha am a esla ização da hid onímia bál ica em di e en es
épocas; […] A de e minação do luga dos lexemas econs uídos no ocabulá io dialec al a caico
das línguas bál icas.
P opomos uma sé ie de e imologias que in oduzem no os dados sob e os es ígios linguís icos
deixados pelos an igos bál icos no uso cien í ico da linguís ica his ó ica bál ica, na oponímia da
á ea do Dniepe . T a a-se da econs ução das elíquias léxicas da língua da população bál ica,
que i ia na cos a dos ios Desna, P ipya , Psel e Te e e e seus a luen es ( e a li e a u a
necessá ia sob e es ígios a queológicos bál icos nas bacias desses ios em: Topo o , T ubače
1962; Železniak 1987: 93, 107 […] 10). Consequen emen e, o objec o do es udo são á ios nomes de
águas, localizados nas bacias dos ios mencionados.
3
A gênese do Bál ico é iden i icada po : a) Os hid onimos do Dniepe , que não
ecebe am a enção na linguís ica compa a i a his ó ica esla a e bál ica; b) Os
lexemas, que o am an e io men e explicados com base em dados de ou as
línguas.
3. METODOLOGIA de ma e iais e de in es igação
Hoje, emos uma lis a bas an e ex ensa de léxemos bál icos na oponimia da egião do Dniepe ;
No en an o, na nossa opinião, pode se signi ica i amen e ampliado a a és dos no os dados. A
base da pesquisa é o mada po opônimos, p esumi elmen e de gênese bál ica, e i ados de
documen os his ó icos (desc ições geog á icas), ma e iais de expedições dialec ológicas e
onomás icas (OA) e on es do ocabulá io onomás ico das línguas esla as e bál icas. Esses
opônimos, em suas ca ac e ís icas onomo ológicas, são p óximos ou e imologicamen e
idên icos ao ocabulá io onomás ico e apela i o do Bál ico. Em ou as pala as, são explicadas
exclusi amen e com base no ma e ial linguís ico bál ico, que se ca ac e iza po uma o ma
pa icula de aízes e a ixos. Alguns p é- equisi os me odológicos pa a a e imologia e a
econs ução de p o ó ipos bál icos. De aco do com V. N. Topo o e O. N. T ubače , […]<...> há
uma sé ie de indicado es, que [gene icamen e] podem se an o bál icos quan o esla os na
mesma medida. Nes e caso, apenas a análise especí ica, cob indo an o a pa e aiz quan o o
p óp io p incípio do nome, ajuda a iden i ica a on e an iga des e hid ônimo (Topo o ,
T ubače 1962: 159). Es a conclusão é ele an e pa a o es udo p opos o. Nes e con ex o, os
hid ônimos com aízes e o man es "bal o-esla os" comuns não são conside ados no es udo,
dada a complexidade de iden i ica a sua a iliação bál ica. Po ou o lado, acei amos pa a
conside ação os compos os com um conjun o de componen es ( oncos) que são ípicos da
hid onímia bál ica, e ambém de i ados su ixais das aízes, a es ados no bál ico, mas não
encon ados nas línguas esla as. A " ipicidade" e a "a es ação" são con i madas pelos dados
da compa ação com o ocabulá io bál ico.
3.1 A e imologia bál ica é de inida pa a:
[…] Os hid onimos compos os e os hid onimos su ixos, que êm os equi alen es de ulllexeme pelo
menos numa das línguas bál icas; […] Os hid ônimos-composi os, que não êm as con apa es de
léxico comple o no ocabulá io bál ico, mas ais análogos são encon ados sepa adamen e pa a
cada pa e do compos o hid ônimo econs uído;
[…] Os hid onimos su ixos, que não êm as iden idades léxicas no ocabulá io bál ico; No
en an o, aqui es ão os seus equi alen es com mo ologia de i a i a a ian e. Assim, a
o igem bál ica dos nomes é p o á el, cuja composição e imológica é elucidada
exclusi amen e apelando ao ma e ial em língua bál ica. Cada caso de co espondência
gené ica en e o lexema bál ico econs uído e os opônimos e lexemas apela i os
his o icamen e a es ados das línguas bál icas é e i icado po écnicas de linguís ica
compa a i a-his ó ica.
Os mé odos u ilizados no es udo p opos o são os seguin es: e imológico e
compa a i o-his ó ico (em pa icula , as seguin es écnicas são ele an es pa a es abelece a
iden idade gené ica das o mas compa adas, de e mina a c onologia ela i a dos enômenos
linguís icos e econs ui p o ó ipos).
3.2 Os aspec os c onológicos da econs ução da hid onimia do Bál ico na á ea do Dniepe . O
conhecimen o dos esla os com a hid onímia bál ica não oi um e en o único, daí a a iação
no e lexo de sons bál icos e onemas de g upo du an e a esla ização dos nomes das águas.
4
3.2.1. Os casos de esla ização p ecoce são ap esen ados pelas o mas com o
seguin e desen ol imen o.
3.2.1.1. Vocalismo
O Bal . * um > esla o. *o: *Rasapē > Rosopa;
O Bal . *ā > Esla o. *a: *Mānas > Ман;
O Bal . *e > Esla o. *e: *Up[a]leiā > Воплея; O Bal . * u > Esla o. * (ъ> [ø]): *Gu -ap- > *Гърапъ >
Грап; *I upē > *Иръпа > Ирпа. Uma si uação semelhan e é obse ada nos su ixos, c . de i ados
com *-uā. O Bal . anlau *uwas e le ido como * ъ na língua esla a an iga: a ogal *ъ não podia
es a no início da pala a, po an o, a p ó ese apa eceu an es de *ъ, c .
* Up[a]leiā > * Vъpleja > Воплея;
O Bal . *U> Esla o. *y: *K ūmas > Крымъ; *Mūkā > Мыка; O Bal . *i > Esla o. * (ь> [е], [ø]
dependendo da posição): *Gi dis > *Жьрдь > Жердь; *Pikils- > *Pchelсъ > *Pchelсъ e c. A
si uação é semelhan e nos su ixos, onde *ь < *i pe deu em uma posição aca, c .
exemplos com -i -, -in-. A inicial Bal . *iin A ala esla a ecebeu p ó ese j po causa da
impossibilidade da inicial *ь- < *ihe e, c . *I upē > *Jь ъpa > Ирпа; O Bal . *ī > Esla o. *i:
*Aldažīg- > Ladojiga; *ī ia-aduā > Виревíдва;
O Bal . * um > esla o. *u: *Aušu ā > Ушвá;
O Bal . *ei[…] > Esla o. *i: *Eis a ā > Истровка; *Leiž-e as > Лизер(ъ)т; *eišada - >
Vúsoso a;
O Bal . Esla o. *ě: *Sē inas ou *Sē inā > Стное. T a a-se de esla ização de o mas
one icamen e desen ol idas, onde o p o o-bal o. O di ongue "ei" já se o nou "na ow".
Des a o ma, es e di ongo desen ol eu-se no discu so do Bál ico O ien al, onde o * oi
en ão con e ido no di ongo ie, c . um desen ol imen o pos e io semelhan e ė > ie no
diale o samogi iano (Zinke ičius 1980: 77). A mesma ca ac e ís ica é a es ada em emp és imos bál icos em diale os ussos
(Anikin, 2005) e, em seguida, a Comissão conclui que as medidas em causa cons i uem auxílios es a ais na aceção do a igo 107.o, n.o 1, do T a ado.
O Bal . Um esla o. * (> [u]): *Palangā > *Palga > Палужа; O Bal .
* em > esla o. *ę (> [a]): *Išminč- > Смячъ-рчка (= *Смчь).
3.2.1.2. Consonan ismo e aglome ados
O Bal . *k, *g an es de *e, *ē, *i > esla o. *č, *ž: *Ne ēke - > Невечера; *Kibi - >
Chib a; *Pikils- > *Pchils; * e s-akis > Ve esóчь; *Degē > Deža; *Gē ē > Жерева; *Gi dis >
Жердь;
O Bal . *š > Esla o. *š: *Ša a ā ou *Še ā ā >
Šá o a; O Bal . *ž > Esla o. *z: *Leiže as > Лизерт;
O Bal . * > Esla o. * : * a -apē > Vó opa;
O Bal . *š > Esla o. *s : *Še a- > Свто-;
O Bal . *i[…]a> Esla o. *e: *ī ia-adu ā > Vie e íдва.
3.2.1.3. G upo onemas
O Bal . Ta T > Esla o. To oT: *Da galis > Do ogol; *Nemaldu ā > Némolo dois; O Bal . Te T >
Esla o. Te eT: * e s-akis > Вересóч; *Gē ē > Жерева; O Bal . *ald- > Esla o. *lad-: *Aldažīg- >
Ladóžiga; *Aldin- > Ladinha. 3.2.2. Exemplos de esla ização a dia. Alguns hid ônimos do
Dniepe êm o mas que são one icamen e p óximas de seu p o ó ipo do Bál ico An igo
(com *a, *u, *i, *a , Te T). Esses nomes de água o am esla icizados em uma época
pos e io , quando os p ocessos oné icos co esponden es ( e acima) ha iam sido
concluídos em línguas esla as. C . ambém n. Não, não. * um > esla o. a: *Še a-balino
*Še a-alinē > Свтовалное; O Bal . * u > Esla o. u: *Dulupē > Dulup. Da mesma o ma é nos
su ixos -u - -uč-, -u i-, c . *Rad-u iā ou *Rad-u is > Радý a e c. ; O Bal . *i > Esla o. i: *Žižmā >
Сизма (no início da esla ização se ia espe ado *Сьзма > *Сезма com ocalização de ь > е); O
Bal . *a e- > Esla o. a e- *A a-pal is > A opolo ;
5
O Bal . Te T > Esla o. Te T: *e den- > Vé din; O Bal . Ta T > Esla o. Ta T: *Ža denā > Жарденя
(na adoção inicial se ia espe ado *Жереденя ou ou o *Зороденя com omada em con a a
iden idade e imológica comple a do Bal O ien al. *ža das: Sla . *zò dъ, c .: De ksen 2015:
513); O Bal . *ž, *š > Esla o. z, s: *Leiže as > Лизерт; *Išminč- > Смячъ-рчка; *Ušnā >
Юсенка.
Isso ambém inclui as o mas com o deslocamen o de […]consonan e assobian e […] consonan e
assobian e […] e a dissimilação adicional em oicing/ oicelessness (*Žižmā > Sizma), e as o mas com
a al a de esul ados da 1a pala alização de consoan es ela es, c . *Kem-ūlis > Кемúль. Nes e
úl imo exemplo, a adução de *ū como esla o. *y [ы] em ez do espe ado у [u] (como *Кемуль) em
caso de esla ização a dia é causada pela in luência da analogia es u u al da oponimia esla a
com o esul ado -ыль amplamen e ep esen ado na bacia do io Dniepe , c . Войтыль (SHU 1979: 549),
Горбыль, Бадиль ( egião de Che nigo ), Кордиль, Бургиль ( egião de Sumi) e c. (OA).
A adap ação oné ica da oponímia bál ica no discu so esla o oi acompanhada po
mais alguns p ocessos.
A é ese (*a-, *i-), c .: *Ala nā > Ларна; *Išminč- > Смячъ-рчка.
P o ése: (j) *Ēnā ā > Єнава; *Ušnā > *Юсьна.
Epen ese: *Eis a ā > Iстровка. O som [ ] apa eceu na o ma esla iciada do hid ônimo
como a inse ção posicional, c .: *os o ъ > *os o ъ, срам > диал. Es am, S eтение > dial.
Es e amen o. Em seguida, amos apon a o exemplo com l-epen he icum em
*Ta piiā > To óпля.
3.3 Os aspec os mo ológicos da econs ução da hid onímia do Bál ico na á ea do Dniepe . A
econs ução de qualque lexema bál ico, gua dado na hid onímia, é ei a le ando em con a o
a o de sua adap ação de i acional e g ama ical na língua esla a. Consequen emen e, em
alguns casos, podemos es au a a o ma p imo dial do nome bál ico nas seguin es condições:
a) ao sepa a o hid ônimo de […]laye ing[…] de i a i o esla o, po exemplo, do su ixo -k-
(Истров-ка, Ладин-ка, Рон-ка, Юсен-ка), -ец- (Могуп-ецъ); b) ao e em con a os esul ados do
epensamen o da mo ologia do lexema bál ico no espí i o da mo êmica de i acional esla a,
c . O Bal . Não, não. Subs . -in-, -n- > Esla o. Não, não. Adj. -n-; O Bal . - uā > Esla o. - a, - a (depois
de uma consoan e es iden e); -aā, -ā ā > -o a, -a a, -ūlis > -ylь (-ыль), -mā > -(ь)ma. É di ícil
di e encia en e os hid ônimos do Dniepe com os o man es -aā e -ā ā, po que no uso esla o
eles o am incluídos an o na ca ego ia de nomes geog á icos com -a a quan o -o a de ido ao
p ocesso de analogia. A pa i daqui, e o ca á e condicional da econs ução da pa e su ixal
de alguns lexemas bál icos subs a o. Em alguns casos, a esla ização dos hid ônimos bál icos
oi acompanhada pela pe cepção de sua o ma singula como plu al, c . sing.
*[A] uslā > plu al. Výsla, -sel. (em inglês)
Aqui, ale a pena lemb a as conside ações de V. N. Topo o e O. N. T ubače da in es igação
acima ci ada: "Gene almen e, ao p ocu a es ígios de hid onímicos bál icos, de e-se e em
con a que eles podem se dis a çados de odo econhecimen o em o ma esla a. Es a o ma
secundá ia, po sua ez, es á incluída em uma sé ie de nomes esla os ex e namen e p óximos,
c iando oda uma cadeia de o mas híb idas de ansição, sob e as quais é di ícil dize onde
e mina o bál ico e começa a o ma esla a. Es a ese é bem ilus ada pelo ma e ial
ap esen ado a segui , c ., po exemplo, a ans o mação de Bal . * el-i-alas Вуливáло,
Веливела, Веливала, Вуливело, Вуливала, Валивала; * ida-lakis como Выдолочь, Видоличь,
Видолочь, Wi olicz. A adap ação mo ológica do ocabulá io bál ico no uso esla o oi ei a
mudando os indicado es g ama icais bál icos com seus análogos gené icos. Os ac o es que
de e minam es e p ocesso são:
6
1) Comp eensão in ui i a dos alan es na i os da a inidade de ambas as línguas de
con a o, a sabe : ap oximadamen e o mesmo p incípio de oposição do gêne o masculino e
eminino (Bal . -as masc. VS -ā em. = Sla . -ъ masc. VS -a em.), elação gené ica en e os
sis emas de o man es em ambas as línguas; 2) A condição pa a o bilinguismo
bal o-esla o em uma ce a época ( al é assumido pa a o e i ó io do Al o Dniepe ;
Topo o , T ubače 1962: 161, 162). Os exemplos das subs i uições oné icas e mo ológicas
nos hid onimos bál icos são dados abaixo: ā-s ems (c . P o o-Li h. N. sg. *-; Zinke ičius
1980: 189): *Eis -aā > Истровка; Ša -aā ou *Še -ā ā > Šá o a; *Ušnā > Юсенка; ā-s ems (Bal .
iā-s ems, ipo sua e de ā-s ems; Endzelīns 1971: 141): *Ta piiā To óпля. Isso ambém inclui
o ipo com *-ē (Bal . (i) as caules; Ibid.: 146, c . Li h, po a o . de i a com -ė):
*Ras-apē > Rosopa; *a -apē > Воропа com Wes Bal . *apiā, c . O elho P ússia. macaco;
*Dul-upē > Дулюпа; *I -upē > Ирпа (*Иръпа) com o Bal O ien al. *upē; *Degē > Deža. O
indicado -ē em is a do a o de que e a impossí el no nomina i o do esla o
Feminina oi subs i uída po -a.
Há casos mais complexos, em que os esla os. A lexão -a pode ia subs i ui o Bal . *-iā, bem
como -is, c . : Велькуча = *ilku iā (en ão -ч- é na u al de j) ou * ilku is (com um ni elamen o
a dio po analogia do esul ado de opônimos com -ча, c . Вербча, Славча); Radý a =
*Rad-u iā ou *Rad-u is. A suposição de ambas as o mas é de ido à p esença de á ias
a ian es des e o man e nas línguas bál icas. (-s ems (Bal . N. sg. *-a-s): *K ūmas >
Крымъ; *Leiž-e as (~ Li h. e as) > Лизерт; *Ragas > Рогъ; *Mānas > Man; […]-s ems (Bal .
i-s ems): *A a-pal is (~ Li h. Pál is) > Артополоть; *Kem-ūlis > Кемул; * e s-akis > Ve esóчь;
* ida-lakis > Vúdoloch. O indicado g ama ical dos de i ados com su ixo. - (i) é impossí el
de e mina de ido à comp eensão desses nomes como os adje i os, cujo gêne o
g ama ical nas línguas esla as a ia a dependendo da conco dância com um ou ou o
e mo opog á ico. C . ambém n. Стное (o lago) a ás do qual es ão *Sē -inas ou *Sē -inā.
4. RELICIAS LEXICALES BALTICAS na HIDRONIMIA do Dniepe
Região lu ial
4.1 Bacia do Desna
*Al-A na
La na: […]С. Lo óquios em ch. La n[…] (притокъ Палужи)[…], início do século XVIII (Laza e skij
1888: 366). O hid ônimo man ém o Bal . *Al-a nā […]Fluindo a na[…], dis o cido no uso e bal
esla o (aphae esis). No que diz espei o à composição da pala a c . Li h. (em inglês) Alỹs […] o
lago, Al-ùpė, Al-upė, A- akas, La . Ala […] os ios ~ Li h. alė i […]a lui […], […]a go eja […], […]a
go eja […] (Vanagas 1981: 38) e La . Ā ni, Ā nis, Li h. O que é isso? (de i ado) A nėnų km.,
P ússia an iga. A now, 1322 […] {*a n-}, T ácia. […]ρνη, Καλ-αρνα […] opônimos (Topo o 1975:
104). O componen e *a n-, apa en emen e, pe ence ao ipo de nomes de água […]Old
Indo-Eu opean[…], sendo um de i ado PIE com su ixo. -n da aiz *e -/*o - […]se in mo ion,
exci e[…] ( e : K ahe 1964: 45[…]46: A n-). A semân ica de *a nis econs uída como "água
co en e" (Woudhuizen 2020: 49, com e e ência a Jü gen Udolph).
*Alda-žīg- (?)
Ladojiga, 1786 […] o io na icege encia de Che nigo (Ša onskij 1851: 215) = *Alda-žīg- (?),
c . Li h, po a o . Ald kis, A dos ~ T ácia. Alda-, Dacian alda […]luga húmido, pân ano[…]) e
Žỹgis (Vanagas 1981: 38, 402).
*Ald-inLadinka: […]С. Ladinka, em p p . Ladink[…], 1765 ( egimen o de Che nigo ;
Laza e skij 1866: 38) = *Ald-in- ~ La . Àldiņi […] hid ônimo ~ Li h. Aldonà (Topo o
1979: 24: *eld-).
7
*A a-pal is
A opoló […] nome de á ios ios: a ibo esque da. dos Mnoga, a ibo ce a. dos
Lysogo , a ibo da esque da. dos Sula, a ibo da esque da. do Dniepe (Артополоть,
1785, 1852; SHU 1979: 24, Артополотъ, 1786; Ša onskij 1851: 525, 580581); A ibo da esque da.
do Sula e do Dniepe (A opolo ъ, XVI, A apolo ъ, 1769 e c. (SHU 1979: 24). A ciência
mode na em duas e imologias do hid ônimo. Ago a ambos p ecisam de e isão,
p incipalmen e em oné ica.
1. A e são i aniana, à qual os au o es dos es udos sob e a hid onímia do Dniepe apelam sem
c í ica. É po aqui que es á o p imo dial *A apo od = I ã. *A a-po d ~ Alan. A […] Deus […] e
Osse . Fo e do "g ande io" (S yžak 1963: 83[…]84). No en an o, essa e imologia não explica as
azões pa a sal a o *a - inicial, que oi subme ido à me a ese * o -/* a - (c . *o ky a >
oki a, ракита) no discu so esla o. Além disso, a mo i ação po ás do nome "Rio de Deus" é
du idosa. 2. A e imologia esla a implica a lei u a do hid ônimo como *Vъ o-pol ъ > *Вартополот >
Артополот. P o o-esla o. *pol -, bem ap esen ado na oponimia esla a, é gene icamen e
o ien ado pa a PIE *pel- […] la go, la go[…] (Kazlo a 2000: 167[…]169, 170). A e são é a gumen ada
apelando à p o á el a é ese de в-. No en an o, em p imei o luga , não apenas o som вis caiu nos
diale os, mas ambém кand х-, po an o, na mesma medida, os p o ó ipos p imo diais
*Kъ o-pol ъ e *Xъ o-pol ъ são ambos p o á eis. Em segundo luga , cai apenas an es da
p óxima ogal labial, mas não an es de а. Em e cei o luga , o e lexo esla o o ien al do
p o o-esla o. * ь - (* ь ě i) semp e em e, mas não um like em *варт- (só há bielo usso.
вярцець com а < е). Uma en a i a de undamen a a a ian e *Vъ oby apelando a Pol. "co po
de água de e uga" não con ence, po que a pala a polonesa é o e lexo do p o o-esla o. * ъ
com o desen ol imen o no mal * > a an es do du o.
Suge imos a a A opolo como um elemen o do es a o bál ico na oponimia do Dniepe , ou
seja, como Bal . *A a-pal is […]Fe a ou echa o luxo[…]. C . ambém n. Li h, po a o .
a ùs […]close, nigh[…], a […]nea , beside, nex o[…] e La . pal s, pal e […]puddle[…], […] luxo de
chu a[…], e ambém econs uído Li h. *pal is, e o hid ônimo Pál is […] nome do io e do lago
(Smoczyński 2019: 1178[…]1179). Ve ambém (De ksen 2015: 6162). P ese ação do uso esla o a in
sem a me a ese espe ada aqui de Bal . *a e- > Esla o. *o - > * o o * a pode se explicado
pela pos e io esla ização do hid ônimo bál ico, que oco eu no pe íodo em que esse p ocesso
oné ico oi concluído nas línguas esla as. A pleo onia no segundo componen e su giu não
one icamen e po que o hid ônimo em is a da p ese ação da a e oi esla izado mais a de,
mas de ido à analogia dos opônimos esla os com o onco
Полот-.
An e io men e, a e imologia bál ica oi ap esen ada em e mos ge ais em Alexande I. Iliadi
(2025: 3).
*Auš-uā
Ush á, -ú (Ушва, XIX) […] o io, um a luen e do Sejm, o ib esque do. dos Desna, a ibo
da esque da. do Dniepe (SHU 1979: 582) < *Ушьва = *Auš-uā o de i ado com a o man e
-uā de *[a]ušē ( ide in a).
*Da g-alis
Dou ogol […] o lago: […] isse na ues e a a és da desnu eku […]...> da po o lago Dou ogol[…]
(GS 1901: 256) = Bal . *Da g-alis, c . com su ixo a ian e *Da g-el- > Li h. Dá gelė […] hid onimo
~ da gùs […]inclemen […], […]desgus oso, mau[…] (Vanagas 1981: 80), da gà […] empo
chu oso[…], discagem. " e ing" (De ksen 2015: 115[…]116). A Comissão conside a que a medida
cons i ui uma sub enção es a al na aceção do a igo 107.o, n.o 1, do TFUE. Toponimização dos
apela i os com su ixo. -el-, -al- (Li . -elis (-ė), -alis); um dos signi icados de ambos os su ixos
nas línguas bál icas é o signi icado de "po ado de p op iedade, a ibu o" (Amb azas 2000:
176 […] 177). Os nomes de ios com -alė, -alis cons i uem uma das ca ego ias mais nume osas na hid onímia li uana, e : (Vanagas 1981: 80).
8
*Dul-upē (em inglês)
Дулюпа […] o io: […]Д. Ильбовь, на р. Дулюп (Laza e skij 1866: 422, 428) = *Dul-upē. C . ambém
n. Li h, po a o . Dùlpis […] *Dul-upis, Dul-upỹs ~ Li h. Doulas, La . duls […]cinza, cinza cla o,
ama elado[…] (Vanagas 1981: 96), e ambém d lia a (ibid.: 95). A segunda pa e con ém Eas
Bal . (Li ., La .) *upē < *up-iiā […] i e […], […] low, s eam[…] ← […] i e mou h[…] (Smoczyński 2019:
1982). *Eis -aā
Iстровка: […]Х. Is o ka, na . Is o k[…] (Laza e skij 1866: 420), Is a ka, Íстровка […] o io,
esque da ib. Da ibo Sno , da di ei a. dos Desna, da ibo esque da. do Dniepe (SHU 1979:
224) = P o o-Li h. *Eis -aā, c . Li h, po a o . Éis a a ~ Éis a (Vanagas 1970: 102: Éis -a a;
Vanagas1981: 132). O o man e -aā (< -o-ā; Zinke ičius 1987: 14; Amb azas 2000: 50) é des acado em
mui os hid onimos bál icos, pa e dos quais são os de i ados an igos
(Vanagas, 1970: 101). A Comissão conside a que a Comissão não em compe ência pa a de e mina a compa ibilidade de uma medida com o di ei o comuni á io.
*Gi dis, *Gi d-e- (?)
до Жердеви къ Днепру <...> o io na bacia de Desna (condado de Kie , na p o íncia de Kie ),
a ian e Жердь, -и (SNMKG 2005: 45, 241), до реки Жерди, Że dź (SHU 1979: 195), Жéрджа (Że dź,
Жердь) o io, ib di ei o. Do Zhi ak, da ibo di ei a. dos Go yn, da ibo di ei a. dos P ipya ,
da ibo di ei a. do Dniepe , […]с. G ibó ia em queda de ch. Жерди въ р. Горынь, c . Жердя […]
aldeia no dis i o de Cheme o e sky da egião de Khmelny skyi (SHU 1979: 195) […] *Жьрдь.
É possí el p ese a o Bal . Lexema *gi dis, *gi d-e-, c . Li h, po a o . Gi dė p ado ~ g dy i
‘a água, gi dupė ‘o io, do qual ocê pode bebe (Vanagas 1981: 116), Gi dỹs nome local, P ússia
An iga. Gi dewi higen (*gi d-e -i -) (Topo o 1979: 243). A econs ução a ian e do Bal . O
p o ó ipo é de ido à al a de cla eza do esul ado hid onímico: se -ев e le e o e imológico
Bal . - ou é uma ans o mação g ama ical esla a de Bal . *gi dis pelo ipo de s ems ū (s em
dos casos oblíquos é -ъ -
-O -, discagem. - Quem é?
*I -upē
I pa: […]С. Сачковичи при р. Ирп (Laza e skij 1866: 692), Ирпá o io, a ibo di ei a. dos Sno , a ibo
ce a. dos Desna, a ibo da esque da. do Dniepe (SHU 1979: 223). É possí el a esla ização de Bal .
*I -upē > *Иръпа > Ирпа (como Ръжавєць > Uk . Иржавецъ, c . над рчкою Иржавцемъ, o início do
XVIII; Miako in 1896: 36). C . em Aleksand as Vanagas (1981: 131): Li h. I -upė é p o a elmen e
elacionado a Li h. R i […]a cai , cai […], […]a desmo ona , desin eg a […], […]a es aga […],
[…]desapa ece , desapa ece […], […]enche , me gulha […]. C . ambém de i ado Li h. i is
[…]abyss, abismo sem undo[…], […]maels om[…] (Smoczyński 2019: 566). *Iš-minčСмячъ-рчка, 1714 o
io, a ibo di ei a. dos Sno , a ibo ce a. do Desna (DDH 1993: 229), Смячь, Смяч (KRU 1957: 94, 99,
183) = *iš-minč-, c . Li h, po a o . Mnčia […] o nome do io com um caule e imologicamen e
ambíguo (mink-, men -?), eja, po exemplo, em A. Vanagas (1981: 216[…]217).
*Kib-i Chib a (Chib a, 1729-1730) […] o io (aldeia Kh ipo ka do dis i o de Go odnyansky
na egião de Che nigo ; SHU 1979: 608). Es e hid ônimo ep oduz Bal . *Kib-i - ~ Li h. (em
inglês) k bi as "um pequeno amo seco" (des e apela i o, e Smoczyński 2019: 706). Em
e mos de mo i ação, c . Vé ka, Babina Vé ka […] o esque do. do Dniepe (SHU 1979:
26) ~ ветка […] amo […] como […] luga , onde o io é di idido em a mas […].
*La -aā
Лотва […] o io (aldeia Shabalino do dis i o de Ko opsky na egião de Che nigo ; Лотава,
1765[…]1769) (SHU 1979: 327; em Topo o 1990: 125): […]p ecisa de mais pesquisas[…]) = *La -aā, c .
Li h, po a o . La a à ~ la - *‘ lui (Vanagas 1981: 182; Topo o 1990: 124, 125). A azão pa a a
p ese ação do su ixo cu o *a no uso esla o é a inclusão des e hid ônimo no ipo es u u al
9
de nomes geog á icos com -a a, c . *Db a a, *Lka a, *Mo a a e c.
*Leiž-e as
Lize , 1977 […] o lago (aldeia Veliky Shchimel do dis i o de Shcho sky na egião de Che nigo ; OA),
mais p ecisamen e é Lize = Bal . *Leiž-e as. Em e mos de composição, c . Li h. (em inglês)
Liež s […] o lago ~ liẽž i […]la a (ce ca do io, água) […]; Li h, po a o . E ėja […] o io ~ La . É
um luga la go no lago, onde não há ilhas ne eby, Li h. e as "amplo", "amplo, ex enso" (Vanagas
1981: 47, 190). Sob e a an iguidade de e see: (F aenkel 1962: 15; Ka ulis 1992: 271; LIV 2001 [1998]: 404;
Smoczyński 2019: 395). A al a de pleo onia na segunda pa e é desconce an e (de e ia se
*Лизерет). Não é excluída a con e gência p ecoce com o ocabulá io geog á ico e a oponimia
esla os com * ъ -, c . * ъ ъ, *na- ъ ъ […] op[…], […] op o he moun ain[…] (ESSJ XXIII 21[…]22).
Isso é o Lize ?
*Mag-upē
*Могуп (como pa e de demin. Могупецъ, 1786 […] o lago, ligado ao io Desna na
ice-go e nança de Che nigo ; Ša onskij 1851: 216) = *Mag-upē, c . La . (em inglês)
Maģ-upe […] hid ônimo ~ La . maģs […]pequeno, pequeno[…] (Vanagas 1981: 201).
*Mānas
(Homem) […] o io, a ibo di ei a. dos Moshnia, a ibo ce a. do Dniepe (SHU 1979: 351)
= * Mānas, c . Li h, po a o . Món-a-balė, La . Māņ-upī e com o onco mon- <
*mān- ~ La . manō, -ā e […] lui , co e […] (Vanagas 1981: 219[…]220).
*Ne-ēke - (?)
Невечера, 1760 ac (no io S a y Sejm no egimen o de Che nigo ; Laza e skij 1866: 224) =
*Ne-ēke - (?) ~ Li h. Vėkė, Vėko kalnas ~ La . "Vecis" é um luga onde os pescado es deixam
o pequeno-almoço, Li h. eke ė i […]a com sulcos i egula es[…], ẽke as
[…]ke ėpla, a ado[…] (Vanagas 1981: 370).
*Ne-mald-uā
Немолодва: «Д. Нижняя Злобинка при р. Немолодвѣ», «С. Дымово (куреня
Дымовскаго) при рчк Немолодв, mas ambém (duas ezes) <...> р. Немолод (Laza e skij 1866:
596, 609, 615) = *Ne-mald-uā, c . Li h, po a o . mal[…]das […] eed[…] e o hid ônimo
Mal[…]d-upis (Vanagas 1981: 202). Os ū-s ems, com os quais es e hid ônimo oi iden i icado no
uso esla o, mui as ezes pe dem seu ma cado , daí a segunda a ian e com a pe da de [в].
Sob e a hid onimia bál ica com su ixo. -u e : (Vanagas 1970: 211[…]214).
*Pal-angā
Палужа: «Д. Кибирщина при р. Палужи», «на рѣкѣ Полужѣ», «на рѣкѣ Палужѣ»
(Laza e skij 1866: 747, 761). Ele oi um dos p imei os a esc e e sob e isso. O nome
co esponde o malmen e ao e mo geog á ico esla o палуж, c . A Bielo ússia. - Não, não,
não. páluz […] luga pe o do p ado […], […] p ado pe o do io […], c . ambém o nome do io Páluz
[…] a luen e do io Besed no sis ema do Sozh […] páluz […] luga pe o do p ado […] (Jaškin 2005:
485). No en an o, não es á excluído que o a amen o des e hid ônimo como Bal . *Palang-, c .
Li h, po a o . Palangà […] nome de água jun amen e com o su ixo Li h. Palà […] hid ônimo ~
La . palas, paļas […] ma gem pan anosa do lago […], pali […] inundação, ma é baixa, luxo; água
que ansbo da as suas ma gens na p ima e a ou no ou ono […] (Vanagas 1970: 91[…]92:
Pal-angà; Vanagas 1981: 241). Sob e os de i ados apela i os e oponímicos com es e su ixo,
eja (Endzelīns 1971: 119; Amb azas 2000: 149, 150, 151). O Bal . *Palangā no uso e bal esla o
pode ia se iden i icado com os de i ados com p e . *pa om *lgъ, *lž- ‘meadow, i. e. como
*Палга e depois *Палжа > Палужа. Uma isão di e en e (sem de alhes) é ap esen ada em:
(Topo o , T ubače 1962: 202 e acima).
*Pik-ils- (?)
Пчилсъ, 1786 o lago que é unido po um es ei o com o lago Выръ (Шафонский 1851: 216, 217). Tal ez,
seja um e o de esc i a em *Пчелсъ = *Pik-ils- (c . mode no Звíздил ao lado do his ó ico Звизделъ;
SHU 1979: 210). O nome não es á o almen e cla o. Em elação aos mo emas. Nes es e mos, os
16
opônimos-composi os com léxemos bál icos pa a o io, iacho como a segunda pa e são mui o
indica i os, c . *Dul-upē, *I -upē, *Mag-upē, *Gu -ap-, *Ras-apē, * a -apē. O mesmo ale pa a nomes
com ou os e mos hid og á icos como o p imei o ou segundo componen e, c . *Al-a nā,
*Še a-balino *Še a-alinē, * e s-akis, * eiš-a-da e c. Além de ca ac e ís icas pu amen e
es u u ais, esses compos os di e em dos hid ônimos esla os no modelo de nomeação, c .
[…]Flowing a na[…], […]Ligh pond[…], […]S eam om he swamp/lake[…] o […]Flow wi h
maels om[…], […]Flowing da a[…], e c. No que diz espei o aos de i ados do su ixo, en ão, em casos
de semelhança o mal en e os o man es bál icos e esla os, a gênese bál ica do nome geog á ico
é de e minada de ido à o iginalidade do mo ema da aiz exa amen e pa a o epe ó io de aízes
bál icas, c . *Ab-aā, *Eis -aā, *La -aā, *Ša -aā ou *Še -ā ā, *Sē -inas ou *Sē -inā, *Ža d-enā,
*Kemlis-ū.
6.2 A análise e imológica da hid onímia nas á eas mencionadas dá base pa a a econs ução de
cinquen a lexemas bál icos elíquicos de di e en es es u u as. Os de alhes de sua mo ologia são
mais ou menos escla ecidos ao sepa a a ex ensão de i a i a esla a como um meio de sua adap ação
em um ambien e de língua es angei a.
6.3 A adap ação da hid onímia bál ica nos an igos diale os dos esla os do Dniepe passou po duas
e apas condicionais. A julga pelos esul ados da assimilação oné ica dos bal ismos pelos
esla os, o p imei o coincide com a idade de alguns p ocessos impo an es, com a econs ução da
es u u a oné ica da pala a esla a e ambém mudanças no consonan ismo e ocalismo. O
segundo e e e-se ao momen o em que odos es es p ocessos o am concluídos; Po an o, a
oponimia bál ica oi esla izada com mudanças mínimas, com exceção dos casos de
ans o mação de anlau (aphae esis, p ó ese) e epensamen o olcló ico-e imológico da
es u u a.
6.4 A maio ia dos lexemas bál icos econs uídos em equi alen es es u u ais e e imológicos
apenas no ocabulá io li uano, na sua ausência nas línguas le ã e p ussiana an iga. No en an o,
há odas as azões pa a supo que a in odução de no as descobe as em p ussiano an igo e
le ão possa a e a a conclusão inicial da especi icidade dos pa alelos léxicos mencionados
acima.
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